Perdão

15 de junho de 2009 ·

O perdão não implica outras pessoas, antes pelo contrário, diz respeito à cura da nossa relação connosco próprios e ao fortalecimento da ligação com nosso Eu multidimensional. Quando exercemos o perdão, libertamo-nos das expectativas e dos padrões negativos; quando nos libertamos, disponibilizamo-nos para experiências mais saudáveis e felizes. O perdão ajuda a construir uma nova base de confiança e de comunicação entre as pessoas, mas esse não é o objectivo principal.

Daqui.

79 comentários:

Astrid Annabelle disse...
15 de junho de 2009 às 21:45  

Olá António!
Um dia eu descobri que se pensarmos que tudo que fizemos na vida foi o nosso melhor instantaneamente nos livramos da culpa. É uma questão de refletir a respeito...para mim fez uma enorme diferença, apesar de que, diariamente, sempre vou dormir pedindo que o Divino Espírito Santo desfaça todas as impressões negativas criadas por meus pensamentos, sentimentos ,palavras e ações.
Belo tema. Necessário. Muito necessário!!!
Beijo
Astrid Annabelle

_Gio_ disse...
15 de junho de 2009 às 23:01  

Tem gente que tem que aprender a perdoar mais, e gente que tem que aprender a perdoar menos.

Talvez tu seja contra esse posicionamento, mas acho que a pessoa tem que impor certos limites, se respeitar acima de tudo. Quem tudo deixa é deixado às traças...

Abelha Maia disse...
15 de junho de 2009 às 23:05  

Não podia estar mais de acordo!
O não perdoar, faz com que carreguemos tanta energia negativa.
E isso espalha-se pelo mundo, por isso é que está como está.
beijos

Nanda Assis disse...
15 de junho de 2009 às 23:15  

perdoar é muito dicicil, mas qndo conseguimos, libertamos muita coisas dentro de nos.

bjossss...

HAZEL disse...
15 de junho de 2009 às 23:33  

Eu acho que o perdão só é possível quando conseguimos encontrar alguma espécie de justificação para o mal que nos fizeram.

E há males que deixam marcas tão profundas, e para os quais não encontro explicação. E nesses casos, como se exerce o perdão?
Assim, gratuitamente?
Não estaremos assim a desvalorizar-nos tanto quanto a pessoa que nos fez mal desvalorizou?

Compreendo a beleza do perdão, mas nem sempre a sei aplicar. E nem sempre o quero fazer. Porque correria o risco de voltar a confiar. E voltar a ser alvo de crueldade. Para quê? Para voltar a perdoar de novo, e criar um ciclo interminável?

Mesmo assim, teoricamente, até sou a favor do perdão. Porque faz bem à saúde!

Contra-senso? Não. Porque disse "teoricamente". Cada caso é um caso. Há coisas que se relevam, outras que... ai, cala-te boca!

Maria de Fátima disse...
16 de junho de 2009 às 00:50  

Olá António o meu avatar ficou muito catita, risos.Quanto ao tema do perdão, é um assunto sempre polémico, porque há quem não consiga perdoar aos outros por todos os males que lhe façam.Beijinhos.

adriana disse...
16 de junho de 2009 às 01:39  

"O perdão (...) mas esse não é o objectivo principal."
Precisa dizer mais?
Como disse Astrid... m

adriana disse...
16 de junho de 2009 às 01:40  

...muito necessário.
:)

Adelaide Figueiredo disse...
16 de junho de 2009 às 01:51  

António,

Tento perdoar. Será que tentar esquecer o mal que nos fizeram já não é perdoar? Sei que é difícil. Mas será mais difícil se carregar ódio, se carregar raiva. Tentar esquecer e a pouco e pouco libertar-me. Penso sempre já passou. Sei que também erro e gostaria que tivesem para mim essa atitude de perdão.

Abraço

Tereza Ferraz disse...
16 de junho de 2009 às 03:26  

Independente do "querermos" ou não. Nossa alma faz o movimento. E caso não venhamos ter consciência do perdão, quem mais padece somos nós mesmos.

António Rosa (José) disse...
16 de junho de 2009 às 08:39  

Astrid

Muito bem equacionado. É isso mesmo que penso.

Este tema - a ausência de perdão a nós mesmos - aprisiona a nossa vida. Já passei por isso e não quero repetir.

Beijo

António Rosa (José) disse...
16 de junho de 2009 às 08:45  

Gio

Os tais limites que falas estão dentro de nós. As experiências do perdão, ou como mencionas, da falta de respeito, somos nós quem atrai para a nossa vida todas essas questões.

Não tens que conviver com quem não te respeita. E a melhor forma é perdoares-te a ti mesmo por essa experiência negativa e ... pensares que não tens que conviver com quem não te respeita. Afasta-te dela e segue o teu caminho em paz, sem zangas, nem rancores.

António Rosa (José) disse...
16 de junho de 2009 às 08:46  

Abelha Maia,

Completamente de acordo. É uma doença. Beijo.

António Rosa (José) disse...
16 de junho de 2009 às 08:48  

Nanda Assis

Perdoar é mais fácil do que parece. Basta dizermos à nossa mente para se calar por uns momentos.

António Rosa (José) disse...
16 de junho de 2009 às 08:54  

Querida Hazel.

Exerce-se o perdão assim, tal e qual como o diz: gratuitamente. Porque devemos começar por exercer o perdão a nós mesmos por termos atraído essa experiência para a nossa vida.

Como não nos perdoarmos gratuitamente?

Perdoar os outros não significa voltar a confiar nem conviver em quem nos fez mal. Esse é o grande equívoco: associar perdão a convivência. Não têm que estar juntos. Sem ressentimentos.

António Rosa (José) disse...
16 de junho de 2009 às 08:55  

Maria de Fátima

Desde o primeiro comentário que venho insistindo no perdão a nós mesmos. É assim tão difícil?

António Rosa (José) disse...
16 de junho de 2009 às 08:57  

Adriana

A questão do perdão é sempre muito polémica.

:)))

O nosso ego tem dificuldade em aceitar isso com facilidade, não é?

Este post fez uma limpezazinha cármica.

António Rosa (José) disse...
16 de junho de 2009 às 08:58  

Adelaide

Esquecer nao é perdoar. Isso é o que todos fazemos. Somos seres humanos imperfeitos. Assumindo isso...

António Rosa (José) disse...
16 de junho de 2009 às 08:59  

Tereza

A alma faz o movimento. Se a escutarmos, vamos atrás.

joana disse...
16 de junho de 2009 às 09:04  

Foi como um bálsamo ler isto hoje. Beijo

Maria Paula Ribeiro disse...
16 de junho de 2009 às 09:38  

Bom dia António,

Quanto mais resistimos ao perdão, mas somos infelizes connosco.

E quanto maior for o perdão, de coração, maior é a paz que encontramos, muita paz mesmo...

Lindíssimo amigo!

Kiss kiss

HAZEL disse...
16 de junho de 2009 às 09:53  

António,

Continuo a dizer que há casos e casos.
Nos casos de abuso infantil, também se considera que a criança atraíu o seu abusador?
É, por exemplo, nestas situações que não sou a favor do perdão gratuito.

António Rosa (José) disse...
16 de junho de 2009 às 09:57  

Joana

Ainda bem.

António Rosa (José) disse...
16 de junho de 2009 às 09:58  

Maria Paula

Faz parte da natureza humana resistir ao perdão.

Eu tirei esse curso completo. Só tarde na vida é que percebi as coisas. Mas não foi fácil.

Marta disse...
16 de junho de 2009 às 11:55  

Olá António!!!

O perdão é mesmo fascinante, retirar a carga cultural do perdão e aceitar a sua energia como uma escolha do Eu a si próprio é um desafio digno dos humanos na 3D, cuja imperfeição é perfeita nestes casos!

O perdão é libertador, porque aceitamos o processo de termos participado na dor em consciência e tudo o que é levado à luz, perde o seu lado ameaçador! por vezes existem acordos de alma cujo alcance é maior do que aquele que nesta consciência temos!!!

Excelente tema António, como sempre!!!

bjs de luz!!!
Marta

António Rosa (José) disse...
16 de junho de 2009 às 12:43  

Hazel

Só agora tive possibilidade de lhe responder. Tinha aqui uma resposta que se tornou enorme, por isso vou sintetizar aqui e enviar-lhe por email a resposta completa.

Abuso sexual é crime.

Longe de mim, pretender colocar em plano de igualdade todos os casos de crime. A pedofilia é crime. E crime hediondo. A justiça humana (tribunais) deveria ser justa, punindo o criminoso.

Enquanto uma zanga brava entre duas pessoa, pode não passar disso. Raramente chega a níveis criminosos.

As pessoas nascem e são educadas a aprenderem o que é «certo» e o que é «errado». Portanto, o criminoso abusador sexual sabe que fazer isso não é «certo». Nem sequer vou dar a hipótese de o considerar como um doente. Segundo os relatórios internacionais, a pedofilia (abusos sexuais a menores) funciona maioritariamente no seio familiar.

Uma criança até aos 6 ou 7 anos (números redondos, claro) tem a inocência de não atrair nada de mau para ela. Nem os abusos sociais, nem os abusos sexuais. Simplesmente, não atrai esse tipo de violência. É inocente de responsabilidade. Entendo que não é um bebé que atrai o abuso sexual por parte do pai ou da mãe, ou de outro próximo à família. Portanto, neste ponto, creio ter sido claro.

No entanto, qualquer ser humano quando nasce, traz carmas ou memórias cármicas para resolver. Por detrás do drama humano, a astrologia pode ser uma excelente ferramenta para se analisar estas questões.

A sua outra questão, Hazel, era esta «É, por exemplo, nestas situações que não sou a favor do perdão gratuito.» Para esta questão do perdão gratuito, tenho alguma dificuldade em perceber o que quer dizer com isso. Entendo que a Hazel se expresse assim, mas não consigo descodificar as 2 palavras juntas: perdão + gratuito. Não creio que haja vários níveis de perdão.

Quanto a perdoar-se um abusador de criança, estamos a falar de quem é que perdoa? Refere-se à criança abusada? Quando ela for crescida, terá tempo de decidir se o deve fazer. É uma escolha pessoal. Tem a escolha de não o fazer, mas imensos testemunhos em todo o mundo dizem-nos que todos os abusados que mais tarde perdoaram (sem nada em troca) começaram a curar os seus problemas pessoais.

Grato por ter levantado a questão.

Abraço

António Rosa (José) disse...
16 de junho de 2009 às 12:44  

Marta

Ao longo da vida passei por situações em que neguei o perdão. Aprendi que devo perdoar-me por alguma coisa negativa que atraio para a minha. Vivo melhor assim.

beijokas

jardim das alamandas disse...
16 de junho de 2009 às 12:55  

Oi Antônio,
eu aprendi que não vale a pena guardar ressentimentos e não perdoar, é como se tomassemos veneno e ficar esperando que o outro morra.
Hoje eu aprendi (ainda exercitando muito)que devemos avaliar o que vale a pena ou não gastarmos nossas energias.E que existe um Deus de justiça que advoga todas as causas.
Bj EDNA

António Rosa (José) disse...
16 de junho de 2009 às 13:09  

Edna

Excelente aprendizagem a sua. Beijo.

guntty disse...
16 de junho de 2009 às 13:13  

Penso que há uma questão que não nos podemos esquecer e que faz com que isto do perdão possa ser tão dificil de entender por vezes.

Eu sinceramente vou tendo dificuldade em transmitir essa ideia do perdão da forma que gostaria, através das palavras, por assim dizer, das meras palavras. "Mas a pessoa fez isto e aquilo e magoou-me e fez mal aos meus" e eu não consigo arranjar argumentos para isso.

Até os pode haver... mas há uma coisa que é bem mais importante a meu ver e que só realmente a sentindo.

Como aqui já foi dito, pelo António, há uma dificuldade em o ego aceitar o perdão e a discussão racional conduz exactamente no mesmo padrão.
>> O perdão está infimamente relacionado com o Amor.

Perdoar-mo-nos, implica Amarmo-nos e depois, só depois, podemos Perdoar os outros, Amando-os.

É no coração que reside o perdão (mas não nos sentimentos), reside no Amor de A maíusculo aquele que brota para além de nós, do nosso sentir e do nosso pensar... aí nesse Amor... somos levados a fazer os designios da Alma e nesses designios é inconcebivel não perdoar.

Podemos fazer um exercicio simples, centremo-nos numa pessoa, ela sente-se magoada com outra, acha que ela é responsavel por alguns males que lhe ocorreram e acha que a perdoar é um absurdo. Envolva-se nisso, o que lhe diz o seu Coração? (Coração! Turn off mind and emotions) Agora, uma pessoa que está na mesma situação mas aceita o que aconteceu e simplesmente perdoa a outra pessoa e diz "eu perdoo-te" em silêncio no seu quarto. O que lhe diz o Coração? Vamos ainda imaginar uma terceira pessoa na mesma situação, que aceita simplesmente perdoar e no Silêncio do seu quarto diz: "eu perdoo-me", e agora o que lhe diz o Coração?

Exercicio simples, usámos o Amor.

O Perdão é Amor, é uma das pontes invisiveis para a praia do Amor Maior.

=)

adriana disse...
16 de junho de 2009 às 14:38  

Fico emocionada com estes diálogos.
São profundos...

E quando o tema é perdão, me lembro sempre de uma passagem no "Livro de Mirdad", que me tocou muitíssimo:
"A vítima levanta o punhal e o agressor desfecha o golpe".

Contratos cármicos... que vamos liberando amorosamente, com o amparo da Luz.

Parabéns por mais esta partilha, António!

Prometeu1 disse...
16 de junho de 2009 às 14:46  

A questão do perdão mora ali ao lado do poder.hehehehe

”Se alguém me magoou eu preciso revidar pra nivelar a situação (msmo que por baixo)”

Esse é o mecanismo mais básico da maioria de nós o “bateu levou”

Gostei do problema que a Hazel colocou.Mas e se fosse uma mulher adulta a ser estuprada??? Ela não é mais inocente.Então ela atraiu aquela situação??? Isso não me desce =//

Eu sou um cara muiiiito “boa praça” então procuro perdoar os outros pq sei que a natureza humana é imperfeita.E a maoria das pertubações da nossa vida são meras "picuinhas" .

Eu erro muito...Tu erras muito ...Nos erramos muiito (hj,amanha,sempre) hehehe .E tb não acredito em perfeição nesse ou em nenhum outro mundo.Não me ponho como Juiz de causa.Agora há situações e Situações!!!!

Tem Situações que o “perdão” só pode vir depois de uma muita “Punição”.


Voolivre

António Rosa (José) disse...
16 de junho de 2009 às 14:47  

Guntty

Só posso dizer: perfeito!

Aprendi com a Adriana:

A&L

António Rosa (José) disse...
16 de junho de 2009 às 14:48  

Adriana

Contratos cármicos muito antigos que a maioria das pessoas não temos consciência deles.

De repente, acontece uma coisa destas e ficamos simplesmente desorientados.

beijo

António Rosa (José) disse...
16 de junho de 2009 às 14:51  

Voolivre

Gostei do seu testemunho. A punição existe mesmo. É aquilo que chamo de Escola do Sofrimento.

Acontece apenas que gostamos de fingir que não existe.

contratos cármicos.

abraço

Shin Tau disse...
16 de junho de 2009 às 14:54  

Bom, a conversa está muito interessante e da minha parte tenho apenas a partilhar, por experiência própria, que perdoar os outros é fácil, basta pensar que não somos perfeitos e que para haver uma reacção houve uma acção. Podemos achar que nada fizemos mas o outro porde ter uma ideia diferente e muitas vezes e formos verdadeiros connosco iremos ver que também agimos "mal", que afinal até causamos alguma daquela situação que dificilmente perdoamos. E ai, perdoamo-nos por não sermos perfeitos e erguemo-nos da Lama e dirigimo-nos à Luz do Amor que o Guntty tão bem descreveu.

Há uns tempos tinha dificuldade em perdoar uma amiga por toda a dor que ela me causou e depois percebi que ela me causou dor porque eu o permiti, tão simples como isso. Quando ela perdeu o controlo de me provocar emoções eu percebi que ela nunca me fez mal a mim, mas a ela própria. Quando o que está dentro é mais importante do que o que está fora, o Perdão é fácil.

Se racionalizarmos uma questão como esta iremos perder o seu significado, pois a energia do Perdão não dá para explicar, sente-se apenas, e aí vem a história de cada caso é um caso, porque estamos a racionalizar.

Quanto aos casos levantados, cocordo que são acordos kármicos, não devemos fechar os olhos por isso, mas não devemos julgar.

Lindo tema Antóni, de facto, agora só falta o da compaixão rkrkrkrkrkr

beijocas

marcelo dalla disse...
16 de junho de 2009 às 14:57  

Bela sintonia! Hoje coloquei um post com uma ilustracao da Kwan Yin, deusa da misericordia e da compaixao. A terapia vibracional trazida por ela nos ajuda a trabalhar o perdão... abraço querido!

António Rosa (José) disse...
16 de junho de 2009 às 15:28  

Shin Tau

Esse comentário deveria estar numa página principal, para iluminar quem o lesse.

Perfeito!

Beijo

Cris Ventura disse...
16 de junho de 2009 às 15:28  

Olá António Rosa! Passei para agradecer a visita no meu blog! E já tinha lido o seu por conta da entrevista com a Hazel! O perdão é uma questão polêmica e difícil de se praticar mesmo. Eu sempre tento perdoar a mim mesma e praticar o perdão com o próximo, mas não é fácil...Mas creio que jpa consegui algumas vezes...Até mais!

António Rosa (José) disse...
16 de junho de 2009 às 15:28  

Marcello

Vamos então tratar do tema compaixão.

Abraço, amigo.

António Rosa (José) disse...
16 de junho de 2009 às 15:30  

Cris Ventura

se ler alguns testemunhos aqui, vai ver que não é tão difícil assim.

Muito obrigado por ter vindo.

Rui Santos disse...
16 de junho de 2009 às 17:37  

António, o tema do perdão é muito vasto e na minha opinião está relacionado com os contratos Kármicos, que trazemos nas nossas memórias.

Para aprender a desfazer essas memórias é preciso o tempo necessário, para aceitarmos em nós a lei da acção e reacção.

Se existem pessoas que cruzam os nossos caminhos que insistem em nos prejudicar iludir e enganar, estão-se a enganar a elas própias e a tomar veneno diáriamente, então já não é problema nosso, mas do Karma dessas pessoas e ai o sentimento de culpa deixa de fazer sentido.

Na prática é muito dificil e isso depende de cada pessoa.

Esses testes que aparecem no nosso caminho, existem para desfazermos nós a caminho da verdadeira liberdade.

Abraço Grande

Makyarim disse...
16 de junho de 2009 às 17:50  

O Perdão... só algum tempo atrás é que comecei a ter uma certa abertura para usar a palavra perdão, tem sido um processo lento, mas sinto que estou no caminho certo e no tempo certo. Saber perdoar a mim próprio é um verdadeiro trabalho hérculiano, logo que consiga estar pleno no perdão será tudo bem mais fácil. No que toca a perdoar os outros creio que será no momento exacto quando o trabalho está feito em nós mesmos.

Não sei se recordas numa conversa que tivemos alguns anos atrás, falavas de perdão e eu fugi como o dito da cruz. :)

E hoje voltas a tocar no assunto, creio que se fechou um ciclo.

Bem-Hajas António,

Mak

António Rosa (José) disse...
16 de junho de 2009 às 18:02  

Mak

Recordo-me dessa nossa conversa. Mas se não a tivesses mencionado, garanto-te que não me lembraria.

A ideia que possas sentir que se está a encerrar um ciclo, está a ser síncrone com o meu próprio sentir em relação às coisas da minha vida.

Esta última semana tem sido um período de intenso balanço.

Abraço, meu querido.

António Rosa (José) disse...
16 de junho de 2009 às 18:05  

Rui

Que bom que veio. Aprecio sempre as suas explicações muito claras. Muito obrigado. Partilho consigo a ideia dos contratos cármicos, apesar de hoje em dia, sentir que o se está a limpar são as memórias cármicas e não o carma em si.

Aproveito para lhe dizer que apaguei a minha conta no Orkut. Já a tinha desde Fev 2006, mas nunca me senti cómodo naquela comunidade. Por isso, não estranhe que o meu avatar tenha desaparecido da sua conta.

Abraço.

adriana disse...
16 de junho de 2009 às 18:13  

É...
Quando leio o conjunto do que está dito aqui, concluo cada vez mais que a via é a do auto-perdão... de nossas memórias cármicas... que ecoam para nos liberarmos.
Quando encerramos a peregrinação para o auto-perdão, não há mais o que perdoar.
Então vem a gratidão.
Nossa, António!
Este post foi mesmo especial.
A&L

António Rosa (José) disse...
16 de junho de 2009 às 18:40  

Adriana

Muito obrigado por ter feito essa síntese.

Também penso que a humanidade está a limpar as memórias cármicas que trazemos de vidas passadas e que estão inseridas nos biliões de células do nosso corpo.

Posso estar equivocado, mas creio que o carma em si está a ser resolvido de forma planetária.

Por exemplo, desde que Plutão entrou em Capricórnio, as pessoas do nosso planeta sentiram um 'apertar', que os políticos e os economistas chama de 'crise mundial'.

Só esta questão daria para imenso trabalho bloguístico, para difundir ideias mais frescas. Sinto que estamos a ser levados pelas mãos, mas ainda não aceitamos isso com plenitude.

É como diz: ao nos encaminharmos para o processo do auto-perdão, tudo se resolve e ficamos em Paz.

Temos que reaprender a ficar em Paz.

Que bom que as amigas e os amigos se sintam cómodos neste blogue para apresentarem os seus testemunhos, sem receio de serem confrontados pelas suas ideias.

Sinto-me feliz por isso.

Muito obrigado.

Isa Grou disse...
16 de junho de 2009 às 18:52  

Olá António!

Belo tema...parabéns, viu!

Concordo plenamente com a colocação do Guntty:
"Perdoar-mo-nos, implica Amarmo-nos e depois, só depois, podemos Perdoar os outros, Amando-os."

"O Perdão é Amor, é uma das pontes invisiveis para a praia do Amor Maior."

Um dos ensinamentos de Jesus é:
"Amar ao próximo como a SI mesmo".

Quando nos amamos o perdão vem por consequência.

Beijos.

António Rosa (José) disse...
16 de junho de 2009 às 18:57  

Isa

Que bom que veio dar o seu testemunho.

É isso. Não há forma de dar a volta.

Dia 30 está aí a chegar, minha querida.

Beijo.

adriana disse...
16 de junho de 2009 às 19:02  

Concordo com você, o carma está sendo resolvido de forma planetária, com a participação de todas as partes de nós.
Obrigada!
E uma boa e inspiradora noite!
:)

Castelo de Asgard disse...
16 de junho de 2009 às 20:18  

O perdão é mesmo uma daquelas coisas... é como a compaixão: difícil de explicar por palavras e geralmente muito diferente do que habitualmente se pensa. Não concedemos o perdão a ninguém a não ser a nós mesmos e somos os primeiros a sofrer se não o conseguirmos fazer. Perdoar não é desculpar ninguém, é tão simplesmente lavar a mágoa - "desentupir o cano" como eu costumo dizer, para que o Amor possa fluir. Não escapamos ao Amor, seja na sua versão positiva, seja na sua versão negativa, ele terá sempre de fluir, se for impedido, afoga-nos - é o bem conhecido "aperto no peito" que só tem alívio nas lágrimas. Por isso as lágrimas são de Água, são o nosso Ser a transbordar. Perdoar não tem a ver com culpa, da mesma maneira que a vingança não enche a barriga. Depois da Dor nos acertar, a atribuição de responsabilidades não é mais do que uma escapatória, ao apontarmos o dedo a quem nos ofendeu só estamos a evitar a pergunta mais difícil que é "o que faço eu agora com esta Dor?"... é assumi-la e deixá-la fluir, para conhecer o Amor há que viver também a sua fase negra. Perdoar não é voltar a confiar em quem nos ofendeu, nem é isentar ninguém dos seus actos, nem tampouco fazer desaparecer as marcas que certas coisas deixam na nossa vida - perdoar é deixar o coração voltar ao seu estado natural, sem o peso extra dos pedregulhos.

António Rosa (José) disse...
16 de junho de 2009 às 20:50  

Castelo de Asgard

lindo testemunho, o seu. Claro e transparente. Intenso.

Seja sempre bem-vinda.

Abraço.

Chris disse...
16 de junho de 2009 às 21:05  

António,

Gostei deste seu texto, pois quem sabe perdorar, liberta-se mais a si do a quem perdoa. Quem não sabe perdorar, cristaliza-se em energias pouco positivas.

bjs
Chris

António Rosa (José) disse...
16 de junho de 2009 às 21:12  

Chris

Grande verdade. Podemos ficar imobilizados. Abraço.

Rui Santos disse...
16 de junho de 2009 às 21:19  

António, não tem importância, eu por vezes, faço o meu perfil em certos grupos sociais e raramente volto, é o que se passa com o Orkut.

Grato por apreciar os meus comentários, procuro simplificar as minhas ideias.

Abraço

António Rosa (José) disse...
16 de junho de 2009 às 21:43  

Olá Rui

Muito agradecido.

Abraço

Anónimo disse...
16 de junho de 2009 às 21:45  

Ontem à noite li este post, que caiu mesmo na altura certa nesta fase em que ando. Agradeço muito, Maestro, não é por acaso que não largo este blogue. Fui dormir e sonhei com muita gente, quando acordei só me lembrava da sensação de que essa gente toda era eu, até vi uma personagem do meu sonho, uma colega,com uma roupa minha. "È a cara da Lena, mas sou eu!"
Um abraço de gratidão

António Rosa (José) disse...
16 de junho de 2009 às 22:29  

Querida Anónima das 21:45

Ainda bem que este post lhe foi útil. Sonho estranho. Espero que tudo esteja em ordem nas suas ideias e que os sinais tenham sido úteis,
Grato pela visita.
Beijo

Fada Moranga disse...
17 de junho de 2009 às 00:28  

O Perdao dah muita saude!
1o a nos proprios e depois aos outros. Eu recomendo a toda a gente: perdoar e dar a outra face!

Contratos carmicos todos temos. Restos de ficheiros, registos do nosso comportamento menos exemplar todos temos. Epa, mas foi o melhor que conseguimos na altura!

Perdoemo-nos.
E haja saudinha!
Bem haja Antonio Asheram!
Beijos***deFada

Silvio Koerich disse...
17 de junho de 2009 às 01:05  

Cara perdão é a coisa mais difícil que existe pra um cristão.

Não é fácil levar bordoadas de alguem e perdoar

Realmente é foda.

abraço urso

Abdoul Hakime Zahrah al Jounoub عبد الحكيم زهرة الجنوب disse...
17 de junho de 2009 às 02:10  

Todas as histórias terminam com
"... e foram felizes para sempre",
Depois de todas terem
Começado com " Era uma vez..."

Ah, vida! Um dia ainda te pergunto por que
Não és como os livros; por que escruel e calada;
E na impossibilidade de receber um sim ou um não,
Hei ainda de te pedir perdão pela minha insensatez.

António Rosa (José) disse...
17 de junho de 2009 às 07:07  

Fada

Essa expressão é gira. É isso mesmo: dá saúde.

beijo e até logo.

António Rosa (José) disse...
17 de junho de 2009 às 07:07  

Sílvio

Um dia aprenderás que não é tão difícil assim.

Abraço

António Rosa (José) disse...
17 de junho de 2009 às 07:08  

Hakime

Obrigado pela tua visita. Irei lá visitar-te.

Makyarim disse...
17 de junho de 2009 às 08:51  

António tem sido uma limpeza... dá para sentir.

Abraço

Mak

joana disse...
17 de junho de 2009 às 11:03  

António,

Nem tinha reparado como está tudo ligado... auto-perdão, claro ! Porque o carma é apenas uma auto-responsabilização e não um 'castigo'.

Beijo

Cris disse...
17 de junho de 2009 às 11:54  

Ola Antonio,

que tema lindo e abrangente é o perdão...

Não dificuldades em perdoar e perdir perdão todas as vezes que erro, pois nunca me senti diminuindo...sempre que consigo essa graça, sinto-me maior como pessoa...mesmo que o mundo não entenda ou valorize isso

Ja tive dificuldade em perdoar, e não que desafios a vida me proporcionará na caminhada...mas sinto dentro de mim que perder a capacidade de perdoar, é perder a graça divina, é não ter paz consigo mesmo...

Um grande abraço para você meu amigo, tudo de bom!

António Rosa (José) disse...
17 de junho de 2009 às 11:56  

Cris

Belo testemunho. Obrigado. Beijo.

Samsara disse...
17 de junho de 2009 às 14:04  

Ui! Há muito trabalho a fazer, há coisas que simplesmente deixo correr, não é fácil.

O tempo também perdoa, essa é a nossa sorte muitas vezes.

Beijinhos

HAZEL disse...
17 de junho de 2009 às 14:13  

Bom dia, António

Venho agradecer por este post, pelos seus comentários (públicos e privados), e pela ajuda enorme que me proporcionou.

Obrigada.

Shin Tau disse...
17 de junho de 2009 às 14:41  

Ontem já não deu para vir ver o que aconteceu depois, mas hoje fico muito feliz por sentir e ver que estamos a caminhar para lá.

Que lindos comentáros que aqui se fizeram :) mais uma missão be cumprida António.

Obrigada pelas tuas palavras e pela abertura que nos dás a podermos partilhar de coração.

Beijocas

António Rosa (José) disse...
17 de junho de 2009 às 17:49  

Sam

Achei imensa graça à tua frase: «O tempo também perdoa, essa é a nossa sorte muitas vezes.»

Vai ficando... vai ficando...

beijo

António Rosa (José) disse...
17 de junho de 2009 às 17:50  

Hazel

Foi um prazer. Ainda por cima, estava com alguma disponibilidade de tempo.

Abraço

António Rosa (José) disse...
17 de junho de 2009 às 17:51  

Shin Tau

Temos que avançar para outros temas: o agradecimento e a compaixão. Mas ainda não estou preparado para escrever, pois tenho andado com pouca vontade para escrever.

beijo

Prometeu1 disse...
17 de junho de 2009 às 19:48  

“o agradecimento e a compaixão”
tai mais polemica rsrsrsrs o agradecimento é facílimo na minha opinião.Mas tenho muiiiiiita implicância com a TAL da compaixão. rsrsrs

abrs,

Voolivre

António Rosa (José) disse...
17 de junho de 2009 às 20:03  

Voolivre

O agradecimento, por ser tão fácil é muito esquecido.

quanto à compaixão... é necessário muito equilíbrio

Siala ap Maeve disse...
18 de junho de 2009 às 13:42  

Perdoar é conhecer a nossa essência do momento e integrá-la, aceitá-la, e libertar-mo-nos da opressão que nos é imposta do exterior e quantas vezes por nós mesmos. Quando nos perdoamos a nós mesmos, perdoamos os outros...e chegamos á conclusão que na verdade nada há a perdoar...
Bjs meus

António Rosa (José) disse...
18 de junho de 2009 às 16:13  

Siala

Linda afirmação de luz.

Maria Izabel Viégas disse...
19 de junho de 2009 às 03:56  

António,
o tempo realmente não é mais o tempo. Nosso dia ´menor, com certeza. Não é que num piscar de olhos, não estive aqui.
Falar sobre perdão, é fácil e extremamente difícil.
Pois ele é sentir. E "sentir" complicado de se traduzir.
Coloquei um pensamento no meu cantinho sobre: "quem guarda ressentimento é aquele que toma o veneno e espera o outro morrer."
Sinto que não posso perdoar a quem não existe mais em mim. Ele não está no meu coração. É livre de mim e eu dele.
Perdoar é desejar uma espécie de "poder", de prender uma palavra - uma ação quiçá, amarrada em si, para quê? Se se perdoa, quem é a pessoa perdoada? se sumiu a mágoa, aquela "pessoa" desapareceu. É outra e eu também.
Estou aprendendo.São muitas vidas, muitas dores, muitos fardos ... preciso libertar a minh'alma para ir... à frente .
Beijoooooos!

15 de junho de 2009

Perdão

O perdão não implica outras pessoas, antes pelo contrário, diz respeito à cura da nossa relação connosco próprios e ao fortalecimento da ligação com nosso Eu multidimensional. Quando exercemos o perdão, libertamo-nos das expectativas e dos padrões negativos; quando nos libertamos, disponibilizamo-nos para experiências mais saudáveis e felizes. O perdão ajuda a construir uma nova base de confiança e de comunicação entre as pessoas, mas esse não é o objectivo principal.

Daqui.

79 comentários:

Astrid Annabelle disse...

Olá António!
Um dia eu descobri que se pensarmos que tudo que fizemos na vida foi o nosso melhor instantaneamente nos livramos da culpa. É uma questão de refletir a respeito...para mim fez uma enorme diferença, apesar de que, diariamente, sempre vou dormir pedindo que o Divino Espírito Santo desfaça todas as impressões negativas criadas por meus pensamentos, sentimentos ,palavras e ações.
Belo tema. Necessário. Muito necessário!!!
Beijo
Astrid Annabelle

_Gio_ disse...

Tem gente que tem que aprender a perdoar mais, e gente que tem que aprender a perdoar menos.

Talvez tu seja contra esse posicionamento, mas acho que a pessoa tem que impor certos limites, se respeitar acima de tudo. Quem tudo deixa é deixado às traças...

Abelha Maia disse...

Não podia estar mais de acordo!
O não perdoar, faz com que carreguemos tanta energia negativa.
E isso espalha-se pelo mundo, por isso é que está como está.
beijos

Nanda Assis disse...

perdoar é muito dicicil, mas qndo conseguimos, libertamos muita coisas dentro de nos.

bjossss...

HAZEL disse...

Eu acho que o perdão só é possível quando conseguimos encontrar alguma espécie de justificação para o mal que nos fizeram.

E há males que deixam marcas tão profundas, e para os quais não encontro explicação. E nesses casos, como se exerce o perdão?
Assim, gratuitamente?
Não estaremos assim a desvalorizar-nos tanto quanto a pessoa que nos fez mal desvalorizou?

Compreendo a beleza do perdão, mas nem sempre a sei aplicar. E nem sempre o quero fazer. Porque correria o risco de voltar a confiar. E voltar a ser alvo de crueldade. Para quê? Para voltar a perdoar de novo, e criar um ciclo interminável?

Mesmo assim, teoricamente, até sou a favor do perdão. Porque faz bem à saúde!

Contra-senso? Não. Porque disse "teoricamente". Cada caso é um caso. Há coisas que se relevam, outras que... ai, cala-te boca!

Maria de Fátima disse...

Olá António o meu avatar ficou muito catita, risos.Quanto ao tema do perdão, é um assunto sempre polémico, porque há quem não consiga perdoar aos outros por todos os males que lhe façam.Beijinhos.

adriana disse...

"O perdão (...) mas esse não é o objectivo principal."
Precisa dizer mais?
Como disse Astrid... m

adriana disse...

...muito necessário.
:)

Adelaide Figueiredo disse...

António,

Tento perdoar. Será que tentar esquecer o mal que nos fizeram já não é perdoar? Sei que é difícil. Mas será mais difícil se carregar ódio, se carregar raiva. Tentar esquecer e a pouco e pouco libertar-me. Penso sempre já passou. Sei que também erro e gostaria que tivesem para mim essa atitude de perdão.

Abraço

Tereza Ferraz disse...

Independente do "querermos" ou não. Nossa alma faz o movimento. E caso não venhamos ter consciência do perdão, quem mais padece somos nós mesmos.

António Rosa (José) disse...

Astrid

Muito bem equacionado. É isso mesmo que penso.

Este tema - a ausência de perdão a nós mesmos - aprisiona a nossa vida. Já passei por isso e não quero repetir.

Beijo

António Rosa (José) disse...

Gio

Os tais limites que falas estão dentro de nós. As experiências do perdão, ou como mencionas, da falta de respeito, somos nós quem atrai para a nossa vida todas essas questões.

Não tens que conviver com quem não te respeita. E a melhor forma é perdoares-te a ti mesmo por essa experiência negativa e ... pensares que não tens que conviver com quem não te respeita. Afasta-te dela e segue o teu caminho em paz, sem zangas, nem rancores.

António Rosa (José) disse...

Abelha Maia,

Completamente de acordo. É uma doença. Beijo.

António Rosa (José) disse...

Nanda Assis

Perdoar é mais fácil do que parece. Basta dizermos à nossa mente para se calar por uns momentos.

António Rosa (José) disse...

Querida Hazel.

Exerce-se o perdão assim, tal e qual como o diz: gratuitamente. Porque devemos começar por exercer o perdão a nós mesmos por termos atraído essa experiência para a nossa vida.

Como não nos perdoarmos gratuitamente?

Perdoar os outros não significa voltar a confiar nem conviver em quem nos fez mal. Esse é o grande equívoco: associar perdão a convivência. Não têm que estar juntos. Sem ressentimentos.

António Rosa (José) disse...

Maria de Fátima

Desde o primeiro comentário que venho insistindo no perdão a nós mesmos. É assim tão difícil?

António Rosa (José) disse...

Adriana

A questão do perdão é sempre muito polémica.

:)))

O nosso ego tem dificuldade em aceitar isso com facilidade, não é?

Este post fez uma limpezazinha cármica.

António Rosa (José) disse...

Adelaide

Esquecer nao é perdoar. Isso é o que todos fazemos. Somos seres humanos imperfeitos. Assumindo isso...

António Rosa (José) disse...

Tereza

A alma faz o movimento. Se a escutarmos, vamos atrás.

joana disse...

Foi como um bálsamo ler isto hoje. Beijo

Maria Paula Ribeiro disse...

Bom dia António,

Quanto mais resistimos ao perdão, mas somos infelizes connosco.

E quanto maior for o perdão, de coração, maior é a paz que encontramos, muita paz mesmo...

Lindíssimo amigo!

Kiss kiss

HAZEL disse...

António,

Continuo a dizer que há casos e casos.
Nos casos de abuso infantil, também se considera que a criança atraíu o seu abusador?
É, por exemplo, nestas situações que não sou a favor do perdão gratuito.

António Rosa (José) disse...

Joana

Ainda bem.

António Rosa (José) disse...

Maria Paula

Faz parte da natureza humana resistir ao perdão.

Eu tirei esse curso completo. Só tarde na vida é que percebi as coisas. Mas não foi fácil.

Marta disse...

Olá António!!!

O perdão é mesmo fascinante, retirar a carga cultural do perdão e aceitar a sua energia como uma escolha do Eu a si próprio é um desafio digno dos humanos na 3D, cuja imperfeição é perfeita nestes casos!

O perdão é libertador, porque aceitamos o processo de termos participado na dor em consciência e tudo o que é levado à luz, perde o seu lado ameaçador! por vezes existem acordos de alma cujo alcance é maior do que aquele que nesta consciência temos!!!

Excelente tema António, como sempre!!!

bjs de luz!!!
Marta

António Rosa (José) disse...

Hazel

Só agora tive possibilidade de lhe responder. Tinha aqui uma resposta que se tornou enorme, por isso vou sintetizar aqui e enviar-lhe por email a resposta completa.

Abuso sexual é crime.

Longe de mim, pretender colocar em plano de igualdade todos os casos de crime. A pedofilia é crime. E crime hediondo. A justiça humana (tribunais) deveria ser justa, punindo o criminoso.

Enquanto uma zanga brava entre duas pessoa, pode não passar disso. Raramente chega a níveis criminosos.

As pessoas nascem e são educadas a aprenderem o que é «certo» e o que é «errado». Portanto, o criminoso abusador sexual sabe que fazer isso não é «certo». Nem sequer vou dar a hipótese de o considerar como um doente. Segundo os relatórios internacionais, a pedofilia (abusos sexuais a menores) funciona maioritariamente no seio familiar.

Uma criança até aos 6 ou 7 anos (números redondos, claro) tem a inocência de não atrair nada de mau para ela. Nem os abusos sociais, nem os abusos sexuais. Simplesmente, não atrai esse tipo de violência. É inocente de responsabilidade. Entendo que não é um bebé que atrai o abuso sexual por parte do pai ou da mãe, ou de outro próximo à família. Portanto, neste ponto, creio ter sido claro.

No entanto, qualquer ser humano quando nasce, traz carmas ou memórias cármicas para resolver. Por detrás do drama humano, a astrologia pode ser uma excelente ferramenta para se analisar estas questões.

A sua outra questão, Hazel, era esta «É, por exemplo, nestas situações que não sou a favor do perdão gratuito.» Para esta questão do perdão gratuito, tenho alguma dificuldade em perceber o que quer dizer com isso. Entendo que a Hazel se expresse assim, mas não consigo descodificar as 2 palavras juntas: perdão + gratuito. Não creio que haja vários níveis de perdão.

Quanto a perdoar-se um abusador de criança, estamos a falar de quem é que perdoa? Refere-se à criança abusada? Quando ela for crescida, terá tempo de decidir se o deve fazer. É uma escolha pessoal. Tem a escolha de não o fazer, mas imensos testemunhos em todo o mundo dizem-nos que todos os abusados que mais tarde perdoaram (sem nada em troca) começaram a curar os seus problemas pessoais.

Grato por ter levantado a questão.

Abraço

António Rosa (José) disse...

Marta

Ao longo da vida passei por situações em que neguei o perdão. Aprendi que devo perdoar-me por alguma coisa negativa que atraio para a minha. Vivo melhor assim.

beijokas

jardim das alamandas disse...

Oi Antônio,
eu aprendi que não vale a pena guardar ressentimentos e não perdoar, é como se tomassemos veneno e ficar esperando que o outro morra.
Hoje eu aprendi (ainda exercitando muito)que devemos avaliar o que vale a pena ou não gastarmos nossas energias.E que existe um Deus de justiça que advoga todas as causas.
Bj EDNA

António Rosa (José) disse...

Edna

Excelente aprendizagem a sua. Beijo.

guntty disse...

Penso que há uma questão que não nos podemos esquecer e que faz com que isto do perdão possa ser tão dificil de entender por vezes.

Eu sinceramente vou tendo dificuldade em transmitir essa ideia do perdão da forma que gostaria, através das palavras, por assim dizer, das meras palavras. "Mas a pessoa fez isto e aquilo e magoou-me e fez mal aos meus" e eu não consigo arranjar argumentos para isso.

Até os pode haver... mas há uma coisa que é bem mais importante a meu ver e que só realmente a sentindo.

Como aqui já foi dito, pelo António, há uma dificuldade em o ego aceitar o perdão e a discussão racional conduz exactamente no mesmo padrão.
>> O perdão está infimamente relacionado com o Amor.

Perdoar-mo-nos, implica Amarmo-nos e depois, só depois, podemos Perdoar os outros, Amando-os.

É no coração que reside o perdão (mas não nos sentimentos), reside no Amor de A maíusculo aquele que brota para além de nós, do nosso sentir e do nosso pensar... aí nesse Amor... somos levados a fazer os designios da Alma e nesses designios é inconcebivel não perdoar.

Podemos fazer um exercicio simples, centremo-nos numa pessoa, ela sente-se magoada com outra, acha que ela é responsavel por alguns males que lhe ocorreram e acha que a perdoar é um absurdo. Envolva-se nisso, o que lhe diz o seu Coração? (Coração! Turn off mind and emotions) Agora, uma pessoa que está na mesma situação mas aceita o que aconteceu e simplesmente perdoa a outra pessoa e diz "eu perdoo-te" em silêncio no seu quarto. O que lhe diz o Coração? Vamos ainda imaginar uma terceira pessoa na mesma situação, que aceita simplesmente perdoar e no Silêncio do seu quarto diz: "eu perdoo-me", e agora o que lhe diz o Coração?

Exercicio simples, usámos o Amor.

O Perdão é Amor, é uma das pontes invisiveis para a praia do Amor Maior.

=)

adriana disse...

Fico emocionada com estes diálogos.
São profundos...

E quando o tema é perdão, me lembro sempre de uma passagem no "Livro de Mirdad", que me tocou muitíssimo:
"A vítima levanta o punhal e o agressor desfecha o golpe".

Contratos cármicos... que vamos liberando amorosamente, com o amparo da Luz.

Parabéns por mais esta partilha, António!

Prometeu1 disse...

A questão do perdão mora ali ao lado do poder.hehehehe

”Se alguém me magoou eu preciso revidar pra nivelar a situação (msmo que por baixo)”

Esse é o mecanismo mais básico da maioria de nós o “bateu levou”

Gostei do problema que a Hazel colocou.Mas e se fosse uma mulher adulta a ser estuprada??? Ela não é mais inocente.Então ela atraiu aquela situação??? Isso não me desce =//

Eu sou um cara muiiiito “boa praça” então procuro perdoar os outros pq sei que a natureza humana é imperfeita.E a maoria das pertubações da nossa vida são meras "picuinhas" .

Eu erro muito...Tu erras muito ...Nos erramos muiito (hj,amanha,sempre) hehehe .E tb não acredito em perfeição nesse ou em nenhum outro mundo.Não me ponho como Juiz de causa.Agora há situações e Situações!!!!

Tem Situações que o “perdão” só pode vir depois de uma muita “Punição”.


Voolivre

António Rosa (José) disse...

Guntty

Só posso dizer: perfeito!

Aprendi com a Adriana:

A&L

António Rosa (José) disse...

Adriana

Contratos cármicos muito antigos que a maioria das pessoas não temos consciência deles.

De repente, acontece uma coisa destas e ficamos simplesmente desorientados.

beijo

António Rosa (José) disse...

Voolivre

Gostei do seu testemunho. A punição existe mesmo. É aquilo que chamo de Escola do Sofrimento.

Acontece apenas que gostamos de fingir que não existe.

contratos cármicos.

abraço

Shin Tau disse...

Bom, a conversa está muito interessante e da minha parte tenho apenas a partilhar, por experiência própria, que perdoar os outros é fácil, basta pensar que não somos perfeitos e que para haver uma reacção houve uma acção. Podemos achar que nada fizemos mas o outro porde ter uma ideia diferente e muitas vezes e formos verdadeiros connosco iremos ver que também agimos "mal", que afinal até causamos alguma daquela situação que dificilmente perdoamos. E ai, perdoamo-nos por não sermos perfeitos e erguemo-nos da Lama e dirigimo-nos à Luz do Amor que o Guntty tão bem descreveu.

Há uns tempos tinha dificuldade em perdoar uma amiga por toda a dor que ela me causou e depois percebi que ela me causou dor porque eu o permiti, tão simples como isso. Quando ela perdeu o controlo de me provocar emoções eu percebi que ela nunca me fez mal a mim, mas a ela própria. Quando o que está dentro é mais importante do que o que está fora, o Perdão é fácil.

Se racionalizarmos uma questão como esta iremos perder o seu significado, pois a energia do Perdão não dá para explicar, sente-se apenas, e aí vem a história de cada caso é um caso, porque estamos a racionalizar.

Quanto aos casos levantados, cocordo que são acordos kármicos, não devemos fechar os olhos por isso, mas não devemos julgar.

Lindo tema Antóni, de facto, agora só falta o da compaixão rkrkrkrkrkr

beijocas

marcelo dalla disse...

Bela sintonia! Hoje coloquei um post com uma ilustracao da Kwan Yin, deusa da misericordia e da compaixao. A terapia vibracional trazida por ela nos ajuda a trabalhar o perdão... abraço querido!

António Rosa (José) disse...

Shin Tau

Esse comentário deveria estar numa página principal, para iluminar quem o lesse.

Perfeito!

Beijo

Cris Ventura disse...

Olá António Rosa! Passei para agradecer a visita no meu blog! E já tinha lido o seu por conta da entrevista com a Hazel! O perdão é uma questão polêmica e difícil de se praticar mesmo. Eu sempre tento perdoar a mim mesma e praticar o perdão com o próximo, mas não é fácil...Mas creio que jpa consegui algumas vezes...Até mais!

António Rosa (José) disse...

Marcello

Vamos então tratar do tema compaixão.

Abraço, amigo.

António Rosa (José) disse...

Cris Ventura

se ler alguns testemunhos aqui, vai ver que não é tão difícil assim.

Muito obrigado por ter vindo.

Rui Santos disse...

António, o tema do perdão é muito vasto e na minha opinião está relacionado com os contratos Kármicos, que trazemos nas nossas memórias.

Para aprender a desfazer essas memórias é preciso o tempo necessário, para aceitarmos em nós a lei da acção e reacção.

Se existem pessoas que cruzam os nossos caminhos que insistem em nos prejudicar iludir e enganar, estão-se a enganar a elas própias e a tomar veneno diáriamente, então já não é problema nosso, mas do Karma dessas pessoas e ai o sentimento de culpa deixa de fazer sentido.

Na prática é muito dificil e isso depende de cada pessoa.

Esses testes que aparecem no nosso caminho, existem para desfazermos nós a caminho da verdadeira liberdade.

Abraço Grande

Makyarim disse...

O Perdão... só algum tempo atrás é que comecei a ter uma certa abertura para usar a palavra perdão, tem sido um processo lento, mas sinto que estou no caminho certo e no tempo certo. Saber perdoar a mim próprio é um verdadeiro trabalho hérculiano, logo que consiga estar pleno no perdão será tudo bem mais fácil. No que toca a perdoar os outros creio que será no momento exacto quando o trabalho está feito em nós mesmos.

Não sei se recordas numa conversa que tivemos alguns anos atrás, falavas de perdão e eu fugi como o dito da cruz. :)

E hoje voltas a tocar no assunto, creio que se fechou um ciclo.

Bem-Hajas António,

Mak

António Rosa (José) disse...

Mak

Recordo-me dessa nossa conversa. Mas se não a tivesses mencionado, garanto-te que não me lembraria.

A ideia que possas sentir que se está a encerrar um ciclo, está a ser síncrone com o meu próprio sentir em relação às coisas da minha vida.

Esta última semana tem sido um período de intenso balanço.

Abraço, meu querido.

António Rosa (José) disse...

Rui

Que bom que veio. Aprecio sempre as suas explicações muito claras. Muito obrigado. Partilho consigo a ideia dos contratos cármicos, apesar de hoje em dia, sentir que o se está a limpar são as memórias cármicas e não o carma em si.

Aproveito para lhe dizer que apaguei a minha conta no Orkut. Já a tinha desde Fev 2006, mas nunca me senti cómodo naquela comunidade. Por isso, não estranhe que o meu avatar tenha desaparecido da sua conta.

Abraço.

adriana disse...

É...
Quando leio o conjunto do que está dito aqui, concluo cada vez mais que a via é a do auto-perdão... de nossas memórias cármicas... que ecoam para nos liberarmos.
Quando encerramos a peregrinação para o auto-perdão, não há mais o que perdoar.
Então vem a gratidão.
Nossa, António!
Este post foi mesmo especial.
A&L

António Rosa (José) disse...

Adriana

Muito obrigado por ter feito essa síntese.

Também penso que a humanidade está a limpar as memórias cármicas que trazemos de vidas passadas e que estão inseridas nos biliões de células do nosso corpo.

Posso estar equivocado, mas creio que o carma em si está a ser resolvido de forma planetária.

Por exemplo, desde que Plutão entrou em Capricórnio, as pessoas do nosso planeta sentiram um 'apertar', que os políticos e os economistas chama de 'crise mundial'.

Só esta questão daria para imenso trabalho bloguístico, para difundir ideias mais frescas. Sinto que estamos a ser levados pelas mãos, mas ainda não aceitamos isso com plenitude.

É como diz: ao nos encaminharmos para o processo do auto-perdão, tudo se resolve e ficamos em Paz.

Temos que reaprender a ficar em Paz.

Que bom que as amigas e os amigos se sintam cómodos neste blogue para apresentarem os seus testemunhos, sem receio de serem confrontados pelas suas ideias.

Sinto-me feliz por isso.

Muito obrigado.

Isa Grou disse...

Olá António!

Belo tema...parabéns, viu!

Concordo plenamente com a colocação do Guntty:
"Perdoar-mo-nos, implica Amarmo-nos e depois, só depois, podemos Perdoar os outros, Amando-os."

"O Perdão é Amor, é uma das pontes invisiveis para a praia do Amor Maior."

Um dos ensinamentos de Jesus é:
"Amar ao próximo como a SI mesmo".

Quando nos amamos o perdão vem por consequência.

Beijos.

António Rosa (José) disse...

Isa

Que bom que veio dar o seu testemunho.

É isso. Não há forma de dar a volta.

Dia 30 está aí a chegar, minha querida.

Beijo.

adriana disse...

Concordo com você, o carma está sendo resolvido de forma planetária, com a participação de todas as partes de nós.
Obrigada!
E uma boa e inspiradora noite!
:)

Castelo de Asgard disse...

O perdão é mesmo uma daquelas coisas... é como a compaixão: difícil de explicar por palavras e geralmente muito diferente do que habitualmente se pensa. Não concedemos o perdão a ninguém a não ser a nós mesmos e somos os primeiros a sofrer se não o conseguirmos fazer. Perdoar não é desculpar ninguém, é tão simplesmente lavar a mágoa - "desentupir o cano" como eu costumo dizer, para que o Amor possa fluir. Não escapamos ao Amor, seja na sua versão positiva, seja na sua versão negativa, ele terá sempre de fluir, se for impedido, afoga-nos - é o bem conhecido "aperto no peito" que só tem alívio nas lágrimas. Por isso as lágrimas são de Água, são o nosso Ser a transbordar. Perdoar não tem a ver com culpa, da mesma maneira que a vingança não enche a barriga. Depois da Dor nos acertar, a atribuição de responsabilidades não é mais do que uma escapatória, ao apontarmos o dedo a quem nos ofendeu só estamos a evitar a pergunta mais difícil que é "o que faço eu agora com esta Dor?"... é assumi-la e deixá-la fluir, para conhecer o Amor há que viver também a sua fase negra. Perdoar não é voltar a confiar em quem nos ofendeu, nem é isentar ninguém dos seus actos, nem tampouco fazer desaparecer as marcas que certas coisas deixam na nossa vida - perdoar é deixar o coração voltar ao seu estado natural, sem o peso extra dos pedregulhos.

António Rosa (José) disse...

Castelo de Asgard

lindo testemunho, o seu. Claro e transparente. Intenso.

Seja sempre bem-vinda.

Abraço.

Chris disse...

António,

Gostei deste seu texto, pois quem sabe perdorar, liberta-se mais a si do a quem perdoa. Quem não sabe perdorar, cristaliza-se em energias pouco positivas.

bjs
Chris

António Rosa (José) disse...

Chris

Grande verdade. Podemos ficar imobilizados. Abraço.

Rui Santos disse...

António, não tem importância, eu por vezes, faço o meu perfil em certos grupos sociais e raramente volto, é o que se passa com o Orkut.

Grato por apreciar os meus comentários, procuro simplificar as minhas ideias.

Abraço

António Rosa (José) disse...

Olá Rui

Muito agradecido.

Abraço

Anónimo disse...

Ontem à noite li este post, que caiu mesmo na altura certa nesta fase em que ando. Agradeço muito, Maestro, não é por acaso que não largo este blogue. Fui dormir e sonhei com muita gente, quando acordei só me lembrava da sensação de que essa gente toda era eu, até vi uma personagem do meu sonho, uma colega,com uma roupa minha. "È a cara da Lena, mas sou eu!"
Um abraço de gratidão

António Rosa (José) disse...

Querida Anónima das 21:45

Ainda bem que este post lhe foi útil. Sonho estranho. Espero que tudo esteja em ordem nas suas ideias e que os sinais tenham sido úteis,
Grato pela visita.
Beijo

Fada Moranga disse...

O Perdao dah muita saude!
1o a nos proprios e depois aos outros. Eu recomendo a toda a gente: perdoar e dar a outra face!

Contratos carmicos todos temos. Restos de ficheiros, registos do nosso comportamento menos exemplar todos temos. Epa, mas foi o melhor que conseguimos na altura!

Perdoemo-nos.
E haja saudinha!
Bem haja Antonio Asheram!
Beijos***deFada

Silvio Koerich disse...

Cara perdão é a coisa mais difícil que existe pra um cristão.

Não é fácil levar bordoadas de alguem e perdoar

Realmente é foda.

abraço urso

Abdoul Hakime Zahrah al Jounoub عبد الحكيم زهرة الجنوب disse...

Todas as histórias terminam com
"... e foram felizes para sempre",
Depois de todas terem
Começado com " Era uma vez..."

Ah, vida! Um dia ainda te pergunto por que
Não és como os livros; por que escruel e calada;
E na impossibilidade de receber um sim ou um não,
Hei ainda de te pedir perdão pela minha insensatez.

António Rosa (José) disse...

Fada

Essa expressão é gira. É isso mesmo: dá saúde.

beijo e até logo.

António Rosa (José) disse...

Sílvio

Um dia aprenderás que não é tão difícil assim.

Abraço

António Rosa (José) disse...

Hakime

Obrigado pela tua visita. Irei lá visitar-te.

Makyarim disse...

António tem sido uma limpeza... dá para sentir.

Abraço

Mak

joana disse...

António,

Nem tinha reparado como está tudo ligado... auto-perdão, claro ! Porque o carma é apenas uma auto-responsabilização e não um 'castigo'.

Beijo

Cris disse...

Ola Antonio,

que tema lindo e abrangente é o perdão...

Não dificuldades em perdoar e perdir perdão todas as vezes que erro, pois nunca me senti diminuindo...sempre que consigo essa graça, sinto-me maior como pessoa...mesmo que o mundo não entenda ou valorize isso

Ja tive dificuldade em perdoar, e não que desafios a vida me proporcionará na caminhada...mas sinto dentro de mim que perder a capacidade de perdoar, é perder a graça divina, é não ter paz consigo mesmo...

Um grande abraço para você meu amigo, tudo de bom!

António Rosa (José) disse...

Cris

Belo testemunho. Obrigado. Beijo.

Samsara disse...

Ui! Há muito trabalho a fazer, há coisas que simplesmente deixo correr, não é fácil.

O tempo também perdoa, essa é a nossa sorte muitas vezes.

Beijinhos

HAZEL disse...

Bom dia, António

Venho agradecer por este post, pelos seus comentários (públicos e privados), e pela ajuda enorme que me proporcionou.

Obrigada.

Shin Tau disse...

Ontem já não deu para vir ver o que aconteceu depois, mas hoje fico muito feliz por sentir e ver que estamos a caminhar para lá.

Que lindos comentáros que aqui se fizeram :) mais uma missão be cumprida António.

Obrigada pelas tuas palavras e pela abertura que nos dás a podermos partilhar de coração.

Beijocas

António Rosa (José) disse...

Sam

Achei imensa graça à tua frase: «O tempo também perdoa, essa é a nossa sorte muitas vezes.»

Vai ficando... vai ficando...

beijo

António Rosa (José) disse...

Hazel

Foi um prazer. Ainda por cima, estava com alguma disponibilidade de tempo.

Abraço

António Rosa (José) disse...

Shin Tau

Temos que avançar para outros temas: o agradecimento e a compaixão. Mas ainda não estou preparado para escrever, pois tenho andado com pouca vontade para escrever.

beijo

Prometeu1 disse...

“o agradecimento e a compaixão”
tai mais polemica rsrsrsrs o agradecimento é facílimo na minha opinião.Mas tenho muiiiiiita implicância com a TAL da compaixão. rsrsrs

abrs,

Voolivre

António Rosa (José) disse...

Voolivre

O agradecimento, por ser tão fácil é muito esquecido.

quanto à compaixão... é necessário muito equilíbrio

Siala ap Maeve disse...

Perdoar é conhecer a nossa essência do momento e integrá-la, aceitá-la, e libertar-mo-nos da opressão que nos é imposta do exterior e quantas vezes por nós mesmos. Quando nos perdoamos a nós mesmos, perdoamos os outros...e chegamos á conclusão que na verdade nada há a perdoar...
Bjs meus

António Rosa (José) disse...

Siala

Linda afirmação de luz.

Maria Izabel Viégas disse...

António,
o tempo realmente não é mais o tempo. Nosso dia ´menor, com certeza. Não é que num piscar de olhos, não estive aqui.
Falar sobre perdão, é fácil e extremamente difícil.
Pois ele é sentir. E "sentir" complicado de se traduzir.
Coloquei um pensamento no meu cantinho sobre: "quem guarda ressentimento é aquele que toma o veneno e espera o outro morrer."
Sinto que não posso perdoar a quem não existe mais em mim. Ele não está no meu coração. É livre de mim e eu dele.
Perdoar é desejar uma espécie de "poder", de prender uma palavra - uma ação quiçá, amarrada em si, para quê? Se se perdoa, quem é a pessoa perdoada? se sumiu a mágoa, aquela "pessoa" desapareceu. É outra e eu também.
Estou aprendendo.São muitas vidas, muitas dores, muitos fardos ... preciso libertar a minh'alma para ir... à frente .
Beijoooooos!

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