Convido-o a ler a primeira parte deste artigo, clicando aqui, em que desenvolvo os conceitos da «Nova Era». Agora, é vez de tratar da «Era de Aquário».
ERA DE AQUÁRIO - como chegar a este conhecimento astrológico?
A mente humana tem níveis de profundidade e vastos poderes que podem mesmo substituir a realidade. "Tu crias a tua própria realidade com a tua mente". Creio que a descoberta daquela parte do nosso cérebro que ainda está no desconhecimento dos cientistas, poderá revelar-nos no futuro o que será a verdadeira Era de Aquário.
Agora, simplesmente, estamos no fim da Era de Peixes, a atravessar aquela faixa que é terra de ninguém, de transição de uma Era para outra.
Antes de mais, precisamos saber o que são «eras»? Vamos a isso?

Lamento, mas esta parte tem que ser algo técnica, mas tentarei aligeirar o máximo que puder.
Antes de mais nada, quero dizer que os cientistas e estudiosos da matéria, ainda não estão completamente de acordo, quanto aos números e às idades das «eras». Ainda por cima falando de épocas que já não pertencem a esta nossa humanidade, esotericamente conhecida como 5ª Raça-Raíz. O que pertence a esta nossa humanidade é aquele período que se inicia na Era de Leão (8.000 anos antes de Jesus) ou talvez um pouco antes, quando ainda éramos pouco mais que primatas. Obviamente, estamos a falar de Eras após as intensas glaciações havidas no planeta Terra, milhões de anos depois do desaparecimento dos dinossauros, assim como do desaparecimento de outras Raças-Raízes, anteriores à nossa.
Se fizéssemos uma extensão do nosso pólo terrestre, uma espécie de traço imaginário, encontraríamos o chamado «pólo celeste». Tal como o nosso pólo terrestre, o pólo celeste executa um movimento circular completo, de Leste para Oeste (Ocidente para Oriente), que se completa a cada 25.794 anos (aqui é que ainda não há acordo neste ‘tempo’ em concreto). Supostamente é o grande ciclo em que o Sol se alinha com o Centro Galáctico da nossa Via Láctea. Segundo os estudiosos, o planeta tem passado por intensas transformações nestes ciclos galácticos.
Da mesma maneira que os planetas fazem o seu movimento de translação à volta do Sol, este, e o seu sistema, por sua vez faz um longo bailado cósmico ao redor das constelações. O universo é movimento.
Antes de mais nada, quero dizer que os cientistas e estudiosos da matéria, ainda não estão completamente de acordo, quanto aos números e às idades das «eras». Ainda por cima falando de épocas que já não pertencem a esta nossa humanidade, esotericamente conhecida como 5ª Raça-Raíz. O que pertence a esta nossa humanidade é aquele período que se inicia na Era de Leão (8.000 anos antes de Jesus) ou talvez um pouco antes, quando ainda éramos pouco mais que primatas. Obviamente, estamos a falar de Eras após as intensas glaciações havidas no planeta Terra, milhões de anos depois do desaparecimento dos dinossauros, assim como do desaparecimento de outras Raças-Raízes, anteriores à nossa.
Se fizéssemos uma extensão do nosso pólo terrestre, uma espécie de traço imaginário, encontraríamos o chamado «pólo celeste». Tal como o nosso pólo terrestre, o pólo celeste executa um movimento circular completo, de Leste para Oeste (Ocidente para Oriente), que se completa a cada 25.794 anos (aqui é que ainda não há acordo neste ‘tempo’ em concreto). Supostamente é o grande ciclo em que o Sol se alinha com o Centro Galáctico da nossa Via Láctea. Segundo os estudiosos, o planeta tem passado por intensas transformações nestes ciclos galácticos.
Da mesma maneira que os planetas fazem o seu movimento de translação à volta do Sol, este, e o seu sistema, por sua vez faz um longo bailado cósmico ao redor das constelações. O universo é movimento.

No Hemisfério Norte do nosso planeta, comemora-se o chamado «equinócio da Primavera», em teoria, no dia em que o Sol chega ao grau zero do signo Carneiro / Áries.
Sabemos que existem 89 constelações, mas o nosso Sol não dá cambalhotas atabalhoadas por estas constelações. Faz o seu percurso, de forma ordeira e organizada em apenas 12 constelações, que têm os mesmos nomes dos signos astrológicos. Em astrologia, o nosso Sol caminha numa espécie de auto-estrada celeste que ele percorre no ciclo de 1 ano terrestre. [Por razões desconhecidas, os antigos deram nomes de animais à maioria das 12 constelações / signos.] Em suma, o início do ano zodiacal, o "ponto vernal", ou "grau zero de Carneiro/Áries", deve coincidir com o primeiro dos 12 sectores - ou signos - repartidos no céu no caminho anual do Sol (é a auto-estrada celeste que chamamos de Zodíaco).
Nestes últimos milhares de anos, percebeu-se da existência de um fenómeno celeste conhecido como «precessão dos equinócios» ou «Ayanamsa».
Para os Antigos, o equinócio da Primavera tinha um significado especial, pois estava terminado o Inverno e chegava a Primavera e a vida brotava de novo.
No tal círculo do pólo celeste, mencionado mais acima, o movimento do Sol foi-se alterando e neste momento há um desfasamento real entre a passagem do Sol pelas constelações cósmicas e a mesma passagem pelos signos astrológicos.
Ora, em virtude da «precessão dos equinócios», o Sol hoje em dia não nasce no dia 21 de Março, na constelação de Carneiro/Áries. Repito: constelação de Carneiro/Áries. Para não confundirmos com o signo do mesmo nome. Ainda há pouco tempo, em 228 depois de Cristo, o Sol nascia em Carneiro-signo e em Carneiro-constelação. Depois, pouco a pouco, o ponto vernal (equinócio da Primavera) começou a nascer no fim da constelação Peixes, mas dentro do signo astrológico Carneiro/Áries.
Este facto só foi notado nos últimos 2.000 anos, creio que por desconhecimento dos Antigos, mas eu imagino que sempre houve esta precessão, pois só assim entendo a enorme volta que o nosso Sol e os seus planetas dão fazendo uma elipse de cerca 26.000 anos. Os astrónomos sabem que o nosso pólo celeste Norte tem apontado para a estrela Polaris, mas daqui por 12.000 apontará para a estrela Vega. Por isso, creio que sempre houve a tal precessão.
Os astrólogos antigos, como Ptolomeu, não prestaram muita atenção a este assunto: era uma aproximação… A questão é que hoje em dia, a "aproximação" tornou-se "bem pouco próxima".
O eixo da Terra e respectivo pólo celeste giram lentamente sobre si mesmo durante 26.000 anos (números redondos), pois o número mais aproximado actualmente é de 25.794 anos. É este fenómeno, chamado "precessão dos equinócios", que faz com que o Sol nasça, em todos os dias 21 de Março, no grau zero do signo Áries, mas no que diz respeito à constelação, dá-se um pouco mais atrás na constelação de Peixes.
Em virtude dessa progressiva defasagem, os 12 sectores (signos) no céu já não coincidem com as constelações que lhes haviam dado o nome. A defasagem é mesmo tão importante que atinge hoje em dia (em 2010) cerca de 24° separativos. Os astrólogos indianos conhecem perfeitamente essa defasagem, a que chamam de «ayanamsa», e que levam em consideração na interpretação dos horóscopos.
Dou uma dica aos estudantes de astrologia, quando estiverem a analisar um mapa natal: conte a partir do grau em que se encontrar o Sol no mapa natal e faça uma contagem, recuando 24º, indo cair obviamente no signo anterior. Obviamente, esta contagem ainda não é válida para as pessoas que tenham o Sol natal nos últimos 6 graus do signo, pois se recuarem os tais 24 graus ficarão no mesmo signo. Façam discretamente perguntas a essa pessoa e terão a oportunidade de verificar que ela partilha desses dois signos. Com uma força tremenda. O signo astrológico e o ponto na constelação. Ficarão muito surpreendidos com o acerto das situações astrológicas.
Como as medidas astrológicas mantiveram-se imutáveis ao longo dos últimos milhares de anos, não existe coincidência quando o Sol atinge o seu ponto vernal entre o signo e a constelação. No mapa astrológico, o equinócio dá-se quando o Sol chega ao grau zero do signo Carneiro/Áries, quando na verdade o ponto celeste está a tocar o grau 24 ou 25 da constelação Peixes.
A explicação ficou confusa? Lamento, pois não sei explicar melhor.
Em virtude dessa progressiva defasagem, os 12 sectores (signos) no céu já não coincidem com as constelações que lhes haviam dado o nome. A defasagem é mesmo tão importante que atinge hoje em dia (em 2010) cerca de 24° separativos. Os astrólogos indianos conhecem perfeitamente essa defasagem, a que chamam de «ayanamsa», e que levam em consideração na interpretação dos horóscopos.
Dou uma dica aos estudantes de astrologia, quando estiverem a analisar um mapa natal: conte a partir do grau em que se encontrar o Sol no mapa natal e faça uma contagem, recuando 24º, indo cair obviamente no signo anterior. Obviamente, esta contagem ainda não é válida para as pessoas que tenham o Sol natal nos últimos 6 graus do signo, pois se recuarem os tais 24 graus ficarão no mesmo signo. Façam discretamente perguntas a essa pessoa e terão a oportunidade de verificar que ela partilha desses dois signos. Com uma força tremenda. O signo astrológico e o ponto na constelação. Ficarão muito surpreendidos com o acerto das situações astrológicas.
Como as medidas astrológicas mantiveram-se imutáveis ao longo dos últimos milhares de anos, não existe coincidência quando o Sol atinge o seu ponto vernal entre o signo e a constelação. No mapa astrológico, o equinócio dá-se quando o Sol chega ao grau zero do signo Carneiro/Áries, quando na verdade o ponto celeste está a tocar o grau 24 ou 25 da constelação Peixes.
A explicação ficou confusa? Lamento, pois não sei explicar melhor.
Resumindo, actualmente o equinócio da Primavera no Hemisfério Norte, dá-se em termos reais na constelação de Peixes. Em breve entrará na constelação de Aquário. Como sabe, o zodíaco anda de trás para a frente. Faltam 4 a 6 graus apenas para o ponto celeste entrar na constelação de Aquário. No tempo de Jesus (há 2007 anos)o planeta ainda estava na Era de Carneiro/Áries. Falar em «eras» é falar em «constelações», em termos astronómicos, mas não astrológicos. E lá para o ano perto de 4.500 d.C iniciar-se-á a Era de Capricórnio.Se dividirmos o ciclo completo do Sol pelas 12 constelações no período de 25.794 anos por doze signos, podemos dizer que cada era astrológica duraria cerca de 2.149 anos.
Recomendo a leitura deste meu artigo, no meu site «Escola de Astrologia Nova-Lis», clicando aqui. Espero que seja útil, apesar de ter sido escrito em 2007 e eu hoje talvez não fosse tão enfático em certas expressões usadas.
Agora, depois desta explicação demasiado técnica, vem a pergunta inevitável: então quando é que começa a Era de Aquário? Supostamente será no século 22, cerca do ano 2149.

Neste momento, em termos cósmicos, estamos numa fase de transição da Era de Peixes para a Era de Aquário. Apesar de ainda estarmos a viver na Era de Peixes e com a humanidade a evoluir da forma espantosa como o fez desde os anos 60 do século 20, pode-se dizer que já há uma muito leve aragem da Era de Aquário. Muito leve, levezinho. Tenhamos paciência e aguardemos pela passagem de Plutão pelo signo de Aquário, para aprendermos um pouco mais sobre o assunto. Isso ocorrerá no ano 2023.
É preciso estudar e aprofundar o que representou cada Era no nosso planeta, para não sermos tão levianos e, de uma vez por todas, percebermos que as mudanças de Eras sempre representaram uma evolução espiritual e material desta humanidade, que é ainda muito novinha, pois nem 20.000 anos tem. O que temos feito é «evoluir». Sempre! E a nível biológico e energético, que resumindo é a vida espiritual. Não começámos a evoluir (mesmo espiritualmente) nos últimos anos desta Nova Era, como muita gente pensa. A ‘coisa’ nos últimos anos acelerou e muito, mas mais por razões de ascensão do planeta e não porque estejamos na Era de Aquário.
Cada Era tem os seus símbolos próprios, as suas ocorrências específicas. Vamos dar alguns exemplos, que a nossa ciência conhece, pois temos dificuldade em ir mais atrás. Partindo do princípio daquilo que afirmei mais atrás que cada Era deve ter cerca de 2149 anos.
Vamos analisar como esta humanidade evoluiu ao longo das últimas Eras:

A Era de Leão ocorreu entre 11.015 até 8.855 a.C. (números redondos). Relacionada com o momento histórico/científico da evolução do homo sapiens, a partir do Neolítico, há cerca de doze mil anos atrás, quando a nossa actual civilização praticamente deu o grande e decisivo passo para o progresso que se seguiria a partir desse evento geológico. O motivo histórico/mitológico, relacionado com a série de dilúvios, relatados nos escritos de diversas escrituras sagradas das grandes religiões, e inquestionavelmente relacionados com o degelo, ocorrido no final da última glaciação, em torno de doze mil anos atrás; ou, ainda, ao buscarmos nos domínios da lenda que precede à história, fatalmente nos encontraremos frente-a-frente com os relatos de Platão sobre Sólon e relacionados com o Afundamento da Atlântida, evento igualmente ocorrido em torno de doze mil anos atrás. Com a retirada das águas e o gradativo aquecimento das regiões temperadas surgiram as florestas e um florescente ciclo de desenvolvimento vegetal, e o homem observou que as sementes caídas germinavam. Assim, aprendeu a plantar, e, plantando, iniciou o maior surto de desenvolvimento de toda a sua longa história até então. As legiões dos nossos ancestrais foram mudando hábitos e o homem, notadamente nómada e colector/caçador, inicia uma nova actividade agrícola. As sementes que ele viu germinar espontaneamente, estimularam-no a semear. Espalhou sementes pelos quatro cantos do mundo, fixando-se ao redor de suas lavouras, tornando-se cada vez mais sedentário. Aprendeu a domesticar os filhotes desgarrados dos lobos ferozes que passaram a ser os companheiros, seus cães e guardiões de suas aldeias. Gradativamente desenvolveu hábitos mais sociais e uma cultura mais humana e civilizada. É o início da Organização social.

A Era de Câncer ocorreu entre 8.855 até 6.695 a.C. (números redondos). Após o fim da última Glaciação, o aquecimento das terras proporcionou ao homem a actividade agrícola mais diversificada e se fixa à terra. É na Era de Câncer que o homem inicia uma nova e empolgante fase de maior e mais lúcido contacto com a Natureza e o ambiente ao seu redor. A partir daí ele se observa e observa o que ocorre ao seu redor. E aprende a usar com mais objectivo os instrumentos que fabrica. Tem contacto com uma rudimentar metalurgia e substitui, lenta e progressivamente, os utensílios de pedra. Conhece a roda tornando mais fácil o seu labor. Usa animais domésticos para a tracção, como o boi e o cavalo. A agricultura toma intensivo impulso, enquanto a economia colectiva e tribal abre amplas oportunidades para uma sociedade mais evoluída. Desenvolvendo novas aptidões melhora a técnica agrícola, aumentando a produção, aprende a guardar o produto da safra. Encontrando-se ante a expectativa do produto da sobra, observa a oportunidade do lucro. Surge, a partir daí, um regime de trocas, intensificando as relações com as sociedades vizinhas com as quais aprende a compartilhar. Esse acontecimento é de vital importância para estimular um incipiente e tímido comércio com outras comunidades. É o início de uma socialização que se prenuncia.O Homem se socializa, surgem os primeiros rudimentos de sociedades convivendo em pequenas aldeias. A sociedade tribal se fortalece na força do clã e a família adquire foros de entidade respeitada, sob a protecção de seus maiores. O arquétipo das futuras nações é estimulado na forja da Família que se fortalece até pela necessidade de sobrevivência da sociedade tribal primitiva.

A Era de Gémeos ocorreu entre 6.695 até 4.535 a.C. (números redondos). Surgem os primeiros surtos das civilizações mesopotâmicas, nilóticas e da Ásia Menor, na Ásia chinesa e na Índia védica. Surge a escrita cuneiforme na Mesopotâmia, e na China os primeiros escribas registam o pensamento humano de forma a perpetuá-lo. E os povos neolíticos chineses desenvolvem uma expressiva arte cerâmica com inscrições que datam até o quinto milénio antes de Cristo. Nascem cidades e nações primitivas, formam-se colónias, intensifica-se o comércio, trocas de mercadorias, cultura, religião, abrem espaço para diferentes e nascentes civilizações. Novas colónias são criadas, cada vez mais numerosas e distantes, alargando os limites dos nascentes impérios, fortalecendo o comércio que se espalharia por todo o Mediterrâneo e oceanos a fora. Outros povos começaram a povoar o vale do Nilo (5000 ante de Cristo). Inicialmente pastores, logo iniciaram uma intensa agricultura estimulada pelas cheias do Nilo. Criavam carneiros, cães e burros de carga. Surge uma intensa indústria artesanal como a fabricação de cestos e cerâmica, cuja arte de pintura se expandia. A escrita é inventada no Egitpo e os primeiros hieróglifos aparecem na nas pirâmides, na cerâmica e nos sarcófagos. A invenção da escrita hieroglífica, registando acontecimentos relacionados com a vida dos potentados e históricos mortuários, foi na realidade, uma das mais expressivas conquistas culturais da civilização nascente. Na Mesopotâmia ocorre paralelamente a escrita cuneiforme, registando apontamentos sobre economia e assuntos governamentais e sagas desses povos. A Era de Gémeos deixa a marca estimulante da conquista, das primeiras e grandes incursões dos povos se intercruzando, se comunicando, miscigenando raças, culturas, línguas, religiões. Surgem os primórdios da Astrologia, como «linguagem divina». Estão a ligar: 'gémeos' com 'linguagem'? E com 'divino'? Lembremo-nos que o signo Gémeos é o 1º do zodíaco a ser representado por 2 seres humanos. Não se diz que o Homem é feito à semelhança de Deus? Talvez me atreva a explicar isto outro dia.

A Era de Touro ocorreu entre 4.535 até 2.375 anos antes de Cristo (números redondos) e sabe-se que foi nessa altura que se deu o culto ao minotauro, uma criatura com cabeça de touro e corpo humano. Foi nesta Era de Touro que se deu o surgimento de técnicas avançadas, civilizações urbanizadas, a nova metalurgia do bronze, extensão da produtividade do trabalho agrícola, e alto desenvolvimento dos meios de comunicação por meio da escrita. Ocorreu a construção das pirâmides de Gizé, no Egipto. Data provável dos megalitos de Stonehenge, Inglaterra. Os Egípicios descobrem o papiro e a tinta para a escrita e constroem as primeiras bibliotecas. Invasão e destruição das cidades mesopotâmicas pelos Gútios, povos pastores nómades. Nasce Abraão um dos patriarcas Bíblicos, "pai" de três das maiores vertentes religiosas da humanidade - judaísmo, cristianismo e islamismo. Bom, podem investigar mais na internet e percebermos que deu-se uma tremenda evolução na nossa humanidade.

A Era de Carneiro/Áries ocorreu entre 2.375 anos antes de Cristo e 100 anos depois de Cristo (números redondos). Desenvolvimento do Império Hitita. Desenvolvimento da cultura Shang na China. Composição dos 'Vedas', um dos escritos sagrados dos hindus. Decadência do império dos cretenses. Cerca de 1370 a.C. Akhenaton implanta no Egipto um culto monoteísta ao Sol. É o primeiro movimento que em que o Cosmos é tido em atenção no sistema de deuses terrestres. Início da Civilização Olmeca, no México. Foi a primeira grande civilização da América. Fim da Idade do Bronze. Vida e morte de Moisés. Época em que ocorre o Êxodo. Começa a Idade do Ferro. Pelos cálculos de Isaac Newton, as primeiras cidades são fundadas na Grécia. David é rei dos judeus durante quarenta anos (sensivelmente de 1005 a.C. a 965 a.C.). Divisão do reino dos hebreus em dois: Israel e Judá. 878 a.C. os Fenícios fundam Cartago. Composição dos poemas épicos de Homero, a Ilíada e a Odisseia. Segundo a lenda, Rômulo e Remo fundaram Roma em 753 a.C.. Construções de aquedutos. Aperfeiçoamento do relógio solar. Império Romano, que mais tarde deu lugar ao surgimento da República Romana. Jesus da Nazaré nasce, como a sétima e últilma auto-otorgação de Micah (Miguel), soberano do nosso universo de Nebadon. Como se pode perceber, tudo isto e muito mais, representou uma tremenda evolução da nossa humanidade.

A Era de Peixes ainda em funcionamento tem ocorrido entre o ano 200 anos depois de Cristo e irá até ao século 22, aí pelo ano 2150. (números redondos). [Portugal e todos os países rectangulares são do signo Peixes.] Auge e queda do Império Romano. Criação da Igreja Católica. O Império Otomano toma a cidade de Constantinopla, capital do Império Bizantino. Johannes Gutenberg imprime a 'Bíblia' - de todas as revoluções tecnológicas do milénio, a que teve maior alcance. Chegada de Cristóvão Colombo à América. Chegada de Pedro Álvares Cabral ao actual Brasil. Galileu Galilei consegue ver as luas de Júpiter por meio do telescópio que aperfeiçoara. Nele se sintetizam as tensões entre religião e ciência. Dá-se a a Revolução Francesa. A Lei Áurea é assinada pela Princesa Isabel, que acaba com a escravidão no Brasil. Leonardo da Vinci inicia a pintura da Mona Lisa que conclui três ou quatro anos depois. Massacre de Lisboa, centenas de Judeus e Cristãos-Novos são mortos. O tecto da Capela Sistina, pintado por Michelangelo Buonarroti é exibido ao público pela primeira vez. Maquiavel escreve 'O Príncipe', um tratado de filosofia política. Martinho Lutero publica as 'Noventa e Cinco Teses'. Início da Reforma. Deu-se a Inquisição. Primeira viagem de circum-navegação da Terra por Fernão de Magalhães e Juan Sebastián Elcano. Hernán Cortés conquista Tenochtitlan, capital do Império Azteca. A Igreja Anglicana rompe com a Igreja Católica. Francisco Pizarro lidera a conquista espanhola do Império Inca. O rei Henrique VIII rompe com Roma e declara-se chefe da Igreja Anglicana, por questões amorosas e intrigas da corte. Macau é cedida aos portugueses pelo imperador chinês Chi-Tsung. Fundação da cidade do Rio de Janeiro, por Estácio de Sá.O calendário gregoriano é introduzido na Europa pelo Papa Gregório XIII e adoptado pelos países católicos. Os séculos XV e XVI são a época dos desbravamentos e das descobertas. É quando surge também uma nova mentalidade, o Renascimento. É precedido de uma trilogia: Peste Negra, Guerra dos Cem Anos e a Guerra das Rosas, que leva o homem europeu a restaurar o campo e atender ao mercado urbano. Durante o século XV, Portugal foi uma potência mundial económica, social e cultural, constituindo-se o primeiro e o mais duradouro império colonial de amplitude global. Os dogmas foram decifrados, os mistérios da Trindade (Pai, Filho, Espírito Santo); Brahma, Shiva , Vishinu; Osíris, Isis, Horus, e outros, foram devidamente explicados por Helena Petrovna Blavastsky nos três aspectos do átomo de hidrogénio, unidade que contém todas as demais unidades da constituição do Universo. E poderia continuar com a enumeração de ocorrências nesta Era de Peixes, dominada sobretudo pela Igreja Católica.
A seguir virá a Era de Aquário. Nada sabemos sobre o que virá, sobre o que acontecerá. Tudo o que se disser sobre esta Era, não passará de uma tentativa de imaginar o futuro e, eventualmente criar seguidores para ideias malucas. Espero ter conseguido demonstrar porque penso que a ‘Nova Era’ não é a mesma coisa que a ‘Era de Aquário’.Última questão, querido leitor que está a ascender com o planeta: já imaginou as muitas e muitas vidas que poderá ter tido em todas estas Eras? Fascinante, não é? Já lhe ocorreu que cada uma dessas vidas encarnadas no Planeta Terra representou mais um avanço espiritual do seu Ser Interno? Que o leitor NUNCA regrediu no seu processo evolutivo?
Se o seu gurú lhe diz que você só começou a evoluir agora, nos últimos anos, aconselho a que o 'mande dar uma voltinha às urtigas' e limite-se a entrar em contacto com o seu coração, vivendo em AMOR, em ALEGRIA, na LUZ.
Espero ter podido ser útil neste longuíssimo texto para explicar que «A ‘Nova Era’ não é a mesma coisa que a ‘Era de Aquário’»
Muito obrigado.
Fonte principal da descrição das 'eras': aqui.























