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Os relacionamentos

23 de novembro de 2013 · 8 comentários



Informação sobre este texto

Este artigo foi publicado no meu já desaparecido blogue «Postais da Novalis» em Junho de 2006. Foi ligeiramente adaptado para ser publicado no «Cova do Urso» em 17 Agosto de 2008, e republicado 2 anos depois, a 17 Agosto 2010. Decidi republicá-lo agora, 23 Novembro 2013, sete anos depois da sua primeira publicação, pois há muitos novos leitores que não o conhecem. Muito obrigado por prestigiarem tanto este artigo. A.R.

Recomendação pessoal

A leitura deste artigo torna-se mais aliciante se, ao mesmo tempo, ouvir o cantor português Carlos Paião, a cantar «Cinderela». 



No século 18, o químico francês Antoine Lavoisier, nas suas investigações científicas, descobriu que "na natureza nada se perde, tudo se transforma". A mesma lei aplica-se a nós, seres humanos, aos nossos sentimentos e, portanto, também, aos nossos relacionamentos amorosos. Por ser uma lei do universo, não se consegue contrariá-la.

Ou é cumprida ou não. Deve ser entendida, sentida e aprofundada. Se assim for, o “resto” acontece com naturalidade, se existirem as condições apropriadas.

No entanto, atrevo-me a dizer que a maioria de nós não conseguimos entender-nos com os nossos próprios sentimentos amorosos, nem com esta lei aplicada à nossa própria vida.

E criamos obstáculos à execução da mesma, entrando frequentemente, em situações de extrema frustração e/ou depressão, que conduzem a outras situações. Que fique claro, caros leitores/as, que ao longo da minha vida, também não consegui entender esta lei e, muito menos, aplicá-la. Hoje, simplesmente, conheço e vivencio as consequências dessa "falta de atenção" às coisas que me estiveram potencialmente destinadas. E este "destinadas" não tem qualquer conotação com fatalismo. A astrologia explica isto de forma magistral.

Continuemos, por favor. Se "na natureza nada nada se perde, tudo se transforma", então façamos a pergunta essencial: que tudo é este que se transforma? A resposta é simples: a energia. Que transforma a sua forma. Porque é de energia que estamos a falar. A energia é sempre a mesma, o que muda é a forma como se apresenta. Simples. A energia do amor, também. Aquilo que vocês chamam de "amor". Aquilo que acham que é o amor.

Sabemos que os rios, mares e lagos são água em estado líquido. É energia na forma líquida. Também sabemos que o gelo é água em estado sólido. É energia na forma sólida. Igualmente sabemos que o vapor é água em estado gasoso. É energia na forma gasosa. Estas imagens pertencem ao nosso quotidiano. Em casa, todos sabemos utilizar esta energia (água) nas suas diferentes formas. O factor que processa a transformação nessas diversas formas é apenas a temperatura. Ao encontrar as condições apropriadas, a energia muda sempre de forma. Sempre. É uma lei do universo. Nas relações amorosas, também. É a mesma lei.

Outro exemplo conhecido: uma semente é um óvulo já fecundado e quando fertilizado, contém um embrião a partir do qual surge uma planta que crescerá, se encontrar as condições apropriadas. Essa planta dará uma flor que, por sua vez, contém sementes. É o ciclo completo da natureza. Estamos sempre a falar da mesma energia, em que apenas muda a forma. A mesma energia em forma de semente, planta e flor. Nas relações amorosas, também. Em astrologia estamos sempre a falar de ciclos.

Quando pensamos em água, não temos dificuldade em pensar nela como sendo energia. A humanidade tem sabido utilizar esta energia. Porque conseguimos ver a água. Tal como vemos a semente, a planta e a flor. E vemos as diferentes mudanças de formas. Isto conseguimos compreender.

Há energias que não se conseguem ver. O ar que respiramos, a brisa, o vento. Mas sabemos que existe. Não possui energia sólida. É subtil. Mas não tão subtil, ao ponto de não se sentir no nosso próprio corpo, que vibra perfeitamente com a brisa que nos toca, ou o vento que nos fustiga.



Com os sentimentos amorosos dos seres humanos é exactamente da mesma maneira. Não se consegue ver, mas está lá. O sentimento que tu chamas de amor está contigo, desde o momento que nasceste. É uma energia invisível que não te abandona nunca. Expressa-se de formas diferentes. É aqui que podem residir alguns equívocos: achares que o amor que dedicas aos teus pais, teus irmãos, teus filhos e amigos são coisas muito diferentes do amor que sentes pelo companheiro/a. Tudo é a energia do amor, que expressas de formas diferentes. Porque as condições são diferentes.

Por acaso não amas os teus filhos, independentemente da idade que tenham? Então? Em que ficamos? Claro que, quando eles são bébes tens que cuidar deles de uma forma diferente, de quando, mais tarde, são crianças, adolescentes ou adultos. No entanto, o amor é o mesmo. A forma como o expressas é que difere. Disso, não duvidas, pois não? Esse amor acompanha-te ao longo da tua vida. Não desaparece. Se as sogras olhassem para as noras e genros com apreço e gratidão, por estas e estes amarem os filhos/as que elas pariram, criaram, cuidaram e amam... Com as noras e genros, o mesmo. Pois, então! A maioria de nós não consegue pôr a funcionar o 4º Raio da Criação - tentar a Harmonia através do Conflito.

Estou sempre a falar do mesmo: novas vibrações, nova era, novas energias, aquilo que chamamos de espiritualidade... É disto que eu falo, por exemplo, com os exemplos que dei até ao momento, neste texto. Somos nós quem deve iniciar essa mudança. E este "nós", sou eu e "tu", que me estás a ler. A aprendizagem é total e global, porque estamos todos na mesma nave - o planeta Terra. É esta nave que nos está a ensinar a... amar. Aliás, sempre ensinou. E nós, cegos e surdos aos seus ensinamentos. Qualquer dia, escreverei aqui, sobre o significado holístico e metafísico da doença que chamamos "cancro", para ficares a saber que está associada à falta de amor ou, pelo menos, à sensação que se pode ter de faltar amor. É por isto que estudo astrologia. Para entender...

Cresceste e aprendeste a dar nomes diferentes à mesma energia que conheces pelo nome de amor. Amor de mãe. Amor de irmão. Amor filial. Ao amor de amigo, chamas amizade. No entanto, só pensas e classificas de “amor-amor” quando se trata do teu companheiro/a, do teu namorado/a, da pessoa com quem fazes sexo. E iludes-te, pensando que é o amor verdadeiro. Como se as outras formas de amor não fossem verdadeiras. Lá saberás o motivo, talvez porque fazes sexo com esse ser que te acompanha. O sexo faz falta, todos sabemos e gostamos. É bom e é uma energia muito positiva. Daí ter surgido a frase: “fazer amor” que, como saberás, é uma invenção da humanidade, porque o amor não se faz, vive-se. Eventualmente, fazes sexo com o ser amado, o que é diferente. Imagino que não te passa pela cabeça fazer sexo com os teus familiares e amigos [deixemos de fora as excepções negativas, que confirmam a regra, por favor]. Por estas e outras razões, talvez aches que aquilo que sentes pelo companheiro/a é o único e verdadeiro amor.

No ocidente [que conheço melhor] as pessoas são treinadas a acreditarem na ilusão. São múltiplos e enfadonhos os exemplos de ilusão. Anotemos alguns pequenos exemplos que eu tenho ouvido ao longo da vida, sobretudo do lado feminino: “é a minha alma gémea”, “é o único amor da minha vida”, “é o grande amor da minha vida”, “não consigo viver sem ele”, “que vai ser de mim, sem ele?”, “apetece-me morrer porque ele tem outra”. É um tédio. Assim está meia humanidade. Completamente dependente de uma forma de expressão e, sobretudo, de outra pessoa.

Há sempre o secreto sonho de encontrarmos a cara metade com quem se criará uma relação tão duradoura, como a dos nossos avós. Hoje, o exemplo já tem que ser com os avós… Há uns anos podíamos dar os nossos pais, como exemplo de uma relação duradoura. São outros tempos. Não que sejam melhores, apenas diferentes. A energia mudou…

Duas pessoas conhecem-se, sentem-se mutuamente atraídas e iniciam uma relação que se transforma em amorosa.

"Ele lá lhe disse a medo: 'O meu nome é Pedro e o teu qual é?'
Ela corou um pouquinho e respondeu baixinho: 'Sou a Cinderela'" *

*["Cinderela" de Carlos Paião]

Têm em comum uma característica: sentem que alguma coisa dentro deles se alterou. É um sentimento a surgir. É a energia do amor a criar uma nova forma. Essa energia sempre lá esteve. Pertence ao teu Ser único e insubstituível. Simplesmente, está a mudar de forma. Tal como acontece com a água e a semente, a energia do amor toma nova forma por ter encontrado as condições apropriadas.

É exactamente aqui que se geram os maiores equívocos, por desconhecimento, das pessoas. A partir deste momento, entram em jogo outros factores de enorme importância. Entra muita coisa ao barulho, à confusão, que pode turvar essa relação. Habitualmente, esses factores conseguem contaminar a relação amorosa. Quando esta confusão está instalada muitas pessoas vão ao astrólogo/a lamentarem-se das suas vidas. E pedem sinastrias, na esperança que os astros arranjem o que elas próprias estragaram...




Porque a pessoa ao sentir que irrompe um sentimento amoroso dentro de si, encontra-se incapaz de se auto-analisar. Está disposta a se entregar a esse sentimento. Isso é muito bom.

"E, num desses momentos, houve sentimentos a falar por si.
Ele pegou na mão dela: "Sabes, Cinderela, eu gosto de ti..." *
*["Cinderela" de Carlos Paião]

Se nós fizéssemos tudo para manter a energia amorosa nessa forma de pureza inicial... Se os sentimentos se ficassem por aqui... Simplesmente, que se amassem, que amassem e se deixassem amar pelo outro... É uma oportunidade única e especial que os aparelhos do corpo físico possuem para entrarem em sintonia fina com a alma. Simplesmente, amar. Mas não é assim que, habitualmente, processamos. Quando esse sentimento aparenta ser correspondido, parece entrar em imediatamente em funcionamento os mecanismos que só atrapalham o relacionamento: a personalidade de cada um, o ego exacerbado, a mente e as emoções.

A lei diz que na natureza nada se perde, tudo se transforma. Essa nova forma do sentimento que surge, não é percebido como simplesmente “amor”, mas sim, entendido, como sendo “um amor exclusivo por aquela pessoa”, não sobrando nada para ela própria. Assim, dificilmente, o relacionamento poderá sobreviver. É apenas uma questão de tempo… Porque nos esquecemos de partilhar assim:

"E dividem a merenda, tal como uma prenda que se dá nos anos." *
*["Cinderela" de Carlos Paião]

O resto é feito por uma certa incapacidade de auto-conhecimento de cada um de nós. Se a pessoa acreditar que esse amor é apenas para ser dedicado ao outro, não percebe que, se não se amar primeiro, se não tiver a sua auto-estima bem trabalhada, não está a fazer nenhuma partilha, mas sim uma entrega submissa, cega e sem sentido. Nem sequer é uma dádiva. Simplesmente, está a criar uma enorme dependência pelo outro/a, que será fatal a esse relacionamento. [Talvez esteja na altura de ires a uma consulta de um/a astrólogo/a capaz. Já agora, aproveita e escolhe bem. Se não conheces ninguém, vai à minha lista de linques astrológicos e escolhe. Os melhores estão lá.]

Continuando. O “resto” é confundido com uma miríade de emoções e pensamentos, que são completamente independentes do sentimento amoroso. É nesta fase que se criam as dependências, tão nefastas nos relacionamentos. Praticamente, desde o início, que a relação pode ter entrado em derrapagem, desequilibrando-se, descentrando-se.

Fica assim criado o caminho certeiro para que a energia do amor volte a arrefecer, iniciando nova transformação, recolhendo-se ao sacrário do coração, por não encontrar as condições apropriadas para o seu desenvolvimento.

“Ele é meu”, “ela é minha”. Atitudes de posse, de autoridade, com todas as emoções e pensamentos negativos que isso acarreta. No início, tudo parece bonito, mas aos poucos entram os restantes factores alheios à energia amorosa. Os ciúmes, o poder, o controle, a dependência, a ausência de respeito recíproco, as acusações, etc. Todas estas questões estão muito estudadas e não é minha pretensão explicar estas coisas, aqui. Repararam que até ao momento já mencionei a natureza de todos os planetas e signos do zodíaco? Se estudas astrologia, procura bem.

Se a semente é uma energia que vai transformando a forma até surgir a flor, porque razão, o amor não pode ir assumindo formas diferentes? Porque razão, numa relação amorosa, os parceiros não dão oportunidade a que essa energia (o amor) adquira uma forma realmente amorosa?

Talvez porque todas aquelas atitudes tomadas pela personalidade, ego, mente e emoções - os ciúmes, o controle, a dependência, a ausência de respeito recíproco, as acusações... - foram esticadas ao excesso e passaram a dominar o relacionamento, por vezes de forma tão encapotada que até parece estar tudo bem. Quando não está.

Onde ficou aquela energia que desde o início vocês chamaram de amor?

O amor ficou tapado, entulhado, coberto, cheio de lixo psíquico e mental; escureceu, perdeu brilho, retirou-se, já não está presente. Em suma, voltou a mudar de forma.

E, assim, instala-se o vazio da alma. Mais uma vez, caíste na armadilha de acreditares que apenas és o corpo que tens. Ilusão, pura ilusão. Que consigas fazer melhor, da próxima vez que te enamorares. Sim, porque a vida vai dar-te outra oportunidade. Fica atento/a. Dá uma oportunidade a ti mesmo/a. Mas tenta não repetir o mesmo. Tenta melhorar.

Por favor, não me apareças nas consultas de astrologia, a quereres saber quando te vais apaixonar novamente... pois o mais certo é ouvires coisas sobre Saturno e Plutão - :) - e certamente ficarás desiludido/a. No entanto, o Universo é generoso e dar-te-á outra oportunidade. Presta a tua atenção ao assunto e confirmarás o que digo.






Letra completa de «Cinderela» de Carlos Paião:

* Eles são duas crianças a viver esperanças, a saber sorrir.
Ela tem cabelos louros, ele tem tesouros para repartir.

Numa outra brincadeira passam mesmo à beira sempre sem falar.
Uns olhares envergonhados e são namorados sem ninguém pensar.

Foram juntos outro dia, como por magia, no autocarro, em pé.
Ele lá lhe disse, a medo: "O meu nome é Pedro e o teu qual é?"

Ela corou um pouquinho e respondeu baixinho: "Sou a Cinderela".
Quando a noite o envolveu ele adormeceu e sonhou com ela...

Então,
Bate, bate coração
Louco, louco de ilusão
A idade assim não tem valor.
Crescer,
vai dar tempo p'ra aprender,
Vai dar jeito p'ra viver
O teu primeiro amor.

Cinderela das histórias a avivar memórias, a deixar mistério
Já o fez andar na lua, no meio da rua e a chover a sério.

Ela, quando lá o viu, encharcado e frio, quase o abraçou.
Com a cara assim molhada ninguém deu por nada, ele até chorou...

Então,
Bate, bate coração
Louco, louco de ilusão
A idade assim não tem valor.
Crescer,
vai dar tempo p'ra aprender,
Vai dar jeito p'ra viver
O teu primeiro amor.

E agora, nos recreios, dão os seus passeios, fazem muitos planos.
E dividem a merenda, tal como uma prenda que se dá nos anos.

E, num desses momentos, houve sentimentos a falar por si.
Ele pegou na mão dela: "Sabes, Cinderela, eu gosto de ti..."

Então,
Bate, bate coração
Louco, louco de ilusão
A idade assim não tem valor.
Crescer,
vai dar tempo p'ra aprender,
Vai dar jeito p'ra viver
O teu primeiro amor.

"Cinderela" de Carlos Paião





Se quiser comentar, por favor, clique aqui.
Ficarei muito agradecido.



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As mudanças do nosso planeta a caminho da integração com o seu meio

16 de setembro de 2013 ·



Aquilo que a mim parece um assunto normal, aos outros pode parecer um tema 'maluco'. Por isso, de vez em quando relembro:

- Não somos nós, seres humanos, que estamos a mudar, apesar de aparentar estarmos nisso.

- O que está realmente a mudar é o nosso planeta, claramente a caminho da integração com o seu meio. O que nos falta ainda é a 'consciência' que somos meros passageiros que vivemos na sua delicada crosta e que nem sequer tripulamos esta 'nave'. [Estamos assim desde os idos anos 80... a intensificar em cada década que passa.]

- Por isso, cada vez mais o nosso livre-arbítrio está a ficar reduzindo apenas ao «quando», apesar de pensarmos que controlamos tudo. Não controlamos nada. Nada mesmo. Não controlamos nem os amores, nem filhos, nem a saúde, nem o trabalho e as amizades. Nem a morte, claro. E continuamos a confundir 'controlar' com 'exercer autoridade'.

- Esse «quando» do nosso livre-arbítrio está intimamente ligado a uma questão simples e profunda, ao mesmo tempo: quando é que aceitamos as nossas mudanças? Quando é que percebemos que as nossas perdas são isso - afunilamentos dolorosos para chegarmos ao «quando»?

Passem muito bem.

A.R.
16-9-201.

Astrid Annabelle, parabéns pelo seu aniversário

30 de maio de 2013 · 8 comentários




Astrid Annabelle é a minha amiga mais antiga na internet. E faz tanto tempo que nem me lembro quando, e até chego a ter a impressão que não usámos blogues em 2003, quando surgiram apenas em língua inglesa, mas em 2005 já estávamos bem orientados na arte de blogar. Devemos ter sido dos primeiros a experimentar esta nova forma de comunicação.


É consultora e terapeuta em ciências metafísicas. Mestre em: Reiki Usui, Karuna Reiki, Seichim-SKHM Reiki, Magnified Healing, Cura Prânica. Palestrante, professora. Realiza iniciações, cursos e vivências.



Como sannyasi recebeu o nome de Ma Jivan Prabhuta, que significa a "Mãe que irradia a força da vida".

Clique para aumentar a imagem e poder ver todos os pormenores do mapa natal.





Seus projectos bloguistas:






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E, finalmente, o paraíso:

Ubatuba, Brasil.


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Os corpos da fisicalidade

7 de maio de 2013 · 1 comentários



Não sei quem fez esta ilustração que a encontrei por aí. Já nem me atrevo a usar as palavras 'acaso' ou 'coincidência'. A verdade é que serve perfeitamente para aquilo que pretendo explicar.

Caros amigos leitores, vamo-nos concentrar, por enquanto no que existe dentro da faixa preta. Antes de falarmos na parte superior, lilás.

Primeiro aviso: as cores que encontram não possuem nenhum significado metafísico. É apenas expressão artística do autor da ilustração.

Dentro da faixa negra encontramos 5 elípticas que correspondem aos 5 dos nossos corpos existentes no planeta Terra, evido à gravidade existente.

Primeiro corpo: o «corpo físico» [Physical] - é aquilo que pertencendo ao nosso ser, é a parte mais densa da sua estrutura. Enquanto estamos vivos sentimos esse corpo.

Quatro corpos restantes: não são visíveis aos nossos olhos, mas existem e são tão funcionais como os outros. Existem por causa da gravidade do nosso planeta. São os corpos «astral», «causal», mental» e «etérico».

Aqueles que estão mais ligados ao corpo físico são o «mental» [pensamos, fazemos contas, calculamos e, sobretudo, é um corpo que MENTE AO CORPO FÍSICO, pois faz-lhe acreditar que a «realidade» é aquela formada por 3 componentes: comprimento, largura e altura - ou seja a vida 3D, ou tridimensional que conhecemos. Tudo para evitar que o corpo físico sofra. É o corpo do raciocínio, do pensamento e também, da meditação. É relativo ao Elemento Ar. O Corpo Mental é a força interior que molda a vida exterior, quando bem preparada pelo Ser.

O outro corpo que está junto ao «físico» e ao «mental» é o corpo «Emocional», aqui na ilustração chamado de «astral» [Astral], que como podem perceber é o corpo que está mais próxima do corpo físico.  Este é o terceiro, dos quatro corpos inferiores do Ser humano e é relativo ao elemento água. O Corpo Emocional é o Corpo dos Desejos, do Medo, da Vontade e do Sentimento. É também chamado de Corpo Astral. Este é o grande imã que atrai tudo o que pensamos. Quando na nossa linguagem humana dizemos que TEMOS QUE FALAR O QUE O CORAÇÃO PEDE, é deste corpo que estamos a tratar. Por isso o estar tão do corpo físico. Em qualquer religião, mesmo as seitas pagãs, qual é o movimento que significa «sinceridade», «verdade»? É qundo levamos a(s) mão(s) ao peito. Já pensaram nisso. É a vontade do coração, ou seja, a vontade do Corpo Emocional ou Astral. Se todos os corpos são abençoados por Deus, este está em primeiro lugar.

O corpo «causal» trata de uma coisa simples: é o corpo da causa e do efeito. É para quando exercitamos o nosso livre-arbítrio, contrariando o corpo «mental». As palavras de ordem do corpo «causal» são a Compaixão e o Perdão.

O corpo «etérico» é o corpo mais denso depois do corpo físico, a cerca de 15/30 cm deste corpo e é formado por uma camada de energia subtil que acompanha completamente a forma do corpo físico. Esta estrutura constitui a matriz de energia sobre a qual se modela e consolida a matéria física dos tecidos do corpo, que só existem graças ao campo vital que os sustenta. Inúmeras feridas, bloqueios e dores do corpo físico estão presentes no corpo etérico. É este corpo que permite ao corpo físico viver, porque é este que o vitaliza com a energia do prana.

Deixemos para outro dia os restantes corpos divinos e tentemos compreender os nossos corpos da fisicalidade.

Como perceberam a «alma» não faz parte dos corpos físicos. Fica para depois, está bem?


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O instinto e a intuição

6 de maio de 2013 · 0 comentários


Amei esta ilustração que encontrei. Gostaria muito de chamar a atenção dos amigos leitores para uma diferença abissal entre «instinto» e «intuição». O «instinto» pertence ao reino dos corpos físicos e todos temos: cães, gatos, gatos, coelhos, etc.... sem esquecer os seres humanos. A «intuição» que você sente e deve saber distinguir entre «instinto» e «intuição», pertence a uma esfera tão elevada que lhe é permitido receber sinais que os seus anjos ou guias espirituais lhe enviam claramente para o/a conduzirem por caminhos que lhe serão favoráveis.

O «instinto» torna-se numa protecção a algo perigoso. A «intuição» é aquele sentir que nos conduz num caminho acertado. Os patos fogem quando alguém os tenta apanhar. É o instinto do perigo. Os mesmos patos, quando estão a nidificar não deixam que os outros se aproximem. É o instinto da sobrevivência dos seus descendentes. É amor. O ser humano sabe que deve cuidar dos filhos, também. É instinto e amor.

A «intuição» é divina e funciona quando existe conexão com os seres do Além, que não mentem, se não forem do umbral. A «intuição» é um dos últimos degraus da nossa essência que aqui, na 3ª dimensão, tem corpo físico. Infelizmente.

Uma citação que já aqui apresentei, maas que gosto muito e corresponde à minha vida real:

«Tô me afastando de tudo que me atrasa, me engana, me segura e me retém. Tô me aproximando de tudo que me faz completo, me faz feliz e que me quer bem.»

— Caio Fernando Abreu

Beijos & abraços

António Rosa
6-Maio-2013

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Os astrólogos estudam o céu porque...

30 de janeiro de 2013 · 1 comentários

Fotografia: Minha Terra, Ilha de Moçambique
15º S 02' 17''  -  40º E 43' 54'' [Google Earth]
Foto de 'Ilha Blue', aqui.



Porque hoje é dia de Mercúrio [quarta-feira], vamos pensar um pouco:

Os astrólogos estudam o céu porque este lhes fornece uma observação directa da Ordem Universal. Para nós, astrólogos, tanto os corpos celestes como a natureza humana obedecem à mesma Lei e ritmo de desenvolvimento.

Portanto, para se viver uma vida espiritualmente significativa, os seres humanos deverão tentar viver em harmonia com as Leis que governam o universo e os planetas.

A tese astrológica é a de que o quadro astrológico encontrado no mapa astral [de nascimento] de cada um de nós, possibilitará obter uma clara perspectiva a respeito da maneira individual pela qual usaremos as funções básicas do ser humano, simbolizadas pelo movimento cíclico e ritmíco dos planetas, com os quais estamos sintonizados desde o exacto segundo em que nascemos.

Por isso, ser de grande importância os astrólogos saberem e conhecerem profundamente os ciclos de cada planeta. Só assim, poderá ajudar os seus clientes a atingirem uma maior maturidade pessoal e espiritual. Estes ciclos não são deterministas, apesar de haver experiências mais duras ou mesmo mais dolorosas. Nós, astrólogos, devemos estudar o cosmos e os movimentos em profundidade, pois só assim podemos ser úteis ao próximo.

António Rosa
30 Janeiro 2013

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O difícil que é perdoar

18 de novembro de 2012 · 3 comentários

Minha terra, ilha de Moçambque. A minha casa ficava para a direita da foto, a 50 metros, mesmo em frente à Câmara Municipal. Consigo ver as portas da Gráfica do meu pai. Foto do sr. Zulfikar Abdurremane Amur

Aquilo que chamamos de «perdão» é um atributo dos seres de grande estatura espiritual. Não vou falar aqui do princípio de tudo que é o 'auto-perdão', pois então iria complicar mais a questão. Fiquemo-nos no comum 'perdoar alguém'.

A maioria de nós acredita que 'perdoar' é tomarmos a decisão de afastarmos para o mais longe possível o objecto da nossa raiva ou mágoa. Claro que isto não é perdoar. O que eu tenho ouvido em tom muito baixinho: já perdoei o meu pai, a minha mãe, o meu ex, a minha amiga, a minha comadre, o meu colega. Na verdade decidiram que não querem mais incomodar-se com aquela ausência de afectos.

O mundo cor-de-rosa é pródigo em exemplos: ex-esposas de jogadores muito famosos que sempre facilitaram a presença do pai junto dos filhos comuns. Elas, entretanto, arranjaram novo namorado e, na cabecinha delas está tudo bem e podem conviver com os filhos do jogador. Quando eles arranjam namorada, começam a surgir os inúmeros obstáculos para o pai poder estar com os filhos. No entanto, elas dizem ter perdoado os ex-maridos. Pois, pois...

É normal sentirmos vontade de nos afastarmos de quem não gostamos, de quem nos fez (ou faz) mal, de nos libertarmos. Isso é da natureza humana e está muito bem que seja assim. Que nos afastemos, pois não há mal nisso. Só que este procedimento está muito longe de ser o «perdão». A libertação em relação a outra pessoa está na mente e não no espaço físico. É a raiva e a mágoa que nos prendem. Enquanto estes sentimentos existirem, não se processa o acto de perdoar.

Só curando essa raiva e essa mágoa é que nos preparamos para iniciarmos o caminho do perdão. Repito: para iniciarmos o caminho do perdão.

Nem sequer vou entrar por aquele campo que nos diz isto: o nosso Eu Superior conhece a história completa...

18 Novembro 2012

Filmes da minha vida - «Contacto»: será que o universo desperdiça espaço?

2 de outubro de 2012 · 3 comentários


«O universo é tão abismalmente grande e com tantas galáxias que se só no nosso planeta houvesse vida inteligente, o que seria um enorme desperdício.»

Esta frase [mais ou menos] foi dita em duas ocasiões diferentes no filme «Contacto» [1997] por Jodie Foster e Matthew McConaughey dentro do contexto da obra.

Um bonito e intenso filme, bem ritmado e com excelentes interpretações.

O filme foi baseado no romance com o mesmo título de Carl Sagan, publicado em 1985. Foi realizado / dirigido por Robert Zemeckis, que teve que ceder em algumas partes para deixar as consciências norte-americanas mais sossegadas. O eterno medo do desconhecido, muito bem aproveitado pelo Governo Sombra do Mundo.

Foi um filme envolto em polémicas da era Clinton e encabeçadas pela CNN que não gostou de se ver retratada no filme, como se isso não acontecesse todos os dias e várias vezes por dias.

O filme conta a história de uma cientista e a sua incessante busca por contacto com alguma civilização extraterrestre. O resto não vou contar... :))) Em vez de ficar agarrado a uma novela, alugue este filme na tv por cabo. Prometo-lhe 2 horas absolutamente impecáveis de cinema fantasiado e de como é o mundo [que ainda não mudou tanto assim] 15 anos depois [hoje, em 2012]

A opinião geral dos espectadores jovens é que não apreciam o filme pois não há lutas entre facções rivais. Isso, só mesmo na casa dos segredos... :))

Na verdade, o filme não deve ser colocado na lista dos habituais filmes de ficção científica, pois é muito mais que isso. Trata de questões superiores, como  a frase com que início o post. É, antes de mais, uma história que nos coloca questões, ou, a QUESTÃO MAIOR: quem somos e de onde viemos? Ou, o que somos? Estamos sós? Tem um dos mais brilhantes diálogos que já me foi dado apreciar em cinema. Ah, e a Jodie Foster está brilhante, sim.

O filme «Contacto» tenta explicar-nos de que forma poderíamos fazer uma viagem interestrelar e quando chegássemos ao destino que tipo de formas de vida iríamos encontrar e como comunicar com elas. Quanto a mim achei extraordinária a forma que Carl Sagan imaginou, simplesmente Ellie [Jodie Foster] encontra-se inconsciente e através da mente os de Vega comunicam com ela pela memórias do seu pai e terá sido esse facto que o público não terá entendido. Deixo a pergunta: de que outra forma achamos que podemos comunicar com outras formas de vida? Na fase em que nos encontramos? Achamos mesmo que será falando com o aparelho bocal comum?

Eu tenho Quiron Rx em Sagitário [1º decanato] na Casa VII. É claro que eu vim a esta reencarnação fazer a ponte entre os terrestres e os não terrestres. Se lerem muitos dos meus artigos verão que sim, que tenho feito essa ponte.

Para mim, os bons filmes de ficção científica são os que relatam e reconstituem da melhor forma a nossa presença no espaço , como «Contacto» e o «2001- Odisseia no Espaço» e, de forma muito transversal «Matrix» e a o 1º filme da série «Guerra das Estrelas». Os outros são meros filmes de acção e não ajudam nada sentirmos que temos «vizinhos» pacíficos. Porém, são estes que o grande público aplaude e enchem as salas de cinema, mas enfim...

A minha intenção era fazer um pequeno post sobre a frase «O universo é tão abismalmente grande e com tantas galáxias que se só no nosso planeta houvesse vida inteligente, o que seria um enorme desperdício.», mas saiu um comentário mais alargado.

http://www.imdb.com/title/tt0118884/

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Recomendo a leitura deste magnífico texto de Vera Braz Mendes: «Vénus - Amor no Coração do Sol»

26 de maio de 2012 ·


É imprescindível a leitura deste magnífico texto

[Clique no título do artigo]

Vera, grato pela referência no seu texto.

Sem dúvida alguma dos melhores textos que li sobre a
Vénus retrógrada que actualmente vivenciamos.

[Quando o chamamento é imperioso, é necessário interrompermos
o descanso do fim-de-semana. Foi o caso. Bendita interrupção.
Agora, com a missão cumprida, é hora de desligar o computador.]


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Uma visão cósmica e universalista

9 de janeiro de 2012 · 8 comentários

O homem primitivo, intimamente ligado à natureza que o rodeava, expressava de forma espontânea e verdadeira a sua espiritualidade. Através do seu instinto e intuição, sentia a existência do transcendental, sentimento este que pulsava, de forma nítida, na essência energética daqueles seres simples, ainda vazios de conhecimentos, porém plenos de autenticidade.

À medida que a civilização humana começou a galgar novos degraus da escala do progresso, deixando cada vez mais de ser instintiva e intuitiva, passou a reprimir para os porões do inconsciente as percepções inatas e verdadeiras. Deixando para trás a infância histórica, passou pela física moderna, abriu as portas para a percepção da existência do mundo espiritual.

A humanidade já não se satisfaz com os preceitos rígidos das religiões dominantes. O homem é um ser que indaga e quer saber, afinal, quem é, de onde vem e para onde vai.

A dissociação existente entre ciência e religião, verdadeiro abismo criado pelos homens, levou os indivíduos a terem uma visão fragmentada da vida. Os conselhos religiosos, tão úteis em épocas remotas, hoje tornaram-se bastantes desfasados em relação à evolução contemporânea. As orientações dos religiosos foram sendo substituídas pelos médicos, psicólogos, pedagogos, astrólogos, etc.

O que frequentemente observamos é a influência de respostas às ansiedades íntimas do indivíduo ou da própria sociedade. O que lhes falta? Por que profissionais extremamente capacitados, sérios e estudiosos se sentem limitados para compreender o sofrimento humano?

Por que pessoas justas às vezes sofrem tanto, e outros, egoístas, que se comprazem no sofrimento do próximo, prosperam tanto? Há quem viva semanas, meses ou poucos anos, enquanto outros vivem quase um século! Por quê? Por que para uns, a felicidade constante, e para outros a miséria e o sofrimento inevitável? Por que alguns seriam premiados pelo acaso, com as mais terríveis malformações congénitas? Por que certas tendências inatas são tão contrastantes com o meio onde surgem? De onde vêm?

Não há como responder a estas questões, conciliando com a crença tradicional, numa Lei Universal justa e sábia, se considerarmos uma vida única para cada criatura.

O ateísmo e o materialismo são consequências inevitáveis da rejeição às crenças tradicionais, surgindo, naturalmente, pela recusa inteligente a uma fé cega num Ser que, aparentemente, preside aos factos da vida sem qualquer critério de sabedoria, amor e justiça.

A cosmovisão espiritualista, alicerçada no conhecimento das vidas sucessivas, onde residem as causas mais profundas dos nossos problemas actuais traz-nos respostas coerentes. O conceito de “reencarnação” propicia uma ampla lente através da qual poderemos enxergar a problemática da vida.

As aparentes desigualdades, vivenciadas momentaneamente pelas criaturas, têm justificativa nos graus diferentes de evolução em que se encontra no momento. Além disso, sabe-se, pelas leis da reencarnação, que cabe a todas as criaturas um único destino: a felicidade.

A evolução inexorável é feita pelas experiências constantes e a aprendizagem decorrente. Os actos da criatura ocasionam uma sequência de causas e efeitos que determinam as necessidades da reencarnação, a si própria, em tal meio ou situação. Há colheita obrigatória, decorrente de livre semeadura, e sempre novas oportunidades de semear.

Cada ser leva para a vida espiritual a sementeira do passado, trazendo-a consigo, ao nível celular e do inconsciente, ao renascer. Se uma existência não for suficiente para corrigir determinadas distorções, diversas serão necessárias para resolver uma determinada tendência, é a longa caminhada da vida.

Os nossos actos do dia-a-dia, por sua vez, são também novos elementos que se juntam ao nosso património energético, pois os arquivos que criamos são sempre ao nível de campos de energia, influenciando intensamente, atenuando ou agravando as desarmonias energéticas estabelecidas pelas vivências anteriores.

A teia do nosso destino, portanto, não é exclusivamente determinada pelo nosso passado. O livre arbítrio que possuímos também tece os finos fios desta teia, a cada momento, num dinamismo sempre renovado.

A diversidade infinita das aptidões, ao nível das faculdades e dos caracteres, tem fácil compreensão. Nem todos os espíritos que reencarnam têm a mesma idade, milhares de anos ou séculos pode haver na diferença de idade entre dois seres humanos. Além disto, alguns galgam velozmente os degraus da escada do progresso, enquanto outros sobem lenta e preguiçosamente.

A todos será dada a oportunidade do progresso pelos retornos sucessivos. Necessitamos passar pelas mais diversas experiências, aprendendo a obedecer para sabermos mandar; sentir as dificuldades da pobreza para sabermos usar a riqueza. Repetir muitas vezes para absorver novos valores e conhecimento. Desenvolver a paciência, a disciplina e o desapego aos valores materiais.

São necessárias existências de estudo, de sacrifício, para crescermos em ética e conhecimento. Voltamos ao mesmo meio, frequentemente ao mesmo núcleo familiar, para reparar os nossos erros com o exercício do amor. Deus, portanto, não castiga nem dá prémios; é a própria Lei da Harmonia que preside à ordem das coisas.

Agirmos de acordo com a natureza, no sentido da harmonia, é prepararmos a nossa elevação, a nossa felicidade. Fazendo-nos conhecer os efeitos da lei da responsabilidade, demonstrando que os nossos actos recaem sobre nós mesmos, estaremos a permitir o desenvolvimento da ordem, da justiça e da solidariedade social tão almejada por todos.

Repito-me de outros textos: é para entender tudo isto que estudo astrologia. E para entender outras coisas.




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As 4 Leis da Espiritualidade [repetindo o post, porque muitos não o encontram]

2 de dezembro de 2011 · 2 comentários


Conferência "A ENERGIA MONETÁRIA EM 2012" por António Rosa. No 'Cristal de Cura' (Ericeira), dia 20 de Novembro, das 15 às 18 horas.

3 de novembro de 2011 ·


Conferência "A ENERGIA MONETÁRIA EM 2012" por António Rosa.
No 'Cristal de Cura' (Ericeira), dia 20 de Novembro, das 15 às 18 horas.
Valor pela participação: 30 euros

O 2012 parece ser um ano mítico, de mudanças fortes para uns, e de catástrofes para outros. Nessa tarde na Ericeira abordarei sobretudo as questões ligadas à energia monetária. Como será? Que dizem os astros no seu mapa? Planetas importantes mudarão de signo em 2012 e isso trará as mudanças que mencionei acima. Serão analisados os mapas das pessoas presentes nesta tarde de conversa astrológica, se assim o desejarem.

No ano em que Saturno vai ingressar em Escorpião, como podemos olhar para este evento cósmico? Como nos situarmos num país como Portugal, que atravessa uma crise profunda?

Mas para analisar todas estas questões, é fundamental fazermos a pergunta base: o que é a energia monetária? E como dependemos, hoje em dia, desta energia?

Espero por si,

António Rosa

Para reservar a sua presença na conferência:

Ao cuidado de Luísa Sal
Telefones: 968061279 ou 925369755      
Email: contactos@cristaldecura.com

No Facebook, aqui.

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O Sol entra em Escorpião a 23 Outubro

20 de outubro de 2011 · 9 comentários

Ilustração daqui.
Por sugestão do Marcelo Dallaaqui


Missão superior:
Aprender a utilizar os momentos dolorosos para crescer e compreender.

Escorpião é o 2º nível do Elemento Água. Nele se processa o confronto do desejo e da morte, do instinto e do espírito. Em Escorpião o desejo de poder atingir a máxima violência, condicionando obsessivamente o comportamento. É um signo fixo, radical.

Nele, os sentimentos são interiorizados, contidos ao limite, secretos. Somente se exteriorizam por pulsões obstinadas e compulsivas. Podem conduzir jogos perversos, fria e inteligentemente controlados, manipuladores dos sentimentos alheios. O Escorpião identifica-se com o seu poder, para ele, a afirmação de poder é a consciência da sua identidade.

Por levar a sobrevivência às suas últimas consequências, à fronteira da morte, o Escorpião desafia tudo, até essa última confrontação. A sua guerra é íntima, psíquica, subjectiva, travada entre o Eu instintivo e a recusa de uma outra dimensão.

O não medo de ir ás últimas consequências desta recusa torna este signo potencialmente tenebroso e simultaneamente, confere-lhe o poder alquímico de se transcender, vencendo a morte. Ao negar a morte, perde-se o medo de morrer. É o milagre do nascimento interior, a via do espírito, o começo de qualquer Processo Iniciático.

Pela Lei da Polaridade Universal, só quando duas forças chegam à fase de oposição podem virar no seu contrário. Só no fundo do túnel se vê a luz. Esta é a sabedoria do Escorpião.

Quando o Ser se pacifica e flui sem resistência, transmutando o desejo em aceitação incondicional, então tudo se integra em harmonia pela dissolução profunda dos conflitos. Implica uma rendição, um sim interior. Imenso e obscuro sim, o sim da salvação pelo qual a carga psíquica inconsciente se liberta e desvanece. Íntima docilidade à essência amorosa da vida, que estranhamente devolve o homem à Ordem Inteligente do Universo e o faz aceitar a vida em si, sem reservas.

Plutão, co-regente de Escorpião, é o deus do infra mundo, a carga subterrânea das origens ainda presente em cada um de nós. Força animal, cega, irracional, traduz-se em luta pela posse e pela sobrevivência. Marte, co-regente de Escorpião, mostra-nos o impulso activo, o desejo, tendencialmente obstinado, intenso, de uma agressividade introvertida, elevada à máxima potência pelo poder abissal de signo.

O signo de Escorpião é esotericamente considerado a Porta Oculta do zodíaco. Abre para o signo de Sagitário que simboliza a fé possível numa outra dimensão.

O Fogo do Sagitário expande o homem dignificado, transcendido, liberto pelas Águas regeneradas do Escorpião. Escorpião é a passagem, a transição para o 3° nível do Zodíaco. Liga dois mundos, duas forças, duas dimensões. Pela aceitação da morte, o homem em Escorpião vai da sobrevivência à consciência incondicional.

A Casa 8 pertence a Escorpião e é a 2ª Casa cármica, em que o Eu se confronta com a prisão obscura do seu próprio passado. Obriga a exorcizar antigos medos. É a carga psíquica e instintiva condicionada pelo desejo. É a vida sentida como obsessão de sobrevivência. O Signo e os Planetas que se situam na Casa VIII agem pressionados por memórias irracionais de mal-estar inconsciente. Afirmam-se frente aos outros através de uma qualquer forma de poder: material, sexual, ou psíquico. A Casa 8 é uma área de regeneração, de transformação interior, por isso é chamada a Casa da Morte.

Daqui.

1º nível de evolução:
Situam-se os legados, as heranças, as dependências de bens alheios que nos impedem a confrontação real com o valor próprio. Condicionam-nos aos outros, reduzem-nos, dificultam a descoberta da nossa identidade.

2º nível de evolução:
Simboliza a força do instinto vivida como afirmação do poder do Eu sobre os outros. Traduz-se em atitudes compulsivas não detectadas pela consciência. É o mundo da dependência psíquica, da possessividade, da não liberdade emocional. A este nível o sentimento que domina o Eu é o desejo obsessivo de Marte e Plutão. Um medo remoto e inconsciente domina a personalidade.

3º nível de evolução:
É a área onde se situa a grande alquimia do Ser. A transformação do Eu em profundidade, a dolorosa confrontação com a sua impotência, com a anulação do desejo. É uma morte psíquica. Dá-se quando a vida nos obriga a largar o que julgávamos ser a nossa força, a nossa obscura segurança, a nossa arma de poder. Esta morte é a porta oculta contida na vibração do Escorpião. Experiência interior de aceitação de perda, de anulação do Eu, vivida como processo de regeneração. Abre uma nova vida, aceite como íntima e transcendente realidade. É a via da salvação, a chave iniciática para a última dimensão do Ser.

Parabéns a todas as pessoas do signo Escorpião.


Texto publicado no site «Escola de Astrologia Nova-Lis», em Abril 2007.


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Parece que, para se ser um espiritualista moderno da Nova Era, é necessário ser contra...

17 de agosto de 2011 · 4 comentários


Parece que, para se ser um espiritualista moderno da Nova Era,
é necessário ser contra as religiões e igrejas, como a católica,
como se a espiritualidade praticada nestes meios,
fosse menos verdadeira...

A  ser assim, que me expliquem bem explicadinho,
o que fazem os jovens (cerca de 1,5 milhão), oriundos de 139 países,
em Madrid, para participarem no mega-evento
«Jornada Mundial da Juventude 2011» (26ª edição)?

Estão só na «farra»? Não existe espiritualidade na fé demonstrada assim?

Os modernos espiritualistas como explicam este fenómeno? 

 
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Feira Alternativa Porto 2011 - 8,9,10 Julho

5 de julho de 2011 ·

Três dias para mudar de vida!
Palácio de Cristal 8, 9 e 10 de Julho 2011

A Feira Alternativa criou uma programação a pensar em todos, mas é também um evento para famílias onde os mais pequenos também não foram esquecidos. No espaço criança estão agendadas aulas de yoga e dança, atelier de pintura e culinária e também a elaboração de perfumes naturais e jardinagem.

No palco para além de concertos de guitarra, oboé, sitar, didgeridoo, trance dance e música popular brasileira, haverá teatro, dança contemporânea, indiana, oriental, africana e também um baile!

Fornos solares, oficinas de ecologia e reutilização e agricultura biológica urbana são propostas dos "Encontros na Relva".

Massagem indiana à cabeça, dança com riso e biopsicologia são propostas da agenda de aulas e workshops do evento, e no auditório encontramos palestras e temas como a evolução da consciência na vida quotidiana, conhecimento das competências emocionais e auto-coaching,

A Feira Alternativa Porto 2011 é um verdadeiro festival de ideias, musica e dança. Três dias de actividades, três dias para mudar o mundo!

Programa, passatempos e mais informações em www.terraalternativa.com 

Propósito do Evento

Assumir a responsabilidade por um mundo melhor! Estar no mundo de outra maneira e partilhar novas ideias para ajudar a construir um mundo mais justo.

Cuidar da sua saúde - Alimentação natural, ecologia e sustentabilidade, medicina oriental e terapias alternativas.

Proteger o ambiente - Sustentabilidade, reciclagem, agricultura biológica, permacultura, energias renováveis e turismo ambiental

Viver com mais qualidade - Massagens, Shiatsu, Ayúrveda, yoga, musicas do mundo, livros e técnicas para a expansão mental

Ser feliz! - O entretenimento, com a presença de artesanato, concertos, exibições, espectáculos, workshops e aulas.

Domingo dia 10, concerto meditativo de entrada livre no Pavilhão Rosa Mota:

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José Sócrates abandona a liderança do PS - um excelente exemplo do que é o «livre-arbítrio»

6 de junho de 2011 ·


Às 21h30 do dia das eleições legislativas - 5 Junho 2011 / Lisboa -, José Sócrates confirmou a sua derrota democrática nestas eleições, anunciando também a sua demissão do cargo de secretário-geral do PS, que ocupou nos últimos sete anos. [ É um sub-ciclo de Saturno] «É chegado o momento de abrir um novo ciclo político na vida do partido.»


Neste post aqui, escrevi isto, a nível astrológico: «Curiosamente, devido ao actual movimento retrógrado de Saturno ligou-se à Parte da Fortuna e Júpiter natais, indicando que nas eleições terá uma percentagem de votos favoráveis muito significativa, mas dificilmente ganhará as eleições para formar novo governo. No entanto, sentar-se-á na Assembleia da República como deputado da oposição.» Note-se no meu equívoco. Parti do princípio (errado) que ele se manteria na política. Mas Sócrates escolheu um destino diferente para a sua própria vida. Fez funcionar, de forma exemplar, o seu livre-arbítrio.

É nestes pormenores que os estudantes de astrologia podem perceber com exactidão milimétrica, como o livre-arbítrio de cada ser humano sobrepõe-se ao seu mapa astrológico. Este é o exemplo que nos ensina que a astrologia não é fatalista.

José Sócrates poderia, com toda a legitimidade, continuar a ser secretário-geral do PS e sentar-se na Assembleia da República, como deputado. No entanto, escolheu e usou o seu livre-arbítrio para se afastar de qualquer cargo político.

«Confessando sentir-se com a 'serenidade interior' de quem 'deu o seu melhor até ao limite das suas forças', garantiu não lamentar o que não fez, mas recordar o que fez. 'Não levo nem ressentimentos, nem amarguras. Não são essas as companhias que quero para os tempos felizes que tenho pela frente', afirmou ainda, antes de terminar dizendo: 'O meu coração está preenchido de amor ao meu país e de amor aos meus compatriotas''Novos Tempos' esotéricos que se aproximam, mesmo para a classe política. Os banqueiros serão os últimos a entrarem nesta mudança de enorme ciclo astrológico. Quem quiser conhecer mais sobre este ciclo astrológico que falo, pode clicar aqui.

Goste-se ou não do homem, foi um discurso notável. Teve alma e grandeza. Cumprindo o seu destino.

Este exemplo de livre-arbítrio, aplica-se à vida de cada um de nós. A astrologia aponta potenciais caminhos, mas é o ser humano quem escolhe o trilho que quer percorrer. Entendidos?

A partir de Agosto de 2012, o mapa astrológico de José Sócrates entrará num ciclo muito positivo. Aguardemos para percebermos que escolhas fará.

No momento do discurso (21h30) a Lua em trânsito estava em Leão (recebendo as atenções de todos) na casa 4 (regressando ao convívio familiar, afastado da política) a 6º de uma conjunção com Úrano natal, trazendo o «inesperado» para este país - o seu abandono da vida política, para já. Exemplar. 






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23 de novembro de 2013

Os relacionamentos



Informação sobre este texto

Este artigo foi publicado no meu já desaparecido blogue «Postais da Novalis» em Junho de 2006. Foi ligeiramente adaptado para ser publicado no «Cova do Urso» em 17 Agosto de 2008, e republicado 2 anos depois, a 17 Agosto 2010. Decidi republicá-lo agora, 23 Novembro 2013, sete anos depois da sua primeira publicação, pois há muitos novos leitores que não o conhecem. Muito obrigado por prestigiarem tanto este artigo. A.R.

Recomendação pessoal

A leitura deste artigo torna-se mais aliciante se, ao mesmo tempo, ouvir o cantor português Carlos Paião, a cantar «Cinderela». 



No século 18, o químico francês Antoine Lavoisier, nas suas investigações científicas, descobriu que "na natureza nada se perde, tudo se transforma". A mesma lei aplica-se a nós, seres humanos, aos nossos sentimentos e, portanto, também, aos nossos relacionamentos amorosos. Por ser uma lei do universo, não se consegue contrariá-la.

Ou é cumprida ou não. Deve ser entendida, sentida e aprofundada. Se assim for, o “resto” acontece com naturalidade, se existirem as condições apropriadas.

No entanto, atrevo-me a dizer que a maioria de nós não conseguimos entender-nos com os nossos próprios sentimentos amorosos, nem com esta lei aplicada à nossa própria vida.

E criamos obstáculos à execução da mesma, entrando frequentemente, em situações de extrema frustração e/ou depressão, que conduzem a outras situações. Que fique claro, caros leitores/as, que ao longo da minha vida, também não consegui entender esta lei e, muito menos, aplicá-la. Hoje, simplesmente, conheço e vivencio as consequências dessa "falta de atenção" às coisas que me estiveram potencialmente destinadas. E este "destinadas" não tem qualquer conotação com fatalismo. A astrologia explica isto de forma magistral.

Continuemos, por favor. Se "na natureza nada nada se perde, tudo se transforma", então façamos a pergunta essencial: que tudo é este que se transforma? A resposta é simples: a energia. Que transforma a sua forma. Porque é de energia que estamos a falar. A energia é sempre a mesma, o que muda é a forma como se apresenta. Simples. A energia do amor, também. Aquilo que vocês chamam de "amor". Aquilo que acham que é o amor.

Sabemos que os rios, mares e lagos são água em estado líquido. É energia na forma líquida. Também sabemos que o gelo é água em estado sólido. É energia na forma sólida. Igualmente sabemos que o vapor é água em estado gasoso. É energia na forma gasosa. Estas imagens pertencem ao nosso quotidiano. Em casa, todos sabemos utilizar esta energia (água) nas suas diferentes formas. O factor que processa a transformação nessas diversas formas é apenas a temperatura. Ao encontrar as condições apropriadas, a energia muda sempre de forma. Sempre. É uma lei do universo. Nas relações amorosas, também. É a mesma lei.

Outro exemplo conhecido: uma semente é um óvulo já fecundado e quando fertilizado, contém um embrião a partir do qual surge uma planta que crescerá, se encontrar as condições apropriadas. Essa planta dará uma flor que, por sua vez, contém sementes. É o ciclo completo da natureza. Estamos sempre a falar da mesma energia, em que apenas muda a forma. A mesma energia em forma de semente, planta e flor. Nas relações amorosas, também. Em astrologia estamos sempre a falar de ciclos.

Quando pensamos em água, não temos dificuldade em pensar nela como sendo energia. A humanidade tem sabido utilizar esta energia. Porque conseguimos ver a água. Tal como vemos a semente, a planta e a flor. E vemos as diferentes mudanças de formas. Isto conseguimos compreender.

Há energias que não se conseguem ver. O ar que respiramos, a brisa, o vento. Mas sabemos que existe. Não possui energia sólida. É subtil. Mas não tão subtil, ao ponto de não se sentir no nosso próprio corpo, que vibra perfeitamente com a brisa que nos toca, ou o vento que nos fustiga.



Com os sentimentos amorosos dos seres humanos é exactamente da mesma maneira. Não se consegue ver, mas está lá. O sentimento que tu chamas de amor está contigo, desde o momento que nasceste. É uma energia invisível que não te abandona nunca. Expressa-se de formas diferentes. É aqui que podem residir alguns equívocos: achares que o amor que dedicas aos teus pais, teus irmãos, teus filhos e amigos são coisas muito diferentes do amor que sentes pelo companheiro/a. Tudo é a energia do amor, que expressas de formas diferentes. Porque as condições são diferentes.

Por acaso não amas os teus filhos, independentemente da idade que tenham? Então? Em que ficamos? Claro que, quando eles são bébes tens que cuidar deles de uma forma diferente, de quando, mais tarde, são crianças, adolescentes ou adultos. No entanto, o amor é o mesmo. A forma como o expressas é que difere. Disso, não duvidas, pois não? Esse amor acompanha-te ao longo da tua vida. Não desaparece. Se as sogras olhassem para as noras e genros com apreço e gratidão, por estas e estes amarem os filhos/as que elas pariram, criaram, cuidaram e amam... Com as noras e genros, o mesmo. Pois, então! A maioria de nós não consegue pôr a funcionar o 4º Raio da Criação - tentar a Harmonia através do Conflito.

Estou sempre a falar do mesmo: novas vibrações, nova era, novas energias, aquilo que chamamos de espiritualidade... É disto que eu falo, por exemplo, com os exemplos que dei até ao momento, neste texto. Somos nós quem deve iniciar essa mudança. E este "nós", sou eu e "tu", que me estás a ler. A aprendizagem é total e global, porque estamos todos na mesma nave - o planeta Terra. É esta nave que nos está a ensinar a... amar. Aliás, sempre ensinou. E nós, cegos e surdos aos seus ensinamentos. Qualquer dia, escreverei aqui, sobre o significado holístico e metafísico da doença que chamamos "cancro", para ficares a saber que está associada à falta de amor ou, pelo menos, à sensação que se pode ter de faltar amor. É por isto que estudo astrologia. Para entender...

Cresceste e aprendeste a dar nomes diferentes à mesma energia que conheces pelo nome de amor. Amor de mãe. Amor de irmão. Amor filial. Ao amor de amigo, chamas amizade. No entanto, só pensas e classificas de “amor-amor” quando se trata do teu companheiro/a, do teu namorado/a, da pessoa com quem fazes sexo. E iludes-te, pensando que é o amor verdadeiro. Como se as outras formas de amor não fossem verdadeiras. Lá saberás o motivo, talvez porque fazes sexo com esse ser que te acompanha. O sexo faz falta, todos sabemos e gostamos. É bom e é uma energia muito positiva. Daí ter surgido a frase: “fazer amor” que, como saberás, é uma invenção da humanidade, porque o amor não se faz, vive-se. Eventualmente, fazes sexo com o ser amado, o que é diferente. Imagino que não te passa pela cabeça fazer sexo com os teus familiares e amigos [deixemos de fora as excepções negativas, que confirmam a regra, por favor]. Por estas e outras razões, talvez aches que aquilo que sentes pelo companheiro/a é o único e verdadeiro amor.

No ocidente [que conheço melhor] as pessoas são treinadas a acreditarem na ilusão. São múltiplos e enfadonhos os exemplos de ilusão. Anotemos alguns pequenos exemplos que eu tenho ouvido ao longo da vida, sobretudo do lado feminino: “é a minha alma gémea”, “é o único amor da minha vida”, “é o grande amor da minha vida”, “não consigo viver sem ele”, “que vai ser de mim, sem ele?”, “apetece-me morrer porque ele tem outra”. É um tédio. Assim está meia humanidade. Completamente dependente de uma forma de expressão e, sobretudo, de outra pessoa.

Há sempre o secreto sonho de encontrarmos a cara metade com quem se criará uma relação tão duradoura, como a dos nossos avós. Hoje, o exemplo já tem que ser com os avós… Há uns anos podíamos dar os nossos pais, como exemplo de uma relação duradoura. São outros tempos. Não que sejam melhores, apenas diferentes. A energia mudou…

Duas pessoas conhecem-se, sentem-se mutuamente atraídas e iniciam uma relação que se transforma em amorosa.

"Ele lá lhe disse a medo: 'O meu nome é Pedro e o teu qual é?'
Ela corou um pouquinho e respondeu baixinho: 'Sou a Cinderela'" *

*["Cinderela" de Carlos Paião]

Têm em comum uma característica: sentem que alguma coisa dentro deles se alterou. É um sentimento a surgir. É a energia do amor a criar uma nova forma. Essa energia sempre lá esteve. Pertence ao teu Ser único e insubstituível. Simplesmente, está a mudar de forma. Tal como acontece com a água e a semente, a energia do amor toma nova forma por ter encontrado as condições apropriadas.

É exactamente aqui que se geram os maiores equívocos, por desconhecimento, das pessoas. A partir deste momento, entram em jogo outros factores de enorme importância. Entra muita coisa ao barulho, à confusão, que pode turvar essa relação. Habitualmente, esses factores conseguem contaminar a relação amorosa. Quando esta confusão está instalada muitas pessoas vão ao astrólogo/a lamentarem-se das suas vidas. E pedem sinastrias, na esperança que os astros arranjem o que elas próprias estragaram...




Porque a pessoa ao sentir que irrompe um sentimento amoroso dentro de si, encontra-se incapaz de se auto-analisar. Está disposta a se entregar a esse sentimento. Isso é muito bom.

"E, num desses momentos, houve sentimentos a falar por si.
Ele pegou na mão dela: "Sabes, Cinderela, eu gosto de ti..." *
*["Cinderela" de Carlos Paião]

Se nós fizéssemos tudo para manter a energia amorosa nessa forma de pureza inicial... Se os sentimentos se ficassem por aqui... Simplesmente, que se amassem, que amassem e se deixassem amar pelo outro... É uma oportunidade única e especial que os aparelhos do corpo físico possuem para entrarem em sintonia fina com a alma. Simplesmente, amar. Mas não é assim que, habitualmente, processamos. Quando esse sentimento aparenta ser correspondido, parece entrar em imediatamente em funcionamento os mecanismos que só atrapalham o relacionamento: a personalidade de cada um, o ego exacerbado, a mente e as emoções.

A lei diz que na natureza nada se perde, tudo se transforma. Essa nova forma do sentimento que surge, não é percebido como simplesmente “amor”, mas sim, entendido, como sendo “um amor exclusivo por aquela pessoa”, não sobrando nada para ela própria. Assim, dificilmente, o relacionamento poderá sobreviver. É apenas uma questão de tempo… Porque nos esquecemos de partilhar assim:

"E dividem a merenda, tal como uma prenda que se dá nos anos." *
*["Cinderela" de Carlos Paião]

O resto é feito por uma certa incapacidade de auto-conhecimento de cada um de nós. Se a pessoa acreditar que esse amor é apenas para ser dedicado ao outro, não percebe que, se não se amar primeiro, se não tiver a sua auto-estima bem trabalhada, não está a fazer nenhuma partilha, mas sim uma entrega submissa, cega e sem sentido. Nem sequer é uma dádiva. Simplesmente, está a criar uma enorme dependência pelo outro/a, que será fatal a esse relacionamento. [Talvez esteja na altura de ires a uma consulta de um/a astrólogo/a capaz. Já agora, aproveita e escolhe bem. Se não conheces ninguém, vai à minha lista de linques astrológicos e escolhe. Os melhores estão lá.]

Continuando. O “resto” é confundido com uma miríade de emoções e pensamentos, que são completamente independentes do sentimento amoroso. É nesta fase que se criam as dependências, tão nefastas nos relacionamentos. Praticamente, desde o início, que a relação pode ter entrado em derrapagem, desequilibrando-se, descentrando-se.

Fica assim criado o caminho certeiro para que a energia do amor volte a arrefecer, iniciando nova transformação, recolhendo-se ao sacrário do coração, por não encontrar as condições apropriadas para o seu desenvolvimento.

“Ele é meu”, “ela é minha”. Atitudes de posse, de autoridade, com todas as emoções e pensamentos negativos que isso acarreta. No início, tudo parece bonito, mas aos poucos entram os restantes factores alheios à energia amorosa. Os ciúmes, o poder, o controle, a dependência, a ausência de respeito recíproco, as acusações, etc. Todas estas questões estão muito estudadas e não é minha pretensão explicar estas coisas, aqui. Repararam que até ao momento já mencionei a natureza de todos os planetas e signos do zodíaco? Se estudas astrologia, procura bem.

Se a semente é uma energia que vai transformando a forma até surgir a flor, porque razão, o amor não pode ir assumindo formas diferentes? Porque razão, numa relação amorosa, os parceiros não dão oportunidade a que essa energia (o amor) adquira uma forma realmente amorosa?

Talvez porque todas aquelas atitudes tomadas pela personalidade, ego, mente e emoções - os ciúmes, o controle, a dependência, a ausência de respeito recíproco, as acusações... - foram esticadas ao excesso e passaram a dominar o relacionamento, por vezes de forma tão encapotada que até parece estar tudo bem. Quando não está.

Onde ficou aquela energia que desde o início vocês chamaram de amor?

O amor ficou tapado, entulhado, coberto, cheio de lixo psíquico e mental; escureceu, perdeu brilho, retirou-se, já não está presente. Em suma, voltou a mudar de forma.

E, assim, instala-se o vazio da alma. Mais uma vez, caíste na armadilha de acreditares que apenas és o corpo que tens. Ilusão, pura ilusão. Que consigas fazer melhor, da próxima vez que te enamorares. Sim, porque a vida vai dar-te outra oportunidade. Fica atento/a. Dá uma oportunidade a ti mesmo/a. Mas tenta não repetir o mesmo. Tenta melhorar.

Por favor, não me apareças nas consultas de astrologia, a quereres saber quando te vais apaixonar novamente... pois o mais certo é ouvires coisas sobre Saturno e Plutão - :) - e certamente ficarás desiludido/a. No entanto, o Universo é generoso e dar-te-á outra oportunidade. Presta a tua atenção ao assunto e confirmarás o que digo.






Letra completa de «Cinderela» de Carlos Paião:

* Eles são duas crianças a viver esperanças, a saber sorrir.
Ela tem cabelos louros, ele tem tesouros para repartir.

Numa outra brincadeira passam mesmo à beira sempre sem falar.
Uns olhares envergonhados e são namorados sem ninguém pensar.

Foram juntos outro dia, como por magia, no autocarro, em pé.
Ele lá lhe disse, a medo: "O meu nome é Pedro e o teu qual é?"

Ela corou um pouquinho e respondeu baixinho: "Sou a Cinderela".
Quando a noite o envolveu ele adormeceu e sonhou com ela...

Então,
Bate, bate coração
Louco, louco de ilusão
A idade assim não tem valor.
Crescer,
vai dar tempo p'ra aprender,
Vai dar jeito p'ra viver
O teu primeiro amor.

Cinderela das histórias a avivar memórias, a deixar mistério
Já o fez andar na lua, no meio da rua e a chover a sério.

Ela, quando lá o viu, encharcado e frio, quase o abraçou.
Com a cara assim molhada ninguém deu por nada, ele até chorou...

Então,
Bate, bate coração
Louco, louco de ilusão
A idade assim não tem valor.
Crescer,
vai dar tempo p'ra aprender,
Vai dar jeito p'ra viver
O teu primeiro amor.

E agora, nos recreios, dão os seus passeios, fazem muitos planos.
E dividem a merenda, tal como uma prenda que se dá nos anos.

E, num desses momentos, houve sentimentos a falar por si.
Ele pegou na mão dela: "Sabes, Cinderela, eu gosto de ti..."

Então,
Bate, bate coração
Louco, louco de ilusão
A idade assim não tem valor.
Crescer,
vai dar tempo p'ra aprender,
Vai dar jeito p'ra viver
O teu primeiro amor.

"Cinderela" de Carlos Paião





Se quiser comentar, por favor, clique aqui.
Ficarei muito agradecido.



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16 de setembro de 2013

As mudanças do nosso planeta a caminho da integração com o seu meio



Aquilo que a mim parece um assunto normal, aos outros pode parecer um tema 'maluco'. Por isso, de vez em quando relembro:

- Não somos nós, seres humanos, que estamos a mudar, apesar de aparentar estarmos nisso.

- O que está realmente a mudar é o nosso planeta, claramente a caminho da integração com o seu meio. O que nos falta ainda é a 'consciência' que somos meros passageiros que vivemos na sua delicada crosta e que nem sequer tripulamos esta 'nave'. [Estamos assim desde os idos anos 80... a intensificar em cada década que passa.]

- Por isso, cada vez mais o nosso livre-arbítrio está a ficar reduzindo apenas ao «quando», apesar de pensarmos que controlamos tudo. Não controlamos nada. Nada mesmo. Não controlamos nem os amores, nem filhos, nem a saúde, nem o trabalho e as amizades. Nem a morte, claro. E continuamos a confundir 'controlar' com 'exercer autoridade'.

- Esse «quando» do nosso livre-arbítrio está intimamente ligado a uma questão simples e profunda, ao mesmo tempo: quando é que aceitamos as nossas mudanças? Quando é que percebemos que as nossas perdas são isso - afunilamentos dolorosos para chegarmos ao «quando»?

Passem muito bem.

A.R.
16-9-201.

30 de maio de 2013

Astrid Annabelle, parabéns pelo seu aniversário




Astrid Annabelle é a minha amiga mais antiga na internet. E faz tanto tempo que nem me lembro quando, e até chego a ter a impressão que não usámos blogues em 2003, quando surgiram apenas em língua inglesa, mas em 2005 já estávamos bem orientados na arte de blogar. Devemos ter sido dos primeiros a experimentar esta nova forma de comunicação.


É consultora e terapeuta em ciências metafísicas. Mestre em: Reiki Usui, Karuna Reiki, Seichim-SKHM Reiki, Magnified Healing, Cura Prânica. Palestrante, professora. Realiza iniciações, cursos e vivências.



Como sannyasi recebeu o nome de Ma Jivan Prabhuta, que significa a "Mãe que irradia a força da vida".

Clique para aumentar a imagem e poder ver todos os pormenores do mapa natal.





Seus projectos bloguistas:






Seu Facebook, aqui.

Seu Google+, aqui.

E, finalmente, o paraíso:

Ubatuba, Brasil.


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7 de maio de 2013

Os corpos da fisicalidade



Não sei quem fez esta ilustração que a encontrei por aí. Já nem me atrevo a usar as palavras 'acaso' ou 'coincidência'. A verdade é que serve perfeitamente para aquilo que pretendo explicar.

Caros amigos leitores, vamo-nos concentrar, por enquanto no que existe dentro da faixa preta. Antes de falarmos na parte superior, lilás.

Primeiro aviso: as cores que encontram não possuem nenhum significado metafísico. É apenas expressão artística do autor da ilustração.

Dentro da faixa negra encontramos 5 elípticas que correspondem aos 5 dos nossos corpos existentes no planeta Terra, evido à gravidade existente.

Primeiro corpo: o «corpo físico» [Physical] - é aquilo que pertencendo ao nosso ser, é a parte mais densa da sua estrutura. Enquanto estamos vivos sentimos esse corpo.

Quatro corpos restantes: não são visíveis aos nossos olhos, mas existem e são tão funcionais como os outros. Existem por causa da gravidade do nosso planeta. São os corpos «astral», «causal», mental» e «etérico».

Aqueles que estão mais ligados ao corpo físico são o «mental» [pensamos, fazemos contas, calculamos e, sobretudo, é um corpo que MENTE AO CORPO FÍSICO, pois faz-lhe acreditar que a «realidade» é aquela formada por 3 componentes: comprimento, largura e altura - ou seja a vida 3D, ou tridimensional que conhecemos. Tudo para evitar que o corpo físico sofra. É o corpo do raciocínio, do pensamento e também, da meditação. É relativo ao Elemento Ar. O Corpo Mental é a força interior que molda a vida exterior, quando bem preparada pelo Ser.

O outro corpo que está junto ao «físico» e ao «mental» é o corpo «Emocional», aqui na ilustração chamado de «astral» [Astral], que como podem perceber é o corpo que está mais próxima do corpo físico.  Este é o terceiro, dos quatro corpos inferiores do Ser humano e é relativo ao elemento água. O Corpo Emocional é o Corpo dos Desejos, do Medo, da Vontade e do Sentimento. É também chamado de Corpo Astral. Este é o grande imã que atrai tudo o que pensamos. Quando na nossa linguagem humana dizemos que TEMOS QUE FALAR O QUE O CORAÇÃO PEDE, é deste corpo que estamos a tratar. Por isso o estar tão do corpo físico. Em qualquer religião, mesmo as seitas pagãs, qual é o movimento que significa «sinceridade», «verdade»? É qundo levamos a(s) mão(s) ao peito. Já pensaram nisso. É a vontade do coração, ou seja, a vontade do Corpo Emocional ou Astral. Se todos os corpos são abençoados por Deus, este está em primeiro lugar.

O corpo «causal» trata de uma coisa simples: é o corpo da causa e do efeito. É para quando exercitamos o nosso livre-arbítrio, contrariando o corpo «mental». As palavras de ordem do corpo «causal» são a Compaixão e o Perdão.

O corpo «etérico» é o corpo mais denso depois do corpo físico, a cerca de 15/30 cm deste corpo e é formado por uma camada de energia subtil que acompanha completamente a forma do corpo físico. Esta estrutura constitui a matriz de energia sobre a qual se modela e consolida a matéria física dos tecidos do corpo, que só existem graças ao campo vital que os sustenta. Inúmeras feridas, bloqueios e dores do corpo físico estão presentes no corpo etérico. É este corpo que permite ao corpo físico viver, porque é este que o vitaliza com a energia do prana.

Deixemos para outro dia os restantes corpos divinos e tentemos compreender os nossos corpos da fisicalidade.

Como perceberam a «alma» não faz parte dos corpos físicos. Fica para depois, está bem?


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6 de maio de 2013

O instinto e a intuição


Amei esta ilustração que encontrei. Gostaria muito de chamar a atenção dos amigos leitores para uma diferença abissal entre «instinto» e «intuição». O «instinto» pertence ao reino dos corpos físicos e todos temos: cães, gatos, gatos, coelhos, etc.... sem esquecer os seres humanos. A «intuição» que você sente e deve saber distinguir entre «instinto» e «intuição», pertence a uma esfera tão elevada que lhe é permitido receber sinais que os seus anjos ou guias espirituais lhe enviam claramente para o/a conduzirem por caminhos que lhe serão favoráveis.

O «instinto» torna-se numa protecção a algo perigoso. A «intuição» é aquele sentir que nos conduz num caminho acertado. Os patos fogem quando alguém os tenta apanhar. É o instinto do perigo. Os mesmos patos, quando estão a nidificar não deixam que os outros se aproximem. É o instinto da sobrevivência dos seus descendentes. É amor. O ser humano sabe que deve cuidar dos filhos, também. É instinto e amor.

A «intuição» é divina e funciona quando existe conexão com os seres do Além, que não mentem, se não forem do umbral. A «intuição» é um dos últimos degraus da nossa essência que aqui, na 3ª dimensão, tem corpo físico. Infelizmente.

Uma citação que já aqui apresentei, maas que gosto muito e corresponde à minha vida real:

«Tô me afastando de tudo que me atrasa, me engana, me segura e me retém. Tô me aproximando de tudo que me faz completo, me faz feliz e que me quer bem.»

— Caio Fernando Abreu

Beijos & abraços

António Rosa
6-Maio-2013

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30 de janeiro de 2013

Os astrólogos estudam o céu porque...

Fotografia: Minha Terra, Ilha de Moçambique
15º S 02' 17''  -  40º E 43' 54'' [Google Earth]
Foto de 'Ilha Blue', aqui.



Porque hoje é dia de Mercúrio [quarta-feira], vamos pensar um pouco:

Os astrólogos estudam o céu porque este lhes fornece uma observação directa da Ordem Universal. Para nós, astrólogos, tanto os corpos celestes como a natureza humana obedecem à mesma Lei e ritmo de desenvolvimento.

Portanto, para se viver uma vida espiritualmente significativa, os seres humanos deverão tentar viver em harmonia com as Leis que governam o universo e os planetas.

A tese astrológica é a de que o quadro astrológico encontrado no mapa astral [de nascimento] de cada um de nós, possibilitará obter uma clara perspectiva a respeito da maneira individual pela qual usaremos as funções básicas do ser humano, simbolizadas pelo movimento cíclico e ritmíco dos planetas, com os quais estamos sintonizados desde o exacto segundo em que nascemos.

Por isso, ser de grande importância os astrólogos saberem e conhecerem profundamente os ciclos de cada planeta. Só assim, poderá ajudar os seus clientes a atingirem uma maior maturidade pessoal e espiritual. Estes ciclos não são deterministas, apesar de haver experiências mais duras ou mesmo mais dolorosas. Nós, astrólogos, devemos estudar o cosmos e os movimentos em profundidade, pois só assim podemos ser úteis ao próximo.

António Rosa
30 Janeiro 2013

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18 de novembro de 2012

O difícil que é perdoar

Minha terra, ilha de Moçambque. A minha casa ficava para a direita da foto, a 50 metros, mesmo em frente à Câmara Municipal. Consigo ver as portas da Gráfica do meu pai. Foto do sr. Zulfikar Abdurremane Amur

Aquilo que chamamos de «perdão» é um atributo dos seres de grande estatura espiritual. Não vou falar aqui do princípio de tudo que é o 'auto-perdão', pois então iria complicar mais a questão. Fiquemo-nos no comum 'perdoar alguém'.

A maioria de nós acredita que 'perdoar' é tomarmos a decisão de afastarmos para o mais longe possível o objecto da nossa raiva ou mágoa. Claro que isto não é perdoar. O que eu tenho ouvido em tom muito baixinho: já perdoei o meu pai, a minha mãe, o meu ex, a minha amiga, a minha comadre, o meu colega. Na verdade decidiram que não querem mais incomodar-se com aquela ausência de afectos.

O mundo cor-de-rosa é pródigo em exemplos: ex-esposas de jogadores muito famosos que sempre facilitaram a presença do pai junto dos filhos comuns. Elas, entretanto, arranjaram novo namorado e, na cabecinha delas está tudo bem e podem conviver com os filhos do jogador. Quando eles arranjam namorada, começam a surgir os inúmeros obstáculos para o pai poder estar com os filhos. No entanto, elas dizem ter perdoado os ex-maridos. Pois, pois...

É normal sentirmos vontade de nos afastarmos de quem não gostamos, de quem nos fez (ou faz) mal, de nos libertarmos. Isso é da natureza humana e está muito bem que seja assim. Que nos afastemos, pois não há mal nisso. Só que este procedimento está muito longe de ser o «perdão». A libertação em relação a outra pessoa está na mente e não no espaço físico. É a raiva e a mágoa que nos prendem. Enquanto estes sentimentos existirem, não se processa o acto de perdoar.

Só curando essa raiva e essa mágoa é que nos preparamos para iniciarmos o caminho do perdão. Repito: para iniciarmos o caminho do perdão.

Nem sequer vou entrar por aquele campo que nos diz isto: o nosso Eu Superior conhece a história completa...

18 Novembro 2012

2 de outubro de 2012

Filmes da minha vida - «Contacto»: será que o universo desperdiça espaço?


«O universo é tão abismalmente grande e com tantas galáxias que se só no nosso planeta houvesse vida inteligente, o que seria um enorme desperdício.»

Esta frase [mais ou menos] foi dita em duas ocasiões diferentes no filme «Contacto» [1997] por Jodie Foster e Matthew McConaughey dentro do contexto da obra.

Um bonito e intenso filme, bem ritmado e com excelentes interpretações.

O filme foi baseado no romance com o mesmo título de Carl Sagan, publicado em 1985. Foi realizado / dirigido por Robert Zemeckis, que teve que ceder em algumas partes para deixar as consciências norte-americanas mais sossegadas. O eterno medo do desconhecido, muito bem aproveitado pelo Governo Sombra do Mundo.

Foi um filme envolto em polémicas da era Clinton e encabeçadas pela CNN que não gostou de se ver retratada no filme, como se isso não acontecesse todos os dias e várias vezes por dias.

O filme conta a história de uma cientista e a sua incessante busca por contacto com alguma civilização extraterrestre. O resto não vou contar... :))) Em vez de ficar agarrado a uma novela, alugue este filme na tv por cabo. Prometo-lhe 2 horas absolutamente impecáveis de cinema fantasiado e de como é o mundo [que ainda não mudou tanto assim] 15 anos depois [hoje, em 2012]

A opinião geral dos espectadores jovens é que não apreciam o filme pois não há lutas entre facções rivais. Isso, só mesmo na casa dos segredos... :))

Na verdade, o filme não deve ser colocado na lista dos habituais filmes de ficção científica, pois é muito mais que isso. Trata de questões superiores, como  a frase com que início o post. É, antes de mais, uma história que nos coloca questões, ou, a QUESTÃO MAIOR: quem somos e de onde viemos? Ou, o que somos? Estamos sós? Tem um dos mais brilhantes diálogos que já me foi dado apreciar em cinema. Ah, e a Jodie Foster está brilhante, sim.

O filme «Contacto» tenta explicar-nos de que forma poderíamos fazer uma viagem interestrelar e quando chegássemos ao destino que tipo de formas de vida iríamos encontrar e como comunicar com elas. Quanto a mim achei extraordinária a forma que Carl Sagan imaginou, simplesmente Ellie [Jodie Foster] encontra-se inconsciente e através da mente os de Vega comunicam com ela pela memórias do seu pai e terá sido esse facto que o público não terá entendido. Deixo a pergunta: de que outra forma achamos que podemos comunicar com outras formas de vida? Na fase em que nos encontramos? Achamos mesmo que será falando com o aparelho bocal comum?

Eu tenho Quiron Rx em Sagitário [1º decanato] na Casa VII. É claro que eu vim a esta reencarnação fazer a ponte entre os terrestres e os não terrestres. Se lerem muitos dos meus artigos verão que sim, que tenho feito essa ponte.

Para mim, os bons filmes de ficção científica são os que relatam e reconstituem da melhor forma a nossa presença no espaço , como «Contacto» e o «2001- Odisseia no Espaço» e, de forma muito transversal «Matrix» e a o 1º filme da série «Guerra das Estrelas». Os outros são meros filmes de acção e não ajudam nada sentirmos que temos «vizinhos» pacíficos. Porém, são estes que o grande público aplaude e enchem as salas de cinema, mas enfim...

A minha intenção era fazer um pequeno post sobre a frase «O universo é tão abismalmente grande e com tantas galáxias que se só no nosso planeta houvesse vida inteligente, o que seria um enorme desperdício.», mas saiu um comentário mais alargado.

http://www.imdb.com/title/tt0118884/

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26 de maio de 2012

Recomendo a leitura deste magnífico texto de Vera Braz Mendes: «Vénus - Amor no Coração do Sol»


É imprescindível a leitura deste magnífico texto

[Clique no título do artigo]

Vera, grato pela referência no seu texto.

Sem dúvida alguma dos melhores textos que li sobre a
Vénus retrógrada que actualmente vivenciamos.

[Quando o chamamento é imperioso, é necessário interrompermos
o descanso do fim-de-semana. Foi o caso. Bendita interrupção.
Agora, com a missão cumprida, é hora de desligar o computador.]


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9 de janeiro de 2012

Uma visão cósmica e universalista

O homem primitivo, intimamente ligado à natureza que o rodeava, expressava de forma espontânea e verdadeira a sua espiritualidade. Através do seu instinto e intuição, sentia a existência do transcendental, sentimento este que pulsava, de forma nítida, na essência energética daqueles seres simples, ainda vazios de conhecimentos, porém plenos de autenticidade.

À medida que a civilização humana começou a galgar novos degraus da escala do progresso, deixando cada vez mais de ser instintiva e intuitiva, passou a reprimir para os porões do inconsciente as percepções inatas e verdadeiras. Deixando para trás a infância histórica, passou pela física moderna, abriu as portas para a percepção da existência do mundo espiritual.

A humanidade já não se satisfaz com os preceitos rígidos das religiões dominantes. O homem é um ser que indaga e quer saber, afinal, quem é, de onde vem e para onde vai.

A dissociação existente entre ciência e religião, verdadeiro abismo criado pelos homens, levou os indivíduos a terem uma visão fragmentada da vida. Os conselhos religiosos, tão úteis em épocas remotas, hoje tornaram-se bastantes desfasados em relação à evolução contemporânea. As orientações dos religiosos foram sendo substituídas pelos médicos, psicólogos, pedagogos, astrólogos, etc.

O que frequentemente observamos é a influência de respostas às ansiedades íntimas do indivíduo ou da própria sociedade. O que lhes falta? Por que profissionais extremamente capacitados, sérios e estudiosos se sentem limitados para compreender o sofrimento humano?

Por que pessoas justas às vezes sofrem tanto, e outros, egoístas, que se comprazem no sofrimento do próximo, prosperam tanto? Há quem viva semanas, meses ou poucos anos, enquanto outros vivem quase um século! Por quê? Por que para uns, a felicidade constante, e para outros a miséria e o sofrimento inevitável? Por que alguns seriam premiados pelo acaso, com as mais terríveis malformações congénitas? Por que certas tendências inatas são tão contrastantes com o meio onde surgem? De onde vêm?

Não há como responder a estas questões, conciliando com a crença tradicional, numa Lei Universal justa e sábia, se considerarmos uma vida única para cada criatura.

O ateísmo e o materialismo são consequências inevitáveis da rejeição às crenças tradicionais, surgindo, naturalmente, pela recusa inteligente a uma fé cega num Ser que, aparentemente, preside aos factos da vida sem qualquer critério de sabedoria, amor e justiça.

A cosmovisão espiritualista, alicerçada no conhecimento das vidas sucessivas, onde residem as causas mais profundas dos nossos problemas actuais traz-nos respostas coerentes. O conceito de “reencarnação” propicia uma ampla lente através da qual poderemos enxergar a problemática da vida.

As aparentes desigualdades, vivenciadas momentaneamente pelas criaturas, têm justificativa nos graus diferentes de evolução em que se encontra no momento. Além disso, sabe-se, pelas leis da reencarnação, que cabe a todas as criaturas um único destino: a felicidade.

A evolução inexorável é feita pelas experiências constantes e a aprendizagem decorrente. Os actos da criatura ocasionam uma sequência de causas e efeitos que determinam as necessidades da reencarnação, a si própria, em tal meio ou situação. Há colheita obrigatória, decorrente de livre semeadura, e sempre novas oportunidades de semear.

Cada ser leva para a vida espiritual a sementeira do passado, trazendo-a consigo, ao nível celular e do inconsciente, ao renascer. Se uma existência não for suficiente para corrigir determinadas distorções, diversas serão necessárias para resolver uma determinada tendência, é a longa caminhada da vida.

Os nossos actos do dia-a-dia, por sua vez, são também novos elementos que se juntam ao nosso património energético, pois os arquivos que criamos são sempre ao nível de campos de energia, influenciando intensamente, atenuando ou agravando as desarmonias energéticas estabelecidas pelas vivências anteriores.

A teia do nosso destino, portanto, não é exclusivamente determinada pelo nosso passado. O livre arbítrio que possuímos também tece os finos fios desta teia, a cada momento, num dinamismo sempre renovado.

A diversidade infinita das aptidões, ao nível das faculdades e dos caracteres, tem fácil compreensão. Nem todos os espíritos que reencarnam têm a mesma idade, milhares de anos ou séculos pode haver na diferença de idade entre dois seres humanos. Além disto, alguns galgam velozmente os degraus da escada do progresso, enquanto outros sobem lenta e preguiçosamente.

A todos será dada a oportunidade do progresso pelos retornos sucessivos. Necessitamos passar pelas mais diversas experiências, aprendendo a obedecer para sabermos mandar; sentir as dificuldades da pobreza para sabermos usar a riqueza. Repetir muitas vezes para absorver novos valores e conhecimento. Desenvolver a paciência, a disciplina e o desapego aos valores materiais.

São necessárias existências de estudo, de sacrifício, para crescermos em ética e conhecimento. Voltamos ao mesmo meio, frequentemente ao mesmo núcleo familiar, para reparar os nossos erros com o exercício do amor. Deus, portanto, não castiga nem dá prémios; é a própria Lei da Harmonia que preside à ordem das coisas.

Agirmos de acordo com a natureza, no sentido da harmonia, é prepararmos a nossa elevação, a nossa felicidade. Fazendo-nos conhecer os efeitos da lei da responsabilidade, demonstrando que os nossos actos recaem sobre nós mesmos, estaremos a permitir o desenvolvimento da ordem, da justiça e da solidariedade social tão almejada por todos.

Repito-me de outros textos: é para entender tudo isto que estudo astrologia. E para entender outras coisas.




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3 de novembro de 2011

Conferência "A ENERGIA MONETÁRIA EM 2012" por António Rosa. No 'Cristal de Cura' (Ericeira), dia 20 de Novembro, das 15 às 18 horas.


Conferência "A ENERGIA MONETÁRIA EM 2012" por António Rosa.
No 'Cristal de Cura' (Ericeira), dia 20 de Novembro, das 15 às 18 horas.
Valor pela participação: 30 euros

O 2012 parece ser um ano mítico, de mudanças fortes para uns, e de catástrofes para outros. Nessa tarde na Ericeira abordarei sobretudo as questões ligadas à energia monetária. Como será? Que dizem os astros no seu mapa? Planetas importantes mudarão de signo em 2012 e isso trará as mudanças que mencionei acima. Serão analisados os mapas das pessoas presentes nesta tarde de conversa astrológica, se assim o desejarem.

No ano em que Saturno vai ingressar em Escorpião, como podemos olhar para este evento cósmico? Como nos situarmos num país como Portugal, que atravessa uma crise profunda?

Mas para analisar todas estas questões, é fundamental fazermos a pergunta base: o que é a energia monetária? E como dependemos, hoje em dia, desta energia?

Espero por si,

António Rosa

Para reservar a sua presença na conferência:

Ao cuidado de Luísa Sal
Telefones: 968061279 ou 925369755      
Email: contactos@cristaldecura.com

No Facebook, aqui.

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20 de outubro de 2011

O Sol entra em Escorpião a 23 Outubro

Ilustração daqui.
Por sugestão do Marcelo Dallaaqui


Missão superior:
Aprender a utilizar os momentos dolorosos para crescer e compreender.

Escorpião é o 2º nível do Elemento Água. Nele se processa o confronto do desejo e da morte, do instinto e do espírito. Em Escorpião o desejo de poder atingir a máxima violência, condicionando obsessivamente o comportamento. É um signo fixo, radical.

Nele, os sentimentos são interiorizados, contidos ao limite, secretos. Somente se exteriorizam por pulsões obstinadas e compulsivas. Podem conduzir jogos perversos, fria e inteligentemente controlados, manipuladores dos sentimentos alheios. O Escorpião identifica-se com o seu poder, para ele, a afirmação de poder é a consciência da sua identidade.

Por levar a sobrevivência às suas últimas consequências, à fronteira da morte, o Escorpião desafia tudo, até essa última confrontação. A sua guerra é íntima, psíquica, subjectiva, travada entre o Eu instintivo e a recusa de uma outra dimensão.

O não medo de ir ás últimas consequências desta recusa torna este signo potencialmente tenebroso e simultaneamente, confere-lhe o poder alquímico de se transcender, vencendo a morte. Ao negar a morte, perde-se o medo de morrer. É o milagre do nascimento interior, a via do espírito, o começo de qualquer Processo Iniciático.

Pela Lei da Polaridade Universal, só quando duas forças chegam à fase de oposição podem virar no seu contrário. Só no fundo do túnel se vê a luz. Esta é a sabedoria do Escorpião.

Quando o Ser se pacifica e flui sem resistência, transmutando o desejo em aceitação incondicional, então tudo se integra em harmonia pela dissolução profunda dos conflitos. Implica uma rendição, um sim interior. Imenso e obscuro sim, o sim da salvação pelo qual a carga psíquica inconsciente se liberta e desvanece. Íntima docilidade à essência amorosa da vida, que estranhamente devolve o homem à Ordem Inteligente do Universo e o faz aceitar a vida em si, sem reservas.

Plutão, co-regente de Escorpião, é o deus do infra mundo, a carga subterrânea das origens ainda presente em cada um de nós. Força animal, cega, irracional, traduz-se em luta pela posse e pela sobrevivência. Marte, co-regente de Escorpião, mostra-nos o impulso activo, o desejo, tendencialmente obstinado, intenso, de uma agressividade introvertida, elevada à máxima potência pelo poder abissal de signo.

O signo de Escorpião é esotericamente considerado a Porta Oculta do zodíaco. Abre para o signo de Sagitário que simboliza a fé possível numa outra dimensão.

O Fogo do Sagitário expande o homem dignificado, transcendido, liberto pelas Águas regeneradas do Escorpião. Escorpião é a passagem, a transição para o 3° nível do Zodíaco. Liga dois mundos, duas forças, duas dimensões. Pela aceitação da morte, o homem em Escorpião vai da sobrevivência à consciência incondicional.

A Casa 8 pertence a Escorpião e é a 2ª Casa cármica, em que o Eu se confronta com a prisão obscura do seu próprio passado. Obriga a exorcizar antigos medos. É a carga psíquica e instintiva condicionada pelo desejo. É a vida sentida como obsessão de sobrevivência. O Signo e os Planetas que se situam na Casa VIII agem pressionados por memórias irracionais de mal-estar inconsciente. Afirmam-se frente aos outros através de uma qualquer forma de poder: material, sexual, ou psíquico. A Casa 8 é uma área de regeneração, de transformação interior, por isso é chamada a Casa da Morte.

Daqui.

1º nível de evolução:
Situam-se os legados, as heranças, as dependências de bens alheios que nos impedem a confrontação real com o valor próprio. Condicionam-nos aos outros, reduzem-nos, dificultam a descoberta da nossa identidade.

2º nível de evolução:
Simboliza a força do instinto vivida como afirmação do poder do Eu sobre os outros. Traduz-se em atitudes compulsivas não detectadas pela consciência. É o mundo da dependência psíquica, da possessividade, da não liberdade emocional. A este nível o sentimento que domina o Eu é o desejo obsessivo de Marte e Plutão. Um medo remoto e inconsciente domina a personalidade.

3º nível de evolução:
É a área onde se situa a grande alquimia do Ser. A transformação do Eu em profundidade, a dolorosa confrontação com a sua impotência, com a anulação do desejo. É uma morte psíquica. Dá-se quando a vida nos obriga a largar o que julgávamos ser a nossa força, a nossa obscura segurança, a nossa arma de poder. Esta morte é a porta oculta contida na vibração do Escorpião. Experiência interior de aceitação de perda, de anulação do Eu, vivida como processo de regeneração. Abre uma nova vida, aceite como íntima e transcendente realidade. É a via da salvação, a chave iniciática para a última dimensão do Ser.

Parabéns a todas as pessoas do signo Escorpião.


Texto publicado no site «Escola de Astrologia Nova-Lis», em Abril 2007.


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17 de agosto de 2011

Parece que, para se ser um espiritualista moderno da Nova Era, é necessário ser contra...


Parece que, para se ser um espiritualista moderno da Nova Era,
é necessário ser contra as religiões e igrejas, como a católica,
como se a espiritualidade praticada nestes meios,
fosse menos verdadeira...

A  ser assim, que me expliquem bem explicadinho,
o que fazem os jovens (cerca de 1,5 milhão), oriundos de 139 países,
em Madrid, para participarem no mega-evento
«Jornada Mundial da Juventude 2011» (26ª edição)?

Estão só na «farra»? Não existe espiritualidade na fé demonstrada assim?

Os modernos espiritualistas como explicam este fenómeno? 

 
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5 de julho de 2011

Feira Alternativa Porto 2011 - 8,9,10 Julho

Três dias para mudar de vida!
Palácio de Cristal 8, 9 e 10 de Julho 2011

A Feira Alternativa criou uma programação a pensar em todos, mas é também um evento para famílias onde os mais pequenos também não foram esquecidos. No espaço criança estão agendadas aulas de yoga e dança, atelier de pintura e culinária e também a elaboração de perfumes naturais e jardinagem.

No palco para além de concertos de guitarra, oboé, sitar, didgeridoo, trance dance e música popular brasileira, haverá teatro, dança contemporânea, indiana, oriental, africana e também um baile!

Fornos solares, oficinas de ecologia e reutilização e agricultura biológica urbana são propostas dos "Encontros na Relva".

Massagem indiana à cabeça, dança com riso e biopsicologia são propostas da agenda de aulas e workshops do evento, e no auditório encontramos palestras e temas como a evolução da consciência na vida quotidiana, conhecimento das competências emocionais e auto-coaching,

A Feira Alternativa Porto 2011 é um verdadeiro festival de ideias, musica e dança. Três dias de actividades, três dias para mudar o mundo!

Programa, passatempos e mais informações em www.terraalternativa.com 

Propósito do Evento

Assumir a responsabilidade por um mundo melhor! Estar no mundo de outra maneira e partilhar novas ideias para ajudar a construir um mundo mais justo.

Cuidar da sua saúde - Alimentação natural, ecologia e sustentabilidade, medicina oriental e terapias alternativas.

Proteger o ambiente - Sustentabilidade, reciclagem, agricultura biológica, permacultura, energias renováveis e turismo ambiental

Viver com mais qualidade - Massagens, Shiatsu, Ayúrveda, yoga, musicas do mundo, livros e técnicas para a expansão mental

Ser feliz! - O entretenimento, com a presença de artesanato, concertos, exibições, espectáculos, workshops e aulas.

Domingo dia 10, concerto meditativo de entrada livre no Pavilhão Rosa Mota:

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6 de junho de 2011

José Sócrates abandona a liderança do PS - um excelente exemplo do que é o «livre-arbítrio»


Às 21h30 do dia das eleições legislativas - 5 Junho 2011 / Lisboa -, José Sócrates confirmou a sua derrota democrática nestas eleições, anunciando também a sua demissão do cargo de secretário-geral do PS, que ocupou nos últimos sete anos. [ É um sub-ciclo de Saturno] «É chegado o momento de abrir um novo ciclo político na vida do partido.»


Neste post aqui, escrevi isto, a nível astrológico: «Curiosamente, devido ao actual movimento retrógrado de Saturno ligou-se à Parte da Fortuna e Júpiter natais, indicando que nas eleições terá uma percentagem de votos favoráveis muito significativa, mas dificilmente ganhará as eleições para formar novo governo. No entanto, sentar-se-á na Assembleia da República como deputado da oposição.» Note-se no meu equívoco. Parti do princípio (errado) que ele se manteria na política. Mas Sócrates escolheu um destino diferente para a sua própria vida. Fez funcionar, de forma exemplar, o seu livre-arbítrio.

É nestes pormenores que os estudantes de astrologia podem perceber com exactidão milimétrica, como o livre-arbítrio de cada ser humano sobrepõe-se ao seu mapa astrológico. Este é o exemplo que nos ensina que a astrologia não é fatalista.

José Sócrates poderia, com toda a legitimidade, continuar a ser secretário-geral do PS e sentar-se na Assembleia da República, como deputado. No entanto, escolheu e usou o seu livre-arbítrio para se afastar de qualquer cargo político.

«Confessando sentir-se com a 'serenidade interior' de quem 'deu o seu melhor até ao limite das suas forças', garantiu não lamentar o que não fez, mas recordar o que fez. 'Não levo nem ressentimentos, nem amarguras. Não são essas as companhias que quero para os tempos felizes que tenho pela frente', afirmou ainda, antes de terminar dizendo: 'O meu coração está preenchido de amor ao meu país e de amor aos meus compatriotas''Novos Tempos' esotéricos que se aproximam, mesmo para a classe política. Os banqueiros serão os últimos a entrarem nesta mudança de enorme ciclo astrológico. Quem quiser conhecer mais sobre este ciclo astrológico que falo, pode clicar aqui.

Goste-se ou não do homem, foi um discurso notável. Teve alma e grandeza. Cumprindo o seu destino.

Este exemplo de livre-arbítrio, aplica-se à vida de cada um de nós. A astrologia aponta potenciais caminhos, mas é o ser humano quem escolhe o trilho que quer percorrer. Entendidos?

A partir de Agosto de 2012, o mapa astrológico de José Sócrates entrará num ciclo muito positivo. Aguardemos para percebermos que escolhas fará.

No momento do discurso (21h30) a Lua em trânsito estava em Leão (recebendo as atenções de todos) na casa 4 (regressando ao convívio familiar, afastado da política) a 6º de uma conjunção com Úrano natal, trazendo o «inesperado» para este país - o seu abandono da vida política, para já. Exemplar. 






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