Ajudar e ser ajudado

10 de novembro de 2010 ·


Há muitas alturas da vida em que precisamos de ajuda e o apoio que solicitamos parece não estar disponível. Podemos amaldiçoar a sorte ou sentir que somos uma vítima das circunstâncias e perguntamos, "Por que será que isto me está a acontecer?"

Existem muitos factores que contribuem para a receptividade à ajuda, sobretudo as questões do livre-arbítrio e da escolha individual, mas o factor mais significante é a capacidade e a vontade de pedir. Precisamos aprender a receber a ajuda que realmente necessitamos e desejamos. Precisamos aprender a pedir a ajuda que necessitamos.

Antes de mais, temos que perceber o seguinte: quando as pessoas precisam de ajuda e outras lhes oferecem o respectivo auxílio, a resposta a esse auxílio é crucial para a qualidade da ajuda que irão receber. Por exemplo, se visses uma pessoa a carregar com dificuldade uns sacos pesados e disponibilizasses a tua ajuda, ficarias mais apto a ajudá-la, se a pessoa respondesse depressa e afirmativamente.

Por hábito, as pessoas recusam a ajuda ou são lentas a responder. Terias de te esforçar muito mais e despender mais energia para aliviar a pessoa do peso que carrega. Caso a pessoa não quisesse realmente a tua ajuda ou se sentisse constrangida em a aceitar, sentindo-se na obrigação de a recusar, seria normal que optasses por não voltar a oferecer a tua ajuda. Certas pessoas estão tão mentalmente treinadas a resistir ao apoio que necessitam, que obrigam as pessoas que se estão a oferecer a esforçarem-se várias vezes mais do que o necessário.

A maioria de nós já desempenhou ambos os papéis. Todos nós só temos a ganhar se aprendermos a aceitar a ajuda que nos oferecem, bem como a oferecê-la aos outros. Em muitas situações, a necessidade a satisfazer é menos óbvia do que ajudar alguém a levar sacos pesados e, normalmente, essa necessidade passa bastante despercebida, a menos que a pessoa que precise de ajuda esteja disposta a pedi-la.

Em várias relações (pessoais ou profissionais), as pessoas têm tanto medo de serem vistas como vulneráveis, incompetentes ou mal sucedidas que lutam sozinhas com tarefas muito grandes. Normalmente, esta situação acontece em ambientes profissionais competitivos e desprovidos, do topo ao fundo da hierarquia, de um espírito saudável de trabalho de equipa. Costuma haver muito medo em pedir o apoio aos outros, para não serem considerados incapazes de fazerem o seu trabalho. Também acontece temerem que um colega ambicioso assuma as suas responsabilidades e lhes tire o cargo (emprego/salário).

Se, nas nossas relações humanas, não pedirmos ajuda, nunca aprenderemos uns com os outros nem construiremos parcerias de apoio. Se necessitas de ajuda, pede-a. Uma indicação da tua disponibilidade ao apoio é tudo o que é necessário. Ao pedires ajuda, estás a usar o teu livre-arbítrio no sentido correcto, autorizando que os outros intervenham. Ou, então, co-cria mentalmente esse pedido... Não te esqueça de agradecer.

[Artigo publicado no dia 26/7/2008, aqui.]

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55 comentários:

IdoMind disse...
10 de novembro de 2010 às 00:13  

Ursinho

Saiste da cova para dizer que precisas de ajuda? Eu perguntei...

Olha António este post não podia ser mais assertivo.

Eu era assim, incapaz de pedir ou aceitar ajuda porque era capaz de tudo sozinha. Não precisava de incomodar ninguém.

Aprendi que essa minha atitude impedia quem me rodeava de mostrar o seu amor por mim.
Desde então peço e ofereço com a naturalidade. E recebo-a da mesma forma.
Pedir ajuda é fazer o carinho circular...

um beijo e espero que estejas melhor

inês de barros baptista disse...
10 de novembro de 2010 às 00:28  

'Certas pessoas estão tão mentalmente treinadas a resistir ao apoio que necessitam, que obrigam as pessoas que se estão a oferecer a esforçarem-se várias vezes mais do que o necessário.'

tantas vezes muito mais que o necessário...

na mouche, meu querido António ♥

abraço

marcelo dalla disse...
10 de novembro de 2010 às 00:57  

Excelentemente bem colocado meu querido! Um artigo bem conseguido, pode levar luz pra muitas pessoas! :)
Adorei e vou divulgar!!!!
abraços

Susana Vitorino disse...
10 de novembro de 2010 às 01:01  

Só tenho um comentário a fazer: a minha Lua Saturno vai alí cortar os pulsos e já volta!

Que murro no estômago, daquilo que sei ser mais que verdade...

Obrigada!

Obrigada!

Obrigada!

E o que eu tenho aprendido consigo sobre receber ajuda... aprender a aceitar...

nem consigo comenta mais nada!

beijos repenicados******

Serginho Tavares disse...
10 de novembro de 2010 às 01:18  

Este post é tão maravilhoso, uma leitura MEGA obrigatória que eu não poderia deixar de postar no Justo e Digno para todos virem aqui!

P-E-R-F-E-I-T-O

abração e fica bom logo da gripe. recebi seus abraços e mando aqui outros mais queridão!

Paulo Francisco disse...
10 de novembro de 2010 às 01:31  

Camarada, este texto é muito bom. Parabéns!!!!!

FOXX disse...
10 de novembro de 2010 às 01:55  

verdade, precisamos saber a hora de pedir ajuda.

Lúcia Soares disse...
10 de novembro de 2010 às 02:04  

Eu sempre peço ajuda, quando preciso. Grito alto e em bom som.
Mas nem sempre a ajuda vem como queremos, ou precisamos.
Não sei, é tão difícil sentir-nos frágeis, mas todos têm seus momentos assim na vida.
O texto é ótimo, sempre novo.
Beijo.

António Rosa disse...
10 de novembro de 2010 às 07:25  

Querida IdoMind,

Gostei das tuas palavras. Nem imaginas quanta ajuda eu necessito, mas felizmente, vou pedindo e vou recebendo. Nos últimos dias, então, com a gripe, precisei mesmo de miminhos e chás quentes.

Beijos e muito obrigado.

António

António Rosa disse...
10 de novembro de 2010 às 07:25  

Olá Inês,

Muito obrigado pelas palavras. Foram mesmo necessárias para mim.

Abraço

António

António Rosa disse...
10 de novembro de 2010 às 07:32  

Marcelo, meu querido

Daqui a pouco irei até ao Facebook e agradecerei mais uma vez a divulgação. Muito obrigado.

António

António Rosa disse...
10 de novembro de 2010 às 07:33  

Susana,

Eu é que agradeço as palavras generosas. Essas Luas Saturnos são umas marotas. Aprendi com a vida a pedir ajuda e também a receber. Sendo cedinho, estou a precisar de um chá bem quentinho. Vou ter que fazer eu, pois o Tibério não me ajuda nessas coisas domésticas.

Muitos beijos

António

António Rosa disse...
10 de novembro de 2010 às 07:34  

Serginho,

Muito e muito agradecido pela indicação lá no Justo e Digno. Vim de lá agora, de lhe ter dado um abraço.

Agradeço-lhe também que essa sua indicação permitisse conhecer o blogue do Foxx.

Grande abraço

António

António Rosa disse...
10 de novembro de 2010 às 07:38  

Paulo Francisco,

Vindo de quem escreve tão bem, receber esse elogio é música especial para mim.

Grande abraço,

António

António Rosa disse...
10 de novembro de 2010 às 07:38  

Foxx

Temo-nos visto no blogue do Serginho. Vim agora do seu blogue, onde lhe deixei um abraço e já o estou a seguir, além de já estar na minha lista de blogues, para o acompanhar de perto.

Muito agradecido,

António

António Rosa disse...
10 de novembro de 2010 às 07:39  

Lúcia

Gostei do seu comentário. A vida já me ensinou que a ajuda nunca vem como mentalmente a idealizámos, mas sim em função das nossas reais necessidades. É mesmo difícil essa fragilidade que fala.

Muito agradecido.

Beijo.

António

ESpeCiaLmente GaSPaS disse...
10 de novembro de 2010 às 10:03  

Um texto que dá que pensar sem duvida!

Eu gosto de ajudar mas sinto-me "estranha" em pedir ajuda... tenho sempre a sensação que vou incomodar alguém...

pensandoemfamilia disse...
10 de novembro de 2010 às 10:53  

Bom dia
Excelentes colocações. A onipotência às vezes impede que as pessoas percebam a necessidade das trocas para a nutrirmos o apoio mútuo. Daí osentimento de solidão que pode surgir.
bjs

Hanah disse...
10 de novembro de 2010 às 11:07  

Bom dia Antonio,

Maravilhoso o artigo, vou levar comigo...


Grande Abraço

Hanah

Cristiano Melo disse...
10 de novembro de 2010 às 11:10  

É meu caro,
Vieste com um texto muito bem escrito e explicativo, de algo que muitos não se apercebem, não sabem receber, nem só ajuda, mas não sabem receber nada, nem carinho, afeto, respeito, solidariedade etc. e já vem com uma frase, geralmente sarcástica, para esconder a sua inaptidão em RECEBER.
O que dirá em PEDIR, quase impossível.
Até mesmo para quem tem esta percepção, em determinadas situações, deixamos de aceitar/pedir ajuda. Há de ficarmos atentos, isso muda a energia ao seu redor.
Um exemplo claro e prático: antes de ler seu texto, acabava de desligar o telefone a um amigo que me ofereceu uma ajuda, da qual eu realmente precisava, e gentilmente neguei e agradeci. E, agora, logo em seguida, leio o seu texto.
NADA É POR ACASO mesmo, muito obrigado, irei ligar agora ao meu amigo e pedirei a sua ajuda de que preciso.

Forte abraço meu caro amigo

Cris

Luciene de Morais disse...
10 de novembro de 2010 às 12:01  

Muito bom e verdadeiro seu texto, Antonio. Uma lua escorpiana como a minha e duplamente saturnina (na décima e quadrada ao mesmo) sabe muito bem e já viveu muito o que você disse. Há muitos anos estou nesse aprendizado do pedir, sabe? Aprendi, um pouco, acho.
Porque como a Lúcia disse, também tem o outro lado da moeda. Aquele que ouve o pedido. Lembra daquele Alexandre (o gente boa), de um blog japonez que respondeu imediatamente "MU", para outro blogueiro que procurava respostas, do outro lado do mundo, na postagem que você pos aqui há poucos dias? Então, aprendendo a pedir, aprendi que muito pouca gente tem essa disposição. Mesmo as pessoas mais espiritualizadas. Estamos na matéria... e todo tipo de imperfeição que isso enseja. Percebo que muita gente é extremamente veloz para trocar gentilezas e amabilidades "do outro mundo", mas quando o pedido é claríssimo, e é de uma coisa realmente importante para você, e isso é muito visível, (e, em tese, a pessoa tem a resposta, quer dizer pode ajudar e aliás, pode até viver oferecendo ajuda pra todo mundo) ao invés do "MU", pode-se receber um estrondoso "Não", em um grito silente. Então aprendi a aceitar esse tipo de coisa, também. Porque é muito mais comum do que parece. Esse tipo de não-resposta, me ensinou a atender os pedidos que me chegam e eu posso fazê-lo, só porque me chegam, apenas pelo sentimento de necessidade do outro, sem passar pelo meu julgamento, vaidade ou avareza. A gente pode melhorar.
Beijo
Depois dessa lunação escorpiana na décima, a lua transita minha 12, rs

António Rosa disse...
10 de novembro de 2010 às 12:11  

Gaspas,

Muito agradecido pelo comentário. Somos treinados desde pequenos a não mostrarmos as nossas fragilidades. E pedir ajuda, é uma delas.

António Rosa disse...
10 de novembro de 2010 às 12:11  

Pensando em Família,

Muito agradecido pelo comentário. Muito oportuno e na 'mouche'.

Beijo.

António

António Rosa disse...
10 de novembro de 2010 às 12:11  

Hannah,

Muito obrigado por levar consigo o artigo. Foi feito para isso mesmo. Para ser levado e entendido e praticado.

Grande abraço

António

António Rosa disse...
10 de novembro de 2010 às 12:16  

Olá Cristiano,

Nada é por acaso. Estou completamente de acordo com a sua descrição. Bem tocada. Não me esqueci do nosso assunto, mas com a minha gripe não tem sido possível, mas creio que dentro de dias ficará pronta.

Vá, porque não chama o seu amigo e aceita a ajuda que ele te quer oferecer?

Grande abraço

António

António Rosa disse...
10 de novembro de 2010 às 12:21  

Olá Luciene,

Esta aprendizagem não está intimamente ligada à espiritualidade, mas sim ao ego e à razão, pois somos formatados desde pequeninos para isso, para não mostrarmos a nossa fragilidade. Quanfdo pedimos ajuda recebemos um não, temos apenas que aceitar. É o livre-arbítrio do outro a funcionar. A vida já se encarregará de lhe dar experiências nesse sentido. E é nesta vida que se aprende. A sua aprendizagem não é nada fácil com esse scorpio forte a funcionar. Não gosta de desvelar. Mas por outro lado, você deve ter um bom Mercúrio, creio eu... :)))

Beijo

António

Luciene de Morais disse...
10 de novembro de 2010 às 13:00  

Em todos os sentidos você tem razão Antonio.
Aceitar o livre arbítrio do outro também está sendo um aprendizado importante.
Ás vezes parece injusto, e outras, realmente o é.
Não tem sido um aprendizado fácil não. Além de tem uma lua voltada à auto preservação, minha lua é conjunta a netuno, sabe? (mas esse netuno não quadra saturno). Foi difícil entender que outros não "sabem de antemão" o que você precisa, já que a necessidade do outro pra você é tão evidente.
Aprender a pedir já foi um parto. Expor as vulnerabilidades.
Aprender a pedir e por cima ouvir nãos e ainda aceitá-los, mais ainda. Expor as fragilidades e o outro escolher não atendê-las. Porque sim e pronto.
Afortunadamente, meu meio do céu não é em escorpião (este está interceptado), mas em libra. Você tem razão, meu mercúrio é geminiano e de quinta casa. Júpiter e vênus de terceira casa e bem aspectado, afortunadamente me ajudam. Muito obrigada, Antônio, pela gentileza da sua resposta.
Beijo =)))
PS (embora raramente eu comente, leio sempre e aprendo muito com você, e há muito tempo, uns 2 anos)

Astrid Annabelle disse...
10 de novembro de 2010 às 13:02  

Levei mais de cinqüenta anos para começar a aprender tudo isso António!
Fui criada para ser perfeita e aí, meu amigo, a coisa ficou feia...
E foi através de um texto de Osho que recebi esta primeira orientação sobre ajudar/receber.
Oferecer, se doar não chega ser complicado...receber, abrir os braços, falar com todas as letras...EU PRECISO...é o grande desafio.
Amei seu texto...e recebi a ajuda com certeza!
Para ser lido e relido muitas vezes!
Acabei de fazer um chá de hortelã com mel...quer um pouco?
Beijo tua alma
Astrid Annabelle

António Rosa disse...
10 de novembro de 2010 às 13:12  

Luciene,

:))

«minha lua é conjunta a netuno, sabe?» - que lhe posso dizer mais. Em privado, muito em privado, quando encontro essa configuração costumo dizer, brincando 'bruxinha'!!!

«Foi difícil entender que outros não "sabem de antemão" o que você precisa» - claro que não! você com esse posicionamento é que 'sente' as necessidades dos outros. Por alguma razão será.

Que pena não ter esse Neptuno em contacto com Saturno.

«Você tem razão, meu mercúrio é geminiano e de quinta casa. Júpiter e vênus de terceira casa e bem aspectado, afortunadamente me ajudam.»

Muito obrigado. De um bruxinho para outro: lindo dharma o seu! Aproveite-o.

Muito obrigado por ter dito que lê as minhas coisas há 2 anos, sem se expor! Fantástico. A minha Lua em Sagitário adora ouvir isso.

Um beijo para si.

António

António Rosa disse...
10 de novembro de 2010 às 13:16  

Olá Astrid,

Dois anos e quatro meses depois, cá estamos novamente a falar deste assunto.

Também eu demorei a prender isso, quase o mesmo, uns 50 anos.

Aceito o seu chá de hortelã com mel.

Você escreveu há 2 anos isto: «É livre a pessoa que se permite ser ajudada...e livre também quem ajuda por compaixão. O segredo portanto é ser livre!!!»

Um beijo e até logo

António

Astrid Annabelle disse...
10 de novembro de 2010 às 13:36  

Você é fogo meu querido!!!rssss
É isso mesmo...ser livre...
Mais um beijinho, mais um miminho...
Astrid Annabelle

Tereza Ferraz disse...
10 de novembro de 2010 às 13:37  

Bom dia Grande Coração!
Belo e sentidas palavras (verbo ação).
Astrid,
que belo depoimento.
bjs nos corações

António Rosa disse...
10 de novembro de 2010 às 14:08  

Astrid

:))))

António Rosa disse...
10 de novembro de 2010 às 14:08  

Querida Tereza

Que bom tê-la aqui.

Beijo grande.

António

Siala disse...
10 de novembro de 2010 às 14:18  

António...primeiro que tudo, se precisares de ajuda e for algo em que eu possa ajudar estou cá! Peixes que é Peixes ajuda sempre...
Pois. Peixes que é peixes ajuda sempre...foram 35 anos assim, em que arrogantemente eu via a ajuda como algo que eu podia oferecer sempre, mas não pedir - isso nunca! Por defeito e por feitio...cresci com a espada da perfeição e do nunca ser suficientemente boa apontada á minha cabeça, quantas vezes por mim mesma, muitas vezes pelos outros mais próximos...este é ainda um padrão com o qual eu luto.
Foi preciso situações extremas para aprender que é preciso pedir ajuda sim. E que pedir ajuda não é sinal de fraqueza...bem pelo contrário. Todas essas situações extremas foram também causadas por essa incapacidade de pedir ajuda a tempo, antes das catástrofes :)
Ajudar e ser ajudado, e ajudar a ajudar e a ser ajudado, é algo que não se aprende nos livros, nem nos cursos, aprende-se na e com a vida,é algo que só experimentando se sabe...é ás vezes não se aprende á primeira ;) porque não se entende qual a lição que nos está a ser oferecida...
Um texto muito certeiro António! Obrigada!
Namasté!

marcelo dalla disse...
10 de novembro de 2010 às 14:34  

Amigo!!! Passei pra avisar que, por via das dúvidas, republiquei meu post de hoje. Agora deve estar bem.
Agradeço a atenção!!!
abraço

Tom disse...
10 de novembro de 2010 às 15:12  

Puxa, meu xará... seu post me pôs para pensar... justamente porque não tenho por hábito pedir ajuda a ninguém.
Não me importo de ajudar as pessoas, eu gosto! A questão é pedir, mesmo... não gosto do sentimento da vulnerabilidade, da exposição...
Abraço!

António Rosa disse...
10 de novembro de 2010 às 15:20  

Siala,

O teu comentário é um post em si mesmo. Agradeço a partilha da tua experiência pessoal. Gostei muito disto: «Ajudar e ser ajudado, e ajudar a ajudar e a ser ajudado». Muito bom.

Retribuo com o mesmo: se precisares de ajuda e for algo em que eu possa ajudar, cá estou.

Beijos

António

António Rosa disse...
10 de novembro de 2010 às 15:21  

Marcelo

Agora, está tudo bem.

António Rosa disse...
10 de novembro de 2010 às 15:21  

Tom,

Vamos todos ter que aprender muitas coisas, não é, amigo? Sem dúvida que ficamos mais frágeis quando precisamos de ajuda e fomos formatados a não cedermos. Temos que ser livres.

Abraço

António

Ana Cristina disse...
10 de novembro de 2010 às 15:56  

António, estou certa que este artigo vai "mudar" alguém que precisa de ajuda neste momento.

Beijo

Luciene de Morais disse...
10 de novembro de 2010 às 16:17  

Antonio querido! =)) :)) ;))
Então vou deixar sua lua sagitariana mais satisfeita ainda. E não apenas com miminhos, beijinhos e chazinhos...
Mas com um depoimento real. Sabe aquela postagem sua netuno-saturno? A histório de Jó, rs. Meu amigo, parece brincadeira de criança quando se lê a postagem, perto do viver isso. Netuno transitou casas 11, 12 e 1. Pegando tudo. O que é esse tudo? Saturno na primeira, oposto a marte (na sete), quadrando lua (10) e sol (4). [Meu asc aquário (urano na 8).]
É isso mesmo que você percebeu, nasci com uma grande cruz. Nesse caminhar, precisei desinvestir de tudo. Inclusive materialmente. Imagina o que isso significa pra um sol touro e uma lua escorpião (interceptados) na 4 e 10?? Desapegar de tudo versus tudo não é um aprendizado fácil não.
Parece que nada faz sentido, a névoa, difícil encontrar sentido, né?
Mas, porém, contudo e todavia, boas almas existem. E se importam com a dor e as necessidades alheias. Mesmo com a dor daqueles que não aprederam pedir...
Mesmo com a dor daqueles que tem pressa...
Professores que ensinam com amor e consolo, e não com "vara da disciplina" e crueldade.
Mestres carinhosos, límpidos que buscam clarificar, com bondade e simplicidade. [e não pavões que mostram e escondem a maravilhosa cauda mística.(sabe aquele estilo? eu sei, sou superior, vc não sabe porque ainda não chegou a hora... o misticismo exibicionista, excludente e marginalizador]
Uma dessas boas almas se chama Antonio Rosa.
Embora eu estude astrologia há uns 15 anos, e já tenha feito milhares de mapas (não profissionalmente, sou odontóloga, mas para todos os que quiseram) compreendi muito mais sobre o sentido do que vivenciamos lendo você. Você, que generosamente, muito generosamente, idealizou com outros o site nova liz (inscrevi-me lá há uns 2 anos). Se me sinto mais em paz hoje, e mais ainda, que tenho como e com o que contribuir, aprendi por existir essa generosidade e eu ter tido acesso a ela.
Tudo que sei sobre quíron, se deve à sua pesquisa e a oferta abnegada disso. Muito do que sei sobre cabeça e cauda do dragão também. Tenho quíron em peixes, meu amigo. Cabeça do dragão em câncer na 6.
O aspecto mais exato do meu mapa, é o trígono de quíron pisciano na 2, com netuno escorpiano na 19 (orbe 0,01 grau) Minha casa 2 começa em aquário. Em trânsito, quíron e netuno juntinhos estão lá, este ano todo, fazendo trígono com meu MC. E vão entrar na 2. Vou fazer o retorno de quíron.
Meu bruxo preferido... muito obrigada mesmo pela sua bondade de deixar tudo lá! E como dizer: está com fome? Está aqui, pode pegar. Tem sede? Beba à vontade... é pra você também!
Estou convicta de que assim como a mim, é muitíssimo provável que muitas gente, mas muita mesmo!, tenha se beneficiado, Antonio, e até sobrevivido pela sua disposição à Benevolência. Pela sua simplicidade. Pela sua Bondade, pela sua Vontade genuína de curar.
Um beijo grande

António Rosa disse...
10 de novembro de 2010 às 16:56  

Ana Cristina

Oxalá isso aconteça. Seria bom.

Obrigado.

Beijo

António

Filomena Nunes disse...
10 de novembro de 2010 às 16:59  

António Rosa,
Desejo que esteja recuperado da gripe teimosa!!

Gostei muito deste artigo e, tal como a Susana, também tenho uma Lua/Saturno, em oposição.. possibilidade de integração.. e creio que integrei quando entreguei!! Pelo menos neste particular.. o meu Sol em Touro também está em trígono a Saturno em Capricórnio, só eu sei o que aguento!!

Parabéns por mais este post no seu blog que é já uma enciclopédia!

Um abraço grande

Filomena

António Rosa disse...
10 de novembro de 2010 às 17:11  

Luciene

Fiquei sem palavras e emocionado. Não, por aquilo que escreveu sobre o trabalho que desenvolvo, mas sobre a sua experiência pessoal. Não conheço muitas pessoas com Grandes Cruzes de nascimento. São pessoas intensas, que têm que aprender com o quadruplo do esforço dos outros e a vida encarrega-se de lhes dar oportunidades de crescimento muito especiais, que não estão ao alcance do comum dos seres humanos. Com um Saturno tão forte como o seu, as experiências foram profundas e cármicas. Esse Sol brilhou. Sei bem do que fala, pois também tive que aprender a desapegar de tudo. Nem imagina quanto.

Fico feliz em saber que o site da Escola de Astrologia Nova-Lis tem ajudado muitas pessoas. É essa a ideia, pois é um site que se entregou à comunidade. Hoje já nem é preciso que o leitor se registe. Significa que estamos a cumprir com a nossa missão. Há uma coisa que eu sei: mesmo após eu desencarnar, esse site e este blogue ficarão ao serviço.

Um grande beijo.

António

António Rosa disse...
10 de novembro de 2010 às 17:14  

Olá Filomena,

Está tudo bem consigo? Esse trígono Sol-Saturno é uma dádiva, que lhe permite passar por situações muito complicadas e erguer-se, continuando a viver. É uma aprendizagem dura, mas funciona bem.

Muito obrigado pelo testemunho.

Abraço

António

Luciene de Morais disse...
10 de novembro de 2010 às 17:39  

Bruxinho querido... =))
Ainda bem que a vida se encarregou de, além das oportunidades de crescimento especiais, profundas e cármicas, de me apresentar gente como você. Ufa! =))
Não conheço sua missão, mas se for essa, está de parabéns!
beijo, beijo, beijo

Filomena Nunes disse...
10 de novembro de 2010 às 17:41  

Sim, António Rosa, está tudo a "andar", muito obrigada por perguntar.

Com alguns temas activos, Saturno na casa 2, :-(( e Plutão na 5... que é como quem diz, pôr as finanças em ordem e tentar não fazer braços de ferro com os filhotes... sobretudo com filhotes de Plutão natal nas casas 3 e 5 e Sóis em quadratura a Úrano.

É sempre a integrarrrrr!!

Um beijinho

Filomena

Anónimo disse...
10 de novembro de 2010 às 18:48  

António,

Como sempre toca cá dentro :) Custa-me pedir ajuda, eu me confesso. Luto até ao fim para resolver tudo por mim mesma. Sinto que não devia ser assim, mas antes quero ajudar os outros do que pedir "socorro". No entanto, uma coisa me acontece aqui quando leio os seus maravilhosos escritos, consigo ter desabafos e eu sei que eles são lidos por centenas de pessoas. São os seus textos, é o saber que por trás desta tela há alguém que quer sempre ajudar. Não é a primeira vez que lhe digo isto, foi muito bom tê-lo encontrado e consigo ter começado a ler o "céu" e a entender muita coisa! Por tudo isto foi uma ajuda que eternamente nunca esquecerei. Disse-lhe uma vez, já não sei se no blog, se num exercício que a Escola Nova-Lis iria ser vista e admirada por todo o Mundo. Aí a temos. Sinta-se feliz amigo :))

Grande abraço

Adelaide Figueiredo

António Rosa disse...
10 de novembro de 2010 às 19:56  

Olá Adelaide,

Acabei de ler o seu comentário e, de repente, tive o impulso de ir ver o post original deste artigo, pois sentia que já em 2008 a Adelaide vinha a este blogue. E lá está um comentário seu.

Fico muito feliz ao perceber que dois anos e quatro meses depois estão aqui nestes comentários três pessoas que também deixaram a sua presença no post original: a Adelaide, a Ana Cristina e a Astrid (Ma Jivan). Acho isso incrível! E fico muito agradecido.

Conte comigo para o que precisar.

De facto, estou muito feliz com o desempenho do site Escola de Astrologia Nova-Lis. É a prova acabada que a astrologia está mais viva que nunca. São milhares de pessoas que entram no site. Isso é muito bom.

E os nossos exercícios astrológicos são muito procurados. Adelaide, está muita gente a aprender consigo, comigo, com a Patrícia, com a Maria Paula e com as outras meninas.

Muito obrigado,

Um grande abraço.

António

Anónimo disse...
10 de novembro de 2010 às 19:56  

Eu também não tenho muito jeito para pedir ajuda e talvez, também, para a aceitar.
Sentir carinho por si ajuda-me, este blogue tem sido uma ajuda preciosa. É um querido, A.R., e um grande ser.

Não gosto de o ver falar em desencarnar, fico triste. Falou ali atrás e não é a primeira vez que fala assim.
CUIDE-SE MAIS, BOLAS!

António Rosa disse...
10 de novembro de 2010 às 20:03  

Querida anónima das 19:56

Muito obrigado. Muito, muito. Sinto sempre a sua presença por aqui.

Quanto ao desencarnar, ok, vou tentar ficar calado. :)))

Grande abraço.

António

ManDrag disse...
10 de novembro de 2010 às 23:51  

Meu amigo,

Excelente texto, sempre oportuno! Ainda temos muito para aprender e evoluir.
Como cantava o saudoso Variações, teu homónimo, é o dar e receber, é a troca de energias, é o deixar o amor fluir.
Muitos de nós desconhecem que ao permitir serem ajudados estão também ajudando em muito quem os ajuda.

Votos de rápidas melhoras!

Abraço com amizade

António Rosa disse...
11 de novembro de 2010 às 07:37  

Olá ManDrag

Muito agradecido pelas tuas palavras. Já me sinto melhor, obrigado. Sem dúvida que a ajuda é um tema complexo e multifacetado, e como dizes, ainda estamos em fase de aprendizagem.

Grande abraço

António

Patrícia Gonçalves disse...
12 de novembro de 2010 às 02:02  

Antonio,

Parece que vc fez este post pra mim, tenho uma dificuldade absurda de pedir ajuda, mas estou aprendendo...

beijo grande

10 de novembro de 2010

Ajudar e ser ajudado


Há muitas alturas da vida em que precisamos de ajuda e o apoio que solicitamos parece não estar disponível. Podemos amaldiçoar a sorte ou sentir que somos uma vítima das circunstâncias e perguntamos, "Por que será que isto me está a acontecer?"

Existem muitos factores que contribuem para a receptividade à ajuda, sobretudo as questões do livre-arbítrio e da escolha individual, mas o factor mais significante é a capacidade e a vontade de pedir. Precisamos aprender a receber a ajuda que realmente necessitamos e desejamos. Precisamos aprender a pedir a ajuda que necessitamos.

Antes de mais, temos que perceber o seguinte: quando as pessoas precisam de ajuda e outras lhes oferecem o respectivo auxílio, a resposta a esse auxílio é crucial para a qualidade da ajuda que irão receber. Por exemplo, se visses uma pessoa a carregar com dificuldade uns sacos pesados e disponibilizasses a tua ajuda, ficarias mais apto a ajudá-la, se a pessoa respondesse depressa e afirmativamente.

Por hábito, as pessoas recusam a ajuda ou são lentas a responder. Terias de te esforçar muito mais e despender mais energia para aliviar a pessoa do peso que carrega. Caso a pessoa não quisesse realmente a tua ajuda ou se sentisse constrangida em a aceitar, sentindo-se na obrigação de a recusar, seria normal que optasses por não voltar a oferecer a tua ajuda. Certas pessoas estão tão mentalmente treinadas a resistir ao apoio que necessitam, que obrigam as pessoas que se estão a oferecer a esforçarem-se várias vezes mais do que o necessário.

A maioria de nós já desempenhou ambos os papéis. Todos nós só temos a ganhar se aprendermos a aceitar a ajuda que nos oferecem, bem como a oferecê-la aos outros. Em muitas situações, a necessidade a satisfazer é menos óbvia do que ajudar alguém a levar sacos pesados e, normalmente, essa necessidade passa bastante despercebida, a menos que a pessoa que precise de ajuda esteja disposta a pedi-la.

Em várias relações (pessoais ou profissionais), as pessoas têm tanto medo de serem vistas como vulneráveis, incompetentes ou mal sucedidas que lutam sozinhas com tarefas muito grandes. Normalmente, esta situação acontece em ambientes profissionais competitivos e desprovidos, do topo ao fundo da hierarquia, de um espírito saudável de trabalho de equipa. Costuma haver muito medo em pedir o apoio aos outros, para não serem considerados incapazes de fazerem o seu trabalho. Também acontece temerem que um colega ambicioso assuma as suas responsabilidades e lhes tire o cargo (emprego/salário).

Se, nas nossas relações humanas, não pedirmos ajuda, nunca aprenderemos uns com os outros nem construiremos parcerias de apoio. Se necessitas de ajuda, pede-a. Uma indicação da tua disponibilidade ao apoio é tudo o que é necessário. Ao pedires ajuda, estás a usar o teu livre-arbítrio no sentido correcto, autorizando que os outros intervenham. Ou, então, co-cria mentalmente esse pedido... Não te esqueça de agradecer.

[Artigo publicado no dia 26/7/2008, aqui.]

Post 998

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55 comentários:

IdoMind disse...

Ursinho

Saiste da cova para dizer que precisas de ajuda? Eu perguntei...

Olha António este post não podia ser mais assertivo.

Eu era assim, incapaz de pedir ou aceitar ajuda porque era capaz de tudo sozinha. Não precisava de incomodar ninguém.

Aprendi que essa minha atitude impedia quem me rodeava de mostrar o seu amor por mim.
Desde então peço e ofereço com a naturalidade. E recebo-a da mesma forma.
Pedir ajuda é fazer o carinho circular...

um beijo e espero que estejas melhor

inês de barros baptista disse...

'Certas pessoas estão tão mentalmente treinadas a resistir ao apoio que necessitam, que obrigam as pessoas que se estão a oferecer a esforçarem-se várias vezes mais do que o necessário.'

tantas vezes muito mais que o necessário...

na mouche, meu querido António ♥

abraço

marcelo dalla disse...

Excelentemente bem colocado meu querido! Um artigo bem conseguido, pode levar luz pra muitas pessoas! :)
Adorei e vou divulgar!!!!
abraços

Susana Vitorino disse...

Só tenho um comentário a fazer: a minha Lua Saturno vai alí cortar os pulsos e já volta!

Que murro no estômago, daquilo que sei ser mais que verdade...

Obrigada!

Obrigada!

Obrigada!

E o que eu tenho aprendido consigo sobre receber ajuda... aprender a aceitar...

nem consigo comenta mais nada!

beijos repenicados******

Serginho Tavares disse...

Este post é tão maravilhoso, uma leitura MEGA obrigatória que eu não poderia deixar de postar no Justo e Digno para todos virem aqui!

P-E-R-F-E-I-T-O

abração e fica bom logo da gripe. recebi seus abraços e mando aqui outros mais queridão!

Paulo Francisco disse...

Camarada, este texto é muito bom. Parabéns!!!!!

FOXX disse...

verdade, precisamos saber a hora de pedir ajuda.

Lúcia Soares disse...

Eu sempre peço ajuda, quando preciso. Grito alto e em bom som.
Mas nem sempre a ajuda vem como queremos, ou precisamos.
Não sei, é tão difícil sentir-nos frágeis, mas todos têm seus momentos assim na vida.
O texto é ótimo, sempre novo.
Beijo.

António Rosa disse...

Querida IdoMind,

Gostei das tuas palavras. Nem imaginas quanta ajuda eu necessito, mas felizmente, vou pedindo e vou recebendo. Nos últimos dias, então, com a gripe, precisei mesmo de miminhos e chás quentes.

Beijos e muito obrigado.

António

António Rosa disse...

Olá Inês,

Muito obrigado pelas palavras. Foram mesmo necessárias para mim.

Abraço

António

António Rosa disse...

Marcelo, meu querido

Daqui a pouco irei até ao Facebook e agradecerei mais uma vez a divulgação. Muito obrigado.

António

António Rosa disse...

Susana,

Eu é que agradeço as palavras generosas. Essas Luas Saturnos são umas marotas. Aprendi com a vida a pedir ajuda e também a receber. Sendo cedinho, estou a precisar de um chá bem quentinho. Vou ter que fazer eu, pois o Tibério não me ajuda nessas coisas domésticas.

Muitos beijos

António

António Rosa disse...

Serginho,

Muito e muito agradecido pela indicação lá no Justo e Digno. Vim de lá agora, de lhe ter dado um abraço.

Agradeço-lhe também que essa sua indicação permitisse conhecer o blogue do Foxx.

Grande abraço

António

António Rosa disse...

Paulo Francisco,

Vindo de quem escreve tão bem, receber esse elogio é música especial para mim.

Grande abraço,

António

António Rosa disse...

Foxx

Temo-nos visto no blogue do Serginho. Vim agora do seu blogue, onde lhe deixei um abraço e já o estou a seguir, além de já estar na minha lista de blogues, para o acompanhar de perto.

Muito agradecido,

António

António Rosa disse...

Lúcia

Gostei do seu comentário. A vida já me ensinou que a ajuda nunca vem como mentalmente a idealizámos, mas sim em função das nossas reais necessidades. É mesmo difícil essa fragilidade que fala.

Muito agradecido.

Beijo.

António

ESpeCiaLmente GaSPaS disse...

Um texto que dá que pensar sem duvida!

Eu gosto de ajudar mas sinto-me "estranha" em pedir ajuda... tenho sempre a sensação que vou incomodar alguém...

pensandoemfamilia disse...

Bom dia
Excelentes colocações. A onipotência às vezes impede que as pessoas percebam a necessidade das trocas para a nutrirmos o apoio mútuo. Daí osentimento de solidão que pode surgir.
bjs

Hanah disse...

Bom dia Antonio,

Maravilhoso o artigo, vou levar comigo...


Grande Abraço

Hanah

Cristiano Melo disse...

É meu caro,
Vieste com um texto muito bem escrito e explicativo, de algo que muitos não se apercebem, não sabem receber, nem só ajuda, mas não sabem receber nada, nem carinho, afeto, respeito, solidariedade etc. e já vem com uma frase, geralmente sarcástica, para esconder a sua inaptidão em RECEBER.
O que dirá em PEDIR, quase impossível.
Até mesmo para quem tem esta percepção, em determinadas situações, deixamos de aceitar/pedir ajuda. Há de ficarmos atentos, isso muda a energia ao seu redor.
Um exemplo claro e prático: antes de ler seu texto, acabava de desligar o telefone a um amigo que me ofereceu uma ajuda, da qual eu realmente precisava, e gentilmente neguei e agradeci. E, agora, logo em seguida, leio o seu texto.
NADA É POR ACASO mesmo, muito obrigado, irei ligar agora ao meu amigo e pedirei a sua ajuda de que preciso.

Forte abraço meu caro amigo

Cris

Luciene de Morais disse...

Muito bom e verdadeiro seu texto, Antonio. Uma lua escorpiana como a minha e duplamente saturnina (na décima e quadrada ao mesmo) sabe muito bem e já viveu muito o que você disse. Há muitos anos estou nesse aprendizado do pedir, sabe? Aprendi, um pouco, acho.
Porque como a Lúcia disse, também tem o outro lado da moeda. Aquele que ouve o pedido. Lembra daquele Alexandre (o gente boa), de um blog japonez que respondeu imediatamente "MU", para outro blogueiro que procurava respostas, do outro lado do mundo, na postagem que você pos aqui há poucos dias? Então, aprendendo a pedir, aprendi que muito pouca gente tem essa disposição. Mesmo as pessoas mais espiritualizadas. Estamos na matéria... e todo tipo de imperfeição que isso enseja. Percebo que muita gente é extremamente veloz para trocar gentilezas e amabilidades "do outro mundo", mas quando o pedido é claríssimo, e é de uma coisa realmente importante para você, e isso é muito visível, (e, em tese, a pessoa tem a resposta, quer dizer pode ajudar e aliás, pode até viver oferecendo ajuda pra todo mundo) ao invés do "MU", pode-se receber um estrondoso "Não", em um grito silente. Então aprendi a aceitar esse tipo de coisa, também. Porque é muito mais comum do que parece. Esse tipo de não-resposta, me ensinou a atender os pedidos que me chegam e eu posso fazê-lo, só porque me chegam, apenas pelo sentimento de necessidade do outro, sem passar pelo meu julgamento, vaidade ou avareza. A gente pode melhorar.
Beijo
Depois dessa lunação escorpiana na décima, a lua transita minha 12, rs

António Rosa disse...

Gaspas,

Muito agradecido pelo comentário. Somos treinados desde pequenos a não mostrarmos as nossas fragilidades. E pedir ajuda, é uma delas.

António Rosa disse...

Pensando em Família,

Muito agradecido pelo comentário. Muito oportuno e na 'mouche'.

Beijo.

António

António Rosa disse...

Hannah,

Muito obrigado por levar consigo o artigo. Foi feito para isso mesmo. Para ser levado e entendido e praticado.

Grande abraço

António

António Rosa disse...

Olá Cristiano,

Nada é por acaso. Estou completamente de acordo com a sua descrição. Bem tocada. Não me esqueci do nosso assunto, mas com a minha gripe não tem sido possível, mas creio que dentro de dias ficará pronta.

Vá, porque não chama o seu amigo e aceita a ajuda que ele te quer oferecer?

Grande abraço

António

António Rosa disse...

Olá Luciene,

Esta aprendizagem não está intimamente ligada à espiritualidade, mas sim ao ego e à razão, pois somos formatados desde pequeninos para isso, para não mostrarmos a nossa fragilidade. Quanfdo pedimos ajuda recebemos um não, temos apenas que aceitar. É o livre-arbítrio do outro a funcionar. A vida já se encarregará de lhe dar experiências nesse sentido. E é nesta vida que se aprende. A sua aprendizagem não é nada fácil com esse scorpio forte a funcionar. Não gosta de desvelar. Mas por outro lado, você deve ter um bom Mercúrio, creio eu... :)))

Beijo

António

Luciene de Morais disse...

Em todos os sentidos você tem razão Antonio.
Aceitar o livre arbítrio do outro também está sendo um aprendizado importante.
Ás vezes parece injusto, e outras, realmente o é.
Não tem sido um aprendizado fácil não. Além de tem uma lua voltada à auto preservação, minha lua é conjunta a netuno, sabe? (mas esse netuno não quadra saturno). Foi difícil entender que outros não "sabem de antemão" o que você precisa, já que a necessidade do outro pra você é tão evidente.
Aprender a pedir já foi um parto. Expor as vulnerabilidades.
Aprender a pedir e por cima ouvir nãos e ainda aceitá-los, mais ainda. Expor as fragilidades e o outro escolher não atendê-las. Porque sim e pronto.
Afortunadamente, meu meio do céu não é em escorpião (este está interceptado), mas em libra. Você tem razão, meu mercúrio é geminiano e de quinta casa. Júpiter e vênus de terceira casa e bem aspectado, afortunadamente me ajudam. Muito obrigada, Antônio, pela gentileza da sua resposta.
Beijo =)))
PS (embora raramente eu comente, leio sempre e aprendo muito com você, e há muito tempo, uns 2 anos)

Astrid Annabelle disse...

Levei mais de cinqüenta anos para começar a aprender tudo isso António!
Fui criada para ser perfeita e aí, meu amigo, a coisa ficou feia...
E foi através de um texto de Osho que recebi esta primeira orientação sobre ajudar/receber.
Oferecer, se doar não chega ser complicado...receber, abrir os braços, falar com todas as letras...EU PRECISO...é o grande desafio.
Amei seu texto...e recebi a ajuda com certeza!
Para ser lido e relido muitas vezes!
Acabei de fazer um chá de hortelã com mel...quer um pouco?
Beijo tua alma
Astrid Annabelle

António Rosa disse...

Luciene,

:))

«minha lua é conjunta a netuno, sabe?» - que lhe posso dizer mais. Em privado, muito em privado, quando encontro essa configuração costumo dizer, brincando 'bruxinha'!!!

«Foi difícil entender que outros não "sabem de antemão" o que você precisa» - claro que não! você com esse posicionamento é que 'sente' as necessidades dos outros. Por alguma razão será.

Que pena não ter esse Neptuno em contacto com Saturno.

«Você tem razão, meu mercúrio é geminiano e de quinta casa. Júpiter e vênus de terceira casa e bem aspectado, afortunadamente me ajudam.»

Muito obrigado. De um bruxinho para outro: lindo dharma o seu! Aproveite-o.

Muito obrigado por ter dito que lê as minhas coisas há 2 anos, sem se expor! Fantástico. A minha Lua em Sagitário adora ouvir isso.

Um beijo para si.

António

António Rosa disse...

Olá Astrid,

Dois anos e quatro meses depois, cá estamos novamente a falar deste assunto.

Também eu demorei a prender isso, quase o mesmo, uns 50 anos.

Aceito o seu chá de hortelã com mel.

Você escreveu há 2 anos isto: «É livre a pessoa que se permite ser ajudada...e livre também quem ajuda por compaixão. O segredo portanto é ser livre!!!»

Um beijo e até logo

António

Astrid Annabelle disse...

Você é fogo meu querido!!!rssss
É isso mesmo...ser livre...
Mais um beijinho, mais um miminho...
Astrid Annabelle

Tereza Ferraz disse...

Bom dia Grande Coração!
Belo e sentidas palavras (verbo ação).
Astrid,
que belo depoimento.
bjs nos corações

António Rosa disse...

Astrid

:))))

António Rosa disse...

Querida Tereza

Que bom tê-la aqui.

Beijo grande.

António

Siala disse...

António...primeiro que tudo, se precisares de ajuda e for algo em que eu possa ajudar estou cá! Peixes que é Peixes ajuda sempre...
Pois. Peixes que é peixes ajuda sempre...foram 35 anos assim, em que arrogantemente eu via a ajuda como algo que eu podia oferecer sempre, mas não pedir - isso nunca! Por defeito e por feitio...cresci com a espada da perfeição e do nunca ser suficientemente boa apontada á minha cabeça, quantas vezes por mim mesma, muitas vezes pelos outros mais próximos...este é ainda um padrão com o qual eu luto.
Foi preciso situações extremas para aprender que é preciso pedir ajuda sim. E que pedir ajuda não é sinal de fraqueza...bem pelo contrário. Todas essas situações extremas foram também causadas por essa incapacidade de pedir ajuda a tempo, antes das catástrofes :)
Ajudar e ser ajudado, e ajudar a ajudar e a ser ajudado, é algo que não se aprende nos livros, nem nos cursos, aprende-se na e com a vida,é algo que só experimentando se sabe...é ás vezes não se aprende á primeira ;) porque não se entende qual a lição que nos está a ser oferecida...
Um texto muito certeiro António! Obrigada!
Namasté!

marcelo dalla disse...

Amigo!!! Passei pra avisar que, por via das dúvidas, republiquei meu post de hoje. Agora deve estar bem.
Agradeço a atenção!!!
abraço

Tom disse...

Puxa, meu xará... seu post me pôs para pensar... justamente porque não tenho por hábito pedir ajuda a ninguém.
Não me importo de ajudar as pessoas, eu gosto! A questão é pedir, mesmo... não gosto do sentimento da vulnerabilidade, da exposição...
Abraço!

António Rosa disse...

Siala,

O teu comentário é um post em si mesmo. Agradeço a partilha da tua experiência pessoal. Gostei muito disto: «Ajudar e ser ajudado, e ajudar a ajudar e a ser ajudado». Muito bom.

Retribuo com o mesmo: se precisares de ajuda e for algo em que eu possa ajudar, cá estou.

Beijos

António

António Rosa disse...

Marcelo

Agora, está tudo bem.

António Rosa disse...

Tom,

Vamos todos ter que aprender muitas coisas, não é, amigo? Sem dúvida que ficamos mais frágeis quando precisamos de ajuda e fomos formatados a não cedermos. Temos que ser livres.

Abraço

António

Ana Cristina disse...

António, estou certa que este artigo vai "mudar" alguém que precisa de ajuda neste momento.

Beijo

Luciene de Morais disse...

Antonio querido! =)) :)) ;))
Então vou deixar sua lua sagitariana mais satisfeita ainda. E não apenas com miminhos, beijinhos e chazinhos...
Mas com um depoimento real. Sabe aquela postagem sua netuno-saturno? A histório de Jó, rs. Meu amigo, parece brincadeira de criança quando se lê a postagem, perto do viver isso. Netuno transitou casas 11, 12 e 1. Pegando tudo. O que é esse tudo? Saturno na primeira, oposto a marte (na sete), quadrando lua (10) e sol (4). [Meu asc aquário (urano na 8).]
É isso mesmo que você percebeu, nasci com uma grande cruz. Nesse caminhar, precisei desinvestir de tudo. Inclusive materialmente. Imagina o que isso significa pra um sol touro e uma lua escorpião (interceptados) na 4 e 10?? Desapegar de tudo versus tudo não é um aprendizado fácil não.
Parece que nada faz sentido, a névoa, difícil encontrar sentido, né?
Mas, porém, contudo e todavia, boas almas existem. E se importam com a dor e as necessidades alheias. Mesmo com a dor daqueles que não aprederam pedir...
Mesmo com a dor daqueles que tem pressa...
Professores que ensinam com amor e consolo, e não com "vara da disciplina" e crueldade.
Mestres carinhosos, límpidos que buscam clarificar, com bondade e simplicidade. [e não pavões que mostram e escondem a maravilhosa cauda mística.(sabe aquele estilo? eu sei, sou superior, vc não sabe porque ainda não chegou a hora... o misticismo exibicionista, excludente e marginalizador]
Uma dessas boas almas se chama Antonio Rosa.
Embora eu estude astrologia há uns 15 anos, e já tenha feito milhares de mapas (não profissionalmente, sou odontóloga, mas para todos os que quiseram) compreendi muito mais sobre o sentido do que vivenciamos lendo você. Você, que generosamente, muito generosamente, idealizou com outros o site nova liz (inscrevi-me lá há uns 2 anos). Se me sinto mais em paz hoje, e mais ainda, que tenho como e com o que contribuir, aprendi por existir essa generosidade e eu ter tido acesso a ela.
Tudo que sei sobre quíron, se deve à sua pesquisa e a oferta abnegada disso. Muito do que sei sobre cabeça e cauda do dragão também. Tenho quíron em peixes, meu amigo. Cabeça do dragão em câncer na 6.
O aspecto mais exato do meu mapa, é o trígono de quíron pisciano na 2, com netuno escorpiano na 19 (orbe 0,01 grau) Minha casa 2 começa em aquário. Em trânsito, quíron e netuno juntinhos estão lá, este ano todo, fazendo trígono com meu MC. E vão entrar na 2. Vou fazer o retorno de quíron.
Meu bruxo preferido... muito obrigada mesmo pela sua bondade de deixar tudo lá! E como dizer: está com fome? Está aqui, pode pegar. Tem sede? Beba à vontade... é pra você também!
Estou convicta de que assim como a mim, é muitíssimo provável que muitas gente, mas muita mesmo!, tenha se beneficiado, Antonio, e até sobrevivido pela sua disposição à Benevolência. Pela sua simplicidade. Pela sua Bondade, pela sua Vontade genuína de curar.
Um beijo grande

António Rosa disse...

Ana Cristina

Oxalá isso aconteça. Seria bom.

Obrigado.

Beijo

António

Filomena Nunes disse...

António Rosa,
Desejo que esteja recuperado da gripe teimosa!!

Gostei muito deste artigo e, tal como a Susana, também tenho uma Lua/Saturno, em oposição.. possibilidade de integração.. e creio que integrei quando entreguei!! Pelo menos neste particular.. o meu Sol em Touro também está em trígono a Saturno em Capricórnio, só eu sei o que aguento!!

Parabéns por mais este post no seu blog que é já uma enciclopédia!

Um abraço grande

Filomena

António Rosa disse...

Luciene

Fiquei sem palavras e emocionado. Não, por aquilo que escreveu sobre o trabalho que desenvolvo, mas sobre a sua experiência pessoal. Não conheço muitas pessoas com Grandes Cruzes de nascimento. São pessoas intensas, que têm que aprender com o quadruplo do esforço dos outros e a vida encarrega-se de lhes dar oportunidades de crescimento muito especiais, que não estão ao alcance do comum dos seres humanos. Com um Saturno tão forte como o seu, as experiências foram profundas e cármicas. Esse Sol brilhou. Sei bem do que fala, pois também tive que aprender a desapegar de tudo. Nem imagina quanto.

Fico feliz em saber que o site da Escola de Astrologia Nova-Lis tem ajudado muitas pessoas. É essa a ideia, pois é um site que se entregou à comunidade. Hoje já nem é preciso que o leitor se registe. Significa que estamos a cumprir com a nossa missão. Há uma coisa que eu sei: mesmo após eu desencarnar, esse site e este blogue ficarão ao serviço.

Um grande beijo.

António

António Rosa disse...

Olá Filomena,

Está tudo bem consigo? Esse trígono Sol-Saturno é uma dádiva, que lhe permite passar por situações muito complicadas e erguer-se, continuando a viver. É uma aprendizagem dura, mas funciona bem.

Muito obrigado pelo testemunho.

Abraço

António

Luciene de Morais disse...

Bruxinho querido... =))
Ainda bem que a vida se encarregou de, além das oportunidades de crescimento especiais, profundas e cármicas, de me apresentar gente como você. Ufa! =))
Não conheço sua missão, mas se for essa, está de parabéns!
beijo, beijo, beijo

Filomena Nunes disse...

Sim, António Rosa, está tudo a "andar", muito obrigada por perguntar.

Com alguns temas activos, Saturno na casa 2, :-(( e Plutão na 5... que é como quem diz, pôr as finanças em ordem e tentar não fazer braços de ferro com os filhotes... sobretudo com filhotes de Plutão natal nas casas 3 e 5 e Sóis em quadratura a Úrano.

É sempre a integrarrrrr!!

Um beijinho

Filomena

Anónimo disse...

António,

Como sempre toca cá dentro :) Custa-me pedir ajuda, eu me confesso. Luto até ao fim para resolver tudo por mim mesma. Sinto que não devia ser assim, mas antes quero ajudar os outros do que pedir "socorro". No entanto, uma coisa me acontece aqui quando leio os seus maravilhosos escritos, consigo ter desabafos e eu sei que eles são lidos por centenas de pessoas. São os seus textos, é o saber que por trás desta tela há alguém que quer sempre ajudar. Não é a primeira vez que lhe digo isto, foi muito bom tê-lo encontrado e consigo ter começado a ler o "céu" e a entender muita coisa! Por tudo isto foi uma ajuda que eternamente nunca esquecerei. Disse-lhe uma vez, já não sei se no blog, se num exercício que a Escola Nova-Lis iria ser vista e admirada por todo o Mundo. Aí a temos. Sinta-se feliz amigo :))

Grande abraço

Adelaide Figueiredo

António Rosa disse...

Olá Adelaide,

Acabei de ler o seu comentário e, de repente, tive o impulso de ir ver o post original deste artigo, pois sentia que já em 2008 a Adelaide vinha a este blogue. E lá está um comentário seu.

Fico muito feliz ao perceber que dois anos e quatro meses depois estão aqui nestes comentários três pessoas que também deixaram a sua presença no post original: a Adelaide, a Ana Cristina e a Astrid (Ma Jivan). Acho isso incrível! E fico muito agradecido.

Conte comigo para o que precisar.

De facto, estou muito feliz com o desempenho do site Escola de Astrologia Nova-Lis. É a prova acabada que a astrologia está mais viva que nunca. São milhares de pessoas que entram no site. Isso é muito bom.

E os nossos exercícios astrológicos são muito procurados. Adelaide, está muita gente a aprender consigo, comigo, com a Patrícia, com a Maria Paula e com as outras meninas.

Muito obrigado,

Um grande abraço.

António

Anónimo disse...

Eu também não tenho muito jeito para pedir ajuda e talvez, também, para a aceitar.
Sentir carinho por si ajuda-me, este blogue tem sido uma ajuda preciosa. É um querido, A.R., e um grande ser.

Não gosto de o ver falar em desencarnar, fico triste. Falou ali atrás e não é a primeira vez que fala assim.
CUIDE-SE MAIS, BOLAS!

António Rosa disse...

Querida anónima das 19:56

Muito obrigado. Muito, muito. Sinto sempre a sua presença por aqui.

Quanto ao desencarnar, ok, vou tentar ficar calado. :)))

Grande abraço.

António

ManDrag disse...

Meu amigo,

Excelente texto, sempre oportuno! Ainda temos muito para aprender e evoluir.
Como cantava o saudoso Variações, teu homónimo, é o dar e receber, é a troca de energias, é o deixar o amor fluir.
Muitos de nós desconhecem que ao permitir serem ajudados estão também ajudando em muito quem os ajuda.

Votos de rápidas melhoras!

Abraço com amizade

António Rosa disse...

Olá ManDrag

Muito agradecido pelas tuas palavras. Já me sinto melhor, obrigado. Sem dúvida que a ajuda é um tema complexo e multifacetado, e como dizes, ainda estamos em fase de aprendizagem.

Grande abraço

António

Patrícia Gonçalves disse...

Antonio,

Parece que vc fez este post pra mim, tenho uma dificuldade absurda de pedir ajuda, mas estou aprendendo...

beijo grande

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