'Morrer é só não ser visto' por Inês de Barros Baptista
22 de setembro de 2010
'Morrer é só não ser visto' por Inês de Barros Baptista
36 comentários:
- Francisco de Sousa Vieira Filho disse...
-
Lembrou Fernando Pessoa 'a vida é uma estrada, a morte uma curva, morrer é só não ser mais visto...'
-
22 de setembro de 2010 às 00:05
- chica disse...
-
Fiquei com vontade de ler!Deve ser lindo! abraços,tudo de bom,chica
-
22 de setembro de 2010 às 00:26
- Unknown disse...
-
Boa noite Antônio,
Vou colocá-lo na minha lista de livros interessantes, fiquei bastante interessada...
Beijos,
Cê -
22 de setembro de 2010 às 00:27
- Adelaide Figueiredo disse...
-
António,
Vou ler. Pelo bocadinho da descrição deve ser muito bom. Também o seu conselho para a leitura é importante para mim.
Abraço -
22 de setembro de 2010 às 01:05
- Cora disse...
-
Obrigada pela dica de leitura!!
-
22 de setembro de 2010 às 01:37
- Macá disse...
-
Olá Antonio
Pelo seu comentário, deu até vontade de ler.....
Olha, obrigada pelo selinho, adorei ganhar, já postei e indiquei os outros blogs.
abraços -
22 de setembro de 2010 às 01:42
- angela disse...
-
Já me emocionou nesse primeiro parágrafo, não sei se tenho forças para ler.
Beijos -
22 de setembro de 2010 às 01:50
- Astrid Annabelle disse...
-
Da maneira que falou a respeito deu vontade de começar a ler já António!
Está anotado.
Abreijos.
Astrid Annabelle -
22 de setembro de 2010 às 02:32
- Maria Izabel Viegas disse...
-
Este tema é tão sério, doloroso mas cada obra assim como o descreveste, sensível, acrescenta muito e conforta.
Este nosso contato com os que já se foram, a nossa sintonia com o plano dos desencarnados é uma experiência que enche nossa alma de paz. São certezas que nos amadurecem espiritualmente.
É o meio em que vivo... o intercâmbio entre os dois mundos. Em breve estarei voltando ao meu trabalho mediúnico.
António, passo para deixar-te um beijo mui carinhoso! Saudades de ti.
Peço-te desculpas se ando meio ausente.
Ah... meu filho agradece o carinho daquela análise tua do meu Guilherme. Fizeram cópia para guardá-la.
Obrigada, sempre e muito!
Beijos! -
22 de setembro de 2010 às 03:55
- Unknown disse...
-
Francisco
E lembrou bem, pois é daí que vem o título.
Abraço
António -
22 de setembro de 2010 às 06:57
- Unknown disse...
-
Chica
É muito especial!
Abraço grande
António -
22 de setembro de 2010 às 06:57
- Unknown disse...
-
Cê
Vai valer a pena.
Beijos
António -
22 de setembro de 2010 às 06:58
- Unknown disse...
-
Adelaide
É excelente e muito útil para qualquer pessoas.
Abraço
António -
22 de setembro de 2010 às 07:00
- Unknown disse...
-
Cora,
Grato por estar presente.
António -
22 de setembro de 2010 às 07:01
- Unknown disse...
-
Macá
Gostei muito daquilo do 'carbon neutral. Vou ver com mais atenção.
Abraço
António -
22 de setembro de 2010 às 07:01
- Unknown disse...
-
Ângela
Um grande beijo para si, minha querida.
António -
22 de setembro de 2010 às 07:01
- Unknown disse...
-
Astrid
É um livro especial de uma mulher muito especial.
Beijos
António -
22 de setembro de 2010 às 07:04
- Unknown disse...
-
Maria Izabel
Fico feliz em saber que está prestes a retomar a sua actividade mediúnica.
Grande beijo
António -
22 de setembro de 2010 às 07:04
- Filomena Nunes disse...
-
Bom dia António Rosa,
Considero o tema da morte dos mais importantes da vida... Graças a Deus que sempre lidei muito bem bem com a morte e já passei por tantas mortes físicas de pessoas queridas como a da minha avó que me criou, a do meu avô que eu admirava, a de uma amiga do coração e, mais recentemente, a do meu pai.
A morte com que tive mais dificuldade em lidar foi com a traição e consequente separação do marido com quem vivi 20 anos... essa sim, foi muito dolorosa e difícil de ultrapassar. Foi o meu primeiro luto! Desta experiência, resultou uma nova e diferente forma de me relacionar com toda a gente. Percebi que ninguém pode ser "a" mais importante. Passei a dar tanta atenção aos que estão mais perto, quer seja por laços de sangue ou outros, como aqueles com que me cruzo esporadicamente ou com quem nem sequer me cruzo fisicamente!
Percebi que os meus filhos não podem/devem ser mais importantes do que os filhos de toda a gente.. hoje consigo ser muito imparcial a até desapegada.. (o que não foi fácil para um Sol em Touro e uma Lua em Caranguejo) mas muito mais inteira e consciente da unidade que todos formamos..
Obrigada por todas estas possibilidades que nos dá de reflectirmos os mais importantes temas da vida!!
Um grande, grande abraço <3 -
22 de setembro de 2010 às 12:02
- Unknown disse...
-
Filomena,
Sabe que eu também me considero 'especialista' na morte? Passe o exagero, claro. Tem sido uma constante ao longo da minha vida. Como a compreendo.
Daqui a pouco vai sair um post aqui no Cova, que tem muito a ver consigo.
Grande abraço.
António -
22 de setembro de 2010 às 12:16
- Unknown disse...
-
Alexandre,
É daqueles livros que apetece muito. Hoje mesmo emprestei o meu exemplar a uma colega.
Abraço. -
22 de setembro de 2010 às 12:17
-
Anónimo disse...
-
muito grata por todos os vossos comentários. é bom sentir que inspiramos os outros.
bem haja, António, por isto e... por tudo o resto.
Inês de Barros Baptista -
22 de setembro de 2010 às 12:30
- Lucy disse...
-
Recentemente morreu uma minha sobrinha, com 39 anos. É curioso como não sinto luto... e, tal cmo disse a Filomena acima, o meu maior luto tb foi a do último divórcio. Aí sim, parece que o mundo desabou porque alguém ia "morrer" mesmo. A dor ainda persiste ao fim de 16 anos. O luto ainda não acabou.
Interesssante, o livro.
Bjs. -
22 de setembro de 2010 às 12:44
- Unknown disse...
-
Inês,
Um grande beijinho para si e muito agradecido por ter vindo ao Cova e pelo seu livro me ter permitido fazer um post que tocou tanta gente. Nem imagina a quantidade de pessoas que acederam a este post desde ontem à meia-noite... Imensa gente...
:))
Grande abraço e beijo
António
P.S.: daqui a pouco vai sair um post novo que escrevi muito a pensar em si. -
22 de setembro de 2010 às 12:47
- Filomena Nunes disse...
-
António Rosa,
Fico na expectativa do próximo post!! Obrigada. ;-))
Lucy,
Tem a minha compaixão!! Espero que supere em breve integrando o perdão e seguindo livre com a sua vida.. beijinho -
22 de setembro de 2010 às 12:53
- Unknown disse...
-
Lucy
Compreendo esse luto, e deve ter sido muito difícil para demorar tanto tempo. Desejo-te que o luto se faça, para a tua própria tranquilidade.
Beijos.
António -
22 de setembro de 2010 às 12:55
- Unknown disse...
-
Filomena
faltam poucos minutos. pré-agendei para as 13. -
22 de setembro de 2010 às 12:56
- Filomena Nunes disse...
-
Cá estarei, António Rosa!!
Até já.. -
22 de setembro de 2010 às 12:58
-
Anónimo disse...
-
e totalmente em sintonia com a Filomena e a Lucy: o 'luto' pelos que estão vivos é provavelmente muito mais duro do que o luto pelos que morreram, de facto. porque não só continuam a ver-nos, como continuamos a vê-los, a 'respirá-los', a querer que velem e se revelem por nós... na morte, não existe alternativa, não podemos sequer por a hipótese do 'e se não tivesse morrido?', a dor é tão densa que quase sufoca... numa separação, o 'e se?' permanece - pelo tempo que o permitirmos, está claro! - a ser uma equação sem saída. é uma dor menos densa, talvez, mas muito mais ansiosa... daí perceber tão bem que a dor do luto pelos que estão vivos seja uma dor que, tantas vezes, nos deixa sem chão... mas, e mais uma vez, tocar em todas as feridas é essencial para que a cura se manifeste.
Inês BB -
22 de setembro de 2010 às 15:34
- Filomena Nunes disse...
-
Inês,
Eu costumo dizer que enquanto houver feridas para curar vão existir pessoas a porem o dedo nelas.. é indissociável!! E foi esta prerrogativa que me ajudou a por o foco na cura em vez de continuar a sentir-me vítima das circunstancias.
Parabéns pelo seu livro que vou, certamente, adquirir.
Um abraço,
Filomena -
22 de setembro de 2010 às 15:42
- Unknown disse...
-
Inês
«... o 'e se?' permanece - pelo tempo que o permitirmos, está claro! ... »
E, habitualmente, permitimos.
Também sei o que é essa dor.
Linda conversa que temos tido aqui.
António -
22 de setembro de 2010 às 15:57
- Laura disse...
-
Já me divorciei há 23 anos, o perdão ficou logo ali resolvido, não há espaço para estagnar forças que não ajudam a ir em frente. Novas vidas esperam por nós e mais fácil se torna se esquecer a dor. Há que recomeçar, voltar a fazer a alma vibrar de novos sonhos, de novos sentires. Nos dias de hoje ainda sinto imenso carinho pelo pai dos meus filhos... Naquela hora dói, depois depende de cada um o caminho que quer seguir, se em sofrimento se em perdão, perdão que gerará alegria.
Um beijinho da laura -
22 de setembro de 2010 às 17:52
-
Anónimo disse...
-
Olá, António
O livro que sugere é, de facto, muito especial. É um livro de testemunhos, onde não só se fala da dor da 'morte' e de como lidar com ela, mas especialmente da capacidade de viver após a perda e de recomeçar.
Concordo que, por vezes, seja mais difícil aceitar perdas que não envolvem a morte 'física' do objecto do nosso amor ou apego, porque a morte 'física' contém em si uma irreversibilidade por demais inegável e evidente.
Mas muitos dos testemunhos presentes no livro da Inês BB ajudam-nos a pôr em perspectiva as nossas dores de perda (incluindo as que não envolvem a morte 'física' do outro), e o modo como re-agimos e sobre-vivemos a elas. E oferece-nos uma oportunidade de reavaliar e, quem sabe, redireccionar o nosso percurso.
Sem contudo esquecer que tudo tem o seu tempo. E nós, pessoas, também temos cada um o nosso tempo.
Um beijo
vl -
23 de setembro de 2010 às 09:33
- Unknown disse...
-
Venus
Excelente testemunho, de quem conhece bem o livro. maravilhoso.
Beijos grande. -
23 de setembro de 2010 às 10:09
- Non je ne regrette rien: Ediney Santana disse...
-
me lembrou Fernando Pessoa texto muito interessante
-
23 de setembro de 2010 às 22:25
- voyance disse...
-
Obrigado por este bilhete muito agradável ... e sorridente (por um assunto não óbvio)!
voyance mail gratuit en ligne -
18 de janeiro de 2018 às 12:46
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36 comentários:
Lembrou Fernando Pessoa 'a vida é uma estrada, a morte uma curva, morrer é só não ser mais visto...'
Fiquei com vontade de ler!Deve ser lindo! abraços,tudo de bom,chica
Boa noite Antônio,
Vou colocá-lo na minha lista de livros interessantes, fiquei bastante interessada...
Beijos,
Cê
António,
Vou ler. Pelo bocadinho da descrição deve ser muito bom. Também o seu conselho para a leitura é importante para mim.
Abraço
Obrigada pela dica de leitura!!
Olá Antonio
Pelo seu comentário, deu até vontade de ler.....
Olha, obrigada pelo selinho, adorei ganhar, já postei e indiquei os outros blogs.
abraços
Já me emocionou nesse primeiro parágrafo, não sei se tenho forças para ler.
Beijos
Da maneira que falou a respeito deu vontade de começar a ler já António!
Está anotado.
Abreijos.
Astrid Annabelle
Este tema é tão sério, doloroso mas cada obra assim como o descreveste, sensível, acrescenta muito e conforta.
Este nosso contato com os que já se foram, a nossa sintonia com o plano dos desencarnados é uma experiência que enche nossa alma de paz. São certezas que nos amadurecem espiritualmente.
É o meio em que vivo... o intercâmbio entre os dois mundos. Em breve estarei voltando ao meu trabalho mediúnico.
António, passo para deixar-te um beijo mui carinhoso! Saudades de ti.
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Ah... meu filho agradece o carinho daquela análise tua do meu Guilherme. Fizeram cópia para guardá-la.
Obrigada, sempre e muito!
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Beijos
António
Adelaide
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Abraço
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Grato por estar presente.
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Gostei muito daquilo do 'carbon neutral. Vou ver com mais atenção.
Abraço
António
Ângela
Um grande beijo para si, minha querida.
António
Astrid
É um livro especial de uma mulher muito especial.
Beijos
António
Maria Izabel
Fico feliz em saber que está prestes a retomar a sua actividade mediúnica.
Grande beijo
António
Bom dia António Rosa,
Considero o tema da morte dos mais importantes da vida... Graças a Deus que sempre lidei muito bem bem com a morte e já passei por tantas mortes físicas de pessoas queridas como a da minha avó que me criou, a do meu avô que eu admirava, a de uma amiga do coração e, mais recentemente, a do meu pai.
A morte com que tive mais dificuldade em lidar foi com a traição e consequente separação do marido com quem vivi 20 anos... essa sim, foi muito dolorosa e difícil de ultrapassar. Foi o meu primeiro luto! Desta experiência, resultou uma nova e diferente forma de me relacionar com toda a gente. Percebi que ninguém pode ser "a" mais importante. Passei a dar tanta atenção aos que estão mais perto, quer seja por laços de sangue ou outros, como aqueles com que me cruzo esporadicamente ou com quem nem sequer me cruzo fisicamente!
Percebi que os meus filhos não podem/devem ser mais importantes do que os filhos de toda a gente.. hoje consigo ser muito imparcial a até desapegada.. (o que não foi fácil para um Sol em Touro e uma Lua em Caranguejo) mas muito mais inteira e consciente da unidade que todos formamos..
Obrigada por todas estas possibilidades que nos dá de reflectirmos os mais importantes temas da vida!!
Um grande, grande abraço <3
Filomena,
Sabe que eu também me considero 'especialista' na morte? Passe o exagero, claro. Tem sido uma constante ao longo da minha vida. Como a compreendo.
Daqui a pouco vai sair um post aqui no Cova, que tem muito a ver consigo.
Grande abraço.
António
Alexandre,
É daqueles livros que apetece muito. Hoje mesmo emprestei o meu exemplar a uma colega.
Abraço.
muito grata por todos os vossos comentários. é bom sentir que inspiramos os outros.
bem haja, António, por isto e... por tudo o resto.
Inês de Barros Baptista
Recentemente morreu uma minha sobrinha, com 39 anos. É curioso como não sinto luto... e, tal cmo disse a Filomena acima, o meu maior luto tb foi a do último divórcio. Aí sim, parece que o mundo desabou porque alguém ia "morrer" mesmo. A dor ainda persiste ao fim de 16 anos. O luto ainda não acabou.
Interesssante, o livro.
Bjs.
Inês,
Um grande beijinho para si e muito agradecido por ter vindo ao Cova e pelo seu livro me ter permitido fazer um post que tocou tanta gente. Nem imagina a quantidade de pessoas que acederam a este post desde ontem à meia-noite... Imensa gente...
:))
Grande abraço e beijo
António
P.S.: daqui a pouco vai sair um post novo que escrevi muito a pensar em si.
António Rosa,
Fico na expectativa do próximo post!! Obrigada. ;-))
Lucy,
Tem a minha compaixão!! Espero que supere em breve integrando o perdão e seguindo livre com a sua vida.. beijinho
Lucy
Compreendo esse luto, e deve ter sido muito difícil para demorar tanto tempo. Desejo-te que o luto se faça, para a tua própria tranquilidade.
Beijos.
António
Filomena
faltam poucos minutos. pré-agendei para as 13.
Cá estarei, António Rosa!!
Até já..
e totalmente em sintonia com a Filomena e a Lucy: o 'luto' pelos que estão vivos é provavelmente muito mais duro do que o luto pelos que morreram, de facto. porque não só continuam a ver-nos, como continuamos a vê-los, a 'respirá-los', a querer que velem e se revelem por nós... na morte, não existe alternativa, não podemos sequer por a hipótese do 'e se não tivesse morrido?', a dor é tão densa que quase sufoca... numa separação, o 'e se?' permanece - pelo tempo que o permitirmos, está claro! - a ser uma equação sem saída. é uma dor menos densa, talvez, mas muito mais ansiosa... daí perceber tão bem que a dor do luto pelos que estão vivos seja uma dor que, tantas vezes, nos deixa sem chão... mas, e mais uma vez, tocar em todas as feridas é essencial para que a cura se manifeste.
Inês BB
Inês,
Eu costumo dizer que enquanto houver feridas para curar vão existir pessoas a porem o dedo nelas.. é indissociável!! E foi esta prerrogativa que me ajudou a por o foco na cura em vez de continuar a sentir-me vítima das circunstancias.
Parabéns pelo seu livro que vou, certamente, adquirir.
Um abraço,
Filomena
Inês
«... o 'e se?' permanece - pelo tempo que o permitirmos, está claro! ... »
E, habitualmente, permitimos.
Também sei o que é essa dor.
Linda conversa que temos tido aqui.
António
Já me divorciei há 23 anos, o perdão ficou logo ali resolvido, não há espaço para estagnar forças que não ajudam a ir em frente. Novas vidas esperam por nós e mais fácil se torna se esquecer a dor. Há que recomeçar, voltar a fazer a alma vibrar de novos sonhos, de novos sentires. Nos dias de hoje ainda sinto imenso carinho pelo pai dos meus filhos... Naquela hora dói, depois depende de cada um o caminho que quer seguir, se em sofrimento se em perdão, perdão que gerará alegria.
Um beijinho da laura
Olá, António
O livro que sugere é, de facto, muito especial. É um livro de testemunhos, onde não só se fala da dor da 'morte' e de como lidar com ela, mas especialmente da capacidade de viver após a perda e de recomeçar.
Concordo que, por vezes, seja mais difícil aceitar perdas que não envolvem a morte 'física' do objecto do nosso amor ou apego, porque a morte 'física' contém em si uma irreversibilidade por demais inegável e evidente.
Mas muitos dos testemunhos presentes no livro da Inês BB ajudam-nos a pôr em perspectiva as nossas dores de perda (incluindo as que não envolvem a morte 'física' do outro), e o modo como re-agimos e sobre-vivemos a elas. E oferece-nos uma oportunidade de reavaliar e, quem sabe, redireccionar o nosso percurso.
Sem contudo esquecer que tudo tem o seu tempo. E nós, pessoas, também temos cada um o nosso tempo.
Um beijo
vl
Venus
Excelente testemunho, de quem conhece bem o livro. maravilhoso.
Beijos grande.
me lembrou Fernando Pessoa texto muito interessante
Obrigado por este bilhete muito agradável ... e sorridente (por um assunto não óbvio)!
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