Orgulho - blogagem coletiva

10 de setembro de 2010 ·

Este post é parte integrante da blogagem coletiva, 'Sensações e emoções'
no Café com Bolos, de Glorinha Leão

Orgulho é um sentimento de satisfação pela capacidade ou realização ou um sentimento elevado de dignidade pessoal. Na língua portuguesa, a palavra 'orgulho' pode ser vista tanto como uma atitude positiva ou negativa, dependendo das circunstâncias. Assim, o termo pode ser usado de maneira errada tanto como sinónimo de soberba e arrogância, quanto, pelo lado positivo para indicar dignidade ou brio.

O orgulho é totalmente sem fundamento, e portanto estúpido e irracional. A pessoa orgulhosa é sábia aos seus próprios olhos, daí não ser aberta ao ensinamento ou ao conselho. Pode ser visto num ar de superioridade, olhar altivo, num falar insolente, no orgulho sendo usado como um colar. Pode mostrar-se no trajar e na postura em geral. O orgulho mostra-se no tratamento desdenhoso de pessoas 'inferiores'. Mas ainda que possamos nos arrepender em lágrimas de manifestações específicas de orgulho, ele tem raízes profundas e livrar-nos de falsos padrões do pensamento pode ser luta de toda uma vida.

Poema da portuguesa Florbela Espanca,
com narração do brasileiro Miguel Falabela.
1' 09''


«Se não tivéssemos orgulho, não nos queixaríamos dos outros.»
François de La Rochefoucauld

«Quem é orgulhoso a si próprio devora.»
William Shakespeare

31 comentários:

Rosemildo Sales Furtado disse...
10 de setembro de 2010 às 00:48  

Acho que o orgulho não leva a nada e que o orgulhoso deveria ser banido da sociedade.

bela participação amigo. Parabéns!

Abraços e fique com DEUS.

Furtado.

Astrid Annabelle disse...
10 de setembro de 2010 às 02:14  

Uauu!!!Que lindo!
A voz do Falabela recitando este poema até me arrepiou António!
"....Via Láctea fechando o Infinito!"
Nosssaaa!

O orgulho com certeza faz parte da miséria humana.

Eu ainda estou aqui me vendo às voltas sem idéia nenhuma para postar amanhã!sniff

Belíssima participação.
Beijo gostoso e sonhe com os anjos!
Astrid Annabelle

Macá disse...
10 de setembro de 2010 às 02:36  

Ah! Eu prefiro sempre o primeiro exemplo: Orgulho como dignidade.
E eu gosto muito da Florbela. Na estação de metrô aqui perto de casa, tem um poema dela na parede que é muito lindo.
Parabéns pela escolha.
um abraço

Lúcia Soares disse...
10 de setembro de 2010 às 03:47  

É preciso saber até onde ir, para não passar de orgulho a presunção o que nos envolve.
Temos que exercitar nosso orgulho por coisas boas.
Florbela é sempre isso: uma mágica com as palavras.
Abraços!

Astrid Annabelle disse...
10 de setembro de 2010 às 06:32  

Olá António!
Escevi um email para você,OK?
Beijos
Astrid Annabelle

António Rosa disse...
10 de setembro de 2010 às 12:16  

Rosemildo

O orgulho tem esse lado 'louco' de ser uma faca com dois gumes. Qual deles escolhemos, é responsabilidade nossa.

Muito agradecido.

Abraço.

António

António Rosa disse...
10 de setembro de 2010 às 12:18  

Astrid

Também gosto muito do vídeo. Assim que soube qual era o tema, eu soube que esse vídeo ia entrar. Descobri agora que este post e o da Cê são similares: incrível. Ela escreveu o poema e eu coloquei o vídeo. Que sincronicidade. E foi a primeira vez que conheci o blogue dela.

Já lhe enviei um email.

Beijos

António

António Rosa disse...
10 de setembro de 2010 às 12:20  

Macá

Adorei o seu conto. Magnífico.

Muito obrigado por ter vindo.

Hoje, finalmente, consegui ser seu seguidor. Tenho tentado várias vezes, sem sucesso. Hoje, foi.

Abraço

António

Abraço

António

António Rosa disse...
10 de setembro de 2010 às 12:24  

Lúcia

A Florbela é isso mesmo: uma magia constante. A voz e interpretação do Miguel Falabela ajuda imenso.

Adorei a sua participação nesta blogagem coletiva.

Beijo

António

Astrid Annabelle disse...
10 de setembro de 2010 às 12:32  

Bom dia António!
Acabei de reenviar....acordei agora. Aproveitei para ouvir novamente o Falabela...muito bacana mesmo.Eu vi que a Cê fez o post parecido. Sincronicidades!rss
Vou agora fazer a ronda pela blogosfera e conferir os posts.
Até mais...depois eu volto.
Beijos
Astrid Annabelle

António Rosa disse...
10 de setembro de 2010 às 12:42  

Astrid

Recebi o email. Vou responder. Também tenho que fazer a ronda, mas suspeito que vai ser um pouco ... arrastado.

Até logo

António

Leci Irene disse...
10 de setembro de 2010 às 12:47  

Bom dia,amigo! Realmente, o orgulho que nos faz pensar que somos superiores e não necessitamos de nada ou de ninguém é um sentimento que leva ao caminho da solidão...
Lindíssimo poema!!!!!!!!!!

Alexandre Mauj Imamura Gonzalez disse...
10 de setembro de 2010 às 13:45  

Que beleza! Ouvir a bonita narração de Miguel Falabella para um belíssimo poema de Florbela Espanca. É uma das poetisas que mais me emocionam, que eu gosto.

E ficou como um bonito símbolo de união entre os dois países.
Muito obrigado, amigo Antonio. Tenha um bom dia

António Rosa disse...
10 de setembro de 2010 às 14:10  

Leci,

Como já sou crescidinho (61 anos), hoje em dia penso que o orgulho, se não for bem trabalhado, só nos traz doenças sérias.

Abraço

António

António Rosa disse...
10 de setembro de 2010 às 14:10  

Alexandre

Gostei da sua visita. Você é um ser iluminado, meu querido.

Abraço.

António

Adriano Mariano disse...
10 de setembro de 2010 às 14:15  

Nossa... lindo.
O orgulho é, sim, uma passagem de caminhos perigosos e muito extensos para o autoconhecimento. Ter orgulho de si te protege de um mundo que vc não quer fazer parte, te deixando mais forte...

... em contra-partida, te fecha para o mundo real, de pessoas reais, de sentimentos reais, de valores reais.

Tudo é uma questão de escolha, e no final somos sempre nós contra nós mesmos.

Abraço!
Seguindo por aqui também. =]
Adorei o seu blog.

Adriano Mariano disse...
10 de setembro de 2010 às 14:37  

Poxa, fiquei tão lisonjeado com seu comentário que tive que voltar aqui para agradecê-lo.

Meus agradecimentos sinceros!
Forte abraço,
até mais.

António Rosa disse...
10 de setembro de 2010 às 14:46  

Adriano,

Como já tenho uma idade apreciável, hoje em dia, prefiro pensar e sentir que se fizermos as coisas bem feitas (o que tiver que ser), estamos perante alguém com uma elevada auto-estima e feliz, e com alegria de viver. Sem 'orgulho', para não cair em 'vaidades vãs', como dizia o poeta.

Muito agradecido pelos dois comentários.

Abraço

António

Astrid Annabelle disse...
10 de setembro de 2010 às 14:48  

António!
Que lindo comentário do Adriano!!! Vou guardar comigo e irei visitá-lo.

Respondi seu email...beijos
Astrid Annabelle

Nilce disse...
10 de setembro de 2010 às 16:44  

Oi, Antônio

Há que se medir o orgulho para não nos transformarmos em arrogantes. O malefício ou benefício depende de nós mesmos, do nosso comportamento.
Lindo o poema.

Bjs no coração!

Nilce

António Rosa disse...
10 de setembro de 2010 às 17:39  

Astrid

Acabei de ler o email. Vou já responder. :))

António Rosa disse...
10 de setembro de 2010 às 17:41  

Olá Nilce,

Acho mesmo que o perigo reside aí: nós termos que medir. A nossa mente é demasiado poderosa e essas medições podem sair furadas.

Muito agradecido por ter vindo

Um beijo para a guerreira linda.

António

Cantinho da Cê disse...
10 de setembro de 2010 às 17:50  

Olá Antonio, que coincidência, tivemos a mesma idéia...mas acho que ficou bom mesmo assim não é?

Obrigada pela visita,

Beijo,

António Rosa disse...
10 de setembro de 2010 às 18:54  

Cantinho da Cê

Foi magnífica esta sincronicidade. Apareça mais vezes.

Beijo

Liza Souza disse...
10 de setembro de 2010 às 19:06  

Antônio, bela participacao. O orgulho em excesso traz soberba, arrogancia, deixa as pessoas cheias de si, cegas por achar que não precisam de ninguém ao seu redor e que estao sempre acima de tudo e todos. Esse orgulho nao deve nunca encontrar lugar nos nossos coracoes, pois só gera frutos ruins.
Beijos

António Rosa disse...
10 de setembro de 2010 às 19:22  

Liza

Gistei de sua participação: serena e lecicada,~~

Bem haja.

António

Astrid Annabelle disse...
10 de setembro de 2010 às 21:22  

Levei mais de meia hora para conseguir lhe enviar a resposta do email....
O Google está se arrastando....
Um beijo grande António.
Astrid Annabelle

Adelaide Figueiredo disse...
10 de setembro de 2010 às 23:08  

António,

Gostei da forma como descreveu o Orgulho. Vejo-o assim.
Adorei o poema da Florbela Espanca!

Abraço

Marliborges disse...
11 de setembro de 2010 às 03:02  

Boa noite Antonio,
Seu post está perfeito. Adorei a forma como você falou sobre o orgulho. E a poesia, fora de série. Parabéns. Bjsssssssss

Madalena disse...
11 de setembro de 2010 às 13:17  

Paz e saúde Antonio.
Orgulho? Só aquele do ter feito um bom e digno trabalho.
Sou grata.

António Rosa disse...
11 de setembro de 2010 às 13:35  

Madalena

Paz e saúde, também para si, com os meus agradecimentos pela visita.

Aquele trabalho que se faz bem e com dignidade, como diz, creio que merece outro nome sem ser 'orgulho', pois trata-se de uma manifestação daquilo que somos. Portanto, eu acrescentaria à sua definição «ter feito um bom e digno trabalho», o seguinte: «e gostando do que se faz». Aí, podemos substiuir o orgulho por uma bela auto-estima.

Irei visitá-la.

Grato

António

10 de setembro de 2010

Orgulho - blogagem coletiva

Este post é parte integrante da blogagem coletiva, 'Sensações e emoções'
no Café com Bolos, de Glorinha Leão

Orgulho é um sentimento de satisfação pela capacidade ou realização ou um sentimento elevado de dignidade pessoal. Na língua portuguesa, a palavra 'orgulho' pode ser vista tanto como uma atitude positiva ou negativa, dependendo das circunstâncias. Assim, o termo pode ser usado de maneira errada tanto como sinónimo de soberba e arrogância, quanto, pelo lado positivo para indicar dignidade ou brio.

O orgulho é totalmente sem fundamento, e portanto estúpido e irracional. A pessoa orgulhosa é sábia aos seus próprios olhos, daí não ser aberta ao ensinamento ou ao conselho. Pode ser visto num ar de superioridade, olhar altivo, num falar insolente, no orgulho sendo usado como um colar. Pode mostrar-se no trajar e na postura em geral. O orgulho mostra-se no tratamento desdenhoso de pessoas 'inferiores'. Mas ainda que possamos nos arrepender em lágrimas de manifestações específicas de orgulho, ele tem raízes profundas e livrar-nos de falsos padrões do pensamento pode ser luta de toda uma vida.

Poema da portuguesa Florbela Espanca,
com narração do brasileiro Miguel Falabela.
1' 09''


«Se não tivéssemos orgulho, não nos queixaríamos dos outros.»
François de La Rochefoucauld

«Quem é orgulhoso a si próprio devora.»
William Shakespeare

31 comentários:

Rosemildo Sales Furtado disse...

Acho que o orgulho não leva a nada e que o orgulhoso deveria ser banido da sociedade.

bela participação amigo. Parabéns!

Abraços e fique com DEUS.

Furtado.

Astrid Annabelle disse...

Uauu!!!Que lindo!
A voz do Falabela recitando este poema até me arrepiou António!
"....Via Láctea fechando o Infinito!"
Nosssaaa!

O orgulho com certeza faz parte da miséria humana.

Eu ainda estou aqui me vendo às voltas sem idéia nenhuma para postar amanhã!sniff

Belíssima participação.
Beijo gostoso e sonhe com os anjos!
Astrid Annabelle

Macá disse...

Ah! Eu prefiro sempre o primeiro exemplo: Orgulho como dignidade.
E eu gosto muito da Florbela. Na estação de metrô aqui perto de casa, tem um poema dela na parede que é muito lindo.
Parabéns pela escolha.
um abraço

Lúcia Soares disse...

É preciso saber até onde ir, para não passar de orgulho a presunção o que nos envolve.
Temos que exercitar nosso orgulho por coisas boas.
Florbela é sempre isso: uma mágica com as palavras.
Abraços!

Astrid Annabelle disse...

Olá António!
Escevi um email para você,OK?
Beijos
Astrid Annabelle

António Rosa disse...

Rosemildo

O orgulho tem esse lado 'louco' de ser uma faca com dois gumes. Qual deles escolhemos, é responsabilidade nossa.

Muito agradecido.

Abraço.

António

António Rosa disse...

Astrid

Também gosto muito do vídeo. Assim que soube qual era o tema, eu soube que esse vídeo ia entrar. Descobri agora que este post e o da Cê são similares: incrível. Ela escreveu o poema e eu coloquei o vídeo. Que sincronicidade. E foi a primeira vez que conheci o blogue dela.

Já lhe enviei um email.

Beijos

António

António Rosa disse...

Macá

Adorei o seu conto. Magnífico.

Muito obrigado por ter vindo.

Hoje, finalmente, consegui ser seu seguidor. Tenho tentado várias vezes, sem sucesso. Hoje, foi.

Abraço

António

Abraço

António

António Rosa disse...

Lúcia

A Florbela é isso mesmo: uma magia constante. A voz e interpretação do Miguel Falabela ajuda imenso.

Adorei a sua participação nesta blogagem coletiva.

Beijo

António

Astrid Annabelle disse...

Bom dia António!
Acabei de reenviar....acordei agora. Aproveitei para ouvir novamente o Falabela...muito bacana mesmo.Eu vi que a Cê fez o post parecido. Sincronicidades!rss
Vou agora fazer a ronda pela blogosfera e conferir os posts.
Até mais...depois eu volto.
Beijos
Astrid Annabelle

António Rosa disse...

Astrid

Recebi o email. Vou responder. Também tenho que fazer a ronda, mas suspeito que vai ser um pouco ... arrastado.

Até logo

António

Leci Irene disse...

Bom dia,amigo! Realmente, o orgulho que nos faz pensar que somos superiores e não necessitamos de nada ou de ninguém é um sentimento que leva ao caminho da solidão...
Lindíssimo poema!!!!!!!!!!

Alexandre Mauj Imamura Gonzalez disse...

Que beleza! Ouvir a bonita narração de Miguel Falabella para um belíssimo poema de Florbela Espanca. É uma das poetisas que mais me emocionam, que eu gosto.

E ficou como um bonito símbolo de união entre os dois países.
Muito obrigado, amigo Antonio. Tenha um bom dia

António Rosa disse...

Leci,

Como já sou crescidinho (61 anos), hoje em dia penso que o orgulho, se não for bem trabalhado, só nos traz doenças sérias.

Abraço

António

António Rosa disse...

Alexandre

Gostei da sua visita. Você é um ser iluminado, meu querido.

Abraço.

António

Adriano Mariano disse...

Nossa... lindo.
O orgulho é, sim, uma passagem de caminhos perigosos e muito extensos para o autoconhecimento. Ter orgulho de si te protege de um mundo que vc não quer fazer parte, te deixando mais forte...

... em contra-partida, te fecha para o mundo real, de pessoas reais, de sentimentos reais, de valores reais.

Tudo é uma questão de escolha, e no final somos sempre nós contra nós mesmos.

Abraço!
Seguindo por aqui também. =]
Adorei o seu blog.

Adriano Mariano disse...

Poxa, fiquei tão lisonjeado com seu comentário que tive que voltar aqui para agradecê-lo.

Meus agradecimentos sinceros!
Forte abraço,
até mais.

António Rosa disse...

Adriano,

Como já tenho uma idade apreciável, hoje em dia, prefiro pensar e sentir que se fizermos as coisas bem feitas (o que tiver que ser), estamos perante alguém com uma elevada auto-estima e feliz, e com alegria de viver. Sem 'orgulho', para não cair em 'vaidades vãs', como dizia o poeta.

Muito agradecido pelos dois comentários.

Abraço

António

Astrid Annabelle disse...

António!
Que lindo comentário do Adriano!!! Vou guardar comigo e irei visitá-lo.

Respondi seu email...beijos
Astrid Annabelle

Nilce disse...

Oi, Antônio

Há que se medir o orgulho para não nos transformarmos em arrogantes. O malefício ou benefício depende de nós mesmos, do nosso comportamento.
Lindo o poema.

Bjs no coração!

Nilce

António Rosa disse...

Astrid

Acabei de ler o email. Vou já responder. :))

António Rosa disse...

Olá Nilce,

Acho mesmo que o perigo reside aí: nós termos que medir. A nossa mente é demasiado poderosa e essas medições podem sair furadas.

Muito agradecido por ter vindo

Um beijo para a guerreira linda.

António

Cantinho da Cê disse...

Olá Antonio, que coincidência, tivemos a mesma idéia...mas acho que ficou bom mesmo assim não é?

Obrigada pela visita,

Beijo,

António Rosa disse...

Cantinho da Cê

Foi magnífica esta sincronicidade. Apareça mais vezes.

Beijo

Liza Souza disse...

Antônio, bela participacao. O orgulho em excesso traz soberba, arrogancia, deixa as pessoas cheias de si, cegas por achar que não precisam de ninguém ao seu redor e que estao sempre acima de tudo e todos. Esse orgulho nao deve nunca encontrar lugar nos nossos coracoes, pois só gera frutos ruins.
Beijos

António Rosa disse...

Liza

Gistei de sua participação: serena e lecicada,~~

Bem haja.

António

Astrid Annabelle disse...

Levei mais de meia hora para conseguir lhe enviar a resposta do email....
O Google está se arrastando....
Um beijo grande António.
Astrid Annabelle

Adelaide Figueiredo disse...

António,

Gostei da forma como descreveu o Orgulho. Vejo-o assim.
Adorei o poema da Florbela Espanca!

Abraço

Marliborges disse...

Boa noite Antonio,
Seu post está perfeito. Adorei a forma como você falou sobre o orgulho. E a poesia, fora de série. Parabéns. Bjsssssssss

Madalena disse...

Paz e saúde Antonio.
Orgulho? Só aquele do ter feito um bom e digno trabalho.
Sou grata.

António Rosa disse...

Madalena

Paz e saúde, também para si, com os meus agradecimentos pela visita.

Aquele trabalho que se faz bem e com dignidade, como diz, creio que merece outro nome sem ser 'orgulho', pois trata-se de uma manifestação daquilo que somos. Portanto, eu acrescentaria à sua definição «ter feito um bom e digno trabalho», o seguinte: «e gostando do que se faz». Aí, podemos substiuir o orgulho por uma bela auto-estima.

Irei visitá-la.

Grato

António

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