Somos et's em Urântia?

17 de dezembro de 2008 ·

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Fonte informativa principal para este texto:
O “Livro de Urântia” - clicar: 123456

Todas as citações neste texto são do “Livro de Urântia”.

Informação prévia ao leitor (update)
Este artigo foi publicado em primeira mão em 2006 no meu antigo blogue «Postais da Novalis», já apagado. Os apontamentos astrológicos inseridos no actual texto foram escritos de propósito para o artigo poder ser publicado no «Cova do Urso» 17/12/2008 (é este post). Foi republicado sem alterações 22 Agosto 2010.
Copyright - 2006, 2008, 2010, António Rosa


Quando se fala em vidas passadas, a nossa mente “parece” estar preparada para fazer uma leitura bastante parcial do assunto, em termos espaciais e temporais. Pensarmos em vidas passadas, aparentemente, reduz-se a isto:

a) Em termos espaciais, apenas ao planeta Terra – Urântia, como parece ser conhecido no cosmos.

b) Em termos temporais, aos últimos quatro a cinco mil anos.

A nossa memória celular está tão atulhada de lixo psíquico, e parece ficar reduzida a uma espécie de ecrã muito pequeno. O “filme” das nossas vidas passadas aparenta possuir apenas uma bobine, em vez de 3, 4 ou 5, além de não conseguir passar em ecrã gigante e de alta definição.

Aparentemente, a mente ternária – aquela que pertence ao nosso aparelho físico [corpos físico, mental e emocional] – absorve com facilidade a ideia de vidas passadas havidas desde os egípcios até hoje, ou uns tempos anteriores. Os tais 5.000 anos (números redondos) que mencionei acima. Para lá dessa época, até há pouco tempo, o que se sabia, pertencia ao nível das excepções. O mesmo acontece com a localização dessas vidas passadas. São sempre no planeta Terra [Urântia].

Obviamente, o véu que cobre a nossa experiência neste planeta não nos permitia ver para além do nosso centro habitacional. Não nos possibilitava ir a vidas para além do sistema gravitacional do nosso planeta. Nem nos permite, ainda. Parecia que estávamos comprimidos neste sistema de gravidade do nosso planeta, como uma lata de coca-cola, enquanto está fechada.

No entanto, desde os anos 80, a malha magnética terrestre foi tremendamente alargada e esse véu transformou-se em malha muito mais aberta e já vai sendo possível intuir e ver horizontes mais vastos, e em passados mais recuados, aqui e fora de Urântia, nome cósmico do nosso planeta. Os leitores da entidade conhecida como «Kryon» sabem do que estou a falar.

Em termos astrológicos, a abertura da malha magnética do nosso planeta corresponde à transição da caminhada de Plutão de Balança/Libra para Escorpião. Seria interessante que estudiosos da astrologia investigassem esta correlação astrológica. Um dia isso terá que acontecer para trazer maior clareza a estes assuntos.

Indo à razão deste texto. Quase todos somos ET’s, no estrito sentido do nosso Ser e respectiva mónada não terem sido criados neste planeta. Não serem naturais de Urântia, conhecendo-se poucas excepções. Pertencemos a esferas [planetas] que estão inseridas em outros sistemas estelares. As razões porque escolhemos ter vindo até este planeta não é o assunto deste artigo e requer uma longa explicação. A nossa origem Extra Terrestre também parece ser uma das razões, porque ainda ficamos fascinados com uma bela noite límpida, em que vemos aqueles milhões de pontinhos no céu.

O Homem, ao longo do tempo, conseguiu olhar para as estrelas e catalogá-las. Foi assim que começou a astrologia, a astronomia e, muito mais tarde, a astrofísica. A tecnologia permitiu perceber que o universo é de uma vastidão abismal. O Homem reconhece que aquilo que sabe do universo, nada é, comparável ao ainda desconhecido.

Quando olhamos para o céu, vemos apenas uma parte daquilo que chamamos de Via Láctea:
Visão a partir dos hemisférios norte (em cima) e sul (em baixo).

Na primeira metade do século XX surgiu o Livro de Urântia [clicar] [é o nome que o nosso planeta tem no cosmos], que explica de uma maneira muito especial, as questões da cosmogenia e da espiritualidade. [Vale a pena arranjar tempo para consultar os sites lincados acima.] Antes, já houvera informações. Depois, surgiram autores, pensadores e canais que têm explicado muito bem estas e outras questões, sob os mais variados pontos de vista. Criei a ilustração no topo do artigo para tentar mostrar, em gráfico e de uma forma simplificada e bastante grosseira, o que o Livro de Urântia nos conta sobre os supernuviversos, portanto, sobre as nossas origens cósmicas.

A Grande Fonte é um grande universo central, chamado Havona, é o creador [não é erro de escrita] dos restantes. Havona, no centro do gráfico, é a Primeira Grande Fonte Que Tudo É. Na nossa linguagem mais quotidiana, designamos essa incrível e poderosa fonte energética, com nomes como Deus, Alá, Adonai, Jeová, Brahama, Pai, Mãe, Grande Arquitecto, Creador, Ilha Paradisíaca, Ilha Eterna, etc.

“A primeira criação posterior a Havona dividiu-se em sete formidáveis segmentos”. “O actual esquema de administração existe quase que desde a eternidade e os governantes destes superuniversos são chamados de Anciões de Dias.”

“É importante que formeis primeiro uma ideia adequada acerca da constituição física e da organização material dos âmbitos do superuniverso, pois assim estareis melhor preparados para apreender a importância da maravilhosa organização que foi providenciada para o seu governo espiritual e para o avanço intelectual das criaturas de vontade que moram nas miríades de planetas habitados espalhados, aqui e ali, por todos os sete superuniversos.”

Os sete formidáveis segmentos ou superuniversos, apontados na ilustração ao lado (igual à do topo), rodam no sentido anti-horário. Percorrem uma grande elipse, um gigantesco círculo muito alongado. “Este caminho cósmico está bem mapeado e os observadores das estrelas do superuniverso conhecem-no tão bem como os astrónomos de Urântia [Terra] conhecem as órbitas dos planetas que constituem o vosso sistema solar.” [Clicar na ilustração para aumentá-la.]

Nós pertencemos a um dos universos relativamente recentes e ainda em desenvolvimento. O 7º superuniverso tem como nome cósmico, a palavra Orvonton. Este 7º superuniverso, nesta fase da nossa vida, está numa trajectória relativamente recta, em direcção ao norte, a leste de Havona. Estas direcções cardeais são dadas apenas porque a nossa mente necessita de parâmetros orientadores.

O Livro de Urântia diz-nos que cada superuniverso é composto por 10 Sectores Maiores, por sua vez divididos em 100 Sectores Menores. Cada Sector Menor é o somatório de 100 Universos Locais. Em cada Universo Local existirão 10.000.000 de planetas habitáveis. São números simples e algo abstractos, apenas para entendermos a grandeza do mundo do Pai.

À semelhança de Havona, existe uma Fonte Que Tudo É em cada Universo Local, em cada Sector Menor, em cada Sector Maior, em cada Superuniverso. Pensemos mais ou menos assim, comparando a organização administrativa de um Superuniverso, à forma como o nosso país está organizado e passe a vulgaridade do exemplo: cada Universo Local corresponderia a uma freguesia; cada Sector Menor seria equivalente a um município; cada Sector Maior pode ser visto como um distrito e, finalmente, o Superuniverso corresponderia a um país. Repito, passe o exagero desta comparação. Apenas para entendermos do que estou a falar.

O nosso Universo Local chama-se Nebadon, está localizado em Orvonton, o 7º superuniverso, que gira entre os superuniversos 1 e 6. Hoje em dia, o sistema solar ao qual Urântia pertence deixou para trás, há cerca de um bilião de anos, a rota circular ao redor da curvatura sul de Havona. Por eras incontáveis, Orvonton seguirá quase que directo em direcção ao norte.

O Universo Local Nebadon também tem a sua Fonte Que Tudo É. Digamos, apenas para nos entendermos, que essa Fonte é como se fosse uma super-delegação da Primeira e Grande Fonte Que Tudo É, a de Havona.

O governante de Nebadon é um Filho Criador gerado directamente por Havona. O seu nome, segundo o Livro de Urântia é Micah, responsável e criador deste universo local. Jesus e Sananda são projecções em outros planos deste Ser de grande energia cósmica. Lúcifer é outra projecção desta mesma energia. Aliás, todos nós, ou quase todos nós.

Nos dias de hoje, quando aqui no planeta Terra usamos a palavra “Deus”, estamos a falar da Fonte Que Tudo É de Nebadon. No passado terrestre mais longínquo, essa referência era entendida como sendo o nosso Sol, na representação de Sanat Kumara. O conhecido Arcanjo Gabriel, tão amado por milhões de pessoas, e totalmente aceite por várias religiões, tem uma altíssima função em Nebadon. É quem coordena todas as funções administrativas do Universo Local de Nebadon. Como que um super primeiro-ministro. Conhecem aquele conceito bíblico de «muitas moradas do Pai»? É a isto que se está a referir. Não é o céu, purgatório ou inferno. São mesmo «moradas físicas» - sistemas, mundos, planetas, estrelas, etc. Em múltiplas dimensões. Nem todas as moradas do Pai estão ao nível de Urântia, na terceira dimensão. Isso é outra história.

Urântia [Terra] pertence ao sistema solar que está bem na parte exterior do universo local Nebadon, perto da fronteira do nosso universo local. Na ilustração ao lado, o nosso Universo Local Nebadon está assinalado a azul escuro. “Além de vós, existem mais outros; porém, no espaço, estais muito distantes daqueles sistemas físicos que giram ao redor do grande círculo e que estão relativamente próximos à Grande Fonte de Havona.” [Clicar na ilustração para aumentá-la.]

“Praticamente todas as regiões estelares visíveis a olho nu em Urântia pertencem ao superuniverso de Orvonton. O imenso sistema estelar da Via Láctea representa o núcleo central de Orvonton estando, em grande parte, além dos limites do vosso universo local de Nebadon.”

Em noites límpidas e sem luar, longe das luzes artificiais das áreas urbanas, pode-se ver claramente no céu uma faixa nebulosa atravessando o hemisfério celeste de um horizonte a outro. Chamamos a essa faixa Via Láctea, devido à sua aparência, que lembrava aos povos antigos um caminho esbranquiçado como leite. A sua parte mais brilhante fica na direcção da constelação de Sagitário, sendo melhor observável no Hemisfério Sul durante as noites de Inverno.

Hoje sabemos que esta é uma visão de dentro da própria galáxia. É nessa direcção brilhante da constelação de Sagitário que se encontra a sede do governo do 7º superuniverso Orvonton. Sendo comum ouvir-se esta expressão: “Sol Central”.

A astrologia diz-nos que um dos pontos sensíveis do Zodíaco é o grau 26 de Sagitário, que, aparentemente, aponta para o centro do universo. O centro do 7º superuniverso. A casa do Pai Maior, ao nível do nosso entendimento. Não sei se estão ao corrente do grande debate astrológico ocorrido em todo o mundo, em fins de 2007, a quando da passagem de Plutão pelos graus 26 a 28 de Sagitário, correspondentes ao chamado Centro Galáctico. Pois! Plutão fazia conjunção a esse Centro Galáctico, a esse núcleo central de Orvoton, o nosso superuniverso, o 7º. Neste debate houve de tudo – a favor da ideia e contra a mesma.

Continuando, esta grande aglomeração de sóis, ilhas escuras do espaço, estrelas duplas, aglomerados globulares, nuvens de estrelas, nebulosas espirais e ainda de outras formas, junto com as miríades de planetas, forma algo semelhante a um relógio. O tamanho aproximado da nossa galáxia [Via Lactea] e a localização cósmica do nosso Sol são conhecidos há cerca de 80 anos. Os nossos cientistas estimam que só a Via Láctea possua entre 200 e 250 biliões de estrelas com toda uma corte majestosa de esferas [planetas]. No nosso universo local Nebadon aparenta haver 10 milhões de planetas habitáveis. Estamos a falar daquilo que constitui uma parte considerável do 7º superuniverso Orvonton.

“Os astrónomos de Urântia identificaram aproximadamente oito dos dez Sectores Maiores de Orvonton. Os outros dois são difíceis de se reconhecer em separado porque estais obrigados a visualizar estes fenómenos a partir do interior. Se pudésseis observar o superuniverso de Orvonton, a partir de uma posição distante no espaço, reconheceríeis imediatamente os dez Sectores Maiores.”

A ciência actual nem sequer consegue avistar os nossos superuniversos vizinhos – o 1 e o 6. Além de não conseguir avistar todo o nosso superuniverso. Lá chegaremos, porque a nossa civilização parece querer encaminhar-se para as viagens entre estrelas. É tudo uma questão de tempo. Lembremo-nos do que evoluímos nos últimos 18 milhões de anos, tempo calculado pelos cientistas terrestres. Imenso, para o bem e para o mal.

“O movimento absoluto de Orvonton, no sentido anti-horário, também é inato e inerente ao plano arquitectónico do universo matriz. Mas os movimentos que se interpõem são de origem composta e, em parte, derivados da segmentação constitutiva da matéria-energia nos superuniversos e, em parte, são produzidos pela acção inteligente e intencional dos organizadores de força do Paraíso.”

“O superuniverso de Orvonton está iluminado e aquecido por mais de dez triliões de sóis resplandecentes. Estes sóis são as estrelas que podem ser observadas no vosso sistema astronómico. Mais de dois triliões estão muito distantes e são muito pequenas para serem vistos de Urântia. Contudo, existem no universo matriz tantos sóis como há gotas de água nos oceanos do vosso mundo.”

Bom, poderíamos continuar a desenvolver esta ideia de universo, mas creio ter enfatizado o suficiente para se abrirem novas possibilidades de reflexões. Regressando a Urântia, existem informações suficientes para sabermos que, por ter criado vida própria evolutiva – existem milhões de espécies no nosso planeta –, foi colonizado por sistemas vizinhos e não tão próximos. Tal e qual como os humanos sempre fizeram com os vizinhos e não tão vizinhos. E continua a fazer, quando pode. Simples réplica do que os seus genes dizem para fazer.

Que fizeram os portugueses, espanhóis, ingleses e franceses em África, Ásia e Américas? Colonizaram, apoderaram-se, dominaram, escravizaram, exploraram, roubaram. O mesmo aconteceu há vários milhões de anos com o planeta Terra [Urântia]. De constelações conhecidas vieram diversas civilizações para, simplesmente, pilharem o que pudessem dos produtos da natureza então existente. Muitos deles fizeram experiências genéticas com os seres humanos de então, nós mesmos, enquanto antepassados. O processo evolutivo não se ficou pela pilhagem e manipulação genética. Foi criada uma Confederação de impérios estelares, que se opuseram àqueles que hoje conhecemos como não-confederados. Como sempre – os bons e os maus. Como nos filmes.

Desde a sua criação, Urântia [Terra] passou pela solidificação, pela formação da ionosfera, estratosfera, pelas primeiras formas celulares, até chegar às primeiras formas primitivas humanas físicas. Desde há dezoito milhões de anos atrás, das primeiras formas humanas físicas (que ninguém se consegue lembrar nas suas regressões a vidas passadas), o planeta serviu de berço para a encarnação de uma multidão seres do cosmos. Vindos de Sírius, Orion, Canopus, Plêiades, Lira e uma longa lista de sectores estelares.

Neste período inicial, houve a encarnação da 1ª raça raiz e 2ª raça raiz, tão bem conhecidas da teosofia e de outros estudos ocultistas, e que não eram propriamente raças físicas, completamente materializadas. Isto só se deu na 3ª raça raiz, a Lemuriana. Hoje somos a 5ª raça raiz em transição para a 6ª e 7ª raça raiz. Entretanto, hoje em dia, uma quantidade importante de pessoas em todo o mundo, está muito ocupada com questões como os “starseed”, os “índigos”, os “cristais”, os “dourados”, os “esmeralda”.

Foi um longo processo de 18 milhões de anos com a ajuda da Fraternidade Branca [clicar] criada por Santa Kumara. E é neste vai-vem reencarnacional, que podemos dizer que a maioria de nós reencarnámos em Urântia, tendo o cosmos como origem.

Então, voltando ao início do nosso texto, porque será que a maioria das pessoas, quando pensa em vidas passadas, fica-se habitualmente pelos últimos 5.000 anos da nossa história? No entanto, já começa a haver outras visualizações de vidas passadas. Haverá algum condicionalismo genético que nos impede de ir mais atrás?

Segundo o Livro de Urântia, somos originários de sistemas distantes, e que viemos para o nosso planeta muito antes das espécies evolutivas nativas se terem desenvolvido. Nessa fase não havia ainda o actual processo de reencarnação. Vivemos aqui há tempos imemoriais. Não temos memória disso.

Estivemos nesta esfera em outras condições e outras tarefas. As memórias lemurianas e atlântidas estão a brotar com mais intensidade, alargando-se assim, as memórias de vidas passadas. Da mesma forma que ficámos presos na malha magnética terrestre, que se foi intensificando pelas energias sombrias do comportamento humano, encontramo-nos agora no processo inverso: a malha magnética a abrir-se preparando-se para transformar essas energias negativas colectivas - guerras, crimes, desamor, materialismo, ganância, etc.

Meditar ajuda muito neste processo, mas não é suficiente, pois temos que mudar o comportamento atávico que nos acompanha. Afastar o «medo», mesmo o inconsciente, é a grande chave para começarmos a libertar as nossas energias positivas. A astrologia pode ajudar imenso neste processo espiritual.

Aos poucos estamos a sentir e perceber que parece sermos ET’s em Urântia. Ao longo de eras incontáveis aprendemos a amar este planeta, que é o nosso actual lar, além de ter vida evolutiva própria. As grandes mudanças no planeta indicam que os “tempos são chegados”. Chegou a hora de muitos, mas muitos de nós, tentarmos regressar a casa, porque essas memórias foram activadas. Meditar é um bom processo para serenar as memórias das nossas células biológicas e atávicas. Sem medo.

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UPDATE

Informação prévia ao leitor (update)
Este artigo foi publicado em primeira mão em 2006 no meu antigo blogue «Postais da Novalis», já apagado. Os apontamentos astrológicos inseridos no actual texto foram escritos de propósito para o artigo poder ser publicado no «Cova do Urso» a 17/12/2008 (é este post). Foi republicado sem alterações 22 Agosto 2010.
Copyright - 2006, 2008, 2010, António Rosa

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Este texto foi reproduzido na íntegra, e com os devidos créditos,
no blogue «Minha Mestria». Anthonio Magalhães, muito obrigado.





62 comentários:

António Rosa disse...
17 de dezembro de 2008 às 14:29  

Leu tudo? Sim, eu sei que parece ficção científica. Será?

irradiandoluz disse...
17 de dezembro de 2008 às 14:38  

Que piração! Não sei se acredito ou não...
Os Maias chamam este Sol Central de Hunab Ku, o coração da galáxia.

Abração
Gabriel Dread

António Rosa disse...
17 de dezembro de 2008 às 16:14  

Gabriel, gostei dessa ideia da «piração». O que os Maias dizem é isto que aqui também falo. É o mesmo Sol Central. Abraço, amigo.

Maria Paula Ribeiro disse...
17 de dezembro de 2008 às 17:28  

António,

Hoje estou numa azáfama de trabalho...2horas de cota a um cão atropelado por um comboio...mas loo vou ver isso com olhos de SUPER LYNCE!!!!!!!!!

Nem imaginas o que senti quando "sobrevoei" este post

Muitassssssss gracias!!!!!!!!
Até logo!

António Rosa disse...
17 de dezembro de 2008 às 17:37  

Maria Paula

Sem stress com o atropelado. Boa leitura.

Fada Moranga disse...
17 de dezembro de 2008 às 19:02  

A minha Lua em Conjuncao a Urano agradecem este post! Ha 3, 4 anos atras tambem acharia piracao... tive que desimpedir muitas vias para finalmente sentir a minha origem. Obrigada Antonio!
Um grande beijo*

António Rosa disse...
17 de dezembro de 2008 às 20:13  

Fada

Imagino que este texto possa parecer uma piração (acho imensa piada a esta palavra!). Também eu pensava assim, mas no início dos anos 90 fui confrontado com a ideia transmitida pelo Livro de Urântia. Depois... comecei a juntar um enorme puzle. Em 1998 completei o puzle. Tem sido uma jornada maravilhosa, sentindo-me eu um humano com todos os travões típicos desta humanidade.

António Rosa disse...
17 de dezembro de 2008 às 20:13  

Plutão em Sagitário fez um belo trabalho, não acham?

Maria Paula Ribeiro disse...
17 de dezembro de 2008 às 21:01  

Santíssimo Sacramento, ou Santíssima Urântia...ufffffffffff

....em fins de 2007, a quando da passagem de Plutão pelos graus 26 a 28 de Sagitário... :=))))))) He he he he he he deu-me o riso....

Apetece dizer agora: "ET" phone home!

:=)
Um pouco indigesto, mas com umas quantas leituras, fica suave. :=)
Obrigado amigo urantiano.

António Rosa disse...
17 de dezembro de 2008 às 21:27  

Paula

Porque achas indigesto? é assim tão estranho?

Maria Paula Ribeiro disse...
17 de dezembro de 2008 às 21:47  

António

Por ser um confronto àquilo que o nosso Logos, via.
Não aquilo que a nossa essência sentia.
Um duelo de titans! ;)
Só por isso amigo, fica tranquilo.
Jinho

Indigesta é a minha noite (de cão), LOL LOL

adelaide figueiredo disse...
17 de dezembro de 2008 às 22:59  

Olá António

Adorei!
Gosto de todo este tipo de leitura.

Estou convencida que daqui a uns anos, já não muito longínquos, chegaremos a muitas conclusões interessantes. Talvez quando Plutão entrar em Aquário. Quem sabe? É um disparate da minha cabeça mas já tenho pensado muitas vezes nisso. Talvez esteja cá outra vez.
Tal como o texto parece um pouco fora dos parâmetros normais para quem não entende estas coisas, ou não acredita, também a minha imaginação vagueia sobre todos estes assuntos e às vezes penso que já cá estive e que voltei para poder aprender mais.

Peço desculpa se saiu algum disparate mas é isto que sinto. Nada faria sentido se quando desencarnássemos tudo terminasse. Acho que voltaremos para nos aperfeiçoar, para aqui ou para qualquer outro ponto do Universo. Não, digo antes, do infinito.

Abraço

Adelaide Figueiredo

António Rosa disse...
17 de dezembro de 2008 às 23:13  

Percebi-te, Maria Paula. Estás recuperada da tua gripe?

António Rosa disse...
17 de dezembro de 2008 às 23:19  

Olá Adelaide,

Certas informações ocultistas dizem ultimamente (com fundamentos) que a maior desta «desta» humanidade já não voltará a reencarnar.

Um dos argumentos que usam é exactamente o já se encontrarem no planetas representantes das 6ª e 7ª raça raíz. Como a maioria de nós parece pertencer à 5ª, então já não reencarnaremos.

Pelos mesmos motivos alguns ocultistas dizem que já não estamos a vivenciar o carma, mas sim a viver e limpar as memórias cármicas que estão entranhada sem nós a nível celular e genético.

Adoro estes temas.

Maria Paula Ribeiro disse...
18 de dezembro de 2008 às 09:28  

Bom Dia António,

Não voltaremos a reencarnar??? hummmm
isso até pode ser bom!

A minha gripe??? Agora chegou a tosse... esquisito. Não me vou safar do médico. :=(
Beijinhos

Dunyazade disse...
18 de dezembro de 2008 às 10:11  

Epá, não voltamos a encarnar?
Isso até é bom!
Para dizer a verdade para mim "vida" (material, física) é "trabalho" e o Além (morte ou whatever) é "recreio". Sinceramente, viver dá trabalho :|
lol
Quando era pequena sempre preferia o recreio.
Mas acho que isso seria bom demais... pelo meno spara mim acho que me deve faltar n encarnações (sou uma aprendiza leeeeeenta).

Gostei do texto, mas não sei se hei-de acreditar ou não. Eu gosto de analisar tudo com lógica, ou tentar ser o mais racional possível. A ideia de que um universo se recicla, porém, para mim faz muito sentido.
Ah - e quando termina com "adoro estes temas" - parece que me estava a "ouvir" a mim, lol - reconheci a sua/minha lua em sagitário. A minha tá a 26º sag. :p
(mas não me lembro se me aconteceu algo relevante em dezembro de 2007...)

António Rosa disse...
18 de dezembro de 2008 às 10:26  

Mary Paula,

Isto do não reencarnar parece não ser assim tão generalizado. Não sei se tu não serás já parte da 6ª raça raíz.

A 5ª raça raíz, à qual eu pertenço não reencarnará, o que é uma notícia magnífica.

António Rosa disse...
18 de dezembro de 2008 às 10:38  

Dunyazade,

Digo-lhe o mesmo que disse à Maria Paula - isto da reencarnação não é para toda a humanidade.

Penso que a sua geração e a da Maria Paula estão a ser chamadas a outras responsabilidades. Daqui a uns anos já saberemos, assim que Úrano estiver bem dentro de Carneiro.

A minha Lua está a 23º na 8ª casa.

Textos como este são uma gotinha minúscula dentro de um mar enorme, não se destinam a serem credíveis (no sentido do leitor acreditar ou não), pois têm outra função: são activadores de consciência.

A maioria das pessoas lê e pensa "que disparate, não acredito nisto". Essa é a melhor reacção que o texto pode ter.

Significa, em linhas gerais, que activou mecanismos internos da nossa mente, que se recusa a aceitar o que é diferente, mesmo que façamos bandeira de sermos muito uranianos.

É normal que mente nos leve para a lógica, sendo esta é um sistema de segurança como qualquer outro, por termos sido condicionados assim.

Depois... somos sempre apanhados em surpresas. =)))

António Rosa disse...
18 de dezembro de 2008 às 10:43  

Maria Paula

Deixei passar esta tua frase:

«Por ser um confronto àquilo que o nosso Logos, via.»

Não percebi bem o que queres dizer com isto, mas deixa-me adiantar-te que o Logos também está no texto - é Sanat Kumara.

besitos

joana disse...
18 de dezembro de 2008 às 11:25  

António,

Também Adoro estes temas : )
E adoro quando o António de repente solta estas 'surpresas' : ) : ) : )

Sinto sempre um 'reconhecimento'... mas há qualquer coisa em alguma desta informação que me custa assimilar... tudo aquilo que tem a ver com 'classificações', principalmente as 'hierarquizadas'. Por exemplo: 1ª raça, 2ª raça... (a palavra 'raça' depois de tudo o que vivemos no século passado também não ajuda nada, é claro)

Prefiro o "we are one".

Quanto ao não reencarnarmos... refere-se à 3ª dimensão ?
(e depois de dizer '3ª' reparo que estou a usar uma classificação hierarquizada, hehehe : )

Beijinho

António Rosa disse...
18 de dezembro de 2008 às 12:19  

Olá Joana,

Sinto sempre um 'reconhecimento'... mas há qualquer coisa em alguma desta informação que me custa assimilar... tudo aquilo que tem a ver com 'classificações', principalmente as 'hierarquizadas'. Por exemplo: 1ª raça, 2ª raça... (a palavra 'raça' depois de tudo o que vivemos no século passado também não ajuda nada, é claro).

Prefiro o "we are one".


Compreendo perfeitamente pois tenho as mesmas reservas. Também entendo que seja necessário hierarquizar «certos» assuntos, pois a nossa mente (a do aparelho físico) está preparada para quantificar e classificar os assuntos. Daí a questão corrente do «bom» e «mau».

Como muito bem sabe, esta designação de 1ª, 2ª... raça-raiz é uma criação teosófica do final do século 19. A Blavastky e outros, ao referirem-se a este tema, explicam que não se trata de uma hierarquização de importância, mas de ordem de ordem evolutiva.

A palavra «raça» enquanto etnia tem essa conotação, que pode ser constrangedora no sentido em que gostaríamos de ter mais presente o UNO do que a divisão. No entanto, essa não é a realidade neste planeta. =)

Quanto ao não reencarnarmos... refere-se à 3ª dimensão ?
(e depois de dizer '3ª' reparo que estou a usar uma classificação hierarquizada, hehehe : )


«Parece» que não se referem só à 3ª dimensão. Creio que é mais lato, no sentido de não se reencarnar sob gravidade. É um pouco confuso...

Não há outra forma de nos entendermos. Nem vejo hierarquização nisto das dimensões. Vejo mais como uma constatação da realidade física deste planeta que tem uma forte gravidade.

Isto que vou escrever a seguir, nem é bem para si, mas para todos em geral (parece que estes comentários são lidos por visitantes que não comentam).

A 3ª dimensão, ou 3D, está associada à percepção das medidas sob gravidade - altura, comprimento e largura.

Qualquer dia aproveito o blogue para comentarmos sobre o «Senhor dos Pesos e Medidas».

Beijinho e muito obrigado.

joana disse...
18 de dezembro de 2008 às 13:04  

Pois... há sempre 'distorção' numa palavra... 'raça-raiz' seria talvez uma boa distorção para o final do século XIX.

E sobre a 'gravidade'... não sei a partir de que dimensão deixa de existir... e a partir de que dimensão é que o peso de Saturno desaparece ???
: ) : ) : )

António, vou aguardar então o dia do "Senhor dos Pesos e Medidas" na Cova do Urso. ; )

Beijinho,
e grata por estes momentos

António Rosa disse...
18 de dezembro de 2008 às 14:54  

Joana

E sobre a 'gravidade'... não sei a partir de que dimensão deixa de existir... e a partir de que dimensão é que o peso de Saturno desaparece ???
: ) : ) : )


Também não sei.

Igualmente não sei a partir de que dimensão deixa de haver completamente corpo físico.

Tenho uma suspeita: a que altitude perdemos capacidade de respiração? Não sei ao certo. Suspeito que aí se entre em outra dimensão... Será?

Saturno influenciará apenas quem andar com os pés no chão? Com ou sem altitude?

Os tibetanos têm mapas astrológicos? =)

joana disse...
18 de dezembro de 2008 às 15:39  

hehehe : )

Fiquei sem palavras para essas perguntas.

António, ouvi dizer que os tibetanos têm uns mapas que quem os vê... desencarna da 3D. Não lembro se são os indianos se são os tibetanos... e não sei se é bem assim a história... Mas imaginei que isto seria coisa das terras bem altas : )

Tem por aí algum postal na manga sobre isto ?

Maria Paula Ribeiro disse...
18 de dezembro de 2008 às 16:00  

António,

O que quis tentar dizer é que nós humanos encarnados, tentamos ou "fomos programados" a uma razão limitada, cuja essência interna ultrapassa esses limites.
Ou não será assim?

Essa malha magnética que se alarga, reflecte-se também no nosso código genético, em constante "mutações" em sintonia com o Cosmos, expandido também a nossa razão....

:( que pena não voltares a reencarnar... e eu sim.. pensava que "me irias aturar na próxima", lol lol....

;)

António Rosa disse...
18 de dezembro de 2008 às 16:04  

Maria Paula

E vou aturar-te. =))))

Entre as tuas vidas.

De qualquer forma tenciono enviar-te um convite para ires visitar-me a casa - Canopus.

Bjks

Maria Paula Ribeiro disse...
18 de dezembro de 2008 às 17:54  

António,

:=)))) Lá irei com todo o gosto à Canopus, beber uns "copus", ou o elixir da tua casa!
bj

António Rosa disse...
18 de dezembro de 2008 às 18:30  

Paula

Lá te esperarei. Não me lembro do tal elixir, mas depressa ficarei ao corrente.

=))))))

António Rosa disse...
18 de dezembro de 2008 às 18:48  

Será que planificamos a nossa vida antes de nascermos? Comentários, please. =)

António Rosa disse...
18 de dezembro de 2008 às 18:50  

Joana

Tem por aí algum postal na manga sobre isto?

Tenho pensado nisso, mas as ideias não estão maduras e o que tenho não passam de apontamentos soltos, sem ordem. =)

maria de fátima disse...
18 de dezembro de 2008 às 20:06  

Olá António achei este enorme artigo muito interessante, sempre acreditei na reencarnação.Beijinhos de amiga.

António Rosa disse...
18 de dezembro de 2008 às 20:13  

Maria de Fátima,

Não imagina o que era o texto na fase inicial, em 2006. ENORME. Fui cortando, cortando...

Perco-me com estas coisas. Abraço.

Maria Paula Ribeiro disse...
18 de dezembro de 2008 às 21:15  

António,

Quando te quiseres aprimorar em "cortar" o "qb", vem cá que eu ensino-te com bisturi na mão, lol lol).

Já reparei que este é para ser uns dos post mais comentados, por isso também vou contribuir!

Se planificamos a nossa vida antes?

Eu acho que sim, pesa embora, tenhamos sempre o livre arbítrio, como Lei soberana.
Por isso, escolhemos, os pais, irmãos e meio familiar que nos possam propiciar esse "caminho"; o resto é nos ajudado, ou reajustado dependendo do afastamento ao tal caminho, pelas forças planetárias.
aí, a Astrologia é prova evidente disso, que tudo flui,em consonância com as forças energéticas dos planetas reflectidas nas nossas ínfimas partículas que nos compõem.

Estou certa? SR Canopusiano?

António Rosa disse...
18 de dezembro de 2008 às 21:33  

Olá Paula,

É isso mesmo. O post ir para a lista dos mais comentados. Já falta pouco. Com 38 comentários entra imediatamente.

A «alma» ao planificar a sua próxima reencarnação [diz-se 'alma' porque é muito complicado explicar de outra maneira e a palavra generalizou-se] também escolhe o momento (data e hora de nascimento) em que nascerá e onde. Por isso partirmos desses dados para levantar o nosso mapa astral.

O tão famoso livre-arbítrio vai-se ajustando e a certa altura praticamente resta isto: «quando».

Ou dou o «salto» nesta conjuntura astrológica ou numa próxima.

Porque há sempre consequências das nossas escolhas.

Maria Paula Ribeiro disse...
18 de dezembro de 2008 às 21:45  

António,

Então não seria mais fácil, termos conhecimento mais cedo sobre Astrologia? Se é a nossa grande ferramenta que temos ao nosso alcance? O "Braille" que no permite decifrar o nosso caminho.
Imagina que ó daqui uns elos anos de estudos sobre Astrologia, viesse a descobrir que o meu caminho não era esse que tinha até então.. Já reparas no "tempo perdido"? :(
Bem, eu sei que m vais dizer que "tempo" é de nós cá...mas seja como for..

Samsara disse...
18 de dezembro de 2008 às 21:47  

Olá António
Não li tudo (ando a correr de um lado para o outro). Sinto-me num filme de ficção científica.

Quando conseguir serenar lerei com calma.

Uma pergunta para uma leiga total nestas coisas. De onde veio esta informação toda? De sonhos, dos antigos?
Beijinhos

joana disse...
18 de dezembro de 2008 às 21:50  

"Será que planificamos a nossa vida antes de nascermos?"

Sim... A aprendizagem está no grau de aceitação com que fazemos o que planeámos. Onde é que o livre arbítrio entra aqui é que me confunde... se calhar reduz-se a isso. E depois de terminado o planeado deve haver várias hipóteses. Ou desencarnarmos... ou encarnarem mais partes de nós... ou... (?)
Isto é apenas o que me parece no momento... que a aprendizagem aqui na terra pode ir desde a aceitação do planeado à tomada de consciência de que somos 'infinitos'. (Será ???)

António, sobre o outro 'postal'... ok tranquilo ; )

António Rosa disse...
18 de dezembro de 2008 às 21:58  

Paula

Aquilo que me tem sido dado observar quanto ao «tempo perdido» por nos termos equivocado no caminho a percorrer, é exactamente isso que disseste - não se perde tempo, mesmo.

O nosso ego, atazinado pela nossa mente é que «acha» que perdeu tempo. Hoje deste exemplo disso com o cachorrinho. O dono apareceu quando tinha que aparecer. Com a tua ajuda, claro.

Creio que a astrologia entrará no registo curricular escolar. Talvez dentro de 100 anos... quem sabe?

António Rosa disse...
18 de dezembro de 2008 às 22:00  

Patrícia

Quando leres o artigo encontrarás a fonte de toda a informação - O Livro de Urântia. Dos antigos, não tão antigos. Até encontrarás os linques para investigares.

Beijoka

António Rosa disse...
18 de dezembro de 2008 às 22:04  

Joana

«a aprendizagem aqui na terra pode ir desde a aceitação do planeado à tomada de consciência de que somos 'infinitos'. (Será ???)»

É isso mesmo.

Quanto ao livre-arbítrio... creio mesmo que é necessário porque não nos lembramos de nada do planeado entre vidas. Isso permite-nos ficar tranquilos com a nossa falta de lembrança e podermos fazer outras experiências.

Não será assim, Joana?

joana disse...
18 de dezembro de 2008 às 22:33  

"Quanto ao livre-arbítrio... creio mesmo que é necessário porque não nos lembramos de nada do planeado entre vidas. Isso permite-nos ficar tranquilos com a nossa falta de lembrança e podermos fazer outras experiências. Não será assim, Joana?"

O véu é necessário para que a aprendizagem de cada situação se dê. Se não existisse véu teríamos a percepção de uma vida em 'compacto' (sem a dimensão temporal)... e isso é o que temos no momento em que planeamos.
O véu é necessário para que estejamos - em pleno - em cada situação que viemos aqui viver, por isso a vida tem que nos ir sendo mostrada aos pouquinhos, como num filme. O que vimos aqui fazer é... subir a vibração desse filme. E isto está ligado ao modo como vivemos cada situação.
António, sobre se vivemos ou não experiências não planeadas... tenho tido a sensação de que isso é apenas uma ilusão que nos é dada pelo véu. A noção de Livre-arbítrio que tenho está sempre em mudança.

"Então não seria mais fácil, termos conhecimento mais cedo sobre Astrologia? Se é a nossa grande ferramenta que temos ao nosso alcance? O "Braille" que no permite decifrar o nosso caminho."

Gostava de comentar tb estas perguntas da Mary Paula. (posso?)
Se isto faz algum sentido, quer dizer que a nossa chegada à astrologia também foi planeada. E nesse sentido a astrologia é como uma ferramenta de aceitação do 'planeado'. Se passamos o tempo todo a olhar para o mapa não olhamos para o caminho.... e é como se não o vivêssemos em pleno. No fundo a questão não está em saber o conjunto de situações que vamos percorrer ('caminho' horizontal), mas em como as percorremos ('''caminho''' vertical).

joana disse...
18 de dezembro de 2008 às 22:38  

Mais uma coisa em relação à astrologia / planeado...
É claro que podemos ter planeado passar a vida a olhar para mapas astrológicos... que seja esse o nosso 'filme'...

guntty disse...
18 de dezembro de 2008 às 23:11  

É sempre bom ver Seres partilhando seus sentires sobre estes assuntos que por mais fundados na razão que estejam, sempre são agulhas incisoras celulares. (DNA subtil)

Acredito, no entanto, que a forma de partilha e trabalho através do domínio escrito/textual, vá caminhando para uma expressão mais sintética... em que o trabalho é directamente no nucleo do ser, sem passar tanto pela analise racional.

Que pensam sobre isso? =)

joana disse...
18 de dezembro de 2008 às 23:21  

"Acredito, no entanto, que a forma de partilha e trabalho através do domínio escrito/textual, vá caminhando para uma expressão mais sintética... em que o trabalho é directamente no nucleo do ser, sem passar tanto pela analise racional. Que pensam sobre isso?"

Completamente de acordo Guntty. E depois... olhos nos olhos as palavras não são necessárias.

António Rosa disse...
18 de dezembro de 2008 às 23:21  

Joana

Gostei muito da sua explicação sobre o véu. MUITO. Fiquei com a sensação que, com a sua autorização, será usado em breve na página principal.

O ficarmos a olhar para o mapa e não para o caminho, até admito que possa acontecer. A minha experiência de vida pessoal não me diz isso. Tem-me acontecido o contrário e de forma subtil tenho exposto isso aqui no blogue quando menciono certos trânsitos. bem recentes estão a oposição Plutão a Úrano e agora a Vénus. Por estar a vivê-los é que fui ao mapa identificar o que se estava a passar. Por exemplo, a oposição Pluo-Vénus está a acontecer na minha editora - o afastamento de quem esteve muito próximo nos últimos 5 anos. Talvez a grande diferença que noto em mim mesmo, é o facto de não ter entrado em sistema de perda, mas sim em processo de aceitação.

Muito obrigado.

António Rosa disse...
18 de dezembro de 2008 às 23:21  

Joana

Gostei muito da sua explicação sobre o véu. MUITO. Fiquei com a sensação que, com a sua autorização, será usado em breve na página principal.

O ficarmos a olhar para o mapa e não para o caminho, até admito que possa acontecer. A minha experiência de vida pessoal não me diz isso. Tem-me acontecido o contrário e de forma subtil tenho exposto isso aqui no blogue quando menciono certos trânsitos. bem recentes estão a oposição Plutão a Úrano e agora a Vénus. Por estar a vivê-los é que fui ao mapa identificar o que se estava a passar. Por exemplo, a oposição Pluo-Vénus está a acontecer na minha editora - o afastamento de quem esteve muito próximo nos últimos 5 anos. Talvez a grande diferença que noto em mim mesmo, é o facto de não ter entrado em sistema de perda, mas sim em processo de aceitação.

Muito obrigado.

António Rosa disse...
18 de dezembro de 2008 às 23:29  

Guntty

Completamente de acordo contigo e com a Joana.

O trabalho é sempre dentro de nós.

Conversas como esta, aqui no blogue servem para muitos leitores que por aqui passam silenciosamente. Passamos uma mensagem. Desde ontem, quando o post foi publicado, já passaram mais de 260 leitores, havendo sempre a esperança de alguns terem lido.

Creio mesmo que nos próximos 2 anos serãao necessários os 2 trabalhos fundamentais - a prática da meditação e a emissão da mensagem. Porque já estamos a viver (e continuaremos) um intenso período de realismo extremado, que pode atirar muitas pessoas para um desânimo terrível.

Amor e Compaixão serão a palavra-chave.

Abraço

António Rosa disse...
18 de dezembro de 2008 às 23:38  

Reparei agora que um dos meus comentário trouxe um eco. =)

guntty disse...
19 de dezembro de 2008 às 00:03  

Concordo,

E aqui estamos a falar de meditação, não (como uma vez o António me disse) sentados a mastigar arroz integral (Ahahah) mas na consciência, no Agora, em cada acto, em comunhão (que é um processo de fora para dentro) e na emissão da mensagem (de dentro para fora).
Em constante partilha, com tudo o que nos rodeia.

Quanto à mensagem com eco, isso é a função espelho deste blog a vir ao de cima!!! (eheh)

joana disse...
19 de dezembro de 2008 às 00:07  

António, agradeço as suas palavras mas o que eu disse acho (repito: acho) que vem de alguma coisa que li e que ficou de "The Law of One / The RA Material". Preferia encontrar o excerto do texto 'fonte' e traduzir. (http://www.bibliotecapleyades.net/ra_material/law_one.htm)

Depois, o que o António conta sobre a sua relação com o 'mapa' é também a percepção exterior que de aqui me fica em relação a si. O comentário que fiz sobre 'ficar a olhar para o mapa e não para o caminho' vem da minha experiência. Acho que é Osho que explica uma coisa mais ou menos assim: vamos num caminho de noite e há um trovão... há os que ficam a olhar para o trovão e os que aproveitam a luz do relâmpago para ver o caminho e agir. Os primeiros são os 'filósofos', os segundos os "..." ; ) O que sinto é que fico muitas vezes a olhar para o mapa a 'filosofar'. : )))

joana disse...
19 de dezembro de 2008 às 00:18  

'arroz integral', hehehe

Estou-me a rir mas acho que uma meditação constante inclui o mastigar do arroz integral em consciência. ; )

guntty disse...
19 de dezembro de 2008 às 00:30  

Sim, desde que em consciência.

Mastigar por mastigar não vale a pena e ainda se apanha uma indigestão. =P

joana disse...
19 de dezembro de 2008 às 00:46  

Abraço Guntty : )

Fada Moranga disse...
19 de dezembro de 2008 às 02:47  

Oh Antonio, mas que excitacao!
Assim de repente nao me lembro donde sou... seremos vizinhos? Serei de Venus? Serei de Orion? Por enquanto sou do Chocokid, a bebida que me ajuda a meditar! :-)
Sim, claro que planeamos todos os detalhes das nossas vindas, com os nossos amigos, guias, mestres, conselho karmico, todos os que forem precisos. Nao nos lembramos para podermos sentir as coisas, as licoes, com toda a intensidade necessaria. A memoria ate pode atrapalhar alguma espontaneidade e trazer ansiedade ao "trabalho de casa". Achei graca quando a Patricia Samsara falou em ficcao cientifica... Eu sempre fui doida por Astronomia, Naves, ET's, telepatias, teletransportes... Sinto-me em casa!
Ja agora: como eh que eu sei se sou da 5a ou da 6a? (eu ou outras pessoas)
Bem haja! :-)***

António Rosa disse...
19 de dezembro de 2008 às 10:06  

Joana

«O que sinto é que fico muitas vezes a olhar para o mapa a 'filosofar'. : )))»

Isso é inevitável acontecer. Uns filosofam de forma saudável, outros ficam sem perceber nada.

A astrologia tem essa vantagem - dá para tudo.

No entanto, a Joana tem o hábito interessante de aprofundar o que vê. E vê muito. =)

António Rosa disse...
19 de dezembro de 2008 às 10:08  

Fada

«Ja agora: como eh que eu sei se sou da 5a ou da 6a? (eu ou outras pessoas)»

Boa pergunta. Não sei responder, infelizmente.

adriana disse...
1 de julho de 2009 às 14:21  

António,
Tudo é quântico mesmo, não?
Belíssimo artigo, bem como os comentários a ele.
Parabéns!
A&L

António Rosa, José disse...
1 de julho de 2009 às 16:27  

Adriana

Por vezes esta rapaziada amiga puxa demasiado por mim. Já nem me recordava dos comentários.

Obrigado por ter vindo aqui.

A&L

Tina disse...
16 de outubro de 2009 às 21:14  

Estou estudando o livro Urântia,gostei muito das suas colocações...
Algumas pessoas acham "surreal" tudo isso,pq estão aprisionadas aos ensinamentos que por tanto tempo ficou em nossa mente.
Como é difícil por exemplo, mostrar as pessoas que nós somos Deuses e que temos a luz do criador em nós?
Que podemos qualquer coisa.
Já ouvi gente dizendo que isso é prepotência minha.Quantas pessoas riem de mim ...Já perdi as contas!Não importa,eu não sou daqui...Eu sou de lá!!kkkkk
Amigo Urso,numa das minhas viagnes astrais fui levada à 5D,lá observei 3 bolhas que se interagiam ao mesmo tempo ou dependendo do seu desejo...Portanto o tempo só existe aqui.E observei tambpem cores que não conhecemos e uma nitidez inexplicável...Nosso amigo Dalla ia amar ...A próxima vez levo ele comigo!kkkk
bjos
Tina

Anónimo disse...
6 de abril de 2011 às 18:31  

Acho que não li o mesmo livro de urântia que esse cara, não tinha nada dessa balela de colonizadores e saqueadores intergalácticos ou de reencarnações e blablablá, o livro é fantástico, não há como eu descrevê-lo, só lendo pra entender.

William Garibaldi disse...
27 de dezembro de 2011 às 20:06  

ADORO este livro!
ADORO Nebadon. Este nome é muito forte.

"Sol dentro de sol... o sol é a porta entre os mundos..."

BERNARDO disse...
16 de abril de 2013 às 02:31  

Estou lendo o Livro de Urantia e gostando muito em tomar conhecimento do que é ma logística divina e perfeita.Tenho porém algumas dúvidas e gostaria imensamente que me respondesse:a 1a é sobre a queda de Adão e Eva, essa queda foi sexual?A 2a sobre as reencarnações que os espíritas dizem e que até a página que estou por lendo não foi citada nem uma vez, já que os budistas citam como a roda de Samsara(será istosomente nas vidas relativas ao Tempo e Espaço?Muito obrigada por responder.

17 de dezembro de 2008

Somos et's em Urântia?

Clicar para ver maior.

Fonte informativa principal para este texto:
O “Livro de Urântia” - clicar: 123456

Todas as citações neste texto são do “Livro de Urântia”.

Informação prévia ao leitor (update)
Este artigo foi publicado em primeira mão em 2006 no meu antigo blogue «Postais da Novalis», já apagado. Os apontamentos astrológicos inseridos no actual texto foram escritos de propósito para o artigo poder ser publicado no «Cova do Urso» 17/12/2008 (é este post). Foi republicado sem alterações 22 Agosto 2010.
Copyright - 2006, 2008, 2010, António Rosa


Quando se fala em vidas passadas, a nossa mente “parece” estar preparada para fazer uma leitura bastante parcial do assunto, em termos espaciais e temporais. Pensarmos em vidas passadas, aparentemente, reduz-se a isto:

a) Em termos espaciais, apenas ao planeta Terra – Urântia, como parece ser conhecido no cosmos.

b) Em termos temporais, aos últimos quatro a cinco mil anos.

A nossa memória celular está tão atulhada de lixo psíquico, e parece ficar reduzida a uma espécie de ecrã muito pequeno. O “filme” das nossas vidas passadas aparenta possuir apenas uma bobine, em vez de 3, 4 ou 5, além de não conseguir passar em ecrã gigante e de alta definição.

Aparentemente, a mente ternária – aquela que pertence ao nosso aparelho físico [corpos físico, mental e emocional] – absorve com facilidade a ideia de vidas passadas havidas desde os egípcios até hoje, ou uns tempos anteriores. Os tais 5.000 anos (números redondos) que mencionei acima. Para lá dessa época, até há pouco tempo, o que se sabia, pertencia ao nível das excepções. O mesmo acontece com a localização dessas vidas passadas. São sempre no planeta Terra [Urântia].

Obviamente, o véu que cobre a nossa experiência neste planeta não nos permitia ver para além do nosso centro habitacional. Não nos possibilitava ir a vidas para além do sistema gravitacional do nosso planeta. Nem nos permite, ainda. Parecia que estávamos comprimidos neste sistema de gravidade do nosso planeta, como uma lata de coca-cola, enquanto está fechada.

No entanto, desde os anos 80, a malha magnética terrestre foi tremendamente alargada e esse véu transformou-se em malha muito mais aberta e já vai sendo possível intuir e ver horizontes mais vastos, e em passados mais recuados, aqui e fora de Urântia, nome cósmico do nosso planeta. Os leitores da entidade conhecida como «Kryon» sabem do que estou a falar.

Em termos astrológicos, a abertura da malha magnética do nosso planeta corresponde à transição da caminhada de Plutão de Balança/Libra para Escorpião. Seria interessante que estudiosos da astrologia investigassem esta correlação astrológica. Um dia isso terá que acontecer para trazer maior clareza a estes assuntos.

Indo à razão deste texto. Quase todos somos ET’s, no estrito sentido do nosso Ser e respectiva mónada não terem sido criados neste planeta. Não serem naturais de Urântia, conhecendo-se poucas excepções. Pertencemos a esferas [planetas] que estão inseridas em outros sistemas estelares. As razões porque escolhemos ter vindo até este planeta não é o assunto deste artigo e requer uma longa explicação. A nossa origem Extra Terrestre também parece ser uma das razões, porque ainda ficamos fascinados com uma bela noite límpida, em que vemos aqueles milhões de pontinhos no céu.

O Homem, ao longo do tempo, conseguiu olhar para as estrelas e catalogá-las. Foi assim que começou a astrologia, a astronomia e, muito mais tarde, a astrofísica. A tecnologia permitiu perceber que o universo é de uma vastidão abismal. O Homem reconhece que aquilo que sabe do universo, nada é, comparável ao ainda desconhecido.

Quando olhamos para o céu, vemos apenas uma parte daquilo que chamamos de Via Láctea:
Visão a partir dos hemisférios norte (em cima) e sul (em baixo).

Na primeira metade do século XX surgiu o Livro de Urântia [clicar] [é o nome que o nosso planeta tem no cosmos], que explica de uma maneira muito especial, as questões da cosmogenia e da espiritualidade. [Vale a pena arranjar tempo para consultar os sites lincados acima.] Antes, já houvera informações. Depois, surgiram autores, pensadores e canais que têm explicado muito bem estas e outras questões, sob os mais variados pontos de vista. Criei a ilustração no topo do artigo para tentar mostrar, em gráfico e de uma forma simplificada e bastante grosseira, o que o Livro de Urântia nos conta sobre os supernuviversos, portanto, sobre as nossas origens cósmicas.

A Grande Fonte é um grande universo central, chamado Havona, é o creador [não é erro de escrita] dos restantes. Havona, no centro do gráfico, é a Primeira Grande Fonte Que Tudo É. Na nossa linguagem mais quotidiana, designamos essa incrível e poderosa fonte energética, com nomes como Deus, Alá, Adonai, Jeová, Brahama, Pai, Mãe, Grande Arquitecto, Creador, Ilha Paradisíaca, Ilha Eterna, etc.

“A primeira criação posterior a Havona dividiu-se em sete formidáveis segmentos”. “O actual esquema de administração existe quase que desde a eternidade e os governantes destes superuniversos são chamados de Anciões de Dias.”

“É importante que formeis primeiro uma ideia adequada acerca da constituição física e da organização material dos âmbitos do superuniverso, pois assim estareis melhor preparados para apreender a importância da maravilhosa organização que foi providenciada para o seu governo espiritual e para o avanço intelectual das criaturas de vontade que moram nas miríades de planetas habitados espalhados, aqui e ali, por todos os sete superuniversos.”

Os sete formidáveis segmentos ou superuniversos, apontados na ilustração ao lado (igual à do topo), rodam no sentido anti-horário. Percorrem uma grande elipse, um gigantesco círculo muito alongado. “Este caminho cósmico está bem mapeado e os observadores das estrelas do superuniverso conhecem-no tão bem como os astrónomos de Urântia [Terra] conhecem as órbitas dos planetas que constituem o vosso sistema solar.” [Clicar na ilustração para aumentá-la.]

Nós pertencemos a um dos universos relativamente recentes e ainda em desenvolvimento. O 7º superuniverso tem como nome cósmico, a palavra Orvonton. Este 7º superuniverso, nesta fase da nossa vida, está numa trajectória relativamente recta, em direcção ao norte, a leste de Havona. Estas direcções cardeais são dadas apenas porque a nossa mente necessita de parâmetros orientadores.

O Livro de Urântia diz-nos que cada superuniverso é composto por 10 Sectores Maiores, por sua vez divididos em 100 Sectores Menores. Cada Sector Menor é o somatório de 100 Universos Locais. Em cada Universo Local existirão 10.000.000 de planetas habitáveis. São números simples e algo abstractos, apenas para entendermos a grandeza do mundo do Pai.

À semelhança de Havona, existe uma Fonte Que Tudo É em cada Universo Local, em cada Sector Menor, em cada Sector Maior, em cada Superuniverso. Pensemos mais ou menos assim, comparando a organização administrativa de um Superuniverso, à forma como o nosso país está organizado e passe a vulgaridade do exemplo: cada Universo Local corresponderia a uma freguesia; cada Sector Menor seria equivalente a um município; cada Sector Maior pode ser visto como um distrito e, finalmente, o Superuniverso corresponderia a um país. Repito, passe o exagero desta comparação. Apenas para entendermos do que estou a falar.

O nosso Universo Local chama-se Nebadon, está localizado em Orvonton, o 7º superuniverso, que gira entre os superuniversos 1 e 6. Hoje em dia, o sistema solar ao qual Urântia pertence deixou para trás, há cerca de um bilião de anos, a rota circular ao redor da curvatura sul de Havona. Por eras incontáveis, Orvonton seguirá quase que directo em direcção ao norte.

O Universo Local Nebadon também tem a sua Fonte Que Tudo É. Digamos, apenas para nos entendermos, que essa Fonte é como se fosse uma super-delegação da Primeira e Grande Fonte Que Tudo É, a de Havona.

O governante de Nebadon é um Filho Criador gerado directamente por Havona. O seu nome, segundo o Livro de Urântia é Micah, responsável e criador deste universo local. Jesus e Sananda são projecções em outros planos deste Ser de grande energia cósmica. Lúcifer é outra projecção desta mesma energia. Aliás, todos nós, ou quase todos nós.

Nos dias de hoje, quando aqui no planeta Terra usamos a palavra “Deus”, estamos a falar da Fonte Que Tudo É de Nebadon. No passado terrestre mais longínquo, essa referência era entendida como sendo o nosso Sol, na representação de Sanat Kumara. O conhecido Arcanjo Gabriel, tão amado por milhões de pessoas, e totalmente aceite por várias religiões, tem uma altíssima função em Nebadon. É quem coordena todas as funções administrativas do Universo Local de Nebadon. Como que um super primeiro-ministro. Conhecem aquele conceito bíblico de «muitas moradas do Pai»? É a isto que se está a referir. Não é o céu, purgatório ou inferno. São mesmo «moradas físicas» - sistemas, mundos, planetas, estrelas, etc. Em múltiplas dimensões. Nem todas as moradas do Pai estão ao nível de Urântia, na terceira dimensão. Isso é outra história.

Urântia [Terra] pertence ao sistema solar que está bem na parte exterior do universo local Nebadon, perto da fronteira do nosso universo local. Na ilustração ao lado, o nosso Universo Local Nebadon está assinalado a azul escuro. “Além de vós, existem mais outros; porém, no espaço, estais muito distantes daqueles sistemas físicos que giram ao redor do grande círculo e que estão relativamente próximos à Grande Fonte de Havona.” [Clicar na ilustração para aumentá-la.]

“Praticamente todas as regiões estelares visíveis a olho nu em Urântia pertencem ao superuniverso de Orvonton. O imenso sistema estelar da Via Láctea representa o núcleo central de Orvonton estando, em grande parte, além dos limites do vosso universo local de Nebadon.”

Em noites límpidas e sem luar, longe das luzes artificiais das áreas urbanas, pode-se ver claramente no céu uma faixa nebulosa atravessando o hemisfério celeste de um horizonte a outro. Chamamos a essa faixa Via Láctea, devido à sua aparência, que lembrava aos povos antigos um caminho esbranquiçado como leite. A sua parte mais brilhante fica na direcção da constelação de Sagitário, sendo melhor observável no Hemisfério Sul durante as noites de Inverno.

Hoje sabemos que esta é uma visão de dentro da própria galáxia. É nessa direcção brilhante da constelação de Sagitário que se encontra a sede do governo do 7º superuniverso Orvonton. Sendo comum ouvir-se esta expressão: “Sol Central”.

A astrologia diz-nos que um dos pontos sensíveis do Zodíaco é o grau 26 de Sagitário, que, aparentemente, aponta para o centro do universo. O centro do 7º superuniverso. A casa do Pai Maior, ao nível do nosso entendimento. Não sei se estão ao corrente do grande debate astrológico ocorrido em todo o mundo, em fins de 2007, a quando da passagem de Plutão pelos graus 26 a 28 de Sagitário, correspondentes ao chamado Centro Galáctico. Pois! Plutão fazia conjunção a esse Centro Galáctico, a esse núcleo central de Orvoton, o nosso superuniverso, o 7º. Neste debate houve de tudo – a favor da ideia e contra a mesma.

Continuando, esta grande aglomeração de sóis, ilhas escuras do espaço, estrelas duplas, aglomerados globulares, nuvens de estrelas, nebulosas espirais e ainda de outras formas, junto com as miríades de planetas, forma algo semelhante a um relógio. O tamanho aproximado da nossa galáxia [Via Lactea] e a localização cósmica do nosso Sol são conhecidos há cerca de 80 anos. Os nossos cientistas estimam que só a Via Láctea possua entre 200 e 250 biliões de estrelas com toda uma corte majestosa de esferas [planetas]. No nosso universo local Nebadon aparenta haver 10 milhões de planetas habitáveis. Estamos a falar daquilo que constitui uma parte considerável do 7º superuniverso Orvonton.

“Os astrónomos de Urântia identificaram aproximadamente oito dos dez Sectores Maiores de Orvonton. Os outros dois são difíceis de se reconhecer em separado porque estais obrigados a visualizar estes fenómenos a partir do interior. Se pudésseis observar o superuniverso de Orvonton, a partir de uma posição distante no espaço, reconheceríeis imediatamente os dez Sectores Maiores.”

A ciência actual nem sequer consegue avistar os nossos superuniversos vizinhos – o 1 e o 6. Além de não conseguir avistar todo o nosso superuniverso. Lá chegaremos, porque a nossa civilização parece querer encaminhar-se para as viagens entre estrelas. É tudo uma questão de tempo. Lembremo-nos do que evoluímos nos últimos 18 milhões de anos, tempo calculado pelos cientistas terrestres. Imenso, para o bem e para o mal.

“O movimento absoluto de Orvonton, no sentido anti-horário, também é inato e inerente ao plano arquitectónico do universo matriz. Mas os movimentos que se interpõem são de origem composta e, em parte, derivados da segmentação constitutiva da matéria-energia nos superuniversos e, em parte, são produzidos pela acção inteligente e intencional dos organizadores de força do Paraíso.”

“O superuniverso de Orvonton está iluminado e aquecido por mais de dez triliões de sóis resplandecentes. Estes sóis são as estrelas que podem ser observadas no vosso sistema astronómico. Mais de dois triliões estão muito distantes e são muito pequenas para serem vistos de Urântia. Contudo, existem no universo matriz tantos sóis como há gotas de água nos oceanos do vosso mundo.”

Bom, poderíamos continuar a desenvolver esta ideia de universo, mas creio ter enfatizado o suficiente para se abrirem novas possibilidades de reflexões. Regressando a Urântia, existem informações suficientes para sabermos que, por ter criado vida própria evolutiva – existem milhões de espécies no nosso planeta –, foi colonizado por sistemas vizinhos e não tão próximos. Tal e qual como os humanos sempre fizeram com os vizinhos e não tão vizinhos. E continua a fazer, quando pode. Simples réplica do que os seus genes dizem para fazer.

Que fizeram os portugueses, espanhóis, ingleses e franceses em África, Ásia e Américas? Colonizaram, apoderaram-se, dominaram, escravizaram, exploraram, roubaram. O mesmo aconteceu há vários milhões de anos com o planeta Terra [Urântia]. De constelações conhecidas vieram diversas civilizações para, simplesmente, pilharem o que pudessem dos produtos da natureza então existente. Muitos deles fizeram experiências genéticas com os seres humanos de então, nós mesmos, enquanto antepassados. O processo evolutivo não se ficou pela pilhagem e manipulação genética. Foi criada uma Confederação de impérios estelares, que se opuseram àqueles que hoje conhecemos como não-confederados. Como sempre – os bons e os maus. Como nos filmes.

Desde a sua criação, Urântia [Terra] passou pela solidificação, pela formação da ionosfera, estratosfera, pelas primeiras formas celulares, até chegar às primeiras formas primitivas humanas físicas. Desde há dezoito milhões de anos atrás, das primeiras formas humanas físicas (que ninguém se consegue lembrar nas suas regressões a vidas passadas), o planeta serviu de berço para a encarnação de uma multidão seres do cosmos. Vindos de Sírius, Orion, Canopus, Plêiades, Lira e uma longa lista de sectores estelares.

Neste período inicial, houve a encarnação da 1ª raça raiz e 2ª raça raiz, tão bem conhecidas da teosofia e de outros estudos ocultistas, e que não eram propriamente raças físicas, completamente materializadas. Isto só se deu na 3ª raça raiz, a Lemuriana. Hoje somos a 5ª raça raiz em transição para a 6ª e 7ª raça raiz. Entretanto, hoje em dia, uma quantidade importante de pessoas em todo o mundo, está muito ocupada com questões como os “starseed”, os “índigos”, os “cristais”, os “dourados”, os “esmeralda”.

Foi um longo processo de 18 milhões de anos com a ajuda da Fraternidade Branca [clicar] criada por Santa Kumara. E é neste vai-vem reencarnacional, que podemos dizer que a maioria de nós reencarnámos em Urântia, tendo o cosmos como origem.

Então, voltando ao início do nosso texto, porque será que a maioria das pessoas, quando pensa em vidas passadas, fica-se habitualmente pelos últimos 5.000 anos da nossa história? No entanto, já começa a haver outras visualizações de vidas passadas. Haverá algum condicionalismo genético que nos impede de ir mais atrás?

Segundo o Livro de Urântia, somos originários de sistemas distantes, e que viemos para o nosso planeta muito antes das espécies evolutivas nativas se terem desenvolvido. Nessa fase não havia ainda o actual processo de reencarnação. Vivemos aqui há tempos imemoriais. Não temos memória disso.

Estivemos nesta esfera em outras condições e outras tarefas. As memórias lemurianas e atlântidas estão a brotar com mais intensidade, alargando-se assim, as memórias de vidas passadas. Da mesma forma que ficámos presos na malha magnética terrestre, que se foi intensificando pelas energias sombrias do comportamento humano, encontramo-nos agora no processo inverso: a malha magnética a abrir-se preparando-se para transformar essas energias negativas colectivas - guerras, crimes, desamor, materialismo, ganância, etc.

Meditar ajuda muito neste processo, mas não é suficiente, pois temos que mudar o comportamento atávico que nos acompanha. Afastar o «medo», mesmo o inconsciente, é a grande chave para começarmos a libertar as nossas energias positivas. A astrologia pode ajudar imenso neste processo espiritual.

Aos poucos estamos a sentir e perceber que parece sermos ET’s em Urântia. Ao longo de eras incontáveis aprendemos a amar este planeta, que é o nosso actual lar, além de ter vida evolutiva própria. As grandes mudanças no planeta indicam que os “tempos são chegados”. Chegou a hora de muitos, mas muitos de nós, tentarmos regressar a casa, porque essas memórias foram activadas. Meditar é um bom processo para serenar as memórias das nossas células biológicas e atávicas. Sem medo.

=====


UPDATE

Informação prévia ao leitor (update)
Este artigo foi publicado em primeira mão em 2006 no meu antigo blogue «Postais da Novalis», já apagado. Os apontamentos astrológicos inseridos no actual texto foram escritos de propósito para o artigo poder ser publicado no «Cova do Urso» a 17/12/2008 (é este post). Foi republicado sem alterações 22 Agosto 2010.
Copyright - 2006, 2008, 2010, António Rosa

=====

Este texto foi reproduzido na íntegra, e com os devidos créditos,
no blogue «Minha Mestria». Anthonio Magalhães, muito obrigado.





62 comentários:

António Rosa disse...

Leu tudo? Sim, eu sei que parece ficção científica. Será?

irradiandoluz disse...

Que piração! Não sei se acredito ou não...
Os Maias chamam este Sol Central de Hunab Ku, o coração da galáxia.

Abração
Gabriel Dread

António Rosa disse...

Gabriel, gostei dessa ideia da «piração». O que os Maias dizem é isto que aqui também falo. É o mesmo Sol Central. Abraço, amigo.

Maria Paula Ribeiro disse...

António,

Hoje estou numa azáfama de trabalho...2horas de cota a um cão atropelado por um comboio...mas loo vou ver isso com olhos de SUPER LYNCE!!!!!!!!!

Nem imaginas o que senti quando "sobrevoei" este post

Muitassssssss gracias!!!!!!!!
Até logo!

António Rosa disse...

Maria Paula

Sem stress com o atropelado. Boa leitura.

Fada Moranga disse...

A minha Lua em Conjuncao a Urano agradecem este post! Ha 3, 4 anos atras tambem acharia piracao... tive que desimpedir muitas vias para finalmente sentir a minha origem. Obrigada Antonio!
Um grande beijo*

António Rosa disse...

Fada

Imagino que este texto possa parecer uma piração (acho imensa piada a esta palavra!). Também eu pensava assim, mas no início dos anos 90 fui confrontado com a ideia transmitida pelo Livro de Urântia. Depois... comecei a juntar um enorme puzle. Em 1998 completei o puzle. Tem sido uma jornada maravilhosa, sentindo-me eu um humano com todos os travões típicos desta humanidade.

António Rosa disse...

Plutão em Sagitário fez um belo trabalho, não acham?

Maria Paula Ribeiro disse...

Santíssimo Sacramento, ou Santíssima Urântia...ufffffffffff

....em fins de 2007, a quando da passagem de Plutão pelos graus 26 a 28 de Sagitário... :=))))))) He he he he he he deu-me o riso....

Apetece dizer agora: "ET" phone home!

:=)
Um pouco indigesto, mas com umas quantas leituras, fica suave. :=)
Obrigado amigo urantiano.

António Rosa disse...

Paula

Porque achas indigesto? é assim tão estranho?

Maria Paula Ribeiro disse...

António

Por ser um confronto àquilo que o nosso Logos, via.
Não aquilo que a nossa essência sentia.
Um duelo de titans! ;)
Só por isso amigo, fica tranquilo.
Jinho

Indigesta é a minha noite (de cão), LOL LOL

adelaide figueiredo disse...

Olá António

Adorei!
Gosto de todo este tipo de leitura.

Estou convencida que daqui a uns anos, já não muito longínquos, chegaremos a muitas conclusões interessantes. Talvez quando Plutão entrar em Aquário. Quem sabe? É um disparate da minha cabeça mas já tenho pensado muitas vezes nisso. Talvez esteja cá outra vez.
Tal como o texto parece um pouco fora dos parâmetros normais para quem não entende estas coisas, ou não acredita, também a minha imaginação vagueia sobre todos estes assuntos e às vezes penso que já cá estive e que voltei para poder aprender mais.

Peço desculpa se saiu algum disparate mas é isto que sinto. Nada faria sentido se quando desencarnássemos tudo terminasse. Acho que voltaremos para nos aperfeiçoar, para aqui ou para qualquer outro ponto do Universo. Não, digo antes, do infinito.

Abraço

Adelaide Figueiredo

António Rosa disse...

Percebi-te, Maria Paula. Estás recuperada da tua gripe?

António Rosa disse...

Olá Adelaide,

Certas informações ocultistas dizem ultimamente (com fundamentos) que a maior desta «desta» humanidade já não voltará a reencarnar.

Um dos argumentos que usam é exactamente o já se encontrarem no planetas representantes das 6ª e 7ª raça raíz. Como a maioria de nós parece pertencer à 5ª, então já não reencarnaremos.

Pelos mesmos motivos alguns ocultistas dizem que já não estamos a vivenciar o carma, mas sim a viver e limpar as memórias cármicas que estão entranhada sem nós a nível celular e genético.

Adoro estes temas.

Maria Paula Ribeiro disse...

Bom Dia António,

Não voltaremos a reencarnar??? hummmm
isso até pode ser bom!

A minha gripe??? Agora chegou a tosse... esquisito. Não me vou safar do médico. :=(
Beijinhos

Dunyazade disse...

Epá, não voltamos a encarnar?
Isso até é bom!
Para dizer a verdade para mim "vida" (material, física) é "trabalho" e o Além (morte ou whatever) é "recreio". Sinceramente, viver dá trabalho :|
lol
Quando era pequena sempre preferia o recreio.
Mas acho que isso seria bom demais... pelo meno spara mim acho que me deve faltar n encarnações (sou uma aprendiza leeeeeenta).

Gostei do texto, mas não sei se hei-de acreditar ou não. Eu gosto de analisar tudo com lógica, ou tentar ser o mais racional possível. A ideia de que um universo se recicla, porém, para mim faz muito sentido.
Ah - e quando termina com "adoro estes temas" - parece que me estava a "ouvir" a mim, lol - reconheci a sua/minha lua em sagitário. A minha tá a 26º sag. :p
(mas não me lembro se me aconteceu algo relevante em dezembro de 2007...)

António Rosa disse...

Mary Paula,

Isto do não reencarnar parece não ser assim tão generalizado. Não sei se tu não serás já parte da 6ª raça raíz.

A 5ª raça raíz, à qual eu pertenço não reencarnará, o que é uma notícia magnífica.

António Rosa disse...

Dunyazade,

Digo-lhe o mesmo que disse à Maria Paula - isto da reencarnação não é para toda a humanidade.

Penso que a sua geração e a da Maria Paula estão a ser chamadas a outras responsabilidades. Daqui a uns anos já saberemos, assim que Úrano estiver bem dentro de Carneiro.

A minha Lua está a 23º na 8ª casa.

Textos como este são uma gotinha minúscula dentro de um mar enorme, não se destinam a serem credíveis (no sentido do leitor acreditar ou não), pois têm outra função: são activadores de consciência.

A maioria das pessoas lê e pensa "que disparate, não acredito nisto". Essa é a melhor reacção que o texto pode ter.

Significa, em linhas gerais, que activou mecanismos internos da nossa mente, que se recusa a aceitar o que é diferente, mesmo que façamos bandeira de sermos muito uranianos.

É normal que mente nos leve para a lógica, sendo esta é um sistema de segurança como qualquer outro, por termos sido condicionados assim.

Depois... somos sempre apanhados em surpresas. =)))

António Rosa disse...

Maria Paula

Deixei passar esta tua frase:

«Por ser um confronto àquilo que o nosso Logos, via.»

Não percebi bem o que queres dizer com isto, mas deixa-me adiantar-te que o Logos também está no texto - é Sanat Kumara.

besitos

joana disse...

António,

Também Adoro estes temas : )
E adoro quando o António de repente solta estas 'surpresas' : ) : ) : )

Sinto sempre um 'reconhecimento'... mas há qualquer coisa em alguma desta informação que me custa assimilar... tudo aquilo que tem a ver com 'classificações', principalmente as 'hierarquizadas'. Por exemplo: 1ª raça, 2ª raça... (a palavra 'raça' depois de tudo o que vivemos no século passado também não ajuda nada, é claro)

Prefiro o "we are one".

Quanto ao não reencarnarmos... refere-se à 3ª dimensão ?
(e depois de dizer '3ª' reparo que estou a usar uma classificação hierarquizada, hehehe : )

Beijinho

António Rosa disse...

Olá Joana,

Sinto sempre um 'reconhecimento'... mas há qualquer coisa em alguma desta informação que me custa assimilar... tudo aquilo que tem a ver com 'classificações', principalmente as 'hierarquizadas'. Por exemplo: 1ª raça, 2ª raça... (a palavra 'raça' depois de tudo o que vivemos no século passado também não ajuda nada, é claro).

Prefiro o "we are one".


Compreendo perfeitamente pois tenho as mesmas reservas. Também entendo que seja necessário hierarquizar «certos» assuntos, pois a nossa mente (a do aparelho físico) está preparada para quantificar e classificar os assuntos. Daí a questão corrente do «bom» e «mau».

Como muito bem sabe, esta designação de 1ª, 2ª... raça-raiz é uma criação teosófica do final do século 19. A Blavastky e outros, ao referirem-se a este tema, explicam que não se trata de uma hierarquização de importância, mas de ordem de ordem evolutiva.

A palavra «raça» enquanto etnia tem essa conotação, que pode ser constrangedora no sentido em que gostaríamos de ter mais presente o UNO do que a divisão. No entanto, essa não é a realidade neste planeta. =)

Quanto ao não reencarnarmos... refere-se à 3ª dimensão ?
(e depois de dizer '3ª' reparo que estou a usar uma classificação hierarquizada, hehehe : )


«Parece» que não se referem só à 3ª dimensão. Creio que é mais lato, no sentido de não se reencarnar sob gravidade. É um pouco confuso...

Não há outra forma de nos entendermos. Nem vejo hierarquização nisto das dimensões. Vejo mais como uma constatação da realidade física deste planeta que tem uma forte gravidade.

Isto que vou escrever a seguir, nem é bem para si, mas para todos em geral (parece que estes comentários são lidos por visitantes que não comentam).

A 3ª dimensão, ou 3D, está associada à percepção das medidas sob gravidade - altura, comprimento e largura.

Qualquer dia aproveito o blogue para comentarmos sobre o «Senhor dos Pesos e Medidas».

Beijinho e muito obrigado.

joana disse...

Pois... há sempre 'distorção' numa palavra... 'raça-raiz' seria talvez uma boa distorção para o final do século XIX.

E sobre a 'gravidade'... não sei a partir de que dimensão deixa de existir... e a partir de que dimensão é que o peso de Saturno desaparece ???
: ) : ) : )

António, vou aguardar então o dia do "Senhor dos Pesos e Medidas" na Cova do Urso. ; )

Beijinho,
e grata por estes momentos

António Rosa disse...

Joana

E sobre a 'gravidade'... não sei a partir de que dimensão deixa de existir... e a partir de que dimensão é que o peso de Saturno desaparece ???
: ) : ) : )


Também não sei.

Igualmente não sei a partir de que dimensão deixa de haver completamente corpo físico.

Tenho uma suspeita: a que altitude perdemos capacidade de respiração? Não sei ao certo. Suspeito que aí se entre em outra dimensão... Será?

Saturno influenciará apenas quem andar com os pés no chão? Com ou sem altitude?

Os tibetanos têm mapas astrológicos? =)

joana disse...

hehehe : )

Fiquei sem palavras para essas perguntas.

António, ouvi dizer que os tibetanos têm uns mapas que quem os vê... desencarna da 3D. Não lembro se são os indianos se são os tibetanos... e não sei se é bem assim a história... Mas imaginei que isto seria coisa das terras bem altas : )

Tem por aí algum postal na manga sobre isto ?

Maria Paula Ribeiro disse...

António,

O que quis tentar dizer é que nós humanos encarnados, tentamos ou "fomos programados" a uma razão limitada, cuja essência interna ultrapassa esses limites.
Ou não será assim?

Essa malha magnética que se alarga, reflecte-se também no nosso código genético, em constante "mutações" em sintonia com o Cosmos, expandido também a nossa razão....

:( que pena não voltares a reencarnar... e eu sim.. pensava que "me irias aturar na próxima", lol lol....

;)

António Rosa disse...

Maria Paula

E vou aturar-te. =))))

Entre as tuas vidas.

De qualquer forma tenciono enviar-te um convite para ires visitar-me a casa - Canopus.

Bjks

Maria Paula Ribeiro disse...

António,

:=)))) Lá irei com todo o gosto à Canopus, beber uns "copus", ou o elixir da tua casa!
bj

António Rosa disse...

Paula

Lá te esperarei. Não me lembro do tal elixir, mas depressa ficarei ao corrente.

=))))))

António Rosa disse...

Será que planificamos a nossa vida antes de nascermos? Comentários, please. =)

António Rosa disse...

Joana

Tem por aí algum postal na manga sobre isto?

Tenho pensado nisso, mas as ideias não estão maduras e o que tenho não passam de apontamentos soltos, sem ordem. =)

maria de fátima disse...

Olá António achei este enorme artigo muito interessante, sempre acreditei na reencarnação.Beijinhos de amiga.

António Rosa disse...

Maria de Fátima,

Não imagina o que era o texto na fase inicial, em 2006. ENORME. Fui cortando, cortando...

Perco-me com estas coisas. Abraço.

Maria Paula Ribeiro disse...

António,

Quando te quiseres aprimorar em "cortar" o "qb", vem cá que eu ensino-te com bisturi na mão, lol lol).

Já reparei que este é para ser uns dos post mais comentados, por isso também vou contribuir!

Se planificamos a nossa vida antes?

Eu acho que sim, pesa embora, tenhamos sempre o livre arbítrio, como Lei soberana.
Por isso, escolhemos, os pais, irmãos e meio familiar que nos possam propiciar esse "caminho"; o resto é nos ajudado, ou reajustado dependendo do afastamento ao tal caminho, pelas forças planetárias.
aí, a Astrologia é prova evidente disso, que tudo flui,em consonância com as forças energéticas dos planetas reflectidas nas nossas ínfimas partículas que nos compõem.

Estou certa? SR Canopusiano?

António Rosa disse...

Olá Paula,

É isso mesmo. O post ir para a lista dos mais comentados. Já falta pouco. Com 38 comentários entra imediatamente.

A «alma» ao planificar a sua próxima reencarnação [diz-se 'alma' porque é muito complicado explicar de outra maneira e a palavra generalizou-se] também escolhe o momento (data e hora de nascimento) em que nascerá e onde. Por isso partirmos desses dados para levantar o nosso mapa astral.

O tão famoso livre-arbítrio vai-se ajustando e a certa altura praticamente resta isto: «quando».

Ou dou o «salto» nesta conjuntura astrológica ou numa próxima.

Porque há sempre consequências das nossas escolhas.

Maria Paula Ribeiro disse...

António,

Então não seria mais fácil, termos conhecimento mais cedo sobre Astrologia? Se é a nossa grande ferramenta que temos ao nosso alcance? O "Braille" que no permite decifrar o nosso caminho.
Imagina que ó daqui uns elos anos de estudos sobre Astrologia, viesse a descobrir que o meu caminho não era esse que tinha até então.. Já reparas no "tempo perdido"? :(
Bem, eu sei que m vais dizer que "tempo" é de nós cá...mas seja como for..

Samsara disse...

Olá António
Não li tudo (ando a correr de um lado para o outro). Sinto-me num filme de ficção científica.

Quando conseguir serenar lerei com calma.

Uma pergunta para uma leiga total nestas coisas. De onde veio esta informação toda? De sonhos, dos antigos?
Beijinhos

joana disse...

"Será que planificamos a nossa vida antes de nascermos?"

Sim... A aprendizagem está no grau de aceitação com que fazemos o que planeámos. Onde é que o livre arbítrio entra aqui é que me confunde... se calhar reduz-se a isso. E depois de terminado o planeado deve haver várias hipóteses. Ou desencarnarmos... ou encarnarem mais partes de nós... ou... (?)
Isto é apenas o que me parece no momento... que a aprendizagem aqui na terra pode ir desde a aceitação do planeado à tomada de consciência de que somos 'infinitos'. (Será ???)

António, sobre o outro 'postal'... ok tranquilo ; )

António Rosa disse...

Paula

Aquilo que me tem sido dado observar quanto ao «tempo perdido» por nos termos equivocado no caminho a percorrer, é exactamente isso que disseste - não se perde tempo, mesmo.

O nosso ego, atazinado pela nossa mente é que «acha» que perdeu tempo. Hoje deste exemplo disso com o cachorrinho. O dono apareceu quando tinha que aparecer. Com a tua ajuda, claro.

Creio que a astrologia entrará no registo curricular escolar. Talvez dentro de 100 anos... quem sabe?

António Rosa disse...

Patrícia

Quando leres o artigo encontrarás a fonte de toda a informação - O Livro de Urântia. Dos antigos, não tão antigos. Até encontrarás os linques para investigares.

Beijoka

António Rosa disse...

Joana

«a aprendizagem aqui na terra pode ir desde a aceitação do planeado à tomada de consciência de que somos 'infinitos'. (Será ???)»

É isso mesmo.

Quanto ao livre-arbítrio... creio mesmo que é necessário porque não nos lembramos de nada do planeado entre vidas. Isso permite-nos ficar tranquilos com a nossa falta de lembrança e podermos fazer outras experiências.

Não será assim, Joana?

joana disse...

"Quanto ao livre-arbítrio... creio mesmo que é necessário porque não nos lembramos de nada do planeado entre vidas. Isso permite-nos ficar tranquilos com a nossa falta de lembrança e podermos fazer outras experiências. Não será assim, Joana?"

O véu é necessário para que a aprendizagem de cada situação se dê. Se não existisse véu teríamos a percepção de uma vida em 'compacto' (sem a dimensão temporal)... e isso é o que temos no momento em que planeamos.
O véu é necessário para que estejamos - em pleno - em cada situação que viemos aqui viver, por isso a vida tem que nos ir sendo mostrada aos pouquinhos, como num filme. O que vimos aqui fazer é... subir a vibração desse filme. E isto está ligado ao modo como vivemos cada situação.
António, sobre se vivemos ou não experiências não planeadas... tenho tido a sensação de que isso é apenas uma ilusão que nos é dada pelo véu. A noção de Livre-arbítrio que tenho está sempre em mudança.

"Então não seria mais fácil, termos conhecimento mais cedo sobre Astrologia? Se é a nossa grande ferramenta que temos ao nosso alcance? O "Braille" que no permite decifrar o nosso caminho."

Gostava de comentar tb estas perguntas da Mary Paula. (posso?)
Se isto faz algum sentido, quer dizer que a nossa chegada à astrologia também foi planeada. E nesse sentido a astrologia é como uma ferramenta de aceitação do 'planeado'. Se passamos o tempo todo a olhar para o mapa não olhamos para o caminho.... e é como se não o vivêssemos em pleno. No fundo a questão não está em saber o conjunto de situações que vamos percorrer ('caminho' horizontal), mas em como as percorremos ('''caminho''' vertical).

joana disse...

Mais uma coisa em relação à astrologia / planeado...
É claro que podemos ter planeado passar a vida a olhar para mapas astrológicos... que seja esse o nosso 'filme'...

guntty disse...

É sempre bom ver Seres partilhando seus sentires sobre estes assuntos que por mais fundados na razão que estejam, sempre são agulhas incisoras celulares. (DNA subtil)

Acredito, no entanto, que a forma de partilha e trabalho através do domínio escrito/textual, vá caminhando para uma expressão mais sintética... em que o trabalho é directamente no nucleo do ser, sem passar tanto pela analise racional.

Que pensam sobre isso? =)

joana disse...

"Acredito, no entanto, que a forma de partilha e trabalho através do domínio escrito/textual, vá caminhando para uma expressão mais sintética... em que o trabalho é directamente no nucleo do ser, sem passar tanto pela analise racional. Que pensam sobre isso?"

Completamente de acordo Guntty. E depois... olhos nos olhos as palavras não são necessárias.

António Rosa disse...

Joana

Gostei muito da sua explicação sobre o véu. MUITO. Fiquei com a sensação que, com a sua autorização, será usado em breve na página principal.

O ficarmos a olhar para o mapa e não para o caminho, até admito que possa acontecer. A minha experiência de vida pessoal não me diz isso. Tem-me acontecido o contrário e de forma subtil tenho exposto isso aqui no blogue quando menciono certos trânsitos. bem recentes estão a oposição Plutão a Úrano e agora a Vénus. Por estar a vivê-los é que fui ao mapa identificar o que se estava a passar. Por exemplo, a oposição Pluo-Vénus está a acontecer na minha editora - o afastamento de quem esteve muito próximo nos últimos 5 anos. Talvez a grande diferença que noto em mim mesmo, é o facto de não ter entrado em sistema de perda, mas sim em processo de aceitação.

Muito obrigado.

António Rosa disse...

Joana

Gostei muito da sua explicação sobre o véu. MUITO. Fiquei com a sensação que, com a sua autorização, será usado em breve na página principal.

O ficarmos a olhar para o mapa e não para o caminho, até admito que possa acontecer. A minha experiência de vida pessoal não me diz isso. Tem-me acontecido o contrário e de forma subtil tenho exposto isso aqui no blogue quando menciono certos trânsitos. bem recentes estão a oposição Plutão a Úrano e agora a Vénus. Por estar a vivê-los é que fui ao mapa identificar o que se estava a passar. Por exemplo, a oposição Pluo-Vénus está a acontecer na minha editora - o afastamento de quem esteve muito próximo nos últimos 5 anos. Talvez a grande diferença que noto em mim mesmo, é o facto de não ter entrado em sistema de perda, mas sim em processo de aceitação.

Muito obrigado.

António Rosa disse...

Guntty

Completamente de acordo contigo e com a Joana.

O trabalho é sempre dentro de nós.

Conversas como esta, aqui no blogue servem para muitos leitores que por aqui passam silenciosamente. Passamos uma mensagem. Desde ontem, quando o post foi publicado, já passaram mais de 260 leitores, havendo sempre a esperança de alguns terem lido.

Creio mesmo que nos próximos 2 anos serãao necessários os 2 trabalhos fundamentais - a prática da meditação e a emissão da mensagem. Porque já estamos a viver (e continuaremos) um intenso período de realismo extremado, que pode atirar muitas pessoas para um desânimo terrível.

Amor e Compaixão serão a palavra-chave.

Abraço

António Rosa disse...

Reparei agora que um dos meus comentário trouxe um eco. =)

guntty disse...

Concordo,

E aqui estamos a falar de meditação, não (como uma vez o António me disse) sentados a mastigar arroz integral (Ahahah) mas na consciência, no Agora, em cada acto, em comunhão (que é um processo de fora para dentro) e na emissão da mensagem (de dentro para fora).
Em constante partilha, com tudo o que nos rodeia.

Quanto à mensagem com eco, isso é a função espelho deste blog a vir ao de cima!!! (eheh)

joana disse...

António, agradeço as suas palavras mas o que eu disse acho (repito: acho) que vem de alguma coisa que li e que ficou de "The Law of One / The RA Material". Preferia encontrar o excerto do texto 'fonte' e traduzir. (http://www.bibliotecapleyades.net/ra_material/law_one.htm)

Depois, o que o António conta sobre a sua relação com o 'mapa' é também a percepção exterior que de aqui me fica em relação a si. O comentário que fiz sobre 'ficar a olhar para o mapa e não para o caminho' vem da minha experiência. Acho que é Osho que explica uma coisa mais ou menos assim: vamos num caminho de noite e há um trovão... há os que ficam a olhar para o trovão e os que aproveitam a luz do relâmpago para ver o caminho e agir. Os primeiros são os 'filósofos', os segundos os "..." ; ) O que sinto é que fico muitas vezes a olhar para o mapa a 'filosofar'. : )))

joana disse...

'arroz integral', hehehe

Estou-me a rir mas acho que uma meditação constante inclui o mastigar do arroz integral em consciência. ; )

guntty disse...

Sim, desde que em consciência.

Mastigar por mastigar não vale a pena e ainda se apanha uma indigestão. =P

joana disse...

Abraço Guntty : )

Fada Moranga disse...

Oh Antonio, mas que excitacao!
Assim de repente nao me lembro donde sou... seremos vizinhos? Serei de Venus? Serei de Orion? Por enquanto sou do Chocokid, a bebida que me ajuda a meditar! :-)
Sim, claro que planeamos todos os detalhes das nossas vindas, com os nossos amigos, guias, mestres, conselho karmico, todos os que forem precisos. Nao nos lembramos para podermos sentir as coisas, as licoes, com toda a intensidade necessaria. A memoria ate pode atrapalhar alguma espontaneidade e trazer ansiedade ao "trabalho de casa". Achei graca quando a Patricia Samsara falou em ficcao cientifica... Eu sempre fui doida por Astronomia, Naves, ET's, telepatias, teletransportes... Sinto-me em casa!
Ja agora: como eh que eu sei se sou da 5a ou da 6a? (eu ou outras pessoas)
Bem haja! :-)***

António Rosa disse...

Joana

«O que sinto é que fico muitas vezes a olhar para o mapa a 'filosofar'. : )))»

Isso é inevitável acontecer. Uns filosofam de forma saudável, outros ficam sem perceber nada.

A astrologia tem essa vantagem - dá para tudo.

No entanto, a Joana tem o hábito interessante de aprofundar o que vê. E vê muito. =)

António Rosa disse...

Fada

«Ja agora: como eh que eu sei se sou da 5a ou da 6a? (eu ou outras pessoas)»

Boa pergunta. Não sei responder, infelizmente.

adriana disse...

António,
Tudo é quântico mesmo, não?
Belíssimo artigo, bem como os comentários a ele.
Parabéns!
A&L

António Rosa, José disse...

Adriana

Por vezes esta rapaziada amiga puxa demasiado por mim. Já nem me recordava dos comentários.

Obrigado por ter vindo aqui.

A&L

Tina disse...

Estou estudando o livro Urântia,gostei muito das suas colocações...
Algumas pessoas acham "surreal" tudo isso,pq estão aprisionadas aos ensinamentos que por tanto tempo ficou em nossa mente.
Como é difícil por exemplo, mostrar as pessoas que nós somos Deuses e que temos a luz do criador em nós?
Que podemos qualquer coisa.
Já ouvi gente dizendo que isso é prepotência minha.Quantas pessoas riem de mim ...Já perdi as contas!Não importa,eu não sou daqui...Eu sou de lá!!kkkkk
Amigo Urso,numa das minhas viagnes astrais fui levada à 5D,lá observei 3 bolhas que se interagiam ao mesmo tempo ou dependendo do seu desejo...Portanto o tempo só existe aqui.E observei tambpem cores que não conhecemos e uma nitidez inexplicável...Nosso amigo Dalla ia amar ...A próxima vez levo ele comigo!kkkk
bjos
Tina

Anónimo disse...

Acho que não li o mesmo livro de urântia que esse cara, não tinha nada dessa balela de colonizadores e saqueadores intergalácticos ou de reencarnações e blablablá, o livro é fantástico, não há como eu descrevê-lo, só lendo pra entender.

William Garibaldi disse...

ADORO este livro!
ADORO Nebadon. Este nome é muito forte.

"Sol dentro de sol... o sol é a porta entre os mundos..."

BERNARDO disse...

Estou lendo o Livro de Urantia e gostando muito em tomar conhecimento do que é ma logística divina e perfeita.Tenho porém algumas dúvidas e gostaria imensamente que me respondesse:a 1a é sobre a queda de Adão e Eva, essa queda foi sexual?A 2a sobre as reencarnações que os espíritas dizem e que até a página que estou por lendo não foi citada nem uma vez, já que os budistas citam como a roda de Samsara(será istosomente nas vidas relativas ao Tempo e Espaço?Muito obrigada por responder.

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