Sabotagem sexual

14 de setembro de 2010 ·

Os casais (solteiros ou casados) sabem que o sexo pode converter-se numa maneira fácil de manipular ou castigar o outro. Também pode ser usado como arma para atacar indirectamente alguém que nos tenha ferido. As nossas frustrações podem levar-nos a estratégias dissimuladas. É difícil afirmar quem será o mais coercivo neste caso: se o agressor que quer satisfazer-se sem perguntar primeiro, ou o repressor que se nega a ter sexo sem explicar a razão. Ambos jogam voluntariamente um desafio que a longo prazo será autodestrutivo.

Obviamente tenho estado a falar de Plutão em múltiplas vertentes: quando em trânsito pela casa 8, quando faz aspecto a Marte ou quando desafia Vénus.

Como agressor, o ser humano pode ceder aos seus instintos predatórios que o tornam muito egoísta na compulsão pela satisfação sexual. Como repressor, podemos esfriar as relações usando o distanciamento emocional como táctica de controle para mascarar o nojo que se pode chegar a sentir pela outra pessoa.

Conheço casos em que estas situações foram levadas a tais extremos que já nem se apercebem da forma como se estão a autodestruir. Se existirem estas tendências – ser agressor ou ser repressor – contem que Plutão encarregar-se-á de fazer sentir que alguém, num casal, anda a ser desonesto (agressor) ou cruel (repressor) impondo-se a limpeza energética desta situação.

Como se limpam situações extremas como esta? Sendo honestos e atrevendo-se a falar, um com o outro, com a maior abertura. Pode ser necessário um processo de redenção.

Aqueles casais que não estabelecem a ponte do diálogo, que se preparem para as consequências dos seus actos excessivos. Não é surpreendente o aparecimento de uma doença que afecte o funcionamento sexual ou cancros associados à ausência de amor.

37 comentários:

Astrid Annabelle disse...
14 de setembro de 2010 às 11:09  

Bom dia António!
Por isso tudo que expôs acima é que eu sempre falei para as minhas clientes que um casal (casado ou não)para poder sobreviver precisa de um ingrediente básico: a total liberdade de ser.
Não é saudável o sentimento de posse que permite a agressão e a repressão.
Em uma relação onde se compartilha o amor esse desafio (agressão/repressão) desaparece.
Muito bom tema e muito delicado igualmente.
É maravilhoso compreender esse tema via astrologia!
Beijos
Astrid Annabelle

Filomena Nunes disse...
14 de setembro de 2010 às 12:04  

Bom dia António Rosa,
A importância dos assuntos que aborda, a sua capacidade de síntese e objectividade, são admiráveis!!
Um abraço <3
Filomena

Adelaide Figueiredo disse...
14 de setembro de 2010 às 12:27  

António,

Uma óptima abordagem dum tema de que muita gente não fala por vergonha.
O diálogo entre o casal é necessário em tudo e neste assunto também. No entanto, conheço casos em que o repressor se recusa a dialogar para continuar a sua maldade, o seu poder e o seu "castigo" sobre a vítima. A vítima, depois de ter tentado tudo e de ser humilhada, só tem uma saida, desistir, mas nessa altura já tão ferida, por vezes com uma auto-estima no zero. Então como a velha canção diz "Começar de novo".
Já escrevi quase um post :) Muito mais havia para dizer.
Grata por este texto magnífico

Abraço

Sonia Beth disse...
14 de setembro de 2010 às 12:36  

Lindo...

beijos

Francisco de Sousa Vieira Filho disse...
14 de setembro de 2010 às 12:38  

Texto forte... abordagem dura, mas necessária...

angela disse...
14 de setembro de 2010 às 13:17  

Já vi que esse Plutão me visitou muitas vezes, a mim ou a quem estava comigo. Vou ter muito para pensar sob esse novo ponto de vista que você trouxe nesse post.
Quanto ao meu comentário anterior de você estar nas alturas foi no sentido de viajar nas estrelas, de estar mais próximo do espiritual.
beijos

Leci Irene disse...
14 de setembro de 2010 às 13:50  

Antonio, bom dia! Gostei desta maneira de enfocar as relações entre parceiros. É também um assunto que todos os casais deveriam ler e verificar como estão agindo!

Fatima disse...
14 de setembro de 2010 às 13:56  

Ótimo texto António!
Bjs.

António Rosa disse...
14 de setembro de 2010 às 14:10  

Olá Astrid,

Muito acertadas as suas recomendações. Estes temas dos relacionamentos têm muitos ângulos, muitas variantes, mas é agrade aprendizagem humana.

Muito agradecido pelas palavras.

Beijo

António

António Rosa disse...
14 de setembro de 2010 às 14:10  

Filomena,

Muito agradecido por ler aquilo que vou escrevendo. No fundo vou escrevendo coisas que só aprendi bastante tarde na vida.

Um abraço

António

António Rosa disse...
14 de setembro de 2010 às 14:13  

Olá Adelaide

Outro comentário digno de ser um post. Vamos andando e aprendendo, não é?

Muito agradecido pelas palavras e pela Presença.

Abraço

António

António Rosa disse...
14 de setembro de 2010 às 14:13  

Sônia

Obrigado. Um beijo grande.

António

António Rosa disse...
14 de setembro de 2010 às 14:14  

Francisco,

Agradecido. Abraço.

António

António Rosa disse...
14 de setembro de 2010 às 14:18  

Olá Ângela

Tenho 3 amigas, cujo nomes começam com a letra «A», que fazem o favor de me animarem a continuar esta caminhada. Você é uma delas.

Também sou de 49.

Muito agradecido.

Beijo

António Rosa disse...
14 de setembro de 2010 às 14:18  

Leci,

É daqueles assuntos delicados, mas que não deviam ser tabú entre os parceiros.

Muito agradecido pela suas palavras.

Abraço

António

António Rosa disse...
14 de setembro de 2010 às 14:18  

Fátima

Muito obrigado, minha querida.

Beijo

António

Cantinho da Cê disse...
14 de setembro de 2010 às 15:05  

Bom dia Antônio,

Interessante abordagem do assunto visto do lado astrológico. Gostaria de entender um pouco mais dos astros...

Beijos,


Paulo Braccini disse...
14 de setembro de 2010 às 15:06  

Uma verdadeira aula sobre comportamento e relacionamento humano ... parabéns ...

bjux

;-)

António Rosa disse...
14 de setembro de 2010 às 15:09  

Olá Cê,

Para entender mais dos astros é necessário estudar. Muito e durante muito tempo. Anime-se a esse estudo.

Você diz que é «visto do lado astrológico», porque no texto leu aquele parágrafo de 1 linha e meia onde falo de 'Plutão'. Se lhe retirar essa parte, não vai parecer astrologia, mas sim, no mínimo, psicologia avançada.

Beijo.

Filomena Nunes disse...
14 de setembro de 2010 às 15:22  

...como eu o compreendo!! Partilho o mesmo sentimento de que "aterrei" nestes conhecimentos já tarde, embora saiba que, no fundo, muito provavelmente, foi "quando teve de ser"!!
As asneiras e os erros que teria evitado..

Pelo menos hoje já não receio errar, compreendo e aceito a minha sombra e sigo tentando aumentar a minha luz!!
É por isso que leio que escreve!!

Um beijinho

António Rosa disse...
14 de setembro de 2010 às 15:37  

Paulo

Aquilo que tenho lido da sua parte, também me faz crer que você sabe muito sobre relacionamentos humanos.

Grande abraço

António

António Rosa disse...
14 de setembro de 2010 às 15:39  

Filomena

Gostei muito do seu comentário:

«Pelo menos hoje já não receio errar, compreendo e aceito a minha sombra e sigo tentando aumentar a minha luz!!»

Assino em baixo.

Abraço,

António

Saulo Taveira disse...
14 de setembro de 2010 às 16:47  

A ausência de amor causa doenças fatais. Nada como, a dois, o diálogo, o entendimento, respeito. É necessário entender o tempo do outro e ajudá-lo. Amor livre entre dois.

Belo post. Adoro teu dizer.

Beijos.

António Rosa disse...
14 de setembro de 2010 às 17:32  

Saulo,

Completamente de acordo. Sem diálogo, respeito e entendimento, não há amor. Há outra cosia qualquer.

Muito agradecido.

beijos

António

Nilce disse...
14 de setembro de 2010 às 19:03  

Oi, Antonio

Parabéns pelo texto com essa abordagem do assunto, que mesmo com tanta liberdade, ainda é tabu. Diálogo sempre, sem pudores.
Muito bom!

Bjs no coração!

Nilce

António Rosa disse...
14 de setembro de 2010 às 19:25  

Nilce,

Muito agradecido e assino por baixo: diálogo, sempre.

Beijo grande

António

Jorge Pimenta disse...
14 de setembro de 2010 às 22:01  

diversidade, actualidade, oportunidade e muita sensatez, num registo ora gentil, ora duro (consoante a abordagem), num blogue que começa a ser inquietante logo no título. não admira que gostes do gerês! :)
um abraço!

Athila Goyaz disse...
15 de setembro de 2010 às 01:39  

Belo post, como você disse: tudo deve ser resolvido com diálogo. Ainda mais o sexo, que é uma relação em conjunto.
Abraços!

António Rosa disse...
15 de setembro de 2010 às 06:59  

Jorge

Gosto do Gerês. Creio que muito mais que gostar. Grato pelas palavras e pela prsença.

Um abraço

António

António Rosa disse...
15 de setembro de 2010 às 07:00  

Athila

Sem diálogo, o mundo escurece.

Abraço,

António

Táxi Pluvioso disse...
15 de setembro de 2010 às 11:51  

Tive uma namorada que me deixou porque, disse ela, eu era muito brando, devia ser autoritário, impor-me, castigá-la para a pôr na ordem. Foi pena pois a gaja era muito boa.

Cris França disse...
15 de setembro de 2010 às 14:36  

Antonio

Confesso nunca ter lido nada parecido , não sobre essa ótica, e ter necessidade de mais entendimento sobre o tema.
Entendo uma relação não é uma via de mão única, mesmo porque um pode querer mudar e outro não.
Portanto eu leio isso, mas se o outro não lê, não busca, não entende, a situação não muda e arrasta-se.
As pessoas são muito sensíveis sobre comentários sexuais, as mulheres se fecham e os homens não assumem, ofendem-se, claro que não estou generalizando,existem os que fogem a regra, mas o tema rende e é para lá de complicado. Vale a pena ler mais. bjs

António Rosa disse...
15 de setembro de 2010 às 15:09  

Taxi

Apreciei a clareza do comentário. :)))


António

António Rosa disse...
15 de setembro de 2010 às 15:12  

Cris

Muito agradecido pelo seu comentário. Inteligente e sensível. Vou tentar estudar e aprofundar estes assuntos e mais tarde, talvez, publicá-los, se sair alguma coisa de jeito.

Beijo.

António

Marcio Nicolau disse...
16 de setembro de 2010 às 01:50  

Sexo
Composição: Christiaan Oyens e Zélia Duncan

Sexo é integração
Não é abuso
Não é serviço
Seu corpo forte e bonito
Não é só por isso
Pré-requisito
Pra minha satisfação
Pode ser
Pode ser bom
E pode ser
Pode ser não
Carinho é sensação
Não é capricho
Nem desperdício
mas suas mãos de veludo
nem sempre dizem tudo
Que meu corpo quer saber
Pode ser
Pode ser bom
E pode ser
Pode ser não
Quando o sexo acaba tudo desaba
É uma questão de construção
E o que
Pode ser bom
Que pode ser bom, sim
Às vezes pode ser que não

António Rosa disse...
16 de setembro de 2010 às 13:18  

Márcio,

Que linda lembrança a sua. Adorei. Conheço a canção mas nunca me tinha detido nos pormenores saborosos do poema.

Abraço.

António

Eri disse...
17 de setembro de 2010 às 17:59  

mais uma vez passo por aqui no momento certo e leio o texto que preciso :) é um prazer visitar-te, e encontrar as pistas que me ajudarão a dar mais uns passos no meu caminho!

Bom fim de semana Antonio! E Obrigada :)

14 de setembro de 2010

Sabotagem sexual

Os casais (solteiros ou casados) sabem que o sexo pode converter-se numa maneira fácil de manipular ou castigar o outro. Também pode ser usado como arma para atacar indirectamente alguém que nos tenha ferido. As nossas frustrações podem levar-nos a estratégias dissimuladas. É difícil afirmar quem será o mais coercivo neste caso: se o agressor que quer satisfazer-se sem perguntar primeiro, ou o repressor que se nega a ter sexo sem explicar a razão. Ambos jogam voluntariamente um desafio que a longo prazo será autodestrutivo.

Obviamente tenho estado a falar de Plutão em múltiplas vertentes: quando em trânsito pela casa 8, quando faz aspecto a Marte ou quando desafia Vénus.

Como agressor, o ser humano pode ceder aos seus instintos predatórios que o tornam muito egoísta na compulsão pela satisfação sexual. Como repressor, podemos esfriar as relações usando o distanciamento emocional como táctica de controle para mascarar o nojo que se pode chegar a sentir pela outra pessoa.

Conheço casos em que estas situações foram levadas a tais extremos que já nem se apercebem da forma como se estão a autodestruir. Se existirem estas tendências – ser agressor ou ser repressor – contem que Plutão encarregar-se-á de fazer sentir que alguém, num casal, anda a ser desonesto (agressor) ou cruel (repressor) impondo-se a limpeza energética desta situação.

Como se limpam situações extremas como esta? Sendo honestos e atrevendo-se a falar, um com o outro, com a maior abertura. Pode ser necessário um processo de redenção.

Aqueles casais que não estabelecem a ponte do diálogo, que se preparem para as consequências dos seus actos excessivos. Não é surpreendente o aparecimento de uma doença que afecte o funcionamento sexual ou cancros associados à ausência de amor.

37 comentários:

Astrid Annabelle disse...

Bom dia António!
Por isso tudo que expôs acima é que eu sempre falei para as minhas clientes que um casal (casado ou não)para poder sobreviver precisa de um ingrediente básico: a total liberdade de ser.
Não é saudável o sentimento de posse que permite a agressão e a repressão.
Em uma relação onde se compartilha o amor esse desafio (agressão/repressão) desaparece.
Muito bom tema e muito delicado igualmente.
É maravilhoso compreender esse tema via astrologia!
Beijos
Astrid Annabelle

Filomena Nunes disse...

Bom dia António Rosa,
A importância dos assuntos que aborda, a sua capacidade de síntese e objectividade, são admiráveis!!
Um abraço <3
Filomena

Adelaide Figueiredo disse...

António,

Uma óptima abordagem dum tema de que muita gente não fala por vergonha.
O diálogo entre o casal é necessário em tudo e neste assunto também. No entanto, conheço casos em que o repressor se recusa a dialogar para continuar a sua maldade, o seu poder e o seu "castigo" sobre a vítima. A vítima, depois de ter tentado tudo e de ser humilhada, só tem uma saida, desistir, mas nessa altura já tão ferida, por vezes com uma auto-estima no zero. Então como a velha canção diz "Começar de novo".
Já escrevi quase um post :) Muito mais havia para dizer.
Grata por este texto magnífico

Abraço

Sonia Beth disse...

Lindo...

beijos

Francisco de Sousa Vieira Filho disse...

Texto forte... abordagem dura, mas necessária...

angela disse...

Já vi que esse Plutão me visitou muitas vezes, a mim ou a quem estava comigo. Vou ter muito para pensar sob esse novo ponto de vista que você trouxe nesse post.
Quanto ao meu comentário anterior de você estar nas alturas foi no sentido de viajar nas estrelas, de estar mais próximo do espiritual.
beijos

Leci Irene disse...

Antonio, bom dia! Gostei desta maneira de enfocar as relações entre parceiros. É também um assunto que todos os casais deveriam ler e verificar como estão agindo!

Fatima disse...

Ótimo texto António!
Bjs.

António Rosa disse...

Olá Astrid,

Muito acertadas as suas recomendações. Estes temas dos relacionamentos têm muitos ângulos, muitas variantes, mas é agrade aprendizagem humana.

Muito agradecido pelas palavras.

Beijo

António

António Rosa disse...

Filomena,

Muito agradecido por ler aquilo que vou escrevendo. No fundo vou escrevendo coisas que só aprendi bastante tarde na vida.

Um abraço

António

António Rosa disse...

Olá Adelaide

Outro comentário digno de ser um post. Vamos andando e aprendendo, não é?

Muito agradecido pelas palavras e pela Presença.

Abraço

António

António Rosa disse...

Sônia

Obrigado. Um beijo grande.

António

António Rosa disse...

Francisco,

Agradecido. Abraço.

António

António Rosa disse...

Olá Ângela

Tenho 3 amigas, cujo nomes começam com a letra «A», que fazem o favor de me animarem a continuar esta caminhada. Você é uma delas.

Também sou de 49.

Muito agradecido.

Beijo

António Rosa disse...

Leci,

É daqueles assuntos delicados, mas que não deviam ser tabú entre os parceiros.

Muito agradecido pela suas palavras.

Abraço

António

António Rosa disse...

Fátima

Muito obrigado, minha querida.

Beijo

António

Cantinho da Cê disse...

Bom dia Antônio,

Interessante abordagem do assunto visto do lado astrológico. Gostaria de entender um pouco mais dos astros...

Beijos,


Paulo Braccini disse...

Uma verdadeira aula sobre comportamento e relacionamento humano ... parabéns ...

bjux

;-)

António Rosa disse...

Olá Cê,

Para entender mais dos astros é necessário estudar. Muito e durante muito tempo. Anime-se a esse estudo.

Você diz que é «visto do lado astrológico», porque no texto leu aquele parágrafo de 1 linha e meia onde falo de 'Plutão'. Se lhe retirar essa parte, não vai parecer astrologia, mas sim, no mínimo, psicologia avançada.

Beijo.

Filomena Nunes disse...

...como eu o compreendo!! Partilho o mesmo sentimento de que "aterrei" nestes conhecimentos já tarde, embora saiba que, no fundo, muito provavelmente, foi "quando teve de ser"!!
As asneiras e os erros que teria evitado..

Pelo menos hoje já não receio errar, compreendo e aceito a minha sombra e sigo tentando aumentar a minha luz!!
É por isso que leio que escreve!!

Um beijinho

António Rosa disse...

Paulo

Aquilo que tenho lido da sua parte, também me faz crer que você sabe muito sobre relacionamentos humanos.

Grande abraço

António

António Rosa disse...

Filomena

Gostei muito do seu comentário:

«Pelo menos hoje já não receio errar, compreendo e aceito a minha sombra e sigo tentando aumentar a minha luz!!»

Assino em baixo.

Abraço,

António

Saulo Taveira disse...

A ausência de amor causa doenças fatais. Nada como, a dois, o diálogo, o entendimento, respeito. É necessário entender o tempo do outro e ajudá-lo. Amor livre entre dois.

Belo post. Adoro teu dizer.

Beijos.

António Rosa disse...

Saulo,

Completamente de acordo. Sem diálogo, respeito e entendimento, não há amor. Há outra cosia qualquer.

Muito agradecido.

beijos

António

Nilce disse...

Oi, Antonio

Parabéns pelo texto com essa abordagem do assunto, que mesmo com tanta liberdade, ainda é tabu. Diálogo sempre, sem pudores.
Muito bom!

Bjs no coração!

Nilce

António Rosa disse...

Nilce,

Muito agradecido e assino por baixo: diálogo, sempre.

Beijo grande

António

Jorge Pimenta disse...

diversidade, actualidade, oportunidade e muita sensatez, num registo ora gentil, ora duro (consoante a abordagem), num blogue que começa a ser inquietante logo no título. não admira que gostes do gerês! :)
um abraço!

Athila Goyaz disse...

Belo post, como você disse: tudo deve ser resolvido com diálogo. Ainda mais o sexo, que é uma relação em conjunto.
Abraços!

António Rosa disse...

Jorge

Gosto do Gerês. Creio que muito mais que gostar. Grato pelas palavras e pela prsença.

Um abraço

António

António Rosa disse...

Athila

Sem diálogo, o mundo escurece.

Abraço,

António

Táxi Pluvioso disse...

Tive uma namorada que me deixou porque, disse ela, eu era muito brando, devia ser autoritário, impor-me, castigá-la para a pôr na ordem. Foi pena pois a gaja era muito boa.

Cris França disse...

Antonio

Confesso nunca ter lido nada parecido , não sobre essa ótica, e ter necessidade de mais entendimento sobre o tema.
Entendo uma relação não é uma via de mão única, mesmo porque um pode querer mudar e outro não.
Portanto eu leio isso, mas se o outro não lê, não busca, não entende, a situação não muda e arrasta-se.
As pessoas são muito sensíveis sobre comentários sexuais, as mulheres se fecham e os homens não assumem, ofendem-se, claro que não estou generalizando,existem os que fogem a regra, mas o tema rende e é para lá de complicado. Vale a pena ler mais. bjs

António Rosa disse...

Taxi

Apreciei a clareza do comentário. :)))


António

António Rosa disse...

Cris

Muito agradecido pelo seu comentário. Inteligente e sensível. Vou tentar estudar e aprofundar estes assuntos e mais tarde, talvez, publicá-los, se sair alguma coisa de jeito.

Beijo.

António

Marcio Nicolau disse...

Sexo
Composição: Christiaan Oyens e Zélia Duncan

Sexo é integração
Não é abuso
Não é serviço
Seu corpo forte e bonito
Não é só por isso
Pré-requisito
Pra minha satisfação
Pode ser
Pode ser bom
E pode ser
Pode ser não
Carinho é sensação
Não é capricho
Nem desperdício
mas suas mãos de veludo
nem sempre dizem tudo
Que meu corpo quer saber
Pode ser
Pode ser bom
E pode ser
Pode ser não
Quando o sexo acaba tudo desaba
É uma questão de construção
E o que
Pode ser bom
Que pode ser bom, sim
Às vezes pode ser que não

António Rosa disse...

Márcio,

Que linda lembrança a sua. Adorei. Conheço a canção mas nunca me tinha detido nos pormenores saborosos do poema.

Abraço.

António

Eri disse...

mais uma vez passo por aqui no momento certo e leio o texto que preciso :) é um prazer visitar-te, e encontrar as pistas que me ajudarão a dar mais uns passos no meu caminho!

Bom fim de semana Antonio! E Obrigada :)

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