Alaska, Índio e Tibério, acompanhados do Preto e do Gabriel

30 de outubro de 2010 ·

O Alaska (ao fundo) nos tempos que tinha enorme vigor, e o seu filho, o Índio.

Este post foi a forma que eu encontrei para narrar uma estória de amor entre vários seres. Também a ideia é passar uma informação que recebi, de níveis multidimensionais, dos seres caninos que aparecem neste post. Pode ser útil para muitas pessoas que partilham a mesma casa e vida com outros seres não humanos.

Conheci recentemente o Alaska e Índio. Pai e filho. O Índio com 5 anos e o Alaska, com 15 anos, a viver as suas fragilidades actuais. Não esqueçamos que os 15 anos do Alaska e do meu Tibério, correspondem a 100 anos nos seres humanos. O nosso encontro foi num jardim.

O Índio, imediatamente, adoptou-me como amigo. Conversou imenso comigo, cheirou-me, sentou-se apoiando a cabeça na minha perna e olhamos nos olhos um do outro e passou-me uma mensagem: 'Logo, falaremos.' Eu ouvi e não disse nada em voz alta, pois parecia ser um terreno um pouco estranho. O Alaska, devido ao estado de saúde, ficou à sombra, debaixo de uma árvore, e esteve bastante atento, mas com ar muito descontraído. O Índio dividiu o tempo entre o grupo de seres humanos sentados no banco do jardim e o seu pai, uns metros ali perto. Que pena eu não ter levado o Tibério comigo.

O Tibério em 2004, à esquerda, ainda jovem e cheio de energia
e à direita, hoje, com cerca de 15 anos.

Nessa mesma noite, em minha casa, senti uma premência muito grande para entrar em estado alfa, aquilo que muitos de vocês chamam de meditação. Mas não era bem. Era um estado de disponibilidade e fiz uma projecção de mim mesmo para fora do meu corpo.

O Tibério, o Preto e o Gabriel apareceram imediatamente e senti que se iria repetir o mesmo cerimonial que me ocorrera com eles em 2007. Iríamos fazer uma despedida desta nossa reencarnação. Não significando isto que algum de nós vai desencarnar imediatamente. Foi apenas uma despedida desta reencarnação. Foi muito emotivo e muito sentido. Os gatos Preto e Gabriel confirmaram que quando desencarnarem, continuarão a fazer o seu processo evolutivo e já não nos encontraremos mais. Entretanto, o Tibério, mantinha-se calado.

Depois da despedida dos gatos, foi a vez do Tibério falar. Que nos últimos 3 anos tinha havido umas alterações (não percebi quais) e que, afinal, a nossa despedida seria apenas um «goodbye, so long», pois enquanto espíritos voltaremos a estar juntos e a fazer a nossa caminhada, pois teremos uma eternidade para viver.

Estávamos neste encontro quando apareceram o Índio e o Alaska. Eu sabia que o Índio queria falar comigo, mas não fazia ideia do que se tratava. E falou. Por isso, apenas por isso, escrevei este post. Vamos usar a detestável palavra 'dono' para definirmos o ser humano muito especial com quem eles vivem.

O recado do Índio foi este: quando o Alaska desencarnar terá um processo evolutivo muito rápido, de modo a poder esperar pelo desencarne do seu 'dono' e assim continuarem juntos mais uma longa caminhada, pois ambos são provenientes da mesma estrela, da mesma mónada. São irmãos. Durante esta explicação, a zona do meu peito aqueceu bastante e senti claramente o abraço do Alaska.

Tive que perguntar ao Índio: «E tu, meu amigo? Que irás fazer?». Se conseguem imaginar um Labrador a sorrir, era assim que estava o Índio. E explicou-me: 'Eu vou continuar aqui por baixo mais uns anos, porque o x precisa de mim e eu dele. Apenas sou uma alma amiga deles, que se está a libertar da egrégora colectiva a que pertenço, pois vou transformar-me num ser individual, porque a minha origem é diferente. Escreve isto, pois será útil a muitas pessoas.'

Despedimo-nos todos, suavemente. Recuperei do meu estado alfa e demorei 9 dias para escrever este post, apesar de ter estado continuamente a receber insights, que durante uns dias considerei de 'estranhos'. Hoje, já não penso assim.

Ok, aceito que digam que estou maluco. Na boa.


O Preto (então com 13 anos, agora com 18) e o filho, o Gabriel, com 11 anos, já desencarnado.
Update de  2014.

Abraço grande a vocês cinco: Alaska, Índio, Preto, Gabriel e Tibério.

[Astrid, como vê estes acontecimentos?]

Por questões de manter grande discrição, não indico o link de onde tirei as fotos do Alaska e do Índio, mas a pessoa com quem eles vivem, sabe perfeitamente que faz parte desta estória de amor.

Post 987
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45 comentários:

adriana disse...
30 de outubro de 2010 às 14:49  

Não, António
Você não está maluco.
Está mais lúcido que nunca...
em Amor & Luz

Silvia Freedom disse...
30 de outubro de 2010 às 14:49  

Sentido.....Loucura é não acreditar querido...

Tereza Ferraz disse...
30 de outubro de 2010 às 14:52  

...Toca corações!
Belo!
bjs

Astrid Annabelle disse...
30 de outubro de 2010 às 15:05  

António querido!
Não acho que está maluco, isso para começar!rss
Eu fiquei foi toda arrepiada com o seu relato. Conheço demais esses momentos onde falamos off-line com amigos, etc...
Como as coisas são interessantes...eu andei tendo uns insights com gatos...andei sentindo-os no meu colo...ronrorando e fazendo agrados...e olhe nunca tive gatos! E também vi dois olhos de um cão grande (não identifiquei a raça) me olhando fixo nos olhos por várias vezes durante a semana...parecia querer me dizer algo!
Achei que estava vendo e sentindo coisas demais! Lembrei do Apolo e da Íris.
Portanto todo esse seu relato não me soa estranho de maneira nenhuma.
O que de fato significa tudo isso sinceramente não sei...mas não é coisa ruím...é muito mais uma amorosa energia.
Vamos aguardar os acontecimentos.
Lindas as fotos de todos!
Belos momentos...lindo post!
Um beijo grande
Astrid Annabelle

António Rosa disse...
30 de outubro de 2010 às 16:54  

Adriana,

Muito agradecido por confirmar o que eu também sei: não estou maluco e foi uma experiência muito especial.

Amor e Luz

António

António Rosa disse...
30 de outubro de 2010 às 16:55  

Sílvia

Muito obrigado. Adorei a sua frase - loucura é não acreditar.

Beijos.

António

António Rosa disse...
30 de outubro de 2010 às 16:56  

Tereza,

Aleluia! Corações ao Alto!.

Beijo agradecido.

António

António Rosa disse...
30 de outubro de 2010 às 17:07  

Querida Astrid,

Ainda bem que contou a sa experiência desta semana com o olhar docão grande e com o colinho dos gatos, que estavam bem junto a si.

Digo ainda bem, porque a experiência havida, não foi apenas aquela que contei, porque a intenção era enviar uma mensagem privada ao amigo humano do Alaska e Índio, além de ser um assunto que pode ser útil a muitas pessoas que têm a companhia de animais.

Os chamados animais de estimação de todo o planeta também estão em fase evolutiva, que intuo qual possa ser, mas não tenho ainda fundamentos para desenvolver.

O que não contei no post, conto aqui, pois é só para si. Não foi por acaso que terminei o post com uma 'chamada à Astrid', pois for a forma indirecta que encontei de poder validar algumas das coisas que sentiu ao longo da semana.

A Astrid esteve presente e estava na companhia de um cão grande, mas não disseram nada, apenas garantiram a estabilidade energética do momento. Quanto aos gatos que se refere, estão ligados ao seu grande interesse pelos assuntos da civilização egípcia e funcionaram como colunas energéticas de sustentação da experiência. Chamemos de anjos. =)

Volto para o meu 'molho'. Só vim aqui ver se havia comentários.

Beijos e até amais logo ou amanhã,

António

Astrid Annabelle disse...
30 de outubro de 2010 às 17:33  

António querido!
Eu sei que estava presente...mas não quis sair falando isso...
Revivi toda a cena com o seu relato.

Hoje bem cedo entrei no site Caminho Ancestral da Tatiana Menkaiká e na página de links tem um gatinho preto desses que brinca com o mouse...fiquei lá brincando com ele um tempão e recebendo flashs de memórias antigas egípcias!!!!(http://caminhoancestral.com/links)

Que mais andamos aprontando por aí????rsss
Ainda bem que temos credibilidade suficiente para não sermos internados!!!hahaha

Estou de molho também...mas já tomei remédio...peguei a virose que judiou do Raphael!!! Só que aqui do jeito que chegou vai ter que ir embora....rss
Beijo grande
Astrid Annabelle

Anónimo disse...
30 de outubro de 2010 às 17:54  

Interessante... e engraçado o sentimento que tive durante esta semana. Fds passado, levei minha menina de 11 anos a uma feira de doação de animais abandonados. Meus filhos já tem diversos animais, entre eles dois cães de raça.
Nessa feira, adotamos uma cadelinha mestiça. Que já havia sido adotada e rejeitada duas vezes. Um serzinho tão merecedor de amor como qualquer outro. Ela foi muito bem acolhida pelos filhos e pelos outros animais. Senti (e pensei) isso, como uma aprendizagem pra vida toda de meus filhos. Parece bobagem, à luz do puro racional. Mas não é não.
Luciene de Morais

Silvia Freedom disse...
30 de outubro de 2010 às 18:38  

Carissimo Antônio,

Vou levar você comigo.....Rs....levo-o com ares de "Once Upon a Time"....Sua postagem vai pra Rede História Encantada num vôo mágico e transcedental...,muitidimensional...Até Lá!

Sonia Beth disse...
30 de outubro de 2010 às 20:29  

Oi António.
Esta mensagem me fez refletir um bocado! Obrigada

António Rosa disse...
30 de outubro de 2010 às 21:34  

Olá Astrid

Quando deixei os meus comentários aqui, por volta das 17h, fui de novo para a cama e adormeci profundamente até agora. Foi um somo de 3h30 que foi muito bom. Como amanhã é domingo e na segunda-feira, é feriado, não importa se vou adormecer tarde, mas a verdade é que acordei muito melhor, já sem a febrezinha pequena que tinha. Eu, com 36 ou 36,5º estou caído como se tivesse 38. Com 38 estou a arder.

Ainda bem que soube que esteve presente! :)) Tinha que ser, não é? Na prática estamos a falar de grandes mudanças que se aproximam.

Vou ver esses links com atenção.

Que anderemos aprontado, não é? Mas fico consciente que não ser
a coisa boba.

Por enquanto, vamos vivendo a nossa lucidez.

Beijos

Até amanhã

António

António Rosa disse...
30 de outubro de 2010 às 21:38  

Olá Lucienne,

Fez muito bem em adoptar um animal, uma cadelinha mestiça já rejeitada em vezes anteriores. Vai perceber a diferença de ter um cão adoptado. Vai necessitar de muito carinho e amor, para ela se sentir em segurança. Ainda bem que foi aceite por todos, filhos e outros animais. Claro que foi um aprendizado para os seus filhos, mas foi, sobretudo um aprendizado para si própria, que assumiu a responsabilidade de viver com uma cadelinha adoptada. Não é bobagem.

Grande abraço

António

António Rosa disse...
30 de outubro de 2010 às 21:40  

Querida Sílvia,

Muito obrigado por ter transpotado para a História Encantada. Depois aparecerei por lá para saudar.

Até já, por lá.

Beijos e muito obrigado.

António

António Rosa disse...
30 de outubro de 2010 às 21:40  

Sônia, minha querida,

Um grande beijinho para si.

Obrigado pro ter vindo.

António

Multiolhares disse...
30 de outubro de 2010 às 23:05  

Quem me dera ter a sensibilidade de poder entender outros seres, tenho duas gatinhas e perdi à um mês a minha mais velhinha com 14 anos foi muito duro o ter ficado sem ela sem saber qual o seu percurso, era muito especial uma amiga e procedia quase como um ser humano, não não estas tonto, tontos somos nós que os abandonamos os sacrificamos e não os entendemos
beijinhos

Macá disse...
30 de outubro de 2010 às 23:14  

Antonio
Bom, eu nunca senti nada disso (talvez por não ter prestado a devida atenção)mas não acho loucura não, principalmente vindo de uma pessoa como você; como a Astrid, que pra mim são pessoas super sensíveis.
Estimo suas melhoras.
Fique bem
um beijo

Maria de Fátima disse...
31 de outubro de 2010 às 02:05  

Olá António, fiquei encantada com esta linda história.As melhoras para a tua gripe.Beijocas e bom feriado.

Marcio Nicolau disse...
31 de outubro de 2010 às 02:56  

faz todo sentido pra mim.
Ocorre uma comunicação muito especial entre os animais e aqueles seres humanos que se conservam em contato com as coisas naturais.
Se me permite um puxãzinho de orelha, gostaria apenas de fazer uma ressalva: uma pessoa esclarecida como você não deve confundir esses desdobramentos da alma com loucura. Até porque a loucura (num sentido pejorativo) é, ao contrário disso, a impossibilidade de transcender.

Um abraço, Antonio. Te admiro.

António Rosa disse...
31 de outubro de 2010 às 06:25  

Multiolhares,

A perda de uma gata ou um cão é demasiado forte e, para mim, equivale a um ser humano amigo.

Grato pot ter vindo e ter deixado o seu testemunho.

Beijos

António

António Rosa disse...
31 de outubro de 2010 às 06:25  

Macá,

Talvez não tenha estado sintoniazada ou não tenha passado por um animal, já tão idoso, que quer ir para outro plano, pois este só lhe traz sofrimento físico.

Beijos.

António Rosa disse...
31 de outubro de 2010 às 06:26  

Maria de Fátima,

Muito obrigado por teres passado por aqui.

Pelo menos hoje, domingo, acordei às 6 da manhã, com vontade de me levantar, que foi o que fiz. Ainda estou a fungar, mas por enquanto não me dói o corpo.

Beijos

António Rosa disse...
31 de outubro de 2010 às 06:39  

Olá Márcio,

Achei graça ao puxãozinho de orelha. Deve referir-se à minha frase «Ok, aceito que digam que estou maluco. Na boa.». :)))) Adeito-o.

Agora sou eu que te dou um puxão de orelhas. :))) Com muito, mas muito carinho. Porque o teu português é de nível excelente, ou não fosses um poeta muito bem sucediso e apreciado, és uma pessoa culta, sensível, informada, apreciadora de música e de arte e deverías ter reparado que nessa frase, em nenhum momento afirmo que 'sou maluco', mas sim, que aceito que os outros 'achem isso', que é para o lado que durmo melhor.

Em nenhum momento confundo esses desdobramentos da alma (como dizes) com loucura.

Foi uma espécie de aviso à navegação a certos leitores para nem se incomodarem a escreverem-me mensagens no Facebook. Para entendedor, meia palavra basta.

Márcio, também te admiro muito.

Abraço

António

Glorinha L de Lion disse...
31 de outubro de 2010 às 18:46  

Oi Antonio, meu amigo, embora bem saibas de como sou incrédula, sua estória emocoinou-me. Talvez por minha ligação tão forte com meus bichos, todos eles: os meus cães e os que vem me visitar aqui em casa: micos, macacos, lagartos, porcos espinhos e mais tantos outros entre borboletas azuis, beija flores...eu os amo tanto que me delicio todos os dias a olhá-los. Agora mesmo, os micos estão a chamar-me na jabuticabeira para que eu coloque as frutas deles. me emocionei com esta estória e desejo muito, que se vida houver além dessa que encontre meus animais em outra dimensão. Beijos e estimo suas melhoras,

marcelo dalla disse...
1 de novembro de 2010 às 00:18  

Amigo querido! Estou à procura de um gatinho, quero adotar um aqui no meu espaço... este post me deixou ainda mais animado!
Linda historia!!!
abraço

António Rosa disse...
1 de novembro de 2010 às 06:36  

Glorinha,

Tem uma sorte bonita de estar em contacto com tantos animais que visitam a sua casa. É uma casa de amor e por isso, chegam-se até si.

Não duvido que vai encontrar os seus amigos animais, quando chegar o momento.

Beijos

António

António Rosa disse...
1 de novembro de 2010 às 06:36  

Marcelo

Só lhe recomendo que adote rápido um gatinho. De bebé, para crescer consigo.

Grande abraço

António

Marcio Nicolau disse...
2 de novembro de 2010 às 02:19  

Antônio,

Se me permite, torno a discordar.

Eu entendi o tom com que as palavras foram escritas e sei que pretendiam dizer o contrário, de forma subjetiva. A simples presença, no entanto, dessa hipótese (a de estar ficando louco), no corpo da postagem, de um modo de outro, abre um precedente desnecessário, entende o que eu quero dizer?
Você tem toda razão: pra bom entendedor, meia palavra basta. E é justamente por esta razão que julgo desnecessária a presença dessa palavra associada ao relato incontestavelmente sincero e delicado. A linguagem é traiçoeira, amigo. Quando se informa, por exemplo, ao cérebro uma sentença negativa, equivocadamente reafirmos o que pretendíamos negar. E a loucura, além disso, é vista com preconceito e precisamos reverter esses padrões de normalidade castradores que nos limitam enquanto seres humanos.

Apenas com esse intuito, fiz a proposição crítica. No mais, nada a contestar.

Sou teu fã.

Marcio Nicolau

António Rosa disse...
2 de novembro de 2010 às 07:18  

Márcio

Muito agradecido pela explicação.

Debater contigo deve ser muito bom.

Abraço

António

Marta disse...
2 de novembro de 2010 às 13:10  

Meu querido Mestre António,

Que post maravilhoso e ao lê-lo tive uma sensação de "dejá vu"! sempre vivi rodeada de irmãos de outras espécies e recordo-me perfeitamente quando a minha primeira companheira de viagem partiu, tinha eu 6 anos e ela fez um esforço enorme para se poder despedir de mim e do meu irmão... ainda hoje, ela e outros tantos me acompanham em sonhos e em viagens astrais. Este post, lembrou-me de pesquisar e evoluir ainda mais nesse trabalho fantástico que é a consciência da nossa multidimensionalidade!!!

bjs de gratidão e luz!
Marta

Patrícia Gonçalves disse...
2 de novembro de 2010 às 13:50  

Antonio,

Maravilha, adorei seu relato, e fiquei toda arrepiada, ainda mais nos comentários com a Astrid.

Gostei muito também do comentário do Marcio, sempre me chamaram de maluca, doida, simplesmente porque penso diferente e não ajo muito conforme as regras. Mas, a loucura que deveria ser vista como originalidade ou criatividade, toma algumas um sentido pejorativo. Assim, acabei de aprender agora, nesta troca tua de comentários com o Marcio que não devo nunca mais me chamar de maluca ou doida ou fazer qualquer alusão em relação a esta palavra ao meu comportamento.

beijo grande em todos!

Marcio Nicolau disse...
2 de novembro de 2010 às 14:35  

Sugestão de pauta, Antônio: abordar o tema loucura à luz da espiritualidade.

Se me permite: um beijo Patrícia. Que "o teu desejo saiba sempre enlouquecer e a calma situando os teus medos, assim acho que dá pra vencer."

Um abração, Antônio.

Patrícia Gonçalves disse...
2 de novembro de 2010 às 14:51  

Antonio, gostei da sugestão do Márcio, como seria abordar a loucura à luz da espiritualidade?

Márcio, obrigada, lindo o que escreveu!

beijo nos dois!!!

Saulo Taveira disse...
2 de novembro de 2010 às 15:46  

Maravilha este poste. Gerando debates, emoções, amor por animais, entendimento e aceitação da original loucura. hehe

Beijos meu amigo. Que mais encontros surjam com esses nossos amigos.

Siala disse...
2 de novembro de 2010 às 16:11  

Antonio, sinto que conheces bem a importância que os meus companheiros animais assumem na minha aprendizagem aqui...todos eles, os que já partiram, que já se encontram novamente entre nós ou que seguiram em outras jornadas...e os que se mantêm comigo, e os que eu tive que deixar ir, desapegadamente, seguir as suas vidas aqui mas sem mim, pois eu não sou dona de nada e a liberdade - minha e dos outros seres que me rodeiam - é demasiado preciosa...todos temos uma missão ou várias a desempenhar.
Compreendo a tua chamada de atenção á navegação. Mesmo entre os amantes de animais, tenho enfrentado alguns dissabores quando falo sobre determinados temas, ou quando transmito alguma mensagem...abordar esta temática com pessoas ditas "normais", no dia a dia, e que não têm qualquer ligação com animais ou com alguma vertente espiritual, astrológica, holistica, é o mesmo que ficar carimbada como maluquinha.
Mas somos cada vez mais, uns de uma forma, outros de outra. E eu agradeço esta tua mensagem...porque não há coincidências :)
Namasté!

António Rosa disse...
2 de novembro de 2010 às 16:33  

Marta, minha querida

Chegar a casa e encontrar todos estes comentários deixou-me muito feliz. E resolvi as saudades que tinha tuas.

Desta vez, a conversa com os cães não me provocou nenhum surpresa, mas sim o conteúdo, porque em 2007, quando estive muito doente, já passara por uma situação parecida. Nessa altura, quem estava a preparar-se para desencarnar, era eu. Agora, é o Alaska que se está a despedir desta vida.

Quem vive com irmãos de outras espécies sabe bem como interage com eles e a aprendizagem que fica dessa história de amor.

Beijos, muitos

António

António Rosa disse...
2 de novembro de 2010 às 16:51  

Patrícia,

Que bom ter a sua visita e deixar-me comentários em outros posts. Fico muito agradecido, pois com 2 crianças deve ter uma vida muito preenchida e ocupada.

Gosto muito do Márcio e do trabalho que desenvolve, apesar de não o conhecer pessoalmente. O blogue dele, com o novo design, tão clean e tão simples é de uma beleza despojada e atraente. No dia em que o Márcio decidir fazer prosa, além da sua poesia, vai 'estourar' no bom sentido da palavra, para poder cumprir a sua Lua em Leo. Ele faz pontes e partilhas. A sua Vénus em Câncer propociona-lhe esses contactos afectuosos. Mas a sabedoria vem-lhe de um signo bem preenchido com 4 planetas - Virgem.

O que o Márcio talvez ainda não saiba, mas nesse caso irá aprender por ele próprio, é que ele é um 'dínamo', gerador de energia positiva.

Nesta fase da vida é um sábio-jovem. Quando for mais velho, será um profeta, em que vai ensinar o que tiver que ser.

Aprendi muito com ele. Aprendo sempre muito.

Sobre você, Patrícia, irei descobrindo aos poucos.

«acabei de aprender agora, nesta troca tua de comentários com o Marcio que não devo nunca mais me chamar de maluca ou doida ou fazer qualquer alusão em relação a esta palavra ao meu comportamento»

Também eu, Patrícia.

E aprendi a estar atento ao falar do Márcio.

Beijos a todos

António

António Rosa disse...
2 de novembro de 2010 às 16:56  

Márcio

«abordar o tema loucura à luz da espiritualidade»

Gostei da ideia! Muito. Vou aprofundar esses pensamentos e ideias. Vamos ver no que dá. :)) De qualquer forma, como já estou catalogado, vamos aproveitar e fazer um remoinho.

Parece que vai haver um evento importante no Rio de Janeiro, no lançamento do livro da Carmen Presotto. Oxalá estivesse aí para estar presente. Mas para esse mesmo dia tenho um convite para abordar um tema bem forte: a morte.

Grande abraço, Márcio.

António Rosa disse...
2 de novembro de 2010 às 17:00  

Saulo,

Você também apareceu! Gostei. Há uma sintonia que anda no ar e já percebi que vocês três - Patrícia, Márcio e você -, são bons amigos e isso é bonito de ver e sentir.

Este post tem trazido coisas boas, o que me faz ficar muito agradecido.

Vamos promover esses encontros.

Beijo amigo,

António

António Rosa disse...
2 de novembro de 2010 às 17:08  

Siala, linda

Vou aproveitar para adiantar uma notícia boa: conseguimos recuperar o site dos cursos. A AC já entrará em contacto contigo. Se estiveres interessada, gostaria de te colocar igualmente no curso 'Casas Astrológicas' como minha convidada. Pode ser?

Conheço o teu percurso de vida com os teus irmãos de outras espécies. E a vida está sempre a meter-te pela frente situações de aflição com animais abandonados.

Não somos donos de nada e, muito menos, de animais que vivem connosco. essa é a agrande aprendizagem para aprendermos no nosso contacto com eles.

Como muito bem sabes, há 'amantes de animais' e 'amantes de animais'!!!

Sei bem disso de nos catalogarem como maluquinhos. Eu já vivo bem com isso, pois são muitos anos a passar por muitas situações.

Sim, seremos cada vez mais.

Convido-te a estares atenta a um post que estou a terminar de escrever e que deverá ser publicado na sexta ou no sábado e trata dessa experiência nebulosa que são os contactos entre Saturno e Neptuno. Sei que gostarás e te identificarás.

Muitos beijos,

António

Siala disse...
2 de novembro de 2010 às 17:24  

Estarei atenta sim António, e claro que aceito o convite para o "Casas Astrológicas"!
AO trabalho :)
Namasté!

António Rosa disse...
2 de novembro de 2010 às 17:33  

Siala,

Ok. Vou tratar disso amanhã mesmo, pois vou desligar o computador daqui a nada.

Beijos

António

Filomena Nunes disse...
3 de novembro de 2010 às 18:58  

Viva António Rosa.

Tenho andado em "banho naria" mais ou menos auto-imposto. Uma espécie de semi recolhimento o que atrasou a leitura de grande parte das postagens dos meus amigos!

De vez em quando, dou uma voltinha pelos e-mails que vão ficando para trás ou pelo facebook e lá encontro um tema ou outro que me suscita mais curiosidade.

Foi este caso em que passei, li o nome do Tibério e fiquei para ler até ao fim!!

Não vou dizer que estou surpreendida. Sei, há muito, que as ligações invisíveis a "olho nu" são fortíssimas quer entre pessoas, quer entre pessoas e animais, ou lugares, ou objectos, ou até a crenças..

No entanto, este seu pequeno mas profundo texto deu-me muito assunto para meditar acerca do leque de possibilidades das qualidades ou variantes dessas ligações.

De momento, apenas queria dizer isto!

Um grande abraço extensível ao Tibério.

Filomena

Marcio Nicolau disse...
5 de novembro de 2010 às 22:59  

Antônio:

o que é impressionante é que essa tua observação relativa a forma prosaica se deu quando eu já havia escrito o texto que publiquei no dia 3. Ou seja: creio que nos comunicamos de alguma forma. E afirmo: você é um visionário (falo sério).

Sem falsa modéstia ou excessiva vaidade (exatamente como procedo sempre) aceito tuas palavras com imensa alegria.

A respeito da questão astral, vejo mesmo marcados os traços relativos ao signo de Virgem. Tenho plena convicção de que são fatores determinantes da minha personalidade. O interesse por Educação, as preocupações sociais e a progressiva busca pelo aprimoramento intelectual.

Muito obrigado por essa tua fala amiga.

30 de outubro de 2010

Alaska, Índio e Tibério, acompanhados do Preto e do Gabriel

O Alaska (ao fundo) nos tempos que tinha enorme vigor, e o seu filho, o Índio.

Este post foi a forma que eu encontrei para narrar uma estória de amor entre vários seres. Também a ideia é passar uma informação que recebi, de níveis multidimensionais, dos seres caninos que aparecem neste post. Pode ser útil para muitas pessoas que partilham a mesma casa e vida com outros seres não humanos.

Conheci recentemente o Alaska e Índio. Pai e filho. O Índio com 5 anos e o Alaska, com 15 anos, a viver as suas fragilidades actuais. Não esqueçamos que os 15 anos do Alaska e do meu Tibério, correspondem a 100 anos nos seres humanos. O nosso encontro foi num jardim.

O Índio, imediatamente, adoptou-me como amigo. Conversou imenso comigo, cheirou-me, sentou-se apoiando a cabeça na minha perna e olhamos nos olhos um do outro e passou-me uma mensagem: 'Logo, falaremos.' Eu ouvi e não disse nada em voz alta, pois parecia ser um terreno um pouco estranho. O Alaska, devido ao estado de saúde, ficou à sombra, debaixo de uma árvore, e esteve bastante atento, mas com ar muito descontraído. O Índio dividiu o tempo entre o grupo de seres humanos sentados no banco do jardim e o seu pai, uns metros ali perto. Que pena eu não ter levado o Tibério comigo.

O Tibério em 2004, à esquerda, ainda jovem e cheio de energia
e à direita, hoje, com cerca de 15 anos.

Nessa mesma noite, em minha casa, senti uma premência muito grande para entrar em estado alfa, aquilo que muitos de vocês chamam de meditação. Mas não era bem. Era um estado de disponibilidade e fiz uma projecção de mim mesmo para fora do meu corpo.

O Tibério, o Preto e o Gabriel apareceram imediatamente e senti que se iria repetir o mesmo cerimonial que me ocorrera com eles em 2007. Iríamos fazer uma despedida desta nossa reencarnação. Não significando isto que algum de nós vai desencarnar imediatamente. Foi apenas uma despedida desta reencarnação. Foi muito emotivo e muito sentido. Os gatos Preto e Gabriel confirmaram que quando desencarnarem, continuarão a fazer o seu processo evolutivo e já não nos encontraremos mais. Entretanto, o Tibério, mantinha-se calado.

Depois da despedida dos gatos, foi a vez do Tibério falar. Que nos últimos 3 anos tinha havido umas alterações (não percebi quais) e que, afinal, a nossa despedida seria apenas um «goodbye, so long», pois enquanto espíritos voltaremos a estar juntos e a fazer a nossa caminhada, pois teremos uma eternidade para viver.

Estávamos neste encontro quando apareceram o Índio e o Alaska. Eu sabia que o Índio queria falar comigo, mas não fazia ideia do que se tratava. E falou. Por isso, apenas por isso, escrevei este post. Vamos usar a detestável palavra 'dono' para definirmos o ser humano muito especial com quem eles vivem.

O recado do Índio foi este: quando o Alaska desencarnar terá um processo evolutivo muito rápido, de modo a poder esperar pelo desencarne do seu 'dono' e assim continuarem juntos mais uma longa caminhada, pois ambos são provenientes da mesma estrela, da mesma mónada. São irmãos. Durante esta explicação, a zona do meu peito aqueceu bastante e senti claramente o abraço do Alaska.

Tive que perguntar ao Índio: «E tu, meu amigo? Que irás fazer?». Se conseguem imaginar um Labrador a sorrir, era assim que estava o Índio. E explicou-me: 'Eu vou continuar aqui por baixo mais uns anos, porque o x precisa de mim e eu dele. Apenas sou uma alma amiga deles, que se está a libertar da egrégora colectiva a que pertenço, pois vou transformar-me num ser individual, porque a minha origem é diferente. Escreve isto, pois será útil a muitas pessoas.'

Despedimo-nos todos, suavemente. Recuperei do meu estado alfa e demorei 9 dias para escrever este post, apesar de ter estado continuamente a receber insights, que durante uns dias considerei de 'estranhos'. Hoje, já não penso assim.

Ok, aceito que digam que estou maluco. Na boa.


O Preto (então com 13 anos, agora com 18) e o filho, o Gabriel, com 11 anos, já desencarnado.
Update de  2014.

Abraço grande a vocês cinco: Alaska, Índio, Preto, Gabriel e Tibério.

[Astrid, como vê estes acontecimentos?]

Por questões de manter grande discrição, não indico o link de onde tirei as fotos do Alaska e do Índio, mas a pessoa com quem eles vivem, sabe perfeitamente que faz parte desta estória de amor.

Post 987
.

45 comentários:

adriana disse...

Não, António
Você não está maluco.
Está mais lúcido que nunca...
em Amor & Luz

Silvia Freedom disse...

Sentido.....Loucura é não acreditar querido...

Tereza Ferraz disse...

...Toca corações!
Belo!
bjs

Astrid Annabelle disse...

António querido!
Não acho que está maluco, isso para começar!rss
Eu fiquei foi toda arrepiada com o seu relato. Conheço demais esses momentos onde falamos off-line com amigos, etc...
Como as coisas são interessantes...eu andei tendo uns insights com gatos...andei sentindo-os no meu colo...ronrorando e fazendo agrados...e olhe nunca tive gatos! E também vi dois olhos de um cão grande (não identifiquei a raça) me olhando fixo nos olhos por várias vezes durante a semana...parecia querer me dizer algo!
Achei que estava vendo e sentindo coisas demais! Lembrei do Apolo e da Íris.
Portanto todo esse seu relato não me soa estranho de maneira nenhuma.
O que de fato significa tudo isso sinceramente não sei...mas não é coisa ruím...é muito mais uma amorosa energia.
Vamos aguardar os acontecimentos.
Lindas as fotos de todos!
Belos momentos...lindo post!
Um beijo grande
Astrid Annabelle

António Rosa disse...

Adriana,

Muito agradecido por confirmar o que eu também sei: não estou maluco e foi uma experiência muito especial.

Amor e Luz

António

António Rosa disse...

Sílvia

Muito obrigado. Adorei a sua frase - loucura é não acreditar.

Beijos.

António

António Rosa disse...

Tereza,

Aleluia! Corações ao Alto!.

Beijo agradecido.

António

António Rosa disse...

Querida Astrid,

Ainda bem que contou a sa experiência desta semana com o olhar docão grande e com o colinho dos gatos, que estavam bem junto a si.

Digo ainda bem, porque a experiência havida, não foi apenas aquela que contei, porque a intenção era enviar uma mensagem privada ao amigo humano do Alaska e Índio, além de ser um assunto que pode ser útil a muitas pessoas que têm a companhia de animais.

Os chamados animais de estimação de todo o planeta também estão em fase evolutiva, que intuo qual possa ser, mas não tenho ainda fundamentos para desenvolver.

O que não contei no post, conto aqui, pois é só para si. Não foi por acaso que terminei o post com uma 'chamada à Astrid', pois for a forma indirecta que encontei de poder validar algumas das coisas que sentiu ao longo da semana.

A Astrid esteve presente e estava na companhia de um cão grande, mas não disseram nada, apenas garantiram a estabilidade energética do momento. Quanto aos gatos que se refere, estão ligados ao seu grande interesse pelos assuntos da civilização egípcia e funcionaram como colunas energéticas de sustentação da experiência. Chamemos de anjos. =)

Volto para o meu 'molho'. Só vim aqui ver se havia comentários.

Beijos e até amais logo ou amanhã,

António

Astrid Annabelle disse...

António querido!
Eu sei que estava presente...mas não quis sair falando isso...
Revivi toda a cena com o seu relato.

Hoje bem cedo entrei no site Caminho Ancestral da Tatiana Menkaiká e na página de links tem um gatinho preto desses que brinca com o mouse...fiquei lá brincando com ele um tempão e recebendo flashs de memórias antigas egípcias!!!!(http://caminhoancestral.com/links)

Que mais andamos aprontando por aí????rsss
Ainda bem que temos credibilidade suficiente para não sermos internados!!!hahaha

Estou de molho também...mas já tomei remédio...peguei a virose que judiou do Raphael!!! Só que aqui do jeito que chegou vai ter que ir embora....rss
Beijo grande
Astrid Annabelle

Anónimo disse...

Interessante... e engraçado o sentimento que tive durante esta semana. Fds passado, levei minha menina de 11 anos a uma feira de doação de animais abandonados. Meus filhos já tem diversos animais, entre eles dois cães de raça.
Nessa feira, adotamos uma cadelinha mestiça. Que já havia sido adotada e rejeitada duas vezes. Um serzinho tão merecedor de amor como qualquer outro. Ela foi muito bem acolhida pelos filhos e pelos outros animais. Senti (e pensei) isso, como uma aprendizagem pra vida toda de meus filhos. Parece bobagem, à luz do puro racional. Mas não é não.
Luciene de Morais

Silvia Freedom disse...

Carissimo Antônio,

Vou levar você comigo.....Rs....levo-o com ares de "Once Upon a Time"....Sua postagem vai pra Rede História Encantada num vôo mágico e transcedental...,muitidimensional...Até Lá!

Sonia Beth disse...

Oi António.
Esta mensagem me fez refletir um bocado! Obrigada

António Rosa disse...

Olá Astrid

Quando deixei os meus comentários aqui, por volta das 17h, fui de novo para a cama e adormeci profundamente até agora. Foi um somo de 3h30 que foi muito bom. Como amanhã é domingo e na segunda-feira, é feriado, não importa se vou adormecer tarde, mas a verdade é que acordei muito melhor, já sem a febrezinha pequena que tinha. Eu, com 36 ou 36,5º estou caído como se tivesse 38. Com 38 estou a arder.

Ainda bem que soube que esteve presente! :)) Tinha que ser, não é? Na prática estamos a falar de grandes mudanças que se aproximam.

Vou ver esses links com atenção.

Que anderemos aprontado, não é? Mas fico consciente que não ser
a coisa boba.

Por enquanto, vamos vivendo a nossa lucidez.

Beijos

Até amanhã

António

António Rosa disse...

Olá Lucienne,

Fez muito bem em adoptar um animal, uma cadelinha mestiça já rejeitada em vezes anteriores. Vai perceber a diferença de ter um cão adoptado. Vai necessitar de muito carinho e amor, para ela se sentir em segurança. Ainda bem que foi aceite por todos, filhos e outros animais. Claro que foi um aprendizado para os seus filhos, mas foi, sobretudo um aprendizado para si própria, que assumiu a responsabilidade de viver com uma cadelinha adoptada. Não é bobagem.

Grande abraço

António

António Rosa disse...

Querida Sílvia,

Muito obrigado por ter transpotado para a História Encantada. Depois aparecerei por lá para saudar.

Até já, por lá.

Beijos e muito obrigado.

António

António Rosa disse...

Sônia, minha querida,

Um grande beijinho para si.

Obrigado pro ter vindo.

António

Multiolhares disse...

Quem me dera ter a sensibilidade de poder entender outros seres, tenho duas gatinhas e perdi à um mês a minha mais velhinha com 14 anos foi muito duro o ter ficado sem ela sem saber qual o seu percurso, era muito especial uma amiga e procedia quase como um ser humano, não não estas tonto, tontos somos nós que os abandonamos os sacrificamos e não os entendemos
beijinhos

Macá disse...

Antonio
Bom, eu nunca senti nada disso (talvez por não ter prestado a devida atenção)mas não acho loucura não, principalmente vindo de uma pessoa como você; como a Astrid, que pra mim são pessoas super sensíveis.
Estimo suas melhoras.
Fique bem
um beijo

Maria de Fátima disse...

Olá António, fiquei encantada com esta linda história.As melhoras para a tua gripe.Beijocas e bom feriado.

Marcio Nicolau disse...

faz todo sentido pra mim.
Ocorre uma comunicação muito especial entre os animais e aqueles seres humanos que se conservam em contato com as coisas naturais.
Se me permite um puxãzinho de orelha, gostaria apenas de fazer uma ressalva: uma pessoa esclarecida como você não deve confundir esses desdobramentos da alma com loucura. Até porque a loucura (num sentido pejorativo) é, ao contrário disso, a impossibilidade de transcender.

Um abraço, Antonio. Te admiro.

António Rosa disse...

Multiolhares,

A perda de uma gata ou um cão é demasiado forte e, para mim, equivale a um ser humano amigo.

Grato pot ter vindo e ter deixado o seu testemunho.

Beijos

António

António Rosa disse...

Macá,

Talvez não tenha estado sintoniazada ou não tenha passado por um animal, já tão idoso, que quer ir para outro plano, pois este só lhe traz sofrimento físico.

Beijos.

António Rosa disse...

Maria de Fátima,

Muito obrigado por teres passado por aqui.

Pelo menos hoje, domingo, acordei às 6 da manhã, com vontade de me levantar, que foi o que fiz. Ainda estou a fungar, mas por enquanto não me dói o corpo.

Beijos

António Rosa disse...

Olá Márcio,

Achei graça ao puxãozinho de orelha. Deve referir-se à minha frase «Ok, aceito que digam que estou maluco. Na boa.». :)))) Adeito-o.

Agora sou eu que te dou um puxão de orelhas. :))) Com muito, mas muito carinho. Porque o teu português é de nível excelente, ou não fosses um poeta muito bem sucediso e apreciado, és uma pessoa culta, sensível, informada, apreciadora de música e de arte e deverías ter reparado que nessa frase, em nenhum momento afirmo que 'sou maluco', mas sim, que aceito que os outros 'achem isso', que é para o lado que durmo melhor.

Em nenhum momento confundo esses desdobramentos da alma (como dizes) com loucura.

Foi uma espécie de aviso à navegação a certos leitores para nem se incomodarem a escreverem-me mensagens no Facebook. Para entendedor, meia palavra basta.

Márcio, também te admiro muito.

Abraço

António

Glorinha L de Lion disse...

Oi Antonio, meu amigo, embora bem saibas de como sou incrédula, sua estória emocoinou-me. Talvez por minha ligação tão forte com meus bichos, todos eles: os meus cães e os que vem me visitar aqui em casa: micos, macacos, lagartos, porcos espinhos e mais tantos outros entre borboletas azuis, beija flores...eu os amo tanto que me delicio todos os dias a olhá-los. Agora mesmo, os micos estão a chamar-me na jabuticabeira para que eu coloque as frutas deles. me emocionei com esta estória e desejo muito, que se vida houver além dessa que encontre meus animais em outra dimensão. Beijos e estimo suas melhoras,

marcelo dalla disse...

Amigo querido! Estou à procura de um gatinho, quero adotar um aqui no meu espaço... este post me deixou ainda mais animado!
Linda historia!!!
abraço

António Rosa disse...

Glorinha,

Tem uma sorte bonita de estar em contacto com tantos animais que visitam a sua casa. É uma casa de amor e por isso, chegam-se até si.

Não duvido que vai encontrar os seus amigos animais, quando chegar o momento.

Beijos

António

António Rosa disse...

Marcelo

Só lhe recomendo que adote rápido um gatinho. De bebé, para crescer consigo.

Grande abraço

António

Marcio Nicolau disse...

Antônio,

Se me permite, torno a discordar.

Eu entendi o tom com que as palavras foram escritas e sei que pretendiam dizer o contrário, de forma subjetiva. A simples presença, no entanto, dessa hipótese (a de estar ficando louco), no corpo da postagem, de um modo de outro, abre um precedente desnecessário, entende o que eu quero dizer?
Você tem toda razão: pra bom entendedor, meia palavra basta. E é justamente por esta razão que julgo desnecessária a presença dessa palavra associada ao relato incontestavelmente sincero e delicado. A linguagem é traiçoeira, amigo. Quando se informa, por exemplo, ao cérebro uma sentença negativa, equivocadamente reafirmos o que pretendíamos negar. E a loucura, além disso, é vista com preconceito e precisamos reverter esses padrões de normalidade castradores que nos limitam enquanto seres humanos.

Apenas com esse intuito, fiz a proposição crítica. No mais, nada a contestar.

Sou teu fã.

Marcio Nicolau

António Rosa disse...

Márcio

Muito agradecido pela explicação.

Debater contigo deve ser muito bom.

Abraço

António

Marta disse...

Meu querido Mestre António,

Que post maravilhoso e ao lê-lo tive uma sensação de "dejá vu"! sempre vivi rodeada de irmãos de outras espécies e recordo-me perfeitamente quando a minha primeira companheira de viagem partiu, tinha eu 6 anos e ela fez um esforço enorme para se poder despedir de mim e do meu irmão... ainda hoje, ela e outros tantos me acompanham em sonhos e em viagens astrais. Este post, lembrou-me de pesquisar e evoluir ainda mais nesse trabalho fantástico que é a consciência da nossa multidimensionalidade!!!

bjs de gratidão e luz!
Marta

Patrícia Gonçalves disse...

Antonio,

Maravilha, adorei seu relato, e fiquei toda arrepiada, ainda mais nos comentários com a Astrid.

Gostei muito também do comentário do Marcio, sempre me chamaram de maluca, doida, simplesmente porque penso diferente e não ajo muito conforme as regras. Mas, a loucura que deveria ser vista como originalidade ou criatividade, toma algumas um sentido pejorativo. Assim, acabei de aprender agora, nesta troca tua de comentários com o Marcio que não devo nunca mais me chamar de maluca ou doida ou fazer qualquer alusão em relação a esta palavra ao meu comportamento.

beijo grande em todos!

Marcio Nicolau disse...

Sugestão de pauta, Antônio: abordar o tema loucura à luz da espiritualidade.

Se me permite: um beijo Patrícia. Que "o teu desejo saiba sempre enlouquecer e a calma situando os teus medos, assim acho que dá pra vencer."

Um abração, Antônio.

Patrícia Gonçalves disse...

Antonio, gostei da sugestão do Márcio, como seria abordar a loucura à luz da espiritualidade?

Márcio, obrigada, lindo o que escreveu!

beijo nos dois!!!

Saulo Taveira disse...

Maravilha este poste. Gerando debates, emoções, amor por animais, entendimento e aceitação da original loucura. hehe

Beijos meu amigo. Que mais encontros surjam com esses nossos amigos.

Siala disse...

Antonio, sinto que conheces bem a importância que os meus companheiros animais assumem na minha aprendizagem aqui...todos eles, os que já partiram, que já se encontram novamente entre nós ou que seguiram em outras jornadas...e os que se mantêm comigo, e os que eu tive que deixar ir, desapegadamente, seguir as suas vidas aqui mas sem mim, pois eu não sou dona de nada e a liberdade - minha e dos outros seres que me rodeiam - é demasiado preciosa...todos temos uma missão ou várias a desempenhar.
Compreendo a tua chamada de atenção á navegação. Mesmo entre os amantes de animais, tenho enfrentado alguns dissabores quando falo sobre determinados temas, ou quando transmito alguma mensagem...abordar esta temática com pessoas ditas "normais", no dia a dia, e que não têm qualquer ligação com animais ou com alguma vertente espiritual, astrológica, holistica, é o mesmo que ficar carimbada como maluquinha.
Mas somos cada vez mais, uns de uma forma, outros de outra. E eu agradeço esta tua mensagem...porque não há coincidências :)
Namasté!

António Rosa disse...

Marta, minha querida

Chegar a casa e encontrar todos estes comentários deixou-me muito feliz. E resolvi as saudades que tinha tuas.

Desta vez, a conversa com os cães não me provocou nenhum surpresa, mas sim o conteúdo, porque em 2007, quando estive muito doente, já passara por uma situação parecida. Nessa altura, quem estava a preparar-se para desencarnar, era eu. Agora, é o Alaska que se está a despedir desta vida.

Quem vive com irmãos de outras espécies sabe bem como interage com eles e a aprendizagem que fica dessa história de amor.

Beijos, muitos

António

António Rosa disse...

Patrícia,

Que bom ter a sua visita e deixar-me comentários em outros posts. Fico muito agradecido, pois com 2 crianças deve ter uma vida muito preenchida e ocupada.

Gosto muito do Márcio e do trabalho que desenvolve, apesar de não o conhecer pessoalmente. O blogue dele, com o novo design, tão clean e tão simples é de uma beleza despojada e atraente. No dia em que o Márcio decidir fazer prosa, além da sua poesia, vai 'estourar' no bom sentido da palavra, para poder cumprir a sua Lua em Leo. Ele faz pontes e partilhas. A sua Vénus em Câncer propociona-lhe esses contactos afectuosos. Mas a sabedoria vem-lhe de um signo bem preenchido com 4 planetas - Virgem.

O que o Márcio talvez ainda não saiba, mas nesse caso irá aprender por ele próprio, é que ele é um 'dínamo', gerador de energia positiva.

Nesta fase da vida é um sábio-jovem. Quando for mais velho, será um profeta, em que vai ensinar o que tiver que ser.

Aprendi muito com ele. Aprendo sempre muito.

Sobre você, Patrícia, irei descobrindo aos poucos.

«acabei de aprender agora, nesta troca tua de comentários com o Marcio que não devo nunca mais me chamar de maluca ou doida ou fazer qualquer alusão em relação a esta palavra ao meu comportamento»

Também eu, Patrícia.

E aprendi a estar atento ao falar do Márcio.

Beijos a todos

António

António Rosa disse...

Márcio

«abordar o tema loucura à luz da espiritualidade»

Gostei da ideia! Muito. Vou aprofundar esses pensamentos e ideias. Vamos ver no que dá. :)) De qualquer forma, como já estou catalogado, vamos aproveitar e fazer um remoinho.

Parece que vai haver um evento importante no Rio de Janeiro, no lançamento do livro da Carmen Presotto. Oxalá estivesse aí para estar presente. Mas para esse mesmo dia tenho um convite para abordar um tema bem forte: a morte.

Grande abraço, Márcio.

António Rosa disse...

Saulo,

Você também apareceu! Gostei. Há uma sintonia que anda no ar e já percebi que vocês três - Patrícia, Márcio e você -, são bons amigos e isso é bonito de ver e sentir.

Este post tem trazido coisas boas, o que me faz ficar muito agradecido.

Vamos promover esses encontros.

Beijo amigo,

António

António Rosa disse...

Siala, linda

Vou aproveitar para adiantar uma notícia boa: conseguimos recuperar o site dos cursos. A AC já entrará em contacto contigo. Se estiveres interessada, gostaria de te colocar igualmente no curso 'Casas Astrológicas' como minha convidada. Pode ser?

Conheço o teu percurso de vida com os teus irmãos de outras espécies. E a vida está sempre a meter-te pela frente situações de aflição com animais abandonados.

Não somos donos de nada e, muito menos, de animais que vivem connosco. essa é a agrande aprendizagem para aprendermos no nosso contacto com eles.

Como muito bem sabes, há 'amantes de animais' e 'amantes de animais'!!!

Sei bem disso de nos catalogarem como maluquinhos. Eu já vivo bem com isso, pois são muitos anos a passar por muitas situações.

Sim, seremos cada vez mais.

Convido-te a estares atenta a um post que estou a terminar de escrever e que deverá ser publicado na sexta ou no sábado e trata dessa experiência nebulosa que são os contactos entre Saturno e Neptuno. Sei que gostarás e te identificarás.

Muitos beijos,

António

Siala disse...

Estarei atenta sim António, e claro que aceito o convite para o "Casas Astrológicas"!
AO trabalho :)
Namasté!

António Rosa disse...

Siala,

Ok. Vou tratar disso amanhã mesmo, pois vou desligar o computador daqui a nada.

Beijos

António

Filomena Nunes disse...

Viva António Rosa.

Tenho andado em "banho naria" mais ou menos auto-imposto. Uma espécie de semi recolhimento o que atrasou a leitura de grande parte das postagens dos meus amigos!

De vez em quando, dou uma voltinha pelos e-mails que vão ficando para trás ou pelo facebook e lá encontro um tema ou outro que me suscita mais curiosidade.

Foi este caso em que passei, li o nome do Tibério e fiquei para ler até ao fim!!

Não vou dizer que estou surpreendida. Sei, há muito, que as ligações invisíveis a "olho nu" são fortíssimas quer entre pessoas, quer entre pessoas e animais, ou lugares, ou objectos, ou até a crenças..

No entanto, este seu pequeno mas profundo texto deu-me muito assunto para meditar acerca do leque de possibilidades das qualidades ou variantes dessas ligações.

De momento, apenas queria dizer isto!

Um grande abraço extensível ao Tibério.

Filomena

Marcio Nicolau disse...

Antônio:

o que é impressionante é que essa tua observação relativa a forma prosaica se deu quando eu já havia escrito o texto que publiquei no dia 3. Ou seja: creio que nos comunicamos de alguma forma. E afirmo: você é um visionário (falo sério).

Sem falsa modéstia ou excessiva vaidade (exatamente como procedo sempre) aceito tuas palavras com imensa alegria.

A respeito da questão astral, vejo mesmo marcados os traços relativos ao signo de Virgem. Tenho plena convicção de que são fatores determinantes da minha personalidade. O interesse por Educação, as preocupações sociais e a progressiva busca pelo aprimoramento intelectual.

Muito obrigado por essa tua fala amiga.

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