Citando Pedro Elias

19 de outubro de 2009 ·

«Quantas não foram as vezes que dissemos para nós mesmos que somos seres despertos, seres que deixaram a ignorância de uma vida virada para as coisas materiais e passaram a se interessar por temáticas espirituais, sem nos apercebermos que o verdadeiro despertar não vem do interesse que possamos ter neste tipo de assuntos, nem nas práticas ou técnicas que possamos praticar, mas sim no sentir do pulsar da Vida em tudo aquilo que nos cerca. Poderemos saber tudo de espiritualidade, praticar todas as técnicas existentes e sermos alguém tão adormecido quanto aqueles que se ocupam apenas de coisas materiais.»

Pedro Elias

In «Da Observação à Contemplação»
www.pedroelias.org
[website oficial de Pedro Elias]

18 comentários:

HSLO disse...
19 de outubro de 2009 às 19:47  

Tudo de bom ele...não conhecia...viu.


abraços

Hugo
Nosso-Cotidiano

angela disse...
19 de outubro de 2009 às 19:48  

Antonio, querido.
Não há nada que substitua o viver.
Não adianta ir ao Himalaia ou se fechar num mosteiro se não viver o pulsar da vida.
Ele eta certissimo.
Vou lá espiar..rs
beijos

Luma Rosa disse...
19 de outubro de 2009 às 20:41  

Bravo! Disse-o bem! As nossas práticas têm que primeiro pulsar junto com o nosso coração, antes de se estender aos olhos do mundo!! Boa semana! Beijus,

Maria Paula Ribeiro disse...
19 de outubro de 2009 às 21:21  

António!

Isto é uma obra de arte! :-)

Só acho que me é difícil pô-la em prática,lol lol

Um beijo aos dois protagonistas, o autor e editor! ;-)

IdoMind disse...
19 de outubro de 2009 às 21:58  

Prefiro pensar em todos aqueles que não sabem o que é um chackra e vivem uma vida inteira de doação ao Amor acarinhando cada pessoa e cada minuto da sua passagem bonita por aqui.

Mil beijos

Siala ap Maeve disse...
20 de outubro de 2009 às 12:13  

Antonio, as pessoas procuram fora aquilo que tem de vir de dentro. Só sentindo é que se pode ir em busca dos complementos correctos, tecnicas, aprendizagens, iniciações, etc...
de que valem os cursos, os workshops, os livros, as meditações, e tudo o mais se a pessoa no seu dia a dia não adequar a sua existência no mundo fisico a tudo o que aspira nos outros planos?
As pessoas mais simples são muitas vezes as mais iluminadas. Porque amam. Amam sem pensar e repensar, sem esquematizar e analisar. Dão amor...incondicionalmente.
Contudo, somos humanos. E o humano complica para depois simplificar...e depois de complicarmos tudo é que descobrimos que
temos que reaprender a mergulhar em nós, e avançar no nosso caminho conscientes que os tropeções existem para aprendermos algo importante, auto-perdoar e compreender e voltar a tentar...A vida contem toda a sabedoria que necessitamos para evoluirmos. Parar. É necessário parar e respirar. Apenas. E deixar fluir.
Omtem fiquei cerca de 1 hora a observar o trabalho de um grupo de formigas a tratarem da sua casa removendo grão a grão a terra que lhes impedia uma das entradas. Elas não estavam pré-ocupadas com o facto de provavelmente um acidente voltar a fechar o buraco. Trabalhavam apenas, desempenhavam a sua tarefa com toda a essência dos seus pequenos seres. Foi 1 hora de pura paz em que apreendi um novo significado para a palavra preseverança.
Hoje o dia começou muito mal, e eu perdi o pé por assim dizer. Respirar, recomeçar, e sorrir, mesmo se as lágrimas inromperem, sorrir sempre e agradecer. Porque é muito bom estar cá.
E lá estou eu a esticar-me Antonio...e a sair fora do tema.
Ando com preblemas em verbalizar correctamente o que me vai na alma.
Beijos de Luz

Astrid Annabelle disse...
20 de outubro de 2009 às 12:19  

Bom dia António!
Se observarmos as crianças pequenas, aquelas que estão começando a andar, a falar, entenderemos perfeitamente a que o Pedro Elias se refere.
Somos seres divinos tendo uma experiência humana...
Um beijo grande
Astrid Annabelle

António Rosa disse...
20 de outubro de 2009 às 13:36  

Hugo,

Vale a pena conhecer a obra do Pedro Elias. Abraço.

António Rosa disse...
20 de outubro de 2009 às 13:36  

Angela

Completamente de acordo. Vale a pena conhecer o Pedro Elias. Tenho a sorte de o conhecer pessoalmente, pois é autor da minha editora. Beijos.

António Rosa disse...
20 de outubro de 2009 às 13:36  

Luma

Sem dúvida. O coração é quem determina. Beijos.

António Rosa disse...
20 de outubro de 2009 às 13:36  

Maria Paula

Obrigado. Beijinhos.

António Rosa disse...
20 de outubro de 2009 às 13:38  

IdoMind

Bonito pensamento. Beijo.

António Rosa disse...
20 de outubro de 2009 às 13:38  

Siala

Temos tanto que praticar e aprender, não é? Tanto. E não saio disto.
Beijos

António Rosa disse...
20 de outubro de 2009 às 13:38  

Astrid

Belo exemplo. Como se está a adaptar de novo à net, depois de tanto tempo? Beijos.

guntty disse...
20 de outubro de 2009 às 13:45  

É isso!!
Subscrevo!

E aí até o conceito de espiritualidade muda... porque afinal não nos podemos virar para os assuntos ditos espirituais e esquecer o lado material... viver o pulsar da Vida só é possivel vivendo a integração de nós mesmos!

Astrid Annabelle disse...
20 de outubro de 2009 às 14:46  

António!
Como tudo o que dá prazer é fácil, estou indo bem...apenas aguardando junto à Telefonica como instalar uma banda mais veloz.
Irei lhe escrever um email,OK?
Beijo grande
Astrid Annabelle

Rui António Santos disse...
20 de outubro de 2009 às 16:05  

António houve uma altura da minha vida em que visitava o site do Pedro Elias diariamente, agora já não sinto essa necessidade, boa mensagem a deste post.

As coisas mais simples da vida são as melhores, e a naturaza e os seus ciclos dão-nos as respostas neste espaço temporário que ocupamos aqui na terra.

A vida é uma escolha, e estamos sempre a escolher. Temos a oportunidade de escolher uma vida divina, entre o amor e o medo, devemos escolher o amor.


O trabalho de casa é vivermos em função do que acreditamos.

Abraço

Mitti disse...
20 de outubro de 2009 às 20:11  

Verdade Antônio...

a nossa espiritualidade independe do foco que temos na vida.

Podemos ser ambiciosos e mesmo assim sermos altamente ligados as coisas espirituais.

um bjo enorme pra ti

19 de outubro de 2009

Citando Pedro Elias

«Quantas não foram as vezes que dissemos para nós mesmos que somos seres despertos, seres que deixaram a ignorância de uma vida virada para as coisas materiais e passaram a se interessar por temáticas espirituais, sem nos apercebermos que o verdadeiro despertar não vem do interesse que possamos ter neste tipo de assuntos, nem nas práticas ou técnicas que possamos praticar, mas sim no sentir do pulsar da Vida em tudo aquilo que nos cerca. Poderemos saber tudo de espiritualidade, praticar todas as técnicas existentes e sermos alguém tão adormecido quanto aqueles que se ocupam apenas de coisas materiais.»

Pedro Elias

In «Da Observação à Contemplação»
www.pedroelias.org
[website oficial de Pedro Elias]

18 comentários:

HSLO disse...

Tudo de bom ele...não conhecia...viu.


abraços

Hugo
Nosso-Cotidiano

angela disse...

Antonio, querido.
Não há nada que substitua o viver.
Não adianta ir ao Himalaia ou se fechar num mosteiro se não viver o pulsar da vida.
Ele eta certissimo.
Vou lá espiar..rs
beijos

Luma Rosa disse...

Bravo! Disse-o bem! As nossas práticas têm que primeiro pulsar junto com o nosso coração, antes de se estender aos olhos do mundo!! Boa semana! Beijus,

Maria Paula Ribeiro disse...

António!

Isto é uma obra de arte! :-)

Só acho que me é difícil pô-la em prática,lol lol

Um beijo aos dois protagonistas, o autor e editor! ;-)

IdoMind disse...

Prefiro pensar em todos aqueles que não sabem o que é um chackra e vivem uma vida inteira de doação ao Amor acarinhando cada pessoa e cada minuto da sua passagem bonita por aqui.

Mil beijos

Siala ap Maeve disse...

Antonio, as pessoas procuram fora aquilo que tem de vir de dentro. Só sentindo é que se pode ir em busca dos complementos correctos, tecnicas, aprendizagens, iniciações, etc...
de que valem os cursos, os workshops, os livros, as meditações, e tudo o mais se a pessoa no seu dia a dia não adequar a sua existência no mundo fisico a tudo o que aspira nos outros planos?
As pessoas mais simples são muitas vezes as mais iluminadas. Porque amam. Amam sem pensar e repensar, sem esquematizar e analisar. Dão amor...incondicionalmente.
Contudo, somos humanos. E o humano complica para depois simplificar...e depois de complicarmos tudo é que descobrimos que
temos que reaprender a mergulhar em nós, e avançar no nosso caminho conscientes que os tropeções existem para aprendermos algo importante, auto-perdoar e compreender e voltar a tentar...A vida contem toda a sabedoria que necessitamos para evoluirmos. Parar. É necessário parar e respirar. Apenas. E deixar fluir.
Omtem fiquei cerca de 1 hora a observar o trabalho de um grupo de formigas a tratarem da sua casa removendo grão a grão a terra que lhes impedia uma das entradas. Elas não estavam pré-ocupadas com o facto de provavelmente um acidente voltar a fechar o buraco. Trabalhavam apenas, desempenhavam a sua tarefa com toda a essência dos seus pequenos seres. Foi 1 hora de pura paz em que apreendi um novo significado para a palavra preseverança.
Hoje o dia começou muito mal, e eu perdi o pé por assim dizer. Respirar, recomeçar, e sorrir, mesmo se as lágrimas inromperem, sorrir sempre e agradecer. Porque é muito bom estar cá.
E lá estou eu a esticar-me Antonio...e a sair fora do tema.
Ando com preblemas em verbalizar correctamente o que me vai na alma.
Beijos de Luz

Astrid Annabelle disse...

Bom dia António!
Se observarmos as crianças pequenas, aquelas que estão começando a andar, a falar, entenderemos perfeitamente a que o Pedro Elias se refere.
Somos seres divinos tendo uma experiência humana...
Um beijo grande
Astrid Annabelle

António Rosa disse...

Hugo,

Vale a pena conhecer a obra do Pedro Elias. Abraço.

António Rosa disse...

Angela

Completamente de acordo. Vale a pena conhecer o Pedro Elias. Tenho a sorte de o conhecer pessoalmente, pois é autor da minha editora. Beijos.

António Rosa disse...

Luma

Sem dúvida. O coração é quem determina. Beijos.

António Rosa disse...

Maria Paula

Obrigado. Beijinhos.

António Rosa disse...

IdoMind

Bonito pensamento. Beijo.

António Rosa disse...

Siala

Temos tanto que praticar e aprender, não é? Tanto. E não saio disto.
Beijos

António Rosa disse...

Astrid

Belo exemplo. Como se está a adaptar de novo à net, depois de tanto tempo? Beijos.

guntty disse...

É isso!!
Subscrevo!

E aí até o conceito de espiritualidade muda... porque afinal não nos podemos virar para os assuntos ditos espirituais e esquecer o lado material... viver o pulsar da Vida só é possivel vivendo a integração de nós mesmos!

Astrid Annabelle disse...

António!
Como tudo o que dá prazer é fácil, estou indo bem...apenas aguardando junto à Telefonica como instalar uma banda mais veloz.
Irei lhe escrever um email,OK?
Beijo grande
Astrid Annabelle

Rui António Santos disse...

António houve uma altura da minha vida em que visitava o site do Pedro Elias diariamente, agora já não sinto essa necessidade, boa mensagem a deste post.

As coisas mais simples da vida são as melhores, e a naturaza e os seus ciclos dão-nos as respostas neste espaço temporário que ocupamos aqui na terra.

A vida é uma escolha, e estamos sempre a escolher. Temos a oportunidade de escolher uma vida divina, entre o amor e o medo, devemos escolher o amor.


O trabalho de casa é vivermos em função do que acreditamos.

Abraço

Mitti disse...

Verdade Antônio...

a nossa espiritualidade independe do foco que temos na vida.

Podemos ser ambiciosos e mesmo assim sermos altamente ligados as coisas espirituais.

um bjo enorme pra ti

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