O FMI em Portugal: em 1983 e em 2011 - apontamentos astrológicos

24 de abril de 2011 ·


Jamais me ocorreria fazer um post sobre este tema. Foi preciso receber um email de uma leitora deste blogue, a sugerir que fizesse a comparação dos mapas astrológicos de Portugal referentes aos anos 1983 e 2011, usando Saturno como pivô, pois são as últimas datas em que o FMI - Fundo Monetário Internacional foi chamado a ajudar as finanças públicas do nosso país. Não vai ser fácil fazer esta análise e tirar algumas conclusões.

Maria, dedico-lhe este post. 

Mapa de 1983 - Clicar para aumentar.

Passaram  28 anos entre estes dois mapas. É quase um ciclo completo de Saturno [29,5/30 anos]. E é nesta nuance que tenho andar pelo estreito caminho do meio.

Em 1983 o Saturno natal [governo, ordem, organização, métodos, Senhor dos Tempos] de Portugal recebia estes trânsitos: um excelente trígono (favorável) de Júpiter (o benfeitor do zodíaco), a facilitar a recuperação rápida do país. E assim foi: a recessão durou apenas 2 anos e em finais de 1984 Portugal recuperou e iniciou o seu progresso económico. Mário Soares tinha conseguido que a Europa nos aceitasse como membro efectivo, beneficiando com a entrada de milhões, que muito ajudaram ao salto em frente do nosso país. O empréstimo então era de 750 milhões de dólares. Comparado com os valores de hoje...

É que, na verdade, já em 1977 o país tinha recorrido ao FMI, na sequência do choque petrolífero do início da década de 70 e da instabilidade que se gerou no pós-25 de Abril. «Os programas do FMI em 1977 e 1983 em Portugal tiveram um enorme sucesso. O país cresceu.», salientou o ex-economista chefe do FMI, Kenneth Roggof. No entanto, os especialistas dizem que a crise e recessão de 1983-1984 foi a mais grave desde a II Guerra Mundial, só ultrapassada pela actual crise, a que vivemos desde 2008.

Continuando com a análise astrológica, o Saturno natal de Portugal recebia uma quadratura difícil de Neptuno. A «fartura» trazida por Júpiter, como mencionei mais acima, foi dissipada nos anos seguintes, pois com Neptuno as coisas ficam difusas, dissolvem-se. E a economia não escapa a isto.

A partir de meados da década de 80, a expansão internacional empurrou Portugal para períodos de crescimento mais animadores. Em 1985, Cavaco Silva foi eleito primeiro-ministro, herdando um país inserido na Comunidade Económica Europeia (CEE). Um período de fartura: os fundos comunitários não paravam de aterrar em Portugal, mas o país gastou mais do que produziu. Consequência? Crises cíclicas, como a que agora vivemos. 

Já vimos o estado cósmico de Saturno natal em 1983. Vejamos agora como se comportava o Saturno em trânsito naquele ano. Fazia um quindecile a Mercúrio [dificuldade de comunicação com o povo]; um formidável trígono a Vénus, fazendo com que apesar da má comunicação, o povo sabia que tinha que se esforçar para sair da crise. E esforçou-se. E saiu. Saturno também fazia um favorável semi-sextil a Úrano, não deixando que houvesse alterações súbitas e desiquilibradoras em momentos como este. 

Percebe-se perfeitamente porque a crise de 1983 não chegou a durar 2 anos. Foi dolorosa, mas eficaz a vinda do FMI a Portugal.

Para 2011, as coisas não se apresentam muito favoráveis.

Mapa de 2011 - Clicar para aumentar
Este Saturno natal, neste momento, está quase sózinho e impotente. Recebe uma severa conjunção de Úrano, não dando sossego a nada, nem ninguém. Veja-se o panorama político e percebe-se do que falo. É tudo ao mesmo tempo: eleições antecipadas, partidos a não se sentarem na mesa da troika, a quererem a todo o custo o «poder», e um longo etc. Mais uma vez temos Neptuno envolvido nestas questões, desta vez com maior suavidade, com um semi-sextil. Mas está bem presente. Falta de diálogo e entendimento.

E como está o Saturno em trânsito de 2011? Nada bem. A fazer uma oposição a Mercúrio. Nunca o povo esteve tão revoltado, mas também confuso, desagregado, sem rumo. Se não me acreditam, saiam à rua e ouçam as conversas. Saturno faz uma perigosa semi-quadratura a Úrano natal, reforçando o que disse acima: não dá sossego a ninguém. E, outra vez, Neptuno natal metido no assunto, recebendo um aspecto doce de Saturno, um semi-sextil.

A terminar: esta entrada do FMI vai ser bem mais gravosa para a população do que as anteriores. Um conselho: aqueles de entre nós, que ainda não se queixam, mais vale começarem a apertar nas despesas supérfluas porque os tempos que se avizinham serão perigosos. Até porque Plutão está prestes a ficar peregrino.

O que apavora é saber que, ao longo das últimas três décadas, tivemos todas as possibilidades e todos os fundos comunitários para criar um país desenvolvido - e chegámos a este beco sem saída. Tenho a minha quota parte de responsabilidade, pois votei em alguns deles ao longo do tempo. «Cambada!», como diz o Herman.

Cuidem-se muito. Não deixem o medo instalar-se nos vossos corações. Mas não desperdicem, sejam poupados e serenos. Ajudem quem precisa. Não critiquem, nem sejam soberbos.


Agradeçamos todos os dias. Seja porque motivo for, agradeçamos sempre.


Um abraço a todos.

.

17 comentários:

Filomena Nunes disse...
24 de abril de 2011 às 21:35  

António Rosa,

ADOREI!!

Uma aula riquíssima e um fecho em beleza, apesar da mensagem poder parecer ambígua para alguns; como manter a serenidade nos momentos mais difíceis?

Beijinhos para si
e bênçãos para todos.

Filomena

Isa disse...
24 de abril de 2011 às 23:24  

Olá António,

Adorei este post. E, sim, é muito difícil manter o medo afastado, quando sei que em Junho ficamos, eu e o meu companheiro, sem trabalho... Com tantos cortes não sabemos se para o ano teremos a sorte de ficar colocados (somos professores os 2).
Mas ando a poupar muito e a tentar manter-me serena e feliz pois tenho uma filha linda que merece os nossos sorrisos sempre.

Sim, é tudo verdade o que diz, mesmo nas conversas, anda tudo confuso, até eu...

Adorei o post.

Um beijo

Isa

António Rosa disse...
25 de abril de 2011 às 09:58  

Filomena,

Muito agradecido pelas palavras. Sei bem que não é fácil mantermo-nos serenos nos momentos difíceis. Mas esse é exactamente o «teste». Saber que há dificuldades, mas manter a serenidade para poder estar aberta a novas oportunidades para a vida. Não estamos treinados para isso e, obviamente, ficamos inseridos numa rede mental que nos pode conduzir a desastres pessoais muito sérios.

Beijo

António

António Rosa disse...
25 de abril de 2011 às 10:03  

Isa,

Li com atenção as suas palavras. Vai achar tolice da minha parte, mas estes são os momentos para ter pensamentos positivos. Em vez de (quase inevitavelmente) pensar que «não sabemos se para o ano teremos a sorte de ficar colocados», deve deslocar o pensamento para o oposto: que vão ficar colocados. E agradecer.

Repita estas palavras, muitas vezes: «Deus em mim, Presença Eu Sou, Manifesta-te, Governa e Resolve esta Situação Harmoniosamente».

Este pensamento constante foi-me ensinado pela minha amiga Astrid, do blogue «Navegante do Infinito», pois eu próprio estou a passar por uma situação muito delicada com a minha editora.

Bem-haja pelas suas palavras.

Beijo

A.

Isa disse...
25 de abril de 2011 às 11:52  

Precisamos de mais "Astrides" e "Antónios" no mundo!

Vou fazer como disse!

Um beijo

António Rosa disse...
25 de abril de 2011 às 16:18  

Isa,

Beijinho

António

Alexandre Mauj Imamura Gonzalez disse...
25 de abril de 2011 às 19:35  

muito interessante essa análise, amigo António.
Espero que a conjuntura astral logo mude, que os céus estejam favoráveis a Portugal. E que cada um vibre muito positivamente, para ajudar o país a sair dessa. Da mesma maneira que um dia Portugal venceu a opressão com flores, na Revolução dos Cravos, Portugal há de vencer essa crise!

boa semana meu amigo!

lolipop disse...
25 de abril de 2011 às 21:30  

Caro António,

Gostei de ver as coisas através da sua análise. É uma perspectiva nova para mim.

Acho que há muita gente que não acordou...sei que nos esperam tempos dificeis.

Um abraço grande e carinhoso

Boa sorte para todos nós!

Teresa disse...
25 de abril de 2011 às 23:17  

Olá,
Há algum tempo que ando por aqui, gosto muito!Sou mais uma a espantar o medo todos os dias, mas a agradecer e a reconhecer aquilo que de positivo ainda tenho. Vou aproveitar e repetir a frase, que também me faz muita falta! Um beijo grande António.

António Rosa disse...
26 de abril de 2011 às 08:57  

Alexandre,

Oxalá sim, mas para muita pena minha, o ambiente geral é de duas naturezas: aqueles que podem e funcionam como s enão houvesse crise, e os outros, a maioria de nós que está a passar por dificuldades, no meu caso específico, através da minha editora, pois a venda de livros baixou em 70%, excepto os bestsellers do costume. Este país já nada tem a ver com o que era há 37 anos, na revolução dos cravos. Isso está a desaparecer com a minha geração.

Grande abraço.

António

António Rosa disse...
26 de abril de 2011 às 08:57  

Lolipop,

Muito agradecido por ter vindo até aqui. Você, que vive aqui, sabe bem que muita gente ainda não despertou para os tempos complexos que nos esperam.

Um grande abraço

António

António Rosa disse...
26 de abril de 2011 às 08:57  

Teresa,

É isso mesmo: espantar o medo e tentar sossegar o espírito. Muito agradecido pelas suas palavras.

Beijo

Amélia Saavedra disse...
26 de abril de 2011 às 16:20  

Simples, conciso e eficaz...
Adorei.

António Rosa disse...
26 de abril de 2011 às 17:43  

Amélia,

Muito obrigado. :))

Anónimo disse...
26 de abril de 2011 às 17:52  

Fernanda


É verdade que nos encontra-mos em crise, mas teremos que nos esforçar o máximo possivel para ultrapassar-mos tudo isto, não nos pudemos amedrontar sejamos fortes.

António Rosa disse...
26 de abril de 2011 às 18:56  

Fernanda,

Assino por baixo. Muito agradecido por ter vindo.

Táxi Pluvioso disse...
29 de abril de 2011 às 07:52  

E eu que pensava que a culpa desta última entrada era do Cavaco, mas afinal é Saturno. Então já é possível prever quando voltará o FMI.

24 de abril de 2011

O FMI em Portugal: em 1983 e em 2011 - apontamentos astrológicos


Jamais me ocorreria fazer um post sobre este tema. Foi preciso receber um email de uma leitora deste blogue, a sugerir que fizesse a comparação dos mapas astrológicos de Portugal referentes aos anos 1983 e 2011, usando Saturno como pivô, pois são as últimas datas em que o FMI - Fundo Monetário Internacional foi chamado a ajudar as finanças públicas do nosso país. Não vai ser fácil fazer esta análise e tirar algumas conclusões.

Maria, dedico-lhe este post. 

Mapa de 1983 - Clicar para aumentar.

Passaram  28 anos entre estes dois mapas. É quase um ciclo completo de Saturno [29,5/30 anos]. E é nesta nuance que tenho andar pelo estreito caminho do meio.

Em 1983 o Saturno natal [governo, ordem, organização, métodos, Senhor dos Tempos] de Portugal recebia estes trânsitos: um excelente trígono (favorável) de Júpiter (o benfeitor do zodíaco), a facilitar a recuperação rápida do país. E assim foi: a recessão durou apenas 2 anos e em finais de 1984 Portugal recuperou e iniciou o seu progresso económico. Mário Soares tinha conseguido que a Europa nos aceitasse como membro efectivo, beneficiando com a entrada de milhões, que muito ajudaram ao salto em frente do nosso país. O empréstimo então era de 750 milhões de dólares. Comparado com os valores de hoje...

É que, na verdade, já em 1977 o país tinha recorrido ao FMI, na sequência do choque petrolífero do início da década de 70 e da instabilidade que se gerou no pós-25 de Abril. «Os programas do FMI em 1977 e 1983 em Portugal tiveram um enorme sucesso. O país cresceu.», salientou o ex-economista chefe do FMI, Kenneth Roggof. No entanto, os especialistas dizem que a crise e recessão de 1983-1984 foi a mais grave desde a II Guerra Mundial, só ultrapassada pela actual crise, a que vivemos desde 2008.

Continuando com a análise astrológica, o Saturno natal de Portugal recebia uma quadratura difícil de Neptuno. A «fartura» trazida por Júpiter, como mencionei mais acima, foi dissipada nos anos seguintes, pois com Neptuno as coisas ficam difusas, dissolvem-se. E a economia não escapa a isto.

A partir de meados da década de 80, a expansão internacional empurrou Portugal para períodos de crescimento mais animadores. Em 1985, Cavaco Silva foi eleito primeiro-ministro, herdando um país inserido na Comunidade Económica Europeia (CEE). Um período de fartura: os fundos comunitários não paravam de aterrar em Portugal, mas o país gastou mais do que produziu. Consequência? Crises cíclicas, como a que agora vivemos. 

Já vimos o estado cósmico de Saturno natal em 1983. Vejamos agora como se comportava o Saturno em trânsito naquele ano. Fazia um quindecile a Mercúrio [dificuldade de comunicação com o povo]; um formidável trígono a Vénus, fazendo com que apesar da má comunicação, o povo sabia que tinha que se esforçar para sair da crise. E esforçou-se. E saiu. Saturno também fazia um favorável semi-sextil a Úrano, não deixando que houvesse alterações súbitas e desiquilibradoras em momentos como este. 

Percebe-se perfeitamente porque a crise de 1983 não chegou a durar 2 anos. Foi dolorosa, mas eficaz a vinda do FMI a Portugal.

Para 2011, as coisas não se apresentam muito favoráveis.

Mapa de 2011 - Clicar para aumentar
Este Saturno natal, neste momento, está quase sózinho e impotente. Recebe uma severa conjunção de Úrano, não dando sossego a nada, nem ninguém. Veja-se o panorama político e percebe-se do que falo. É tudo ao mesmo tempo: eleições antecipadas, partidos a não se sentarem na mesa da troika, a quererem a todo o custo o «poder», e um longo etc. Mais uma vez temos Neptuno envolvido nestas questões, desta vez com maior suavidade, com um semi-sextil. Mas está bem presente. Falta de diálogo e entendimento.

E como está o Saturno em trânsito de 2011? Nada bem. A fazer uma oposição a Mercúrio. Nunca o povo esteve tão revoltado, mas também confuso, desagregado, sem rumo. Se não me acreditam, saiam à rua e ouçam as conversas. Saturno faz uma perigosa semi-quadratura a Úrano natal, reforçando o que disse acima: não dá sossego a ninguém. E, outra vez, Neptuno natal metido no assunto, recebendo um aspecto doce de Saturno, um semi-sextil.

A terminar: esta entrada do FMI vai ser bem mais gravosa para a população do que as anteriores. Um conselho: aqueles de entre nós, que ainda não se queixam, mais vale começarem a apertar nas despesas supérfluas porque os tempos que se avizinham serão perigosos. Até porque Plutão está prestes a ficar peregrino.

O que apavora é saber que, ao longo das últimas três décadas, tivemos todas as possibilidades e todos os fundos comunitários para criar um país desenvolvido - e chegámos a este beco sem saída. Tenho a minha quota parte de responsabilidade, pois votei em alguns deles ao longo do tempo. «Cambada!», como diz o Herman.

Cuidem-se muito. Não deixem o medo instalar-se nos vossos corações. Mas não desperdicem, sejam poupados e serenos. Ajudem quem precisa. Não critiquem, nem sejam soberbos.


Agradeçamos todos os dias. Seja porque motivo for, agradeçamos sempre.


Um abraço a todos.

.

17 comentários:

Filomena Nunes disse...

António Rosa,

ADOREI!!

Uma aula riquíssima e um fecho em beleza, apesar da mensagem poder parecer ambígua para alguns; como manter a serenidade nos momentos mais difíceis?

Beijinhos para si
e bênçãos para todos.

Filomena

Isa disse...

Olá António,

Adorei este post. E, sim, é muito difícil manter o medo afastado, quando sei que em Junho ficamos, eu e o meu companheiro, sem trabalho... Com tantos cortes não sabemos se para o ano teremos a sorte de ficar colocados (somos professores os 2).
Mas ando a poupar muito e a tentar manter-me serena e feliz pois tenho uma filha linda que merece os nossos sorrisos sempre.

Sim, é tudo verdade o que diz, mesmo nas conversas, anda tudo confuso, até eu...

Adorei o post.

Um beijo

Isa

António Rosa disse...

Filomena,

Muito agradecido pelas palavras. Sei bem que não é fácil mantermo-nos serenos nos momentos difíceis. Mas esse é exactamente o «teste». Saber que há dificuldades, mas manter a serenidade para poder estar aberta a novas oportunidades para a vida. Não estamos treinados para isso e, obviamente, ficamos inseridos numa rede mental que nos pode conduzir a desastres pessoais muito sérios.

Beijo

António

António Rosa disse...

Isa,

Li com atenção as suas palavras. Vai achar tolice da minha parte, mas estes são os momentos para ter pensamentos positivos. Em vez de (quase inevitavelmente) pensar que «não sabemos se para o ano teremos a sorte de ficar colocados», deve deslocar o pensamento para o oposto: que vão ficar colocados. E agradecer.

Repita estas palavras, muitas vezes: «Deus em mim, Presença Eu Sou, Manifesta-te, Governa e Resolve esta Situação Harmoniosamente».

Este pensamento constante foi-me ensinado pela minha amiga Astrid, do blogue «Navegante do Infinito», pois eu próprio estou a passar por uma situação muito delicada com a minha editora.

Bem-haja pelas suas palavras.

Beijo

A.

Isa disse...

Precisamos de mais "Astrides" e "Antónios" no mundo!

Vou fazer como disse!

Um beijo

António Rosa disse...

Isa,

Beijinho

António

Alexandre Mauj Imamura Gonzalez disse...

muito interessante essa análise, amigo António.
Espero que a conjuntura astral logo mude, que os céus estejam favoráveis a Portugal. E que cada um vibre muito positivamente, para ajudar o país a sair dessa. Da mesma maneira que um dia Portugal venceu a opressão com flores, na Revolução dos Cravos, Portugal há de vencer essa crise!

boa semana meu amigo!

lolipop disse...

Caro António,

Gostei de ver as coisas através da sua análise. É uma perspectiva nova para mim.

Acho que há muita gente que não acordou...sei que nos esperam tempos dificeis.

Um abraço grande e carinhoso

Boa sorte para todos nós!

Teresa disse...

Olá,
Há algum tempo que ando por aqui, gosto muito!Sou mais uma a espantar o medo todos os dias, mas a agradecer e a reconhecer aquilo que de positivo ainda tenho. Vou aproveitar e repetir a frase, que também me faz muita falta! Um beijo grande António.

António Rosa disse...

Alexandre,

Oxalá sim, mas para muita pena minha, o ambiente geral é de duas naturezas: aqueles que podem e funcionam como s enão houvesse crise, e os outros, a maioria de nós que está a passar por dificuldades, no meu caso específico, através da minha editora, pois a venda de livros baixou em 70%, excepto os bestsellers do costume. Este país já nada tem a ver com o que era há 37 anos, na revolução dos cravos. Isso está a desaparecer com a minha geração.

Grande abraço.

António

António Rosa disse...

Lolipop,

Muito agradecido por ter vindo até aqui. Você, que vive aqui, sabe bem que muita gente ainda não despertou para os tempos complexos que nos esperam.

Um grande abraço

António

António Rosa disse...

Teresa,

É isso mesmo: espantar o medo e tentar sossegar o espírito. Muito agradecido pelas suas palavras.

Beijo

Amélia Saavedra disse...

Simples, conciso e eficaz...
Adorei.

António Rosa disse...

Amélia,

Muito obrigado. :))

Anónimo disse...

Fernanda


É verdade que nos encontra-mos em crise, mas teremos que nos esforçar o máximo possivel para ultrapassar-mos tudo isto, não nos pudemos amedrontar sejamos fortes.

António Rosa disse...

Fernanda,

Assino por baixo. Muito agradecido por ter vindo.

Táxi Pluvioso disse...

E eu que pensava que a culpa desta última entrada era do Cavaco, mas afinal é Saturno. Então já é possível prever quando voltará o FMI.

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