Sabotagem sexual

10 de fevereiro de 2009 ·

Os casais (solteiros ou casados) sabem que o sexo pode converter-se numa maneira fácil de manipular ou castigar o outro. Também pode ser usado como arma para atacar indirectamente alguém que nos tenha ferido. As nossas frustrações podem levar-nos a estratégias dissimuladas. É difícil afirmar quem será o mais coercivo neste caso: se o agressor que quer satisfazer-se sem perguntar primeiro, ou o repressor que se nega a ter sexo sem explicar a razão. Ambos jogam voluntariamente um desafio que a longo prazo será autodestrutivo.

Obviamente tenho estado a falar de Plutão em múltiplas vertentes: quando em trânsito pela casa 8, quando faz aspecto a Marte ou quando desafia Vénus.

Como agressor, o ser humano pode ceder aos seus instintos predatórios que o tornam muito egoísta na compulsão pela satisfação sexual. Como repressor, podemos esfriar as relações usando o distanciamento emocional como táctica de controle para mascarar o nojo que se pode chegar a sentir pela outra pessoa.

Conheço casos em que estas situações foram levadas a tais extremos que já nem se apercebem da forma como se estão a autodestruir. Se existirem estas tendências – ser agressor ou ser repressor – contem que Plutão encarregar-se-á de fazer sentir que alguém, num casal, anda a ser desonesto (agressor) ou cruel (repressor) impondo-se a limpeza energética desta situação.

Como se limpam situações extremas como esta? Sendo honestos e atrevendo-se a falar, um com o outro, com a maior abertura. Pode ser necessário um processo de redenção.

Aqueles casais que não estabelecem a ponte do diálogo, que se preparem para as consequências dos seus actos excessivos. Não é surpreendente o aparecimento de uma doença que afecte o funcionamento sexual ou cancros associados à ausência de amor.

20 comentários:

joana disse...
10 de fevereiro de 2009 às 17:04  

Esta é forte António. Muito bem explicado.
Um beijo
J.

Bruna :) disse...
10 de fevereiro de 2009 às 18:02  

Muito interessante...

Bruna :)

Maria Paula Ribeiro disse...
10 de fevereiro de 2009 às 18:04  

Isto é caso para dizer:

Uma no cravo e outra na ferradura, lol
:-)

António Rosa disse...
10 de fevereiro de 2009 às 18:04  

Olá Joana,

Sei que é forte. Às vezes é preciso um empurrãozinho para se falar de certos assuntos muito encobertos.

Lembra-se da sessão no Porto? O muito que falei nos cancros? Ora aí está!

Um beijinho

António Rosa disse...
10 de fevereiro de 2009 às 18:06  

Olá Bruna

:)

Gosto de a ver por aqui. Lembro-me bem de si, na nossa conversa nessa região tão bonita. Espero que tudo lhe vá bem.

Um beijinho

António Rosa disse...
10 de fevereiro de 2009 às 18:07  

Maria Paula

Não te entendi com essa frase.

Cuida-te muito.

Beijinho

joana disse...
10 de fevereiro de 2009 às 19:02  

Outra coisa: A casinha da oficina está muito fixe : )

António Rosa disse...
10 de fevereiro de 2009 às 19:06  

Joana

:):)

Estávamos a necessitar criar um casinha para arrumar as ferramentas.

:)

A próxima, que está a ser feita, também vai ficar catita.

Depois mostro.

joana disse...
10 de fevereiro de 2009 às 19:26  

Tá o máximo !!! : )))

António Rosa disse...
10 de fevereiro de 2009 às 19:56  

:)))

Magda Moita disse...
10 de fevereiro de 2009 às 20:16  

Voilá! ;)

!Muy forte¡ me identico con tu conclusión y con tus tiros certeros.

Ps: isto do castelhano, é o principio da co-criação, da abertura de fronteiras para a Escola Nova-Lis.

!Te quero¡

Magda

António Rosa disse...
10 de fevereiro de 2009 às 20:31  

Magda

Que bién hablas!

Gosto dessa tua co-criação. Vamos começar pela fronteira para depois conquistarmos Leon y Castilla. Assim, arrumamos o assunto histórico.

LOL

Te quiero!

Besitos

adelaide figueiredo disse...
10 de fevereiro de 2009 às 21:16  

Olá António,

Só tenho a dizer que falou muito bem, ou seja, escreveu muito bem :)
Este Plutão Vénus tem muito que se lhe diga.

Abraço

Adelaide Figueiredo

António Rosa disse...
11 de fevereiro de 2009 às 07:51  

Olá Adelaide,

Muito obrigado pelas suas palavras. Esse Plutão Vénus não costuma ser pêra doce.

António

Táxi Pluvioso disse...
11 de fevereiro de 2009 às 13:37  

Ah bom! Por isso é que as sex-shops vão salvar as relações humanas. Entra-se, compra-se o órgão, ou parte que se quer, e é satisfação garantida ou queixa na Deco.

António Rosa disse...
11 de fevereiro de 2009 às 14:44  

Taxi

=) Bem observado.

HighLander77 disse...
12 de fevereiro de 2009 às 11:59  

Bom dia Antonio,

Este e mais que um post de astrologia mas uma licao de vida!
Os assuntos da 8 nao sao nada faceis e como bem conhece o meu mapa, ainda torna este ponto mais complicado.

Abraco,

Paulo
PS- Ja estou na casa "nova"

António Rosa disse...
12 de fevereiro de 2009 às 12:50  

Paulo,

Parabéns pela casa nova.

O teu Pluto está em diálogo simpático com a tua Vénus, mas ao mesmo tempo está ali numa pequena briga com Marte. :))))

E um Júpiter glorioso na 7 a «ajudar» muito.

Abraço

Fada Moranga disse...
12 de fevereiro de 2009 às 13:15  

Querido Antonio, eh importante que se fale nestes temas tabu! A maioria das pessoas nem deve chegar a ter consciencia desta dinamica... E sem ela nao ha cura.

Belo servico publico!

Beijos*deFada

António Rosa disse...
12 de fevereiro de 2009 às 16:42  

Fada,

Muito obrigado. Pensei muito antes de colocar o texto.

Beijinho

10 de fevereiro de 2009

Sabotagem sexual

Os casais (solteiros ou casados) sabem que o sexo pode converter-se numa maneira fácil de manipular ou castigar o outro. Também pode ser usado como arma para atacar indirectamente alguém que nos tenha ferido. As nossas frustrações podem levar-nos a estratégias dissimuladas. É difícil afirmar quem será o mais coercivo neste caso: se o agressor que quer satisfazer-se sem perguntar primeiro, ou o repressor que se nega a ter sexo sem explicar a razão. Ambos jogam voluntariamente um desafio que a longo prazo será autodestrutivo.

Obviamente tenho estado a falar de Plutão em múltiplas vertentes: quando em trânsito pela casa 8, quando faz aspecto a Marte ou quando desafia Vénus.

Como agressor, o ser humano pode ceder aos seus instintos predatórios que o tornam muito egoísta na compulsão pela satisfação sexual. Como repressor, podemos esfriar as relações usando o distanciamento emocional como táctica de controle para mascarar o nojo que se pode chegar a sentir pela outra pessoa.

Conheço casos em que estas situações foram levadas a tais extremos que já nem se apercebem da forma como se estão a autodestruir. Se existirem estas tendências – ser agressor ou ser repressor – contem que Plutão encarregar-se-á de fazer sentir que alguém, num casal, anda a ser desonesto (agressor) ou cruel (repressor) impondo-se a limpeza energética desta situação.

Como se limpam situações extremas como esta? Sendo honestos e atrevendo-se a falar, um com o outro, com a maior abertura. Pode ser necessário um processo de redenção.

Aqueles casais que não estabelecem a ponte do diálogo, que se preparem para as consequências dos seus actos excessivos. Não é surpreendente o aparecimento de uma doença que afecte o funcionamento sexual ou cancros associados à ausência de amor.

20 comentários:

joana disse...

Esta é forte António. Muito bem explicado.
Um beijo
J.

Bruna :) disse...

Muito interessante...

Bruna :)

Maria Paula Ribeiro disse...

Isto é caso para dizer:

Uma no cravo e outra na ferradura, lol
:-)

António Rosa disse...

Olá Joana,

Sei que é forte. Às vezes é preciso um empurrãozinho para se falar de certos assuntos muito encobertos.

Lembra-se da sessão no Porto? O muito que falei nos cancros? Ora aí está!

Um beijinho

António Rosa disse...

Olá Bruna

:)

Gosto de a ver por aqui. Lembro-me bem de si, na nossa conversa nessa região tão bonita. Espero que tudo lhe vá bem.

Um beijinho

António Rosa disse...

Maria Paula

Não te entendi com essa frase.

Cuida-te muito.

Beijinho

joana disse...

Outra coisa: A casinha da oficina está muito fixe : )

António Rosa disse...

Joana

:):)

Estávamos a necessitar criar um casinha para arrumar as ferramentas.

:)

A próxima, que está a ser feita, também vai ficar catita.

Depois mostro.

joana disse...

Tá o máximo !!! : )))

António Rosa disse...

:)))

Magda Moita disse...

Voilá! ;)

!Muy forte¡ me identico con tu conclusión y con tus tiros certeros.

Ps: isto do castelhano, é o principio da co-criação, da abertura de fronteiras para a Escola Nova-Lis.

!Te quero¡

Magda

António Rosa disse...

Magda

Que bién hablas!

Gosto dessa tua co-criação. Vamos começar pela fronteira para depois conquistarmos Leon y Castilla. Assim, arrumamos o assunto histórico.

LOL

Te quiero!

Besitos

adelaide figueiredo disse...

Olá António,

Só tenho a dizer que falou muito bem, ou seja, escreveu muito bem :)
Este Plutão Vénus tem muito que se lhe diga.

Abraço

Adelaide Figueiredo

António Rosa disse...

Olá Adelaide,

Muito obrigado pelas suas palavras. Esse Plutão Vénus não costuma ser pêra doce.

António

Táxi Pluvioso disse...

Ah bom! Por isso é que as sex-shops vão salvar as relações humanas. Entra-se, compra-se o órgão, ou parte que se quer, e é satisfação garantida ou queixa na Deco.

António Rosa disse...

Taxi

=) Bem observado.

HighLander77 disse...

Bom dia Antonio,

Este e mais que um post de astrologia mas uma licao de vida!
Os assuntos da 8 nao sao nada faceis e como bem conhece o meu mapa, ainda torna este ponto mais complicado.

Abraco,

Paulo
PS- Ja estou na casa "nova"

António Rosa disse...

Paulo,

Parabéns pela casa nova.

O teu Pluto está em diálogo simpático com a tua Vénus, mas ao mesmo tempo está ali numa pequena briga com Marte. :))))

E um Júpiter glorioso na 7 a «ajudar» muito.

Abraço

Fada Moranga disse...

Querido Antonio, eh importante que se fale nestes temas tabu! A maioria das pessoas nem deve chegar a ter consciencia desta dinamica... E sem ela nao ha cura.

Belo servico publico!

Beijos*deFada

António Rosa disse...

Fada,

Muito obrigado. Pensei muito antes de colocar o texto.

Beijinho

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