Filmes da minha vida - A Paixão de Shakespeare (Portugal) / Shakespeare Apaixonado (Brasil)

1 de novembro de 2009 ·

Apesar dos seus 5 Oscars, este filme não faz parte das lista dos críticos exigentes e conhecedores. Mas faz parte da minha lista. Eu sei, é uma coisa do coração, não da razão cinematográfica. Gostei muito deste filme... e pronto! Revejo sempre com agrado esta película de 1998, que é uma falsa biografia do famoso dramaturgo William Shakespeare.

É uma comédia romântica típica dos anos 90 mas com o toque de classe dos filmes de época: a trama é ambientada em 1593. É Verão e o jovem astro do teatro londrino da época, Will Shakespeare (Joseph Fiennes), sofre a pior punição possível a um artista: um bloqueio criativo. Não importa o quanto tente - apesar da pressão dos patrocinadores e dos donos do teatro - ele, simplesmente, não consegue trabalhar na sua mais recente peça, «Romeo and Ethel, the Pirate’s Daughter».

O teatro em Londres do século XVI tinha grande aceitação popular e da nobreza. Ainda hoje, pois é a cidade com mais teatros a funcionar em simultâneo. A certa altura do filme, a Rainha Elizabeth I (Judi Dench) afirma que o teatro (então baseado em comédias de aventuras) não consegue reproduzir o amor trágico dos humanos. Representou um grande desafio para William.

Gwyneth Paltrow

Como os trovadores, Will sentia falta de uma musa. Foi quando Lady Viola De Lesseps (Gwyneth Paltrow) entra na sua vida. Muito à frente de seu tempo, Viola quer ser actriz. As mulheres, no final do século XVI simplesmente não faziam isso. Qualquer coisa mais do que casar e ter filhos era considerada uma ousadia sem limites. Actuar numa peça de teatro, então, era considerado uma verdadeira depravação. Os papéis femininos no teatro isabelino eram desempenhados por homens.


Para conseguir realizar o seu sonho, Viola (Gwyneth Paltrow) disfarça-se de homem para fazer um teste na peça de Will. Mas o disfarce vai caindo à medida que a paixão começa. E a pena de Will (Joseph Fiennes) começa a fluir novamente, dessa vez, transformando o amor em palavras, com Viola tornando-se sua Julieta na vida real. A criação de Romeu viria logo depois. Mas a felicidade dos dois é ameaçada por mais um costume da época: os casamentos arranjados. Viola é forçada a casar-se com o insuportável Conde de Wessex (Colin Firth) e assim a acção prossegue.

Joseph Fiennes

Numa confusão de troca de identidades, recados truncados e desejos proibidos, William Shakespeare busca uma solução não apenas para a sua peça, mas para a sua própria paixão. E encontrou-a, transformando a sua peça «Romeo and Ethel, the Pirate’s Daughter», no grande drama, conhecido internacionalmente, «Romeu e Julieta». Assim, conseguia provar à Rainha Elizabeth que o teatro também podia reproduzir as grandes paixões humanas, que o passa a proteger, defendendo Lady Viola. É espantosa a cena em que Viola, vestida de mulher é acusada de passar por homem na peça de teatro de Will; a Rainha olha-a detidamente e diz isto: 'a semelhança é assombrosa, mas não são a mesma pessoa'. Queen dixit!


Judi Dench

O director John Madden mostra que, mais que musa e amada de Will, Viola é uma personagem paralela à da rainha Elizabeth, havendo vários pontos comuns entre elas: a renúncia ao amor em nome do dever e da posição social, a paixão e o devotamento ao teatro - e o desempenho de trabalhos masculinos: a rainha, dando ao reino britânico a hegemonia que este nunca tivera antes; Viola, salvando simbolicamente o teatro e a arte, pois, ao representar o papel de Romeu, torna possível a apresentação da peça naquele momento. As duas: mulheres à frente do seu tempo - cultas, inteligentes, arrojadas. John Madden coloca na boca de Elizabeth as palavras: 'Eu sei o que significa para uma mulher exercer a tarefa de um homem.' Essas afinidades explicam porque a rainha protege a jovem Viola que transgredira um tabu ao subir no palco e representar um papel. Ironicamente, ela representa o papel de Romeu, enquanto um jovem rapaz representa Julieta.


Colin Firth e Judi Dench

Gossips:

Joseph Fiennes (Salisbury, 27 de maio de 1970) é um actor britânico nascido na Inglaterra. No mesmo ano em que estreou este filme, interpretou o principal papel masculino em «Elizabeth» com Cate Blanchet, filme já comentado neste blogue. Ver aqui.

Gwyneth Paltrow (27-09-1972) atingiu o grande estrelato com este filme. Em 1995 contracenara num papel secundário com Brad Pitt, no filme «7 Pecados Capitais», também mencionado neste blogue, aqui. Começaram a namorar nesse ano e terminaram a sua relação em 1997. Este namoro levou-a à categoria de grande celebridade, mas ainda sem grandes créditos como actriz principal. Conseguiu esse estatuto com o Oscar obtido pelo filme que tratamos hoje. Filha do director Bruce Paltrow e da actriz Blythe Danner casou-se em 5 de Dezembro de 2003 com Chris Martin, vocalista da banda de rock inglesa Coldplay, com quem tem dois filhos: Apple, nascida em 14 de Maio de 2004 e Moses, nascido em 10 de Abril de 2006.

Ben Afflleck

Judi Dench (Dame Judith Olivia Dench - North Yorkshire, 9 de Dezembro de 1934) faz o curto e decisivo papel da Rainha Elizabeth I. Judi Dench é a galardoada actriz britânica que desempenha o muito conhecido papel de «M» na série James Bond.

Ben Affleck, apesar de já ter uma carreira cinematográfica desde 1981 (era ainda criança) não atingira o estatuto de big star que hoje se lhe conhece, também faz um papel muito secundário, no personagem de Ned Alleyn, um famoso actor isabelino do século XVI, fundador do conhecido Dulwich College. Em breve atingiria o estrelato com os seus filmes e, também, com o namoro (caríssimo) com Jennifer Lopez.

Rupert Everett numa curta intervenção no papel de Christopher Marlowe, o eterno rival de William Shakespeare. Lembram-se dele no papel de amigo gay e chefe de Julia Roberts no filme 'O Casamento do Meu Melhor Amigo'? E aquele momentum delicioso em que a família da noiva (Cameron Diaz), liderados por Rupert Everett cantam, à mesa do restaurante? Inesquecível, essa cena.

23 comentários:

Reyel disse...
1 de novembro de 2009 às 14:50  

Ah! Esse filme eu assisti!

Filmes de época são os mus prediletos!

Qdo morava com meus pais e tinha TV por assinatura, eu assistia muitos filmes maravilhosos!

Agora na TV aberta é raro um filme bom; só alugando.

Esse, A Paixão de Shakespeare, é espetacular! Final triste, mas muito belo.

Bjo na alma, amigo!

Paulo Braccini disse...
1 de novembro de 2009 às 17:25  

um dos melhores filmes da nova geração do cinema ... amei ...

parabéns pelo registro

bjux

;-)

tereza ferraz disse...
1 de novembro de 2009 às 17:43  

Caro António!
Assisti ontem novamente, passou na tv a cabo.
Adoro este filme.
Bjs no coração

.Lis disse...
1 de novembro de 2009 às 18:20  

Filme apaixonante mesmo, Antonio Rosa
Gosto muito.
Recordei agora com seu texto.Obrigada pelo presente.
Abraços

angela disse...
1 de novembro de 2009 às 19:04  

Um belo filme que ficou ainda mais bonito com seu amor.
beijos

marcelo dalla disse...
1 de novembro de 2009 às 19:40  

Querido, que post delicioso!!!! Aliás, tô adorando seus posts cinematográficos.

Esse filme me marcou também, inclusive por um detalhe extra: nossa querida atriz Fernanda Montenegro concorria neste ano ao oscar de melhor atriz, junto com a Gwyneth, pelo filme Central do Brasil. Foi a primeira vez que o Brasil concorria a um oscar dessa importância. Perdeu... mas fez história!

abraço!!!

Joana disse...
1 de novembro de 2009 às 21:20  

Eu também gosto muito deste filme. :)

Beijocas

Mitti disse...
1 de novembro de 2009 às 21:50  

que linda sinopse vc fez. vou assistir e depois te conto.bjoka

Ana disse...
2 de novembro de 2009 às 00:27  

António
Gostei muito deste post sobre o "Shakespeare in Love", que nunca me canso de rever.
Penso que é um dos filmes felizes porque tudo é quase perfeito: o guião, os diálogos, as personagens, as cenas, os cenários, até as fatiotas! E os actores, belissimamente escolhidos!
Revela, acima de tudo, o imenso amor ao teatro.

Também gosto muito do Rupert Everett em comédias, tem um jeito inato para esses papéis. Essa cena que recordou aqui, todos a cantar no restaurante, é inesquecível!
Ana Gabriela (do Facebook)
(http://rio_sem_regresso.blogs.sapo.pt)

Fada Moranga disse...
2 de novembro de 2009 às 01:17  

António, já vi várias vezes... E mais verei! Histórias inglesas são como o Chocokid! :-P
Bem haja!
beijos***deFada

António Rosa disse...
2 de novembro de 2009 às 10:54  

Reyel

Também aprecio muito os filmes de época, pois colocam a nossa efabulação a funcionar, levando-nos a sonhar com situações exteriores à nossa presente reencarnação.

Beijos.

António Rosa disse...
2 de novembro de 2009 às 10:54  

Paulo,

Gostaria muito de falar de filmes mais antigos que estão na minha lista de 'filmes da minha vida', mas falta-me tempo para os rever antes de escrever qualquer coisa. Aos poucos...

:)

bjux

António Rosa disse...
2 de novembro de 2009 às 10:54  

Tereza

É sempre prazenteiro, não é? Também gosto.

Beijos

António Rosa disse...
2 de novembro de 2009 às 10:58  

.Lis

Foi um prazer. Eu só me atrevo a escrever sobre estes filmes depois de os rever e nem sempre disponho d e oportunidade para tal.

Beijos

António Rosa disse...
2 de novembro de 2009 às 10:58  

Angela

Sem dúvida, que é um filme que exalta o amor. Até o coração da dura rainha fica mais brando.

Beijo

António Rosa disse...
2 de novembro de 2009 às 10:59  

Marcelo,

Muito obrigado pela opinião. Primeiro revejo os filmes e depois e toda a busca de ilustrações e informações. Reconheço que são posts que me dão prazer fazer, apesar de andar numa onda de 'menos escrita'.

Bela recordação a sua sobre a actriz Fernanda Montenegro, uma das ,imhas grandes divas.

Abraço

António Rosa disse...
2 de novembro de 2009 às 11:00  

Joana

Ainda bem, pois somos uma multidão a gostar do filme. Só os severos críticos é que não gostaram. Beijos.

António Rosa disse...
2 de novembro de 2009 às 11:01  

Mitti,

Obrigado, querida. Vai sair inspirada depois de ver o filme. Viva o amor. Beijo

António Rosa disse...
2 de novembro de 2009 às 11:03  

Ana Gabriela,

Muito agradecido por ter vindo ao blogue. Vou ver o seu blogue. Beijo.

António Rosa disse...
2 de novembro de 2009 às 11:04  

Fada

Também sou fã de histórias inglesas. Tenho demonstrado isso por aqui, com alguns posts cinematográficos. Viva o Chocokid.

Beijos.

Maria de Fátima disse...
2 de novembro de 2009 às 11:14  

Olá António, ainda nunca vi este filme.Mas também adorei a cena do restaurante no filme Casamento do meu melhor amigo.Beijocas grandes.

António Rosa disse...
2 de novembro de 2009 às 11:42  

Maria de Fátima,

Quando puderes vê este filme. É delicioso. Beijos.

Marise Catrine disse...
12 de novembro de 2009 às 08:50  

Amor, Amor, Amor!!
Lindo de morrer.

***

1 de novembro de 2009

Filmes da minha vida - A Paixão de Shakespeare (Portugal) / Shakespeare Apaixonado (Brasil)

Apesar dos seus 5 Oscars, este filme não faz parte das lista dos críticos exigentes e conhecedores. Mas faz parte da minha lista. Eu sei, é uma coisa do coração, não da razão cinematográfica. Gostei muito deste filme... e pronto! Revejo sempre com agrado esta película de 1998, que é uma falsa biografia do famoso dramaturgo William Shakespeare.

É uma comédia romântica típica dos anos 90 mas com o toque de classe dos filmes de época: a trama é ambientada em 1593. É Verão e o jovem astro do teatro londrino da época, Will Shakespeare (Joseph Fiennes), sofre a pior punição possível a um artista: um bloqueio criativo. Não importa o quanto tente - apesar da pressão dos patrocinadores e dos donos do teatro - ele, simplesmente, não consegue trabalhar na sua mais recente peça, «Romeo and Ethel, the Pirate’s Daughter».

O teatro em Londres do século XVI tinha grande aceitação popular e da nobreza. Ainda hoje, pois é a cidade com mais teatros a funcionar em simultâneo. A certa altura do filme, a Rainha Elizabeth I (Judi Dench) afirma que o teatro (então baseado em comédias de aventuras) não consegue reproduzir o amor trágico dos humanos. Representou um grande desafio para William.

Gwyneth Paltrow

Como os trovadores, Will sentia falta de uma musa. Foi quando Lady Viola De Lesseps (Gwyneth Paltrow) entra na sua vida. Muito à frente de seu tempo, Viola quer ser actriz. As mulheres, no final do século XVI simplesmente não faziam isso. Qualquer coisa mais do que casar e ter filhos era considerada uma ousadia sem limites. Actuar numa peça de teatro, então, era considerado uma verdadeira depravação. Os papéis femininos no teatro isabelino eram desempenhados por homens.


Para conseguir realizar o seu sonho, Viola (Gwyneth Paltrow) disfarça-se de homem para fazer um teste na peça de Will. Mas o disfarce vai caindo à medida que a paixão começa. E a pena de Will (Joseph Fiennes) começa a fluir novamente, dessa vez, transformando o amor em palavras, com Viola tornando-se sua Julieta na vida real. A criação de Romeu viria logo depois. Mas a felicidade dos dois é ameaçada por mais um costume da época: os casamentos arranjados. Viola é forçada a casar-se com o insuportável Conde de Wessex (Colin Firth) e assim a acção prossegue.

Joseph Fiennes

Numa confusão de troca de identidades, recados truncados e desejos proibidos, William Shakespeare busca uma solução não apenas para a sua peça, mas para a sua própria paixão. E encontrou-a, transformando a sua peça «Romeo and Ethel, the Pirate’s Daughter», no grande drama, conhecido internacionalmente, «Romeu e Julieta». Assim, conseguia provar à Rainha Elizabeth que o teatro também podia reproduzir as grandes paixões humanas, que o passa a proteger, defendendo Lady Viola. É espantosa a cena em que Viola, vestida de mulher é acusada de passar por homem na peça de teatro de Will; a Rainha olha-a detidamente e diz isto: 'a semelhança é assombrosa, mas não são a mesma pessoa'. Queen dixit!


Judi Dench

O director John Madden mostra que, mais que musa e amada de Will, Viola é uma personagem paralela à da rainha Elizabeth, havendo vários pontos comuns entre elas: a renúncia ao amor em nome do dever e da posição social, a paixão e o devotamento ao teatro - e o desempenho de trabalhos masculinos: a rainha, dando ao reino britânico a hegemonia que este nunca tivera antes; Viola, salvando simbolicamente o teatro e a arte, pois, ao representar o papel de Romeu, torna possível a apresentação da peça naquele momento. As duas: mulheres à frente do seu tempo - cultas, inteligentes, arrojadas. John Madden coloca na boca de Elizabeth as palavras: 'Eu sei o que significa para uma mulher exercer a tarefa de um homem.' Essas afinidades explicam porque a rainha protege a jovem Viola que transgredira um tabu ao subir no palco e representar um papel. Ironicamente, ela representa o papel de Romeu, enquanto um jovem rapaz representa Julieta.


Colin Firth e Judi Dench

Gossips:

Joseph Fiennes (Salisbury, 27 de maio de 1970) é um actor britânico nascido na Inglaterra. No mesmo ano em que estreou este filme, interpretou o principal papel masculino em «Elizabeth» com Cate Blanchet, filme já comentado neste blogue. Ver aqui.

Gwyneth Paltrow (27-09-1972) atingiu o grande estrelato com este filme. Em 1995 contracenara num papel secundário com Brad Pitt, no filme «7 Pecados Capitais», também mencionado neste blogue, aqui. Começaram a namorar nesse ano e terminaram a sua relação em 1997. Este namoro levou-a à categoria de grande celebridade, mas ainda sem grandes créditos como actriz principal. Conseguiu esse estatuto com o Oscar obtido pelo filme que tratamos hoje. Filha do director Bruce Paltrow e da actriz Blythe Danner casou-se em 5 de Dezembro de 2003 com Chris Martin, vocalista da banda de rock inglesa Coldplay, com quem tem dois filhos: Apple, nascida em 14 de Maio de 2004 e Moses, nascido em 10 de Abril de 2006.

Ben Afflleck

Judi Dench (Dame Judith Olivia Dench - North Yorkshire, 9 de Dezembro de 1934) faz o curto e decisivo papel da Rainha Elizabeth I. Judi Dench é a galardoada actriz britânica que desempenha o muito conhecido papel de «M» na série James Bond.

Ben Affleck, apesar de já ter uma carreira cinematográfica desde 1981 (era ainda criança) não atingira o estatuto de big star que hoje se lhe conhece, também faz um papel muito secundário, no personagem de Ned Alleyn, um famoso actor isabelino do século XVI, fundador do conhecido Dulwich College. Em breve atingiria o estrelato com os seus filmes e, também, com o namoro (caríssimo) com Jennifer Lopez.

Rupert Everett numa curta intervenção no papel de Christopher Marlowe, o eterno rival de William Shakespeare. Lembram-se dele no papel de amigo gay e chefe de Julia Roberts no filme 'O Casamento do Meu Melhor Amigo'? E aquele momentum delicioso em que a família da noiva (Cameron Diaz), liderados por Rupert Everett cantam, à mesa do restaurante? Inesquecível, essa cena.

23 comentários:

Reyel disse...

Ah! Esse filme eu assisti!

Filmes de época são os mus prediletos!

Qdo morava com meus pais e tinha TV por assinatura, eu assistia muitos filmes maravilhosos!

Agora na TV aberta é raro um filme bom; só alugando.

Esse, A Paixão de Shakespeare, é espetacular! Final triste, mas muito belo.

Bjo na alma, amigo!

Paulo Braccini disse...

um dos melhores filmes da nova geração do cinema ... amei ...

parabéns pelo registro

bjux

;-)

tereza ferraz disse...

Caro António!
Assisti ontem novamente, passou na tv a cabo.
Adoro este filme.
Bjs no coração

.Lis disse...

Filme apaixonante mesmo, Antonio Rosa
Gosto muito.
Recordei agora com seu texto.Obrigada pelo presente.
Abraços

angela disse...

Um belo filme que ficou ainda mais bonito com seu amor.
beijos

marcelo dalla disse...

Querido, que post delicioso!!!! Aliás, tô adorando seus posts cinematográficos.

Esse filme me marcou também, inclusive por um detalhe extra: nossa querida atriz Fernanda Montenegro concorria neste ano ao oscar de melhor atriz, junto com a Gwyneth, pelo filme Central do Brasil. Foi a primeira vez que o Brasil concorria a um oscar dessa importância. Perdeu... mas fez história!

abraço!!!

Joana disse...

Eu também gosto muito deste filme. :)

Beijocas

Mitti disse...

que linda sinopse vc fez. vou assistir e depois te conto.bjoka

Ana disse...

António
Gostei muito deste post sobre o "Shakespeare in Love", que nunca me canso de rever.
Penso que é um dos filmes felizes porque tudo é quase perfeito: o guião, os diálogos, as personagens, as cenas, os cenários, até as fatiotas! E os actores, belissimamente escolhidos!
Revela, acima de tudo, o imenso amor ao teatro.

Também gosto muito do Rupert Everett em comédias, tem um jeito inato para esses papéis. Essa cena que recordou aqui, todos a cantar no restaurante, é inesquecível!
Ana Gabriela (do Facebook)
(http://rio_sem_regresso.blogs.sapo.pt)

Fada Moranga disse...

António, já vi várias vezes... E mais verei! Histórias inglesas são como o Chocokid! :-P
Bem haja!
beijos***deFada

António Rosa disse...

Reyel

Também aprecio muito os filmes de época, pois colocam a nossa efabulação a funcionar, levando-nos a sonhar com situações exteriores à nossa presente reencarnação.

Beijos.

António Rosa disse...

Paulo,

Gostaria muito de falar de filmes mais antigos que estão na minha lista de 'filmes da minha vida', mas falta-me tempo para os rever antes de escrever qualquer coisa. Aos poucos...

:)

bjux

António Rosa disse...

Tereza

É sempre prazenteiro, não é? Também gosto.

Beijos

António Rosa disse...

.Lis

Foi um prazer. Eu só me atrevo a escrever sobre estes filmes depois de os rever e nem sempre disponho d e oportunidade para tal.

Beijos

António Rosa disse...

Angela

Sem dúvida, que é um filme que exalta o amor. Até o coração da dura rainha fica mais brando.

Beijo

António Rosa disse...

Marcelo,

Muito obrigado pela opinião. Primeiro revejo os filmes e depois e toda a busca de ilustrações e informações. Reconheço que são posts que me dão prazer fazer, apesar de andar numa onda de 'menos escrita'.

Bela recordação a sua sobre a actriz Fernanda Montenegro, uma das ,imhas grandes divas.

Abraço

António Rosa disse...

Joana

Ainda bem, pois somos uma multidão a gostar do filme. Só os severos críticos é que não gostaram. Beijos.

António Rosa disse...

Mitti,

Obrigado, querida. Vai sair inspirada depois de ver o filme. Viva o amor. Beijo

António Rosa disse...

Ana Gabriela,

Muito agradecido por ter vindo ao blogue. Vou ver o seu blogue. Beijo.

António Rosa disse...

Fada

Também sou fã de histórias inglesas. Tenho demonstrado isso por aqui, com alguns posts cinematográficos. Viva o Chocokid.

Beijos.

Maria de Fátima disse...

Olá António, ainda nunca vi este filme.Mas também adorei a cena do restaurante no filme Casamento do meu melhor amigo.Beijocas grandes.

António Rosa disse...

Maria de Fátima,

Quando puderes vê este filme. É delicioso. Beijos.

Marise Catrine disse...

Amor, Amor, Amor!!
Lindo de morrer.

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