Tens medo de amar?

2 de novembro de 2009 ·

Numa relação, a dificuldade da grande aprendizagem da 'aceitação', reside no aparente mecanismo do ser humano, automaticamente preparado em estabelecer certos limites que impedem de nos reconhecermos abertamente no outro. Essa não aceitação está ligada à imagem que temos de nós mesmos. Com facilidade, acusamos o outro de defeitos ou incapacidades, não percebendo que podemos sofrer do mesmo.

Fundir-nos no outro não é tarefa fácil. Creio que isso não existe nesta dimensão. Quantas vezes já dissemos ou ouvimos dizer isto: 'aceito como ele/a é, mas não o/a quero por perto'. Ou variantes desta frase.

Nos relacionamentos isto fia muito fininho. Querem ver como?

Já te ocorreu estares muito tranquilo/a no teu relacionamento, acreditando que tudo está na paz dos anjos e, quase de súbito, aparecer alguém que te desafia? Não? Pensa bem. Quem te está a desafiar? Aqui, tens que parar um pouco e perceber o que está a acontecer. É um desafio interno, vindo do teu parceiro/a? Ou vem de alguém de fora da relação?

Se esta situação se dá dentro da relação, o casal poderá assumir em conjunto o desafio e darem um brilho especial às questões erótica e amorosa. Se estiveres apto para aproveitares a oportunidade que a vida te está a dar para regenerares a tua própria capacidade em aceitares, amares e produzires transformações internas. Será que estás tão instalado na rotinazinha da tua relação que nem te atreves a seguires por outros ventos? Por outras demandas? Estes são momentos poderosos, onde basicamente tens duas alternativas: ou sucumbes ao teu imobilismo ou aceitas a transformação.

Também acontece que somos desafiados do 'exterior'. Os vínculos eróticos e amorosos que temos na nossa relação estremecem por todos os lados. Se és confrontado com um tsunami que vem de fora da relação, bom… deveria ser o momento adequado para respirares fundo e tomar decisões, mesmo que sejam dolorosas.

O desafio exterior, o que vem de fora do casal, apresenta-se de forma intensa, exercendo uma atracção profunda, quase como aquela velha ideia do ‘amor impossível’, onde abundam a revelação de segredos que inquietam, normalmente bem embrulhados em enganos, desenganos, ilusões e desilusões.

Uma coisa é certa: quem vivencia esta experiência erótico-amorosa, vai também enfrentar uma situação onde a capacidade de amar é posta à prova. Em que esta capacidade de amar é profundamente desafiada. Este desafio pode tornar-se obsessivo e confundirmos amor e sexo.

Pode ser uma fase da tua vida em que a palavra 'amor' toma outro significado. Mais ainda, a capacidade de amar. Se és confrontado com culpas e medos, com acusações e coisas afins, como te sentirás? Sentes-te frágil? O teu velho poder desapareceu ou está prestes a cair?

Sentes-te ameaçado? Ou, pelo contrário, o teu único problema é livrares-te do teu actual companheiro/a, para iniciares uma nova relação, mais fogosa, aparentemente mais gostosa que a actual?

Proponho-te que medites sobre estes assuntos e tomes a decisão mais adequada, pois é nesta fase dos relacionamentos que habitualmente tomamos as decisões menos apropriadas para aquele momento. Os vínculos que mencionei acima podem não coincidir. A vivência erótico/sexual e a vivência amorosa podem não coincidir. Ora, isto desvia a nossa atenção do que é fundamental e importante. É o velho binómio entre ‘desejo’ e ‘amor’.

Isto pode acontecer se os teu trânsitos indicarem que a tua Vénus natal está a receber uma oposição de Plutão. E depende muito da tua Lua natal, que não esteja em situação de incompatibilidade com Vénus natal. Isto quer dizer que a tua capacidade de te abrires (Vénus) só será utilizada se as tuas feridas emocionais, os medos que essas feridas provocam e os cálculos defensivos que esses medos geram derem o seu acordo. Aí, sim, ultrapassarás toda essa situação. Caso contrário, a tua capacidade de te abrires (todos possuímos) fica fechada para a vida, encerrando-te num espaço sombrio.

Quando Plutão toca por oposição, esta Vénus tão vulnerável, há uma enorme oportunidade para que a tua Vénus se liberte e se mostre em toda a sua nudez, sem retoques, mem maquilhagens de alma ou de convicções. Assim, Plutão rebenta com as frágeis formas internas que Vénus e o seu simbolismo haviam criado para ti. Ou seja, tu mesmo, as criaste. É isto que entra em contradição com a natureza da tua Lua no teu mapa natal.

Assim, o teu caminho fica aberto para outras relações amorosas mais saudáveis, mais genuinamente amorosas, sem amparos e chapéus de sol a protegerem-te das intempéries da vida. Ficas nuzinho perante a vida. Escolhe.

Outro dia, conversaremos mais sobre estes assuntos.

Termino, perguntando-te: «Tens medo de amar?». Ou, se preferires: «O amor que lhe tens é o da aceitação da pessoa que é?». Ou, melhor ainda: «A tua relação amorosa é saudável?»

76 comentários:

Marta disse...
2 de novembro de 2009 às 13:05  

Olá António,

Por agora só digo: que pontaria!!! :-)

bjs de luz!!!
Marta

tereza ferraz disse...
2 de novembro de 2009 às 14:15  

Excelente escrito António.
“Será que estás tão instalado na rotinazinha da tua relação que nem te atreves a seguires por outros ventos? Por outras demandas? Estes são momentos poderosos, onde basicamente tens duas alternativas: ou sucumbes ao teu imobilismo ou aceitas a transformação.”
Indo para todas as partes da vida num todo.
...que muitos leiam!
Um belo dia.
beijo

Rosan disse...
2 de novembro de 2009 às 14:26  

Oi Antonio.
Creio, que no fundo todos que já tiveram rompimentos amorosos, tem medo sim de sea brir, de passar por tudo de novo, quer o amor, mas ao mesmo tempo foge-se dele...

abraço
Rosan

António Rosa disse...
2 de novembro de 2009 às 15:00  

Marta,

Estou a iniciar uma oposição Plutão a Vénus.

:))

Beijos

António Rosa disse...
2 de novembro de 2009 às 15:01  

Tereza

Muito obrigado. Oxalá eu aprenda. :))

Beijos.

António Rosa disse...
2 de novembro de 2009 às 15:02  

Rosan

Ter medo faz parte. Ficar paralisado com o medo é que não é bom.

Beijos.

Maria Izabel Viégas disse...
2 de novembro de 2009 às 15:19  

António, que post! estou a ler todos os teus sobre Plutão... nele tudo é intenso e profundo e sempre chegamos a um passo do desatino ou da libertação. Ambos, prisão ou transmutar exaurem nossas forças.
Seria tão bom o lugar onde Plutão não lá "infuenciasse", eu iria para lá :)
Toquei-me um dois pontos:
Nos relacionamentos a questão mais séria para mim é a "imagem qu temos de nós mesmos". E como é difícil, não olhar para si com olhos míopes ou cegos.
É uma luta onde vezes somos heróis outras sucumbimos. Isto falo por mim.(lua escorpião na 10, plutão leão na 7 quadrado á lua). Ninguém sobrevive sem ter que despedir-se de dores e desnudar-se.
Outro ponto: Amar é "fundir-se " no outro. O que é impossível!
No momento em que intentamos isso fazer, estamos "enlouquecidos" pela paixão. E Amor é andar lado a lado, cada um com sua identidade. é ter prazer e desprazer. E sentir que é asim a vida, sem amarras, numa entrega doce... de energia. como uma estrela que emite sua luz sem notar a quem ilumina. E brilhar,fazendo parte de uma cena onde o outro ao lado seja uma outra estrela , que juntas brilhem... ambas estão no céu!
amigo, podes fazer uma análise de Plutão quadrado ao sol? Para mim está sendo o trânsito mais difícil deste planeta que aprendi a amar!
beijos na sua alma de luz!

António Rosa disse...
2 de novembro de 2009 às 15:28  

Maria Izabel,

Vou matutar num texto sobre Plutão quadrado ao Sol. Passei há pouquíssimo tempo pela oposição. Vou aprofundar a quadratura.

:)

Beijo

Reyel disse...
2 de novembro de 2009 às 15:49  

O amor p mim vai muito além das emoções e da sexualidade. Estes podem estar presentes, porém não são essenciais. Ama-se por vontade, mesmo com coração de pedra; ama-se por amor do amor, pois enquanto todas as coisas passam com o tempo, tendo o seu começo, meio e fim, o amor verdadeiro permanece, porque é chama que queima sem se consumir.

Bênçãos!

angela disse...
2 de novembro de 2009 às 15:53  

Ai Antonio
Sei lá, acho que é a que eu consigo ter.
Não sei bem como estão meus astros, tenho o mapa, mas....
beijos querido

Anónimo disse...
2 de novembro de 2009 às 16:26  

Que maravilha António! A pontaria deste insight acertará em cheio em muitos de nós...numa altura de reestruturações, repensar relacionamentos...e da maneira que o meu mapa está, uii!
Obrigada
Vera

marcelo dalla disse...
2 de novembro de 2009 às 16:34  

Antonio, estava com saudade dos seus posts astrológicos. Como Maria Izabel, li todos sobre Plutão. Passo por um momento onde tudo isso acontece. Como ela disse: "a um passo do desatino ou da libertação." rsrsrs

Coitada da minha Lua, que está a 1 grau de Câncer, na casa 7: está sofrendo oposição de Plutão e quadratura de Saturno. Ando muito chorão ultimamemente...

Será que meu relacionamento sobreviverá a isso? Esse assunto dá pano pra manga... Se por acaso pensar em algo pra me dizer quando ler isso, agradeço.

abraço!

António Rosa disse...
2 de novembro de 2009 às 17:42  

Reyel,

Gostei da sua reflexão, mas tenho uma pergunta. Se existe esse amor, e não duvido disso, que outras partes de nós faz com a relação não continue?

Beijo

António Rosa disse...
2 de novembro de 2009 às 17:42  

Angela

Não tenho os seus dados, pois não? Gostaria de os ter. Pode fazer o favor de o enviar para o meu email: covadourso@gmail.com

Beijo

António Rosa disse...
2 de novembro de 2009 às 17:43  

Vera

Penso que no teu caso ainda vais passar por uma conjunção, pelo que este texto não se aplica ao teu mapa, no que se refere a Plutão. Felizmente para ti, a tua Vénus não está a ser atormentada por nenhum planeta. Apenas 'atordoada' com a semi-quadratura de Neptuno, que tolda e deixa nublado o que está à superfície. No entanto, olha bem para o que está a acontecer na tua casa 5 - a casa dos amores, dos filhos, do romance, da criatividade... No entanto, o mais intenso já passou... Agora, é navegares à vista e com pouca vela. :)

Beijos

Astrid Annabelle disse...
2 de novembro de 2009 às 17:58  

António!
Até que enfim voltou e voltou com um texto maravilhoso!
Sobre este assunto existem muitos pontos a serem exaltados. Cada um com seus desafios, suas "tsunamis",
seus encontros e desencontros.
Se tivermos a coragem de nos amar de verdade e a liberdade de compartilhar amor então a lição estará aprendida.
Estou aprendendo a me amar, a me aceitar, mantendo uma relação amorosa com todas as minhas faces!!!
Quem ama não sente medo!!!
Um beijo agradecido por este texto excelente!
Astrid Annabelle

António Rosa disse...
2 de novembro de 2009 às 18:12  

Marcelo,

Quando li o teu comentário fui olhar o teu mapa. Matutei na coisa, mas havia que não me estava a fazer sentido. Aí, fiz os teus Arcos Solares para hoje e conjuguei com os Trânsitos

Não duvido das tuas palavras quando afirmas que «por um momento onde tudo isso acontece». Não duvido mesmo e sei que é Plutão em trânsito a trabalhar a oposição à Lua Natal, mas penso que é o Arco Solar de Neptuno (no grau 2 de Capricórnio) a fazer oposição à Lua natal.

Emergem questões do subconsciente, associadas à sabedoria, refinamento e reconstrução do belo. Este Arco Solar de Neptuno-Lua é subtil o suficiente para distorcermos o nosso próprio espelho.

Compara estas situações:

- Enquanto Neptuno (no seu arco solar) pretende que ponhas cá fora o melhor de ti mesmo (sabedoria, refinamento, reconstrução do belo), Plutão em trânsito está a encaminhar-te deitar abaixo a tua habitual segurança psicológica.

Neptuno fala em sabedoria e Plutão está a usar outras medidas, por exemplo, será que sentes que não te escutam o suficiente dentro da relação? Terás a sensação que de estares a reviver situações parecidas com as havidas no passado? Haverá coisas muito parecidas?

Noto pelo teu blogue que estás numa fase de grande criatividade laboral. És apreciado e amado pelos teus leitores. Isso é Neptuno. Agradece-lhe, por favor.

Plutão está a a pedir que te ames mais, que acredites mais em ti mesmo.

A relação actual não tem que acabar. Mas será transformada, isso, sim. É o momento de aprenderes a receber. O que tiver que ser, nomeadamente, nos afectos, nos sentimentos e nas emoções. Recebe, é teu. Recebe consolo, afecto, cuidados. Tudo isso também é amor.

Outro aspecto importante deste trânsito é a mudança simbólica de papéis com a mãe. Deixas de ser o 'filho' e passas a ser o 'cuidador'. Têm vindo ao de cima muitas recordações da infância. Para usares o perdão e o amor.

Isto já vai longo e desculpa tratar-te todo o tempo por 'tu', mas aqui em Portugal é uma forma muito carinhosa que usamos para os amigos.

Grande abraço

António Rosa disse...
2 de novembro de 2009 às 18:28  

Astrid,

Tenho a impressão que foi o seu regresso à internet que me deu ânimo para escrever durante o fim-de-semana (hojé é segunda). :)))

Muito obrigado pelas palavras, sempre sábias, sempre gentis.

Gostei dessa ideia: «mantendo uma relação amorosa com todas as minhas faces!». Que poderoso!

Muitos beijos de alegria

Astrid Annabelle disse...
2 de novembro de 2009 às 18:39  

Antonio!
E isso é verdadeiro!
Olha, vou lhe confessar um segredo:
A internet sem você não tem graça.
Afinal você criou o elo do anel do coração que está se expandindo cada vez mais...mais e mais...
Veja o movimento na comunidade História Encantada... está perdendo grandes prosas, grandes insights.
Tenho certeza que todos os nossos amigos em comum assinam comigo este comentário!
Um beijo grande com muita alegria, sim senhor.
Astrid Annabelle

Anónimo disse...
2 de novembro de 2009 às 19:02  

Medo de amar? Tenho, sim. E vice-versa...

Bem, talvez não assim tanto medo :)

Olá!

angela disse...
2 de novembro de 2009 às 19:30  

Antonio
Você tem uma alma grande e generosa.
obrigada

António Rosa disse...
2 de novembro de 2009 às 19:37  

Astrid

Vou cuidar mais da minha colaboração na História Encantada.

Beijo

António Rosa disse...
2 de novembro de 2009 às 19:37  

Anónima

Todos amamos e todos temos um certo 'receio'. faz parte, não é?

Beijos

António Rosa disse...
2 de novembro de 2009 às 19:38  

Angela

:))

Vou ver se chegou.

Isa Grou disse...
2 de novembro de 2009 às 19:46  

Olá António,

Estou de pleno acordo c/ o último comentário da Astrid, viu?

Gostaria de dar a minha resposta para esta pergunta que fez a Reyel:
"... que outras partes de nós faz com a relação não continue?"
O apego... que gera insegurança e medo, falta de coragem para SE AMAR , que resulta em falta de amor-próprio, orgulho e o egoísmo... que ainda é tão forte no ser humano, enfim...

Beijos.

António Rosa disse...
2 de novembro de 2009 às 20:29  

Isa

Lindo e precioso testemunho. Gostei muito. Beijos.

Sérgio Falé disse...
2 de novembro de 2009 às 20:34  

Que caraças, está aqui um gajo a sofrer que nem um cão numa noite de lua cheia no meio de uma encruzilhada, e leio isto. Parece o relato da minha vida sentimental.

Maria Ribeiro disse...
2 de novembro de 2009 às 20:45  

ANTÓNIO ROSA: SIM, tenho medo de amar e do AMOR. SOFRI MAUS TRATOS DE TODA A ORDEM, num tempo(ANOS 80) em que era proibido falar disso...Omeu coração ficou inerte,nesse aspecto...
É a primeira vez que falo disso e só me dói porque os meus filhos também sofreram,ao ver-me sofrer!
BEIJOS DE LUSIBERO

António Rosa disse...
2 de novembro de 2009 às 20:48  

Sérgio

Muito agradecido por teres vindo e pelo teu comentário tão expressivo.

A maioria das pessoas passa por encruzilhadas da vida como estas.

Não tenho a receita para deixares de sofrer, mas posso perguntar como andas de amor-próprio? De amor por ti mesmo?

Concentra-te na pessoa talentosa que és. Certamente terás outros talentos que não conheço. Como diz a minha amiga Astrid, temos que amar todas as faces de nós mesmos e aprender a não vivermos com apegos.

Grande abraço

António Rosa disse...
2 de novembro de 2009 às 20:57  

Maria

Creio que chegou a hora de deixar esse sofrimento para trás. Que tenha servido para nunca mais aceitar situação parecida, de ninguém.

mas tem que fazer um favor a si mesma: seguir em frente. E isto não significa que vai arranjar, de repente, um grande amor, daqueles de fim de Verão. Nada disso.

Apenas que deve impor a si mesma o facto de se amar a si mesma. Muito, muito. Depois, verbalizar continuamente: sou feliz e aceito ser ainda mais feliz.

Verá, que aos poucos, a situação muda.

E esse medo desaparecerá.

Muitos beijos.

Sonia Beth disse...
2 de novembro de 2009 às 21:17  

Que tema, hein, meu amigo !!!
Eu conheço muito bem este baile ! Mesmo com Chiron/Vênus este é um ponto que preciso superar.
abs

Reyel disse...
2 de novembro de 2009 às 21:41  

Querido amigo,

respondendo a sua pergunta: "que outras partes de nós faz com a relação não continue?"

Penso que seja a paixão. A paixão em si não é boa nem má, e na maioria das vezes se confunde ao amor. O amor pode ser apaixonado, mas ambos podem existir separadamente. A diferença é que o amor é dócil à vontade e a paixão não. Difícil tarefa é ordenar uma paixão desordenada, e a vontade fraca cede, fazendo com que o relacionamento amoroso termine ofuscado pelo brilho da paixão.

Mas como nem tudo que brilha é ouro, muitos tarde demais caem em si da infeliz troca. Porque a paixão tbm passa, mas o amor verdadeiro não. A paixão não é sempre necessariamente direcionada a uma pessoa, mas para à liberdade que se tinha, ou para a fama, ou para a riqueza, prazeres, etc.

Assim por causa de paixões pessoais muitos relacionamentos terminam. Ou não se tinha verdadeiro amor.

Espero ter respondido.

Bênçãos!

HSLO disse...
2 de novembro de 2009 às 21:44  

Belo texto.

Já sofri muito por amor, porém não tenho medo de amar novamente, me entregar novamente.


abraços


Hugo

Adelaide Figueiredo disse...
2 de novembro de 2009 às 21:59  

António,

Como sempre um texto magnífico!
Que posso acrescentar mais?
Apenas que as pessoas livres terão talvez mais facilidade em lidar com este trânsito se tentarem ser um pouco racionais na escolha do parceiro (a), o que é um pouco difícil neste trânsito, pois impera o impulso e o desejo.
Os que vivem juntos também o podem aproveitar para "acertar" os ponteiros, com trasformações pelo meio e com honestidade.
Se o desafio vier de fora e já se vive junto, acho que tem de se pesar os valores e aí conta muito o desgaste das relações já existentes. Ho entanto, penso que terá sempre de haver honestidade e só assim poderemos ficar ou partir com a consciência tranquila e viver um amor o mais pleno possível.

Já tinha saudades destes bocadinhos astrológicos :)

Abraço

marcelo dalla disse...
3 de novembro de 2009 às 02:52  

Querido, quanta generosidade ! Me deixou aqui dicas preciosas. Muito grato!!!
Plutâo relamente coloca minha segurança psicológica em cheque. Estou relamente aprendendo a receber amor.
Outro ponto chave: relação com a mãe - aprender a perdoar... grande desafio! Sigamos em frente, sem medo de sermos felizes!
grande abraço

Giselle Costa disse...
3 de novembro de 2009 às 10:01  

Ahh querido Urso, respondo-te com toda a tranquilidade que NÃO, não tenho medo de amar, nada é tão especial como amar alguém... impossível viver sem esta experiência.

Como diz um amigo, os castelos foram contruidos lentamente não é ? a paciência e a mansidão são pontos essenciais na vida de um casal, o amor flui naturalmente.

Ótimo post, adoro falar de amor.

bjs e ótima semana.

Shin Tau disse...
3 de novembro de 2009 às 10:06  

António

só um apontamento rápido, depois volto com mais calma: MARAVILHOSO!!!

Preciso de digerir todo o texto.

beijocas e até já

António Rosa disse...
3 de novembro de 2009 às 10:16  

Sónia,

A maioria de nós bailaestas músicas. O importante é não ficarmos presos à infelicidade.

Beijos

António Rosa disse...
3 de novembro de 2009 às 10:16  

Reyel,

Excelente resposta, minha querida. Principalmente os apegos são os responsáveis pelo rompimento das relações.

Beijos

António Rosa disse...
3 de novembro de 2009 às 10:16  

Marcelo,

É sempre um prazer, meu amigo.

Abreijos

António Rosa disse...
3 de novembro de 2009 às 10:18  

Hugo,

O amor é para ser vivido. Se sofremos com o amor, estamos a perder o nosso amor-próprio. Mas o ser humano faz isso mesmo. Já me aconteceu, no passado.

Abraços

António Rosa disse...
3 de novembro de 2009 às 10:20  

Adelaide,

Neste trânsito, a racionalidade fica à porta, como muito bem sabe.

Honestidade é a palavra chave. Para o próprio.

Abraços.

António Rosa disse...
3 de novembro de 2009 às 10:20  

Giselle

Óptimo comentário, minha querida. Apreciei muito. Obrigado.~

Beijos

António Rosa disse...
3 de novembro de 2009 às 10:21  

Shin Tau

Beijokas, minha querida. Está à vontade. Muito obrigado.

Fabiano Mayrink disse...
3 de novembro de 2009 às 11:16  

Todos os relacionamentos tem seus altos e baixos, mesmo que as vezes ficamos muito tristes por algo, nao devemos desanimar, as vezes ficamos procurando loucamente um amor e nunca achamos, e quando ja desistimos, aparece algo novo, isso é interesante, acho que nao devemos ficar demasiadamente obsecado por alguem, pois assim nosso emocional, trata de criar coisas que nao esta acontecendo... Mais nunca devemos baixar a guarda ;)

um abraço Antonio, adorei a ilustraçao :)

António Rosa disse...
3 de novembro de 2009 às 11:35  

Fabiano

Sendo tu tão jovem aparentas ter experiência da vida. Que sejas muito feliz no amor, é o que te desejo.

Abraços

adriana disse...
3 de novembro de 2009 às 11:42  

Querido,

É...

Momento de grandes perguntas...
Grandes respostas...
Grandes lembranças...
Grandes aprendizados...

Sigamos!
beijo

António Rosa disse...
3 de novembro de 2009 às 11:58  

Adriana

É este o momento, sem dúvida.

Beijo e grato por ter vindo.

IdoMind disse...
3 de novembro de 2009 às 12:34  

António, António

Encontrar a resposta para as questões que colocas neste post (magnifico),significaria o fim dos psicólogos. E dos advogados!

É a vida em movimento.
A única constante é a mudança. Sabemos que é assim.Questionamos muitas coisas que simplesmente deviamos viver e vivemos outras que devíamos questionar.A Mestria está em saber distinguir.

O mesmo se diga quanto aos relacionamentos. Como podes dar o que quer que seja se não sabes o que vai dentro de ti. O que podes querer receber se ainda não sabes quais são as tuas reais necessidades?
O outro no final das contas só está lá para te mostrar quem és tu. E quem queres ser.

Sou a pessoa que gosta de pular em flor e flor enchendo o ego das atenções de estranhas ou estranhos tão vazios ou perdidos quanto eu? Sou o homem ou a mulher que procura com honestidade ser feliz, uns dias melhor outros pior, mas sempre com limpeza comigo e com o outro.
Sou o corajoso que põe fim a um casamento de 20 anos simplesmente porque já não sinto a vida pulsar.Porque acredito que ainda há tempo para aprender a rir...

Quem quero ser? Também os relacionamnetos servem para isto, para nossa definição, para o nosso crescimento como seres humanos. O resto são só detalhes.

E tenho aprendido que casa um sabe dos seus...

A minha experiência pessoal era não me envolver para não ter de lidar com sentimentos. Procurava por isso pessoas que não apresentassem grande perigo de me virar ao contrário. E pronto, vivia assim dentro de uma zona de controlo que gostava muito.

Hoje quero partir a cabeça se necessário para sentir o coração a bater!Se é o melhor? Ainda não sei, mas tenho-me conhecido.

Mil beijos e GRANDE POST!

Sérgio Falé disse...
3 de novembro de 2009 às 12:37  

Lua atormentadora é a palavra.
Sou touro.
Obrigado por teres passado por lá.

Magda Moita disse...
3 de novembro de 2009 às 12:41  

Olis António!

Magnifico texto, na verdade, aliás como sempre...

No fundo tudo se resume a falta de sinceridade que temos connosco próprios e consequentemente com quem nos está próximo.

Respondendo a tua pergunta, se tenho medo de amar?

Cada vez menos...

Um beijo daqueles e advirto que tenho saudades tuas.

Magda

António Rosa disse...
3 de novembro de 2009 às 13:29  

IdoMind,

Nem tinha penado que poderia representar o fim dos psicólogos e advogados... :) Não queremos isso. Que toda a gente continue em paz. Adorei o teu testemunho.

Beijos

António Rosa disse...
3 de novembro de 2009 às 13:29  

Sérgio

Obrigado. Simpático.

António Rosa disse...
3 de novembro de 2009 às 13:30  

Magda

Também tenho muitas saudades tuas. Temos que combinar um encontro. Beijos

Vera Y. Silva disse...
3 de novembro de 2009 às 14:10  

Não é preciso saber muito de lógica nem de retórica, nem de pedagogia, para perceber que não se deve explicar o fácil com o difícil. Do mesmo modo, é óbvio que para explicar uma coisa difícil é preciso recorrer a outra coisa mais fácil (e não a uma tão ou mais difícil).
Vem isto a propósito do seguinte: como é que alguém que pretende explicar o amor vai falar de astrologia???????

Sandro Gomes disse...
3 de novembro de 2009 às 14:12  

Antônio,

Mais uma ótima postagem. Tenho Vênus em Gêmeos na Quarta em quadratura com a Lua em Virgem na Sétima. É a principal quadratura do meu mapa. O feminino está bem exaltado; as mulheres me atraem muito e me são muito importantes. Por causa dessa quadratura, o direcionamento para o feminino em mim costuma confundir e misturar a sedução e a maternidade, a carícia e o carinho, a companheira e a mãe. O amor era vivido como busca fusional, sem espaço para a alteridade, diferença.

Depois dos trânsitos de Plutão fazendo oposição à Vênus e em seguida quadratura à Lua, tive maior consciência dessas coisas e aprendi que amor não é fusão, e nem tão somente sentimento: ele é atitude, integridade, responsabilidade e respeito. É cuidado para com o outro, sem excessos para que a outra pessoa seja ela mesma.

Se eu não por um contorno, delimitar fronteiras e limites a minha quadratura faz muitos estragos nas pessoas, a começar de mim mesmo.

Abraços

António Rosa disse...
3 de novembro de 2009 às 14:31  

Vera

Li atentamente a sua pergunta.

Misturar 'lógica', 'retórica', 'pedagogia' para fazer a pergunta que fez, é, no mínimo revelador que ficou desconcertada com um tema astrológico tratado desta maneira. Talvez não esteja habituada a ver a astrologia tratada desta maneira.

Não pretendi explicar o amor, como afirma. Nem saberia fazê-lo. Apenas pretendi explicar um determinado trânsito astrológico. Apenas isso. Este blogue, para sua informação, trata muitas vezes de assuntos astrológicos.

Muito agradecido pela presença.

António Rosa disse...
3 de novembro de 2009 às 14:35  

Sandro,

Magnífico comentário. Muito bem explicado. Sobretudo por estar tão atento a si mesmo e à sua quadratura.

É sempre bem-vindo.

Abraços.

Vera Y. Silva disse...
3 de novembro de 2009 às 14:38  

Ler atentamente a pergunta não bastava para perceber. Era preciso ler alguns livros de filosofia e de ciência, e era preciso ser capaz de percebê-los, para depois entender a perguntar.
Não há nenhuma forma boa de tratar a astrologia - esta é uma superstição, uma pseudo-ciência, uma aldrabice. Desculpe lá a franqueza. Precisamos de racionalidade no mundo e não de obscurantismo.

António Rosa disse...
3 de novembro de 2009 às 14:50  

Vera

Ok, é a sua opinião, não solicitada.

Neste blogue, permitimos que todas as pessoas se expressem. Fiz isso consigo.

Ao menos permita aos outros terem uma opinião diferente da sua. E saber aceitá-la. Mesmo não estando de acordo.

Não saber astrologia e não acreditar nela, não lhe dá o direito de ser invasiva e agressiva, como foi. Usando as suas palavras - 'Desculpe lá a franqueza'.

Se não gosta, deixe de lado.

Passe bem.

Viu, fui muito suave consigo.

Será sempre bem-vinda se a sua atitude não for tão agressiva.

Cumprimentos.

Shin Tau disse...
3 de novembro de 2009 às 15:51  

António,

pois então, agora com mais tempo e recomposta (entraram muitas palavras em mim), aqui vamos ao diálogo.

Um dos pontos fundamentais é exactamente esse, para mim pois está claro, até que ponto estou pronta para me conhecer através do outro. Quantas vezes fujo de algumas coisas por resolver com o OM para fantasias platónicas com outros seres??? Não sei, talvez uma Vénus em Peixes seja a responsável...mas sei que acordo e luto comigo mesma para evitar essas ilusões.

A cada vez que me encontro nessa situação compreendo que estou a fugir de mim e da minha entrega total, não é fácil...pois o outro também já nos conhece tão bem e nem sempre sabe libertar a imagem que tem de nós para ver quem somos na realidade. Esta luta também é real.

As relações são como disse a IdoMind uma oportunidade de crescimento, haja autoconhecimento ou humildade para enfrentar as nossas limitações e tudo correrá bem!

Não posso ir embora sem mais uma vez referir que belo texto. A aceitação é um tema que te sai da alma :)

Beijocas e parabéns pelo belo trabalho

p.s. Vou imprimir e guardar para ir relendo ao longo da semana!

António Rosa disse...
3 de novembro de 2009 às 15:56  

Querida Shin

Se o tema da aceitação me sai da alma, é porque ainda continuo a aprender e a praticar. Só isso. Tenho consciência disso.

Muitos beijos e lindo testemunho.

Silvia Freedom disse...
3 de novembro de 2009 às 16:18  

Antonio,

Como você sabe gostei do post e levei-o em link ao facebook para que outros pudessem ter acesso, e assim fazerem a mesma pergunta a si mesmos...

E estou de acordo com Astrid e acredito que o Anel do coração é feito nas redes em que colocamos nossa energia, intenção, coração, disposição...

Por isso estou mais dedicada à História Encantada e para melhor concentrar desliguei-me do facebook (ainda que a fazendinha fosse uma gostosa sessão de lazer lúdico)...pois sei que vivemos um momento especial e intenso.

Constância Consciente no fluxo Amor & Luz e seguimos...Já é tempo.

Bom reve-lo....
bom partilhar e somar.
Beijos de Luz

António Rosa disse...
3 de novembro de 2009 às 16:51  

Olá Silvia

Creio que lhe agradeci no Facebook a divulgação do tema.

Foi um prazer interagir consigo lá nas fazendas. É uma forma lúdica de descontrair.

Também procuro colocar alguma da minha energia na História Encantada. Pelo menos tento. Como sabe, não dedico exclusividade a nenhuma rede. :)))

Beijo

Pedro disse...
4 de novembro de 2009 às 01:08  

Muito interessante este blog.
Parabens...

Já agora visita www.diariosemtabaco.blogspot.com
O meu dia a dia sem tabaco.

António Rosa disse...
4 de novembro de 2009 às 10:28  

Pedro,

Fui conhecer o seu blogue e o seu projecto de não fumar. Desejo-lhe muito sucesso nessa empreitada.

Christiane Forcinito Ashlay Silva de Oliveira disse...
4 de novembro de 2009 às 15:56  

Amigo

Como sempre certeiro!!!!!!

Eu estou vivendo a quadratura plutão - plutão e plutão - vênus

Vivo também a quadratura vênus -saturno...

Eu digo estou sofrendo muito como há muito não sofria... A solidão é meu maior tormento, não consigo olhar no espelho também... Depois da cirurgia entrei em uma depressão e até agora isso está difícil.

Estou limitada, engordando e ainda por cima me sinto completamente sozinha... Sei que vai passar e isso que me faz continuar a cada dia...

Ando chorando muito e com um cansaço que não consigo sanar e nem explicar... Nem os medicamentos tem me ajudado...

Porém sei que vai passar, embora saiba que as quadraturas durarão até novembro de 2011...

Como já sei disso vou lutar para que eu me sinta melhor... Tenho rezado, meditado e preciso mesmo de umas férias... Preciso de amor... Preciso de atenção... Preciso de amigos, mas ao mesmo tempo não quero passar essa "nuvem negra" que está comigo então fico mais em silêncio, compreende?

Ai amigo desculpe o desabafo mas esta fase uau... Quanta tristeza... Vou chorar tudo que devo agora para nunca mais hehehehehe...

Grande beijo.

Chris :)

Cris França disse...
4 de novembro de 2009 às 18:38  

Ola Antonio, meu amigo,

sempre uma alegria visitar esta casa.

Veja, que tema intenso que abordaste, porque vejo que relacionamentos, são mesmos prismas do amor, podem ser visto de vários formas diferentes e irradiam luzes diferentes também.

Mas creio que o desafio verdadeiro, não seja nunca a pergunta, mas a resposta verdadeira, aquela verdade que é só tua e do teu coração, essa sim tem sentido.

um beijo enorme e obrigada por fazer-nos refletir sobre esse tema intenso.

Tina disse...
4 de novembro de 2009 às 22:51  

Se tivesse medo de amar preferia estar morta.Medo é uma palavra que quase não cabe no meu vocabulário,tenho poucos medos,pensando bem,talvez nenhum.Tá tudo certo!E sempre estará...
Em relação a comunhão de 2 pessoas,a minha experiência é viver o hoje, sem pecados,sem dogmas estipulados,sem joguingo ou guerra dos sexos...Estou casada ha 13 anos e ainda desejo estar por muito mais tempo...O meu segredo é viver como mulher e as vezes dar uma de homem e deixar ele ser o homem e viver mulher qdo quiser,mas como é isso?É a comunhão de nosso ser,ninguém consegue ser feliz sendo totalmente yin ou totalmente yang.Ele gosta de lavar louca e arrumar a casa, eu sou briguenta,autoritária e mandona.Ao mesmo tempo ele joga bola com os amigos, e eu compro Lancôme!!!...
Vivemos em paz!Quando ele tá com a macaca eu to quietinha ,qdo eu to com a macaca,ele fica na dele.Pronto!Ninguém é preso aqui,muito menos dono de ninguém, a gente tá junto até agora pq está! Se não tiver amanhã, bola pra frente...Talvez seja o signo eu [libra],ele [aquario], não sei...Só sei que cultivamos o nosso amor diariamente,somos namorados, brigamos,choramos e vivemos,aprendendo um com o outro...A felicidade depende de cada um,pra vc felicidade é uma coisa, derrepende para mim é outra...Ou ambas,pura ilusão!
Sem medos,sem ansiedades,sem culpas!
bjos
Ana

Magda Moita disse...
5 de novembro de 2009 às 00:48  

Parabéns Tina!
Gostei muito do seu depoimento!
Sou Balança, só ainda não arranjei foi nenhum aquário, lol…
Abraço

Magda

António Rosa disse...
5 de novembro de 2009 às 11:06  

Christiane

Lamento o seu sofrimento, mas creio que você tem força suficiente para superar esta fase mas difícil da sua vida.

Grato por ter vindo.

Beijo

António Rosa disse...
5 de novembro de 2009 às 11:06  

Cris França

Que bom que foi ler o seu comentário. Muito saudável.

Beijos

António Rosa disse...
5 de novembro de 2009 às 11:07  

Tina

Apreciei muito o seu testemunho, sobretudo aquela parte em que diz: «Quando ele tá com a macaca eu to quietinha ,qdo eu to com a macaca,ele fica na dele.»

Bem haja.

Tina disse...
5 de novembro de 2009 às 14:07  

É Antonio,temos que respeitar o momento do outro...Não é todo o dia que vc vê a vida florida,tem mulher que fica asim:o que aconteceu?tá com raiva de mim?Fala comigo?Tem outra mulher?ahhhhh, que coisa chata tanta insegurança...Detesto prisão.Em todos os sentidos, na familia, no amor, nas amizades...Me deixa livre!
Vc não acha melhor viver assim?
bjos

Richard disse...
6 de novembro de 2009 às 13:20  

Antônio,

Seu blog foi selecionado para o Deslinks da Semana [7]. http://migre.me/aR9i.

Parabéns pelo ótimo post!

Abs!

Maria Paula Ribeiro disse...
6 de novembro de 2009 às 21:53  

Olá António,

Não tinha comentado antes, porque publicaste este soberbo post (embora o tenha lido) num dia muito complicado para mim...Um dia de ausência de amor total para não dizer o oposto..

Seria modéstia minha se te dissesse que não tenho medo de amar...Amar alguém é fácil, amar um animal é muito fácil, uma paisagem, até podemos amar alguém espiritualmente porque sentimos esse amor dentro de nós mesmo, livre, em amaras, desnudado. E esse amor creio que me foi muito bem incutido na vida

Mas tenho sim medo de não ser amada...
Um medo que faz gelar a mais pequena gota de água... E quando o sentimos, é meio caminho andado para o término de uma relação...

Um beijo bem grande e bom fim semana,
meu mestre amoroso! ;)

2 de novembro de 2009

Tens medo de amar?

Numa relação, a dificuldade da grande aprendizagem da 'aceitação', reside no aparente mecanismo do ser humano, automaticamente preparado em estabelecer certos limites que impedem de nos reconhecermos abertamente no outro. Essa não aceitação está ligada à imagem que temos de nós mesmos. Com facilidade, acusamos o outro de defeitos ou incapacidades, não percebendo que podemos sofrer do mesmo.

Fundir-nos no outro não é tarefa fácil. Creio que isso não existe nesta dimensão. Quantas vezes já dissemos ou ouvimos dizer isto: 'aceito como ele/a é, mas não o/a quero por perto'. Ou variantes desta frase.

Nos relacionamentos isto fia muito fininho. Querem ver como?

Já te ocorreu estares muito tranquilo/a no teu relacionamento, acreditando que tudo está na paz dos anjos e, quase de súbito, aparecer alguém que te desafia? Não? Pensa bem. Quem te está a desafiar? Aqui, tens que parar um pouco e perceber o que está a acontecer. É um desafio interno, vindo do teu parceiro/a? Ou vem de alguém de fora da relação?

Se esta situação se dá dentro da relação, o casal poderá assumir em conjunto o desafio e darem um brilho especial às questões erótica e amorosa. Se estiveres apto para aproveitares a oportunidade que a vida te está a dar para regenerares a tua própria capacidade em aceitares, amares e produzires transformações internas. Será que estás tão instalado na rotinazinha da tua relação que nem te atreves a seguires por outros ventos? Por outras demandas? Estes são momentos poderosos, onde basicamente tens duas alternativas: ou sucumbes ao teu imobilismo ou aceitas a transformação.

Também acontece que somos desafiados do 'exterior'. Os vínculos eróticos e amorosos que temos na nossa relação estremecem por todos os lados. Se és confrontado com um tsunami que vem de fora da relação, bom… deveria ser o momento adequado para respirares fundo e tomar decisões, mesmo que sejam dolorosas.

O desafio exterior, o que vem de fora do casal, apresenta-se de forma intensa, exercendo uma atracção profunda, quase como aquela velha ideia do ‘amor impossível’, onde abundam a revelação de segredos que inquietam, normalmente bem embrulhados em enganos, desenganos, ilusões e desilusões.

Uma coisa é certa: quem vivencia esta experiência erótico-amorosa, vai também enfrentar uma situação onde a capacidade de amar é posta à prova. Em que esta capacidade de amar é profundamente desafiada. Este desafio pode tornar-se obsessivo e confundirmos amor e sexo.

Pode ser uma fase da tua vida em que a palavra 'amor' toma outro significado. Mais ainda, a capacidade de amar. Se és confrontado com culpas e medos, com acusações e coisas afins, como te sentirás? Sentes-te frágil? O teu velho poder desapareceu ou está prestes a cair?

Sentes-te ameaçado? Ou, pelo contrário, o teu único problema é livrares-te do teu actual companheiro/a, para iniciares uma nova relação, mais fogosa, aparentemente mais gostosa que a actual?

Proponho-te que medites sobre estes assuntos e tomes a decisão mais adequada, pois é nesta fase dos relacionamentos que habitualmente tomamos as decisões menos apropriadas para aquele momento. Os vínculos que mencionei acima podem não coincidir. A vivência erótico/sexual e a vivência amorosa podem não coincidir. Ora, isto desvia a nossa atenção do que é fundamental e importante. É o velho binómio entre ‘desejo’ e ‘amor’.

Isto pode acontecer se os teu trânsitos indicarem que a tua Vénus natal está a receber uma oposição de Plutão. E depende muito da tua Lua natal, que não esteja em situação de incompatibilidade com Vénus natal. Isto quer dizer que a tua capacidade de te abrires (Vénus) só será utilizada se as tuas feridas emocionais, os medos que essas feridas provocam e os cálculos defensivos que esses medos geram derem o seu acordo. Aí, sim, ultrapassarás toda essa situação. Caso contrário, a tua capacidade de te abrires (todos possuímos) fica fechada para a vida, encerrando-te num espaço sombrio.

Quando Plutão toca por oposição, esta Vénus tão vulnerável, há uma enorme oportunidade para que a tua Vénus se liberte e se mostre em toda a sua nudez, sem retoques, mem maquilhagens de alma ou de convicções. Assim, Plutão rebenta com as frágeis formas internas que Vénus e o seu simbolismo haviam criado para ti. Ou seja, tu mesmo, as criaste. É isto que entra em contradição com a natureza da tua Lua no teu mapa natal.

Assim, o teu caminho fica aberto para outras relações amorosas mais saudáveis, mais genuinamente amorosas, sem amparos e chapéus de sol a protegerem-te das intempéries da vida. Ficas nuzinho perante a vida. Escolhe.

Outro dia, conversaremos mais sobre estes assuntos.

Termino, perguntando-te: «Tens medo de amar?». Ou, se preferires: «O amor que lhe tens é o da aceitação da pessoa que é?». Ou, melhor ainda: «A tua relação amorosa é saudável?»

76 comentários:

Marta disse...

Olá António,

Por agora só digo: que pontaria!!! :-)

bjs de luz!!!
Marta

tereza ferraz disse...

Excelente escrito António.
“Será que estás tão instalado na rotinazinha da tua relação que nem te atreves a seguires por outros ventos? Por outras demandas? Estes são momentos poderosos, onde basicamente tens duas alternativas: ou sucumbes ao teu imobilismo ou aceitas a transformação.”
Indo para todas as partes da vida num todo.
...que muitos leiam!
Um belo dia.
beijo

Rosan disse...

Oi Antonio.
Creio, que no fundo todos que já tiveram rompimentos amorosos, tem medo sim de sea brir, de passar por tudo de novo, quer o amor, mas ao mesmo tempo foge-se dele...

abraço
Rosan

António Rosa disse...

Marta,

Estou a iniciar uma oposição Plutão a Vénus.

:))

Beijos

António Rosa disse...

Tereza

Muito obrigado. Oxalá eu aprenda. :))

Beijos.

António Rosa disse...

Rosan

Ter medo faz parte. Ficar paralisado com o medo é que não é bom.

Beijos.

Maria Izabel Viégas disse...

António, que post! estou a ler todos os teus sobre Plutão... nele tudo é intenso e profundo e sempre chegamos a um passo do desatino ou da libertação. Ambos, prisão ou transmutar exaurem nossas forças.
Seria tão bom o lugar onde Plutão não lá "infuenciasse", eu iria para lá :)
Toquei-me um dois pontos:
Nos relacionamentos a questão mais séria para mim é a "imagem qu temos de nós mesmos". E como é difícil, não olhar para si com olhos míopes ou cegos.
É uma luta onde vezes somos heróis outras sucumbimos. Isto falo por mim.(lua escorpião na 10, plutão leão na 7 quadrado á lua). Ninguém sobrevive sem ter que despedir-se de dores e desnudar-se.
Outro ponto: Amar é "fundir-se " no outro. O que é impossível!
No momento em que intentamos isso fazer, estamos "enlouquecidos" pela paixão. E Amor é andar lado a lado, cada um com sua identidade. é ter prazer e desprazer. E sentir que é asim a vida, sem amarras, numa entrega doce... de energia. como uma estrela que emite sua luz sem notar a quem ilumina. E brilhar,fazendo parte de uma cena onde o outro ao lado seja uma outra estrela , que juntas brilhem... ambas estão no céu!
amigo, podes fazer uma análise de Plutão quadrado ao sol? Para mim está sendo o trânsito mais difícil deste planeta que aprendi a amar!
beijos na sua alma de luz!

António Rosa disse...

Maria Izabel,

Vou matutar num texto sobre Plutão quadrado ao Sol. Passei há pouquíssimo tempo pela oposição. Vou aprofundar a quadratura.

:)

Beijo

Reyel disse...

O amor p mim vai muito além das emoções e da sexualidade. Estes podem estar presentes, porém não são essenciais. Ama-se por vontade, mesmo com coração de pedra; ama-se por amor do amor, pois enquanto todas as coisas passam com o tempo, tendo o seu começo, meio e fim, o amor verdadeiro permanece, porque é chama que queima sem se consumir.

Bênçãos!

angela disse...

Ai Antonio
Sei lá, acho que é a que eu consigo ter.
Não sei bem como estão meus astros, tenho o mapa, mas....
beijos querido

Anónimo disse...

Que maravilha António! A pontaria deste insight acertará em cheio em muitos de nós...numa altura de reestruturações, repensar relacionamentos...e da maneira que o meu mapa está, uii!
Obrigada
Vera

marcelo dalla disse...

Antonio, estava com saudade dos seus posts astrológicos. Como Maria Izabel, li todos sobre Plutão. Passo por um momento onde tudo isso acontece. Como ela disse: "a um passo do desatino ou da libertação." rsrsrs

Coitada da minha Lua, que está a 1 grau de Câncer, na casa 7: está sofrendo oposição de Plutão e quadratura de Saturno. Ando muito chorão ultimamemente...

Será que meu relacionamento sobreviverá a isso? Esse assunto dá pano pra manga... Se por acaso pensar em algo pra me dizer quando ler isso, agradeço.

abraço!

António Rosa disse...

Reyel,

Gostei da sua reflexão, mas tenho uma pergunta. Se existe esse amor, e não duvido disso, que outras partes de nós faz com a relação não continue?

Beijo

António Rosa disse...

Angela

Não tenho os seus dados, pois não? Gostaria de os ter. Pode fazer o favor de o enviar para o meu email: covadourso@gmail.com

Beijo

António Rosa disse...

Vera

Penso que no teu caso ainda vais passar por uma conjunção, pelo que este texto não se aplica ao teu mapa, no que se refere a Plutão. Felizmente para ti, a tua Vénus não está a ser atormentada por nenhum planeta. Apenas 'atordoada' com a semi-quadratura de Neptuno, que tolda e deixa nublado o que está à superfície. No entanto, olha bem para o que está a acontecer na tua casa 5 - a casa dos amores, dos filhos, do romance, da criatividade... No entanto, o mais intenso já passou... Agora, é navegares à vista e com pouca vela. :)

Beijos

Astrid Annabelle disse...

António!
Até que enfim voltou e voltou com um texto maravilhoso!
Sobre este assunto existem muitos pontos a serem exaltados. Cada um com seus desafios, suas "tsunamis",
seus encontros e desencontros.
Se tivermos a coragem de nos amar de verdade e a liberdade de compartilhar amor então a lição estará aprendida.
Estou aprendendo a me amar, a me aceitar, mantendo uma relação amorosa com todas as minhas faces!!!
Quem ama não sente medo!!!
Um beijo agradecido por este texto excelente!
Astrid Annabelle

António Rosa disse...

Marcelo,

Quando li o teu comentário fui olhar o teu mapa. Matutei na coisa, mas havia que não me estava a fazer sentido. Aí, fiz os teus Arcos Solares para hoje e conjuguei com os Trânsitos

Não duvido das tuas palavras quando afirmas que «por um momento onde tudo isso acontece». Não duvido mesmo e sei que é Plutão em trânsito a trabalhar a oposição à Lua Natal, mas penso que é o Arco Solar de Neptuno (no grau 2 de Capricórnio) a fazer oposição à Lua natal.

Emergem questões do subconsciente, associadas à sabedoria, refinamento e reconstrução do belo. Este Arco Solar de Neptuno-Lua é subtil o suficiente para distorcermos o nosso próprio espelho.

Compara estas situações:

- Enquanto Neptuno (no seu arco solar) pretende que ponhas cá fora o melhor de ti mesmo (sabedoria, refinamento, reconstrução do belo), Plutão em trânsito está a encaminhar-te deitar abaixo a tua habitual segurança psicológica.

Neptuno fala em sabedoria e Plutão está a usar outras medidas, por exemplo, será que sentes que não te escutam o suficiente dentro da relação? Terás a sensação que de estares a reviver situações parecidas com as havidas no passado? Haverá coisas muito parecidas?

Noto pelo teu blogue que estás numa fase de grande criatividade laboral. És apreciado e amado pelos teus leitores. Isso é Neptuno. Agradece-lhe, por favor.

Plutão está a a pedir que te ames mais, que acredites mais em ti mesmo.

A relação actual não tem que acabar. Mas será transformada, isso, sim. É o momento de aprenderes a receber. O que tiver que ser, nomeadamente, nos afectos, nos sentimentos e nas emoções. Recebe, é teu. Recebe consolo, afecto, cuidados. Tudo isso também é amor.

Outro aspecto importante deste trânsito é a mudança simbólica de papéis com a mãe. Deixas de ser o 'filho' e passas a ser o 'cuidador'. Têm vindo ao de cima muitas recordações da infância. Para usares o perdão e o amor.

Isto já vai longo e desculpa tratar-te todo o tempo por 'tu', mas aqui em Portugal é uma forma muito carinhosa que usamos para os amigos.

Grande abraço

António Rosa disse...

Astrid,

Tenho a impressão que foi o seu regresso à internet que me deu ânimo para escrever durante o fim-de-semana (hojé é segunda). :)))

Muito obrigado pelas palavras, sempre sábias, sempre gentis.

Gostei dessa ideia: «mantendo uma relação amorosa com todas as minhas faces!». Que poderoso!

Muitos beijos de alegria

Astrid Annabelle disse...

Antonio!
E isso é verdadeiro!
Olha, vou lhe confessar um segredo:
A internet sem você não tem graça.
Afinal você criou o elo do anel do coração que está se expandindo cada vez mais...mais e mais...
Veja o movimento na comunidade História Encantada... está perdendo grandes prosas, grandes insights.
Tenho certeza que todos os nossos amigos em comum assinam comigo este comentário!
Um beijo grande com muita alegria, sim senhor.
Astrid Annabelle

Anónimo disse...

Medo de amar? Tenho, sim. E vice-versa...

Bem, talvez não assim tanto medo :)

Olá!

angela disse...

Antonio
Você tem uma alma grande e generosa.
obrigada

António Rosa disse...

Astrid

Vou cuidar mais da minha colaboração na História Encantada.

Beijo

António Rosa disse...

Anónima

Todos amamos e todos temos um certo 'receio'. faz parte, não é?

Beijos

António Rosa disse...

Angela

:))

Vou ver se chegou.

Isa Grou disse...

Olá António,

Estou de pleno acordo c/ o último comentário da Astrid, viu?

Gostaria de dar a minha resposta para esta pergunta que fez a Reyel:
"... que outras partes de nós faz com a relação não continue?"
O apego... que gera insegurança e medo, falta de coragem para SE AMAR , que resulta em falta de amor-próprio, orgulho e o egoísmo... que ainda é tão forte no ser humano, enfim...

Beijos.

António Rosa disse...

Isa

Lindo e precioso testemunho. Gostei muito. Beijos.

Sérgio Falé disse...

Que caraças, está aqui um gajo a sofrer que nem um cão numa noite de lua cheia no meio de uma encruzilhada, e leio isto. Parece o relato da minha vida sentimental.

Maria Ribeiro disse...

ANTÓNIO ROSA: SIM, tenho medo de amar e do AMOR. SOFRI MAUS TRATOS DE TODA A ORDEM, num tempo(ANOS 80) em que era proibido falar disso...Omeu coração ficou inerte,nesse aspecto...
É a primeira vez que falo disso e só me dói porque os meus filhos também sofreram,ao ver-me sofrer!
BEIJOS DE LUSIBERO

António Rosa disse...

Sérgio

Muito agradecido por teres vindo e pelo teu comentário tão expressivo.

A maioria das pessoas passa por encruzilhadas da vida como estas.

Não tenho a receita para deixares de sofrer, mas posso perguntar como andas de amor-próprio? De amor por ti mesmo?

Concentra-te na pessoa talentosa que és. Certamente terás outros talentos que não conheço. Como diz a minha amiga Astrid, temos que amar todas as faces de nós mesmos e aprender a não vivermos com apegos.

Grande abraço

António Rosa disse...

Maria

Creio que chegou a hora de deixar esse sofrimento para trás. Que tenha servido para nunca mais aceitar situação parecida, de ninguém.

mas tem que fazer um favor a si mesma: seguir em frente. E isto não significa que vai arranjar, de repente, um grande amor, daqueles de fim de Verão. Nada disso.

Apenas que deve impor a si mesma o facto de se amar a si mesma. Muito, muito. Depois, verbalizar continuamente: sou feliz e aceito ser ainda mais feliz.

Verá, que aos poucos, a situação muda.

E esse medo desaparecerá.

Muitos beijos.

Sonia Beth disse...

Que tema, hein, meu amigo !!!
Eu conheço muito bem este baile ! Mesmo com Chiron/Vênus este é um ponto que preciso superar.
abs

Reyel disse...

Querido amigo,

respondendo a sua pergunta: "que outras partes de nós faz com a relação não continue?"

Penso que seja a paixão. A paixão em si não é boa nem má, e na maioria das vezes se confunde ao amor. O amor pode ser apaixonado, mas ambos podem existir separadamente. A diferença é que o amor é dócil à vontade e a paixão não. Difícil tarefa é ordenar uma paixão desordenada, e a vontade fraca cede, fazendo com que o relacionamento amoroso termine ofuscado pelo brilho da paixão.

Mas como nem tudo que brilha é ouro, muitos tarde demais caem em si da infeliz troca. Porque a paixão tbm passa, mas o amor verdadeiro não. A paixão não é sempre necessariamente direcionada a uma pessoa, mas para à liberdade que se tinha, ou para a fama, ou para a riqueza, prazeres, etc.

Assim por causa de paixões pessoais muitos relacionamentos terminam. Ou não se tinha verdadeiro amor.

Espero ter respondido.

Bênçãos!

HSLO disse...

Belo texto.

Já sofri muito por amor, porém não tenho medo de amar novamente, me entregar novamente.


abraços


Hugo

Adelaide Figueiredo disse...

António,

Como sempre um texto magnífico!
Que posso acrescentar mais?
Apenas que as pessoas livres terão talvez mais facilidade em lidar com este trânsito se tentarem ser um pouco racionais na escolha do parceiro (a), o que é um pouco difícil neste trânsito, pois impera o impulso e o desejo.
Os que vivem juntos também o podem aproveitar para "acertar" os ponteiros, com trasformações pelo meio e com honestidade.
Se o desafio vier de fora e já se vive junto, acho que tem de se pesar os valores e aí conta muito o desgaste das relações já existentes. Ho entanto, penso que terá sempre de haver honestidade e só assim poderemos ficar ou partir com a consciência tranquila e viver um amor o mais pleno possível.

Já tinha saudades destes bocadinhos astrológicos :)

Abraço

marcelo dalla disse...

Querido, quanta generosidade ! Me deixou aqui dicas preciosas. Muito grato!!!
Plutâo relamente coloca minha segurança psicológica em cheque. Estou relamente aprendendo a receber amor.
Outro ponto chave: relação com a mãe - aprender a perdoar... grande desafio! Sigamos em frente, sem medo de sermos felizes!
grande abraço

Giselle Costa disse...

Ahh querido Urso, respondo-te com toda a tranquilidade que NÃO, não tenho medo de amar, nada é tão especial como amar alguém... impossível viver sem esta experiência.

Como diz um amigo, os castelos foram contruidos lentamente não é ? a paciência e a mansidão são pontos essenciais na vida de um casal, o amor flui naturalmente.

Ótimo post, adoro falar de amor.

bjs e ótima semana.

Shin Tau disse...

António

só um apontamento rápido, depois volto com mais calma: MARAVILHOSO!!!

Preciso de digerir todo o texto.

beijocas e até já

António Rosa disse...

Sónia,

A maioria de nós bailaestas músicas. O importante é não ficarmos presos à infelicidade.

Beijos

António Rosa disse...

Reyel,

Excelente resposta, minha querida. Principalmente os apegos são os responsáveis pelo rompimento das relações.

Beijos

António Rosa disse...

Marcelo,

É sempre um prazer, meu amigo.

Abreijos

António Rosa disse...

Hugo,

O amor é para ser vivido. Se sofremos com o amor, estamos a perder o nosso amor-próprio. Mas o ser humano faz isso mesmo. Já me aconteceu, no passado.

Abraços

António Rosa disse...

Adelaide,

Neste trânsito, a racionalidade fica à porta, como muito bem sabe.

Honestidade é a palavra chave. Para o próprio.

Abraços.

António Rosa disse...

Giselle

Óptimo comentário, minha querida. Apreciei muito. Obrigado.~

Beijos

António Rosa disse...

Shin Tau

Beijokas, minha querida. Está à vontade. Muito obrigado.

Fabiano Mayrink disse...

Todos os relacionamentos tem seus altos e baixos, mesmo que as vezes ficamos muito tristes por algo, nao devemos desanimar, as vezes ficamos procurando loucamente um amor e nunca achamos, e quando ja desistimos, aparece algo novo, isso é interesante, acho que nao devemos ficar demasiadamente obsecado por alguem, pois assim nosso emocional, trata de criar coisas que nao esta acontecendo... Mais nunca devemos baixar a guarda ;)

um abraço Antonio, adorei a ilustraçao :)

António Rosa disse...

Fabiano

Sendo tu tão jovem aparentas ter experiência da vida. Que sejas muito feliz no amor, é o que te desejo.

Abraços

adriana disse...

Querido,

É...

Momento de grandes perguntas...
Grandes respostas...
Grandes lembranças...
Grandes aprendizados...

Sigamos!
beijo

António Rosa disse...

Adriana

É este o momento, sem dúvida.

Beijo e grato por ter vindo.

IdoMind disse...

António, António

Encontrar a resposta para as questões que colocas neste post (magnifico),significaria o fim dos psicólogos. E dos advogados!

É a vida em movimento.
A única constante é a mudança. Sabemos que é assim.Questionamos muitas coisas que simplesmente deviamos viver e vivemos outras que devíamos questionar.A Mestria está em saber distinguir.

O mesmo se diga quanto aos relacionamentos. Como podes dar o que quer que seja se não sabes o que vai dentro de ti. O que podes querer receber se ainda não sabes quais são as tuas reais necessidades?
O outro no final das contas só está lá para te mostrar quem és tu. E quem queres ser.

Sou a pessoa que gosta de pular em flor e flor enchendo o ego das atenções de estranhas ou estranhos tão vazios ou perdidos quanto eu? Sou o homem ou a mulher que procura com honestidade ser feliz, uns dias melhor outros pior, mas sempre com limpeza comigo e com o outro.
Sou o corajoso que põe fim a um casamento de 20 anos simplesmente porque já não sinto a vida pulsar.Porque acredito que ainda há tempo para aprender a rir...

Quem quero ser? Também os relacionamnetos servem para isto, para nossa definição, para o nosso crescimento como seres humanos. O resto são só detalhes.

E tenho aprendido que casa um sabe dos seus...

A minha experiência pessoal era não me envolver para não ter de lidar com sentimentos. Procurava por isso pessoas que não apresentassem grande perigo de me virar ao contrário. E pronto, vivia assim dentro de uma zona de controlo que gostava muito.

Hoje quero partir a cabeça se necessário para sentir o coração a bater!Se é o melhor? Ainda não sei, mas tenho-me conhecido.

Mil beijos e GRANDE POST!

Sérgio Falé disse...

Lua atormentadora é a palavra.
Sou touro.
Obrigado por teres passado por lá.

Magda Moita disse...

Olis António!

Magnifico texto, na verdade, aliás como sempre...

No fundo tudo se resume a falta de sinceridade que temos connosco próprios e consequentemente com quem nos está próximo.

Respondendo a tua pergunta, se tenho medo de amar?

Cada vez menos...

Um beijo daqueles e advirto que tenho saudades tuas.

Magda

António Rosa disse...

IdoMind,

Nem tinha penado que poderia representar o fim dos psicólogos e advogados... :) Não queremos isso. Que toda a gente continue em paz. Adorei o teu testemunho.

Beijos

António Rosa disse...

Sérgio

Obrigado. Simpático.

António Rosa disse...

Magda

Também tenho muitas saudades tuas. Temos que combinar um encontro. Beijos

Vera Y. Silva disse...

Não é preciso saber muito de lógica nem de retórica, nem de pedagogia, para perceber que não se deve explicar o fácil com o difícil. Do mesmo modo, é óbvio que para explicar uma coisa difícil é preciso recorrer a outra coisa mais fácil (e não a uma tão ou mais difícil).
Vem isto a propósito do seguinte: como é que alguém que pretende explicar o amor vai falar de astrologia???????

Sandro Gomes disse...

Antônio,

Mais uma ótima postagem. Tenho Vênus em Gêmeos na Quarta em quadratura com a Lua em Virgem na Sétima. É a principal quadratura do meu mapa. O feminino está bem exaltado; as mulheres me atraem muito e me são muito importantes. Por causa dessa quadratura, o direcionamento para o feminino em mim costuma confundir e misturar a sedução e a maternidade, a carícia e o carinho, a companheira e a mãe. O amor era vivido como busca fusional, sem espaço para a alteridade, diferença.

Depois dos trânsitos de Plutão fazendo oposição à Vênus e em seguida quadratura à Lua, tive maior consciência dessas coisas e aprendi que amor não é fusão, e nem tão somente sentimento: ele é atitude, integridade, responsabilidade e respeito. É cuidado para com o outro, sem excessos para que a outra pessoa seja ela mesma.

Se eu não por um contorno, delimitar fronteiras e limites a minha quadratura faz muitos estragos nas pessoas, a começar de mim mesmo.

Abraços

António Rosa disse...

Vera

Li atentamente a sua pergunta.

Misturar 'lógica', 'retórica', 'pedagogia' para fazer a pergunta que fez, é, no mínimo revelador que ficou desconcertada com um tema astrológico tratado desta maneira. Talvez não esteja habituada a ver a astrologia tratada desta maneira.

Não pretendi explicar o amor, como afirma. Nem saberia fazê-lo. Apenas pretendi explicar um determinado trânsito astrológico. Apenas isso. Este blogue, para sua informação, trata muitas vezes de assuntos astrológicos.

Muito agradecido pela presença.

António Rosa disse...

Sandro,

Magnífico comentário. Muito bem explicado. Sobretudo por estar tão atento a si mesmo e à sua quadratura.

É sempre bem-vindo.

Abraços.

Vera Y. Silva disse...

Ler atentamente a pergunta não bastava para perceber. Era preciso ler alguns livros de filosofia e de ciência, e era preciso ser capaz de percebê-los, para depois entender a perguntar.
Não há nenhuma forma boa de tratar a astrologia - esta é uma superstição, uma pseudo-ciência, uma aldrabice. Desculpe lá a franqueza. Precisamos de racionalidade no mundo e não de obscurantismo.

António Rosa disse...

Vera

Ok, é a sua opinião, não solicitada.

Neste blogue, permitimos que todas as pessoas se expressem. Fiz isso consigo.

Ao menos permita aos outros terem uma opinião diferente da sua. E saber aceitá-la. Mesmo não estando de acordo.

Não saber astrologia e não acreditar nela, não lhe dá o direito de ser invasiva e agressiva, como foi. Usando as suas palavras - 'Desculpe lá a franqueza'.

Se não gosta, deixe de lado.

Passe bem.

Viu, fui muito suave consigo.

Será sempre bem-vinda se a sua atitude não for tão agressiva.

Cumprimentos.

Shin Tau disse...

António,

pois então, agora com mais tempo e recomposta (entraram muitas palavras em mim), aqui vamos ao diálogo.

Um dos pontos fundamentais é exactamente esse, para mim pois está claro, até que ponto estou pronta para me conhecer através do outro. Quantas vezes fujo de algumas coisas por resolver com o OM para fantasias platónicas com outros seres??? Não sei, talvez uma Vénus em Peixes seja a responsável...mas sei que acordo e luto comigo mesma para evitar essas ilusões.

A cada vez que me encontro nessa situação compreendo que estou a fugir de mim e da minha entrega total, não é fácil...pois o outro também já nos conhece tão bem e nem sempre sabe libertar a imagem que tem de nós para ver quem somos na realidade. Esta luta também é real.

As relações são como disse a IdoMind uma oportunidade de crescimento, haja autoconhecimento ou humildade para enfrentar as nossas limitações e tudo correrá bem!

Não posso ir embora sem mais uma vez referir que belo texto. A aceitação é um tema que te sai da alma :)

Beijocas e parabéns pelo belo trabalho

p.s. Vou imprimir e guardar para ir relendo ao longo da semana!

António Rosa disse...

Querida Shin

Se o tema da aceitação me sai da alma, é porque ainda continuo a aprender e a praticar. Só isso. Tenho consciência disso.

Muitos beijos e lindo testemunho.

Silvia Freedom disse...

Antonio,

Como você sabe gostei do post e levei-o em link ao facebook para que outros pudessem ter acesso, e assim fazerem a mesma pergunta a si mesmos...

E estou de acordo com Astrid e acredito que o Anel do coração é feito nas redes em que colocamos nossa energia, intenção, coração, disposição...

Por isso estou mais dedicada à História Encantada e para melhor concentrar desliguei-me do facebook (ainda que a fazendinha fosse uma gostosa sessão de lazer lúdico)...pois sei que vivemos um momento especial e intenso.

Constância Consciente no fluxo Amor & Luz e seguimos...Já é tempo.

Bom reve-lo....
bom partilhar e somar.
Beijos de Luz

António Rosa disse...

Olá Silvia

Creio que lhe agradeci no Facebook a divulgação do tema.

Foi um prazer interagir consigo lá nas fazendas. É uma forma lúdica de descontrair.

Também procuro colocar alguma da minha energia na História Encantada. Pelo menos tento. Como sabe, não dedico exclusividade a nenhuma rede. :)))

Beijo

Pedro disse...

Muito interessante este blog.
Parabens...

Já agora visita www.diariosemtabaco.blogspot.com
O meu dia a dia sem tabaco.

António Rosa disse...

Pedro,

Fui conhecer o seu blogue e o seu projecto de não fumar. Desejo-lhe muito sucesso nessa empreitada.

Christiane Forcinito Ashlay Silva de Oliveira disse...

Amigo

Como sempre certeiro!!!!!!

Eu estou vivendo a quadratura plutão - plutão e plutão - vênus

Vivo também a quadratura vênus -saturno...

Eu digo estou sofrendo muito como há muito não sofria... A solidão é meu maior tormento, não consigo olhar no espelho também... Depois da cirurgia entrei em uma depressão e até agora isso está difícil.

Estou limitada, engordando e ainda por cima me sinto completamente sozinha... Sei que vai passar e isso que me faz continuar a cada dia...

Ando chorando muito e com um cansaço que não consigo sanar e nem explicar... Nem os medicamentos tem me ajudado...

Porém sei que vai passar, embora saiba que as quadraturas durarão até novembro de 2011...

Como já sei disso vou lutar para que eu me sinta melhor... Tenho rezado, meditado e preciso mesmo de umas férias... Preciso de amor... Preciso de atenção... Preciso de amigos, mas ao mesmo tempo não quero passar essa "nuvem negra" que está comigo então fico mais em silêncio, compreende?

Ai amigo desculpe o desabafo mas esta fase uau... Quanta tristeza... Vou chorar tudo que devo agora para nunca mais hehehehehe...

Grande beijo.

Chris :)

Cris França disse...

Ola Antonio, meu amigo,

sempre uma alegria visitar esta casa.

Veja, que tema intenso que abordaste, porque vejo que relacionamentos, são mesmos prismas do amor, podem ser visto de vários formas diferentes e irradiam luzes diferentes também.

Mas creio que o desafio verdadeiro, não seja nunca a pergunta, mas a resposta verdadeira, aquela verdade que é só tua e do teu coração, essa sim tem sentido.

um beijo enorme e obrigada por fazer-nos refletir sobre esse tema intenso.

Tina disse...

Se tivesse medo de amar preferia estar morta.Medo é uma palavra que quase não cabe no meu vocabulário,tenho poucos medos,pensando bem,talvez nenhum.Tá tudo certo!E sempre estará...
Em relação a comunhão de 2 pessoas,a minha experiência é viver o hoje, sem pecados,sem dogmas estipulados,sem joguingo ou guerra dos sexos...Estou casada ha 13 anos e ainda desejo estar por muito mais tempo...O meu segredo é viver como mulher e as vezes dar uma de homem e deixar ele ser o homem e viver mulher qdo quiser,mas como é isso?É a comunhão de nosso ser,ninguém consegue ser feliz sendo totalmente yin ou totalmente yang.Ele gosta de lavar louca e arrumar a casa, eu sou briguenta,autoritária e mandona.Ao mesmo tempo ele joga bola com os amigos, e eu compro Lancôme!!!...
Vivemos em paz!Quando ele tá com a macaca eu to quietinha ,qdo eu to com a macaca,ele fica na dele.Pronto!Ninguém é preso aqui,muito menos dono de ninguém, a gente tá junto até agora pq está! Se não tiver amanhã, bola pra frente...Talvez seja o signo eu [libra],ele [aquario], não sei...Só sei que cultivamos o nosso amor diariamente,somos namorados, brigamos,choramos e vivemos,aprendendo um com o outro...A felicidade depende de cada um,pra vc felicidade é uma coisa, derrepende para mim é outra...Ou ambas,pura ilusão!
Sem medos,sem ansiedades,sem culpas!
bjos
Ana

Magda Moita disse...

Parabéns Tina!
Gostei muito do seu depoimento!
Sou Balança, só ainda não arranjei foi nenhum aquário, lol…
Abraço

Magda

António Rosa disse...

Christiane

Lamento o seu sofrimento, mas creio que você tem força suficiente para superar esta fase mas difícil da sua vida.

Grato por ter vindo.

Beijo

António Rosa disse...

Cris França

Que bom que foi ler o seu comentário. Muito saudável.

Beijos

António Rosa disse...

Tina

Apreciei muito o seu testemunho, sobretudo aquela parte em que diz: «Quando ele tá com a macaca eu to quietinha ,qdo eu to com a macaca,ele fica na dele.»

Bem haja.

Tina disse...

É Antonio,temos que respeitar o momento do outro...Não é todo o dia que vc vê a vida florida,tem mulher que fica asim:o que aconteceu?tá com raiva de mim?Fala comigo?Tem outra mulher?ahhhhh, que coisa chata tanta insegurança...Detesto prisão.Em todos os sentidos, na familia, no amor, nas amizades...Me deixa livre!
Vc não acha melhor viver assim?
bjos

Richard disse...

Antônio,

Seu blog foi selecionado para o Deslinks da Semana [7]. http://migre.me/aR9i.

Parabéns pelo ótimo post!

Abs!

Maria Paula Ribeiro disse...

Olá António,

Não tinha comentado antes, porque publicaste este soberbo post (embora o tenha lido) num dia muito complicado para mim...Um dia de ausência de amor total para não dizer o oposto..

Seria modéstia minha se te dissesse que não tenho medo de amar...Amar alguém é fácil, amar um animal é muito fácil, uma paisagem, até podemos amar alguém espiritualmente porque sentimos esse amor dentro de nós mesmo, livre, em amaras, desnudado. E esse amor creio que me foi muito bem incutido na vida

Mas tenho sim medo de não ser amada...
Um medo que faz gelar a mais pequena gota de água... E quando o sentimos, é meio caminho andado para o término de uma relação...

Um beijo bem grande e bom fim semana,
meu mestre amoroso! ;)

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