Não

28 de agosto de 2009 ·

Temos eleições à porta, em Portugal. Já em Setembro. Exercendo os meus direitos de cidadania, afirmo:

Não posso votar
num partido dirigido por uma senhora que debita opiniões como estas: «a família serve para a procriação» [pura manifestação de 'desamor'], «aumentar o salário mínimo roça a irresponsabilidade» [percebe-se quais são as suas preocupações sociais], «seis meses sem democracia para se meter tudo na ordem» [apetência pela ditadura], «rasgar as leis» [?????], «não taxar os muito ricos, mas sim os iates que eles compram»
[disparate, pois eles compram nas offshores]. Estamos falados sobre o maior partido de oposição.

Interessa-me a evolução desta parte da humanidade chamada Portugal. Essa evolução só é possível com modernidade.
Só posso votar num partido onde a evolução e modernização estejam de mãos dadas com a solidariedade.

Solidariedade é o acto mínimo de amor que um estado deve manifestar.

28 comentários:

Violeta Encarnada disse...
28 de agosto de 2009 às 07:35  

" Só posso votar num partido onde a evolução e modernização estejam de mãos dadas com a solidariedade."

Qual é esse partido que eu não conheço?

O nosso sistema multipartidário mais parece bipartidário...

Desta vez não me apetece nada ir votar!

Bom dia, A.R., José.

Maria Paula Ribeiro disse...
28 de agosto de 2009 às 08:57  

;))))))))))
he he he he he he
hi hi hi hi hi hi ;)))))))

spasoporagora disse...
28 de agosto de 2009 às 09:28  

Aff.. Quando leio sobre os politicos de Portugal parece que leio dos do Brasil. Seriam gêmeos? Não, tudo "farinha do mesmo saco". Nem dá p rir, tamanho desgosto. Bj.

Meri.

Ana Cristina disse...
28 de agosto de 2009 às 09:29  

Amigo vai formar o partido de que fala?

António Rosa, José disse...
28 de agosto de 2009 às 10:23  

Violeta

O facto de eu ter escrito que «só posso votar...» não significa que reconheça haver algum partido que tenha as características que aponto.

:))))

Se não lhe apetece votar, é isso que deve fazer. Tenho faltado muitas vezes à convocatória nacional.

António Rosa, José disse...
28 de agosto de 2009 às 10:24  

Maria Paula

Também deixo aqui o sorriso:

:)))))))
:)))))))

António Rosa, José disse...
28 de agosto de 2009 às 10:24  

Meri

Infelizmente, a política faz-se assim...

António Rosa, José disse...
28 de agosto de 2009 às 10:25  

Ana Cristina

Não tenho vocação para a política. de todos. :)))))))))

Fatima disse...
28 de agosto de 2009 às 10:44  

Por aqui tb andamos bem insatisfeitos com os políticos.
Bjs.

António Rosa, José disse...
28 de agosto de 2009 às 11:24  

Fatima

Parece ser demasiado comum.

Abraço

Siala ap Maeve disse...
28 de agosto de 2009 às 11:26  

Oposição? Qual oposição? Só para rir...ainda não vi/ouvi nenhum dos partidos da oposição a apresentar soluções, criticas construtivas, alternativas, novas visões...e para mim oposição é isso mesmo. Não basta dizer que não concordamos, que está mal feito, que podia ser melhor...onde está a oposição estruturada em visões válidas? Onde anda a politica ao serviço do bem comum, dos cidadãos e cidadãs, ao serviço do desenvolvimento sólido e equilibrado das múltiplas estruturas que sustentam a nossa sociedade? ... A democracia começa em cada um de nós. O civismo começa em cada um de nós. O respeito, a consideração, a ética, a mudança...começa em cada um de nós individualmente...depois propaga-se, espalha-se, contagia :) Não podemos continuar á espera que os políticos, partidos e governos façam a papinha toda por nós. Eles são espelho de nós, daquilo que nós somos... da sociedade que diariamente nós construimos com as nossas opções, cedências, acções, desejos, anseios, submissões e desistências... Já está na hora de acordar, de assumir responsabilidades e assumir o poder que cada um de nós tem. É fácil criticar a política e os políticos...mas será que podemos exigir a estes seres aquilo que nós mesmos não somos capazes de fazer no nosso dia a dia? Porque será que Portugal está a passar por esta situação? Porque será que temos os políticos que temos?
Quantos de nós defendem a verdade a todo o custo? Quantos de nós são éticos e puramente desinteressados nas suas acções diariamente? Quantos de nós compactuam com injustiças, com situações dolorosas, com crueldade? Quantos de nós preferem ficar em frente á TV quando o nosso tempo é precioso para outros (família, animais, solidariedade social, etc?)
Não é nada fácil olhar-mo-nos ao espelho...
Eu continuo a acreditar que é possível. Eu continuo a acreditar no poder que cada ser humano tem, e no que tem de bom...Acredito na politica, na politica verdadeira, não na farsa que todos nós ajudámos a criar.
Eu vou votar. Votar é um direito. É um direito conquistado com lágrimas, suor e sangue pelos nossos antepassados, quem sabe por alguns de nós também? Votar é um dever cívico...é uma das formas de participação activa. Votar é também uma arma...no dia em que os votos em branco forem a larga, esmagadora maioria, talvez uma mensagem bem clara passe...
Neste momento, receio por Portugal...
Peço desde já desculpa se o meu comentário ferir a susceptibilidade de alguém, não é essa a minha intenção.
Entendam que em cada palavra minha há um profundo amor por este país, por todos nós e pelo planeta.
António, estiquei-me...
Beijos de Luz

António Rosa, José disse...
28 de agosto de 2009 às 11:35  

Siala

Admirável a tua exposição. Muito boa e esclarecedora. Não te esticaste nada. Este texto, por si só é um post excelente.

Muito obrigado.

Anónimo disse...
28 de agosto de 2009 às 12:58  

Era mais uma pergunta de retórica, Maestro José. Se conhecesse esse partido, certamente que o teria referido aqui, certo?

Quanto a votar, não acho certo as pessoas demitirem-se do seu papel de eleitores, mas os partidos dizem sempre a mesma coisa, os políticos não são inteligentes, nadinha. Um político inteligente, para mim, seria um que também falasse bem dos seus adversários, mas são tão pouco inteligentes que usam a mesma táctica há décadas e décadas, para não ir mais longe. E a burrice é tanta que não percebem que o povo não os leva a sério.
Uf, que fartação!
Foi um desabafo. Sabe, é que o povo português não é burro, porque raio é que é governado por asnos?

Violeta Encarnada disse...
28 de agosto de 2009 às 13:04  

A anónima sou eu, para o caso de não ter percebido

Maria Paula Ribeiro disse...
28 de agosto de 2009 às 13:24  

Siala!!!!!!!!!!

Maravilhoso!!!!
Forma o partido, eu apoio-te!!!!

Fico com a pasta do ministério da Agricultura (onde está inserida a Medicina Veterinária)!!!

Mudar com consciência, o espelho da nossa sociedade.

Beijo grande miúda e estica-te as vezes que quiseres! Dá gosto.
(António, desculpa é ser só para a Siala!)

angela disse...
28 de agosto de 2009 às 14:42  

Penso que esse seu preceito serve a todos os paises, e temos que escolher o que mais se aproxima disso, senão só aumentaremos as injustiças sociais.
beijos e boa sorte

Luan disse...
28 de agosto de 2009 às 17:07  

Não sei como anda as coisas aí em Portugal, já aqui no Brasil a coisa tá feia.
Não entendo muito de política (nem quero), mas até os cachorros já estão sabendo que a coisa tá negra.

abraços :)

António Rosa, José disse...
28 de agosto de 2009 às 17:56  

Violeta

Sem dúvida que o povo português não é burro, mas estão reunidas várias condições para haver um profundo desassossego. Veremos no que isto vai dar.

Bom fim-de-semana

António Rosa, José disse...
28 de agosto de 2009 às 17:56  

Angela

Pelos vistos o mal é geral.

Beijo

António Rosa, José disse...
28 de agosto de 2009 às 17:57  

Luan

Onde está o teu novo blogue? Sumiu?

Abraço

.Lis disse...
28 de agosto de 2009 às 20:15  

Antonio,
Como é triste essa desesperança com os politicos! Quero muito acreditar que os daí de Portugal,sejam um tanto melhores que os do Brasil,onde tem sido um desastre só. E a populaçao continua reelegendo corruptos. Que voce tenham melhor sorte!
Abraços

António Rosa disse...
28 de agosto de 2009 às 20:55  

O comentário da Siala passou a post no seu blogue «Eridanis»:

Não... mas NÃO mesmo

Terra de Encanto disse...
28 de agosto de 2009 às 22:06  

António,
não posso senão concordar contigo quanto à posição daquela senhora, que se pretende candidata a governar este nosso pobre país...

Mas discordo de quem não exerça o seu direito e dever de votar. Muitos, antes de mim, lutaram por esse direito, nem imagino com que custos.

Beijo amigo
Susana

Francisco Castelo Branco disse...
30 de agosto de 2009 às 01:18  

Olá Antonio

Gostei do programa apresentado por Ferreira Leite.
É coerente e está de acordo com aquilo que ela tem dito

Nao concordo com a suspensao do TGV nem a do modelo de avaliação dos professores.

Esta ultima claramente para ganhar votos
Mas pode ver mais opiniões neste link......http://olhardireito.blogspot.com/2009/08/ruptura.html

Ja agora, que soluções tem ela para a astrologia?

António Rosa disse...
31 de agosto de 2009 às 10:05  

Terra de Encanto,

O direito ao voto é absolutamente inquestionável.

Beijo

António Rosa disse...
31 de agosto de 2009 às 10:05  

Olá Francisco

Peço descupa de só agora responder, mas estive desde sexta-feira sem abrir o computador. Foi mesmo desligar~do mundo à minha volta.

Estamos agora a começar a paret mais quente da campanha. Aind amuita coisa rolará. Para já termos pela frente os 5 debates, que em meu entender, serão terrivelmente enfadonhos, pos obviamente vai ser uma comversa de surdos.

Não tenho os dados completos de MFL (falta-me a hora de nascimento) para poder fazer uma análise precisa, mas por aquilo que tenho visto, sem grande rigor por me faltarem dados, ela está a atravessar uma fase muito nebulosa. Tenciono dedicar-me a essas análises ao longo da campanha.

Vou já ver esse seu post.

Abraço

Magda Moita disse...
3 de setembro de 2009 às 12:23  

António!

A Ana Cristina é que tem razão...

Eu acho que darias um excelente politico, e acredita, eu passaria a votar...

Beijos

António Rosa disse...
3 de setembro de 2009 às 13:32  

Magda

Que privilégio!!!

28 de agosto de 2009

Não

Temos eleições à porta, em Portugal. Já em Setembro. Exercendo os meus direitos de cidadania, afirmo:

Não posso votar
num partido dirigido por uma senhora que debita opiniões como estas: «a família serve para a procriação» [pura manifestação de 'desamor'], «aumentar o salário mínimo roça a irresponsabilidade» [percebe-se quais são as suas preocupações sociais], «seis meses sem democracia para se meter tudo na ordem» [apetência pela ditadura], «rasgar as leis» [?????], «não taxar os muito ricos, mas sim os iates que eles compram»
[disparate, pois eles compram nas offshores]. Estamos falados sobre o maior partido de oposição.

Interessa-me a evolução desta parte da humanidade chamada Portugal. Essa evolução só é possível com modernidade.
Só posso votar num partido onde a evolução e modernização estejam de mãos dadas com a solidariedade.

Solidariedade é o acto mínimo de amor que um estado deve manifestar.

28 comentários:

Violeta Encarnada disse...

" Só posso votar num partido onde a evolução e modernização estejam de mãos dadas com a solidariedade."

Qual é esse partido que eu não conheço?

O nosso sistema multipartidário mais parece bipartidário...

Desta vez não me apetece nada ir votar!

Bom dia, A.R., José.

Maria Paula Ribeiro disse...

;))))))))))
he he he he he he
hi hi hi hi hi hi ;)))))))

spasoporagora disse...

Aff.. Quando leio sobre os politicos de Portugal parece que leio dos do Brasil. Seriam gêmeos? Não, tudo "farinha do mesmo saco". Nem dá p rir, tamanho desgosto. Bj.

Meri.

Ana Cristina disse...

Amigo vai formar o partido de que fala?

António Rosa, José disse...

Violeta

O facto de eu ter escrito que «só posso votar...» não significa que reconheça haver algum partido que tenha as características que aponto.

:))))

Se não lhe apetece votar, é isso que deve fazer. Tenho faltado muitas vezes à convocatória nacional.

António Rosa, José disse...

Maria Paula

Também deixo aqui o sorriso:

:)))))))
:)))))))

António Rosa, José disse...

Meri

Infelizmente, a política faz-se assim...

António Rosa, José disse...

Ana Cristina

Não tenho vocação para a política. de todos. :)))))))))

Fatima disse...

Por aqui tb andamos bem insatisfeitos com os políticos.
Bjs.

António Rosa, José disse...

Fatima

Parece ser demasiado comum.

Abraço

Siala ap Maeve disse...

Oposição? Qual oposição? Só para rir...ainda não vi/ouvi nenhum dos partidos da oposição a apresentar soluções, criticas construtivas, alternativas, novas visões...e para mim oposição é isso mesmo. Não basta dizer que não concordamos, que está mal feito, que podia ser melhor...onde está a oposição estruturada em visões válidas? Onde anda a politica ao serviço do bem comum, dos cidadãos e cidadãs, ao serviço do desenvolvimento sólido e equilibrado das múltiplas estruturas que sustentam a nossa sociedade? ... A democracia começa em cada um de nós. O civismo começa em cada um de nós. O respeito, a consideração, a ética, a mudança...começa em cada um de nós individualmente...depois propaga-se, espalha-se, contagia :) Não podemos continuar á espera que os políticos, partidos e governos façam a papinha toda por nós. Eles são espelho de nós, daquilo que nós somos... da sociedade que diariamente nós construimos com as nossas opções, cedências, acções, desejos, anseios, submissões e desistências... Já está na hora de acordar, de assumir responsabilidades e assumir o poder que cada um de nós tem. É fácil criticar a política e os políticos...mas será que podemos exigir a estes seres aquilo que nós mesmos não somos capazes de fazer no nosso dia a dia? Porque será que Portugal está a passar por esta situação? Porque será que temos os políticos que temos?
Quantos de nós defendem a verdade a todo o custo? Quantos de nós são éticos e puramente desinteressados nas suas acções diariamente? Quantos de nós compactuam com injustiças, com situações dolorosas, com crueldade? Quantos de nós preferem ficar em frente á TV quando o nosso tempo é precioso para outros (família, animais, solidariedade social, etc?)
Não é nada fácil olhar-mo-nos ao espelho...
Eu continuo a acreditar que é possível. Eu continuo a acreditar no poder que cada ser humano tem, e no que tem de bom...Acredito na politica, na politica verdadeira, não na farsa que todos nós ajudámos a criar.
Eu vou votar. Votar é um direito. É um direito conquistado com lágrimas, suor e sangue pelos nossos antepassados, quem sabe por alguns de nós também? Votar é um dever cívico...é uma das formas de participação activa. Votar é também uma arma...no dia em que os votos em branco forem a larga, esmagadora maioria, talvez uma mensagem bem clara passe...
Neste momento, receio por Portugal...
Peço desde já desculpa se o meu comentário ferir a susceptibilidade de alguém, não é essa a minha intenção.
Entendam que em cada palavra minha há um profundo amor por este país, por todos nós e pelo planeta.
António, estiquei-me...
Beijos de Luz

António Rosa, José disse...

Siala

Admirável a tua exposição. Muito boa e esclarecedora. Não te esticaste nada. Este texto, por si só é um post excelente.

Muito obrigado.

Anónimo disse...

Era mais uma pergunta de retórica, Maestro José. Se conhecesse esse partido, certamente que o teria referido aqui, certo?

Quanto a votar, não acho certo as pessoas demitirem-se do seu papel de eleitores, mas os partidos dizem sempre a mesma coisa, os políticos não são inteligentes, nadinha. Um político inteligente, para mim, seria um que também falasse bem dos seus adversários, mas são tão pouco inteligentes que usam a mesma táctica há décadas e décadas, para não ir mais longe. E a burrice é tanta que não percebem que o povo não os leva a sério.
Uf, que fartação!
Foi um desabafo. Sabe, é que o povo português não é burro, porque raio é que é governado por asnos?

Violeta Encarnada disse...

A anónima sou eu, para o caso de não ter percebido

Maria Paula Ribeiro disse...

Siala!!!!!!!!!!

Maravilhoso!!!!
Forma o partido, eu apoio-te!!!!

Fico com a pasta do ministério da Agricultura (onde está inserida a Medicina Veterinária)!!!

Mudar com consciência, o espelho da nossa sociedade.

Beijo grande miúda e estica-te as vezes que quiseres! Dá gosto.
(António, desculpa é ser só para a Siala!)

angela disse...

Penso que esse seu preceito serve a todos os paises, e temos que escolher o que mais se aproxima disso, senão só aumentaremos as injustiças sociais.
beijos e boa sorte

Luan disse...

Não sei como anda as coisas aí em Portugal, já aqui no Brasil a coisa tá feia.
Não entendo muito de política (nem quero), mas até os cachorros já estão sabendo que a coisa tá negra.

abraços :)

António Rosa, José disse...

Violeta

Sem dúvida que o povo português não é burro, mas estão reunidas várias condições para haver um profundo desassossego. Veremos no que isto vai dar.

Bom fim-de-semana

António Rosa, José disse...

Angela

Pelos vistos o mal é geral.

Beijo

António Rosa, José disse...

Luan

Onde está o teu novo blogue? Sumiu?

Abraço

.Lis disse...

Antonio,
Como é triste essa desesperança com os politicos! Quero muito acreditar que os daí de Portugal,sejam um tanto melhores que os do Brasil,onde tem sido um desastre só. E a populaçao continua reelegendo corruptos. Que voce tenham melhor sorte!
Abraços

António Rosa disse...

O comentário da Siala passou a post no seu blogue «Eridanis»:

Não... mas NÃO mesmo

Terra de Encanto disse...

António,
não posso senão concordar contigo quanto à posição daquela senhora, que se pretende candidata a governar este nosso pobre país...

Mas discordo de quem não exerça o seu direito e dever de votar. Muitos, antes de mim, lutaram por esse direito, nem imagino com que custos.

Beijo amigo
Susana

Francisco Castelo Branco disse...

Olá Antonio

Gostei do programa apresentado por Ferreira Leite.
É coerente e está de acordo com aquilo que ela tem dito

Nao concordo com a suspensao do TGV nem a do modelo de avaliação dos professores.

Esta ultima claramente para ganhar votos
Mas pode ver mais opiniões neste link......http://olhardireito.blogspot.com/2009/08/ruptura.html

Ja agora, que soluções tem ela para a astrologia?

António Rosa disse...

Terra de Encanto,

O direito ao voto é absolutamente inquestionável.

Beijo

António Rosa disse...

Olá Francisco

Peço descupa de só agora responder, mas estive desde sexta-feira sem abrir o computador. Foi mesmo desligar~do mundo à minha volta.

Estamos agora a começar a paret mais quente da campanha. Aind amuita coisa rolará. Para já termos pela frente os 5 debates, que em meu entender, serão terrivelmente enfadonhos, pos obviamente vai ser uma comversa de surdos.

Não tenho os dados completos de MFL (falta-me a hora de nascimento) para poder fazer uma análise precisa, mas por aquilo que tenho visto, sem grande rigor por me faltarem dados, ela está a atravessar uma fase muito nebulosa. Tenciono dedicar-me a essas análises ao longo da campanha.

Vou já ver esse seu post.

Abraço

Magda Moita disse...

António!

A Ana Cristina é que tem razão...

Eu acho que darias um excelente politico, e acredita, eu passaria a votar...

Beijos

António Rosa disse...

Magda

Que privilégio!!!

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