O estábulo [blogagem colectiva]

31 de agosto de 2009 ·


Este post faz parte da blogagem colectiva com o tema 'Dormir aqui e amanhecer em outro lugar', uma iniciativa do blog 'Vou de Coletivo', para o mês de Setembro de 2009. Passe pelo 'Vou de Coletivo!

Ainda ensonado, ouvia perfeitamente o relinchar da ‘Isor’ e dos outros cavalos no estábulo. Estavam muito aflitos porque queriam afastar-se das chamas invasoras que rapidamente consumiam a madeira das paredes e do tecto. Uma rabanada de vento soprara por entre as frinchas das tábuas e derrubaram a vela acesa, provocando o incêndio, que tomara proporções gigantescas.
As chamas altas e o fumo espesso impediam que se visse com clareza o que estava a acontecer dentro do estábulo. Cansado das lides do dia, ele descansara um pouco nos montes de feno guardados a um canto. Tomou consciência do perigo e da situação dos animais pelos relinchos assustados, sobretudo da égua castanha com quem trabalhava directamente nas actividades do campo. Ao fim de uns segundos que pareceram anos, lá conseguiu perceber que era fundamental retirar os cavalos do cerco e abrir-lhes uma passagem para que sobrevivessem àquele inferno. Meteu-se por entre as chamas quando ouviu as vozes dos colegas que tentavam fazer o mesmo. Faltava-lhe a respiração e parecia que ia perdendo a consciência, não conseguindo encontrar uma abertura, pois todas as madeiras ardiam e o fumo não permitia respirar.

Quando tomou consciência próxima novamente, encontrava-se no consultório da sua terapeuta de vidas passadas. Continuava sem saber se os cavalos e ele próprio e os colegas tinham sobrevivido ao que lhe fora dado vivenciar. Ou, se tinham todos perecido naquele brutal incêndio. Até hoje, ele continua sem saber.

92 comentários:

Rosan disse...
31 de agosto de 2009 às 02:30  

Até eu fiquei curiosa para saber o desfecho dessa vida, acho que ele e os amigos desencarnaram naquela ocasião, minha opinião.
Acho que é mesmo asim ao fazermos a passagem, mudarmos de plano, simplesmente acordamos em outro lugar.
Beijo

angela disse...
31 de agosto de 2009 às 03:49  

Bonito texto Antonio e criativo como sempre. A vida tem seus mistérios e nem tudo dá para saber.
beijos

Maria Izabel Viégas disse...
31 de agosto de 2009 às 05:02  

Amigo António, que lindo! Que belo acordar , não deste lado no consultório do terapeuta, não! Belo acordar lá dentro no sono , no despertar das recordações da alma!
Já sabes o quanto este post me encantou :)
é o que mais acredito: nossa alma a viajar!
Lindo, lindo, lindo!
beijos n'alma!

Silvia Freedom disse...
31 de agosto de 2009 às 05:45  

O sono, o sonho e a terceira dimensão....parece um holograma...coisas de "matrix': quem vive o sonho? o sonhador ? será? será que estamos num grande sonho? e...de repende....despertamos e vemos que o sonho nada mais era que um "filme" em que foramos personagens para com o enredo expericiar as estórias e seus resultados experinciais para nos aprumar em registros de emoção e conhecimento.....será? bem...mas ja que somos os roteiristas, atores, personagens desse grande sonho.....vamos seguindo...rumo ao despertar...é tempo mesmo.Soltar as amarras e despertar....salto quântico a nos chamar!

Kotta disse...
31 de agosto de 2009 às 09:33  

Mas que história. No entanto tudo isso acontece nos dias de hoje só que sabemos logo como termina,se foi sonho fica para sempre a dúvida.
Será que foi sonho ou passou-se noutra vida, acontece-me frequentemente reconhecer certos locais sem nunca lá ter estado.Bjo

Maria de Fátima disse...
31 de agosto de 2009 às 09:57  

Olá António, linda história.Beijocas.

António Rosa disse...
31 de agosto de 2009 às 10:30  

Rosan

Só agora reparei que me equivoquei ao agendar este post, que deevria ter saído no dia 1, que é quando a blogagem colectiva do Murilo começa. Infelizmente saiu 24 horas antes.

Como estive desde sexta-feira sem ligar o computador e este post está agendado há mais de uma semana, nem me apercebi disto. Vou concorrer na mesma.

Os amigos leitores também podiam concorrer.

Não sei o desfecho deste acontecimento. :)

Beijo

António Rosa disse...
31 de agosto de 2009 às 10:31  

Angela

É isso, a vida tem os seus mistérios e eu não sei o desfecho deste.

Beijo

António Rosa disse...
31 de agosto de 2009 às 10:33  

Maria Izabel

Muito agradecido pelo seu testemunho. Vindo de uma terapeuta especializada em vidas passadas, agradou-me muito o seu testemunho. Ando há 5 anos com a ideia que deveria fazer uma regressão complementar a esta, pois apesar de eu ter percebido a mensagem, associada a animais, sempre fiquei num grande desconhecimento.

Beijo

António Rosa disse...
31 de agosto de 2009 às 10:36  

Silvia

Gostei dessa ideia: quem vive o sonho? e qual a ideia? Fica sempre essa sensação de sermos nós a escrever a história do roteiro da nossa vida. Há uns anos falávamos em limpezas cármicas. Hoje em dia, todo o cuidado e pouco, não acha?

António Rosa disse...
31 de agosto de 2009 às 10:41  

Kotta

Acabei de visitar o seu blogue e fui surpreendido com a notícia que o perdeu. Numa semana já são 4 blogues perdidos. O qe estará a acontecer? Já me fiz seu seguidor.

Abraço

António Rosa disse...
31 de agosto de 2009 às 10:42  

Maria de Fátima~

Muito obrigado. Vou já visitar-te porque ando atrasado na visita aos amigos. Foi uma semana meio parado. Beijos

Shin Tau disse...
31 de agosto de 2009 às 11:36  

António,

inspiraste-me e desta também vou participar!!!

A tua recordação é intensa. Sabes também fico como tu, sem saber o desfecho de uma que vivi e ainda por cima nestas férias foi activada, mas continuo sem perceber por que me foi trazido à mente.

O melhor é não pensar nela e aceitar ;) que se integre nas nossas moléculas as para podermos activar e usar quando precisarmos!

Beijocas

tereza disse...
31 de agosto de 2009 às 11:46  

Bom dia António.
Que belo, que expressão,
e alma a viajar...
Lindo demais!
Beijo

António Rosa disse...
31 de agosto de 2009 às 11:52  

Sin Tau

Também te acontece isso? É do mais estranho... Mas temos que integrar. São vivências muito fortes. Gostei de saber que vais participar na blogagem colectiva. É um exercício muito giro.

Beijo

António Rosa disse...
31 de agosto de 2009 às 11:53  

Tereza

Bom dia. A 'alma a viajar' - que bonito. Muito obrigado.

Marta disse...
31 de agosto de 2009 às 12:34  

Olá António,

que experiência linda e pelos vistos resultou, porque no momento em que a viveu entendeu a mensagem!!! excelente!!! só espero que na presente vida tenha conseguido salvar os "cavalos" e a si próprio das chamas devoradoras....

bjs de muita luz e gratidão!
Marta

Shin Tau disse...
31 de agosto de 2009 às 12:46  

António,

aconteceu já pelo menos umas três vezes. Uma foi no meio de um ritual e já partilhei no Grimoire no dia 23 de Julho deste ano. Outra foi num exercício de meditação em que trocávamos energias de umas mãos para as outras (deves saber) e há uma que já nem sei de onde veio se sonho ou lá o que foi.

É estranho pois não sabes o que fazer com a informação. Uma delas percebi que tinha a ver com este caminho na magia que escolhi e o arquétipo veio para ser integrado. Mas as outras???? Se eu as tívesse pedido ainda percebia, mas surgiram naturalmente, pior não é? É mesmo para as compreender e integrar.

Olha...da minha parte peço ao Uno que me mande mais detalhes e depois logo vejo, mas uma coisa é certa escrever sobre isso ajudou-me imenso. É como se o pedido tívesse sido feito formalmente e o Uno manifestou-se.

ehehehehhe coisa estranha!

Beijocas e boa sorte para ti :)

António Rosa disse...
31 de agosto de 2009 às 13:07  

Marta

De facto, entendi a mensagem. Mas soube-me a pouco. Gostaria de ter ido mais longe. Tenho feito os possíveis para salvar os «cavalos». Toda a vida tenho estado rodeado de animais abandonados (nunca comprei um cão) e tenho passado situações muito dolorosas com eles.

Beijo

Marta disse...
31 de agosto de 2009 às 14:03  

António,

como o compreendo, os meus companheiros a quem agradeço todos os dias, são seres que foram muito desejados e depois colocados de lado por donos que não os entenderam. O meu pequeno zoo é feito de compromissos diários e quando um elemento da familia muda de vibração, sinto que uma parte da sua sabedoria ficou comigo!
Quanto a outras vidas e os seus flashs nesta, acho fascinante e procuro sempre em mim o discernimento para entender a mensagem, mas é complexo obter esse estado, pelo menos para mim...

bjs de muita luz!!!
Marta

marcelo dalla disse...
31 de agosto de 2009 às 15:22  

Antônio que lindo! Cinematográfico. Escreveste a cena como um roteiro de cinema. É uma recordação sua?
Muito bom, meu amigo. Adorei.
abraço

Joana disse...
31 de agosto de 2009 às 15:49  

Não é que tenha vivência uma vida idêntica, mas a descrição fez-me lembrar as minhas terapias a vidas passadas. O que é sempre comovente e emocionante pelas descobertas que fazemos.

beijocas

António Rosa disse...
31 de agosto de 2009 às 16:04  

Marcelo

Gostei dessa do cinematográfico! Adoro cinema. É uma recordação-terapia minha, de facto. Abraço, amigo.

António Rosa disse...
31 de agosto de 2009 às 16:06  

Joana

São recordações muito vividas. Também fiz TVP. Beijos.

.Lis disse...
31 de agosto de 2009 às 19:57  

Muito bonito o texto,Antonio. Tanto quanto a carta ao avô, que também adorei.Deveria ter premio pros posts mais votados , rsrrs
Esse acordar deve ter sido um alívio , vez que estavam a sofrer com o fogo.Pena ,nao finalizar .
Abraços

spasoporagora disse...
31 de agosto de 2009 às 20:21  

Antônio,
Que texto cheio de intensidade! Que experiência! Na vida estamos sempre a lidar com o fogo...
Beijo, amigo.

Meri.

Violeta Encarnada disse...
31 de agosto de 2009 às 21:22  

Gostei do nome da égua, até em sonhos tem bom gosto para nomes :)

Bruna disse...
31 de agosto de 2009 às 22:53  

Boa noite António *)
Já ao tempo que não vinha "ver-te" ao blog, hoje particularmente foi um dia terrivelmente mau *(
passei para ler e para deixar um beijinho*

Paty disse...
1 de setembro de 2009 às 00:25  

Passei só para homenagear o seu blog, hoje é o dia do blog day, e eu poderia indicar 5 blogs que vale a pena conhecer, e eu indiquei o seu, pela filosofia e conhecimento que está contido nele.Parabéns!!!
http://brechodovale.blogspot.com/2009/08/minhas-indicacoes-para-o-blog-day.html
brechodovale.blogspot.com

Fabiano Mayrink disse...
1 de setembro de 2009 às 03:40  

Acho que ele conseguiu salvar os cavalos porem ele morreu, mais isso ja é passado ne, o importante e que ele esta bem agora!

António Rosa disse...
1 de setembro de 2009 às 08:15  

.Lis

Muito obrigado na apreciação. Nã finalizado porque eu não conheço o final. :)))

Abraço

António Rosa disse...
1 de setembro de 2009 às 08:15  

Meri

É verdade, o fogo está sempre presente.

Beijo

António Rosa disse...
1 de setembro de 2009 às 08:16  

Violeta

O nome foi aquele que surgiu :)))

António Rosa disse...
1 de setembro de 2009 às 08:16  

Bruna~

Olá. Es+ero que já se sintas mais aliviada desse dia menos bom.

Beijo

António Rosa disse...
1 de setembro de 2009 às 08:21  

Paty

Muito obrigado pela citação. Muita simpatia sua. Este ano nem me apercebi do BlogDay. Que pena! O ano passado participei.

Abraço grande

António

António Rosa disse...
1 de setembro de 2009 às 08:22  

Fabiano

É isso mesmo, ele agora está bem.

Abraço

hijakskank disse...
1 de setembro de 2009 às 10:32  

Bela surpresa este conto...e finaliza (para mim) como todo conto deve ser...no AR. Parabéns e viva o Vou de Coletivo!

António Rosa disse...
1 de setembro de 2009 às 11:11  

hijakskank

Muito simpático. Adorei a sua ilustração. Abraço.

Viva o Vou de Coletivo.

Chica disse...
1 de setembro de 2009 às 12:26  

Linda tua participação com um texto intrigante que nos deixa um gostinho de quero mais...abração,chica

António Rosa disse...
1 de setembro de 2009 às 12:31  

Chica

Muito obrigado pela leitura e pela opinião. Abraço.

Chica disse...
1 de setembro de 2009 às 12:48  

Antonio,quem sabe estávamos postando na mesma hora.Ela está lá, em primeiro lugar na fila dos meus post.abração,chica

António Rosa disse...
1 de setembro de 2009 às 12:56  

Chica Vou já ver. Obrigado.

Maria Ribeiro disse...
1 de setembro de 2009 às 13:29  

António Rosa: o mistério circunda-nos e eu acredito que há coisas que temos que aceitar, mesmo que as não compreendamos... A metafísica é isso que diz... É pouco para as almas ansiosas pela PROCURA!
Vejo neste texto, para ´lém da qualquer misticismo, a METÁFORA da nossa "passagem"... a INEXORável, a que não podemos fugir... talvez por isso... como pôde acontecer a salvação de cavalos e dono?
Muito sugestivamente, o António, dá uma tentativa de resposta, ao deixar um espaço entre os textos e mudando a cor do texto...
BEIJO DE LUSIBERO

António Rosa disse...
1 de setembro de 2009 às 13:34  

Maria

Muito agradecido pela sua interpretação. Já viu o post do BlogDay?

Abraço.

Siala ap Maeve disse...
1 de setembro de 2009 às 13:41  

Antonio, que viagem maravilhosa :) sou uma apaixonada pelo tema da regressão e vidas passadas. Essa foi bem intensa...e cheia de simbolismos...
Vou seguir o teu exemplo e aderir á Blogagem colectiva :)
Beijos de Luz

Nanda Botelho disse...
1 de setembro de 2009 às 13:49  

Gostei, uma forma interessante de se acordar em outro lugar!

Pena que ele ficou sem saber o desenrolar da história...

Bjão!

António Rosa disse...
1 de setembro de 2009 às 14:52  

Siala

As blogagens colectivas, em meu entender, têm vantagens: saímos da rotina temática dos nossos blogues, conhecemos outros blogues e damos a conhecer o nosso.

Beijo

António Rosa disse...
1 de setembro de 2009 às 14:53  

Olá Nanda

Também gostei muito do seu post. Muito interessante.

Abraço.

Mari Amorim disse...
1 de setembro de 2009 às 17:13  

Adorei!
Cada vez que passeio neste coletivo,fico feliz na leitura das variadas formas de arte,e abraçar os amigos da blogosfera..
Boas energias
Mari

António Rosa disse...
1 de setembro de 2009 às 17:34  

Olá Mari

Viajar neste colectivo é sempre surpeendente. Também tenho encontrado excelentes trabalhos.~~

Abraço

Bonequinha de Luxo disse...
1 de setembro de 2009 às 19:07  

Adorei!!Mas,tb fiquei muito curiosa sobre o que aconteceu...Parabéns!
Vou de Coletivo nos proporciona belos posts..

Bjus

António Rosa disse...
1 de setembro de 2009 às 19:35  

Bonequinha~~

Muito obrigado pelo comentário. Vou ler agora o seu.

Teresa disse...
1 de setembro de 2009 às 19:56  

Obrigada pela visita. Gostei muito da sua estória, é estranha,mas interessante. Fico com pena de não saber o resto.

António Rosa disse...
1 de setembro de 2009 às 20:18  

Teresa

Muito obrigado pela visita.

Natasha Dias disse...
1 de setembro de 2009 às 21:30  

Obrigad por sua visita!!!!
Ótima sua participação no coletivo!!!
Gostei muito daqui!!!
Tenha uma maravilhoso mês...

Raquel Cecília disse...
1 de setembro de 2009 às 21:45  

Muito intrigante e envolvente seu texto!

O gostinho de "quero mais" chega a deixar a gente até triste!!! =D

Não deve ser fácil estar na pele do homem que foi hipnotizado.

Abraço!

António Rosa disse...
1 de setembro de 2009 às 22:03  

Natasha

Seja bem-vinda até porque aderiu à blogagem colectiva. Abraço.

António Rosa disse...
1 de setembro de 2009 às 22:03  

Raquel

Muito obrigado pelo seu testemunho. Vou já visitar o seu blogue. Abraço.

Nade disse...
1 de setembro de 2009 às 22:17  

Muito legal!
Eis algo que também teria vontade de experimentar...
Este mês, o tema proposto foi demais, não é!
Bjs

António Rosa disse...
1 de setembro de 2009 às 22:26  

Nade

O tema deste mês foi genial. Além de que as iniciativas do Murilo são sempre muito especiais. Abraço.

Vou de coletivo! disse...
2 de setembro de 2009 às 00:23  

É um duplo acordar em outro lugar: é um acordar em um lugar transfigurado pelo fogo e, em seguida, um acordar deste acordar.

Mais uma vez um texto do António me deixa extremamente surpreso e admirado por suas habilidades literárias.

Agradeço você, António, e aos leitores que sugeriram esse tema e que estão sugerindo e votando em outros para as próximas blogagens.

Abração!
Murilo

Serena Flor disse...
2 de setembro de 2009 às 00:26  

Nossa António, que linda história!
Eu tenho muita vontade de fazer TVP...(é um assunto muito sério)
Quem sabe um dia eu crio coragem...beijos e também estou neste coletivo!

Sandra disse...
2 de setembro de 2009 às 00:45  

Ficou muito legal a representação, através da história.
também estou participando...
http://sandrarandrade7.blogspot.com/

Sandra

Bya.moon disse...
2 de setembro de 2009 às 04:35  

Boa noite.
Belo texto...e como expressar? E quem vai ao encotro de lá e quem escuta o sino tocar...vai e vamos aonde estamos a mente deixa palpar e coração a emocionar...Sentimento é o estalar...
Abraços...

Edith Janete disse...
2 de setembro de 2009 às 06:14  

Os cavalos relincham , o fogo está ardendo... parece a atualidade, onde as situações por vezes saem do controle. Talvez esta história possa representar bem a vida cotidiana, e sabe se lá se sairemos vivos!!!
Esta vida já tem desafios grandes, sugiro ficarmos nela mesmo...

António Rosa disse...
2 de setembro de 2009 às 08:23  

Olá Murilo

Muito agradecido pelas suas palavras. Faz-se o que se pode. Estou a gostar muito de participar neste colectivo.

Grande abraço

António Rosa disse...
2 de setembro de 2009 às 08:23  

Serena Flor

TVP é um assunto muito sério, que só deve ser feito sob recomendação terapêutica.

Beijo~~~

António Rosa disse...
2 de setembro de 2009 às 08:23  

Sandra

Vou já tentar conhecer a sua participação.

Abraço

António Rosa disse...
2 de setembro de 2009 às 08:24  

Olá Bya.moon

Muito obrigado pelo comentário muito bonito.

Abraço

António Rosa disse...
2 de setembro de 2009 às 08:24  

Edith

Interessante o seu comentário, que agradeço muito.

Abraço

HAZEL disse...
2 de setembro de 2009 às 11:05  

Adorei este texto. As descrições estão tão perfeitas, que até consegui "sentir" a situação.

António Rosa disse...
2 de setembro de 2009 às 11:42  

Hazel

Muito obrigado pela opinião. Abraço.

Clara disse...
2 de setembro de 2009 às 13:13  

Ai que historia mais interressante, queria saber como terminou....
muito bom sua participação no coletivo.

Bia disse...
2 de setembro de 2009 às 14:25  

Muito interessante... eu acredito nisso, penso que não vivemos uma única existência, senão, as lições e aprendizados da vida não fariam sentido!

Talvez não seria necessário que ele soubesse o desfecho da história, o que precisava compreender estaria relacionado àquele fato, e não ao final, em si...

Aproveito para agradecer as palavras deixadas em meu blog, também gostei muito de seu texto, e pretendo voltar mais vezes.

Abraços!

António Rosa disse...
2 de setembro de 2009 às 14:54  

Clara

Muito obrigado pelo seu comentário. Beijo

António Rosa disse...
2 de setembro de 2009 às 14:55  

Bia

Comentário bem inteligente. Apreciei muito. Abraço.

Principe Encantado disse...
2 de setembro de 2009 às 18:23  

Olá uma visita inesperada mais programada, belo texto amigo.
"A maior recompensa do nosso trabalho não é o que nos pagam por ele, mas aquilo em que ele nos transforma."
Continue firme e sucesso.
Abraços forte

Isa Grou disse...
2 de setembro de 2009 às 20:44  

Olá António,

Belíssimo texto António.... parabéns, viu!
Como disse o Marcelo..."Cinematográfico!"

Viagens da alma...

Beijos.

Mah disse...
3 de setembro de 2009 às 00:55  

Que interessante esse conto! Fiquei intrigada e na dúvida... Isso é muito bom!
Parabéns por sua participação.
Abraços!

Quase Blog da Li disse...
3 de setembro de 2009 às 07:11  

Que pesadelo!
Apavorante...
Ainda bem que acordou!
Nem quero saber o fim da estória.
...
Parabéns pela criatividade
abçs
li

António Rosa disse...
3 de setembro de 2009 às 08:24  

Olá Príncipe

Gostei muito da sua frase.

Abraço

António Rosa disse...
3 de setembro de 2009 às 08:24  

Isa

:)))) Muito obrigado. Beijo.

António Rosa disse...
3 de setembro de 2009 às 08:24  

Mah

Muito obrigado pela sua opinião. Vou já ver a sua.

António Rosa disse...
3 de setembro de 2009 às 08:25  

Quase

Foi intenso, sim senhora. Abraço

Alexsandro S. C. disse...
3 de setembro de 2009 às 19:50  

António, estou no trabalho acessando a internet, horário de almoço, mas tá pra acabar. Adianto o agradecimento por ter passado pela minha participação no coletivo e garanto pra você que, assim que tiver espaço e tempo, virei aqui prestar-lhe a devida atenção.

Forte abraço,
Alex.

Alexsandro S. C. disse...
3 de setembro de 2009 às 23:37  

Realmente, dá algo pra pensar. Numa passei por uma experiência assim,... deve ser algo literalmente mindblowing. Senão soulblowing! *risos*

Forte abraço,
Alex.

Alexsandro S. C. disse...
3 de setembro de 2009 às 23:37  

Realmente, dá algo pra pensar. Numa passei por uma experiência assim,... deve ser algo literalmente mindblowing. Senão soulblowing! *risos*

Forte abraço,
Alex.

Hod disse...
3 de setembro de 2009 às 23:53  

São essas experiências que atravessam os tempos, pois ficam indelévelmente registradas na alma, que ressurge noutros corpos até fechar seu ciclo de evolução!! Muito boa a narrtiva!!
Obrigado por visitar minhas atmosferas!!!
Forte abraço Antonio Rosa!!

Alôha!! com muitas bençãos!

Hod.

Ana Lúcia Porto disse...
4 de setembro de 2009 às 00:25  

Oi Antônio,
Que pesadelo esse heim...!! Achei graça e interessante...

No mais, apesar de afastada, preciso manter essa minha reserva ao blog por um tempo bom ainda, eu me sinto na obrigação em agradecer os amigos que venham a comentar nesse meu post, relativo ao tema do Coletivo. Afinal, costumo considerar aqueles que tanto gosto e me fazem bem. Assim sendo, obrigada, Antônio, pelo seu comentário.
Beijos,
Ana Lúcia.

Ana Lúcia Porto disse...
4 de setembro de 2009 às 00:25  
Este comentário foi removido pelo autor.
Andreia disse...
7 de setembro de 2009 às 06:36  

Olá Antonio que belo texto! Quero saber o final!!!
Parabéns pela participação.
Também estou participando, se quizer ver a minha, será um prazer recebê-lo.
Beijossss

Ana Paula Sampaio disse...
9 de setembro de 2009 às 13:16  

Antonio, que bela narrativa! Imaginei um conto e não esperava o final inusitado. Essa sessão de terapia realmente aconteceu? Abraço!

31 de agosto de 2009

O estábulo [blogagem colectiva]


Este post faz parte da blogagem colectiva com o tema 'Dormir aqui e amanhecer em outro lugar', uma iniciativa do blog 'Vou de Coletivo', para o mês de Setembro de 2009. Passe pelo 'Vou de Coletivo!

Ainda ensonado, ouvia perfeitamente o relinchar da ‘Isor’ e dos outros cavalos no estábulo. Estavam muito aflitos porque queriam afastar-se das chamas invasoras que rapidamente consumiam a madeira das paredes e do tecto. Uma rabanada de vento soprara por entre as frinchas das tábuas e derrubaram a vela acesa, provocando o incêndio, que tomara proporções gigantescas.
As chamas altas e o fumo espesso impediam que se visse com clareza o que estava a acontecer dentro do estábulo. Cansado das lides do dia, ele descansara um pouco nos montes de feno guardados a um canto. Tomou consciência do perigo e da situação dos animais pelos relinchos assustados, sobretudo da égua castanha com quem trabalhava directamente nas actividades do campo. Ao fim de uns segundos que pareceram anos, lá conseguiu perceber que era fundamental retirar os cavalos do cerco e abrir-lhes uma passagem para que sobrevivessem àquele inferno. Meteu-se por entre as chamas quando ouviu as vozes dos colegas que tentavam fazer o mesmo. Faltava-lhe a respiração e parecia que ia perdendo a consciência, não conseguindo encontrar uma abertura, pois todas as madeiras ardiam e o fumo não permitia respirar.

Quando tomou consciência próxima novamente, encontrava-se no consultório da sua terapeuta de vidas passadas. Continuava sem saber se os cavalos e ele próprio e os colegas tinham sobrevivido ao que lhe fora dado vivenciar. Ou, se tinham todos perecido naquele brutal incêndio. Até hoje, ele continua sem saber.

92 comentários:

Rosan disse...

Até eu fiquei curiosa para saber o desfecho dessa vida, acho que ele e os amigos desencarnaram naquela ocasião, minha opinião.
Acho que é mesmo asim ao fazermos a passagem, mudarmos de plano, simplesmente acordamos em outro lugar.
Beijo

angela disse...

Bonito texto Antonio e criativo como sempre. A vida tem seus mistérios e nem tudo dá para saber.
beijos

Maria Izabel Viégas disse...

Amigo António, que lindo! Que belo acordar , não deste lado no consultório do terapeuta, não! Belo acordar lá dentro no sono , no despertar das recordações da alma!
Já sabes o quanto este post me encantou :)
é o que mais acredito: nossa alma a viajar!
Lindo, lindo, lindo!
beijos n'alma!

Silvia Freedom disse...

O sono, o sonho e a terceira dimensão....parece um holograma...coisas de "matrix': quem vive o sonho? o sonhador ? será? será que estamos num grande sonho? e...de repende....despertamos e vemos que o sonho nada mais era que um "filme" em que foramos personagens para com o enredo expericiar as estórias e seus resultados experinciais para nos aprumar em registros de emoção e conhecimento.....será? bem...mas ja que somos os roteiristas, atores, personagens desse grande sonho.....vamos seguindo...rumo ao despertar...é tempo mesmo.Soltar as amarras e despertar....salto quântico a nos chamar!

Kotta disse...

Mas que história. No entanto tudo isso acontece nos dias de hoje só que sabemos logo como termina,se foi sonho fica para sempre a dúvida.
Será que foi sonho ou passou-se noutra vida, acontece-me frequentemente reconhecer certos locais sem nunca lá ter estado.Bjo

Maria de Fátima disse...

Olá António, linda história.Beijocas.

António Rosa disse...

Rosan

Só agora reparei que me equivoquei ao agendar este post, que deevria ter saído no dia 1, que é quando a blogagem colectiva do Murilo começa. Infelizmente saiu 24 horas antes.

Como estive desde sexta-feira sem ligar o computador e este post está agendado há mais de uma semana, nem me apercebi disto. Vou concorrer na mesma.

Os amigos leitores também podiam concorrer.

Não sei o desfecho deste acontecimento. :)

Beijo

António Rosa disse...

Angela

É isso, a vida tem os seus mistérios e eu não sei o desfecho deste.

Beijo

António Rosa disse...

Maria Izabel

Muito agradecido pelo seu testemunho. Vindo de uma terapeuta especializada em vidas passadas, agradou-me muito o seu testemunho. Ando há 5 anos com a ideia que deveria fazer uma regressão complementar a esta, pois apesar de eu ter percebido a mensagem, associada a animais, sempre fiquei num grande desconhecimento.

Beijo

António Rosa disse...

Silvia

Gostei dessa ideia: quem vive o sonho? e qual a ideia? Fica sempre essa sensação de sermos nós a escrever a história do roteiro da nossa vida. Há uns anos falávamos em limpezas cármicas. Hoje em dia, todo o cuidado e pouco, não acha?

António Rosa disse...

Kotta

Acabei de visitar o seu blogue e fui surpreendido com a notícia que o perdeu. Numa semana já são 4 blogues perdidos. O qe estará a acontecer? Já me fiz seu seguidor.

Abraço

António Rosa disse...

Maria de Fátima~

Muito obrigado. Vou já visitar-te porque ando atrasado na visita aos amigos. Foi uma semana meio parado. Beijos

Shin Tau disse...

António,

inspiraste-me e desta também vou participar!!!

A tua recordação é intensa. Sabes também fico como tu, sem saber o desfecho de uma que vivi e ainda por cima nestas férias foi activada, mas continuo sem perceber por que me foi trazido à mente.

O melhor é não pensar nela e aceitar ;) que se integre nas nossas moléculas as para podermos activar e usar quando precisarmos!

Beijocas

tereza disse...

Bom dia António.
Que belo, que expressão,
e alma a viajar...
Lindo demais!
Beijo

António Rosa disse...

Sin Tau

Também te acontece isso? É do mais estranho... Mas temos que integrar. São vivências muito fortes. Gostei de saber que vais participar na blogagem colectiva. É um exercício muito giro.

Beijo

António Rosa disse...

Tereza

Bom dia. A 'alma a viajar' - que bonito. Muito obrigado.

Marta disse...

Olá António,

que experiência linda e pelos vistos resultou, porque no momento em que a viveu entendeu a mensagem!!! excelente!!! só espero que na presente vida tenha conseguido salvar os "cavalos" e a si próprio das chamas devoradoras....

bjs de muita luz e gratidão!
Marta

Shin Tau disse...

António,

aconteceu já pelo menos umas três vezes. Uma foi no meio de um ritual e já partilhei no Grimoire no dia 23 de Julho deste ano. Outra foi num exercício de meditação em que trocávamos energias de umas mãos para as outras (deves saber) e há uma que já nem sei de onde veio se sonho ou lá o que foi.

É estranho pois não sabes o que fazer com a informação. Uma delas percebi que tinha a ver com este caminho na magia que escolhi e o arquétipo veio para ser integrado. Mas as outras???? Se eu as tívesse pedido ainda percebia, mas surgiram naturalmente, pior não é? É mesmo para as compreender e integrar.

Olha...da minha parte peço ao Uno que me mande mais detalhes e depois logo vejo, mas uma coisa é certa escrever sobre isso ajudou-me imenso. É como se o pedido tívesse sido feito formalmente e o Uno manifestou-se.

ehehehehhe coisa estranha!

Beijocas e boa sorte para ti :)

António Rosa disse...

Marta

De facto, entendi a mensagem. Mas soube-me a pouco. Gostaria de ter ido mais longe. Tenho feito os possíveis para salvar os «cavalos». Toda a vida tenho estado rodeado de animais abandonados (nunca comprei um cão) e tenho passado situações muito dolorosas com eles.

Beijo

Marta disse...

António,

como o compreendo, os meus companheiros a quem agradeço todos os dias, são seres que foram muito desejados e depois colocados de lado por donos que não os entenderam. O meu pequeno zoo é feito de compromissos diários e quando um elemento da familia muda de vibração, sinto que uma parte da sua sabedoria ficou comigo!
Quanto a outras vidas e os seus flashs nesta, acho fascinante e procuro sempre em mim o discernimento para entender a mensagem, mas é complexo obter esse estado, pelo menos para mim...

bjs de muita luz!!!
Marta

marcelo dalla disse...

Antônio que lindo! Cinematográfico. Escreveste a cena como um roteiro de cinema. É uma recordação sua?
Muito bom, meu amigo. Adorei.
abraço

Joana disse...

Não é que tenha vivência uma vida idêntica, mas a descrição fez-me lembrar as minhas terapias a vidas passadas. O que é sempre comovente e emocionante pelas descobertas que fazemos.

beijocas

António Rosa disse...

Marcelo

Gostei dessa do cinematográfico! Adoro cinema. É uma recordação-terapia minha, de facto. Abraço, amigo.

António Rosa disse...

Joana

São recordações muito vividas. Também fiz TVP. Beijos.

.Lis disse...

Muito bonito o texto,Antonio. Tanto quanto a carta ao avô, que também adorei.Deveria ter premio pros posts mais votados , rsrrs
Esse acordar deve ter sido um alívio , vez que estavam a sofrer com o fogo.Pena ,nao finalizar .
Abraços

spasoporagora disse...

Antônio,
Que texto cheio de intensidade! Que experiência! Na vida estamos sempre a lidar com o fogo...
Beijo, amigo.

Meri.

Violeta Encarnada disse...

Gostei do nome da égua, até em sonhos tem bom gosto para nomes :)

Bruna disse...

Boa noite António *)
Já ao tempo que não vinha "ver-te" ao blog, hoje particularmente foi um dia terrivelmente mau *(
passei para ler e para deixar um beijinho*

Paty disse...

Passei só para homenagear o seu blog, hoje é o dia do blog day, e eu poderia indicar 5 blogs que vale a pena conhecer, e eu indiquei o seu, pela filosofia e conhecimento que está contido nele.Parabéns!!!
http://brechodovale.blogspot.com/2009/08/minhas-indicacoes-para-o-blog-day.html
brechodovale.blogspot.com

Fabiano Mayrink disse...

Acho que ele conseguiu salvar os cavalos porem ele morreu, mais isso ja é passado ne, o importante e que ele esta bem agora!

António Rosa disse...

.Lis

Muito obrigado na apreciação. Nã finalizado porque eu não conheço o final. :)))

Abraço

António Rosa disse...

Meri

É verdade, o fogo está sempre presente.

Beijo

António Rosa disse...

Violeta

O nome foi aquele que surgiu :)))

António Rosa disse...

Bruna~

Olá. Es+ero que já se sintas mais aliviada desse dia menos bom.

Beijo

António Rosa disse...

Paty

Muito obrigado pela citação. Muita simpatia sua. Este ano nem me apercebi do BlogDay. Que pena! O ano passado participei.

Abraço grande

António

António Rosa disse...

Fabiano

É isso mesmo, ele agora está bem.

Abraço

hijakskank disse...

Bela surpresa este conto...e finaliza (para mim) como todo conto deve ser...no AR. Parabéns e viva o Vou de Coletivo!

António Rosa disse...

hijakskank

Muito simpático. Adorei a sua ilustração. Abraço.

Viva o Vou de Coletivo.

Chica disse...

Linda tua participação com um texto intrigante que nos deixa um gostinho de quero mais...abração,chica

António Rosa disse...

Chica

Muito obrigado pela leitura e pela opinião. Abraço.

Chica disse...

Antonio,quem sabe estávamos postando na mesma hora.Ela está lá, em primeiro lugar na fila dos meus post.abração,chica

António Rosa disse...

Chica Vou já ver. Obrigado.

Maria Ribeiro disse...

António Rosa: o mistério circunda-nos e eu acredito que há coisas que temos que aceitar, mesmo que as não compreendamos... A metafísica é isso que diz... É pouco para as almas ansiosas pela PROCURA!
Vejo neste texto, para ´lém da qualquer misticismo, a METÁFORA da nossa "passagem"... a INEXORável, a que não podemos fugir... talvez por isso... como pôde acontecer a salvação de cavalos e dono?
Muito sugestivamente, o António, dá uma tentativa de resposta, ao deixar um espaço entre os textos e mudando a cor do texto...
BEIJO DE LUSIBERO

António Rosa disse...

Maria

Muito agradecido pela sua interpretação. Já viu o post do BlogDay?

Abraço.

Siala ap Maeve disse...

Antonio, que viagem maravilhosa :) sou uma apaixonada pelo tema da regressão e vidas passadas. Essa foi bem intensa...e cheia de simbolismos...
Vou seguir o teu exemplo e aderir á Blogagem colectiva :)
Beijos de Luz

Nanda Botelho disse...

Gostei, uma forma interessante de se acordar em outro lugar!

Pena que ele ficou sem saber o desenrolar da história...

Bjão!

António Rosa disse...

Siala

As blogagens colectivas, em meu entender, têm vantagens: saímos da rotina temática dos nossos blogues, conhecemos outros blogues e damos a conhecer o nosso.

Beijo

António Rosa disse...

Olá Nanda

Também gostei muito do seu post. Muito interessante.

Abraço.

Mari Amorim disse...

Adorei!
Cada vez que passeio neste coletivo,fico feliz na leitura das variadas formas de arte,e abraçar os amigos da blogosfera..
Boas energias
Mari

António Rosa disse...

Olá Mari

Viajar neste colectivo é sempre surpeendente. Também tenho encontrado excelentes trabalhos.~~

Abraço

Bonequinha de Luxo disse...

Adorei!!Mas,tb fiquei muito curiosa sobre o que aconteceu...Parabéns!
Vou de Coletivo nos proporciona belos posts..

Bjus

António Rosa disse...

Bonequinha~~

Muito obrigado pelo comentário. Vou ler agora o seu.

Teresa disse...

Obrigada pela visita. Gostei muito da sua estória, é estranha,mas interessante. Fico com pena de não saber o resto.

António Rosa disse...

Teresa

Muito obrigado pela visita.

Natasha Dias disse...

Obrigad por sua visita!!!!
Ótima sua participação no coletivo!!!
Gostei muito daqui!!!
Tenha uma maravilhoso mês...

Raquel Cecília disse...

Muito intrigante e envolvente seu texto!

O gostinho de "quero mais" chega a deixar a gente até triste!!! =D

Não deve ser fácil estar na pele do homem que foi hipnotizado.

Abraço!

António Rosa disse...

Natasha

Seja bem-vinda até porque aderiu à blogagem colectiva. Abraço.

António Rosa disse...

Raquel

Muito obrigado pelo seu testemunho. Vou já visitar o seu blogue. Abraço.

Nade disse...

Muito legal!
Eis algo que também teria vontade de experimentar...
Este mês, o tema proposto foi demais, não é!
Bjs

António Rosa disse...

Nade

O tema deste mês foi genial. Além de que as iniciativas do Murilo são sempre muito especiais. Abraço.

Vou de coletivo! disse...

É um duplo acordar em outro lugar: é um acordar em um lugar transfigurado pelo fogo e, em seguida, um acordar deste acordar.

Mais uma vez um texto do António me deixa extremamente surpreso e admirado por suas habilidades literárias.

Agradeço você, António, e aos leitores que sugeriram esse tema e que estão sugerindo e votando em outros para as próximas blogagens.

Abração!
Murilo

Serena Flor disse...

Nossa António, que linda história!
Eu tenho muita vontade de fazer TVP...(é um assunto muito sério)
Quem sabe um dia eu crio coragem...beijos e também estou neste coletivo!

Sandra disse...

Ficou muito legal a representação, através da história.
também estou participando...
http://sandrarandrade7.blogspot.com/

Sandra

Bya.moon disse...

Boa noite.
Belo texto...e como expressar? E quem vai ao encotro de lá e quem escuta o sino tocar...vai e vamos aonde estamos a mente deixa palpar e coração a emocionar...Sentimento é o estalar...
Abraços...

Edith Janete disse...

Os cavalos relincham , o fogo está ardendo... parece a atualidade, onde as situações por vezes saem do controle. Talvez esta história possa representar bem a vida cotidiana, e sabe se lá se sairemos vivos!!!
Esta vida já tem desafios grandes, sugiro ficarmos nela mesmo...

António Rosa disse...

Olá Murilo

Muito agradecido pelas suas palavras. Faz-se o que se pode. Estou a gostar muito de participar neste colectivo.

Grande abraço

António Rosa disse...

Serena Flor

TVP é um assunto muito sério, que só deve ser feito sob recomendação terapêutica.

Beijo~~~

António Rosa disse...

Sandra

Vou já tentar conhecer a sua participação.

Abraço

António Rosa disse...

Olá Bya.moon

Muito obrigado pelo comentário muito bonito.

Abraço

António Rosa disse...

Edith

Interessante o seu comentário, que agradeço muito.

Abraço

HAZEL disse...

Adorei este texto. As descrições estão tão perfeitas, que até consegui "sentir" a situação.

António Rosa disse...

Hazel

Muito obrigado pela opinião. Abraço.

Clara disse...

Ai que historia mais interressante, queria saber como terminou....
muito bom sua participação no coletivo.

Bia disse...

Muito interessante... eu acredito nisso, penso que não vivemos uma única existência, senão, as lições e aprendizados da vida não fariam sentido!

Talvez não seria necessário que ele soubesse o desfecho da história, o que precisava compreender estaria relacionado àquele fato, e não ao final, em si...

Aproveito para agradecer as palavras deixadas em meu blog, também gostei muito de seu texto, e pretendo voltar mais vezes.

Abraços!

António Rosa disse...

Clara

Muito obrigado pelo seu comentário. Beijo

António Rosa disse...

Bia

Comentário bem inteligente. Apreciei muito. Abraço.

Principe Encantado disse...

Olá uma visita inesperada mais programada, belo texto amigo.
"A maior recompensa do nosso trabalho não é o que nos pagam por ele, mas aquilo em que ele nos transforma."
Continue firme e sucesso.
Abraços forte

Isa Grou disse...

Olá António,

Belíssimo texto António.... parabéns, viu!
Como disse o Marcelo..."Cinematográfico!"

Viagens da alma...

Beijos.

Mah disse...

Que interessante esse conto! Fiquei intrigada e na dúvida... Isso é muito bom!
Parabéns por sua participação.
Abraços!

Quase Blog da Li disse...

Que pesadelo!
Apavorante...
Ainda bem que acordou!
Nem quero saber o fim da estória.
...
Parabéns pela criatividade
abçs
li

António Rosa disse...

Olá Príncipe

Gostei muito da sua frase.

Abraço

António Rosa disse...

Isa

:)))) Muito obrigado. Beijo.

António Rosa disse...

Mah

Muito obrigado pela sua opinião. Vou já ver a sua.

António Rosa disse...

Quase

Foi intenso, sim senhora. Abraço

Alexsandro S. C. disse...

António, estou no trabalho acessando a internet, horário de almoço, mas tá pra acabar. Adianto o agradecimento por ter passado pela minha participação no coletivo e garanto pra você que, assim que tiver espaço e tempo, virei aqui prestar-lhe a devida atenção.

Forte abraço,
Alex.

Alexsandro S. C. disse...

Realmente, dá algo pra pensar. Numa passei por uma experiência assim,... deve ser algo literalmente mindblowing. Senão soulblowing! *risos*

Forte abraço,
Alex.

Alexsandro S. C. disse...

Realmente, dá algo pra pensar. Numa passei por uma experiência assim,... deve ser algo literalmente mindblowing. Senão soulblowing! *risos*

Forte abraço,
Alex.

Hod disse...

São essas experiências que atravessam os tempos, pois ficam indelévelmente registradas na alma, que ressurge noutros corpos até fechar seu ciclo de evolução!! Muito boa a narrtiva!!
Obrigado por visitar minhas atmosferas!!!
Forte abraço Antonio Rosa!!

Alôha!! com muitas bençãos!

Hod.

Ana Lúcia Porto disse...

Oi Antônio,
Que pesadelo esse heim...!! Achei graça e interessante...

No mais, apesar de afastada, preciso manter essa minha reserva ao blog por um tempo bom ainda, eu me sinto na obrigação em agradecer os amigos que venham a comentar nesse meu post, relativo ao tema do Coletivo. Afinal, costumo considerar aqueles que tanto gosto e me fazem bem. Assim sendo, obrigada, Antônio, pelo seu comentário.
Beijos,
Ana Lúcia.

Ana Lúcia Porto disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Andreia disse...

Olá Antonio que belo texto! Quero saber o final!!!
Parabéns pela participação.
Também estou participando, se quizer ver a minha, será um prazer recebê-lo.
Beijossss

Ana Paula Sampaio disse...

Antonio, que bela narrativa! Imaginei um conto e não esperava o final inusitado. Essa sessão de terapia realmente aconteceu? Abraço!

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