Dicionário Místico: Alá

27 de agosto de 2009 ·

Pedido aos leitores:
Tentem adaptar esta linguagem aos novos conceitos de espiritualidade e verificarão
como o
entendimento é o mesmo. O Homem procura o contacto com o divino.

Alá é a divindade suprema da religião islamita, semelhante ao Deus judaico-cristão. É o ser todo-poderoso que criou o mundo e vigia todos os aspectos da sua criação. Os seguidores islâmicos acreditam que Alá sabe da mais pequena folha que cai; conhece a posição de cada grão de areia no oceano.

Alá envia anjos para vigiarem o mundo dos vivos e guardarem as suas criaturas. Estes protectores celestes também fazem registos dos pensamentos e feitos de todas as pessoas. Modernamente, diríamos que estamos a falar do registo akashico e que isso corresponde ao movimento ascencional.

A palavra Islão significa “entrega-te a Alá e terás paz” e um muçulmano (um crente do islamismo) é “aquele que se entrega”. É vontade de Alá que todos gozem a eternidade com ele no jardim do paraíso de Djanna, mas não força ninguém a aceitá-lo.

O caminho da salvação deve ser livremente escolhido por cada indivíduo. Os mártires que vão para a morte em defesa do Todo-Poderoso sobem imediatamente ao Paraíso, onde habitarão na glória de Alá e onde serão eternamente venerados como grandes heróis.



Os seguidores do islamismo têm de caminhar na “luz da verdade de Alá” durante toda a vida. Quando uma pessoa morre, Alá envia um anjo para guiar a alma para a outra vida. Estes mensageiros da “fonte de luz” acompanham o espírito que partiu através das barreiras que separam Alá da humanidade, purificando a alma no processo.

Para poderem usufruir da salvação, uma pessoa tem de abraçar e renunciar, além de ter de responder correctamente às perguntas feitas pelo anjo mensageiro. Os que o conseguem, entrarão na corte de Alá. Todos os que recusam Alá, dão respostas erradas ao interrogatório dos anjos ou, se não conseguirem ultrapassar os muitos obstáculos no caminho para Djanna, mergulharão no Inferno.

Maomé, o fundador da religião islâmica, renunciou a todos os outros deuses com excepção de Alá e pediu que os seus seguidores fizessem o mesmo. Prometeu que os que abraçassem a palavra de Alá usufruiriam de permanente alegria e indulgência no outro mundo.

Em Djanna, os justos encontrarão prados exuberantes, rios de vinho e mel e bonitas virgens chamadas Houri. Os piedosos serão vestidos com túnicas de glória. Mas a recompensa máxima será o carinho recebido na magnífica presença de Alá, uma grandiosa visão beatífica.

Tentando que haja menos preconceitos.

34 comentários:

Violeta Encarnada disse...
27 de agosto de 2009 às 08:38  

Que lindos animais! Alá é grande...

Bom dia!

spasoporagora disse...
27 de agosto de 2009 às 11:08  

Interessante como quando estamos de fora muita coisa nos parece mera fantasia. Isso me faz entender porque muitos tbm veem o que creio como fantasia, conto de fadas, etc.
Seria interessante se pudessemos ver tudo como um todo, e ficarmos apenas com o que realmente importa. Mas se assim fosse, as culturas ficariam fragilizadas pela consciência de serem apenas culturas, nada mais. Com isso, sem a força da fé pura, ela poderia desaparcer por falta de crentes.
Isso faz algum sentido? Sei lá. Veio-me essa reflexão e escrevi.
Bj.

Meri.

tereza disse...
27 de agosto de 2009 às 11:28  

Bom dia António
Esclarecedor, gostei de conhecer mais.
Ante onde sei de Maomé fui “simples”, e daí vem, e como geralmente ocorre, o que hoje vemos e evidenciamos.
Beijo

António Rosa, José disse...
27 de agosto de 2009 às 11:55  

Violeta

Os tigres brancos são de facto lindos e, infelizmente, em extinção. Beijo.

António Rosa, José disse...
27 de agosto de 2009 às 11:55  

Meri

Fez todo o sentido e como a compreendo. Beijo.

António Rosa, José disse...
27 de agosto de 2009 às 11:55  

Tereza

Muito obrigado. Maomé foi um grande profeta, que admiro bastante. A vida dele mudou completamente a partir do momento em que foi visitado pelo anjo Gabriel. Beijo.

Siala ap Maeve disse...
27 de agosto de 2009 às 12:11  

Antonio, excelente post! O Islão, tal como o Cristianismo, não é aquilo que o Homem nos transmite, através de imagem deturpadas e acções dissimuladas, ou instituições...está muito para além disso e tem que ser "estudado", "apreciado", "vivenciado" por cada um, sem dogmas, sem pré-conceitos e preconceitos...de coração aberto. O ALCorão é apenas um dos livros do Islamismo, os Salmos de David e o Evagelho de Cristo fazem também parte dos ensinamentos...aliás, várias personagens biblicas são tidas como profetas no Islamismo.
É muito "interessante" que as várias religiões instituidas, vivas, mortas ou renascidas, tenham pontos comuns tão evidentes...não é? ;)
Beijo de luz

Maria Paula Ribeiro disse...
27 de agosto de 2009 às 12:35  

A Divindade suprema é de facto Única, seja qual for o nome que se lhe dá, se veste e se vê...

Mas encontramos sempre um denominador comum: Todo o Homem o procura e Todo o Homem o sente (mesmo o mais ateu).

Bonito, bonito.., trés joli!!!!
Kiss kiss

adriana disse...
27 de agosto de 2009 às 12:49  

Bom dia, António!

Maria Paula tem toda razão.
A Fonte é Única.
Um post para além dos preconceitos em moda.
Parabéns!
:)

Joana disse...
27 de agosto de 2009 às 12:51  

Olá António,

Tem mesmo tudo a ver com os conceitos de espiritualidade. Andamos todos a falar do mesmo, mas com nomes diferentes. :)

Beijocas

adriana disse...
27 de agosto de 2009 às 12:57  

Só agora eu vi a foto do Ponto de Encontro.
:))))))

Rosan disse...
27 de agosto de 2009 às 13:06  

Oi Antonio.
Como todas as religiões,
tem a procura pelo criador, e a certeza de sua existencia, seja com que nome for, é Deus.
E como todas as religões é preciso um filtro, pois todas tem pros e contras.
O post está ótimo, estou adorando acompanhar e aprender coisas novas com tigo.
Um abraço.

Fabiano Mayrink disse...
27 de agosto de 2009 às 13:47  

bom dia Antonio, é sempre bom conhecer novas culturas, esta se parece muito com o cristianismo, Eu tenho um conflito dentro de mim, eu nao adoro Deuses pagãos porem tenho uma afinidade com as belezas da natureza, venho de uma familia crista meu pai é diacono de uma igreja evangelica a quadrangular, eu vou a igreja porem nao sinto "prazer" em seguir como o pessoal de la tem, as vezes penso que somos marionetes divinas "faça isso senhao..." ai meu Deus que complicaçao...

abraços!

angela disse...
27 de agosto de 2009 às 14:16  

Antonio
Bonita explanação e a intenção é muito bonita.
Sempre penso que temos que separar a religião, a fé da igreja, da instituição. O preconceito, a intolerancia é dela, da instituição e não da religião.
Do pouco que sei, religião é re-ligar o homem ao divino e nisso todas são iguais e o grande pecado é o afastamento do divino.
beijo

.Lis disse...
27 de agosto de 2009 às 14:26  

Tenho sempre muita curiosidade pra ler sobre o Islamismo e gostei da pstagem. Boa forma de dissipar dúvidas e preconceitos em relação a essa crença tao comentada no ultmos tempos. Acredito que nao devemos ser radicais naquilo que acreditamos, e a entrega precisa ser coerente com o nosso tempo.
Que reine sempre a Paz e o respeito uns pelos outros, nao é?
Gosto muito de vir aqui, aprender com voce.
Abraços

marcelo dalla disse...
27 de agosto de 2009 às 14:42  

Querido, que belo trabalho. As religiões devem se ater aos seus pontos em comum e não em suas diferenças. Pena que tudo seja tão distorcino em nome de interesses mesquinhos e fanatismos... Justamente por isso é importante este trabalho.
Mais adiante, todas as religiões se unificarão!
abraço

António Rosa, José disse...
27 de agosto de 2009 às 15:05  

Siala

Que magnífica partilha. Aliás, acabei de ler todos os comentários e fiquei impressionado com o este tema tocou as pessoas, que se libertaram e deram o seu restemunho. Muito bom.

O Alcorão é um dos Livros Sagrados que mais me impressionaou ler na vida. Comecei a sua leitura aos 15 anos, orientando por um imã, na ilha de Moçambique.

Beijo

António Rosa, José disse...
27 de agosto de 2009 às 15:05  

Paula

A divindade deste universo é de facto única. Na verdade é dupla: Deus e Deusa. Como se fosse uno.

Beijo

António Rosa, José disse...
27 de agosto de 2009 às 15:06  

Adriana

Sem dúvida que a Fonte é Única e todos os Ensinamentos Sagrados vão nesse sentido.

Com que então gostou da foto do Ponto de Encontro, heim? Uma meia palhota a cobrir o sofá onde todos nos sentaremos a dialogar. :))))) Em pleno mato, sem o conforto urbano.

Abraço

António Rosa, José disse...
27 de agosto de 2009 às 15:06  

Joana

Sem dúvida que falamos todos do mesmo, ou pelo menos muito similar.

Beijo

António Rosa, José disse...
27 de agosto de 2009 às 15:11  

Rosan

Muito bem explicado. Você gosta destes temas, não é, Rosan?

Beijo

António Rosa, José disse...
27 de agosto de 2009 às 15:11  

Fabiano

Amar a natureza não é incompatível com a ligação ao divino. Pelo contrário, está tudo ligado.

Abraço, amigo

António Rosa, José disse...
27 de agosto de 2009 às 15:11  

Angela

Completamente de acordo com essas separações. Voto nisso.

Beijo

António Rosa, José disse...
27 de agosto de 2009 às 15:12  

.Lis

Também sou um fascinado pelo islamismo. O radicalismo não conduz a nada.

Abraço

António Rosa, José disse...
27 de agosto de 2009 às 15:12  

Marcelo

Gostei dessa sua afirmação: «Mais adiante, todas as religiões se unificarão!» Muito á frente.

Abraço

Paulo Braccini disse...
27 de agosto de 2009 às 15:28  

o conhecimento ajuda a romper as barreiras do preconceito ... parabéns ...

bjux

;-)

Rui António Santos disse...
27 de agosto de 2009 às 15:59  

António, é muito bom conhecer a história de todas as religiões.

E o destino de todas as religiões é religar o homem ao universo de que faz parte.

Religião é isso mesmo que quer dizer. Religar

Afinal, todos os caminhos vão dar á fonte universal de tudo aquilo que é

Adoro sempre este tipo de artigos

Abraço

António Rosa, José disse...
27 de agosto de 2009 às 16:16  

Paulo

Sem dúvida. Grato pela visita. Abraço.

António Rosa, José disse...
27 de agosto de 2009 às 16:17  

Rui

Também eu gosto. Grato pelo testemunho. Abraço.

Norma Villares disse...
28 de agosto de 2009 às 00:39  

Olá António, muito obrigada pelos selinhos e pela visita. É muito bom conhecer a história de todas as religiões, é um objeto da minha partilha no blog "Sem Fronteiras Para o Sagrado" até porque diminui os preconceitos, as visões são aclaradas. Creio que o diálogo inter religioso é um caminho ainda difícil, são águas profundas. Mas já foi bem pior no passado. Para mentes estreitas inexiste diálogos. Para a mentes abertas o diálogo é o caminho a ser trilhado.
Abraços sublimes

HAZEL disse...
28 de agosto de 2009 às 18:48  

Existe sempre um bocadinho (ou um bocadão) de Verdade em cada religião.

Mas o Islamismo é uma religião completamente masculinizada. Até a Grande Recompensa só serve para os homens: "bonitas virgens chamadas Houri"... Ah...!

With all respect... Not democratic.

irradiandoluz disse...
29 de agosto de 2009 às 00:06  

Verdades muito profundas meu I-rmão!

Grato por receber suas vibrações positivas!

Um AXÉ
Gabi Dread

António Rosa disse...
31 de agosto de 2009 às 09:56  

Hazel,

Peço descupa de só agora responder, mas estive desde sexta-feira sem abrir o computador. Foi mesmo desligar.

Essa das bonitas virgens é muito divertido. Deixei essa partae para ver que se alguém acusava o toque.

Contrariamente, no catolicismo, castram-se as necessidades sexxuais. Aqui, as duas religiões não são compatíveis.

Cara Hazel, as religiões tradicionais nunca foram democráticas. Este conceito (o da democracia) é tão recente que não se compadece com textos com cerca de 2.000 anos.

:)

Abraço

António Rosa disse...
31 de agosto de 2009 às 09:56  

Gabriel,

Um grande abraço nesta fase da tua vida. Tenho acompanhado a tua interacção com o Compulsivo.

Abraço

27 de agosto de 2009

Dicionário Místico: Alá

Pedido aos leitores:
Tentem adaptar esta linguagem aos novos conceitos de espiritualidade e verificarão
como o
entendimento é o mesmo. O Homem procura o contacto com o divino.

Alá é a divindade suprema da religião islamita, semelhante ao Deus judaico-cristão. É o ser todo-poderoso que criou o mundo e vigia todos os aspectos da sua criação. Os seguidores islâmicos acreditam que Alá sabe da mais pequena folha que cai; conhece a posição de cada grão de areia no oceano.

Alá envia anjos para vigiarem o mundo dos vivos e guardarem as suas criaturas. Estes protectores celestes também fazem registos dos pensamentos e feitos de todas as pessoas. Modernamente, diríamos que estamos a falar do registo akashico e que isso corresponde ao movimento ascencional.

A palavra Islão significa “entrega-te a Alá e terás paz” e um muçulmano (um crente do islamismo) é “aquele que se entrega”. É vontade de Alá que todos gozem a eternidade com ele no jardim do paraíso de Djanna, mas não força ninguém a aceitá-lo.

O caminho da salvação deve ser livremente escolhido por cada indivíduo. Os mártires que vão para a morte em defesa do Todo-Poderoso sobem imediatamente ao Paraíso, onde habitarão na glória de Alá e onde serão eternamente venerados como grandes heróis.



Os seguidores do islamismo têm de caminhar na “luz da verdade de Alá” durante toda a vida. Quando uma pessoa morre, Alá envia um anjo para guiar a alma para a outra vida. Estes mensageiros da “fonte de luz” acompanham o espírito que partiu através das barreiras que separam Alá da humanidade, purificando a alma no processo.

Para poderem usufruir da salvação, uma pessoa tem de abraçar e renunciar, além de ter de responder correctamente às perguntas feitas pelo anjo mensageiro. Os que o conseguem, entrarão na corte de Alá. Todos os que recusam Alá, dão respostas erradas ao interrogatório dos anjos ou, se não conseguirem ultrapassar os muitos obstáculos no caminho para Djanna, mergulharão no Inferno.

Maomé, o fundador da religião islâmica, renunciou a todos os outros deuses com excepção de Alá e pediu que os seus seguidores fizessem o mesmo. Prometeu que os que abraçassem a palavra de Alá usufruiriam de permanente alegria e indulgência no outro mundo.

Em Djanna, os justos encontrarão prados exuberantes, rios de vinho e mel e bonitas virgens chamadas Houri. Os piedosos serão vestidos com túnicas de glória. Mas a recompensa máxima será o carinho recebido na magnífica presença de Alá, uma grandiosa visão beatífica.

Tentando que haja menos preconceitos.

34 comentários:

Violeta Encarnada disse...

Que lindos animais! Alá é grande...

Bom dia!

spasoporagora disse...

Interessante como quando estamos de fora muita coisa nos parece mera fantasia. Isso me faz entender porque muitos tbm veem o que creio como fantasia, conto de fadas, etc.
Seria interessante se pudessemos ver tudo como um todo, e ficarmos apenas com o que realmente importa. Mas se assim fosse, as culturas ficariam fragilizadas pela consciência de serem apenas culturas, nada mais. Com isso, sem a força da fé pura, ela poderia desaparcer por falta de crentes.
Isso faz algum sentido? Sei lá. Veio-me essa reflexão e escrevi.
Bj.

Meri.

tereza disse...

Bom dia António
Esclarecedor, gostei de conhecer mais.
Ante onde sei de Maomé fui “simples”, e daí vem, e como geralmente ocorre, o que hoje vemos e evidenciamos.
Beijo

António Rosa, José disse...

Violeta

Os tigres brancos são de facto lindos e, infelizmente, em extinção. Beijo.

António Rosa, José disse...

Meri

Fez todo o sentido e como a compreendo. Beijo.

António Rosa, José disse...

Tereza

Muito obrigado. Maomé foi um grande profeta, que admiro bastante. A vida dele mudou completamente a partir do momento em que foi visitado pelo anjo Gabriel. Beijo.

Siala ap Maeve disse...

Antonio, excelente post! O Islão, tal como o Cristianismo, não é aquilo que o Homem nos transmite, através de imagem deturpadas e acções dissimuladas, ou instituições...está muito para além disso e tem que ser "estudado", "apreciado", "vivenciado" por cada um, sem dogmas, sem pré-conceitos e preconceitos...de coração aberto. O ALCorão é apenas um dos livros do Islamismo, os Salmos de David e o Evagelho de Cristo fazem também parte dos ensinamentos...aliás, várias personagens biblicas são tidas como profetas no Islamismo.
É muito "interessante" que as várias religiões instituidas, vivas, mortas ou renascidas, tenham pontos comuns tão evidentes...não é? ;)
Beijo de luz

Maria Paula Ribeiro disse...

A Divindade suprema é de facto Única, seja qual for o nome que se lhe dá, se veste e se vê...

Mas encontramos sempre um denominador comum: Todo o Homem o procura e Todo o Homem o sente (mesmo o mais ateu).

Bonito, bonito.., trés joli!!!!
Kiss kiss

adriana disse...

Bom dia, António!

Maria Paula tem toda razão.
A Fonte é Única.
Um post para além dos preconceitos em moda.
Parabéns!
:)

Joana disse...

Olá António,

Tem mesmo tudo a ver com os conceitos de espiritualidade. Andamos todos a falar do mesmo, mas com nomes diferentes. :)

Beijocas

adriana disse...

Só agora eu vi a foto do Ponto de Encontro.
:))))))

Rosan disse...

Oi Antonio.
Como todas as religiões,
tem a procura pelo criador, e a certeza de sua existencia, seja com que nome for, é Deus.
E como todas as religões é preciso um filtro, pois todas tem pros e contras.
O post está ótimo, estou adorando acompanhar e aprender coisas novas com tigo.
Um abraço.

Fabiano Mayrink disse...

bom dia Antonio, é sempre bom conhecer novas culturas, esta se parece muito com o cristianismo, Eu tenho um conflito dentro de mim, eu nao adoro Deuses pagãos porem tenho uma afinidade com as belezas da natureza, venho de uma familia crista meu pai é diacono de uma igreja evangelica a quadrangular, eu vou a igreja porem nao sinto "prazer" em seguir como o pessoal de la tem, as vezes penso que somos marionetes divinas "faça isso senhao..." ai meu Deus que complicaçao...

abraços!

angela disse...

Antonio
Bonita explanação e a intenção é muito bonita.
Sempre penso que temos que separar a religião, a fé da igreja, da instituição. O preconceito, a intolerancia é dela, da instituição e não da religião.
Do pouco que sei, religião é re-ligar o homem ao divino e nisso todas são iguais e o grande pecado é o afastamento do divino.
beijo

.Lis disse...

Tenho sempre muita curiosidade pra ler sobre o Islamismo e gostei da pstagem. Boa forma de dissipar dúvidas e preconceitos em relação a essa crença tao comentada no ultmos tempos. Acredito que nao devemos ser radicais naquilo que acreditamos, e a entrega precisa ser coerente com o nosso tempo.
Que reine sempre a Paz e o respeito uns pelos outros, nao é?
Gosto muito de vir aqui, aprender com voce.
Abraços

marcelo dalla disse...

Querido, que belo trabalho. As religiões devem se ater aos seus pontos em comum e não em suas diferenças. Pena que tudo seja tão distorcino em nome de interesses mesquinhos e fanatismos... Justamente por isso é importante este trabalho.
Mais adiante, todas as religiões se unificarão!
abraço

António Rosa, José disse...

Siala

Que magnífica partilha. Aliás, acabei de ler todos os comentários e fiquei impressionado com o este tema tocou as pessoas, que se libertaram e deram o seu restemunho. Muito bom.

O Alcorão é um dos Livros Sagrados que mais me impressionaou ler na vida. Comecei a sua leitura aos 15 anos, orientando por um imã, na ilha de Moçambique.

Beijo

António Rosa, José disse...

Paula

A divindade deste universo é de facto única. Na verdade é dupla: Deus e Deusa. Como se fosse uno.

Beijo

António Rosa, José disse...

Adriana

Sem dúvida que a Fonte é Única e todos os Ensinamentos Sagrados vão nesse sentido.

Com que então gostou da foto do Ponto de Encontro, heim? Uma meia palhota a cobrir o sofá onde todos nos sentaremos a dialogar. :))))) Em pleno mato, sem o conforto urbano.

Abraço

António Rosa, José disse...

Joana

Sem dúvida que falamos todos do mesmo, ou pelo menos muito similar.

Beijo

António Rosa, José disse...

Rosan

Muito bem explicado. Você gosta destes temas, não é, Rosan?

Beijo

António Rosa, José disse...

Fabiano

Amar a natureza não é incompatível com a ligação ao divino. Pelo contrário, está tudo ligado.

Abraço, amigo

António Rosa, José disse...

Angela

Completamente de acordo com essas separações. Voto nisso.

Beijo

António Rosa, José disse...

.Lis

Também sou um fascinado pelo islamismo. O radicalismo não conduz a nada.

Abraço

António Rosa, José disse...

Marcelo

Gostei dessa sua afirmação: «Mais adiante, todas as religiões se unificarão!» Muito á frente.

Abraço

Paulo Braccini disse...

o conhecimento ajuda a romper as barreiras do preconceito ... parabéns ...

bjux

;-)

Rui António Santos disse...

António, é muito bom conhecer a história de todas as religiões.

E o destino de todas as religiões é religar o homem ao universo de que faz parte.

Religião é isso mesmo que quer dizer. Religar

Afinal, todos os caminhos vão dar á fonte universal de tudo aquilo que é

Adoro sempre este tipo de artigos

Abraço

António Rosa, José disse...

Paulo

Sem dúvida. Grato pela visita. Abraço.

António Rosa, José disse...

Rui

Também eu gosto. Grato pelo testemunho. Abraço.

Norma Villares disse...

Olá António, muito obrigada pelos selinhos e pela visita. É muito bom conhecer a história de todas as religiões, é um objeto da minha partilha no blog "Sem Fronteiras Para o Sagrado" até porque diminui os preconceitos, as visões são aclaradas. Creio que o diálogo inter religioso é um caminho ainda difícil, são águas profundas. Mas já foi bem pior no passado. Para mentes estreitas inexiste diálogos. Para a mentes abertas o diálogo é o caminho a ser trilhado.
Abraços sublimes

HAZEL disse...

Existe sempre um bocadinho (ou um bocadão) de Verdade em cada religião.

Mas o Islamismo é uma religião completamente masculinizada. Até a Grande Recompensa só serve para os homens: "bonitas virgens chamadas Houri"... Ah...!

With all respect... Not democratic.

irradiandoluz disse...

Verdades muito profundas meu I-rmão!

Grato por receber suas vibrações positivas!

Um AXÉ
Gabi Dread

António Rosa disse...

Hazel,

Peço descupa de só agora responder, mas estive desde sexta-feira sem abrir o computador. Foi mesmo desligar.

Essa das bonitas virgens é muito divertido. Deixei essa partae para ver que se alguém acusava o toque.

Contrariamente, no catolicismo, castram-se as necessidades sexxuais. Aqui, as duas religiões não são compatíveis.

Cara Hazel, as religiões tradicionais nunca foram democráticas. Este conceito (o da democracia) é tão recente que não se compadece com textos com cerca de 2.000 anos.

:)

Abraço

António Rosa disse...

Gabriel,

Um grande abraço nesta fase da tua vida. Tenho acompanhado a tua interacção com o Compulsivo.

Abraço

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