Cosmovisão

18 de janeiro de 2009 ·

O homem primitivo, intimamente ligado à natureza que o rodeava, expressava de forma espontânea e verdadeira a sua espiritualidade. Através do seu instinto e intuição, sentia a existência do transcendental, sentimento este que pulsava, de forma nítida, na essência energética daqueles seres simples, ainda vazios de conhecimentos, porém plenos de autenticidade.

À medida que a civilização humana começou a galgar novos degraus da escala do progresso, deixando cada vez mais de ser instintiva e intuitiva, passou a reprimir para os porões do inconsciente as percepções inatas e verdadeiras. Deixando para trás a infância histórica, passou pela física moderna, abriu as portas para a percepção da existência do mundo espiritual.

A humanidade já não se satisfaz com os preceitos rígidos das religiões dominantes. O homem é um ser que indaga e quer saber, afinal, quem é, de onde vem e para onde vai.

A dissociação existente entre ciência e religião, verdadeiro abismo criado pelos homens, levou os indivíduos a terem uma visão fragmentada da vida. Os conselhos religiosos, tão úteis em épocas remotas, hoje tornaram-se bastantes desfasados em relação à evolução contemporânea. As orientações dos religiosos foram sendo substituídas pelos médicos, psicólogos, pedagogos, astrólogos, etc.

O que frequentemente observamos é a influência de respostas às ansiedades íntimas do indivíduo ou da própria sociedade. O que lhes falta? Por que profissionais extremamente capacitados, sérios e estudiosos se sentem limitados para compreender o sofrimento humano?

Por que pessoas justas às vezes sofrem tanto, e outros, egoístas, que se comprazem no sofrimento do próximo, prosperam tanto? Há quem viva semanas, meses ou poucos anos, enquanto outros vivem quase um século! Por quê? Por que para uns, a felicidade constante, e para outros a miséria e o sofrimento inevitável? Por que alguns seriam premiados pelo acaso, com as mais terríveis malformações congénitas? Por que certas tendências inatas são tão contrastantes com o meio onde surgem? De onde vêm?

Não há como responder a estas questões, conciliando com a crença tradicional, numa Lei Universal justa e sábia, se considerarmos uma vida única para cada criatura.

O ateísmo e o materialismo são consequências inevitáveis da rejeição às crenças tradicionais, surgindo, naturalmente, pela recusa inteligente a uma fé cega num Ser que, aparentemente, preside aos factos da vida sem qualquer critério de sabedoria, amor e justiça.

A cosmovisão espiritualista, alicerçada no conhecimento das vidas sucessivas, onde residem as causas mais profundas dos nossos problemas actuais traz-nos respostas coerentes. O conceito de “reencarnação” propicia uma ampla lente através da qual poderemos enxergar a problemática da vida.

As aparentes desigualdades, vivenciadas momentaneamente pelas criaturas, têm justificativa nos graus diferentes de evolução em que se encontra no momento. Além disso, sabe-se, pelas leis da reencarnação, que cabe a todas as criaturas um único destino: a felicidade.

A evolução inexorável é feita pelas experiências constantes e a aprendizagem decorrente. Os actos da criatura ocasionam uma sequência de causas e efeitos que determinam as necessidades da reencarnação, a si própria, em tal meio ou situação. Há colheita obrigatória, decorrente de livre semeadura, e sempre novas oportunidades de semear.

Cada ser leva para a vida espiritual a sementeira do passado, trazendo-a consigo, ao nível celular e do inconsciente, ao renascer. Se uma existência não for suficiente para corrigir determinadas distorções, diversas serão necessárias para resolver uma determinada tendência, é a longa caminhada da vida.

Os nossos actos do dia-a-dia, por sua vez, são também novos elementos que se juntam ao nosso património energético, pois os arquivos que criamos são sempre ao nível de campos de energia, influenciando intensamente, atenuando ou agravando as desarmonias energéticas estabelecidas pelas vivências anteriores.

A teia do nosso destino, portanto, não é exclusivamente determinada pelo nosso passado. O livre arbítrio que possuímos também tece os finos fios desta teia, a cada momento, num dinamismo sempre renovado.

A diversidade infinita das aptidões, ao nível das faculdades e dos caracteres, tem fácil compreensão. Nem todos os espíritos que reencarnam têm a mesma idade, milhares de anos ou séculos pode haver na diferença de idade entre dois seres humanos. Além disto, alguns galgam velozmente os degraus da escada do progresso, enquanto outros sobem lenta e preguiçosamente.

A todos será dada a oportunidade do progresso pelos retornos sucessivos. Necessitamos passar pelas mais diversas experiências, aprendendo a obedecer para sabermos mandar; sentir as dificuldades da pobreza para sabermos usar a riqueza. Repetir muitas vezes para absorver novos valores e conhecimento. Desenvolver a paciência, a disciplina e o desapego aos valores materiais.

São necessárias existências de estudo, de sacrifício, para crescermos em ética e conhecimento. Voltamos ao mesmo meio, frequentemente ao mesmo núcleo familiar, para reparar os nossos erros com o exercício do amor. Deus, portanto, não castiga nem dá prémios; é a própria Lei da Harmonia que preside à ordem das coisas.

Agirmos de acordo com a natureza, no sentido da harmonia, é prepararmos a nossa elevação, a nossa felicidade. Fazendo-nos conhecer os efeitos da lei da responsabilidade, demonstrando que os nossos actos recaem sobre nós mesmos, estaremos a permitir o desenvolvimento da ordem, da justiça e da solidariedade social tão almejada por todos.

Repito-me de outros textos: é para entender tudo isto que estudo astrologia. E para entender outras coisas.

22 comentários:

Lucy disse...
18 de janeiro de 2009 às 22:02  

Muito bom este texto, António.

Acho que em qualquer profissão nós procuramos a nossa essência. Quantas vezes a dar aulas aos miúdos, eu fazia esse exercício de compreensão do Universo, do mundo que nos rodeia, achando que tudo encaixava tão bem quanto a nossa 'visão' alcançava.

Este é o nosso 'ensaio sobre a cegueira' - aguardemos, então, esse redespertar da nossa criança, essa reviravolta no olhar, essa intuição que vem da alma simples.

Um beijo e até mais...

Maria Paula Ribeiro disse...
18 de janeiro de 2009 às 22:37  

António,

Depois do fim de semana que tive, o teu texto apoteótico é um bálsamo de leitura!

Obrigado
;)

Ana Cristina disse...
18 de janeiro de 2009 às 23:08  

enfim :-) bem-hajam os que se sintonizam.

maria de fátima disse...
18 de janeiro de 2009 às 23:33  

Olá António gostei muito de ler este texto, é muito interessante.Beijinhos.

António Rosa disse...
19 de janeiro de 2009 às 09:01  

Lucy

Muito obrigado. O texto tem estado guardado. Penso que ainda não está no ponto.

Um beijo

António Rosa disse...
19 de janeiro de 2009 às 09:01  

Maria Paula

Ainda bem que te foi útil a premiar a tua semana.

Beijo

António Rosa disse...
19 de janeiro de 2009 às 09:02  

Ana Cristina

Faz-se o que podemos. =) Nem sempre sai como desejado.

Abraço.

António Rosa disse...
19 de janeiro de 2009 às 09:03  

Maria de Fátima

Muito obrigado pela sua sintonia.

Abraço.

Samsara disse...
19 de janeiro de 2009 às 11:53  

António
Obrigada por conseguires transmitir por palavras muito do que senti e sinto, não é fácil, mas tu consegues. Gostei muito.
Beijinhos

António Rosa disse...
19 de janeiro de 2009 às 12:06  

Olá Patrícia,

Um beijinho de agradecimento.

Hanah disse...
19 de janeiro de 2009 às 13:08  

Maravilhoso ...
obrigado Antonio,
para ler reler e recordar.
gosto de vir aqui recarrgar a bateria.

abraço

António Rosa disse...
19 de janeiro de 2009 às 14:59  

Olá Hannah,

Ando mesmo com falta de tempo para andar na net.

Muito obrigado pelas palavras generosas.

Abraço.

adelaide figueiredo disse...
19 de janeiro de 2009 às 16:35  

Boa tarde António

Maravilhoso este texto. Vai ao encontro do que penso. Às vezes pergunto-me o porquê dos sofrimentos, dos caminhos pedregosos, das injustiças e de tantas coisas más e boas que cada um transporta e carrega e acho que é necessário, embora custe a compreender, pois é isso que faz com que lutemos por melhorar-nos a nós próprios e aos outros também. Talvez seja por isso que ando pesquisando na astrologia alguma forma de compreensão e ajuda.

Não sei se me fiz compreender :)

Obrigada pelo texto.

Abraço

Adelaide Figueiredo

joana disse...
19 de janeiro de 2009 às 16:43  

António, diz que se repete mas não dei por ela...
E pode-se ler esta 'cosmovisão' no mínimo 3 vezes que se descobrem coisas sempre novas.
Abraço e uma semana em cheio

António Rosa disse...
19 de janeiro de 2009 às 18:17  

Olá Adelaide

Muito obrigado pelas suas generosas palavras.

Desde que Júpiter me entrou pela 9ª casa, voltei a sentir o apelo de me dedicar a estes assuntos.

=)

Abraço

António Rosa disse...
19 de janeiro de 2009 às 18:19  

Ui, Joana

Ler 3 vezes? Dava-me uma coisinha se tivesse que ler 3 vezes...

Acho sempre que é uma seca!

Júpiter em Aquário e na 9ª casa só me tem trazido coisas boas. =)

Muito obrigado

Beijinho

Astrid Annabelle disse...
19 de janeiro de 2009 às 18:20  

António,
li os últimos tres posts...gostei muito e aprendi muito.
Parabéns.
Beijo.
Astrid

joana disse...
19 de janeiro de 2009 às 18:29  

António,

É que eu leio sempre muito rápido...
E quando gosto repito, repito... : )))

E é claro que esse Jupiter só lhe traz coisas boas !

Um beijo : )

António Rosa disse...
19 de janeiro de 2009 às 19:10  

Astrid

Olá. Muito agradecido. Amanhã teremos o Dia Inaugural do 44º Presidente...

=)

Beijo

António Rosa disse...
19 de janeiro de 2009 às 19:12  

Joana

Também aprendi a ler rápido, muito rápido e super rápido.

Foram anos e anos e ler originais. Toneladas de originais, a maioria do tempo em que eram dactilografados em máquinas de escrever.

=))))))

Também aprendi a ler em diagonal.

Devo-lhe uma resposta. Vou tentar arranja rum tempinho amanhã, durante o dia.

joana disse...
19 de janeiro de 2009 às 21:22  

: )

alerts disse...
17 de fevereiro de 2009 às 09:43  
Este comentário foi removido por um administrador do blogue.

18 de janeiro de 2009

Cosmovisão

O homem primitivo, intimamente ligado à natureza que o rodeava, expressava de forma espontânea e verdadeira a sua espiritualidade. Através do seu instinto e intuição, sentia a existência do transcendental, sentimento este que pulsava, de forma nítida, na essência energética daqueles seres simples, ainda vazios de conhecimentos, porém plenos de autenticidade.

À medida que a civilização humana começou a galgar novos degraus da escala do progresso, deixando cada vez mais de ser instintiva e intuitiva, passou a reprimir para os porões do inconsciente as percepções inatas e verdadeiras. Deixando para trás a infância histórica, passou pela física moderna, abriu as portas para a percepção da existência do mundo espiritual.

A humanidade já não se satisfaz com os preceitos rígidos das religiões dominantes. O homem é um ser que indaga e quer saber, afinal, quem é, de onde vem e para onde vai.

A dissociação existente entre ciência e religião, verdadeiro abismo criado pelos homens, levou os indivíduos a terem uma visão fragmentada da vida. Os conselhos religiosos, tão úteis em épocas remotas, hoje tornaram-se bastantes desfasados em relação à evolução contemporânea. As orientações dos religiosos foram sendo substituídas pelos médicos, psicólogos, pedagogos, astrólogos, etc.

O que frequentemente observamos é a influência de respostas às ansiedades íntimas do indivíduo ou da própria sociedade. O que lhes falta? Por que profissionais extremamente capacitados, sérios e estudiosos se sentem limitados para compreender o sofrimento humano?

Por que pessoas justas às vezes sofrem tanto, e outros, egoístas, que se comprazem no sofrimento do próximo, prosperam tanto? Há quem viva semanas, meses ou poucos anos, enquanto outros vivem quase um século! Por quê? Por que para uns, a felicidade constante, e para outros a miséria e o sofrimento inevitável? Por que alguns seriam premiados pelo acaso, com as mais terríveis malformações congénitas? Por que certas tendências inatas são tão contrastantes com o meio onde surgem? De onde vêm?

Não há como responder a estas questões, conciliando com a crença tradicional, numa Lei Universal justa e sábia, se considerarmos uma vida única para cada criatura.

O ateísmo e o materialismo são consequências inevitáveis da rejeição às crenças tradicionais, surgindo, naturalmente, pela recusa inteligente a uma fé cega num Ser que, aparentemente, preside aos factos da vida sem qualquer critério de sabedoria, amor e justiça.

A cosmovisão espiritualista, alicerçada no conhecimento das vidas sucessivas, onde residem as causas mais profundas dos nossos problemas actuais traz-nos respostas coerentes. O conceito de “reencarnação” propicia uma ampla lente através da qual poderemos enxergar a problemática da vida.

As aparentes desigualdades, vivenciadas momentaneamente pelas criaturas, têm justificativa nos graus diferentes de evolução em que se encontra no momento. Além disso, sabe-se, pelas leis da reencarnação, que cabe a todas as criaturas um único destino: a felicidade.

A evolução inexorável é feita pelas experiências constantes e a aprendizagem decorrente. Os actos da criatura ocasionam uma sequência de causas e efeitos que determinam as necessidades da reencarnação, a si própria, em tal meio ou situação. Há colheita obrigatória, decorrente de livre semeadura, e sempre novas oportunidades de semear.

Cada ser leva para a vida espiritual a sementeira do passado, trazendo-a consigo, ao nível celular e do inconsciente, ao renascer. Se uma existência não for suficiente para corrigir determinadas distorções, diversas serão necessárias para resolver uma determinada tendência, é a longa caminhada da vida.

Os nossos actos do dia-a-dia, por sua vez, são também novos elementos que se juntam ao nosso património energético, pois os arquivos que criamos são sempre ao nível de campos de energia, influenciando intensamente, atenuando ou agravando as desarmonias energéticas estabelecidas pelas vivências anteriores.

A teia do nosso destino, portanto, não é exclusivamente determinada pelo nosso passado. O livre arbítrio que possuímos também tece os finos fios desta teia, a cada momento, num dinamismo sempre renovado.

A diversidade infinita das aptidões, ao nível das faculdades e dos caracteres, tem fácil compreensão. Nem todos os espíritos que reencarnam têm a mesma idade, milhares de anos ou séculos pode haver na diferença de idade entre dois seres humanos. Além disto, alguns galgam velozmente os degraus da escada do progresso, enquanto outros sobem lenta e preguiçosamente.

A todos será dada a oportunidade do progresso pelos retornos sucessivos. Necessitamos passar pelas mais diversas experiências, aprendendo a obedecer para sabermos mandar; sentir as dificuldades da pobreza para sabermos usar a riqueza. Repetir muitas vezes para absorver novos valores e conhecimento. Desenvolver a paciência, a disciplina e o desapego aos valores materiais.

São necessárias existências de estudo, de sacrifício, para crescermos em ética e conhecimento. Voltamos ao mesmo meio, frequentemente ao mesmo núcleo familiar, para reparar os nossos erros com o exercício do amor. Deus, portanto, não castiga nem dá prémios; é a própria Lei da Harmonia que preside à ordem das coisas.

Agirmos de acordo com a natureza, no sentido da harmonia, é prepararmos a nossa elevação, a nossa felicidade. Fazendo-nos conhecer os efeitos da lei da responsabilidade, demonstrando que os nossos actos recaem sobre nós mesmos, estaremos a permitir o desenvolvimento da ordem, da justiça e da solidariedade social tão almejada por todos.

Repito-me de outros textos: é para entender tudo isto que estudo astrologia. E para entender outras coisas.

22 comentários:

Lucy disse...

Muito bom este texto, António.

Acho que em qualquer profissão nós procuramos a nossa essência. Quantas vezes a dar aulas aos miúdos, eu fazia esse exercício de compreensão do Universo, do mundo que nos rodeia, achando que tudo encaixava tão bem quanto a nossa 'visão' alcançava.

Este é o nosso 'ensaio sobre a cegueira' - aguardemos, então, esse redespertar da nossa criança, essa reviravolta no olhar, essa intuição que vem da alma simples.

Um beijo e até mais...

Maria Paula Ribeiro disse...

António,

Depois do fim de semana que tive, o teu texto apoteótico é um bálsamo de leitura!

Obrigado
;)

Ana Cristina disse...

enfim :-) bem-hajam os que se sintonizam.

maria de fátima disse...

Olá António gostei muito de ler este texto, é muito interessante.Beijinhos.

António Rosa disse...

Lucy

Muito obrigado. O texto tem estado guardado. Penso que ainda não está no ponto.

Um beijo

António Rosa disse...

Maria Paula

Ainda bem que te foi útil a premiar a tua semana.

Beijo

António Rosa disse...

Ana Cristina

Faz-se o que podemos. =) Nem sempre sai como desejado.

Abraço.

António Rosa disse...

Maria de Fátima

Muito obrigado pela sua sintonia.

Abraço.

Samsara disse...

António
Obrigada por conseguires transmitir por palavras muito do que senti e sinto, não é fácil, mas tu consegues. Gostei muito.
Beijinhos

António Rosa disse...

Olá Patrícia,

Um beijinho de agradecimento.

Hanah disse...

Maravilhoso ...
obrigado Antonio,
para ler reler e recordar.
gosto de vir aqui recarrgar a bateria.

abraço

António Rosa disse...

Olá Hannah,

Ando mesmo com falta de tempo para andar na net.

Muito obrigado pelas palavras generosas.

Abraço.

adelaide figueiredo disse...

Boa tarde António

Maravilhoso este texto. Vai ao encontro do que penso. Às vezes pergunto-me o porquê dos sofrimentos, dos caminhos pedregosos, das injustiças e de tantas coisas más e boas que cada um transporta e carrega e acho que é necessário, embora custe a compreender, pois é isso que faz com que lutemos por melhorar-nos a nós próprios e aos outros também. Talvez seja por isso que ando pesquisando na astrologia alguma forma de compreensão e ajuda.

Não sei se me fiz compreender :)

Obrigada pelo texto.

Abraço

Adelaide Figueiredo

joana disse...

António, diz que se repete mas não dei por ela...
E pode-se ler esta 'cosmovisão' no mínimo 3 vezes que se descobrem coisas sempre novas.
Abraço e uma semana em cheio

António Rosa disse...

Olá Adelaide

Muito obrigado pelas suas generosas palavras.

Desde que Júpiter me entrou pela 9ª casa, voltei a sentir o apelo de me dedicar a estes assuntos.

=)

Abraço

António Rosa disse...

Ui, Joana

Ler 3 vezes? Dava-me uma coisinha se tivesse que ler 3 vezes...

Acho sempre que é uma seca!

Júpiter em Aquário e na 9ª casa só me tem trazido coisas boas. =)

Muito obrigado

Beijinho

Astrid Annabelle disse...

António,
li os últimos tres posts...gostei muito e aprendi muito.
Parabéns.
Beijo.
Astrid

joana disse...

António,

É que eu leio sempre muito rápido...
E quando gosto repito, repito... : )))

E é claro que esse Jupiter só lhe traz coisas boas !

Um beijo : )

António Rosa disse...

Astrid

Olá. Muito agradecido. Amanhã teremos o Dia Inaugural do 44º Presidente...

=)

Beijo

António Rosa disse...

Joana

Também aprendi a ler rápido, muito rápido e super rápido.

Foram anos e anos e ler originais. Toneladas de originais, a maioria do tempo em que eram dactilografados em máquinas de escrever.

=))))))

Também aprendi a ler em diagonal.

Devo-lhe uma resposta. Vou tentar arranja rum tempinho amanhã, durante o dia.

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