Uma visão cósmica e universalista

9 de janeiro de 2012 ·

O homem primitivo, intimamente ligado à natureza que o rodeava, expressava de forma espontânea e verdadeira a sua espiritualidade. Através do seu instinto e intuição, sentia a existência do transcendental, sentimento este que pulsava, de forma nítida, na essência energética daqueles seres simples, ainda vazios de conhecimentos, porém plenos de autenticidade.

À medida que a civilização humana começou a galgar novos degraus da escala do progresso, deixando cada vez mais de ser instintiva e intuitiva, passou a reprimir para os porões do inconsciente as percepções inatas e verdadeiras. Deixando para trás a infância histórica, passou pela física moderna, abriu as portas para a percepção da existência do mundo espiritual.

A humanidade já não se satisfaz com os preceitos rígidos das religiões dominantes. O homem é um ser que indaga e quer saber, afinal, quem é, de onde vem e para onde vai.

A dissociação existente entre ciência e religião, verdadeiro abismo criado pelos homens, levou os indivíduos a terem uma visão fragmentada da vida. Os conselhos religiosos, tão úteis em épocas remotas, hoje tornaram-se bastantes desfasados em relação à evolução contemporânea. As orientações dos religiosos foram sendo substituídas pelos médicos, psicólogos, pedagogos, astrólogos, etc.

O que frequentemente observamos é a influência de respostas às ansiedades íntimas do indivíduo ou da própria sociedade. O que lhes falta? Por que profissionais extremamente capacitados, sérios e estudiosos se sentem limitados para compreender o sofrimento humano?

Por que pessoas justas às vezes sofrem tanto, e outros, egoístas, que se comprazem no sofrimento do próximo, prosperam tanto? Há quem viva semanas, meses ou poucos anos, enquanto outros vivem quase um século! Por quê? Por que para uns, a felicidade constante, e para outros a miséria e o sofrimento inevitável? Por que alguns seriam premiados pelo acaso, com as mais terríveis malformações congénitas? Por que certas tendências inatas são tão contrastantes com o meio onde surgem? De onde vêm?

Não há como responder a estas questões, conciliando com a crença tradicional, numa Lei Universal justa e sábia, se considerarmos uma vida única para cada criatura.

O ateísmo e o materialismo são consequências inevitáveis da rejeição às crenças tradicionais, surgindo, naturalmente, pela recusa inteligente a uma fé cega num Ser que, aparentemente, preside aos factos da vida sem qualquer critério de sabedoria, amor e justiça.

A cosmovisão espiritualista, alicerçada no conhecimento das vidas sucessivas, onde residem as causas mais profundas dos nossos problemas actuais traz-nos respostas coerentes. O conceito de “reencarnação” propicia uma ampla lente através da qual poderemos enxergar a problemática da vida.

As aparentes desigualdades, vivenciadas momentaneamente pelas criaturas, têm justificativa nos graus diferentes de evolução em que se encontra no momento. Além disso, sabe-se, pelas leis da reencarnação, que cabe a todas as criaturas um único destino: a felicidade.

A evolução inexorável é feita pelas experiências constantes e a aprendizagem decorrente. Os actos da criatura ocasionam uma sequência de causas e efeitos que determinam as necessidades da reencarnação, a si própria, em tal meio ou situação. Há colheita obrigatória, decorrente de livre semeadura, e sempre novas oportunidades de semear.

Cada ser leva para a vida espiritual a sementeira do passado, trazendo-a consigo, ao nível celular e do inconsciente, ao renascer. Se uma existência não for suficiente para corrigir determinadas distorções, diversas serão necessárias para resolver uma determinada tendência, é a longa caminhada da vida.

Os nossos actos do dia-a-dia, por sua vez, são também novos elementos que se juntam ao nosso património energético, pois os arquivos que criamos são sempre ao nível de campos de energia, influenciando intensamente, atenuando ou agravando as desarmonias energéticas estabelecidas pelas vivências anteriores.

A teia do nosso destino, portanto, não é exclusivamente determinada pelo nosso passado. O livre arbítrio que possuímos também tece os finos fios desta teia, a cada momento, num dinamismo sempre renovado.

A diversidade infinita das aptidões, ao nível das faculdades e dos caracteres, tem fácil compreensão. Nem todos os espíritos que reencarnam têm a mesma idade, milhares de anos ou séculos pode haver na diferença de idade entre dois seres humanos. Além disto, alguns galgam velozmente os degraus da escada do progresso, enquanto outros sobem lenta e preguiçosamente.

A todos será dada a oportunidade do progresso pelos retornos sucessivos. Necessitamos passar pelas mais diversas experiências, aprendendo a obedecer para sabermos mandar; sentir as dificuldades da pobreza para sabermos usar a riqueza. Repetir muitas vezes para absorver novos valores e conhecimento. Desenvolver a paciência, a disciplina e o desapego aos valores materiais.

São necessárias existências de estudo, de sacrifício, para crescermos em ética e conhecimento. Voltamos ao mesmo meio, frequentemente ao mesmo núcleo familiar, para reparar os nossos erros com o exercício do amor. Deus, portanto, não castiga nem dá prémios; é a própria Lei da Harmonia que preside à ordem das coisas.

Agirmos de acordo com a natureza, no sentido da harmonia, é prepararmos a nossa elevação, a nossa felicidade. Fazendo-nos conhecer os efeitos da lei da responsabilidade, demonstrando que os nossos actos recaem sobre nós mesmos, estaremos a permitir o desenvolvimento da ordem, da justiça e da solidariedade social tão almejada por todos.

Repito-me de outros textos: é para entender tudo isto que estudo astrologia. E para entender outras coisas.




.

8 comentários:

Ricardo disse...
9 de janeiro de 2012 às 15:49  

Olá António! Gostei muito de ler este seu texto, obrigado pela inspiração. Bom Ano!

Astrid Annabelle disse...
9 de janeiro de 2012 às 20:03  

Fazia tempo que não o sentia tão inspirado António. Gostei muito. Irei reler pode ter certeza.
Partilhando.
Beijos.
Astrid Annabelle

Maria Izabel Viégas disse...
9 de janeiro de 2012 às 21:48  

António amigo,

sua reflexão perpassa através de todos os tempos. Penso exatamente como tu, somos viajantes nesta linha do tempo, temos em nós experiências vividas e marcada esta nossa memória, na memória de nossa alma.
Creio que cada um nasce com um tipo de questão. E vai vivendo m busca das respostas que expliquem o "porquê" mais focal desta sua existência.
Na astrologia aprendi a veracidade das "idades espirituais do Homem". Podemos entender um mapa, mas ele se desnuda ao conversar com a pessoa e observar como trabalha com os seus problemas( todos os temos, mesmo ricos ou pobres, sadios ou enfermos). Se não o temos, os criamos... quiçá uma sina pra ser infeliz? Culpa? Não o sei...
Amei teu texto, resume pedaços dee vários livros que li. rs
Essa tua capacidade de escrever de modo simples , objetivamente didático e subjetivamente oriundo da alma.
A astrologia para mim não é trabalho ... é antes de tuo, uma compreensão profunda dos mistérios de nós mesmos. Somos capazes de entender alguém num pequeno espaço de tempo, algo que um profissional da mente leva meses.
A grande questão da astrologia é: Quer o homem melhorar?
Quer seguir e cumprir o mmelhor de seu mapa, o melhor de si mesmo?
Ou quer predições, oráculos. Fiico pasma com o número de profissionais que, apoiam em suas práticas, tais dicas de soluções.
ninguém muda de fora para dentro. Bem, cada um faz o que quiser, Deus nos deu esta liberdade de ação. Olhando em frente e para frente fica mais fácil, né?
É isso amigo,
apesar de tudo... a vida é muito boa;esta vida, a nossa mesmo!!! É a oportunidade da hora! Aproveitá-la é sabedoria.
Querido amigo, deixo-te um beijo no coração, desejando que estejas muito, muito bem!

Flávia Furquim disse...
10 de janeiro de 2012 às 03:51  

Ótimo texto! Compartilho sua visão sobre este tema, sobre o qual reflito continuamente! Um feliz 2012!

Maria Izabel Viégas disse...
10 de janeiro de 2012 às 12:56  

Ah... amigo, tem no Memórias um agradecimento a ti e ao Marcelo Dalla - pelos posts que fizeram para mim.
Claro que não vivemos aqui na Blogosfera a esperar que te ciem nos seus blogs, mas oc dois foram os únicos que me deram este presente!
E eu AGRADEÇO!
Como falo lá... é o amor- amizade materializado!
Grata ...para sempre!

Mercurio em Escorpiao disse...
10 de janeiro de 2012 às 14:42  

Olá António,

Engraçado que acabei de ler este post após ter visualizado o filme brasileiro intitulado "O nosso lar" que mostra como é a vida no plano superior. Muito interessante não sei se conhece. É também por estes motivos que estudo astrologia e porque as nossas luas em sagitário não nos dão tréguas a cerca destes conhecimentos.
Um beijinhos muito grande Antonio

Sílvia Coragem

Anónimo disse...
10 de janeiro de 2012 às 16:54  

"Além disso, sabe-se, pelas leis da reencarnação, que cabe a todas as criaturas um único destino: a felicidade. "
Isto provém da fé humana, ou é algo que foi analisado e comprovado? Não cairá também na "fé cega" que culpabiliza pela "rejeição às crenças tradicionais"?
O que me parece é que muitas vezes a negação das religiões tracicionais leva à formulação de novos sistemas de crenças que caem frequentemente nos mesmos fundamentos/alicerces/ideais que as primeiras.

"A todos será dada a oportunidade do progresso pelos retornos sucessivos. " Se esta não é uma afirmação baseada numa forte crença ou fé, vou ali é já venho!! ;) Esta ideia de que existe uma entidade boa, que nos conduz à felicidade e harmonia, pode bem ser mais uma necessidade humana projectada em Deus, do que uma realidade concreta e visceral. Para mim a noção de bem já é uma construção humana, e portanto, uma fuga da realidade primordial a que se refere no início. A própria definição do "bem" é contraditória com o bem "em si" não defenível, pois ao defenir uma coisa, o homem está a delimitá-la culturalmente/moralmente/legalmente/politicamente, na sua existência, prática e acção.

Existiram em tempos deuses que eram mauzinhos, guerreiros, fraticídas, homicidas e outros que tinham fraquezas e que caíam na tentação, para além dos belos e bons, ora aí está uma imagem mais acertada de Deus à semelhança do homem…...agora se estamos a falar de uma força criadora primordial, de Deus que envolve o in e o yang, essa está para além do bem e do mal, e essas patacoadas são dialéticas humanas.

Orvalho do Céu disse...
10 de janeiro de 2012 às 21:39  

Olá, Antônio
Preparar a nossa felicidade... isso é profundo demais!!!
Abraços fraternos de paz e alegria

9 de janeiro de 2012

Uma visão cósmica e universalista

O homem primitivo, intimamente ligado à natureza que o rodeava, expressava de forma espontânea e verdadeira a sua espiritualidade. Através do seu instinto e intuição, sentia a existência do transcendental, sentimento este que pulsava, de forma nítida, na essência energética daqueles seres simples, ainda vazios de conhecimentos, porém plenos de autenticidade.

À medida que a civilização humana começou a galgar novos degraus da escala do progresso, deixando cada vez mais de ser instintiva e intuitiva, passou a reprimir para os porões do inconsciente as percepções inatas e verdadeiras. Deixando para trás a infância histórica, passou pela física moderna, abriu as portas para a percepção da existência do mundo espiritual.

A humanidade já não se satisfaz com os preceitos rígidos das religiões dominantes. O homem é um ser que indaga e quer saber, afinal, quem é, de onde vem e para onde vai.

A dissociação existente entre ciência e religião, verdadeiro abismo criado pelos homens, levou os indivíduos a terem uma visão fragmentada da vida. Os conselhos religiosos, tão úteis em épocas remotas, hoje tornaram-se bastantes desfasados em relação à evolução contemporânea. As orientações dos religiosos foram sendo substituídas pelos médicos, psicólogos, pedagogos, astrólogos, etc.

O que frequentemente observamos é a influência de respostas às ansiedades íntimas do indivíduo ou da própria sociedade. O que lhes falta? Por que profissionais extremamente capacitados, sérios e estudiosos se sentem limitados para compreender o sofrimento humano?

Por que pessoas justas às vezes sofrem tanto, e outros, egoístas, que se comprazem no sofrimento do próximo, prosperam tanto? Há quem viva semanas, meses ou poucos anos, enquanto outros vivem quase um século! Por quê? Por que para uns, a felicidade constante, e para outros a miséria e o sofrimento inevitável? Por que alguns seriam premiados pelo acaso, com as mais terríveis malformações congénitas? Por que certas tendências inatas são tão contrastantes com o meio onde surgem? De onde vêm?

Não há como responder a estas questões, conciliando com a crença tradicional, numa Lei Universal justa e sábia, se considerarmos uma vida única para cada criatura.

O ateísmo e o materialismo são consequências inevitáveis da rejeição às crenças tradicionais, surgindo, naturalmente, pela recusa inteligente a uma fé cega num Ser que, aparentemente, preside aos factos da vida sem qualquer critério de sabedoria, amor e justiça.

A cosmovisão espiritualista, alicerçada no conhecimento das vidas sucessivas, onde residem as causas mais profundas dos nossos problemas actuais traz-nos respostas coerentes. O conceito de “reencarnação” propicia uma ampla lente através da qual poderemos enxergar a problemática da vida.

As aparentes desigualdades, vivenciadas momentaneamente pelas criaturas, têm justificativa nos graus diferentes de evolução em que se encontra no momento. Além disso, sabe-se, pelas leis da reencarnação, que cabe a todas as criaturas um único destino: a felicidade.

A evolução inexorável é feita pelas experiências constantes e a aprendizagem decorrente. Os actos da criatura ocasionam uma sequência de causas e efeitos que determinam as necessidades da reencarnação, a si própria, em tal meio ou situação. Há colheita obrigatória, decorrente de livre semeadura, e sempre novas oportunidades de semear.

Cada ser leva para a vida espiritual a sementeira do passado, trazendo-a consigo, ao nível celular e do inconsciente, ao renascer. Se uma existência não for suficiente para corrigir determinadas distorções, diversas serão necessárias para resolver uma determinada tendência, é a longa caminhada da vida.

Os nossos actos do dia-a-dia, por sua vez, são também novos elementos que se juntam ao nosso património energético, pois os arquivos que criamos são sempre ao nível de campos de energia, influenciando intensamente, atenuando ou agravando as desarmonias energéticas estabelecidas pelas vivências anteriores.

A teia do nosso destino, portanto, não é exclusivamente determinada pelo nosso passado. O livre arbítrio que possuímos também tece os finos fios desta teia, a cada momento, num dinamismo sempre renovado.

A diversidade infinita das aptidões, ao nível das faculdades e dos caracteres, tem fácil compreensão. Nem todos os espíritos que reencarnam têm a mesma idade, milhares de anos ou séculos pode haver na diferença de idade entre dois seres humanos. Além disto, alguns galgam velozmente os degraus da escada do progresso, enquanto outros sobem lenta e preguiçosamente.

A todos será dada a oportunidade do progresso pelos retornos sucessivos. Necessitamos passar pelas mais diversas experiências, aprendendo a obedecer para sabermos mandar; sentir as dificuldades da pobreza para sabermos usar a riqueza. Repetir muitas vezes para absorver novos valores e conhecimento. Desenvolver a paciência, a disciplina e o desapego aos valores materiais.

São necessárias existências de estudo, de sacrifício, para crescermos em ética e conhecimento. Voltamos ao mesmo meio, frequentemente ao mesmo núcleo familiar, para reparar os nossos erros com o exercício do amor. Deus, portanto, não castiga nem dá prémios; é a própria Lei da Harmonia que preside à ordem das coisas.

Agirmos de acordo com a natureza, no sentido da harmonia, é prepararmos a nossa elevação, a nossa felicidade. Fazendo-nos conhecer os efeitos da lei da responsabilidade, demonstrando que os nossos actos recaem sobre nós mesmos, estaremos a permitir o desenvolvimento da ordem, da justiça e da solidariedade social tão almejada por todos.

Repito-me de outros textos: é para entender tudo isto que estudo astrologia. E para entender outras coisas.




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8 comentários:

Ricardo disse...

Olá António! Gostei muito de ler este seu texto, obrigado pela inspiração. Bom Ano!

Astrid Annabelle disse...

Fazia tempo que não o sentia tão inspirado António. Gostei muito. Irei reler pode ter certeza.
Partilhando.
Beijos.
Astrid Annabelle

Maria Izabel Viégas disse...

António amigo,

sua reflexão perpassa através de todos os tempos. Penso exatamente como tu, somos viajantes nesta linha do tempo, temos em nós experiências vividas e marcada esta nossa memória, na memória de nossa alma.
Creio que cada um nasce com um tipo de questão. E vai vivendo m busca das respostas que expliquem o "porquê" mais focal desta sua existência.
Na astrologia aprendi a veracidade das "idades espirituais do Homem". Podemos entender um mapa, mas ele se desnuda ao conversar com a pessoa e observar como trabalha com os seus problemas( todos os temos, mesmo ricos ou pobres, sadios ou enfermos). Se não o temos, os criamos... quiçá uma sina pra ser infeliz? Culpa? Não o sei...
Amei teu texto, resume pedaços dee vários livros que li. rs
Essa tua capacidade de escrever de modo simples , objetivamente didático e subjetivamente oriundo da alma.
A astrologia para mim não é trabalho ... é antes de tuo, uma compreensão profunda dos mistérios de nós mesmos. Somos capazes de entender alguém num pequeno espaço de tempo, algo que um profissional da mente leva meses.
A grande questão da astrologia é: Quer o homem melhorar?
Quer seguir e cumprir o mmelhor de seu mapa, o melhor de si mesmo?
Ou quer predições, oráculos. Fiico pasma com o número de profissionais que, apoiam em suas práticas, tais dicas de soluções.
ninguém muda de fora para dentro. Bem, cada um faz o que quiser, Deus nos deu esta liberdade de ação. Olhando em frente e para frente fica mais fácil, né?
É isso amigo,
apesar de tudo... a vida é muito boa;esta vida, a nossa mesmo!!! É a oportunidade da hora! Aproveitá-la é sabedoria.
Querido amigo, deixo-te um beijo no coração, desejando que estejas muito, muito bem!

Flávia Furquim disse...

Ótimo texto! Compartilho sua visão sobre este tema, sobre o qual reflito continuamente! Um feliz 2012!

Maria Izabel Viégas disse...

Ah... amigo, tem no Memórias um agradecimento a ti e ao Marcelo Dalla - pelos posts que fizeram para mim.
Claro que não vivemos aqui na Blogosfera a esperar que te ciem nos seus blogs, mas oc dois foram os únicos que me deram este presente!
E eu AGRADEÇO!
Como falo lá... é o amor- amizade materializado!
Grata ...para sempre!

Mercurio em Escorpiao disse...

Olá António,

Engraçado que acabei de ler este post após ter visualizado o filme brasileiro intitulado "O nosso lar" que mostra como é a vida no plano superior. Muito interessante não sei se conhece. É também por estes motivos que estudo astrologia e porque as nossas luas em sagitário não nos dão tréguas a cerca destes conhecimentos.
Um beijinhos muito grande Antonio

Sílvia Coragem

Anónimo disse...

"Além disso, sabe-se, pelas leis da reencarnação, que cabe a todas as criaturas um único destino: a felicidade. "
Isto provém da fé humana, ou é algo que foi analisado e comprovado? Não cairá também na "fé cega" que culpabiliza pela "rejeição às crenças tradicionais"?
O que me parece é que muitas vezes a negação das religiões tracicionais leva à formulação de novos sistemas de crenças que caem frequentemente nos mesmos fundamentos/alicerces/ideais que as primeiras.

"A todos será dada a oportunidade do progresso pelos retornos sucessivos. " Se esta não é uma afirmação baseada numa forte crença ou fé, vou ali é já venho!! ;) Esta ideia de que existe uma entidade boa, que nos conduz à felicidade e harmonia, pode bem ser mais uma necessidade humana projectada em Deus, do que uma realidade concreta e visceral. Para mim a noção de bem já é uma construção humana, e portanto, uma fuga da realidade primordial a que se refere no início. A própria definição do "bem" é contraditória com o bem "em si" não defenível, pois ao defenir uma coisa, o homem está a delimitá-la culturalmente/moralmente/legalmente/politicamente, na sua existência, prática e acção.

Existiram em tempos deuses que eram mauzinhos, guerreiros, fraticídas, homicidas e outros que tinham fraquezas e que caíam na tentação, para além dos belos e bons, ora aí está uma imagem mais acertada de Deus à semelhança do homem…...agora se estamos a falar de uma força criadora primordial, de Deus que envolve o in e o yang, essa está para além do bem e do mal, e essas patacoadas são dialéticas humanas.

Orvalho do Céu disse...

Olá, Antônio
Preparar a nossa felicidade... isso é profundo demais!!!
Abraços fraternos de paz e alegria

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