Rendição ou redenção? Capacidade de escolhas

29 de setembro de 2009 ·

Quando éramos pequenos, os nossos pais tomaram grande parte das decisões por nós e deram-nos os limites e a orientação necessários à nossa segurança. Contudo, se os pais continuassem a tomar a maioria das decisões por nós, nunca teríamos confiança nas nossas decisões e nas nossas capacidades; ou seja, não teríamos confiança nos requisitos exigidos num desenvolvimento pessoal eficaz e harmonioso. Não cresceríamos. Não evoluiríamos. Apesar da palavra 'evolução' poder ser um pouco dúbia no actual contexto social.

No que diz respeito aos níveis superiores da consciência humana e espiritual, não há razão para que outras entidades [leia-se: seres de outro plano] escolham por nós; independentemente de termos seis anos ou sessenta, precisamos desenvolver a maturidade psíquica e espiritual que resulta apenas do exercício do poder de escolha. Não contemos com os Amigos Invisíveis para escolher por nós, pois apenas estão empenhados em nos apoiar nas nossas decisões.

Eles ajudam-nos a fazer a transição da mentalidade de vítima à autonomia psíquica e espiritual. Há alturas em que até as pessoas mais diligentes e autónomas desejam que as pressões exercidas pela tomada de decisões lhes sejam retiradas. Que alguém assuma esse comando. Não é possível, pois as coisas não funcionam assim.

Por vezes, parece muito fácil sentarmo-nos e deixar que uma força exterior benigna tome a decisão, para que não tenhamos de ser nós a tomá-la. É um sinal de fuga de mim mesmo. Deve ser trabalhado como uma questão de medo e de vitimização, pois se eu não decidir por mim, sempre tenho a hipótese de culpar o outro, seja quem for, do que quer que seja. Vejo muito disto em casais, em que um deles se submete ao outro. Também fiz isso, no passado. É a marca da falta de amor. Uma das marcas.

O desejo secreto de alguém decidir por nós, torna-se na essência da mentalidade de vítima, um estado onde abdicamos da responsabilidade pessoal, desistimos do poder pessoal, ou da situação, em prol de outras pessoas e quando tudo corre mal escolhemos alguém em quem pôr as culpas. É um clássico, que configura o motivo invocado pela maioria dos casos de divórcio. Eu sou o 'santo'. O outro é a 'peste'.

No entanto, se obtivermos o apoio dos Seres de Luz, eles ajudarão a aliviar a pressão, a maioria da qual é gerada pela própria pessoa, e dar-nos-ão amor, a orientação e a protecção que necessitamos; todavia não tomarão as decisões por nós. Tem que ser assim. Com a orientação interna, exercer o direito de escolha é frequentemente estimulante, libertador, transformador. No imediato, pode não ser 'divertido', mas a médio prazo, olhamos para trás e podemos sorrir por termos exercido aquele direito de escolha. Seja qual for. É sempre o nosso privilégio. Passei recentemente por essa situação, em termos profissionais. Hoje, sinto-me bem.

Gostaria de deixar já claro que há uma única excepção neste direito de escolha nesta nossa reencarnação: na tua caminhada, com mais ou menos tropeções, vais sempre em direcção a Deus [chama-lhe o nome que quiseres], pois aí, nesse caminho, não tens livre-arbítrio. Esse é o teu destino. O meu, também. O de todos. Lamento dar-te esta notícia: não tens livre-arbítrio no teu destino - fundires-te contigo mesmo, a nível multidimensional. Porque Deus és tu. E tu és Ele.

Voltando ao tema principal deste texto, os Amigos Invisíveis têm prazer em nos ajudar a deixar o papel de vítima, a que nos responsabilizemos pelas verdadeiras necessidades e desejos e, consequentemente, a tornarmo-nos no condutor da nossa viagem. Quer material, quer espiritual. No plano material, o teu direito de escolha é óbvio. No plano espiritual, bom, isso é outra conversa, pois, quanto muito, podes adiar.

Na verdade, mais tarde ou mais cedo, todos assumimos o papel de condutores da nossa viagem espiritual aqui na quadrimensionalidade do planeta Terra. Sim, deveríamos deixar de dizer 'tridimensionalidade', pois cientificamente já se sabe há vários anos que o nosso planeta vibra em 4D. Por isso se falar tanto em que o planeta (e nós) vamos a caminho da quinta dimensão.

A questão nem se coloca se podemos dizer "não" a essa condução. Até à presente reencarnação podíamos dizer esse "não", e adiar para uma das reencarnações seguintes o momento de dizermos "sim" ao divino. Os terapeutas de TVP sabem que fizémos muito isso. Era o 'jogo'. Nestes momentos, já não temos essa hipótese. O planeta já está a reclamar.

Chegámos à antepenúltima página do nosso 'diário de bordo'. Temos apenas mais uma página para escrever e um restinho da última, que nem sequer ocupa a página toda. Estas páginas por escrever existem para chegarmos à grande alegria: ao momento em que te rendes, prostrado, por tanto teres combatido a ideia. A partir dessa rendição, saberás exactamente, milimetricamente, até ao mais profundo de ti mesmo, que conseguiste transformar a 'rendição' em 'redenção'. O divino não admite 'rendições'. Isso é coisa de capatazes, coronéis e cipaios aqui na crosta do planeta. Porque Ele recebe-te em absoluta redenção. Por Amor por Ti. É quando esta palavra 'amor' deixa de ser usada por ti, porque, simplesmente És.


Adiaste (adiei) para esta reencarnação o momento de dizer "sim" a que sejas tu mesmo a conduzires a tua viagem espiritual. Portanto, a questão nem se coloca em usarmos o nosso livre-arbítrio para dizer "sim" ou "não". Um dia, inevitavelmente, inexoravelmente, usá-lo-emos pela positiva. Todos nós, passamos por esse momento. 'Despertar' é isto. É quando dizes 'sim'.

A questão nem sequer reside no livre-arbítrio, mas «quando» o utilizamos.

O livre-arbítrio já não é dizeres ‘sim’, mas «quando» o dirás. Em consciência. Porque, no interno, já o disseste, mais atrás, só que ainda não te lembras. Chegou o momento.

Esse momento chega sempre.

Agora ou mais logo.

É só ouvires o teu coração.

62 comentários:

Sonia Beth disse...
29 de setembro de 2009 às 01:04  

Nossa, perdi o fôlego!
beijocas

Anónimo disse...
29 de setembro de 2009 às 01:15  

Não conseguia dormir e vim aqui.

Valeu a pena, o que li reforça o que eu estava a pensar, às voltas na cama.

Que dizer, a não ser que lhe agradeço?
Agradeço! :)

Rosan disse...
29 de setembro de 2009 às 02:37  

Já chegou a hora do sim, eu sinto isso, e como dói vermos as pessoas que nos são caras dizendo não, e tentarmos e não conseguirmos ajuda-las a perceber que é chegada a hora....que chegou a última página.

um abraço.

angela disse...
29 de setembro de 2009 às 05:18  

Bom te-lo de volta e com um texto tão rico.
beijos

Ana Cristina disse...
29 de setembro de 2009 às 10:34  

Grandes voos interiores, levam-nos a terreno seguro! Abraço

Maria Paula Ribeiro disse...
29 de setembro de 2009 às 10:47  

:-) Nem sei se me redimo, se me rendo! :-)
Magniloquência amigo!
Kiss kiss

adriana disse...
29 de setembro de 2009 às 11:05  

António, António...

Namaste

Joana disse...
29 de setembro de 2009 às 11:41  

Muito bonito o texto. Gostei muito. :)

Beijocas

tereza ferraz disse...
29 de setembro de 2009 às 11:42  

Grande Coração,
que sentida emoção...

António Rosa disse...
29 de setembro de 2009 às 11:48  

Sonia

Sei que saiu assim, no domingo passado. Beijos.

António Rosa disse...
29 de setembro de 2009 às 11:48  

Anónimo das 1:15

Obrigado pelo testemunho. Gostei de saber que fui útil. Grato.

António Rosa disse...
29 de setembro de 2009 às 11:48  

Rosan

Todos passamos por esse desafio, mas a verdade é que cada pessoa tem o seu próprio momento. Beijos.

António Rosa disse...
29 de setembro de 2009 às 11:49  

Angela

Ainda não é um regresso a 100%. Tenho estado em fase de descanso mental, a brincar às «fazendas» (é um jogo na internet) e a carburar internamente. Sinto que este post vai ficar aqui até ao dia 2. Beijos.

António Rosa disse...
29 de setembro de 2009 às 11:49  

Ana Cristina,

Têm sido mesmo grandes voos, nos últimos dias. Muito agradecido.

António Rosa disse...
29 de setembro de 2009 às 11:49  

Maria Paula

Saiu assim. Não foi intencional. Podes crer que é dirigido a mim mesmo. Para eu aprender. Beijos.

António Rosa disse...
29 de setembro de 2009 às 11:49  

Adriana

:) É para eu próprio aprender e partes de mim reavivarem a memória. Abraço.

António Rosa disse...
29 de setembro de 2009 às 11:50  

Joana

Muito obrigado pela leitura. Também aprendo. Beijos.

António Rosa disse...
29 de setembro de 2009 às 11:52  

Tereza

Pode crer que, no domingo, quando iniciei a escrita era uma emoção estar a desenvolver a ideia. Também sei que não está um texto muito coerente e com as ideias seguidas. Mas não tinha como emendar. Obrigado. Beijo.

Reyel disse...
29 de setembro de 2009 às 11:57  

Antônio, quanta sabedoria e clareza neste texto. Falou-me profundamente. Me foi alimento para este dia, iluminou-me mesmo. Agora resta-me refletir e decidir...
Bendito sejas!

Siala ap Maeve disse...
29 de setembro de 2009 às 12:01  

Antonio, é hora realmente, mas por vezes impõe-se o silêncio necessário para que escutemos a nossa voz.
Engraçado...na noite de 25 para 26 Setembro houve um acontecimento na minha vida que me levou a ouvir-me, e mais importante que isso levou-me a declarar bem alto e firme que sou dona do meu destino, sou livre de decidir, que este é o meu caminho e que sim, é altura de assumir em pleno o meu papel aqui, as minhas responsabilidades, os meus deveres. Ainda estou em fase de reclusão por assim dizer...ainda estou a digerir tudo e também a integrar.
O teu texto está sublime por ser um retorno á verdade que se quer simples e não complicada. Confesso que ao longo do meu caminho tenho encontrado varias pessoas que esperam que as decisões sejam tomadas pelos outros, aqui ou do outro lado do véu, sendo inevitável o consequente processo de vitimização e de desresponsabilização. Há também quem prefira e possa ir por caminhos mais rápidos, passando de uma vez só várias aprendizagens que deveriam ser feitas nesta vida, mas que mesmo assim continuam incapazes de adequar a intenção ao plano fisico e á acção...por assim dizer.
Todos os caminhos são válidos e vão dar ao Universo, Deus, Pai, Mãe, que somos nós também.
Durante muito tempo culpei os outros pelos meus passos...os meus pais, a escola, os namorados, os companheiros, o chefe, Deus, etc etc depois passei ao ponto oposto, culpei-me a mim por tudo na minha vida, Virgem em ascendente é muito dura quando quer, martirizei-me mesmo ao máximo...ainda estou no processo de auto-perdão a mim mesma e a todos os que fizeram e fazem parte do meu caminho, pelo possivel mal que eu tenha feito a eles e a mim e pelo possivel mal que me tenham feito a mim. Escavar o passado para o poder libertar e assim poder seguir em frente sem fantasmas ou pendentes a atrapalharem....costuma-se dizer que para haver lugar para o novo temos que deitar fora o velho que já não nos faz falta, e a meu ver é bem verdade. Só em terra rada e limpa podemos plantar o lindo jardim da nossa alma a florescer :)
Acho que fugi ao tema.
Beijos de Luz

tereza ferraz disse...
29 de setembro de 2009 às 12:04  

António,
Há todo o Sentido!
beijo

António Rosa disse...
29 de setembro de 2009 às 12:30  

Reyel

Obrigado, minha querida. Se sente que o texto ajudou, cumpriu-se uma parte da missão. Beijo.

António Rosa disse...
29 de setembro de 2009 às 12:30  

Siala

Fiquei sem fôlego, tal é a importância do teu testemunho. Não digo mais. Beijos.

António Rosa disse...
29 de setembro de 2009 às 12:30  

Tereza,

Muito obrigado pela confirmação. Beijo

Anónima disse...
29 de setembro de 2009 às 13:26  

"- fundires-te contigo mesmo, a nível multidimensional. Porque Deus és tu. E tu és Ele."

Sempre pensei que, a render-me, teria que ser a mim mesma, de outra maneira não fazia sentido.

Essa rendição (não lhe chamo ainda redenção) passa por um mais ou menos longo e profundo processo de auto-perdão. Só há que perdoar a mim própria, mas há coisas que não compreendo e preciso de compreender. Não somos só coração, também nos foi dada uma mente.
Posso saltar da fase de querer compreender para a fase da aceitação. é um processo, também, que se cruza com o do auto-perdão.

Sou o anónima da 1.15

António Rosa disse...
29 de setembro de 2009 às 13:34  

Anónima amiga

A sua dúvida é legítima. No entanto, atrevo-me a dar-lhe um conselho, fruto de experiência pessoal.

«passa por um mais ou menos longo e profundo processo de auto-perdão».

É profundo, sim. Não é tão longo como parece.

O 'momento' da alquimia do auto-perdão surge quando toma consciência disso e consegue perdoar-se e amar-se ao mesmo tempo.

Depois, segue-se em frente.

O pior que podemos fazer é 'ficarmos' ali a auto-perdoar-nos. Sem querer flagelamo-nos, castigamo-nos, quando não é disso que se trata.

A tomada da consciência com profundidade é suficiente.

Venha sempre.

Anónima disse...
29 de setembro de 2009 às 13:39  

É aceitação.Não será esse o significado da famosa expressão: "Eu Sou o que Eu Sou"?: em cada momento do tempo, eu fui/eu sou o que eu sou.
E pronto, acabam-se os julgamentos.

Até logo

adriana disse...
29 de setembro de 2009 às 14:01  

Partes de nós...
Celebremos!

António Rosa disse...
29 de setembro de 2009 às 14:08  

Anónima

Exactamente isso: a aceitação. Partilho isto consigo: o que eu aprendi é que essa aceitação não é um processo mental.

:)

Nem imagina o tempo que demorei a chegar aí.

António Rosa disse...
29 de setembro de 2009 às 14:09  

Adriana

Que bonito isso: celebremos, mesmo.

Obrigado. Sempre encorajadora e amiga.

Reyel disse...
29 de setembro de 2009 às 14:40  

Amigo, tens uma dúvida a me tirar lá no meu blog. Te espero, viu?
Bênçãos!

irradiandoluz disse...
29 de setembro de 2009 às 14:49  

AXÉ António!!

Que sabedoria profunda está contida nesta postagem.
Sejamos donos do nosso destino!
O livre-arbítrio é um dom que Deus deu a nós, seres humanos. Nem mesmo os Anjos, seres celestiais mais próximos do Pai, têm este privilégio.
Assim, façamos as escolhas com responsabilidade e clareza, sempre em direção à Luz do Pai Eterno, que é nosso destino final, como você muito bem colocou.
Acredito que a oração do Pai Nosso contém esta verdade, pois quando oramos, proferimos que "seja feita Vossa vontade, assim na Terra como no Céu".
Meu entendimento desta oração é que pedimos a Deus forças e coragem para tomar as decisões que transformarão a Terra no reino dos Céus. Aqui e Agora.

Agradeço imensamente por todo que nos proporciona, meu querido I-rmão!

Positivas Vibrações
Gabi Dread

António Rosa disse...
29 de setembro de 2009 às 14:54  

Reyl

Vou lá agora.

António Rosa disse...
29 de setembro de 2009 às 14:57  

Gabriel, querido amigo

O Pai-Nosso é a única oração reconhecida como tendo sido ensinada por Jesus. Todas as demais orações saíram da vontade dos homens.

É como diz que essa oração representa. A vontade única de nos dirigirmos a Deus, como nosso destino.

Grande, grande abraço

Maria de Fátima disse...
29 de setembro de 2009 às 15:03  

Olá António, encantei-me a ler o teu lindo texto.Fiquei arrepiada e ao mesmo tempo sem fala com o comentário da Siala.Gostei muito.Beijocas.

António Rosa disse...
29 de setembro de 2009 às 15:12  

Maria de Fátima

Que bom que este texto tenha sido útil. Beijos lindos.

Adelaide Figueiredo disse...
29 de setembro de 2009 às 15:13  

António,

Bateu fundo este texto e veio esclarecer algumas das minhas dúvidas que nos últimos tempos me têm assaltado.
Obrigada por este texto e por esta ajuda.
Abraço

Silvia Freedom disse...
29 de setembro de 2009 às 15:18  

Antònio Caríssimo ser de luz,

O Pai está a sorrir com seu depoimento e o de todos que estão de mãos dadas num grande círculo de expansão de consciência "despertando para si, interior". Quando "mergulhamos" de verdade é que vemos a grande Luz"
Todos podemos!
Confiar,
Entregar
e
Seguir!
Já estamos Lá"""""

Graças
Salve

António Rosa disse...
29 de setembro de 2009 às 16:22  

Adelaide

Nem imagina o que foi criar estas ideias, até que decidi começar a escrever. Foram vindo. Abraço.

António Rosa disse...
29 de setembro de 2009 às 16:23  

Silvia

Gosto muito da ideia que o Pai esteja a sorrir. Também nós, não é?

Beijo

Silvia Freedom disse...
29 de setembro de 2009 às 17:34  

Sim sorrindo e nos também.

Celebremos a chegada de cadaparte de nós.

António Rosa disse...
29 de setembro de 2009 às 17:59  

Silvia

Cada vez estamos mais Lá, sem deixarmos de estar Cá. Beijos.

marcelo dalla disse...
29 de setembro de 2009 às 18:24  

Lindo lindo lindo lindo!!!
Todo mal é transitório, só o Bem é eterno. Que todos os filhos pródigos retornem o mais rápido possível à casa do Pai.
Estava sentindo falta de vir aqui.
Abraço, meu querido!

Mitti disse...
29 de setembro de 2009 às 18:26  

Olá!
Hoje fiz um post no meu blog, justamente comentando como esta sendo difícil escolher pra mim no momento.

Minha amiga Reyel leu meu post e me encaminhou para cá...olha só que coinscidência né?

Fazer escolhas é essencial porém existem umas que são complicadas de serem feitas.

O livre arbítrio é algo sublime porém me dá medo, saber que posso colocar tudo a perder.

Estou aqui na peleja da minha vida.

Bjoka
adorei seu texto, bem esclarecedor.

António Rosa disse...
29 de setembro de 2009 às 18:39  

Amigos

É só para informar que hoje o blogue 'Viajantes da Linha do Tempo' da amiga Maria Izabel Viegas comemora o seu 1º aniversário. Quem puder, passe por lá.

O endereço e estes:

http://viajantesnalinhadotempo.blogspot.com/

António Rosa disse...
29 de setembro de 2009 às 18:44  

Marcelo

Nem imagina a falta que senti da presença dos amigos. Aqui entrego-me. Todos retornamos à Casa do Pai, sem dúvida.
Abraço, querido amigo.

António Rosa disse...
29 de setembro de 2009 às 18:44  

Mitti

Eu falo no medo aqui no texto. Se você não fizer as suas escolhas, a vida tem planos para si. Sabe como funcionam as coisas quando não tomamos conta de nós mesmos (decidindo o que quer que seja)? Tomam um volume e tudo começa a atrapalhar.

Força, minha querida. Vou agora conhecer o seu blogue.

Muito obrigado por ter vindo.

Abraço.

António Rosa disse...
29 de setembro de 2009 às 18:52  

Reyel, minha querida

Muito obrigado por ter dado o link deste artigo à Mitti.

Beijos

Reyel disse...
29 de setembro de 2009 às 19:49  

Por nada, Antônio. Somos todos Um!
Bênçãos!

Maria Izabel Viégas disse...
29 de setembro de 2009 às 23:56  

António grande amigo,
já li o seu post e volto para comentá-lo com a atenção que ele merece, sempre com a tua marca de qualidade.
Mas o que quero mesmo é te agradecer de coração este Grande Coração Amoroso que tens!
Que gentileza, fiquei emocionada ao ver o Aniversário de 1 ano do meu primeiro Blog. Se já sou feliz por ter amigos tão queridos, é uma "honra" estar aqui citada no seu Blog!
Estou emocionada e sensibilizada.
Pode chorar? ;) pois estou com muita aguinha nos olhos ;))
Obrigada amigo, seus comentários no meu post foi um incentivo, eu sou como uma aprendiz.
Orgulho-me de participar deste lindo Anel de Corações, com pessoas extremamente geniais!
Um beijo no seu lindo coração!
Sempre grata!

Silvia Freedom disse...
30 de setembro de 2009 às 04:34  

Ai que você me emociona! Amém!

António Rosa disse...
30 de setembro de 2009 às 08:41  

Maria Izabel,

É sempre um prazer para mim servir a comunidade terapêutica, espiritual e metafísica onde me sinto bem e a gosto.

Não só a admiro como pessoa com trato afável e carinhoso, além da sabedoria que revela, como tenho enorme apreço pelo seu projecto bloguístico, por ser corajoso, inovador e diferente.

Parabéns pelo aniversário do Viajantes da Linha do Tempo.

Grande abraço.

Beijo.

Nathalie disse...
30 de setembro de 2009 às 11:31  

Parabéns por esse blog e este magnífico texto! São esses os sinais que a vida me manda para me indicar que estou no "caminho certo". Como é bom não se sentir só...
Beijinhos de luz

António Rosa disse...
30 de setembro de 2009 às 12:33  

Nathalie,

Muito agradecido por ter vindo. Vou conhecer o seu blog.

Abraços.

Fabiano Mayrink disse...
30 de setembro de 2009 às 12:40  

Ola Antonio to passando pra te desejar um bom dia! e falar q recebi um selo premio e estou repassando pra vc, um abraço!

António Rosa disse...
30 de setembro de 2009 às 14:22  

Fabiano,

Muito obrigado. Vou já buscá-lo.

Abraço.

IdoMind disse...
30 de setembro de 2009 às 16:03  

E não é que o repouso te fez bem! Grande came back!
Pois querido António, nós bem sabemos a teoria toda e acreditamos nela, mas a prática doi que se farta, não é? E assusta.

É o medo que nos tolhe a decisão, mas a verdade é que quem fica sentado na estrada acaba atropelado...

Beijos e os meus parabéns por este post

António Rosa disse...
30 de setembro de 2009 às 16:15  

IdoMind

Muito agradecido pelas tas palavras e estou de acordo que não convém sentarmo-nos na estrada. Nada mesmo.

:)

Beijos

Onda Encantada disse...
30 de setembro de 2009 às 22:10  

Mais palavras para quê?!

Merece ser emoldurado e mostrado em cada esquina, em cada poste, em cada porta.

Boa ideia! Vou imprimir e colocar na porta do meu armário no trabalho! :)

Ufa! C'a coisa mai linda! :))))

Beijo beijo beijo!!!

Onda Encantada

Christiane Forcinito Ashlay Silva de Oliveira disse...
30 de setembro de 2009 às 23:35  

Antônio

Amigo...

Texto lindo e "frágil" do jeito que estou chorei...

Estou limitada fisicamente mas isso vai passar... Solidão como companhia... mas isso vai passar...

Que bom que escreveu.

Preciso me preparar para a quadratura plutão plutão...

Beijo.

Chris

António Rosa disse...
1 de outubro de 2009 às 11:20  

Onda, ui! no armário do trabalho? São muitas horas por dia...

Obrigado

Beijo

António Rosa disse...
1 de outubro de 2009 às 11:21  

Chris

Não se apoquente com antecedência com plutão plutão.

Tudo de bom para si.

Muito obrigado e beijinhos

29 de setembro de 2009

Rendição ou redenção? Capacidade de escolhas

Quando éramos pequenos, os nossos pais tomaram grande parte das decisões por nós e deram-nos os limites e a orientação necessários à nossa segurança. Contudo, se os pais continuassem a tomar a maioria das decisões por nós, nunca teríamos confiança nas nossas decisões e nas nossas capacidades; ou seja, não teríamos confiança nos requisitos exigidos num desenvolvimento pessoal eficaz e harmonioso. Não cresceríamos. Não evoluiríamos. Apesar da palavra 'evolução' poder ser um pouco dúbia no actual contexto social.

No que diz respeito aos níveis superiores da consciência humana e espiritual, não há razão para que outras entidades [leia-se: seres de outro plano] escolham por nós; independentemente de termos seis anos ou sessenta, precisamos desenvolver a maturidade psíquica e espiritual que resulta apenas do exercício do poder de escolha. Não contemos com os Amigos Invisíveis para escolher por nós, pois apenas estão empenhados em nos apoiar nas nossas decisões.

Eles ajudam-nos a fazer a transição da mentalidade de vítima à autonomia psíquica e espiritual. Há alturas em que até as pessoas mais diligentes e autónomas desejam que as pressões exercidas pela tomada de decisões lhes sejam retiradas. Que alguém assuma esse comando. Não é possível, pois as coisas não funcionam assim.

Por vezes, parece muito fácil sentarmo-nos e deixar que uma força exterior benigna tome a decisão, para que não tenhamos de ser nós a tomá-la. É um sinal de fuga de mim mesmo. Deve ser trabalhado como uma questão de medo e de vitimização, pois se eu não decidir por mim, sempre tenho a hipótese de culpar o outro, seja quem for, do que quer que seja. Vejo muito disto em casais, em que um deles se submete ao outro. Também fiz isso, no passado. É a marca da falta de amor. Uma das marcas.

O desejo secreto de alguém decidir por nós, torna-se na essência da mentalidade de vítima, um estado onde abdicamos da responsabilidade pessoal, desistimos do poder pessoal, ou da situação, em prol de outras pessoas e quando tudo corre mal escolhemos alguém em quem pôr as culpas. É um clássico, que configura o motivo invocado pela maioria dos casos de divórcio. Eu sou o 'santo'. O outro é a 'peste'.

No entanto, se obtivermos o apoio dos Seres de Luz, eles ajudarão a aliviar a pressão, a maioria da qual é gerada pela própria pessoa, e dar-nos-ão amor, a orientação e a protecção que necessitamos; todavia não tomarão as decisões por nós. Tem que ser assim. Com a orientação interna, exercer o direito de escolha é frequentemente estimulante, libertador, transformador. No imediato, pode não ser 'divertido', mas a médio prazo, olhamos para trás e podemos sorrir por termos exercido aquele direito de escolha. Seja qual for. É sempre o nosso privilégio. Passei recentemente por essa situação, em termos profissionais. Hoje, sinto-me bem.

Gostaria de deixar já claro que há uma única excepção neste direito de escolha nesta nossa reencarnação: na tua caminhada, com mais ou menos tropeções, vais sempre em direcção a Deus [chama-lhe o nome que quiseres], pois aí, nesse caminho, não tens livre-arbítrio. Esse é o teu destino. O meu, também. O de todos. Lamento dar-te esta notícia: não tens livre-arbítrio no teu destino - fundires-te contigo mesmo, a nível multidimensional. Porque Deus és tu. E tu és Ele.

Voltando ao tema principal deste texto, os Amigos Invisíveis têm prazer em nos ajudar a deixar o papel de vítima, a que nos responsabilizemos pelas verdadeiras necessidades e desejos e, consequentemente, a tornarmo-nos no condutor da nossa viagem. Quer material, quer espiritual. No plano material, o teu direito de escolha é óbvio. No plano espiritual, bom, isso é outra conversa, pois, quanto muito, podes adiar.

Na verdade, mais tarde ou mais cedo, todos assumimos o papel de condutores da nossa viagem espiritual aqui na quadrimensionalidade do planeta Terra. Sim, deveríamos deixar de dizer 'tridimensionalidade', pois cientificamente já se sabe há vários anos que o nosso planeta vibra em 4D. Por isso se falar tanto em que o planeta (e nós) vamos a caminho da quinta dimensão.

A questão nem se coloca se podemos dizer "não" a essa condução. Até à presente reencarnação podíamos dizer esse "não", e adiar para uma das reencarnações seguintes o momento de dizermos "sim" ao divino. Os terapeutas de TVP sabem que fizémos muito isso. Era o 'jogo'. Nestes momentos, já não temos essa hipótese. O planeta já está a reclamar.

Chegámos à antepenúltima página do nosso 'diário de bordo'. Temos apenas mais uma página para escrever e um restinho da última, que nem sequer ocupa a página toda. Estas páginas por escrever existem para chegarmos à grande alegria: ao momento em que te rendes, prostrado, por tanto teres combatido a ideia. A partir dessa rendição, saberás exactamente, milimetricamente, até ao mais profundo de ti mesmo, que conseguiste transformar a 'rendição' em 'redenção'. O divino não admite 'rendições'. Isso é coisa de capatazes, coronéis e cipaios aqui na crosta do planeta. Porque Ele recebe-te em absoluta redenção. Por Amor por Ti. É quando esta palavra 'amor' deixa de ser usada por ti, porque, simplesmente És.


Adiaste (adiei) para esta reencarnação o momento de dizer "sim" a que sejas tu mesmo a conduzires a tua viagem espiritual. Portanto, a questão nem se coloca em usarmos o nosso livre-arbítrio para dizer "sim" ou "não". Um dia, inevitavelmente, inexoravelmente, usá-lo-emos pela positiva. Todos nós, passamos por esse momento. 'Despertar' é isto. É quando dizes 'sim'.

A questão nem sequer reside no livre-arbítrio, mas «quando» o utilizamos.

O livre-arbítrio já não é dizeres ‘sim’, mas «quando» o dirás. Em consciência. Porque, no interno, já o disseste, mais atrás, só que ainda não te lembras. Chegou o momento.

Esse momento chega sempre.

Agora ou mais logo.

É só ouvires o teu coração.

62 comentários:

Sonia Beth disse...

Nossa, perdi o fôlego!
beijocas

Anónimo disse...

Não conseguia dormir e vim aqui.

Valeu a pena, o que li reforça o que eu estava a pensar, às voltas na cama.

Que dizer, a não ser que lhe agradeço?
Agradeço! :)

Rosan disse...

Já chegou a hora do sim, eu sinto isso, e como dói vermos as pessoas que nos são caras dizendo não, e tentarmos e não conseguirmos ajuda-las a perceber que é chegada a hora....que chegou a última página.

um abraço.

angela disse...

Bom te-lo de volta e com um texto tão rico.
beijos

Ana Cristina disse...

Grandes voos interiores, levam-nos a terreno seguro! Abraço

Maria Paula Ribeiro disse...

:-) Nem sei se me redimo, se me rendo! :-)
Magniloquência amigo!
Kiss kiss

adriana disse...

António, António...

Namaste

Joana disse...

Muito bonito o texto. Gostei muito. :)

Beijocas

tereza ferraz disse...

Grande Coração,
que sentida emoção...

António Rosa disse...

Sonia

Sei que saiu assim, no domingo passado. Beijos.

António Rosa disse...

Anónimo das 1:15

Obrigado pelo testemunho. Gostei de saber que fui útil. Grato.

António Rosa disse...

Rosan

Todos passamos por esse desafio, mas a verdade é que cada pessoa tem o seu próprio momento. Beijos.

António Rosa disse...

Angela

Ainda não é um regresso a 100%. Tenho estado em fase de descanso mental, a brincar às «fazendas» (é um jogo na internet) e a carburar internamente. Sinto que este post vai ficar aqui até ao dia 2. Beijos.

António Rosa disse...

Ana Cristina,

Têm sido mesmo grandes voos, nos últimos dias. Muito agradecido.

António Rosa disse...

Maria Paula

Saiu assim. Não foi intencional. Podes crer que é dirigido a mim mesmo. Para eu aprender. Beijos.

António Rosa disse...

Adriana

:) É para eu próprio aprender e partes de mim reavivarem a memória. Abraço.

António Rosa disse...

Joana

Muito obrigado pela leitura. Também aprendo. Beijos.

António Rosa disse...

Tereza

Pode crer que, no domingo, quando iniciei a escrita era uma emoção estar a desenvolver a ideia. Também sei que não está um texto muito coerente e com as ideias seguidas. Mas não tinha como emendar. Obrigado. Beijo.

Reyel disse...

Antônio, quanta sabedoria e clareza neste texto. Falou-me profundamente. Me foi alimento para este dia, iluminou-me mesmo. Agora resta-me refletir e decidir...
Bendito sejas!

Siala ap Maeve disse...

Antonio, é hora realmente, mas por vezes impõe-se o silêncio necessário para que escutemos a nossa voz.
Engraçado...na noite de 25 para 26 Setembro houve um acontecimento na minha vida que me levou a ouvir-me, e mais importante que isso levou-me a declarar bem alto e firme que sou dona do meu destino, sou livre de decidir, que este é o meu caminho e que sim, é altura de assumir em pleno o meu papel aqui, as minhas responsabilidades, os meus deveres. Ainda estou em fase de reclusão por assim dizer...ainda estou a digerir tudo e também a integrar.
O teu texto está sublime por ser um retorno á verdade que se quer simples e não complicada. Confesso que ao longo do meu caminho tenho encontrado varias pessoas que esperam que as decisões sejam tomadas pelos outros, aqui ou do outro lado do véu, sendo inevitável o consequente processo de vitimização e de desresponsabilização. Há também quem prefira e possa ir por caminhos mais rápidos, passando de uma vez só várias aprendizagens que deveriam ser feitas nesta vida, mas que mesmo assim continuam incapazes de adequar a intenção ao plano fisico e á acção...por assim dizer.
Todos os caminhos são válidos e vão dar ao Universo, Deus, Pai, Mãe, que somos nós também.
Durante muito tempo culpei os outros pelos meus passos...os meus pais, a escola, os namorados, os companheiros, o chefe, Deus, etc etc depois passei ao ponto oposto, culpei-me a mim por tudo na minha vida, Virgem em ascendente é muito dura quando quer, martirizei-me mesmo ao máximo...ainda estou no processo de auto-perdão a mim mesma e a todos os que fizeram e fazem parte do meu caminho, pelo possivel mal que eu tenha feito a eles e a mim e pelo possivel mal que me tenham feito a mim. Escavar o passado para o poder libertar e assim poder seguir em frente sem fantasmas ou pendentes a atrapalharem....costuma-se dizer que para haver lugar para o novo temos que deitar fora o velho que já não nos faz falta, e a meu ver é bem verdade. Só em terra rada e limpa podemos plantar o lindo jardim da nossa alma a florescer :)
Acho que fugi ao tema.
Beijos de Luz

tereza ferraz disse...

António,
Há todo o Sentido!
beijo

António Rosa disse...

Reyel

Obrigado, minha querida. Se sente que o texto ajudou, cumpriu-se uma parte da missão. Beijo.

António Rosa disse...

Siala

Fiquei sem fôlego, tal é a importância do teu testemunho. Não digo mais. Beijos.

António Rosa disse...

Tereza,

Muito obrigado pela confirmação. Beijo

Anónima disse...

"- fundires-te contigo mesmo, a nível multidimensional. Porque Deus és tu. E tu és Ele."

Sempre pensei que, a render-me, teria que ser a mim mesma, de outra maneira não fazia sentido.

Essa rendição (não lhe chamo ainda redenção) passa por um mais ou menos longo e profundo processo de auto-perdão. Só há que perdoar a mim própria, mas há coisas que não compreendo e preciso de compreender. Não somos só coração, também nos foi dada uma mente.
Posso saltar da fase de querer compreender para a fase da aceitação. é um processo, também, que se cruza com o do auto-perdão.

Sou o anónima da 1.15

António Rosa disse...

Anónima amiga

A sua dúvida é legítima. No entanto, atrevo-me a dar-lhe um conselho, fruto de experiência pessoal.

«passa por um mais ou menos longo e profundo processo de auto-perdão».

É profundo, sim. Não é tão longo como parece.

O 'momento' da alquimia do auto-perdão surge quando toma consciência disso e consegue perdoar-se e amar-se ao mesmo tempo.

Depois, segue-se em frente.

O pior que podemos fazer é 'ficarmos' ali a auto-perdoar-nos. Sem querer flagelamo-nos, castigamo-nos, quando não é disso que se trata.

A tomada da consciência com profundidade é suficiente.

Venha sempre.

Anónima disse...

É aceitação.Não será esse o significado da famosa expressão: "Eu Sou o que Eu Sou"?: em cada momento do tempo, eu fui/eu sou o que eu sou.
E pronto, acabam-se os julgamentos.

Até logo

adriana disse...

Partes de nós...
Celebremos!

António Rosa disse...

Anónima

Exactamente isso: a aceitação. Partilho isto consigo: o que eu aprendi é que essa aceitação não é um processo mental.

:)

Nem imagina o tempo que demorei a chegar aí.

António Rosa disse...

Adriana

Que bonito isso: celebremos, mesmo.

Obrigado. Sempre encorajadora e amiga.

Reyel disse...

Amigo, tens uma dúvida a me tirar lá no meu blog. Te espero, viu?
Bênçãos!

irradiandoluz disse...

AXÉ António!!

Que sabedoria profunda está contida nesta postagem.
Sejamos donos do nosso destino!
O livre-arbítrio é um dom que Deus deu a nós, seres humanos. Nem mesmo os Anjos, seres celestiais mais próximos do Pai, têm este privilégio.
Assim, façamos as escolhas com responsabilidade e clareza, sempre em direção à Luz do Pai Eterno, que é nosso destino final, como você muito bem colocou.
Acredito que a oração do Pai Nosso contém esta verdade, pois quando oramos, proferimos que "seja feita Vossa vontade, assim na Terra como no Céu".
Meu entendimento desta oração é que pedimos a Deus forças e coragem para tomar as decisões que transformarão a Terra no reino dos Céus. Aqui e Agora.

Agradeço imensamente por todo que nos proporciona, meu querido I-rmão!

Positivas Vibrações
Gabi Dread

António Rosa disse...

Reyl

Vou lá agora.

António Rosa disse...

Gabriel, querido amigo

O Pai-Nosso é a única oração reconhecida como tendo sido ensinada por Jesus. Todas as demais orações saíram da vontade dos homens.

É como diz que essa oração representa. A vontade única de nos dirigirmos a Deus, como nosso destino.

Grande, grande abraço

Maria de Fátima disse...

Olá António, encantei-me a ler o teu lindo texto.Fiquei arrepiada e ao mesmo tempo sem fala com o comentário da Siala.Gostei muito.Beijocas.

António Rosa disse...

Maria de Fátima

Que bom que este texto tenha sido útil. Beijos lindos.

Adelaide Figueiredo disse...

António,

Bateu fundo este texto e veio esclarecer algumas das minhas dúvidas que nos últimos tempos me têm assaltado.
Obrigada por este texto e por esta ajuda.
Abraço

Silvia Freedom disse...

Antònio Caríssimo ser de luz,

O Pai está a sorrir com seu depoimento e o de todos que estão de mãos dadas num grande círculo de expansão de consciência "despertando para si, interior". Quando "mergulhamos" de verdade é que vemos a grande Luz"
Todos podemos!
Confiar,
Entregar
e
Seguir!
Já estamos Lá"""""

Graças
Salve

António Rosa disse...

Adelaide

Nem imagina o que foi criar estas ideias, até que decidi começar a escrever. Foram vindo. Abraço.

António Rosa disse...

Silvia

Gosto muito da ideia que o Pai esteja a sorrir. Também nós, não é?

Beijo

Silvia Freedom disse...

Sim sorrindo e nos também.

Celebremos a chegada de cadaparte de nós.

António Rosa disse...

Silvia

Cada vez estamos mais Lá, sem deixarmos de estar Cá. Beijos.

marcelo dalla disse...

Lindo lindo lindo lindo!!!
Todo mal é transitório, só o Bem é eterno. Que todos os filhos pródigos retornem o mais rápido possível à casa do Pai.
Estava sentindo falta de vir aqui.
Abraço, meu querido!

Mitti disse...

Olá!
Hoje fiz um post no meu blog, justamente comentando como esta sendo difícil escolher pra mim no momento.

Minha amiga Reyel leu meu post e me encaminhou para cá...olha só que coinscidência né?

Fazer escolhas é essencial porém existem umas que são complicadas de serem feitas.

O livre arbítrio é algo sublime porém me dá medo, saber que posso colocar tudo a perder.

Estou aqui na peleja da minha vida.

Bjoka
adorei seu texto, bem esclarecedor.

António Rosa disse...

Amigos

É só para informar que hoje o blogue 'Viajantes da Linha do Tempo' da amiga Maria Izabel Viegas comemora o seu 1º aniversário. Quem puder, passe por lá.

O endereço e estes:

http://viajantesnalinhadotempo.blogspot.com/

António Rosa disse...

Marcelo

Nem imagina a falta que senti da presença dos amigos. Aqui entrego-me. Todos retornamos à Casa do Pai, sem dúvida.
Abraço, querido amigo.

António Rosa disse...

Mitti

Eu falo no medo aqui no texto. Se você não fizer as suas escolhas, a vida tem planos para si. Sabe como funcionam as coisas quando não tomamos conta de nós mesmos (decidindo o que quer que seja)? Tomam um volume e tudo começa a atrapalhar.

Força, minha querida. Vou agora conhecer o seu blogue.

Muito obrigado por ter vindo.

Abraço.

António Rosa disse...

Reyel, minha querida

Muito obrigado por ter dado o link deste artigo à Mitti.

Beijos

Reyel disse...

Por nada, Antônio. Somos todos Um!
Bênçãos!

Maria Izabel Viégas disse...

António grande amigo,
já li o seu post e volto para comentá-lo com a atenção que ele merece, sempre com a tua marca de qualidade.
Mas o que quero mesmo é te agradecer de coração este Grande Coração Amoroso que tens!
Que gentileza, fiquei emocionada ao ver o Aniversário de 1 ano do meu primeiro Blog. Se já sou feliz por ter amigos tão queridos, é uma "honra" estar aqui citada no seu Blog!
Estou emocionada e sensibilizada.
Pode chorar? ;) pois estou com muita aguinha nos olhos ;))
Obrigada amigo, seus comentários no meu post foi um incentivo, eu sou como uma aprendiz.
Orgulho-me de participar deste lindo Anel de Corações, com pessoas extremamente geniais!
Um beijo no seu lindo coração!
Sempre grata!

Silvia Freedom disse...

Ai que você me emociona! Amém!

António Rosa disse...

Maria Izabel,

É sempre um prazer para mim servir a comunidade terapêutica, espiritual e metafísica onde me sinto bem e a gosto.

Não só a admiro como pessoa com trato afável e carinhoso, além da sabedoria que revela, como tenho enorme apreço pelo seu projecto bloguístico, por ser corajoso, inovador e diferente.

Parabéns pelo aniversário do Viajantes da Linha do Tempo.

Grande abraço.

Beijo.

Nathalie disse...

Parabéns por esse blog e este magnífico texto! São esses os sinais que a vida me manda para me indicar que estou no "caminho certo". Como é bom não se sentir só...
Beijinhos de luz

António Rosa disse...

Nathalie,

Muito agradecido por ter vindo. Vou conhecer o seu blog.

Abraços.

Fabiano Mayrink disse...

Ola Antonio to passando pra te desejar um bom dia! e falar q recebi um selo premio e estou repassando pra vc, um abraço!

António Rosa disse...

Fabiano,

Muito obrigado. Vou já buscá-lo.

Abraço.

IdoMind disse...

E não é que o repouso te fez bem! Grande came back!
Pois querido António, nós bem sabemos a teoria toda e acreditamos nela, mas a prática doi que se farta, não é? E assusta.

É o medo que nos tolhe a decisão, mas a verdade é que quem fica sentado na estrada acaba atropelado...

Beijos e os meus parabéns por este post

António Rosa disse...

IdoMind

Muito agradecido pelas tas palavras e estou de acordo que não convém sentarmo-nos na estrada. Nada mesmo.

:)

Beijos

Onda Encantada disse...

Mais palavras para quê?!

Merece ser emoldurado e mostrado em cada esquina, em cada poste, em cada porta.

Boa ideia! Vou imprimir e colocar na porta do meu armário no trabalho! :)

Ufa! C'a coisa mai linda! :))))

Beijo beijo beijo!!!

Onda Encantada

Christiane Forcinito Ashlay Silva de Oliveira disse...

Antônio

Amigo...

Texto lindo e "frágil" do jeito que estou chorei...

Estou limitada fisicamente mas isso vai passar... Solidão como companhia... mas isso vai passar...

Que bom que escreveu.

Preciso me preparar para a quadratura plutão plutão...

Beijo.

Chris

António Rosa disse...

Onda, ui! no armário do trabalho? São muitas horas por dia...

Obrigado

Beijo

António Rosa disse...

Chris

Não se apoquente com antecedência com plutão plutão.

Tudo de bom para si.

Muito obrigado e beijinhos

linkwithin cova

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...
«A vida é o que te vai sucedendo, enquanto te empenhas a fazer outros planos.»
Professor Agostinho da Silva

Visitas ao blogue

Receba os artigos por email

Para si, leitor

Caro leitor, tem muito por onde escolher. Sinta-se bem neste blogue. Pode copiar os textos que entender para seu uso pessoal, para estudar, para crescer interiormente e para ser feliz. Considere-me como estando do seu lado. No entanto, se é para reproduzir em outro blogue ou website, no mínimo, tenha a delicadeza de indicar que o texto é do «Cova do Urso» e, como tal, usar o respectivo link, este: http://cova-do-urso.blogspot.pt/ - São as regras da mais elementar cortesia na internet. E não é porque eu esteja apegado aos textos, pois no momento em que são publicados, vão para o universo. Mas, porque o meu blogue, o «Cova do Urso» merece ser divulgado. Porquê? Porque é um dos melhores do género, em língua portuguesa (no mínimo) e merece essa atenção.


Love Cova do Urso

Image and video hosting by TinyPic

Lista de Blogue que aprecio

O Cova do Urso no 'NetworkedBlogs' dentro do Facebook

.

Mapa natal do 'Cova do Urso'


Get your own free Blogoversary button!

O «Cova do Urso» nasceu a 22-11-2007, às 21:34, em Queluz, Portugal.

1º post do blogue, clicar aqui.

Blog Archive

Patagónia, Argentina

Textos de António Rosa. Com tecnologia do Blogger.

Copyright do blogue

Creative Commons License
Esta obra está licenciada sob a Creative Commons Attribution 3.0 Unported License
Os textos daqui são (maioritariamente) do autor do blogue. Caso haja uso indevido de imagens, promoverei as correcções, se disso for informado, bastando escrever-me para o meu email: covadourso@gmail.com -
Copyright © António Rosa, 2007-2014
 
Blogger Templates