Muipiti

15 de novembro de 2008 ·

29 comentários:

Maria Paula Ribeiro disse...
15 de novembro de 2008 às 12:49  

Bom dia António

Alguma nostalgia no ar? :(

Bem, eu aqui, far-me-ia de convidada, se algum dia quiseres lá ir de novo, pois suspeito que conheces bem aquilo...
O vídeo é lindo mas ao vivo e a cores deve ser indescritível.

Eu de continente africano, sou virgem.

Por isso, posso-te "melgar" na viagem, :)

Bj e bom fim de semana.

António Rosa disse...
15 de novembro de 2008 às 13:07  

Sim, lá iremos e aproveitaremos para conhecer outras «Áfricas» que visitei. Não é nostalgia, mas sim a um espaço geográfico que me é muito querido.

maria de fátima disse...
15 de novembro de 2008 às 13:16  

Olá António adorei ver este vídeo sobre a ilha de Moçambique.Não conheço nenhum país em África, mas deve ser um continente lindo de morrer.Beijinhos e bom fim de semana.

António Rosa disse...
15 de novembro de 2008 às 13:46  

Fátima, esta ilha foi onde vivi intermitentemente, desde os 2 meses de idade e os 29 anos. Não mais lá voltei. Há exactamente 30 anos. Faz hoje 30 anos que saí de Moçambique. Estava eu no meu 1º retorno de Saturno. =)

joana disse...
15 de novembro de 2008 às 16:55  

Olá António,
... 3 anos que os meus pais estiveram em Moçambique, onde casaram e tentaram 'desesperadamente' ter filhos... só engravidou depois de regressar a Portugal... (até parece que eu não queria nascer lá)
Tenho memórias do que contam mas da ilha não lembro de falarem... Bem bonita : )
Beijinho

António Rosa disse...
15 de novembro de 2008 às 17:07  

Olá Joana,

Talvez não a conheçam. Como sabe, Moçambique é um país enorme.

joana disse...
15 de novembro de 2008 às 17:22  

Pois... já vi que Maputo é mesmo no Sul e Muipiti para o norte... Lembro que falarem na Beira como uma grande viagem e é só a meio caminho ; )

Samsara disse...
15 de novembro de 2008 às 17:43  

O que me atrai mais é o mar. É um sítio muito bonito.
30 anos é muito tempo, mais do que o tempo que lá passaste.
É sempre bom recordar e quem sabe um dia lá voltar.
Beijinhos

António Rosa disse...
15 de novembro de 2008 às 17:51  

Joana,

Já que foram de passeio à Beira (fica no meio do país), talvez tenham feito algum safari fotográfico a uma reserva natural que há ali bem perto.

=)

António Rosa disse...
15 de novembro de 2008 às 17:52  

Pat,

O mar é incrível. Lindo, transparente. O Índico é muito especial.

joana disse...
15 de novembro de 2008 às 23:00  

Acho que foi mesmo situação de aventura tipo safari mas não há fotos... Tem de me mostrar as suas ; )

adelaide figueiredo disse...
15 de novembro de 2008 às 23:15  

Boa noite António

Muito bonita a sua ilha. Ao rever todas estas imagens deve sentir muitas saudades de todos aqueles lugares.
No entanto, recordar é viver e se nos recordarmos de cada pedacinho parece que esses momentos estão muito perto.

Tenha um bom fim de semana :)

Adelaide Figueiredo

António Rosa disse...
16 de novembro de 2008 às 11:12  

Joana,

Ainda devo ter algumas. =)

António Rosa disse...
16 de novembro de 2008 às 11:14  

Olá Adelaide,

Na realidade, não tenho saudades da ilha, pois hoje em dia, é um ponto de referência muito positivo para mim, por representar uma época da minha vida.

guntty disse...
16 de novembro de 2008 às 13:12  

Apesar de nunca ter ido a Moçambique nem à ilha, sempre reconheci o calor e a presença dessas terras Africanas.
Deve ter vindo pelos genes! :-)

O meu tio nasceu lá e juntamente com a minhã mãe e avós passaram imensas vezes por essa zona, principalmente em férias, apesar de nunca lá terem morado.

Tenho que mostrar este video à minha mãe. =)

Abraço.

http://abebedorespgondufo.blogs.sapo.pt/ disse...
16 de novembro de 2008 às 19:44  

Gostei muito video

António Rosa disse...
17 de novembro de 2008 às 08:56  

Olá Gunnty

Certamente que ela gostará de ver. Abraço.

António Rosa disse...
17 de novembro de 2008 às 08:57  

Bebedores do Godunfo

Gostei de conhecer o seu blogue. Obrigado pela visita e comentário.

Astrid Annabelle disse...
17 de novembro de 2008 às 11:56  

António,
lindo! Muito lindo mesmo!
Entendo perfeitamente o seu sentimento em relação à Moçambique...
Beijo
Astrid

joana disse...
17 de novembro de 2008 às 21:11  

... já confirmei António... foram pela Rodésia e a minha mãe assustava-se com os avisos de 'cuidado com os animais' na estrada.. : D mas não há fotos... quero ver as suas : )

António Rosa disse...
18 de novembro de 2008 às 08:12  

Astrid,

Pelo que me é dado observar junto de muitas pessoas, o «sentimento africano» entranha-se em quem lá esteve. Sem chegar a ser saudade ou nostalgia.

António Rosa disse...
18 de novembro de 2008 às 08:13  

Joana,

Estiveram mesmo lá! (Nunca duvidei, claro). Usaram a palavra Rodésia...

=)

Vou procurar as poucas que ainda me restarão.

joana disse...
18 de novembro de 2008 às 09:23  

: )

António Rosa disse...
18 de novembro de 2008 às 12:27  

Joana,

O grande corredor africano dos parques nacionais de protecção animal está situado nessa área:

- Parque Nacional do Limpopo (Moçambique).

- Parque Nacional Gonarezhou (antiga Rodésia).

- Parque Nacional Kruger (África do Sul).

Fazem todos fronteira, uns com os outros.

Em 1978 fiz esse corredor.

joana disse...
18 de novembro de 2008 às 12:44  

A sério ??? : )
Tenho uns amigos que foram há pouco tempo ao Kruger e adoraram ! Não fazia ideia que isso estava tudo ligado... e fazer esse corredor em 1978 : ) Deve ter sido mesmo fantástico : D António, adoro animais selvagens : ) : )

António Rosa disse...
18 de novembro de 2008 às 13:31  

Joana

São circunstâncias geográficas naturais como esta, que nos leva a perceber como o sistema colonial dividiu África.

Como muito bem sabe, os países velhos [Europa e Ásia] foram sendo criados à base de muita pancada. Temos o caso do nosso Afonso Henriques que um dia, veio por aí abaixo e começou à espadeirada, criando assim as fronteiras nacionais.

Em África e Américas a coisa não foi assim. O homem branco simplesmente dividiu os territórios.

O Google Earth mostra-nos isso muito bem.

O Sul do Zimbábue faz fronteira com o Norte da África do Sul, Nordeste do Botwana e o Oeste de Moçambique. Usaram o enormíssimo rio Limpopo como divisão natural, para criarem países distintos.

Tribos e povos foram divididos.

O que ficou unido foi o gigantesco vale do Limpopo que abrange os 3 países, dando para perceber que antes seria uma coisa só.

A natureza não pode ser dividida, não conhece fronteiras.

Os animais migram de um país para outro. As fronteiras eram ténues e existem marcações apenas nas estradas. Não sei como serão hoje.

As guerras nacionalistas após saída do colonialismo encarregou-se de criar uma autêntica barbárie no reino animal.

joana disse...
18 de novembro de 2008 às 21:40  

António, não lhe conhecia esse gosto : )

"A natureza não pode ser dividida", gostei muito desta sua frase e é um tema que gosto muito este da geografia.
A geografia tem algumas fronteiras naturais... e tem áreas que se unem energeticamente como os vales... mas às vezes o homem olha para um mapa ou planta e não entende como aquilo flui... não entende as energias naturais da terra... e depois... esquecemo-nos que não somos os únicos a viver aqui e criamos divisões sem qualquer sentido. (se é que alguma divisão faz sentido)

O meu interesse pela astrologia veio de ver a minha irmã olhar para um mapa e eu pensar... como é possível ela ver ali energia a fluir tal como também vê quando olha para a planta de uma casa ou rede hídrica de um mapa ?

Estive a ver algumas imagens do vale do Limpopo... mas não no Google Earth porque ainda não descobri como se instala no Mac : P ; )

António Rosa disse...
19 de novembro de 2008 às 08:44  

Joana

Instala-se o Google Earth for Mac, por aqui:

http://earth.google.com/download-earth.html

Ao fundo da página escolhe Linux, Mac ou Windows.

Vai adorar.

O Google Earth 4.2 também olha para o céu, não apenas para a Terra.

joana disse...
19 de novembro de 2008 às 10:33  

Fantástico António !
Como é que eu ainda não tinha isto instalado e é tão fácil ? Acho que vou passar o dia a voar : )

15 de novembro de 2008

Muipiti

29 comentários:

Maria Paula Ribeiro disse...

Bom dia António

Alguma nostalgia no ar? :(

Bem, eu aqui, far-me-ia de convidada, se algum dia quiseres lá ir de novo, pois suspeito que conheces bem aquilo...
O vídeo é lindo mas ao vivo e a cores deve ser indescritível.

Eu de continente africano, sou virgem.

Por isso, posso-te "melgar" na viagem, :)

Bj e bom fim de semana.

António Rosa disse...

Sim, lá iremos e aproveitaremos para conhecer outras «Áfricas» que visitei. Não é nostalgia, mas sim a um espaço geográfico que me é muito querido.

maria de fátima disse...

Olá António adorei ver este vídeo sobre a ilha de Moçambique.Não conheço nenhum país em África, mas deve ser um continente lindo de morrer.Beijinhos e bom fim de semana.

António Rosa disse...

Fátima, esta ilha foi onde vivi intermitentemente, desde os 2 meses de idade e os 29 anos. Não mais lá voltei. Há exactamente 30 anos. Faz hoje 30 anos que saí de Moçambique. Estava eu no meu 1º retorno de Saturno. =)

joana disse...

Olá António,
... 3 anos que os meus pais estiveram em Moçambique, onde casaram e tentaram 'desesperadamente' ter filhos... só engravidou depois de regressar a Portugal... (até parece que eu não queria nascer lá)
Tenho memórias do que contam mas da ilha não lembro de falarem... Bem bonita : )
Beijinho

António Rosa disse...

Olá Joana,

Talvez não a conheçam. Como sabe, Moçambique é um país enorme.

joana disse...

Pois... já vi que Maputo é mesmo no Sul e Muipiti para o norte... Lembro que falarem na Beira como uma grande viagem e é só a meio caminho ; )

Samsara disse...

O que me atrai mais é o mar. É um sítio muito bonito.
30 anos é muito tempo, mais do que o tempo que lá passaste.
É sempre bom recordar e quem sabe um dia lá voltar.
Beijinhos

António Rosa disse...

Joana,

Já que foram de passeio à Beira (fica no meio do país), talvez tenham feito algum safari fotográfico a uma reserva natural que há ali bem perto.

=)

António Rosa disse...

Pat,

O mar é incrível. Lindo, transparente. O Índico é muito especial.

joana disse...

Acho que foi mesmo situação de aventura tipo safari mas não há fotos... Tem de me mostrar as suas ; )

adelaide figueiredo disse...

Boa noite António

Muito bonita a sua ilha. Ao rever todas estas imagens deve sentir muitas saudades de todos aqueles lugares.
No entanto, recordar é viver e se nos recordarmos de cada pedacinho parece que esses momentos estão muito perto.

Tenha um bom fim de semana :)

Adelaide Figueiredo

António Rosa disse...

Joana,

Ainda devo ter algumas. =)

António Rosa disse...

Olá Adelaide,

Na realidade, não tenho saudades da ilha, pois hoje em dia, é um ponto de referência muito positivo para mim, por representar uma época da minha vida.

guntty disse...

Apesar de nunca ter ido a Moçambique nem à ilha, sempre reconheci o calor e a presença dessas terras Africanas.
Deve ter vindo pelos genes! :-)

O meu tio nasceu lá e juntamente com a minhã mãe e avós passaram imensas vezes por essa zona, principalmente em férias, apesar de nunca lá terem morado.

Tenho que mostrar este video à minha mãe. =)

Abraço.

http://abebedorespgondufo.blogs.sapo.pt/ disse...

Gostei muito video

António Rosa disse...

Olá Gunnty

Certamente que ela gostará de ver. Abraço.

António Rosa disse...

Bebedores do Godunfo

Gostei de conhecer o seu blogue. Obrigado pela visita e comentário.

Astrid Annabelle disse...

António,
lindo! Muito lindo mesmo!
Entendo perfeitamente o seu sentimento em relação à Moçambique...
Beijo
Astrid

joana disse...

... já confirmei António... foram pela Rodésia e a minha mãe assustava-se com os avisos de 'cuidado com os animais' na estrada.. : D mas não há fotos... quero ver as suas : )

António Rosa disse...

Astrid,

Pelo que me é dado observar junto de muitas pessoas, o «sentimento africano» entranha-se em quem lá esteve. Sem chegar a ser saudade ou nostalgia.

António Rosa disse...

Joana,

Estiveram mesmo lá! (Nunca duvidei, claro). Usaram a palavra Rodésia...

=)

Vou procurar as poucas que ainda me restarão.

joana disse...

: )

António Rosa disse...

Joana,

O grande corredor africano dos parques nacionais de protecção animal está situado nessa área:

- Parque Nacional do Limpopo (Moçambique).

- Parque Nacional Gonarezhou (antiga Rodésia).

- Parque Nacional Kruger (África do Sul).

Fazem todos fronteira, uns com os outros.

Em 1978 fiz esse corredor.

joana disse...

A sério ??? : )
Tenho uns amigos que foram há pouco tempo ao Kruger e adoraram ! Não fazia ideia que isso estava tudo ligado... e fazer esse corredor em 1978 : ) Deve ter sido mesmo fantástico : D António, adoro animais selvagens : ) : )

António Rosa disse...

Joana

São circunstâncias geográficas naturais como esta, que nos leva a perceber como o sistema colonial dividiu África.

Como muito bem sabe, os países velhos [Europa e Ásia] foram sendo criados à base de muita pancada. Temos o caso do nosso Afonso Henriques que um dia, veio por aí abaixo e começou à espadeirada, criando assim as fronteiras nacionais.

Em África e Américas a coisa não foi assim. O homem branco simplesmente dividiu os territórios.

O Google Earth mostra-nos isso muito bem.

O Sul do Zimbábue faz fronteira com o Norte da África do Sul, Nordeste do Botwana e o Oeste de Moçambique. Usaram o enormíssimo rio Limpopo como divisão natural, para criarem países distintos.

Tribos e povos foram divididos.

O que ficou unido foi o gigantesco vale do Limpopo que abrange os 3 países, dando para perceber que antes seria uma coisa só.

A natureza não pode ser dividida, não conhece fronteiras.

Os animais migram de um país para outro. As fronteiras eram ténues e existem marcações apenas nas estradas. Não sei como serão hoje.

As guerras nacionalistas após saída do colonialismo encarregou-se de criar uma autêntica barbárie no reino animal.

joana disse...

António, não lhe conhecia esse gosto : )

"A natureza não pode ser dividida", gostei muito desta sua frase e é um tema que gosto muito este da geografia.
A geografia tem algumas fronteiras naturais... e tem áreas que se unem energeticamente como os vales... mas às vezes o homem olha para um mapa ou planta e não entende como aquilo flui... não entende as energias naturais da terra... e depois... esquecemo-nos que não somos os únicos a viver aqui e criamos divisões sem qualquer sentido. (se é que alguma divisão faz sentido)

O meu interesse pela astrologia veio de ver a minha irmã olhar para um mapa e eu pensar... como é possível ela ver ali energia a fluir tal como também vê quando olha para a planta de uma casa ou rede hídrica de um mapa ?

Estive a ver algumas imagens do vale do Limpopo... mas não no Google Earth porque ainda não descobri como se instala no Mac : P ; )

António Rosa disse...

Joana

Instala-se o Google Earth for Mac, por aqui:

http://earth.google.com/download-earth.html

Ao fundo da página escolhe Linux, Mac ou Windows.

Vai adorar.

O Google Earth 4.2 também olha para o céu, não apenas para a Terra.

joana disse...

Fantástico António !
Como é que eu ainda não tinha isto instalado e é tão fácil ? Acho que vou passar o dia a voar : )

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