Daqui até à secção «Posts mais visitados», o blogue está em obras e vai levar o seu tempo a concluir, pois são cerca de 1.500 textos a introduzir neste blogue, vindos do site «Escola de Astrologia Nova-Lis».
5 de Fevereiro de 1985 - às 10h20 - Funchal, Madeira, Portugal A nossa leitora Patrícia deu-nos a ideia de analisarmos o mapa de Cristiano ...
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Caro leitor, tem muito por onde escolher. Sinta-se bem neste blogue. Pode copiar os textos que entender para seu uso pessoal. Se é para reproduzir em outro blogue ou sítio, tenha a delicadeza de fazer o link ao «Cova do Urso».
Sapo Zen António Rosa entrevistado por Heloísa Miranda.
Veja o vídeo no canal Sapo Zen, clicando aqui. É o 1º de vários blocos de entrevista que irão sendo publicados ao longo das próximas semanas.
Conheça, também o blog de Heloísa Miranda «Sapo Zen».
Heloísa Miranda é produtora e apresentadora de televisão. Produtora de eventos. Formada em Direito pela Univ. do Estado do Rio de Janeiro. É a responsável pelo canal de vídeos «Sapo Zen», publicando as suas entrevistas em vídeo, divulgando as áreas espirituais.
Avistamento de baleias-francas ao largo da península de Valdés.
Existem excursões diárias, seguras e muito bem organizadas.
Mapas de localização de Puerto Madryn e da peníssula Valdés.
Vista aérea da península Valdés.
Destino ainda pouco conhecido por portugueses e brasileiros que rumam à Argentina, a península Valdés já é reconhecida mundialmente como um santuário natural de primeira categoria e de suma importância não apenas para o ecossistema local, mas também para a economia dessa região da Argentina. A principal base turística para visitar o litoral deste magnífico eco-sistema é a cidade de Puerto Madryn. O grande chamariz, no entanto, é a possibilidade de observar de perto a fauna marinha patagónica. E o melhor lugar para esse encontro é a enorme península Valdés, reserva declarada património natural mundial pela Unesco em 1999 e que serve de área de reprodução para diversas espécies de mamíferos marinhos.
A principal base turística para visitar o litoral deste magnífico eco-sistema é a cidade de Puerto Madryn.
Madryn, uma cidade moderna. foto: Alberto Patrian - daqui.
Puerto Madryn é a porta de entrada para a Península Valdés, um santuário ecológico no sul do Atlântico. Foi fundada em 1865 com a chegada de galeses que saíram da Grã-Bretanha fugindo das imposições e restrições feitas pela coroa inglesa ao País de Gales. O nome da cidade é uma homenagem ao galês Loves Jones Parry, o Barão de Madryn, originário da terra natal dos fundadores de Puerto Madryn. A Penísnula Valdés fica a cerca de 100 kms de Puerto Madryn. Cidade com ares de localidade litorânea europeia, muito limpa, com belas casas, vários barzinhos à beira-mar e ponto para a avistagem de baleias-francas.
Designada pela UNESCO como Patrimonio Natural da Humanidad, em 1999, constitui um dos atractivos mais importantes da Costa Patagónica dadas as caracteristicas biológicas e geográficas que a forman. Baleias francas, elefantes e lobos marinhos, pinguins de Magalhães, orcas, numerosas espécies de fauna terrestre, aves marinhas que se transformam nos protagonistas numa paisagem natural único e muito apreciado pelos amantes da natureza.
As tranquilas águas dos golfos Nuevo e San José na Península Valdés (Chubut) recebem cada ano, de junho a dezembro, a sua mais famosa e protegida visitante, e baleia Franco del Sur.
Em um espetáculo que se renova anualmente, estes mamíferos marinhos de 15 metros de comprimento e até 40 mil quilogramas, tomam posse das transparentes águas da Península de Valdés para se acasalarem e dar luz suas crias. Desde 1984 a Argentina a declarou Monumento Natural Nacional.
A Península Valdes, Argentina, é o melhor lugar para se avistar baleias francas austrais, pois elas reúnem-se em grande número entre Julho e Dezembro para o acasalamento. O passeio é feito com um barco inflável de casco rígido especialmente desenvolvido para esse tipo de actividade para evitar qualquer incidente com os animais.
«A baleia-franca-austral (Eubalaena australis) é uma das três espécies de baleia-franca, pertencente ao género Eubalaena. Estima-se que haja cerca de 7500 exemplares desta baleia espalhadas pelo sul do Hemisfério Sul, numa faixa compreendida entre os 30º e os 55º de latitude. Pode atingir os 18 metros de comprimento e as 80 toneladas de peso.
A caça indiscriminada deste tipo de baleia, devido à quantidade de óleo possuída por exemplar, deixou-a quase em perigo de extinção. Desde o século XIX, a população destes animais foi reduzida em 90%. Actualmente estima-se que exista uma população que oscila entre os 7500 e 8000 indivíduos. Durante o Inverno, as baleias escolhem as águas mais quentes do hemisfério sul para se reproduzirem, tais como os seguintes as costas da Península Valdés (na Patagónia), Austrália, África do Sul, Nova Zelândia, Moçambique e Brasil (Estado de Santa Catarina).»
No Verão do Hemisfério Sul estas baleias andam pela Antárctida, onde abunda o 'krill'. Quando começa o Inverno nesse hemisfério (Junho a Outubro) deslocam-se para o norte, para diferentes países, mas maioritariamente encolhem a península de Valdés para o seu berçário principal.
O leão-marinho é um mamífero que vive em regiões de baixas temperaturas e alimenta-se principalmente de peixes (como o cherne e o arenque) e de moluscos.
Os leões-marinhos receberam este nome pois os machos adultos possuem uma pelagem diferente da das fêmeas: eles têm uma espécie de juba, como os leões. Além disso, como eles têm um rugido grave, acabaram sendo chamados de "leão".
A gestação de uma leoa-marinha dura em torno de 12 meses. Os filhotes chegam a medir 40 cm e, pelo fato de nascerem em terra, só aprendem a nadar depois de 2 meses de vida.
Os leões-marinhos já estiveram muito próximos da extinção. Entre 1917 e 1953, mais de meio milhão desses animais foi abatido por caçadores em busca de sua gordura e de seu couro, usado sobretudo na confecção de casacos. Com a proibição da caça, esses animais, que chegam a pesar 300 quilos e a atingir 3 metros de comprimento (fêmea 140 kg e os machos 300 kg), começaram a se recuperar. Mesmo assim, ainda sofrem com a poluição das águas e, principalmente, com a pesca realizada com redes. Seus maiores predadores são o homem, as orcas, e os tubarões.
O pinguim-de-magalhães é uma ave de médio porte, com cerca de 70 centímetros de comprimento e 5 a 6 kg de peso. A sua plumagem é negra nas costas e asas e branca na zona ventral e no pescoço. A maior parte dos exemplares tem na cabeça uma risca branca, que passa por cima das sobrancelhas, contorna as orelhas e se une no pescoço, e uma risca negra e fina na barriga em forma de ferradura. Os olhos, bico e patas são negros.
Como todos os membros da sua ordem, o pinguim-de-magalhães alimenta-se no mar, à base depeixe, lulas, krill e outros crustáceos. Eles saem para caçar em pequenos bandos de 5 a 10 elementos e podem mergulhar até aos 90 metros de profundidade.
O pinguim-de-magalhães vive e reproduz-se em colónias muito populosas que partilham com outras espécies de pinguim, em particular com o pinguim-saltador-da-rocha nas Ilhas Malvinas. As aves são bastante fiéis a estes locais e há colónias na Argentina com mais de cem anos de história de ocupação. Durante a época de reprodução, que vai de Setembro a Fevereiro, os pinguins-de-magalhães formam casais monogâmicos que partilham a incubação e cuidados parentais. Os ninhos são construídos no chão à superfície ou em pequenas tocas. A fêmea põe dois ovos brancos que levam entre 39 a 42 dias a incubar. As crias são alimentadas por ambos os pais durante os dois meses seguintes, tornando-se independentes logo de seguida.
As populações de pinguim-de-magalhães sofreram um decréscimo de 20% ao longo das duas últimas décadas, em especial nas Malvinas, mas apesar disso o IUCN classifica a espécime como tendo um baixo risco de extinção.
Foi com este livro que iniciei a minha caminhada como editor por conta própria na última semana de Março de 2000. Para os que não sabem: as notas gerais, aparelho crítico, notas de rodapé, biografias, índices, listagens e demais anotações, são de minha autoria. As orações foram recolhidas na tradição portuguesa e brasileira. Ao longo destes 10 anos este livro tem sido de grande importância para a nossa vida editorial, pois as suas vendas são muito regulares o que nos permite fazer face a outros custos de livros com menor aceitação por parte do público.
Ao longo de 2000 vivi exclusivamente com as vendas deste livro que, assim que foi publicado, teve sucesso imediato. Foi fundamental para a publicação de outros livros em 2001 e 2002. Nessa altura - uma época muito mais feliz -, ainda funcionava apenas com a chancela «Livros Novalis». Um nome quase igual ao site de astrologia: Nova-Lis. Só mais tarde é que surgiu a editora, enquanto empresa.
Em Maio de 1998 fiz em Londres duas cirurgias muito complexas, as últimas de uma longa série, que me acompanharam ao longo dos anos 80 e 90. Nessa estadia de quase um mês no hospital londrino, tive aquilo que considero uma epifania, pois saí de lá com a ideia clara de fazer este livro, sabendo de antemão qual seria a sua estrutura, que nunca alterei ao longo destes anos. De regresso a Portugal, sentei-me ao computador, com o meu companheiro-gato, o Preto, deitado no colo e assim, durante 16 meses, o livro foi compilado, escrito e anotado. Tudo isto aos serões e fins-de-semana, pois então ainda trabalhava para uma grande editora portuguesa. Quando o terminei, demiti-me do meu lugar de director editorial dessa empresa e sabia que iria criar a minha própria empresa. Com 50 anos de idade e a ser intensamente trabalhado pelo retorno de Quíron.
Sinto-me muito feliz de poder honrar a memória desta obra tão importante na minha vida. Agradeço imenso ao universo, a oportunidade de ser o criador deste livro, não constando, intencionalmente, o meu nome na capa do livro.
O Presidente Obama conseguiu passar, na madrugada de ontem (21.Mar.2010), com 219 votos a favor e 212 contra, a lei da reforma de saúde, que tanta falta fez nos últimos 100 anos nos EUA. Esta lei foi uma das suas grandes bandeiras na campanha presidencial. Mais de 32 milhões de americanos serão beneficiados com esta aprovação no Congresso americano.Dia histórico para parte da humanidade.
«Depois de mais de um ano de debates virulentos, os democratas [americanos] marcharam através de uma multidão de manifestantes zombando, cujos insultos recordou um 'Washington em 1960' - quando o partido forçou a legislação dos direitos civis e, tal como agora, com o debate sobre o sistema Medicare através de um Congresso ferozmente dividido. Contra a oposição republicana que estava unificada, construíram sobre essa base de domingo com a passagem de uma lei de reforma da saúde que amplia a cobertura para 32 milhões de americanos e firmemente regula o sector de seguros.»
Comentário deixado pela astróloga Ana Cristina Corrêa Mendes, do blogue «Astrologicamente»:
«...gostei da informação... corri logo para a carta dos E.U. que merece um olhar mais apurado mas resolvi chamar a atenção para o Plutão em Capricórnio (reformas profundas do das instituições burocráticas, oposto a Júpiter em Câncer, o direito aos cuidados de nutrição e nós crescemos mas continuamos seres a necessitar de nutrição, principalmente quando mais tarde voltamos a precisar dos cuidados como em criança.»
A maioria das pessoas sabe que o número 7 tem uma carga especial, que vai desde a crendice do «porque sim», até aos estudos mais sofisticados e esotéricos. Todos sabemos que o 7 é um número especial. Antes de avançarmos na explicação da relação entre Quíron e o número 7, gostaria de vos mostrar, astrologicamente falando, como o 7 está presente na nossa vida e como envolve amorosamente esta arte tão antiga.
É sabido que a órbita de Quíron realiza-se entre as de Saturno e Úrano. Simbolicamente, Quíron representa o 'elevador' que faz a ligação entre o corpo [Saturno] e a mente superior [Úrano]. Por alguma razão, é comum ouvir-se dizer que Úrano é a Voz de Deus.
Os que estão envolvidos com a astrologia sabem que desde que nascemos que o planeta Saturno, nos seus trânsitos, faz aspectos desafiantes em grupos arredondados de 7 anos. A 1ª quadratura dá-se por volta dos 7 anos, a 1ª oposição ocorre por volta dos 14 anos, a 2ª quadratura acontece cerca dos 21 anos e, por fim, a 1ª conjunção (ou 1º retorno) dá-se entre os 28 anos e 29 anos e meio. Completando assim, o seu 1º ciclo.
Obviamente, os que estudam astrologia sabem que os números não são tão rigorosos assim, porque há todo um bailado cósmico, com os movimentos directos e retrógrados. É em grupos de 7 anos que aprendemos com a simbologia de Saturno, mas também é assim que os seres humanos têm o potencial de limpar o seu carma. Estas fases da vida, correspondem ao crescimento do homem. Um ciclo arquetípico de Saturno corresponde a 4 fases de 7 anos - 28 [4 x 7].
Falando agora da órbita de Urano, sabemos que corresponde a cerca de 84 anos, representando assim o simbolismo inerente ao número 7. Neste caso, são necessárias 7 fases de cerca 12 anos cada para Úrano fazer os mesmos aspectos astrológicos apresentados anteriormente, para Saturno. Obviamente, continuamos no domínio do arquétipo. Recomendo a leitura do artigo «Os Ciclos de Úrano» que publiquei aqui no Cova do Urso em Outubro de 2008. Um texto meu mais completo pode ser lido clicando aqui e indo parar ao site da Escola de Astrologia Nova-Lis [menús à esquerda: 'Especialidades' - 'Astrologia Cármica' - 'Assuntos de Úrano' - artigo 'Ciclos de Úrano']. À semelhança de Saturno, Úrano tem o seu movimento directo durante 7 meses, seguido de um período de 5 meses em que está retrógrado.
Como já muitos sabemos Quíron tem uma órbita invulgar, de tão irregular e pode mudar ao longo dos tempos. No passado, chegou a completar a sua órbita ao redor do Sol em 46 anos, mas também já chegou a demorar 52 anos. No momento actual, a órbita é próxima a 50 anos para um ciclo completo e assim, dar-se o retorno. A média, ao longo dos últimos séculos tem sido de 49 anos. A órbita de Quíron é representada arquetipicamente pelos números 7 x 7.
Podemos simplificar assim: com Saturno, é um número 4, que é multiplicado pela base de 7 para obter a órbita. Com Urano, é um 3 x 4, que é multiplicado pela base 7. Com Quíron, é um 3 + 4 vezes de base 7. Com Quíron, o 3 e 4 são fundidos em conjunto para fazer um novo número, ao contrário de Úrano, que tem o 3 e o 4 para, simplesmente, elevar para um novo nível (o 12), através de multiplicação. Com Quíron, temos a situação única do número 7 por 7, elevando o número total de 7 a um nível superior. São demasiados 'setes' juntos.
Órbitas Saturno - 4 x 7 [= 28] Úrano - (3 x 4) x 7 [= 84] Quíron - (3 + 4) x 7 [= 49]
Todos estes números das órbitas destes planetas são múltiplos de 7.
Perante esta conclusão, em que o número 7 é omnipresente em Quíron e não sabendo eu como definir este número, pedi à minha amiga Astrid Annabelle, que fizesse o favor de nos explicar o significado do número 7. Astrid Annabelle, além de bloguista, é terapeuta, sábia, Mestre em Reiki Usui, Karuna Reiki, Seichim-SKHM Reiki, Magnified Healing, Cura Prânica. Palestrante e professora dá consultas a longa distância, desde que contactada pelo seu email [ver mais abaixo]. É especialista em numerologia sagrada pitagórica divina e fez o favor de escrever o texto que a seguir apresento e que muito agradeço.
Efemérides de todos os planetas incluindo Quíron: 1
Efemérides de Sol a Plutão, sem Quíron: 1 - 2 - 3 - 4 - 5 - 6
«O número sete é considerado por Pitágoras o número sagrado, pois todos os números construídos de linhas retas, simbolizam o princípio divino (1, 4 e o 7).
Analisando através da numerologia e geometria sagrada o sete compreende:
- a primeira forma fechada que pode ser feita com linhas simples...o triângulo...que representa a Trindade, o Pai-Filho-Espírito Santo, ou, espírito-alma-mente,ou ainda, supraconsciência-subconsciente-consciência
- a segunda forma fechada que é o quadrado...que simboliza a Terra.
Triângulo... 3 + 4...quadrado = 7
É o número principal da Bíblia, usado inúmeras vezes... alguns dizem mais de trezentas e sessenta vezes... por todo o Velho e Novo Testamentos.
“Mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus...Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra...e no sétimo dia descansou; portanto abençoou o Senhor o dia de sábado, e o santificou.” (Êxodo 20:10-11)
Aqui temos mais um conceito...o tempo de descanso com vitória. É uma plenitude cíclica.
O sete é o número do descanso, da cessação, porém sem suspensão, da segurança e da plenitude da tríade e do quaternário. Todas as coisas repousam sob um sete, pois necessitam de tempo para pensar.
O pensamento perfeito é a meta do sete. É este o motivo de cientistas, filósofos, professores, místicos e o clero se enquadrarem sob esta vibração. Aqui temos algumas palavras chaves: quietude, introspecção, intuição, análise, inspiração, filosofia e misticismo.
Quando uma pessoa tem o sete como vibração do número pessoal, trata-se de um sonhador, um filósofo; seu destino é a sua mente.
No passado, uma criança nascida sob o sete era imediatamente colocada no templo, a fim de se tornar um sacerdote ou uma sacerdotisa. Hoje em dia, pessoas do sete são encontradas nos altos escalões da igreja ou como líderes em círculos místicos. Alcançam a realização espiritual e se tornam mestres.
Os pensamentos são as palavras da mente, e as pessoas ligadas ao sete se tornam amigos íntimos das palavras, pois compreendem seu poder protetor, preservador e influente. São pessoas com uma natureza cultural e estudiosa. Adoram períodos de tranqüila contemplação que são necessários para o desenvolvimento mental.
Na analogia com o tarô temos o Arcano Maior VII, O Carro que representa a receptividade à vontade da Fonte única. Em termos simbólicos, o condutor do Carro é a alma, dirigindo o carro, o corpo. (lembrando...alma = triângulo, corpo = quadrado)
O condutor não tem rédeas. É mentalmente, através da vontade, que dirige as esfinges, ou sentidos positivo e negativo, para movimentar o carro. Portanto o corpo está em descanso ou não-ação.
A mensagem aqui é que, através do controle dos sentidos, e da elevação e da purificação dos desejos, fazendo uso da nossa livre vontade, podemos alcançar o domínio completo enquanto estivermos no corpo físico.
A correspondência astrológica é a Lua e o signo de Câncer / Caranguejo. A Lua por não ter luz própria e por seus ciclos de sete dias e o caranguejo por possuir uma carapaça ou concha que protege seu corpo frágil dos perigos do mundo exterior.
Durante o ciclo do 7, de algum modo, somos seqüestrados do mundo, como o caranguejo, Câncer, que se encolhe na sua casca protetora para ponderar sobre experiências recentes e examiná-las em seu subconsciente (Lua).
As pessoas do 7 são tranqüilas, introvertidas, analíticas e muito profundas. São os pensadores do mundo, e estão comumente envolvidos em algum propósito científico, filosófico ou metafísico. Sozinhos, podem mentalmente perscrutar o universo, procurando a concha que abrigará suas idéias com forma e substância.
Minha experiência pessoal com o número sete
Um dia, em uma análise numerológica feita para mim, me foi dito que meu número pessoal de poder era o sete. Isso nunca ficou bem claro. Enviei a questão para a minha supraconsciência e deixei a idéia maturar. Muito tempo se passou até que como um estalo o conceito foi explicado. O meu poder, ou dom, é a intuição e a visão que tenho da dinâmica do invisível, metafisicamente falando.
O dom que trazemos para esta vida deve ser usado e só assim cumprimos com a nossa missão e função aqui na terceira dimensão. Foi aí que comecei a interpretar as análises numerológicas e o tarô com a devida autoridade.
A vontade Divina (alma, supraconsciência, triângulo) conduzindo a mente humana (físico, material, quadrado).»
Os leitores habituais deste blogue sabem que sou um grande apreciador de cinema, e que dedico algum do meu tempo a escrever sobre o que me agrada. Isto para dizer que, por preconceito meu, quando «Twilight» (2008) foi lançado e, posteriormente, quando a saga continuou com «New Moon» (2009), nunca me interessei por estas películas, por pensar que eram meros filmes para adolescentes. Pior que isso, nem sequer me dei ao trabalho de ler críticas ou ver imagens na internet. Estupidamente, fiz disso, 'tábua rasa'. Até que, recentemente, um amigo meu, que até me conhece bem sobre estas coisas das 'fitas', me trouxe 2 dvd's com esta 'ordem': 'Tem que ver isto e escrever sobre o assunto!'. Fui obediente e cumpri. E mais, cumpri de forma organizada: vi os dois filmes seguidos, com um breve intervalo para jantar. Amei. Não ao ponto de os considerar como sendo 'Filmes da minha vida', mas sim numa hipotética lista que nunca organizei aqui no blogue e que poderia chamar de 'filmes de culto'. A seguir a ter visto os dois filmes desta saga, comecei a organizar este post, recheado de links aos filmes, actores e personagens.
Acima: O vampiro Edward, o lobisomem Jacob e a humana Bella, o eterno trio amoroso. Um amor impossível, diga-se.
Continuando a serem filmes para adolescentes, são também um produto cinematográfico tremendamente adulto. Mais adiante, explicarei porquê. Agora tenho que deixar aqui umas breves pinceladas sobre o enredo da história, para então passar àquilo que verdadeiramente me interessou nestes filmes. O enredo é o suporte ficcional de um estado de ânimo muito especial.
Enredo
Isabella 'Bella' Swan [Kristen Stewart], de 17 anos, é uma jovem responsável, tímida e introspectiva, que decide mudar-se da ensolarada cidade de Phoenix, onde morava com a sua mãe, para a pequena e chuvosa cidade de Forks, onde viveria com o seu pai, Charlie Swan [Billy Burke], o chefe da polícia local. No primeiro dia de aulas na sua nova escola, Bella, como gostava de ser tratada, depara-se no refeitório com cinco jovens de uma beleza impressionante: Edward [Robert Pattinson], Alice [Ashley Greene], Emmet [Kellan Lutz], Rosalie [Nikki Reed] e Jasper [Jackson Rathbone] (todos membros da família Cullen). Mais tarde, numa aula, ela conhece Edward Cullen que, sem razão aparente, parece estar irritado ou zangado com Bella, até com o seu cheiro, não querendo conviver com ela.
Bella, que tinha o hábito de passar férias com o pai em Forks, tinha por lá vários amigos. Em especial, Jacob Black [Taylor Lautner], um índio quileute de uma família amiga do seu pai e seu amigo de infância. Devido ao comportamento estranho de Edward, Bella sente-se cada mais atraída pelo jovem e começa a investigar, lendo livros e pesquisando na internet, além de Jacob lhe ter contado algumas lendas e histórias locais. Bella acaba por descobrir que os Cullen são uma família de vampiros. No entanto, como Edward lhe conta mais tarde, estes não se alimentam de sangue humano, apenas do sangue de animais, sendo considerados "vegetarianos" no seu meio. Edward é um vampiro de 109 anos que aparentará ter 17 para sempre. Ele tem o dom de ler mentes, assim como força e velocidade sobre-humanas.
A partir destas descobertas, Bella entra num mundo totalmente novo para si, pois, ao apaixonar-se por Edward, acaba por enfrentar perigos consideráveis, principalmente quando do aparecimento de James [Cam Gigandet], um vampiro rastreador (não vegetariano), que se alimenta de sangue humano e que se sente profundamente atraído pelo seu odor. James nota como Edward protege Bella, e isso faz deste o mais interessante de todos os jogos, havendo uma sensacional luta de vampiros entre ambos.
Esta cena da luta tem um nível tão excelente, bem coreografado, com uma presença inquietante e efeitos especiais adequados, que a MTV, em 2009, atribuiu o prémio da melhor luta, a estes dois jovens. Além deste, «Twilight» também recebeu da MTV outros prémios: Melhor Filme; Melhor Actuação Feminina para Kristen Stewart; 'Break Through Performance Male' para Robert Pattinson; Melhor Beijo para Kristen Stewart e Robert Pattinson. Veremos como se comporta «New Moon» nos próximos prémios MTV 2010, de pop-culture, a realizar-se a 6 de Junho, em Los Angeles.
Quanto ao enredo, fico-me por aqui, para que não se perca o interesse pelos filmes. Esta é uma das regras do jogo cinematográfico: não revelar tudo sobre os filmes.
Jacob Black [Taylor Lautner] - Um personagem secundário no primeiro filme (e livro), mas que ganha maior destaque nas películas seguintes. A imagem da esquerda é como se apresenta em «Twilight» e na imagem da direita é como aprece nos restantes filmes. É ele quem conta a Bella sobre as lendas quileutes e diz-lhe que este povo índio (do qual ele faz parte) seria descendente de lobos, transformado-se então lobisomens. Também lhe diz que os Cullen seriam vampiros, e diz ainda que lobisomens e vampiros são inimigos. O próprio Jake só passa a acreditar nas lendas quileutes quando ele mesmo se torna um lobisomem, em «New Moon». Embora esteja apaixonado por Bella, ela inicialmente o vê apenas como sempre: o seu melhor amigo. A personagem de Jacob torna-se muito mais importante no segundo filme e adquirirá maior relevo nas terceira e quarta película da série, ainda não estreadas.
Taylor Lautner é muito jovem, tendo nascido a 11 Fevereiro 1992. Iniciou as filmagens desta série com 16 anos. No entanto, começou a sua carreira de actor em 2001, quando tinha apenas 9 anos. A ascendência deste rapaz é múltipla, pois tem nos seus genes antepassados franceses, holandeses, alemães e nativos-americanos (especificamente dos Ottawa e Potawatomi), por isso encaixar-se tão bem no papel de um índio quileute. É campeão de karaté, quando mais jovem e foi por esta via que se iniciou no cinema, tendo primeiro feito publicidade, nomeadamente para a grande cadeia dos Burger King. Os seus pais e irmã, optaram por se mudar de Grand Rapids, Michigan, para Los Angeles, para que o jovem pudesse prosseguir com a sua carreira cinematográfica, permanecendo na casa paterna, onde ainda se encontra. A mãe é expert em desenvolvimento informático e o pai é piloto de uma linha aéra comercial.
A esta altura do post, os leitores já estarão tão cansados de tanta conversa que, eventualmente, já terão desistido de ler. Mas agora é que a coisa começa a aquecer, sob o meu ponto de vista. Muito mais acima escrevi isto: «Continuando a serem filmes para adolescentes, são também um produto cinematográfico tremendamente adulto. Mais adiante, explicarei porquê.» Chegou o momento.
Quando a humana Bella [KristenStewart] e o vampiro Edward [Robert Pattinson] se reconhecem como estando apaixonados um pelo outro, colocam-se de imediato duas situações que estão interligadas e que são um tema apaixonante nestes filmes: ele, como vampiro, aparentará sempre ter 17 anos, enquanto que ela, como humana, envelhecerá. Como será possível uma relação amorosa assim, com este condicionamento? Será que ele a vai amar para sempre? Ele garante que sim, que a amará. Ela, também. No entanto, Bella pretende ser transformada para o poder acompanhar pela eternidade. O vampiro recusa-se a transformá-la, pois não pretende danificar a sua alma. É um conceito muito vago, mas que se percebe. Ambos os filmes têm este pressuposto como base da narrativa. Bella não tem medo de se entregar a esse amor, pois não teme o lado animal 'destes' vampiros vegetarianos, que aparentemente não matam humanos, nem se alimentam com o seu sangue.
É a fase «inocente» do amor, dos sentimentos, em que julgam tudo ser possível. Isto, segunda a visão de Bella, porque ele, mais experiente (tem 100 anos), sabe que as coisas não são bem assim. É a fase do amor não corporal, do amor sem sexo. É um amor entregue à dor de não poder ser sexualmente concretizado, por uma razão bem simples: se um leve beijo, um simples beijo em que mal se tocam nos lábios, faz aparecer o instinto predador do vampiro, como seria se fosse consumado pela via sexual? Portanto, tudo leva a crer que é uma história de amor incompatível. Só não o é, pelo imenso e trágico amor que sentem um pelo outro. O amor não se condiciona na vida sexual, apesar do constante tesão existente entre ambos. Espero que me desculpem por usar a palavra 'tesão', pois é a única forma que tenho de descrever o ambiente latente ao longo dos dois filmes.
É uma tensão constante, muito bem explorada em termos cinematográficos, pois remete-nos continuamente para o cerne da narrativa: 'isto' é aquilo que se chama amor incondicional? Nunca saberemos. Como conterem o desejo sexual, se o simples odor da rapariga provoca os mais intensos desejos do homem e do vampiro. Quem vence esta luta? O lado humano ou o vampiro deve ser mais forte? Edward é extremamente protector em relação a Bella, sabendo conter o seu fervor sexual, mas ela quer prosseguir, também quer ser vampira, quer ser transformada, para poder aceder à plenitude do amor.
O que me pareceu muito interessante nestes filmes, é a forma como conseguem apresentar esta dinâmica, sem a manchar uma única vez e, pelo contrário, apresentando-nos imagens muito bonitas e sugestivas destas situações. Sobretudo as cenas passadas no bosque e nas montanhas. Os filmes engrandecem com esta dinâmica. As interpretações destes jovens é notável, pois conseguiram quase o impossível.
«Twilight» [Crepúsculo] produzido em 2008, foi dirigido por Catherine Hardwicke, adaptado do primeiro livro da série homónima de Stephenie Meyer. «New Moon» [Lua Nova] é a sequela, produzida em 2009. Os quatro livros da série são contados sob o ponto de vista de Bella, excepto o epílogo de «Eclipse» e um terço de «Amanhecer», que são narrados por Jacob Black. A série de livros vendeu mais de 100 milhões de exemplares ao redor do mundo.
Planeta Terra, ano 2154. A Terra está a morrer porque os humanos esgotaram os seus recursos e para poder sobreviver é necessário um mineral muito especial chamado ‘Unobtainium’, que não existe neste planeta. Este mineral só se encontra na lua de Pandora, onde existem uns seres azuis de olhos amarelos conhecidos como o povo Na’Vi, muito ligados à natureza. Este povo vive exactamente em cima da enorme jazida de ‘unobtainium’.
Então, que pensam os humanos fazer? Claro, o mesmo de sempre. Tomar à força o que não lhes pertence, abusando e matando os nativos de Pandora, os Na’Vi. Assim, o realizador James Cameron começa por nos dizer que os maus da história são os humanos. Obviamente, que é mesmo muito fácil comparar o argumento de Cameron com a situação do nosso planeta.
Segundo o filme, 'Avatar' é a denominação de um corpo criado em laboratório, usando uma mistura de ADN humano com o de outra espécie, neste caso dos Na’Vi. Levantando um pouco o véu do enredo, temos um ex-fuzileiro incapacitado fisicamente, que se desloca numa cadeira de rodas. Jake Sully (o actor Sam Worthington) cumprirá então a missão ao permitir a criação do seu Avatar, pois assim terá a capacidade de poder ser fisicamente activo, uma vez que o seu corpo humano não tem capacidade de mover as pernas. A partir daqui entramos na história de James Cameron e no universo colorido e belo de Pandora.
Talvez volte a escrever mais qualquer coisa sobre este filme, com informação mais cinéfila. Entretanto, veja o trailer que vale a pena e está legendado em português.
Clique aqui para saber o que é o «Slow Blog», apresentado por Luma Moraes, no seu excelente blogue «Luz de Luma, Yes Party». O 'Cova do Urso' está a entrar neste processo de abrandamento de postagens.
Entrevista colectiva a Astrid Annabelle, do «Navegante do Infinito»
Um autor de blogue sabe sempre quando algo lhe saiu muito bem feito. Pode não saber quanto de bom, mas intui. No meu caso, enquanto autor de mais de 1.000 posts, sei que esta entrevista é o tal «momento» na minha vida. Muito obrigado a todos os que colaboraram e, sobretudo, à própria Astrid.