Brazilian Day em N.Y.

7 de setembro de 2009 · 10 comentários

O evento foi celebrado pela 25ª vez em Nova Iorque, que reuniu cerca de 1,5 milhão de pessoas na Sexta Avenida. Impressionante. Elba Ramalho, Victor e Léo, o rapper Marcelo D2, Arlindo Cruz e Alcione foram as atracções desta enorme festa de rua. Simplesmente, fantástico. Quando é que Portugal aprende?

Design - Museu da Imagem e Som, Copacabana, Rio

6 de setembro de 2009 · 36 comentários


Uma nova secção no blogue, que intitulei de «Design», para mostrar o engenho, a criatividade, a imaginação e a modernidade do ser humano, quando se propõe sair das massas e elevar-se a níveis muito inspirados. Pretendo que a secção «Design» seja um apontar para o futuro desta humanidade, a caminho da Era de Aquário. Obviamente, estes talentos não são meramente tridimensionais. São bem mais que isso.

O Governador do Estado do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, anunciou no passado dia 10 de Agosto, que o vencedor do concurso para o projecto do futuro Museu da Imagem e Som (ou MIS), a situar-se em Copacabana, foi o gabinete de arquitectura de Nova Iorque, Diller Scofidio + Renfro. Inspiraram-se no famoso calçadão do Rio e tem de perspectiva dos visitantes do museu poderem ver a praia e o mar. O museu será construído no espaço do conhecido nightclub 'Help' na Avenida Atlântica.


Aqui ficam as outras candidaturas:


Gabinete de arquitectura Daniel Libeskind.


Gabinete de arquitectura Shigeru Ban.


Gabinete de arquitectura Tacoa Arquitetos (brasileiros).


Gabinete de arquitectura Isay Weinfeld (brasileiros).

José Sócrates, 52º aniversário

· 6 comentários

6 de Setembro de 1957
Vilar de Maçada, Alijó, Portugal

É o actual primeiro-ministro de Portugal desde 12 de Março de 2005
 até às próximas eleições legislativas a 27 de Setembro próximo.
Secretário-geral do Partido Socialista desde Setembro de 2004.


Selos e algumas leituras

5 de setembro de 2009 · 11 comentários

Selo foi oferecido pela Maria Izabel Viegas,
«Memórias de Vidas Passadas»


Selo foi oferecido pela Adelaide Figueiredo,

Selo foi oferecido pela Rosan,


Selo foi oferecido pela Essência Orion,
«Essência Orion»

Muito obrigado a estas amigas pela sua generosidade.

Ofereço a todos os leitores deste blogue.

Minhas Leituras:

O carma do agora

4 de setembro de 2009 · 54 comentários


O carma do agora

Tenta fazer este simples exercício:

Pega num pedaço de papel e dobra-o ao meio. No lado esquerdo do papel, usando alguma coisa que saia facilmente (como giz, carvão ou lápis grosso) rabisca uma linha horizontal ondulada, a partir do lado esquerdo da página até à dobra central. As ondulações não precisam ser iguais.


Quando tiveres feito isso, dobra a página ao meio, esfregando o pedaço de papel para que cada linha ondulada, feita no lado esquerdo, saia no lado direito da página. Agora, abre a página e observa a linha ondulada movendo-se através de todo o papel. Repara como um lado é a imagem exacta do outro.


Mandala design by Marcelo Dalla - aqui.

Explicação do exercício:

A dobra no centro da folha de papel é exactamente onde tu estás em qualquer ponto naquilo que chamas "tempo". Ela é, na verdade, a realidade da tua experiência do "agora".

O lado esquerdo da página representa o teu passado; o lado direito, o teu futuro... Consegues agora então ver, porque sempre foi tão fácil para cartomantes e adivinhos preverem o futuro? O que eles sempre fizeram, na verdade, foi olhar para o reflexo ou a imagem reflectida do passado de um indivíduo e perceber que o mais provável é repetir-se no futuro.

Quanto mais uma pessoa se agarra às suas lembranças, sejam boas ou más, mais previsível é o seu futuro, porque não está verdadeiramente nas suas mãos mas, sim, no reflexo das suas lembranças do lado oposto da sua folha de papel.

Os altos e baixos da linha ondulada do lado esquerdo da página podem ser medidos em centímetros que podem ser igualados a semanas, meses ou anos. Podem-se prever acontecimentos semelhantes, até com respeito à data, medindo-se o mesmo número de centímetros e igualando-as a dias, meses ou anos no lado direito da página.

Existe uma grande distância na linha ondulada no lado esquerdo da folha de papel simbolizando o passado. Existe também uma grande distância no seu reflexo futuro na linha ondulada do lado direito do pedaço de papel.

O ponto no centro da linha formada pela dobra não tem direcção no tempo. Este ponto não se prolonga para o futuro nem vem do passado. E o facto mais surpreendente é que, quando o pedaço de papel é dobrado, o passado e o futuro reflectem-se, mas o ponto no centro não se recria nem no passado nem no futuro. É único. Esse é o ponto no tempo que representa o campo focalizado da experiência do "agora".

Ao projectarmos as nossas energias em direcção ao futuro ou ao passado, perdemos a nossa percepção de estarmos no presente. O "agora" presente é o momento em que tu lês esta frase, e quanto mais reflectires sobre como poderias corrigir no futuro erros passados, menos estarás em contacto com o presente desta frase.

Se estiveres constantemente vibrando com os ecos do teu passado e ao mesmo tempo projectando-te para a promessa do futuro, continuarás a mover aquele ponto no pedaço de papel, da esquerda para a direita.

Todas as vezes que moves aquele ponto para a esquerda, ele afasta-se do teu passado. Então, de acordo com a Lei da Reacção (igual e oposta), moverás aquele ponto para o futuro, que então recriará o teu passado.

No momento em que pensas sobre o teu passado de sucessos e fracassos, estás automaticamente a projectar os mesmos pensamentos no teu futuro. É assim que o Ser Humano vive a sua condição cármica.

Post inspirado no livro «O Carma do Agora» de Martin Schulman.

Bom fim-de-semana.

Dicionário Místico - A Casa da Plenitude

· 26 comentários

A Seicho-No-Ie pode ser considerada uma filosofia de vida. O significado do termo, traduzido da língua japonesa, equivale a “casa da plenitude”.

As enciclopédias definem Seicho-No-Ie como uma religião japonesa, fundada por Masaharu Tanigushi, que se caracteriza principalmente por ser um movimento filosófico-cultural. Seja como for, adquiriu personalidade jurídica como religião em 1945. Tem o seu culto, a sua “bíblia” (Seirnei no Jisso) e a sua mensagem doutrinária.

Há na essência doutrinária da Seicho-No-Ie elementos do budismo, cristianismo e da psicologia moderna. A sua doutrina ressalta a supremacia do espírito sobre a matéria; pelo espírito deve o homem viver, contemplar e transformar o mundo.

A posição espiritualista-evolucionista da filosofia Seicho-No-Ie bem como o enfoque reencarnacionista são os pontos basilares desta moderna religião.
Para os estudiosos desta filosofia há um Deus pai, comunicável, amoroso e poderoso.

A cura das doenças é outro ponto doutrinário, já que as mesmas são consideradas consequências dos erros do pensamento humano. A cura pode ser obtida pela meditação, instrução e reformulação do pensamento. O culto aos ancestrais também assume significativa importância no contexto da religião.

Apesar de só existir oficialmente há pouco mais de meio século é, no Japão, a religião que mais tem atraído milhões de frequentadores, estando espalhado por todo o mundo. Vem conquistando, pelas suas mensagens, cada vez mais adeptos, tanto ocidentais como orientais.

Assim se define um dos princípios básicos da Seicho-No-Ie: A morte do corpo não pode significar a morte do homem. Ele apenas muda de nível, perdendo a sua condição carnal, e passa a viver numa dimensão espiritual. Depois de determinado período nesse plano espiritual retorna ao mundo terreno, para realizar, numa segunda condição corporal, o que deixou de realizar na primeira, e essas passagens sucessivas pelo universo terreno vão permitindo atingir um estado de perfeição que dispensará, o regresso a um corpo material, por que, então, já estará plenamente realizado na esfera puramente espiritual.

Vamos ao Rio de Janeiro em 2016?

3 de setembro de 2009 · 53 comentários



Gostaria muito que a cidade de Rio de Janeiro ganhasse a candidatura à organização dos Jogos Olímpicos de Verão, em 2016. As outras candidaturas são de Chicago, Madrid e Tóquio. Faltam 29 dias para se saber qual candidatura venceu. No dia 2 de Outubro saberemos se o Rio 2016 segue em frente. Vamos todos torcer e enviar boas energias e muita Luz para a candidatura na sede do Comité Olímpico Internacional, na Suíça.


Viva a sua paixão
Live your passion

Se até o logótipo do Rio é bem mais bonito e significativo que os outros. Tem a forma de um coração.
Não é significativo? O meu coração votou no Rio. O resto é política e 'money'. Estarei a ser demasiado parcial?


Parece ser que há a preocupação de poder haver chuvas em Agosto no Rio de Janeiro. Não sei se é assim, mas não me importo de apanhar uma molha e estar sentado no estado olímpico. É certo que o Rio de Janeiro está no Hemisfério Sul e não é Verão.

Conheça o site oficial. Clique aqui.
Vá ao site, clique e diga «Eu quero».

Este é o vídeo da campanha «Rio 2016»:





Update, às 10:53:

A amiga Helen Fernanda deixou este comentário, a propósito da chuva e do tempo em Agosto, no Rio de Janeiro: «Aqui no Brasil chove muito é no verão [Dezembro], não no inverno [Agosto]. Quanto à temperatura, é quente quase o ano inteiro, inclusive no inverno. Agosto é um dos meses em que a temperatura mais oscila: ora tá frio, ora tá quente, ora tá morno...» [Conheça o seu blogue.]

Filmes da minha vida - Sete Crimes Capitais

2 de setembro de 2009 · 51 comentários



O maduro e culto inspector William Somerset (Morgan Freeman), um veterano negro da polícia de Nova Iorque, está a sete dias da reforma do seu trabalho como investigador. O seu substituto é o detective David Mills (Brad Pitt), recentemente transferido, um jovem branco com quem William se desentende desde o primeiro momento. Os dois são arrastados para a investigação de uma série de crimes brutais e bizarros.

Alguém a
nda a matar de forma sistemática várias pessoas, duplicando os sete pecados capitais e assassinando cada um deles de forma particularmente sádica. Metódico, grotesco e criativo, o assassino John Doe (Kevin Spacey) executa cada morte com uma perfeição absoluta e está prestes a executar a sua missão. Será que irá conseguir?


David Fincher
é um daqueles realizadores que me coloca sempre em estado de profunda ansiedade por cada filme que anuncia. «Sete Crimes Capitais» (1995) é uma das obras primas do moderno cinema americano. Talvez um dos melhores policiais de sempre.

O argumento é inteligente, profundo, filosófico por vezes, com várias alusões ao cristianismo (os sete pecados capitais fazem parte da teologia cristã e católica), com pormenores e metáf
oras subtis, absolutamente deliciosas. O ambiente é negro, aliás se Hitchcock realizasse filmes nesta década, com certeza seriam parecidos com «Se7en». A banda sonora é perturbadora encaixando perfeitamente no filme.

O elenco é formidável dando outro nível à longa-metragem. Brad Pitt prova que não é só uma cara bonita e Morgan Freeman foi a escolha certa para o filme. Kevin Spacey aparece em apenas meia hora de filme e não deixamos de ficar arrebatados pela sua interpretação de John Doe.
Gwyneth Paltrow faz o papel de Tracy Mills, esposa do detective David Mills (Brad Pitt), numa interpretação excelente e intensa. No entanto, como ainda não atingira o estrelato, pois era o 3º filme que fazia, Gwyneth Paltrow tem um papel secundário neste filme, com poucas falas.


«Sete Crimes Capitais» não é um filme leve, nem para ser visto por todas as idades. É uma visão muito realista do crime de hoje em dia. David Fincher não teme em chocar a audiência, assim como não tem problemas em mostrar um mundo decadente. Um mundo em que o crime impera. Dotado de um twist final fantástico que completa a saga do serial killer de uma forma brutal, este é daqueles filmes que nos deixam estarrecidos e boquiabertos perante um clima macabro, original, de cortar à faca e completamente envolvente.

Vaidade - Inveja - Preguiça - Avareza - Gula - Luxúria - Ira

Os conceitos incorporados no que se conhece hoje como os «sete pecados capitais» trata-se de uma classificação de condições humanas conhecidas actualmente como «vícios» que é muito antiga e que precede o surgimento do cristianismo mas que foi usada mais tarde pelo catolicismo com o intuito de controlar, educar e proteger os seguidores, de forma a melhor compreender e melhor controlar os instintos básicos do ser humano.

O que foi visto como problema de saúde pelos antigos gregos, por exemplo, a depressão (melancolia, ou tristetia), chegou a ser transformado em pecado pelos grandes pensadores da Igreja Católica. Assim, a Igreja Católica classificou e seleccionou os pecados em dois tipos: os pecados que são perdoáveis sem a necessidade do sacramento da confissão, e os pecados capitais, merecedores de condenação. A partir de inícios do século XIV a popularidade dos sete pecados capitais entre artistas da época resultou numa popularização e mistura com a cultura humana no mundo inteiro.



O número 7 está muito presente no filme. O director David Fincher no início da película faz caminhar os protagonistas por uma rua onde o número de todas as portas começam por 7 (753, 748, 757...). Só reparei nisto quando vi o filme pela segunda vez.

O surpreendente final do filme - a «ira»
pela perda do ser amado. Os extremos tocam-se.

7 de setembro de 2009

Brazilian Day em N.Y.

O evento foi celebrado pela 25ª vez em Nova Iorque, que reuniu cerca de 1,5 milhão de pessoas na Sexta Avenida. Impressionante. Elba Ramalho, Victor e Léo, o rapper Marcelo D2, Arlindo Cruz e Alcione foram as atracções desta enorme festa de rua. Simplesmente, fantástico. Quando é que Portugal aprende?

6 de setembro de 2009

Design - Museu da Imagem e Som, Copacabana, Rio


Uma nova secção no blogue, que intitulei de «Design», para mostrar o engenho, a criatividade, a imaginação e a modernidade do ser humano, quando se propõe sair das massas e elevar-se a níveis muito inspirados. Pretendo que a secção «Design» seja um apontar para o futuro desta humanidade, a caminho da Era de Aquário. Obviamente, estes talentos não são meramente tridimensionais. São bem mais que isso.

O Governador do Estado do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, anunciou no passado dia 10 de Agosto, que o vencedor do concurso para o projecto do futuro Museu da Imagem e Som (ou MIS), a situar-se em Copacabana, foi o gabinete de arquitectura de Nova Iorque, Diller Scofidio + Renfro. Inspiraram-se no famoso calçadão do Rio e tem de perspectiva dos visitantes do museu poderem ver a praia e o mar. O museu será construído no espaço do conhecido nightclub 'Help' na Avenida Atlântica.


Aqui ficam as outras candidaturas:


Gabinete de arquitectura Daniel Libeskind.


Gabinete de arquitectura Shigeru Ban.


Gabinete de arquitectura Tacoa Arquitetos (brasileiros).


Gabinete de arquitectura Isay Weinfeld (brasileiros).

José Sócrates, 52º aniversário

6 de Setembro de 1957
Vilar de Maçada, Alijó, Portugal

É o actual primeiro-ministro de Portugal desde 12 de Março de 2005
 até às próximas eleições legislativas a 27 de Setembro próximo.
Secretário-geral do Partido Socialista desde Setembro de 2004.


5 de setembro de 2009

Selos e algumas leituras

Selo foi oferecido pela Maria Izabel Viegas,
«Memórias de Vidas Passadas»


Selo foi oferecido pela Adelaide Figueiredo,

Selo foi oferecido pela Rosan,


Selo foi oferecido pela Essência Orion,
«Essência Orion»

Muito obrigado a estas amigas pela sua generosidade.

Ofereço a todos os leitores deste blogue.

Minhas Leituras:

4 de setembro de 2009

O carma do agora


O carma do agora

Tenta fazer este simples exercício:

Pega num pedaço de papel e dobra-o ao meio. No lado esquerdo do papel, usando alguma coisa que saia facilmente (como giz, carvão ou lápis grosso) rabisca uma linha horizontal ondulada, a partir do lado esquerdo da página até à dobra central. As ondulações não precisam ser iguais.


Quando tiveres feito isso, dobra a página ao meio, esfregando o pedaço de papel para que cada linha ondulada, feita no lado esquerdo, saia no lado direito da página. Agora, abre a página e observa a linha ondulada movendo-se através de todo o papel. Repara como um lado é a imagem exacta do outro.


Mandala design by Marcelo Dalla - aqui.

Explicação do exercício:

A dobra no centro da folha de papel é exactamente onde tu estás em qualquer ponto naquilo que chamas "tempo". Ela é, na verdade, a realidade da tua experiência do "agora".

O lado esquerdo da página representa o teu passado; o lado direito, o teu futuro... Consegues agora então ver, porque sempre foi tão fácil para cartomantes e adivinhos preverem o futuro? O que eles sempre fizeram, na verdade, foi olhar para o reflexo ou a imagem reflectida do passado de um indivíduo e perceber que o mais provável é repetir-se no futuro.

Quanto mais uma pessoa se agarra às suas lembranças, sejam boas ou más, mais previsível é o seu futuro, porque não está verdadeiramente nas suas mãos mas, sim, no reflexo das suas lembranças do lado oposto da sua folha de papel.

Os altos e baixos da linha ondulada do lado esquerdo da página podem ser medidos em centímetros que podem ser igualados a semanas, meses ou anos. Podem-se prever acontecimentos semelhantes, até com respeito à data, medindo-se o mesmo número de centímetros e igualando-as a dias, meses ou anos no lado direito da página.

Existe uma grande distância na linha ondulada no lado esquerdo da folha de papel simbolizando o passado. Existe também uma grande distância no seu reflexo futuro na linha ondulada do lado direito do pedaço de papel.

O ponto no centro da linha formada pela dobra não tem direcção no tempo. Este ponto não se prolonga para o futuro nem vem do passado. E o facto mais surpreendente é que, quando o pedaço de papel é dobrado, o passado e o futuro reflectem-se, mas o ponto no centro não se recria nem no passado nem no futuro. É único. Esse é o ponto no tempo que representa o campo focalizado da experiência do "agora".

Ao projectarmos as nossas energias em direcção ao futuro ou ao passado, perdemos a nossa percepção de estarmos no presente. O "agora" presente é o momento em que tu lês esta frase, e quanto mais reflectires sobre como poderias corrigir no futuro erros passados, menos estarás em contacto com o presente desta frase.

Se estiveres constantemente vibrando com os ecos do teu passado e ao mesmo tempo projectando-te para a promessa do futuro, continuarás a mover aquele ponto no pedaço de papel, da esquerda para a direita.

Todas as vezes que moves aquele ponto para a esquerda, ele afasta-se do teu passado. Então, de acordo com a Lei da Reacção (igual e oposta), moverás aquele ponto para o futuro, que então recriará o teu passado.

No momento em que pensas sobre o teu passado de sucessos e fracassos, estás automaticamente a projectar os mesmos pensamentos no teu futuro. É assim que o Ser Humano vive a sua condição cármica.

Post inspirado no livro «O Carma do Agora» de Martin Schulman.

Bom fim-de-semana.

Dicionário Místico - A Casa da Plenitude

A Seicho-No-Ie pode ser considerada uma filosofia de vida. O significado do termo, traduzido da língua japonesa, equivale a “casa da plenitude”.

As enciclopédias definem Seicho-No-Ie como uma religião japonesa, fundada por Masaharu Tanigushi, que se caracteriza principalmente por ser um movimento filosófico-cultural. Seja como for, adquiriu personalidade jurídica como religião em 1945. Tem o seu culto, a sua “bíblia” (Seirnei no Jisso) e a sua mensagem doutrinária.

Há na essência doutrinária da Seicho-No-Ie elementos do budismo, cristianismo e da psicologia moderna. A sua doutrina ressalta a supremacia do espírito sobre a matéria; pelo espírito deve o homem viver, contemplar e transformar o mundo.

A posição espiritualista-evolucionista da filosofia Seicho-No-Ie bem como o enfoque reencarnacionista são os pontos basilares desta moderna religião.
Para os estudiosos desta filosofia há um Deus pai, comunicável, amoroso e poderoso.

A cura das doenças é outro ponto doutrinário, já que as mesmas são consideradas consequências dos erros do pensamento humano. A cura pode ser obtida pela meditação, instrução e reformulação do pensamento. O culto aos ancestrais também assume significativa importância no contexto da religião.

Apesar de só existir oficialmente há pouco mais de meio século é, no Japão, a religião que mais tem atraído milhões de frequentadores, estando espalhado por todo o mundo. Vem conquistando, pelas suas mensagens, cada vez mais adeptos, tanto ocidentais como orientais.

Assim se define um dos princípios básicos da Seicho-No-Ie: A morte do corpo não pode significar a morte do homem. Ele apenas muda de nível, perdendo a sua condição carnal, e passa a viver numa dimensão espiritual. Depois de determinado período nesse plano espiritual retorna ao mundo terreno, para realizar, numa segunda condição corporal, o que deixou de realizar na primeira, e essas passagens sucessivas pelo universo terreno vão permitindo atingir um estado de perfeição que dispensará, o regresso a um corpo material, por que, então, já estará plenamente realizado na esfera puramente espiritual.

3 de setembro de 2009

Vamos ao Rio de Janeiro em 2016?



Gostaria muito que a cidade de Rio de Janeiro ganhasse a candidatura à organização dos Jogos Olímpicos de Verão, em 2016. As outras candidaturas são de Chicago, Madrid e Tóquio. Faltam 29 dias para se saber qual candidatura venceu. No dia 2 de Outubro saberemos se o Rio 2016 segue em frente. Vamos todos torcer e enviar boas energias e muita Luz para a candidatura na sede do Comité Olímpico Internacional, na Suíça.


Viva a sua paixão
Live your passion

Se até o logótipo do Rio é bem mais bonito e significativo que os outros. Tem a forma de um coração.
Não é significativo? O meu coração votou no Rio. O resto é política e 'money'. Estarei a ser demasiado parcial?


Parece ser que há a preocupação de poder haver chuvas em Agosto no Rio de Janeiro. Não sei se é assim, mas não me importo de apanhar uma molha e estar sentado no estado olímpico. É certo que o Rio de Janeiro está no Hemisfério Sul e não é Verão.

Conheça o site oficial. Clique aqui.
Vá ao site, clique e diga «Eu quero».

Este é o vídeo da campanha «Rio 2016»:





Update, às 10:53:

A amiga Helen Fernanda deixou este comentário, a propósito da chuva e do tempo em Agosto, no Rio de Janeiro: «Aqui no Brasil chove muito é no verão [Dezembro], não no inverno [Agosto]. Quanto à temperatura, é quente quase o ano inteiro, inclusive no inverno. Agosto é um dos meses em que a temperatura mais oscila: ora tá frio, ora tá quente, ora tá morno...» [Conheça o seu blogue.]

2 de setembro de 2009

Filmes da minha vida - Sete Crimes Capitais



O maduro e culto inspector William Somerset (Morgan Freeman), um veterano negro da polícia de Nova Iorque, está a sete dias da reforma do seu trabalho como investigador. O seu substituto é o detective David Mills (Brad Pitt), recentemente transferido, um jovem branco com quem William se desentende desde o primeiro momento. Os dois são arrastados para a investigação de uma série de crimes brutais e bizarros.

Alguém a
nda a matar de forma sistemática várias pessoas, duplicando os sete pecados capitais e assassinando cada um deles de forma particularmente sádica. Metódico, grotesco e criativo, o assassino John Doe (Kevin Spacey) executa cada morte com uma perfeição absoluta e está prestes a executar a sua missão. Será que irá conseguir?


David Fincher
é um daqueles realizadores que me coloca sempre em estado de profunda ansiedade por cada filme que anuncia. «Sete Crimes Capitais» (1995) é uma das obras primas do moderno cinema americano. Talvez um dos melhores policiais de sempre.

O argumento é inteligente, profundo, filosófico por vezes, com várias alusões ao cristianismo (os sete pecados capitais fazem parte da teologia cristã e católica), com pormenores e metáf
oras subtis, absolutamente deliciosas. O ambiente é negro, aliás se Hitchcock realizasse filmes nesta década, com certeza seriam parecidos com «Se7en». A banda sonora é perturbadora encaixando perfeitamente no filme.

O elenco é formidável dando outro nível à longa-metragem. Brad Pitt prova que não é só uma cara bonita e Morgan Freeman foi a escolha certa para o filme. Kevin Spacey aparece em apenas meia hora de filme e não deixamos de ficar arrebatados pela sua interpretação de John Doe.
Gwyneth Paltrow faz o papel de Tracy Mills, esposa do detective David Mills (Brad Pitt), numa interpretação excelente e intensa. No entanto, como ainda não atingira o estrelato, pois era o 3º filme que fazia, Gwyneth Paltrow tem um papel secundário neste filme, com poucas falas.


«Sete Crimes Capitais» não é um filme leve, nem para ser visto por todas as idades. É uma visão muito realista do crime de hoje em dia. David Fincher não teme em chocar a audiência, assim como não tem problemas em mostrar um mundo decadente. Um mundo em que o crime impera. Dotado de um twist final fantástico que completa a saga do serial killer de uma forma brutal, este é daqueles filmes que nos deixam estarrecidos e boquiabertos perante um clima macabro, original, de cortar à faca e completamente envolvente.

Vaidade - Inveja - Preguiça - Avareza - Gula - Luxúria - Ira

Os conceitos incorporados no que se conhece hoje como os «sete pecados capitais» trata-se de uma classificação de condições humanas conhecidas actualmente como «vícios» que é muito antiga e que precede o surgimento do cristianismo mas que foi usada mais tarde pelo catolicismo com o intuito de controlar, educar e proteger os seguidores, de forma a melhor compreender e melhor controlar os instintos básicos do ser humano.

O que foi visto como problema de saúde pelos antigos gregos, por exemplo, a depressão (melancolia, ou tristetia), chegou a ser transformado em pecado pelos grandes pensadores da Igreja Católica. Assim, a Igreja Católica classificou e seleccionou os pecados em dois tipos: os pecados que são perdoáveis sem a necessidade do sacramento da confissão, e os pecados capitais, merecedores de condenação. A partir de inícios do século XIV a popularidade dos sete pecados capitais entre artistas da época resultou numa popularização e mistura com a cultura humana no mundo inteiro.



O número 7 está muito presente no filme. O director David Fincher no início da película faz caminhar os protagonistas por uma rua onde o número de todas as portas começam por 7 (753, 748, 757...). Só reparei nisto quando vi o filme pela segunda vez.

O surpreendente final do filme - a «ira»
pela perda do ser amado. Os extremos tocam-se.

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