«O planeta Vênus», segundo a «Revista Espírita», de Agosto de 1862 (Texto ditado espontâneo: Médium, Sr. Costel.)

12 de outubro de 2011 · 7 comentários


(Texto ditado espontâneo. - Médium, Sr. Costel.)

«O planeta Vênus é o ponto intermediário entre Mercúrio e Júpiter; seus habitantes têm a mesma conformação física que a vossa; o mais ou menos de beleza e de idealidade nas formas é a única diferença delineada entre os seres criados. A sutileza do ar, em Vênus, comparável à das altas montanhas, torna-o impróprio aos vossos pulmões; as doenças ali são ignoradas. Seus habitantes não se nutrem senão de frutas e de laticínios; ignoram o bárbaro costume de se nutrirem de cadáveres de animais, ferocidade que não existe senão nos planetas inferiores; em conseqüência, as grosseiras necessidades do corpo são destruídas, e o amor se enfeita de todas as paixões e de todas as perfeições apenas sonhadas sobre a Terra.

«Como na madrugada onde as formas se revestem indecisas e alagadas nos vapores da manhã, a perfeição da alma, perto de ser completa, tem as ignorâncias e os desejos da infância feliz. A própria natureza reveste a graça da felicidade velada; suas formas flácidas e arredondadas não têm as violências e as asperezas dos panoramas terrestres; o mar, profundo e calmo, ignora a tempestade; as árvores não se curvam jamais sob o esforço da tempestade e o inverno não as despoja de sua verdura; nada é estridente; tudo ri, tudo é doce. Os costumes, cheios de quietude e de ternura, não têm necessidade de nenhuma repressão para ficarem puros e fortes.

A forma política reveste a expressão da família; cada tribo, ou aglomeração de indivíduos, tem seu chefe pela classe de idade. Ali a velhice é o apogeu da dignidade humana, porque ela aproxima do objetivo desejado; isenta de enfermidades e de fealdade, ela é calma irradiante como uma bela tarde de outono.

A indústria terrestre, aplicada à pesquisa inquieta do bem-estar material, é simplificada e quase desaparece nas regiões superiores, onde não tem nenhuma razão de ser; as artes sublimes a substituem e adquirem um desenvolvimento e uma perfeição que os vossos sentidos espessos não podem imaginar.

As vestes são uniformes; grandes túnicas brancas envolvem com suas pregas harmoniosas o corpo, que não desnaturam. Tudo é fácil para esses seres que não desejam senão Deus e que, despojados dos interesses grosseiros, vivem simples e quase luminosos.

GEORGES.»

Abaixo: Apontamentos de José António Rosa

[Passados 30 anos os nossos maiores cientistas não confirmaram esta tese. Mas não excluo a possilidade de nos ter sido relatada uma descrição de Vénus, numa oitava vibracional de dimensão superior que a ciência não desvendou até hoje em nenhuma parte do Universo.]


[A minha visão pessoal é que quando desencarnar, e esta será a última  de várias centenas de vidas, o meu caminho antes de chegar a casa - Camopus 12D -, será fazer prolongados estágios em Vénus e Neptuno ... se conseguir.]


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Cliclo Júpiter - Saturno

7 de outubro de 2011 · 7 comentários

Reprodução do gráfico das conjunções entre Júpiter e Saturno no céu,
feito por Joahannes Kepler, no século XVI. Daqui.
Para que não haja equívocos por parte do leitor, este ciclo entre Júpiter – Saturno é apresentado sob o mapa do céu (também conhecido por trânsitos) e não deve ser transposto ao mapa natal de cada um de nós, de forma automática, sendo necessário analisar com todo o cuidado o que ocorre no mapa de cada pessoa.

Como é um texto dedicado a quem estuda astrologia, não me coibirei de apresentar aspectos mais técnicos, deixando a interpretação para um fase mais adiantada do artigo.



Júpiter tem uma deslocação diária de aproximadamente 13'-15', excepto quando está retrógrado ou em alteração de movimento, o que acontece uma vez por ano, durante cerca de 4 meses. Demora cerca de 12 anos a completar a volta ao zodíaco, aproximadamente 1 ano por signo. A sua energia básica pertence a Sagitário, sendo co-regente de Peixes, tendo como Casas associadas a 9ª e a 12ª. As suas funções fundamentais são: crescimento, expansão, ascensão, abrangência, abundância, integração social, fé, optimismo, confiança.



Saturno, é mais lento e a sua deslocação diária é cerca de 7', excepto quando está retrógrado ou em alteração de movimento, o que acontece uma vez por ano, durante cerca de 5 meses. Demora cerca de 29 e 30 anos para completar uma deslocação ao longo do zodíaco, fazendo com que permaneça uma média de 2 anos e meio em cada signo. É regente do signo Capricórnio e co-regente de Aquário e tem como Casas associadas a 10ª e a 11ª. As suas funções fundamentais são: delimitação, fronteira, diferenciação, selectividade, contracção, contenção, auto-controlo, realismo, amadurecimento, inserção social (como Júpiter, mas com um sentido mais hierárquico e estrutural — baseado no respeito e na adequação às regras e aos valores instituídos), superego, sombra (sentido junguiano), cristalização e materialização, medo e sentimento de culpa, vergonha.
Conjunção em Maio 2000

Apesar de Júpiter ter maior velocidade na sua órbita, este ciclo dura cerca de 20 anos. O ciclo presente, no qual estamos inseridos teve início no ano 2000, em Maio. Os ciclos precedentes ocorreram em 1960, 1980 e o próximo será em 2020.

Este encontro celestial deixa marcas de reestruturação importantes e novas tendências. Antes das descobertas dos planetas exteriores (Úrano, Neptuno e Plutão), os astrólogos contaram com a conjunção Júpiter-Saturno para fazerem previsões sobre o destino das nações e governantes.

Estas conjunções ocorreram em signos de Terra durante quase 200 anos. No entanto, a conjunção Júpiter-Saturno de 1980 foi num signo de ar (Libra/Balança). Em 2000, voltou para um signo de Terra (Touro). A conjunção Júpiter-Saturno voltará para um signo de ar em 2020 (em Aquário) e permanecerá em signos de ar durante a maior parte dos dois séculos seguintes. Mais abaixo apresento um gráfico com todas as conjunções e inúmeras datas para os leitores poderem pensar com maior amplitude.

Isto para vos dizer que se quisermos acompanhar o andamento da nossa civilização, para além deste relativamente curto ciclo de 20 anos, temos que considerar os ciclos de 200 anos em cada um dos 4 elementos, perfazendo um mega-ciclo de 800 anos para a totalidade do zodíaco.



Muitas das mudanças perturbadoras que estão ocorrendo no mundo de hoje não podem ser ligadas apenas à conjunção Júpiter-Saturno, mas sim, à sua transição do elemento Terra para o elemento Ar.

Os vinte anos do ciclo Júpiter-Saturno de conjunção a conjunção, continua sendo um das mais antigas e melhores maneiras de prever a mudança social generalizada. Entretanto, tornou-se popular usar os trânsitos dos planetas exteriores Úrano, Neptuno e especialmente Plutão como lentes para ver a transformação social de forma mais ampla.

O ciclo de 20 anos de Júpiter e Saturno pode parecer pouco limpo e arrumado para a nossa era difusa, mas quando aplicado às nações, o ciclo Júpiter-Saturno pode dar ideias surpreendentes e produzir previsões precisas.

Mas igualmente importante é o que este ciclo representa no ser humano individual: a construção constante da Arquitectura do Ser. Não é em vão que vivemos em média 4 a 5 destes ciclos ao longo da nossa vida.

A primeira metade do ciclo Júpiter-Saturno, que corresponde a um  período de 10 anos, entre a conjunção e a oposição pode-se dizer que assistimos à dissolução de algo que nos é próximo, travando-se uma intensa acção de ascensão. A segunda metade deste ciclo Júpiter-Saturno é o desvendar, o movimento em direcção à entropia, culminando em uma nova conjunção e o início de um novo ciclo.

Vamos olhar com alguma brevidade o exemplo do ciclo de 20 anos que começou em 1980. É fundamental termos presente que a conjunção de 1980 foi num elemento Ar, concretamente em Libra/Balança, o signo dos relacionamentos. 

Júpiter e Saturno em oposição, em Setembro 1989, a quando da queda do muro de Berlim 

Que aconteceu no mundo com este ciclo iniciado num signo de relacionamentos? Deu-se, sobretudo, um suavizar das relações entre as nações e os equilíbrios do poder. Durante os anos 80, este ciclo (e outros factores astrológicos, claro!) «dissolveu» a chamada Guerra Fria, assistindo-se à decadência do comunismo e uma maior abertura nos relacionamentos entre as nações e os povos. A União Soviética colapsou e deu lugar a numerosos países.

Entretanto, nos anos anteriores, as duas grandes superpotências - URSS e EUA -, procuravam alinhamentos e acumularam um intenso poder em todo o género de armas. Quando Júpiter e Saturno, no seu ciclo, fizeram a oposição, em 1989, o que era «velho» e «estagnado» teve que ceder: assistimos à dissolução do antigo império soviético socialista e, naturalmente o realinhamento de várias nações. Em 1980 quem poderia pensar que a Polónia passaria a ser um aliado próximo aos EUA?

Na segunda metade deste ciclo de 1980, mais concretamente nos anos 90, foi a vez de Saturno aplicar as suas regras e leis e reorganizar todo o bloco europeu.


GRÁFICO DAS CONJUNÇÕES DE JÚPITER - SATURNO
AO LONGO DOS 4 ELEMENTOS
Reprodução do gráfico das conjunções entre Júpiter e Saturno no céu,
feito por Joahannes Kepler, no século XVI. Daqui.
O gráfico abaixo aparenta um ciclo uniforme das conjunções.
Na verdade, estes ciclos não são tão uniformes, como o diagrama aparenta ser,
pois devemos ter presente que as suas órbitas são elípticas e isso altera o andamento dos planetas.


NOTA: Este ciclo dura cerca de 800 anos. As conjunções Júpiter-Saturno ocorrem a cada 20 anos e eles ficam no mesmo elemento - Ar, Terra, Água ou Fogo - entre 160 a 200 anos. O ciclo de signos de Terra começou em 1802 em Virgem e completado com a última conjunção em Touro em Maio 2000. A conjunção próxima irá ocorrer em Aquário (Elemento Ar) em Dezembro de 2020. Assim, todo o ciclo através de todos os elementos tem a duração de cerca de 40 conjunções e leva cerca de 800 anos a percorrer todos os Elementos. Em 2040 a conjunção será em Libra/Balança (21). Em 2060, em Gémeos (22). Em 2080, Aquário (23). Em 2100 em Libra/Balança (24). Em 2120 em Gémeos (25). Em 2140 em Aquário (26). E por aí fora... A primeira conjunção no Elemento Água será em 2240, no signo Câncer/Caranguejo. E assim será durante cerca de 200 anos. O novo ciclo de 800 anos, com início no Elemento Fogo, terá início em 2420, no signo Áries/Carneiro.

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Steve Jobs

6 de outubro de 2011 · 6 comentários


Steve Jobs 1955-2011
Faleceu ontem, com 56 anos.
Que o seu espírito inovador tenha uma boa viagem em outras esferas.

O fundador da Apple teve uma importância tremenda na minha vida.


Macintosh Classic

A minha primeira experiência com computadores foi no início dos anos 80
e comecei em termos profissionais com um Macintosh. Imagine-se, já lá vão 30 anos.

Mas só em finais dos anos 80 é que comprei para minha casa um Classic.
Eram caríssimos, então. Andei meses a economizar para poder comprar 
este modelo. Nenhum dos meus amigos de então o usava. 
Mas na editora onde então eu trabalhava, era o computador mais recorrente,
nos serviços editoriais, produção e secretariado.
Ainda está em minha casa, num lugar de destaque,
Nessa altura ainda fazia os mapas astrais à mão.


iMac OS G3

Entretanto, em 2001 dei o salto em frente e adquiri este modelo, que era uma bomba,
e a minha entrada a sério na internet. Fiquei fascinado, encantado, enamorado. Não é vão
que tenho Aquário como Meio do Céu e Júpiter está lá dentro, mas na 9. Por isso,
trato dos assuntos que trato: astrologia e metafísica.
Durante 4 anos geri a minha editora a partir de um computador igual a este.
Só em 2004 é que migrei para a plataforma Windows. Tudo, por causa da astrologia.
O único programa de astrologia que havia na época para os Mac's não era grande coisa. 
Em contrapartida, os programas que havia para o Windows eram muito fiáveis.
Foi tudo feito de uma só assentada: migrei para o Windows e adquiri o Kepler,
pois já não fazia sentido fazer mapas à mão.
Ainda tenho este iMac em casa. É belíssimo.

Paz à alma de Steve Jobs.

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Adeus, Tina, até à próxima

4 de outubro de 2011 · 6 comentários


Hoje é um dia triste na vida da minha amiga Valentim e sua Família, pois a sua companheira canina, a Tina, desencarnou esta manhã. 

Em tempos, publicou-se aqui um belo texto sobre a Tina, uma Yorkshire invisual, que era muito feliz.

Quero recordar a Tina pela voz da Valentim: «Não é porque a Tina perdeu a visão, que perdeu as suas faculdades. Dá amor, como ninguém. Todos os dias nos ensina que a vida deve ser vivida diariamente com as condições que temos e dentro dos nossos limites. E todos os dias esta minha cadela aceita de coração aberto, esta sua condição de invisual.»

Tina, so long, goodbye.

Segue em paz na tua caminhada.

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Uma cruz fixa no mapa natal - Leão / Aquário - Touro / Escorpião

1 de outubro de 2011 · 10 comentários

Os quatro pontos angulares do nosso mapa formam uma cruz. Todos nós temos a nossa origem em baixo, no FC (Fundo do Céu), dirigimo-nos para a parte mais elevada do nosso mapa, o MC (Meio do Céu), desenvolvendo a nossa identidade através do Asc (Ascendente), no sentido de interagirmos com os outros, no Desc. (Descendente), a nossa polaridade. Os signos que lá estão apontam um propósito maior


Por exemplo, pessoas com esta hipótese [modo] de cruz fixa no mapa, podem apresentar algumas destas características: (FC - Leão) - Desde a infância que pode ser o centro das atenções. Destacam-se expressões ansiosamente aguardadas pela família. Pode ser um peso. Claro que este posicionamento, numa fase inicial da vida, obriga a pessoa a obter a aprovação para tudo o que faz. Existe uma subtil dependência. Sente-se “indivíduo” desde muito cedo, mas necessita reafirmar-se enquanto tal. A necessidade de se sentir estável e com um grau de coerência interna, expressa-se através de movimentos e respostas mais ou menos elaboradas. Não aceita facilmente alterações e desordens no seu meio. Prefere que tudo se desenrole em paz e harmonia, podendo ceder, para não manifestar o seu interior. A vida vai ensinando que essa manifestação interna é saudável e não deve ser escondida. (MC - Aquário) - A paulatina atracção do MC permite-lhe vislumbrar o variável, o excitante e também o desconhecido. Descobre que o “destino” pode conduzi-lo a situações que estão fora do seu atávico controlo. E predispõe-se a aceitar. E sempre que aceita, vivencia essas situações novas, encontrando o propósito desta reencarnação. (Asc. - Touro / Dsc. Escorpião) - Esta pessoa vê-se perante um dilema: alimentar-se do que já conhece para se sentir valorizado, repetindo até ao infinito velhos padrões, ou “atirar-se” no escuro labirinto do encontro com o outro, arriscando-se a não ser bem considerado. Estes intercâmbios têm o encanto do atractivo da noite: desejo e temor, permanecem aliados. Um pouco mais tarde na vida, aparece alguém que o convida a deixar para trás os seus naturais reparos, começando uma verdadeira contenda. Inicialmente tentará fazer-se valer, dominando os outros, ou então, submete-se, perdendo privilégios. É um verdadeiro jogo de poder sempre presente, mesmo que não saia vitorioso. Quanto maior consciência tenha de si mesmo, mais se atreverá a desprender-se de critérios antigos, que se podem tornar em padrões repetitivos de comportamento. Percebe, então, que o seu sentido de valor não é imutável, que os demais o aceitam, ou desprezam, pelas suas acções e não pela sua natureza. E isto facilitará a busca de um destino mais pessoal, de um ritmo muito próprio para a sua vida. Mais ou menos assim: Entrar, ficar o tempo necessário, e partir para um nível ainda mais exigente do que é vital, admitindo os seus talentos para poder "surfar", sem sacrificar o prazer que isso lhe provoca. E aí, o contacto pessoal com pessoas de todo o tipo, torna-se estimulante. Aquieta-se, afirma-se e desfruta sem apegos, para melhor realizar o seu propósito. No entanto, a experiência da realização do propósito nunca está completa. Vai mesmo até ao último micro-segundo, em que exala definitivamente, a energia da sua vida terrestre. Já chega falar de mim.

Procure as outras 'viagens da vida, aqui, no índice.


Texto anteriormente publicado neste blogue, em 27 Maio 2008


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Movimento Paraolímpicos Rio 2016

30 de setembro de 2011 · 4 comentários


Eu sei que muitos amigos meus brasileiros são cépticos em relação aos grandes eventos que se aproximam  para o Rio de Janeiro, sobretudo os Jogos Olímpicos e os Paraolímpicos. Mas eu sou optimista em relação a esta enorme oportunidade para a cidade maravilhosa. Por isso acompanho de perto o site «Rio 2016», além de receber as suas newsletters para estar a par das grandes ocorrências. Até abri uma etiqueta com esse nome - Rio 2016.

Imagens de mais de dez países já celebram o Movimento Paraolímpico.

«O concurso cultural Meu Clique Paraolímpico já recebeu mais de 140 fotos, vindas de dez países, nas primeiras duas semanas. Cada imagem conta uma história, mostra um sentimento e retrata um ângulo especial de atletas, competições e cerimônias no pódio. Cada uma delas revela um aspecto do Movimento Paraolímpico.

Participe desta divertida iniciativa do Comitê Organizador Rio 2016™ acessando a página do concurso! É possível inscrever fotos pela página do concurso até o dia 30 de setembro. A partir do dia 5 de outubro, as 20 melhores fotos ficarão disponíveis para a votação do público. O resultado será conhecido dia 7 de novembro, e as fotos vencedoras ficarão na página principal do site Rio 2016 por uma semana! Não perca!»



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Roteiros de Sonho - The Pride of Africa

28 de setembro de 2011 ·


Dispõe de 8.000 euros para fazer esta viagem de sonho?

Este é apenas um pequeno apontamento do muito que pode ver,
seguindo os links que indico a seguir:


No Facebook, aqui.

Mais fotos, aqui e aqui.













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Podemos falar de sexo, romance, afectos e emoções?

21 de setembro de 2011 · 14 comentários


Antes de mais nada: escolhi esse título para chamar a tua atenção. Porque aquilo que a seguir vais ler trata de vários temas para além daqueles do título: sexo, romance, afectos e emoções. Porque hoje tentarei comentar aqui os encontros entre Vénus e Marte. Desde Julho que eu não escrevia nenhum artigo de fundo e, por isso, sinto que estou emperrado.

Os «ciclos» têm sempre início nas conjunções [ângulo a zero grau], dos planetas, desenvolvendo-se ao longo do tempo que faz a sua órbita ao redor Sol, até à próxima conjunção, em que se inicia novo ciclo.

O ciclo «Marte-Vénus» dura 23 meses, pois Marte desloca-se aproximadamente 50' por dia, excepto quando está retrógrado, o que acontece 1 vez em cada 26 meses e dura cerca de 80 dias. Em média, Marte permanece cerca de 2 meses em cada signo, podendo prolongar esta estadia até 7 meses, quando faz a sua retrogradação. Estou a falar de Marte em trânsito fazendo aspectos à Vénus natal.

O ciclo «Vénus-Marte» tem a duração aproximada de 1 ano, pois Vénus desloca-se à volta do Sol à razão de 1º por dia, excepto quando fica retrógrado e estacionário. Faz a sua retrogradação a cada 16 meses, durando aproximadamente 40 dias. Estou a falar de Vénus em trânsito fazendo aspectos a Marte natal.

Portanto, podemos dizer que em média há 2 ciclos «Vénus-Marte» dentro de apenas 1 ciclo «Marte-Vénus». Com toda esta linguagem mais técnica, o que quero dizer é que Marte e Vénus (em ambos os ciclos) estão continuamente a se encontrarem, algumas vezes de forma doce e sedutora e outras, de forma mais áspera e agressiva ou possessiva.

Ambos os trânsitos são bastantes similares, com várias nuances, próprias de cada planeta. O trânsito de Vénus, quando directo, é bastante rápido, e os seus efeitos duram entre 3 a 6 dias. Em contrapartida, o trânsito de Marte é mais lento e pode funcionar durante 2 semanas.

Qualquer trânsito, numa conjunção, favorece novos começos. Como estamos a falar de Vénus e Marte, num período de 2 anos, parecem acontecer 3 novos começos na área dos afectos, do sexo e das emoções fortes e sentimentos amorosos. É por isso que a monogamia foi uma invenção criada pelos humanos, porque se estes fossem deixados à vontade, teriam dentro do possível, vários parceiros/as. E, muitos, fazem-no, mais ou menos às escondidas. Em termos sociais a «família» tem um valor social superior ao íntimo de cada um. Não me compete desenvolver aqui esta questão da «família». 

Modernamente, com a aceitação legal do divórcio, as pessoas já podem dar maior vazão aos seus estados mais anímicos. Por isso, é normal encontrarmos vários tipos de famílias: filhos com mães ou pais comuns a conviverem muito bem com os filhos de outras relações dos seus pais.

O ciclo «Vénus-Marte» pode trazer o desejo interno de exercer actividades dinâmicas de cariz artístico ou, então, a vontade expressa  e mais comum de concretizar uma relação romântica. É frequente, quando passam por uma oposição que se verifiquem rupturas daquilo que já está mais cansado e gasto.

Este ciclo de Vénus introduz na pessoa a vontade de expressar mais impulsivamente a manifestação dos afectos, despertando uma forte vontade sexual. É o lado mais «natural» do ser humano a funcionar. 

Acontecem repentinos «ataques de amor» ou, frequentemente, haver brigas e discussões entre pessoas que hipoteticamente se amam, ou pelo menos, que estejam a viver uma relação. Depois, frequentemente, fazem as «pazes», com toda a carga sexual que esta situação acarreta. É bom que saibam aproveitar estes calores momentâneos.

Nos tempos actuais, tudo isto é acompanhado de grandes frustrações. Então, se o casal está no início de uma relação, o mais certo é um deles não saber se «namora» com o outro. A crise é maior do lado feminino. Quer em consultas ou por email estão sempre a perguntar-me quando é que lhes vai aparecer o «tal». Com tais níveis de ansiedade, o mais certo é não «aparecer» ninguém.

Quando é Marte a fazer a conjunção a Vénus todas estas situações ficam mais crispadas, muito mais intensas.

Estes dois ciclos estão intimamente ligados à relação sexual, apesar dos assuntos sociais exigirem igual atenção. Nas grandes cidades estes assuntos são resolvidos com rapidez com os amantes a irem para motéis ou hotéis especializados em encontros amorosos, fazendo que ambos cheguem a casa, e não exijam nada de especial dos seus conjugues ou companheiros.

Se conhece bem o seu mapa, tente confirmar estes trânsitos em que dá maior atenção ao que veste, à aparência, às emoções, perfeitamente preparados/as para despertarem o interesse dos outros. Sentem-se atraentes e estão mais propícios a aventuras românticas ou escapadelas sexuais. A classe média americana que vive nos subúrbios das grandes cidades (antes da crise) tinha o bom hábito de deixarem os filhos, apenas uma noite, com pessoas de família e alugavam um quarto de hotel por apenas uma noite com direito a champanhe. Reenergizavam-se assim.

Estes trânsitos trazem a vontade da pessoa se sentir bem, sair, jantar fora, ir a discotecas, dançar... 

Quando é Marte a fazer a conjunção as coisas podem ficar mais afiadas, dependendo muito do signo em que se encontrar. Uma certa agressividade no ar, havendo a possibilidade de discórdias, se as demandadas energéticas não forem satisfeitas. A energia sexual é mais forte e existe um desejo mais premente de fazer sexo, modernamente encapotado com «fazer amor», como se isso existisse nessa área. Mesmo que não haja carinho, afectos ou romance.

Uma dica: quando Marte está lento no seu movimento, pode significar o início de uma relação amorosa que durará algum tempo, ainda que não completamente feliz. Porque, obviamente, são relacionamentos baseados na acção sexual. E esta atracção, sem amor, tende a extinguir-se.

A prática de desportos é benéfica pela forma como reequilibra as energias contidas de natureza sexual.

Imagine o que será este ciclo quando atingem a quadratura e a oposição. O desejo sexual intensifica-se, aparecendo também a agressividade, a compulsão, a impaciência. Se o casal de companheiros estiver a passar por alguma dificuldade, será nestes trânsitos que se sentirão os seus efeitos. Se no casal, as coisas estiverem normalizadas, não passará de uma pequena tempestade. Relações iniciadas numa destas quadraturas, habitualmente, não têm futuro. Cuidado com os ciúmes, pois não esqueçamos que Marte rege dois signos: Áries/Carneiro e Escorpião e Vénus também é regente de dois signos: Touro e Libra/Balança. É muita energia junta.

Querem deixar as vossas opiniões? Agradecido

Clique aqui para conhecer as característica sgerais de Vénus e Marte em cada um dos 12 signos.

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12 de outubro de 2011

«O planeta Vênus», segundo a «Revista Espírita», de Agosto de 1862 (Texto ditado espontâneo: Médium, Sr. Costel.)


(Texto ditado espontâneo. - Médium, Sr. Costel.)

«O planeta Vênus é o ponto intermediário entre Mercúrio e Júpiter; seus habitantes têm a mesma conformação física que a vossa; o mais ou menos de beleza e de idealidade nas formas é a única diferença delineada entre os seres criados. A sutileza do ar, em Vênus, comparável à das altas montanhas, torna-o impróprio aos vossos pulmões; as doenças ali são ignoradas. Seus habitantes não se nutrem senão de frutas e de laticínios; ignoram o bárbaro costume de se nutrirem de cadáveres de animais, ferocidade que não existe senão nos planetas inferiores; em conseqüência, as grosseiras necessidades do corpo são destruídas, e o amor se enfeita de todas as paixões e de todas as perfeições apenas sonhadas sobre a Terra.

«Como na madrugada onde as formas se revestem indecisas e alagadas nos vapores da manhã, a perfeição da alma, perto de ser completa, tem as ignorâncias e os desejos da infância feliz. A própria natureza reveste a graça da felicidade velada; suas formas flácidas e arredondadas não têm as violências e as asperezas dos panoramas terrestres; o mar, profundo e calmo, ignora a tempestade; as árvores não se curvam jamais sob o esforço da tempestade e o inverno não as despoja de sua verdura; nada é estridente; tudo ri, tudo é doce. Os costumes, cheios de quietude e de ternura, não têm necessidade de nenhuma repressão para ficarem puros e fortes.

A forma política reveste a expressão da família; cada tribo, ou aglomeração de indivíduos, tem seu chefe pela classe de idade. Ali a velhice é o apogeu da dignidade humana, porque ela aproxima do objetivo desejado; isenta de enfermidades e de fealdade, ela é calma irradiante como uma bela tarde de outono.

A indústria terrestre, aplicada à pesquisa inquieta do bem-estar material, é simplificada e quase desaparece nas regiões superiores, onde não tem nenhuma razão de ser; as artes sublimes a substituem e adquirem um desenvolvimento e uma perfeição que os vossos sentidos espessos não podem imaginar.

As vestes são uniformes; grandes túnicas brancas envolvem com suas pregas harmoniosas o corpo, que não desnaturam. Tudo é fácil para esses seres que não desejam senão Deus e que, despojados dos interesses grosseiros, vivem simples e quase luminosos.

GEORGES.»

Abaixo: Apontamentos de José António Rosa

[Passados 30 anos os nossos maiores cientistas não confirmaram esta tese. Mas não excluo a possilidade de nos ter sido relatada uma descrição de Vénus, numa oitava vibracional de dimensão superior que a ciência não desvendou até hoje em nenhuma parte do Universo.]


[A minha visão pessoal é que quando desencarnar, e esta será a última  de várias centenas de vidas, o meu caminho antes de chegar a casa - Camopus 12D -, será fazer prolongados estágios em Vénus e Neptuno ... se conseguir.]


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7 de outubro de 2011

Cliclo Júpiter - Saturno

Reprodução do gráfico das conjunções entre Júpiter e Saturno no céu,
feito por Joahannes Kepler, no século XVI. Daqui.
Para que não haja equívocos por parte do leitor, este ciclo entre Júpiter – Saturno é apresentado sob o mapa do céu (também conhecido por trânsitos) e não deve ser transposto ao mapa natal de cada um de nós, de forma automática, sendo necessário analisar com todo o cuidado o que ocorre no mapa de cada pessoa.

Como é um texto dedicado a quem estuda astrologia, não me coibirei de apresentar aspectos mais técnicos, deixando a interpretação para um fase mais adiantada do artigo.



Júpiter tem uma deslocação diária de aproximadamente 13'-15', excepto quando está retrógrado ou em alteração de movimento, o que acontece uma vez por ano, durante cerca de 4 meses. Demora cerca de 12 anos a completar a volta ao zodíaco, aproximadamente 1 ano por signo. A sua energia básica pertence a Sagitário, sendo co-regente de Peixes, tendo como Casas associadas a 9ª e a 12ª. As suas funções fundamentais são: crescimento, expansão, ascensão, abrangência, abundância, integração social, fé, optimismo, confiança.



Saturno, é mais lento e a sua deslocação diária é cerca de 7', excepto quando está retrógrado ou em alteração de movimento, o que acontece uma vez por ano, durante cerca de 5 meses. Demora cerca de 29 e 30 anos para completar uma deslocação ao longo do zodíaco, fazendo com que permaneça uma média de 2 anos e meio em cada signo. É regente do signo Capricórnio e co-regente de Aquário e tem como Casas associadas a 10ª e a 11ª. As suas funções fundamentais são: delimitação, fronteira, diferenciação, selectividade, contracção, contenção, auto-controlo, realismo, amadurecimento, inserção social (como Júpiter, mas com um sentido mais hierárquico e estrutural — baseado no respeito e na adequação às regras e aos valores instituídos), superego, sombra (sentido junguiano), cristalização e materialização, medo e sentimento de culpa, vergonha.
Conjunção em Maio 2000

Apesar de Júpiter ter maior velocidade na sua órbita, este ciclo dura cerca de 20 anos. O ciclo presente, no qual estamos inseridos teve início no ano 2000, em Maio. Os ciclos precedentes ocorreram em 1960, 1980 e o próximo será em 2020.

Este encontro celestial deixa marcas de reestruturação importantes e novas tendências. Antes das descobertas dos planetas exteriores (Úrano, Neptuno e Plutão), os astrólogos contaram com a conjunção Júpiter-Saturno para fazerem previsões sobre o destino das nações e governantes.

Estas conjunções ocorreram em signos de Terra durante quase 200 anos. No entanto, a conjunção Júpiter-Saturno de 1980 foi num signo de ar (Libra/Balança). Em 2000, voltou para um signo de Terra (Touro). A conjunção Júpiter-Saturno voltará para um signo de ar em 2020 (em Aquário) e permanecerá em signos de ar durante a maior parte dos dois séculos seguintes. Mais abaixo apresento um gráfico com todas as conjunções e inúmeras datas para os leitores poderem pensar com maior amplitude.

Isto para vos dizer que se quisermos acompanhar o andamento da nossa civilização, para além deste relativamente curto ciclo de 20 anos, temos que considerar os ciclos de 200 anos em cada um dos 4 elementos, perfazendo um mega-ciclo de 800 anos para a totalidade do zodíaco.



Muitas das mudanças perturbadoras que estão ocorrendo no mundo de hoje não podem ser ligadas apenas à conjunção Júpiter-Saturno, mas sim, à sua transição do elemento Terra para o elemento Ar.

Os vinte anos do ciclo Júpiter-Saturno de conjunção a conjunção, continua sendo um das mais antigas e melhores maneiras de prever a mudança social generalizada. Entretanto, tornou-se popular usar os trânsitos dos planetas exteriores Úrano, Neptuno e especialmente Plutão como lentes para ver a transformação social de forma mais ampla.

O ciclo de 20 anos de Júpiter e Saturno pode parecer pouco limpo e arrumado para a nossa era difusa, mas quando aplicado às nações, o ciclo Júpiter-Saturno pode dar ideias surpreendentes e produzir previsões precisas.

Mas igualmente importante é o que este ciclo representa no ser humano individual: a construção constante da Arquitectura do Ser. Não é em vão que vivemos em média 4 a 5 destes ciclos ao longo da nossa vida.

A primeira metade do ciclo Júpiter-Saturno, que corresponde a um  período de 10 anos, entre a conjunção e a oposição pode-se dizer que assistimos à dissolução de algo que nos é próximo, travando-se uma intensa acção de ascensão. A segunda metade deste ciclo Júpiter-Saturno é o desvendar, o movimento em direcção à entropia, culminando em uma nova conjunção e o início de um novo ciclo.

Vamos olhar com alguma brevidade o exemplo do ciclo de 20 anos que começou em 1980. É fundamental termos presente que a conjunção de 1980 foi num elemento Ar, concretamente em Libra/Balança, o signo dos relacionamentos. 

Júpiter e Saturno em oposição, em Setembro 1989, a quando da queda do muro de Berlim 

Que aconteceu no mundo com este ciclo iniciado num signo de relacionamentos? Deu-se, sobretudo, um suavizar das relações entre as nações e os equilíbrios do poder. Durante os anos 80, este ciclo (e outros factores astrológicos, claro!) «dissolveu» a chamada Guerra Fria, assistindo-se à decadência do comunismo e uma maior abertura nos relacionamentos entre as nações e os povos. A União Soviética colapsou e deu lugar a numerosos países.

Entretanto, nos anos anteriores, as duas grandes superpotências - URSS e EUA -, procuravam alinhamentos e acumularam um intenso poder em todo o género de armas. Quando Júpiter e Saturno, no seu ciclo, fizeram a oposição, em 1989, o que era «velho» e «estagnado» teve que ceder: assistimos à dissolução do antigo império soviético socialista e, naturalmente o realinhamento de várias nações. Em 1980 quem poderia pensar que a Polónia passaria a ser um aliado próximo aos EUA?

Na segunda metade deste ciclo de 1980, mais concretamente nos anos 90, foi a vez de Saturno aplicar as suas regras e leis e reorganizar todo o bloco europeu.


GRÁFICO DAS CONJUNÇÕES DE JÚPITER - SATURNO
AO LONGO DOS 4 ELEMENTOS
Reprodução do gráfico das conjunções entre Júpiter e Saturno no céu,
feito por Joahannes Kepler, no século XVI. Daqui.
O gráfico abaixo aparenta um ciclo uniforme das conjunções.
Na verdade, estes ciclos não são tão uniformes, como o diagrama aparenta ser,
pois devemos ter presente que as suas órbitas são elípticas e isso altera o andamento dos planetas.


NOTA: Este ciclo dura cerca de 800 anos. As conjunções Júpiter-Saturno ocorrem a cada 20 anos e eles ficam no mesmo elemento - Ar, Terra, Água ou Fogo - entre 160 a 200 anos. O ciclo de signos de Terra começou em 1802 em Virgem e completado com a última conjunção em Touro em Maio 2000. A conjunção próxima irá ocorrer em Aquário (Elemento Ar) em Dezembro de 2020. Assim, todo o ciclo através de todos os elementos tem a duração de cerca de 40 conjunções e leva cerca de 800 anos a percorrer todos os Elementos. Em 2040 a conjunção será em Libra/Balança (21). Em 2060, em Gémeos (22). Em 2080, Aquário (23). Em 2100 em Libra/Balança (24). Em 2120 em Gémeos (25). Em 2140 em Aquário (26). E por aí fora... A primeira conjunção no Elemento Água será em 2240, no signo Câncer/Caranguejo. E assim será durante cerca de 200 anos. O novo ciclo de 800 anos, com início no Elemento Fogo, terá início em 2420, no signo Áries/Carneiro.

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6 de outubro de 2011

Steve Jobs


Steve Jobs 1955-2011
Faleceu ontem, com 56 anos.
Que o seu espírito inovador tenha uma boa viagem em outras esferas.

O fundador da Apple teve uma importância tremenda na minha vida.


Macintosh Classic

A minha primeira experiência com computadores foi no início dos anos 80
e comecei em termos profissionais com um Macintosh. Imagine-se, já lá vão 30 anos.

Mas só em finais dos anos 80 é que comprei para minha casa um Classic.
Eram caríssimos, então. Andei meses a economizar para poder comprar 
este modelo. Nenhum dos meus amigos de então o usava. 
Mas na editora onde então eu trabalhava, era o computador mais recorrente,
nos serviços editoriais, produção e secretariado.
Ainda está em minha casa, num lugar de destaque,
Nessa altura ainda fazia os mapas astrais à mão.


iMac OS G3

Entretanto, em 2001 dei o salto em frente e adquiri este modelo, que era uma bomba,
e a minha entrada a sério na internet. Fiquei fascinado, encantado, enamorado. Não é vão
que tenho Aquário como Meio do Céu e Júpiter está lá dentro, mas na 9. Por isso,
trato dos assuntos que trato: astrologia e metafísica.
Durante 4 anos geri a minha editora a partir de um computador igual a este.
Só em 2004 é que migrei para a plataforma Windows. Tudo, por causa da astrologia.
O único programa de astrologia que havia na época para os Mac's não era grande coisa. 
Em contrapartida, os programas que havia para o Windows eram muito fiáveis.
Foi tudo feito de uma só assentada: migrei para o Windows e adquiri o Kepler,
pois já não fazia sentido fazer mapas à mão.
Ainda tenho este iMac em casa. É belíssimo.

Paz à alma de Steve Jobs.

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4 de outubro de 2011

Adeus, Tina, até à próxima


Hoje é um dia triste na vida da minha amiga Valentim e sua Família, pois a sua companheira canina, a Tina, desencarnou esta manhã. 

Em tempos, publicou-se aqui um belo texto sobre a Tina, uma Yorkshire invisual, que era muito feliz.

Quero recordar a Tina pela voz da Valentim: «Não é porque a Tina perdeu a visão, que perdeu as suas faculdades. Dá amor, como ninguém. Todos os dias nos ensina que a vida deve ser vivida diariamente com as condições que temos e dentro dos nossos limites. E todos os dias esta minha cadela aceita de coração aberto, esta sua condição de invisual.»

Tina, so long, goodbye.

Segue em paz na tua caminhada.

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1 de outubro de 2011

Uma cruz fixa no mapa natal - Leão / Aquário - Touro / Escorpião

Os quatro pontos angulares do nosso mapa formam uma cruz. Todos nós temos a nossa origem em baixo, no FC (Fundo do Céu), dirigimo-nos para a parte mais elevada do nosso mapa, o MC (Meio do Céu), desenvolvendo a nossa identidade através do Asc (Ascendente), no sentido de interagirmos com os outros, no Desc. (Descendente), a nossa polaridade. Os signos que lá estão apontam um propósito maior


Por exemplo, pessoas com esta hipótese [modo] de cruz fixa no mapa, podem apresentar algumas destas características: (FC - Leão) - Desde a infância que pode ser o centro das atenções. Destacam-se expressões ansiosamente aguardadas pela família. Pode ser um peso. Claro que este posicionamento, numa fase inicial da vida, obriga a pessoa a obter a aprovação para tudo o que faz. Existe uma subtil dependência. Sente-se “indivíduo” desde muito cedo, mas necessita reafirmar-se enquanto tal. A necessidade de se sentir estável e com um grau de coerência interna, expressa-se através de movimentos e respostas mais ou menos elaboradas. Não aceita facilmente alterações e desordens no seu meio. Prefere que tudo se desenrole em paz e harmonia, podendo ceder, para não manifestar o seu interior. A vida vai ensinando que essa manifestação interna é saudável e não deve ser escondida. (MC - Aquário) - A paulatina atracção do MC permite-lhe vislumbrar o variável, o excitante e também o desconhecido. Descobre que o “destino” pode conduzi-lo a situações que estão fora do seu atávico controlo. E predispõe-se a aceitar. E sempre que aceita, vivencia essas situações novas, encontrando o propósito desta reencarnação. (Asc. - Touro / Dsc. Escorpião) - Esta pessoa vê-se perante um dilema: alimentar-se do que já conhece para se sentir valorizado, repetindo até ao infinito velhos padrões, ou “atirar-se” no escuro labirinto do encontro com o outro, arriscando-se a não ser bem considerado. Estes intercâmbios têm o encanto do atractivo da noite: desejo e temor, permanecem aliados. Um pouco mais tarde na vida, aparece alguém que o convida a deixar para trás os seus naturais reparos, começando uma verdadeira contenda. Inicialmente tentará fazer-se valer, dominando os outros, ou então, submete-se, perdendo privilégios. É um verdadeiro jogo de poder sempre presente, mesmo que não saia vitorioso. Quanto maior consciência tenha de si mesmo, mais se atreverá a desprender-se de critérios antigos, que se podem tornar em padrões repetitivos de comportamento. Percebe, então, que o seu sentido de valor não é imutável, que os demais o aceitam, ou desprezam, pelas suas acções e não pela sua natureza. E isto facilitará a busca de um destino mais pessoal, de um ritmo muito próprio para a sua vida. Mais ou menos assim: Entrar, ficar o tempo necessário, e partir para um nível ainda mais exigente do que é vital, admitindo os seus talentos para poder "surfar", sem sacrificar o prazer que isso lhe provoca. E aí, o contacto pessoal com pessoas de todo o tipo, torna-se estimulante. Aquieta-se, afirma-se e desfruta sem apegos, para melhor realizar o seu propósito. No entanto, a experiência da realização do propósito nunca está completa. Vai mesmo até ao último micro-segundo, em que exala definitivamente, a energia da sua vida terrestre. Já chega falar de mim.

Procure as outras 'viagens da vida, aqui, no índice.


Texto anteriormente publicado neste blogue, em 27 Maio 2008


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30 de setembro de 2011

Movimento Paraolímpicos Rio 2016


Eu sei que muitos amigos meus brasileiros são cépticos em relação aos grandes eventos que se aproximam  para o Rio de Janeiro, sobretudo os Jogos Olímpicos e os Paraolímpicos. Mas eu sou optimista em relação a esta enorme oportunidade para a cidade maravilhosa. Por isso acompanho de perto o site «Rio 2016», além de receber as suas newsletters para estar a par das grandes ocorrências. Até abri uma etiqueta com esse nome - Rio 2016.

Imagens de mais de dez países já celebram o Movimento Paraolímpico.

«O concurso cultural Meu Clique Paraolímpico já recebeu mais de 140 fotos, vindas de dez países, nas primeiras duas semanas. Cada imagem conta uma história, mostra um sentimento e retrata um ângulo especial de atletas, competições e cerimônias no pódio. Cada uma delas revela um aspecto do Movimento Paraolímpico.

Participe desta divertida iniciativa do Comitê Organizador Rio 2016™ acessando a página do concurso! É possível inscrever fotos pela página do concurso até o dia 30 de setembro. A partir do dia 5 de outubro, as 20 melhores fotos ficarão disponíveis para a votação do público. O resultado será conhecido dia 7 de novembro, e as fotos vencedoras ficarão na página principal do site Rio 2016 por uma semana! Não perca!»



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28 de setembro de 2011

Roteiros de Sonho - The Pride of Africa


Dispõe de 8.000 euros para fazer esta viagem de sonho?

Este é apenas um pequeno apontamento do muito que pode ver,
seguindo os links que indico a seguir:


No Facebook, aqui.

Mais fotos, aqui e aqui.













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21 de setembro de 2011

Podemos falar de sexo, romance, afectos e emoções?


Antes de mais nada: escolhi esse título para chamar a tua atenção. Porque aquilo que a seguir vais ler trata de vários temas para além daqueles do título: sexo, romance, afectos e emoções. Porque hoje tentarei comentar aqui os encontros entre Vénus e Marte. Desde Julho que eu não escrevia nenhum artigo de fundo e, por isso, sinto que estou emperrado.

Os «ciclos» têm sempre início nas conjunções [ângulo a zero grau], dos planetas, desenvolvendo-se ao longo do tempo que faz a sua órbita ao redor Sol, até à próxima conjunção, em que se inicia novo ciclo.

O ciclo «Marte-Vénus» dura 23 meses, pois Marte desloca-se aproximadamente 50' por dia, excepto quando está retrógrado, o que acontece 1 vez em cada 26 meses e dura cerca de 80 dias. Em média, Marte permanece cerca de 2 meses em cada signo, podendo prolongar esta estadia até 7 meses, quando faz a sua retrogradação. Estou a falar de Marte em trânsito fazendo aspectos à Vénus natal.

O ciclo «Vénus-Marte» tem a duração aproximada de 1 ano, pois Vénus desloca-se à volta do Sol à razão de 1º por dia, excepto quando fica retrógrado e estacionário. Faz a sua retrogradação a cada 16 meses, durando aproximadamente 40 dias. Estou a falar de Vénus em trânsito fazendo aspectos a Marte natal.

Portanto, podemos dizer que em média há 2 ciclos «Vénus-Marte» dentro de apenas 1 ciclo «Marte-Vénus». Com toda esta linguagem mais técnica, o que quero dizer é que Marte e Vénus (em ambos os ciclos) estão continuamente a se encontrarem, algumas vezes de forma doce e sedutora e outras, de forma mais áspera e agressiva ou possessiva.

Ambos os trânsitos são bastantes similares, com várias nuances, próprias de cada planeta. O trânsito de Vénus, quando directo, é bastante rápido, e os seus efeitos duram entre 3 a 6 dias. Em contrapartida, o trânsito de Marte é mais lento e pode funcionar durante 2 semanas.

Qualquer trânsito, numa conjunção, favorece novos começos. Como estamos a falar de Vénus e Marte, num período de 2 anos, parecem acontecer 3 novos começos na área dos afectos, do sexo e das emoções fortes e sentimentos amorosos. É por isso que a monogamia foi uma invenção criada pelos humanos, porque se estes fossem deixados à vontade, teriam dentro do possível, vários parceiros/as. E, muitos, fazem-no, mais ou menos às escondidas. Em termos sociais a «família» tem um valor social superior ao íntimo de cada um. Não me compete desenvolver aqui esta questão da «família». 

Modernamente, com a aceitação legal do divórcio, as pessoas já podem dar maior vazão aos seus estados mais anímicos. Por isso, é normal encontrarmos vários tipos de famílias: filhos com mães ou pais comuns a conviverem muito bem com os filhos de outras relações dos seus pais.

O ciclo «Vénus-Marte» pode trazer o desejo interno de exercer actividades dinâmicas de cariz artístico ou, então, a vontade expressa  e mais comum de concretizar uma relação romântica. É frequente, quando passam por uma oposição que se verifiquem rupturas daquilo que já está mais cansado e gasto.

Este ciclo de Vénus introduz na pessoa a vontade de expressar mais impulsivamente a manifestação dos afectos, despertando uma forte vontade sexual. É o lado mais «natural» do ser humano a funcionar. 

Acontecem repentinos «ataques de amor» ou, frequentemente, haver brigas e discussões entre pessoas que hipoteticamente se amam, ou pelo menos, que estejam a viver uma relação. Depois, frequentemente, fazem as «pazes», com toda a carga sexual que esta situação acarreta. É bom que saibam aproveitar estes calores momentâneos.

Nos tempos actuais, tudo isto é acompanhado de grandes frustrações. Então, se o casal está no início de uma relação, o mais certo é um deles não saber se «namora» com o outro. A crise é maior do lado feminino. Quer em consultas ou por email estão sempre a perguntar-me quando é que lhes vai aparecer o «tal». Com tais níveis de ansiedade, o mais certo é não «aparecer» ninguém.

Quando é Marte a fazer a conjunção a Vénus todas estas situações ficam mais crispadas, muito mais intensas.

Estes dois ciclos estão intimamente ligados à relação sexual, apesar dos assuntos sociais exigirem igual atenção. Nas grandes cidades estes assuntos são resolvidos com rapidez com os amantes a irem para motéis ou hotéis especializados em encontros amorosos, fazendo que ambos cheguem a casa, e não exijam nada de especial dos seus conjugues ou companheiros.

Se conhece bem o seu mapa, tente confirmar estes trânsitos em que dá maior atenção ao que veste, à aparência, às emoções, perfeitamente preparados/as para despertarem o interesse dos outros. Sentem-se atraentes e estão mais propícios a aventuras românticas ou escapadelas sexuais. A classe média americana que vive nos subúrbios das grandes cidades (antes da crise) tinha o bom hábito de deixarem os filhos, apenas uma noite, com pessoas de família e alugavam um quarto de hotel por apenas uma noite com direito a champanhe. Reenergizavam-se assim.

Estes trânsitos trazem a vontade da pessoa se sentir bem, sair, jantar fora, ir a discotecas, dançar... 

Quando é Marte a fazer a conjunção as coisas podem ficar mais afiadas, dependendo muito do signo em que se encontrar. Uma certa agressividade no ar, havendo a possibilidade de discórdias, se as demandadas energéticas não forem satisfeitas. A energia sexual é mais forte e existe um desejo mais premente de fazer sexo, modernamente encapotado com «fazer amor», como se isso existisse nessa área. Mesmo que não haja carinho, afectos ou romance.

Uma dica: quando Marte está lento no seu movimento, pode significar o início de uma relação amorosa que durará algum tempo, ainda que não completamente feliz. Porque, obviamente, são relacionamentos baseados na acção sexual. E esta atracção, sem amor, tende a extinguir-se.

A prática de desportos é benéfica pela forma como reequilibra as energias contidas de natureza sexual.

Imagine o que será este ciclo quando atingem a quadratura e a oposição. O desejo sexual intensifica-se, aparecendo também a agressividade, a compulsão, a impaciência. Se o casal de companheiros estiver a passar por alguma dificuldade, será nestes trânsitos que se sentirão os seus efeitos. Se no casal, as coisas estiverem normalizadas, não passará de uma pequena tempestade. Relações iniciadas numa destas quadraturas, habitualmente, não têm futuro. Cuidado com os ciúmes, pois não esqueçamos que Marte rege dois signos: Áries/Carneiro e Escorpião e Vénus também é regente de dois signos: Touro e Libra/Balança. É muita energia junta.

Querem deixar as vossas opiniões? Agradecido

Clique aqui para conhecer as característica sgerais de Vénus e Marte em cada um dos 12 signos.

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