A Bélita Mota Sequeira enviou-me este lindo presente hoje, dia do meu 62º aniversário. Muito obrigado.

11 de junho de 2011 · 22 comentários


 Muito obrigado, Bélita.
Foi a prenda mais maravilhosa que me podiam dar.

A Deusa Mãe.
A Mãe do Céu.
A Mãe de Jesus.









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Portugal Iniciático - Sintra, vila de palácios e jardins

· 3 comentários


Dedicado à minha amiga Astrid Annabelle,
em viagem iniciática por Portugal

Como muitos sabem, há um país chamado Portugal que os nossos olhos de terceira dimensão podem ver e apreciar. Há determinados espaços, edificados ou não, que correspondem a um Portugal iniciático, muito pouco visível aos nossos olhos tridimensionais. Um dos exemplos é Sintra e as suas edificações e jardins. Esta edificação foi classificada pela UNESCO como «Património Mundial/Paisagem Cultural».



Sintra é uma vila portuguesa no Distrito de Lisboa. O município é limitado a norte pelo município de Mafra, a leste por Loures e Odivelas, a sueste pela Amadora, a sul por Oeiras e Cascais e a oeste pelo oceano Atlântico.


A Vila de Sintra inclui o sítio Paisagem Cultural de Sintra, Património Mundial da UNESCO e tem recusado ser elevada a categoria de cidade, apesar de ser sede do segundo mais populoso município em Portugal, segundo a Câmara Municipal de Sintra.


Existe ainda todo um património literário que transformou este Sintra numa referência quase lendária. Sintra, cuja mais antiga forma medieval conhecida "Suntria" apontará para o indo-europeu “astro luminoso” ou “sol”, terá sido designada por Varrão e Columela como Monte Sagrado. Ptolomeu registou-a como a "Serra da Lua" e o geógrafo árabe Al-Bacr, no século X, caracterizou Sintra como «permanentemente mergulhada numa bruma que se não dissipa». - Fonte Wikipédia.



Podemos encontrar em Sintra testemunhos de praticamente todas as épocas da história portuguesa e, não raro, com uma dimensão que chegou a ultrapassar, pela sua importância, os limites deste território.


Um contexto cultural e ambiental de características específicas: uma unidade cultural que tem permanecido intacta numa plêiade de palácios e parques; de casas senhoriais e respectivos hortos e bosques; de palacetes e chalets inseridos no meio de uma exuberante vegetação; de extensos troços amuralhados que coroam os mais altos cumes da Serra. Também de uma plêiade de conventos de meditação entre penhascos, bosques e fontes: de igrejas, capelas e ermidas, pólos seculares de fé e de arte; enfim, uma unidade cultural intacta numa plêiade de vestígios arqueológicos que apontam para ocupações várias vezes milenárias.


Principal núcleo urbano e económico logo a seguir a Lisboa, a Vila de Sintra e o seu Castelo foram durante a Reconquista, no século XI, várias vezes assolados pelos exércitos cristãos. O rei Afonso VI de Leão na sequência da queda do califado de Córdova numa conjuntura de instabilidade entre as diversas Taifas muçulmanas da Península e da decisão do rei de Badajoz Al Mutawakkil, de se colocar sob sua protecção face à ameaça almorávida, após um período de hesitação entre 1090 e 1091, recebeu deste na Primavera de 1093 as cidades de Santarém, de Lisboa e o Castelo de Sintra. Afonso VI tomou posse das ditas cidades e do castelo de Sintra entre 30 de Abril e 8 de Maio de 1093.


Lisboa foi pouco depois da entrega a Afonso VI conquistada pelos almorávidas, assim como Sintra, só resistindo Santarém devido aos esforços de D. Henrique de Borgonha, nomeado conde de Portucale em 1096, em substituição de Raimundo de Borgonha. É neste contexto de manutenção da fronteira do Tejo que, em Julho de 1109, o conde D. Henrique reconquista o Castelo de Sintra. Esta fortificação foi ainda alvo de surtidas esporádicas, caso do assalto comandado pelo príncipe Sigurd, filho do rei Magnus da Noruega que, de passagem em cruzada à Terra Santa desembarcou na foz do Rio de Colares.


Só após a conquista de Lisboa por D. Afonso Henriques em 1147, Sintra - cuja guarnição do castelo se entrega ao rei em Novembro — é definitivamente integrada no espaço cristão, no contexto da conquista de Almada e Palmela. Logo após a tomada de posse do Castelo, D. Afonso Henriques aí funda a igreja de São Pedro de Canaferrim.


Em 9 de Janeiro de 1154 D. Afonso Henriques outorga Carta de Foral à Vila de Sintra com as respectivas regalias. A Carta de Foral estabelece o Concelho de Sintra, cujo termo passa a abranger um vasto território, mais tarde dividido em quatro grandes freguesias: São Pedro de Canaferrim, com sede paroquial junto ao Castelo; São Martinho, com sede paroquial no centro da Vila; e Santa Maria e São Miguel, ambas com sede paroquial no Arrabalde.- Fonte Wikipédia.


O Palácio Nacional da Pena, popularmente referido apenas por Palácio da Pena ou Castelo da Pena, localiza-se na vila de Sintra, freguesia de São Pedro de Penaferrim, concelho de Sintra, no distrito de Lisboa, em Portugal. Representa uma das melhores expressões do Romantismo arquitectónico do século XIX no mundo, constituindo-se no primeiro palácio nesse estilo na Europa, erguido cerca de 30 anos antes do carismático Castelo de Neuschwanstein, na Baviera. Em 7 de Julho de 2007 foi eleito como uma das Sete maravilhas de Portugal. - Para mais informações, aqui.


O Castelo de Sintra, popularmente conhecido como Castelo dos Mouros, localiza-se na vila de Sintra, freguesia de São Pedro de Penaferrim, concelho de Sintra, no distrito de Lisboa, em Portugal. Erguido sobre um maciço rochoso, isolado num dos cumes da serra de Sintra, na Estremadura, do alto das suas muralhas descortina-se uma vista privilegiada de toda a sua envolvência rural que se estende até ao oceano Atlântico. - Para mais informações, aqui.


A Quinta da Regaleira



O Palácio da Regaleira é o edifício principal e o nome mais comum da Quinta da Regaleira. Também é designado Palácio do Monteiro dos Milhões, denominação esta associada à alcunha do seu primeiro proprietário, António Augusto Carvalho Monteiro. O palácio está situado na encosta da serra e a escassa distância do Centro Histórico de Sintra estando classificado como «Imóvel de Interesse Público» desde 2002.


Carvalho Monteiro, pelo traço do arquitecto italiano Luigi Manini, dá à quinta de 4 hectares, o palácio, rodeado de luxuriantes jardins, lagos, grutas e construções enigmáticas, lugares estes que ocultam significados alquímicos, como os evocados pela Maçonaria, Templários e Rosa-cruz. Modela o espaço em traçados mistos, que evocam a arquitectura românica, gótica, renascentista e manuelina. - Para mais informações, aqui.




Estas ilustrações foram enviadas pela minha querida amiga e conterrânea,

Muito obrigado, G.

Localização de Sintra no mapa de Portugal


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Portugal Iniciático - Centro Histórico e Castelo de Guimarães

10 de junho de 2011 · 8 comentários


Dedicado à minha amiga Astrid Annabelle,
em viagem iniciática por Portugal

Como muitos sabem, há um país chamado Portugal que os nossos olhos de terceira dimensão podem ver e apreciar. Há determinados espaços, edificados ou não, que correspondem a um Portugal iniciático, muito pouco visível aos nossos olhos tridimensionais. Um dos exemplos é este Centro Histórico de Guimarães. Foi aqui que tudo começou. Esta zona foi classificada pela UNESCO como «Património Cultural da Humanidade».


Guimarães é muitas vezes designada como "Cidade Berço", devido ao facto aí ter sido estabelecido o centro administrativo do Condado Portucalense por D. Henrique e por seu filho D. Afonso Henriques poder ter nascido nesta cidade e fundamentalmente pela importância histórica que a Batalha de São Mamede, travada na periferia da cidade em 24 de Junho de 1128, teve para a formação da nacionalidade.

Os "Vimaranenses" são orgulhosamente tratados por "Conquistadores", fruto dessa herança histórica de conquista iniciada precisamente em Guimarães.

A cidade está historicamente associada à fundação da nacionalidade e identidade Portuguesa. Guimarães, entre outras povoações, antecede e prepara a fundação de Portugal, sendo conhecida como "O Berço da Nação Portuguesa". Aqui tiveram lugar em 1128 alguns dos principais acontecimentos políticos e militares, que levariam à independência e ao nascimento de uma nova Nação. Por esta razão, está inscrito numa das torres da antiga muralha da cidade "Aqui nasceu Portugal", referência histórica e cultural de residentes e visitantes nacionais.



Após a acção política de reconquista organizada pelo Reino da Galiza, com a intervenção do fidalgo Vimara Peres ainda no remoto século IX, a fundação medieval da actual cidade tem as suas raízes no remoto século X. Foi nesta altura que a Condessa Mumadona Dias, viúva de Hermenegildo Mendes, mandou construir, na sua propriedade de Vimaranes, um mosteiro dúplice, que se tornou num pólo de atracção e deu origem à fixação de um grupo populacional conhecido como vila baixa. Paralelamente e para defesa do aglomerado, mandou construir um castelo a pouca distância, na colina, criando assim um segundo ponto de fixação na vila alta. A ligar os dois núcleos formou-se a Rua de Santa Maria.

Posteriormente o Mosteiro transformou-se em Real Colegiada e adquiriu grande importância devido aos privilégios e doações que reis e nobres lhe foram concedendo. Tornou-se num afamado Santuário de Peregrinação, e de todo o lado acorriam crentes com preces e promessas.

A outorgação, pelo Conde D. Henrique, do primeiro foral nacional (considerado por alguns historiadores anterior ao de Constantim de Panóias), em data desconhecida, mas possivelmente em 1096, atesta a importância crescente da então vila de Guimarães, escolhida anda como capital do então Condado Portucalense. Aqui se daria, a 24 de Junho de 1128, a Batalha de São Mamede.

Fonte do texto: Wikipédia.



A Guimarães actual soube conciliar, da melhor forma, a história e consequente manutenção do património com o dinamismo e empreendedorismo que caracterizam as cidades modernas, que se manifestou na nomeação para «Capital Europeia da Cultura» em 2012, factores que levaram Guimarães a ser eleita pelo «New York Times» como um dos 41 locais a visitar em 2011 e a considerá-la um dos emergentes pontos culturais da Península Ibérica.




Estas ilustrações foram enviadas pela minha querida amiga e conterrânea,

Muito obrigado, G.

Localização de Guimarães no mapa de Portugal

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Portugal Iniciático - Convento de Cristo, Tomar

9 de junho de 2011 · 2 comentários


Dedicado à minha amiga Astrid Annabelle,
em viagem iniciática por Portugal

Como muitos sabem, há um país chamado Portugal que os nossos olhos de terceira dimensão podem ver e apreciar. Há determinados espaços, edificados ou não, que correspondem a um Portugal iniciático, muito pouco visível aos nossos olhos tridimensionais. Um dos exemplos é este Convento de Cristo. Esta edificação foi classificada pela UNESCO como «Património Mundial».


O Convento de Cristo, em Tomar, pertenceu à Ordem dos Templários. Fundado em 1160 pelo Grão-Mestre dos Templários, dom Gualdim Pais, e o Convento de Cristo ainda conserva recordações desses monges cavaleiros e dos herdeiros do seu cargo, a Ordem de Cristo, os quais fizeram deste edifício a sua sede. 

Sob a condução do Infante D. Henrique o Navegador, Mestre da ordem desde 1418, foram construídos claustros entre a Charola e a fortaleza dos Templários, mas as maiores modificações verificam-se no reinado de D. João III (1521-1557). 

Arquitectos como João de Castilho e Diogo de Arruda procuraram exprimir o poder da Ordem construindo a igreja e os claustros com ricos floreados manuelinos que atingiram o máximo esplendor na janela da fachada ocidental.

Não me alongo em mais explicações históricas, pois isso está ao alcance de todos.





Estas ilustrações foram enviadas pela minha querida amiga e conterrânea,

Muito obrigado, G.




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Messi - isto também é Argentina - Vídeo com todos os 53 golos do «Pulga» na temporada 2010/11

8 de junho de 2011 · 1 comentários


Lionel Andrés Messi [Rosário, Argentina, 24 de Junho de 1987] é um futebolista argentino que actua como atacante. Actualmente, joga pelo FC Barcelona e na selecção do seu país.

É, na opinião de muitos especialistas, o melhor jogador do mundo. Foi o vencedor das duas últimas edições do prémio da FIFA, o de melhor jogador do mundo no ano de 2009, além da Bola de Ouro em 2010, equivalente ao prémio do ano anterior mas com uma nova denominação.




Vídeo daqui -
«La Nación», jornal argentino;

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«Tina», a Yorkshire mais feliz do mundo, apesar da sua cegueira

· 5 comentários

A Tina
Pedi a uma grande amiga - a Valentim -, se estava disposta a escrever e ilustrar um texto sobre a sua companheira canina, a Tina, que ficou cega. Eu conheço pessoalmente a Tina, que é muito carinhosa comigo e me cumprimenta sempre. Aqui fica o seu testemunho:

«A pedido de alguém, que é muito especial na minha vida, resolvi homenagear, ainda em vida, um dos seres mais espectaculares que entraram nesta minha vida. A Tina.

Foi em Fevereiro de 2003 que a Tina chegou para abrilhantar a minha vida e a dos meus familiares. Chegou depois de ter passado um inverno muito rigoroso, perdida na Mata dos Medos, na Fonte da Telha (Costa da Caparica), Portugal. Na altura, tinha o pescoço todo ferido, magra e com sinais de luta pela sobrevivência. Comia terra e as suas fezes eram terra, também.

Rapidamente se integrou numa família que tinha perdido a sua caniche cerca uns dois anos antes. A Tina tinha cerca de 3 a 4 anos de idade. Estava no auge das suas primaveras. Ainda hoje, a Tina é muito brincalhona.

A Tina

A Tina na praia.
A praia era e ainda é, o seu local de eleição. O que dantes eram as bolas e as ondas, hoje, após ter cegado, é brincar na beira da àgua e correr para as gaivotas, o que faz com que a Tina se divirta muito numa ida à praia.

A Tina brincando com as ondas, à beira mar, já depois de ter cegado.
Vive, actualmente, com duas das suas irmãs a Ace (uma cadela arraçada de Golden Retriever) e com a Tuigui (uma Bijon Maltês). Já viu partir companheiras como a Guga e a Lucky.

A Guga, que já desencarnou.
A Lucky, que já partiu. Ver post aqui.
A Tina terá agora cerca de doze anos de idade. Está cega, mas isso não lhe retirou a sua beleza natural, o seu encanto.

A Tina, percebendo-se pelos olhos, que é invisual.
Conhece perfeitamente os cantos à casa. É a primeira a dar sinal quando qualquer um de nós está para chegar. Recebe os donos e visitantes à porta, sempre com a mesma alegria e satisfação. Vai à rua, desce e sobe as escadas pelas suas próprias patas.

Quando anda na rua apenas temos que lhe dizer palavras como: atenção ou cuidado, para que ela se desvie dos obstáculos que encontra pelo caminho.

Come no seu próprio recipiente e, se nós deixarmos, come também o comer das suas irmãs, pois cada uma tem a sua tijela. Adora rebolar-se pelo chão, nas suas mantas, em cima do sofá, na relva, enfim onde lhe apetecer.

A Tina em foto muito recente, a rebolar-se na relva
Gosta de viver um dia após outro. Gosta de passear na praia, no campo e de brincar com as suas irmãs.

A Tina, pela trela e as amigas, a Ace (ao fundo) e a Tuigui, de pêlo claro.
A Tina está com a trela, pois como já está cega, necessita de uma leve orientação.
Espiritualmente falando, muitas vezes me interrogo, sobre qual o significado de ter um animal de estimação que perdeu a visão? À conversa com um amigo, foi-me explicado que representa uma evolução espiritual da minha parte.
A brincar com as amigas.
Desde muito jovem sempre tive cadelas como animais de estimação e a dada altura da minha vida, aprendi a lidar com a perda desses mesmos animais amigos.

A Tina, já invisual
Hoje em dia não me causa qualquer transtorno conviver diariamente com um animal de estimação que sofra qualquer doença. Antes pelo contrário. Recuso-me terminantemente a separar-me delas, sobretudo quando estou de férias ou em períodos de folga.

A Tina no Algarve, de férias
Já mais do que uma vez me foi vedada a entrada em esplanadas e outros parques por estar acompanhada pelas minhas princesas, e a minha pergunta a quem me proíbe a passagem é sempre a mesma: “Se eu vier acompanhada por crianças você também me proíbe a passagem?”

Após a indignação de quem proíbe, respondo sempre: “Se as princesas não são bem-vindas a este  espaço, então é porque eu também não sou bem-vinda”. Viro as costas e retiro-me. Só aceito separar-me delas no dia em cada uma de nós tiver cumprido a sua missão nesta vida. Nessa altura faço o meu luto e sigo em frente.

Jamais me passa pela cabeça mandar abater um animal seja porque motivo for. Jamais me passou pela cabeça mandar abater a Tina, só porque ela é cega. Seria o mesmo que mandar abater um ser humano pelo mesmo motivo, e esse direito não me assiste.

A Ace, a Tuigui e a Tina, sequiosas, num dia quente de Verão, num passeio prolongado.
De uma certa forma não concordo com os veterinários que aceitam praticar a eutanásia a pedido dos “donos” dos animais. Sobretudo com o argumento que “...não suportam ver os bichos a sofrer!” Que hipocrisia. A essas pessoas eu pergunto: “Quando um familiar seu sofrer de uma doença crónica, aguda, contagiosa, terminal, etc, você pede ao médico que pratique a eutanásia?”

Os veterinários estudaram para salvar e cuidar da vida dos animais, não para matá-los, ainda que seja a pedido dos donos, ou para não perderem um cliente.

A Tina e a Ace, a descansarem, depois de muita correria na praia.
Não é porque a Tina perdeu a visão, que perdeu as suas faculdades. Dá amor, como ninguém. Todos os dias nos ensina que a vida deve ser vivida diariamente com as condições que temos e dentro dos nossos limites. E todos os dias esta minha cadela aceita de coração aberto, esta sua condição de invisual.

A seguir, fica um pequeno vídeo feito nas férias de 2010. A Tina no seu acordar diário.






Valentim
A companheira da Tina»

Muito obrigado, Valentim. Excelente testemunho, que agradeço muito.
Beijos e carinhos às princesas.
António


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Vamos reaprender a amar (Sawabona Shikoba)

· 4 comentários


Ilustrações enviadas pela minha querida amiga e conterrânea,
Maria Georgete Raposo Almeida [aqui, sua página no Facebook]

Muito obrigado, G.

Texto do médico psicanalista Flávio Gikovate

Cliquem nas ilustrações para as ampliar e poder ler melhor.

























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11 de junho de 2011

A Bélita Mota Sequeira enviou-me este lindo presente hoje, dia do meu 62º aniversário. Muito obrigado.


 Muito obrigado, Bélita.
Foi a prenda mais maravilhosa que me podiam dar.

A Deusa Mãe.
A Mãe do Céu.
A Mãe de Jesus.









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Portugal Iniciático - Sintra, vila de palácios e jardins


Dedicado à minha amiga Astrid Annabelle,
em viagem iniciática por Portugal

Como muitos sabem, há um país chamado Portugal que os nossos olhos de terceira dimensão podem ver e apreciar. Há determinados espaços, edificados ou não, que correspondem a um Portugal iniciático, muito pouco visível aos nossos olhos tridimensionais. Um dos exemplos é Sintra e as suas edificações e jardins. Esta edificação foi classificada pela UNESCO como «Património Mundial/Paisagem Cultural».



Sintra é uma vila portuguesa no Distrito de Lisboa. O município é limitado a norte pelo município de Mafra, a leste por Loures e Odivelas, a sueste pela Amadora, a sul por Oeiras e Cascais e a oeste pelo oceano Atlântico.


A Vila de Sintra inclui o sítio Paisagem Cultural de Sintra, Património Mundial da UNESCO e tem recusado ser elevada a categoria de cidade, apesar de ser sede do segundo mais populoso município em Portugal, segundo a Câmara Municipal de Sintra.


Existe ainda todo um património literário que transformou este Sintra numa referência quase lendária. Sintra, cuja mais antiga forma medieval conhecida "Suntria" apontará para o indo-europeu “astro luminoso” ou “sol”, terá sido designada por Varrão e Columela como Monte Sagrado. Ptolomeu registou-a como a "Serra da Lua" e o geógrafo árabe Al-Bacr, no século X, caracterizou Sintra como «permanentemente mergulhada numa bruma que se não dissipa». - Fonte Wikipédia.



Podemos encontrar em Sintra testemunhos de praticamente todas as épocas da história portuguesa e, não raro, com uma dimensão que chegou a ultrapassar, pela sua importância, os limites deste território.


Um contexto cultural e ambiental de características específicas: uma unidade cultural que tem permanecido intacta numa plêiade de palácios e parques; de casas senhoriais e respectivos hortos e bosques; de palacetes e chalets inseridos no meio de uma exuberante vegetação; de extensos troços amuralhados que coroam os mais altos cumes da Serra. Também de uma plêiade de conventos de meditação entre penhascos, bosques e fontes: de igrejas, capelas e ermidas, pólos seculares de fé e de arte; enfim, uma unidade cultural intacta numa plêiade de vestígios arqueológicos que apontam para ocupações várias vezes milenárias.


Principal núcleo urbano e económico logo a seguir a Lisboa, a Vila de Sintra e o seu Castelo foram durante a Reconquista, no século XI, várias vezes assolados pelos exércitos cristãos. O rei Afonso VI de Leão na sequência da queda do califado de Córdova numa conjuntura de instabilidade entre as diversas Taifas muçulmanas da Península e da decisão do rei de Badajoz Al Mutawakkil, de se colocar sob sua protecção face à ameaça almorávida, após um período de hesitação entre 1090 e 1091, recebeu deste na Primavera de 1093 as cidades de Santarém, de Lisboa e o Castelo de Sintra. Afonso VI tomou posse das ditas cidades e do castelo de Sintra entre 30 de Abril e 8 de Maio de 1093.


Lisboa foi pouco depois da entrega a Afonso VI conquistada pelos almorávidas, assim como Sintra, só resistindo Santarém devido aos esforços de D. Henrique de Borgonha, nomeado conde de Portucale em 1096, em substituição de Raimundo de Borgonha. É neste contexto de manutenção da fronteira do Tejo que, em Julho de 1109, o conde D. Henrique reconquista o Castelo de Sintra. Esta fortificação foi ainda alvo de surtidas esporádicas, caso do assalto comandado pelo príncipe Sigurd, filho do rei Magnus da Noruega que, de passagem em cruzada à Terra Santa desembarcou na foz do Rio de Colares.


Só após a conquista de Lisboa por D. Afonso Henriques em 1147, Sintra - cuja guarnição do castelo se entrega ao rei em Novembro — é definitivamente integrada no espaço cristão, no contexto da conquista de Almada e Palmela. Logo após a tomada de posse do Castelo, D. Afonso Henriques aí funda a igreja de São Pedro de Canaferrim.


Em 9 de Janeiro de 1154 D. Afonso Henriques outorga Carta de Foral à Vila de Sintra com as respectivas regalias. A Carta de Foral estabelece o Concelho de Sintra, cujo termo passa a abranger um vasto território, mais tarde dividido em quatro grandes freguesias: São Pedro de Canaferrim, com sede paroquial junto ao Castelo; São Martinho, com sede paroquial no centro da Vila; e Santa Maria e São Miguel, ambas com sede paroquial no Arrabalde.- Fonte Wikipédia.


O Palácio Nacional da Pena, popularmente referido apenas por Palácio da Pena ou Castelo da Pena, localiza-se na vila de Sintra, freguesia de São Pedro de Penaferrim, concelho de Sintra, no distrito de Lisboa, em Portugal. Representa uma das melhores expressões do Romantismo arquitectónico do século XIX no mundo, constituindo-se no primeiro palácio nesse estilo na Europa, erguido cerca de 30 anos antes do carismático Castelo de Neuschwanstein, na Baviera. Em 7 de Julho de 2007 foi eleito como uma das Sete maravilhas de Portugal. - Para mais informações, aqui.


O Castelo de Sintra, popularmente conhecido como Castelo dos Mouros, localiza-se na vila de Sintra, freguesia de São Pedro de Penaferrim, concelho de Sintra, no distrito de Lisboa, em Portugal. Erguido sobre um maciço rochoso, isolado num dos cumes da serra de Sintra, na Estremadura, do alto das suas muralhas descortina-se uma vista privilegiada de toda a sua envolvência rural que se estende até ao oceano Atlântico. - Para mais informações, aqui.


A Quinta da Regaleira



O Palácio da Regaleira é o edifício principal e o nome mais comum da Quinta da Regaleira. Também é designado Palácio do Monteiro dos Milhões, denominação esta associada à alcunha do seu primeiro proprietário, António Augusto Carvalho Monteiro. O palácio está situado na encosta da serra e a escassa distância do Centro Histórico de Sintra estando classificado como «Imóvel de Interesse Público» desde 2002.


Carvalho Monteiro, pelo traço do arquitecto italiano Luigi Manini, dá à quinta de 4 hectares, o palácio, rodeado de luxuriantes jardins, lagos, grutas e construções enigmáticas, lugares estes que ocultam significados alquímicos, como os evocados pela Maçonaria, Templários e Rosa-cruz. Modela o espaço em traçados mistos, que evocam a arquitectura românica, gótica, renascentista e manuelina. - Para mais informações, aqui.




Estas ilustrações foram enviadas pela minha querida amiga e conterrânea,

Muito obrigado, G.

Localização de Sintra no mapa de Portugal


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10 de junho de 2011

Portugal Iniciático - Centro Histórico e Castelo de Guimarães


Dedicado à minha amiga Astrid Annabelle,
em viagem iniciática por Portugal

Como muitos sabem, há um país chamado Portugal que os nossos olhos de terceira dimensão podem ver e apreciar. Há determinados espaços, edificados ou não, que correspondem a um Portugal iniciático, muito pouco visível aos nossos olhos tridimensionais. Um dos exemplos é este Centro Histórico de Guimarães. Foi aqui que tudo começou. Esta zona foi classificada pela UNESCO como «Património Cultural da Humanidade».


Guimarães é muitas vezes designada como "Cidade Berço", devido ao facto aí ter sido estabelecido o centro administrativo do Condado Portucalense por D. Henrique e por seu filho D. Afonso Henriques poder ter nascido nesta cidade e fundamentalmente pela importância histórica que a Batalha de São Mamede, travada na periferia da cidade em 24 de Junho de 1128, teve para a formação da nacionalidade.

Os "Vimaranenses" são orgulhosamente tratados por "Conquistadores", fruto dessa herança histórica de conquista iniciada precisamente em Guimarães.

A cidade está historicamente associada à fundação da nacionalidade e identidade Portuguesa. Guimarães, entre outras povoações, antecede e prepara a fundação de Portugal, sendo conhecida como "O Berço da Nação Portuguesa". Aqui tiveram lugar em 1128 alguns dos principais acontecimentos políticos e militares, que levariam à independência e ao nascimento de uma nova Nação. Por esta razão, está inscrito numa das torres da antiga muralha da cidade "Aqui nasceu Portugal", referência histórica e cultural de residentes e visitantes nacionais.



Após a acção política de reconquista organizada pelo Reino da Galiza, com a intervenção do fidalgo Vimara Peres ainda no remoto século IX, a fundação medieval da actual cidade tem as suas raízes no remoto século X. Foi nesta altura que a Condessa Mumadona Dias, viúva de Hermenegildo Mendes, mandou construir, na sua propriedade de Vimaranes, um mosteiro dúplice, que se tornou num pólo de atracção e deu origem à fixação de um grupo populacional conhecido como vila baixa. Paralelamente e para defesa do aglomerado, mandou construir um castelo a pouca distância, na colina, criando assim um segundo ponto de fixação na vila alta. A ligar os dois núcleos formou-se a Rua de Santa Maria.

Posteriormente o Mosteiro transformou-se em Real Colegiada e adquiriu grande importância devido aos privilégios e doações que reis e nobres lhe foram concedendo. Tornou-se num afamado Santuário de Peregrinação, e de todo o lado acorriam crentes com preces e promessas.

A outorgação, pelo Conde D. Henrique, do primeiro foral nacional (considerado por alguns historiadores anterior ao de Constantim de Panóias), em data desconhecida, mas possivelmente em 1096, atesta a importância crescente da então vila de Guimarães, escolhida anda como capital do então Condado Portucalense. Aqui se daria, a 24 de Junho de 1128, a Batalha de São Mamede.

Fonte do texto: Wikipédia.



A Guimarães actual soube conciliar, da melhor forma, a história e consequente manutenção do património com o dinamismo e empreendedorismo que caracterizam as cidades modernas, que se manifestou na nomeação para «Capital Europeia da Cultura» em 2012, factores que levaram Guimarães a ser eleita pelo «New York Times» como um dos 41 locais a visitar em 2011 e a considerá-la um dos emergentes pontos culturais da Península Ibérica.




Estas ilustrações foram enviadas pela minha querida amiga e conterrânea,

Muito obrigado, G.

Localização de Guimarães no mapa de Portugal

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9 de junho de 2011

Portugal Iniciático - Convento de Cristo, Tomar


Dedicado à minha amiga Astrid Annabelle,
em viagem iniciática por Portugal

Como muitos sabem, há um país chamado Portugal que os nossos olhos de terceira dimensão podem ver e apreciar. Há determinados espaços, edificados ou não, que correspondem a um Portugal iniciático, muito pouco visível aos nossos olhos tridimensionais. Um dos exemplos é este Convento de Cristo. Esta edificação foi classificada pela UNESCO como «Património Mundial».


O Convento de Cristo, em Tomar, pertenceu à Ordem dos Templários. Fundado em 1160 pelo Grão-Mestre dos Templários, dom Gualdim Pais, e o Convento de Cristo ainda conserva recordações desses monges cavaleiros e dos herdeiros do seu cargo, a Ordem de Cristo, os quais fizeram deste edifício a sua sede. 

Sob a condução do Infante D. Henrique o Navegador, Mestre da ordem desde 1418, foram construídos claustros entre a Charola e a fortaleza dos Templários, mas as maiores modificações verificam-se no reinado de D. João III (1521-1557). 

Arquitectos como João de Castilho e Diogo de Arruda procuraram exprimir o poder da Ordem construindo a igreja e os claustros com ricos floreados manuelinos que atingiram o máximo esplendor na janela da fachada ocidental.

Não me alongo em mais explicações históricas, pois isso está ao alcance de todos.





Estas ilustrações foram enviadas pela minha querida amiga e conterrânea,

Muito obrigado, G.




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8 de junho de 2011

Messi - isto também é Argentina - Vídeo com todos os 53 golos do «Pulga» na temporada 2010/11


Lionel Andrés Messi [Rosário, Argentina, 24 de Junho de 1987] é um futebolista argentino que actua como atacante. Actualmente, joga pelo FC Barcelona e na selecção do seu país.

É, na opinião de muitos especialistas, o melhor jogador do mundo. Foi o vencedor das duas últimas edições do prémio da FIFA, o de melhor jogador do mundo no ano de 2009, além da Bola de Ouro em 2010, equivalente ao prémio do ano anterior mas com uma nova denominação.




Vídeo daqui -
«La Nación», jornal argentino;

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«Tina», a Yorkshire mais feliz do mundo, apesar da sua cegueira

A Tina
Pedi a uma grande amiga - a Valentim -, se estava disposta a escrever e ilustrar um texto sobre a sua companheira canina, a Tina, que ficou cega. Eu conheço pessoalmente a Tina, que é muito carinhosa comigo e me cumprimenta sempre. Aqui fica o seu testemunho:

«A pedido de alguém, que é muito especial na minha vida, resolvi homenagear, ainda em vida, um dos seres mais espectaculares que entraram nesta minha vida. A Tina.

Foi em Fevereiro de 2003 que a Tina chegou para abrilhantar a minha vida e a dos meus familiares. Chegou depois de ter passado um inverno muito rigoroso, perdida na Mata dos Medos, na Fonte da Telha (Costa da Caparica), Portugal. Na altura, tinha o pescoço todo ferido, magra e com sinais de luta pela sobrevivência. Comia terra e as suas fezes eram terra, também.

Rapidamente se integrou numa família que tinha perdido a sua caniche cerca uns dois anos antes. A Tina tinha cerca de 3 a 4 anos de idade. Estava no auge das suas primaveras. Ainda hoje, a Tina é muito brincalhona.

A Tina

A Tina na praia.
A praia era e ainda é, o seu local de eleição. O que dantes eram as bolas e as ondas, hoje, após ter cegado, é brincar na beira da àgua e correr para as gaivotas, o que faz com que a Tina se divirta muito numa ida à praia.

A Tina brincando com as ondas, à beira mar, já depois de ter cegado.
Vive, actualmente, com duas das suas irmãs a Ace (uma cadela arraçada de Golden Retriever) e com a Tuigui (uma Bijon Maltês). Já viu partir companheiras como a Guga e a Lucky.

A Guga, que já desencarnou.
A Lucky, que já partiu. Ver post aqui.
A Tina terá agora cerca de doze anos de idade. Está cega, mas isso não lhe retirou a sua beleza natural, o seu encanto.

A Tina, percebendo-se pelos olhos, que é invisual.
Conhece perfeitamente os cantos à casa. É a primeira a dar sinal quando qualquer um de nós está para chegar. Recebe os donos e visitantes à porta, sempre com a mesma alegria e satisfação. Vai à rua, desce e sobe as escadas pelas suas próprias patas.

Quando anda na rua apenas temos que lhe dizer palavras como: atenção ou cuidado, para que ela se desvie dos obstáculos que encontra pelo caminho.

Come no seu próprio recipiente e, se nós deixarmos, come também o comer das suas irmãs, pois cada uma tem a sua tijela. Adora rebolar-se pelo chão, nas suas mantas, em cima do sofá, na relva, enfim onde lhe apetecer.

A Tina em foto muito recente, a rebolar-se na relva
Gosta de viver um dia após outro. Gosta de passear na praia, no campo e de brincar com as suas irmãs.

A Tina, pela trela e as amigas, a Ace (ao fundo) e a Tuigui, de pêlo claro.
A Tina está com a trela, pois como já está cega, necessita de uma leve orientação.
Espiritualmente falando, muitas vezes me interrogo, sobre qual o significado de ter um animal de estimação que perdeu a visão? À conversa com um amigo, foi-me explicado que representa uma evolução espiritual da minha parte.
A brincar com as amigas.
Desde muito jovem sempre tive cadelas como animais de estimação e a dada altura da minha vida, aprendi a lidar com a perda desses mesmos animais amigos.

A Tina, já invisual
Hoje em dia não me causa qualquer transtorno conviver diariamente com um animal de estimação que sofra qualquer doença. Antes pelo contrário. Recuso-me terminantemente a separar-me delas, sobretudo quando estou de férias ou em períodos de folga.

A Tina no Algarve, de férias
Já mais do que uma vez me foi vedada a entrada em esplanadas e outros parques por estar acompanhada pelas minhas princesas, e a minha pergunta a quem me proíbe a passagem é sempre a mesma: “Se eu vier acompanhada por crianças você também me proíbe a passagem?”

Após a indignação de quem proíbe, respondo sempre: “Se as princesas não são bem-vindas a este  espaço, então é porque eu também não sou bem-vinda”. Viro as costas e retiro-me. Só aceito separar-me delas no dia em cada uma de nós tiver cumprido a sua missão nesta vida. Nessa altura faço o meu luto e sigo em frente.

Jamais me passa pela cabeça mandar abater um animal seja porque motivo for. Jamais me passou pela cabeça mandar abater a Tina, só porque ela é cega. Seria o mesmo que mandar abater um ser humano pelo mesmo motivo, e esse direito não me assiste.

A Ace, a Tuigui e a Tina, sequiosas, num dia quente de Verão, num passeio prolongado.
De uma certa forma não concordo com os veterinários que aceitam praticar a eutanásia a pedido dos “donos” dos animais. Sobretudo com o argumento que “...não suportam ver os bichos a sofrer!” Que hipocrisia. A essas pessoas eu pergunto: “Quando um familiar seu sofrer de uma doença crónica, aguda, contagiosa, terminal, etc, você pede ao médico que pratique a eutanásia?”

Os veterinários estudaram para salvar e cuidar da vida dos animais, não para matá-los, ainda que seja a pedido dos donos, ou para não perderem um cliente.

A Tina e a Ace, a descansarem, depois de muita correria na praia.
Não é porque a Tina perdeu a visão, que perdeu as suas faculdades. Dá amor, como ninguém. Todos os dias nos ensina que a vida deve ser vivida diariamente com as condições que temos e dentro dos nossos limites. E todos os dias esta minha cadela aceita de coração aberto, esta sua condição de invisual.

A seguir, fica um pequeno vídeo feito nas férias de 2010. A Tina no seu acordar diário.






Valentim
A companheira da Tina»

Muito obrigado, Valentim. Excelente testemunho, que agradeço muito.
Beijos e carinhos às princesas.
António


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Vamos reaprender a amar (Sawabona Shikoba)


Ilustrações enviadas pela minha querida amiga e conterrânea,
Maria Georgete Raposo Almeida [aqui, sua página no Facebook]

Muito obrigado, G.

Texto do médico psicanalista Flávio Gikovate

Cliquem nas ilustrações para as ampliar e poder ler melhor.

























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