Praias com areias coloridas - maravilhoso

8 de setembro de 2011 ·


Muito agradecido à amiga Filomena Nunes,
que me enviou as imagens. Seu Facebook, aqui.




















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Qual é a melhor religião?

· 5 comentários


Imagens gentilmente enviadas pela minha amiga e conterrânea
Maria Georgete Raposo Almeida, que muito agradeço.

Clicar para aumentar as ilustrações.











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Avatar, e outrs filmes de scienc ficton

· 14 comentários

James Cameron
16 Agosto 1954 - Kapuskasing, Ontario (Canada)


Acima: James Cameron no set, mostrando cenas já filmadas de 'Avatar' aos actores Sigourney Weaver, Joel Moore e Sam Worthington.


Quando vi «Avatar» já tinha lido sobre o contexto de Pandora dentro do filme. Como sabem, o filme concentra-se num conflito em Pandora, uma das luas de Polifemo, um dos três gigantes gasosos fictícios que orbitam a estrela Alpha Centauri, a 4,4 anos-luz da Terra. Em Pandora, os colonizadores humanos e os nativos entram em guerra pelos recursos do planeta e a continuação da existência da espécie nativa.

Pandora é habitado por uma espécie de humanóides chamada Na'vi. Medindo quase 3 metros de altura, com caudas, ossos naturalmente reforçados com fibra de carbono e pelo bioluminescente, os Na'vi vivem em harmonia com a natureza e são considerados primitivos pelos humanos. Eles veneram uma deusa chamada Eywa. Os humanos não são capazes de respirar na atmosfera de Pandora, a qual é rica em dióxido de carbono, metano e amónia.

A minha intenção não é fazer uma análise ao filme. Neste momento estou interessado em tentar perceber o mundo de fantasia existente na cabeça de James Cameron, que começou a escrever o roteiro em 1995, buscando inspiração em toda a ficção científica que lida desde criança.

Quando vi o filme, senti-me profundamente atraído por Pandora e toda a sua envolvência, enquanto planeta, do que pelo enredo propriamente dito. Interessei-me mais pelas bases e o substrato criado por James Cameron do que pela 'story'. Sabia que havia muito mais material do que o argumento de 144 páginas do filme. Por isso, quando o filme nos coloca em Pandora, a certa altura da narrativa, dei por mim a dizer em voz alta 'Pern'. Podem crer que estremeci. E fiquei a ver o resto do filme, como se estivesse envolto numa bolha que me fez recuar no tempo, sempre atento a tudo o que dizia respeito a Pandora: geografia, flora, animais, os nativos Na'vi, a sua linguagem. Tive que ver o filme segunda vez para me aperceber bem do filme, enquanto filme, enquanto narrativa cinematográfica.

Foi quando de facto realizei que, sendo James Cameron 6 anos mais novo do que eu, era muito provável que tivéssemos lido os mesmos livros de 'sci-fi and fantasy'. Eu sou (sempre fui) um fã incondicional. Ele, com os seus vários filmes (lista mais abaixo), também demonstrou ser apreciador deste género literário. Com uma desvantagem para mim: vivo em Portugal e as novidades chegavam atrasadas, nem havia internet, como hoje, para se saber coisas e comprar na Amazon. As novas gerações talvez nem conheçam os nomes que mencionarei neste artigo.









No início dos anos 80, numa ida a Nova Iorque, lembro-me de ao passar por uma das gigantescas livrarias 'Barnes and Nobles' ter ficado surpreendido com uma das montras em que nos mostrava uma montagem artística com vários livros de Anne McCafrey, a já muito famosa autora de ficção científica e a sua magistral série 'Dragonriders of Pern', em obras como 'Dragonflight', 'The White Dragon', 'Dragonsong', 'Dragonsinger' e 'Moreta: Dragonlady of Pern', mas que para mim, era praticamente uma desconhecida. Alguns dos seus livros foram, entretanto, publicados em língua portuguesa. Escusado será dizer que assim que vi a montra, entrei na livraria e comprei-os tendo leitura para vários meses. Na sua ficção, Anne McCafrey criou Pern, um planeta colonizado por antigos habitantes da Terra, que tinham costumes muito próprios, pois a tecnologia havia desaparecido e os colonos enfrentavam grandes perigos, sobretudo vindos de uns cometas que passavam periodicamente muito perto de Pern e largavam uns fios que destruíam a vegetação do planeta.

Para combaterem este temível inimigo, os colonos de Pern haviam aprendido a criar geneticamente dragões. Nas ninhadas que os dragões faziam, quando chegava o momento dos ovos se abrirem e saírem de lá as crias juntavam-se no ninho os filhos das famílias colonizadoras pois cada dragãozinho fazia um imprint numa só criança ou adolescente, que se tornava o seu cavaleiro ou cavaleira para toda a vida e com quem tinha diálogos telepáticos. Os dragões eram treinados para com o seu fogo queimar os tais fios que os cometas deixavam cair. Em resumo, esta é a síntese da série.

Quando vi 'Avatar' e chegámos ao ponto de conhecermos os animais alados nativos de Pandora, em que os Na'vi se deslocavam pelos ares, foi aí que disse em voz alta 'Pern'. Foi quando encontrei a similitude entre estes mundos e fiz uma viagem ao passado.

Foi um trabalho magistral de Cameron ter criado Pandora e o seu universo colorido e belo. Quando vi aqueles animais alados a serem montados pelos Na'vi e mais adiante, Jack Sully a conseguir montar o gigante leonopteryx vermelho de Pandora, lembrei-me com muito prazer da série de Pern e do dragão bronze
Mnementh, montado por F'lar. Igualmente lembrei-me do dragão branco Ruth, cavalgado por Lord Jaxom. Sem esquecer Ramoth, Canth e Golanth.

Foi uma belíssima homenagem que James Cameron ofereceu a Anne McCafrey e aos aficcionados da sua geração, como eu, por exemplo.

++++++++++++


Deixarei para outro post as similitudes que encontrei entre Pandora e a série de livros de Ursula K. Le Guim 'Terramar' e os seus deuses e magos, à semelhança da deusa Eywa, venerados pelos Na'vi de Pandora.





Neste vídeo consegue-se ver bem os animais alados de Pandora,
equivalentes aos dragões de Pern.









“Criando o Mundo de Pandora”


O site Yahoo!Movies lançou um vídeo de 22 minutos, “behind the scenes” sobre a visão de Avatar de James Cameron, intitulado “Criando o Mundo de Pandora”. Assista ao vídeo em baixo. Duração: 22 minutos.








James Cameron, como director / realizador

* Xenogenesis (1978) curta-metragem
* Piranha II: The Spawning (1981)
* O Extreminador Implacável (The Terminator) (1984) - Arnold Schwarzenegger (signo Leão) no papel de The Terminator
* Aliens (1986) - Sigourney Weaver no papel de Ellen Ripley.
* O Abismo (The Abyss) (1989) - Michael Biehn (signo Leão) no papel de Lt. Hiram Coffey
* O Extreminador Implacável 2 (Terminator 2: Judgement Day) (1991) - Arnold Schwarzenegger (signo Leão) no papel de The Terminator
* Verdade da Mentira (True Lies) (1994) - Arnold Schwarzenegger (signo Leão)
* Titanic (1997)
* Avatar (2009) filme em 3-D - Sam Worthington (signo Leão) no papel de Jake Sully
* Battle Angel filme em 3-D, (em pré-produção, eventualmente para se estrear em 2011)


Foi o primeiro cineasta a produzir e dirigir um filme com custo superior a 100 milhões de dólares em «Verdade da Mentira» (True Lies -1994) e mais tarde alcançou o custo de mais de 200 milhões de dólares em «Titanic» (1997) e, agora, ultrapassou a barreira faraónica dos 300 milhões de dólares com «Avatar».

«Neptuno, o Senhor dos Mares», por Carmen Ferreira

6 de setembro de 2011 · 5 comentários

texto e foto do SAPO Mulher - daqui.



Nada é por acaso, logo, não é de estranhar que sendo o tema desta crónica, a última deste ciclo, o Senhor dos Mares, me tenha perdido e no tempo e tenha navegado à deriva antes de a iniciar.

É fácil perdermo-nos em Neptuno… Por isso, o melhor, para me reposicionar, é mesmo começar pelo início, contando sobre o seu nascimento.

Talvez ainda se lembrem que Saturno, o pai de Neptuno, tomado pelo medo de ser destronado, devorava os seus filhos. E que Reia, que já estava mesmo cansada de perder os seus rebentos, engendrou uma forma, assim como tinha feito com Júpiter e com Plutão, de esconder Neptuno da fúria devoradora de seu pai entregando-o a uns pastores para que fosse criado longe de perigos.

Quando o temor de Saturno se concretizou e os seus próprios filhos, por razões que ele próprio alimentou com o seu medo de perder o poder, o expulsaram do trono Olímpico, coube a Neptuno como recompensa pela participação revoltosa, o reino das águas e assim chegou ao cargo de Senhor dos Oceanos.

Como símbolo do seu poder usa o tridente com o qual abala a terra e os oceanos, criando os terramotos e os maremotos. Com o seu toque faz brotar água e tem o direito de criar as grandes secas e as grandes inundações. É no fundo do Mar Egeu que tem a sua moradia, num belo palácio de ouro, e percorre o seu reinado numa carruagem, seguida por milhares de nereidas, hipocampos, delfins, ninfas e todas as deslumbrantes criaturas marinhas que encheram a imaginação de todo o tipo de artistas.

A criação do cavalo, a partir de um pedra usando o seu tridente, foi o seu contributo para a competição com Atena numa disputa pelo poder sobre a cidade de Atenas.

Numa reunião no Olímpo, os deuses deliberaram que o domínio da cidade seria atribuído a quem fosse capaz de desencantar o presente mais útil á Humanidade.

A sua oferta á humanidade, que lembra um pouco o significado de Sagitário,(cujo símbolo é um centauro, misto de homem e cavalo) não foi, no entanto, capaz de vencer a oliveira criada por Atena. (Está visto que para os Deuses o alimento, a vida e a luz que a oliveira representa valeram bem mais que tudo que o cavalo
significa…)

Este rei aquático era conhecido pelos seus poderes mágicos que usava para se disfarçar fazia-se envolver por uma nebulosa aura, atraindo com ela magneticamente as mulheres dos outros. Aproveitando com isso para as roubar e seduzir.

Dizem as más línguas que, uma vez que recebeu no seu reino os órgãos castrados de Saturno, também participou na progenitura de Vénus, a deusa do amor saída das suas águas, ou seja, deu início ao principio da paternidade partilhada.

E esta não é sua única filha famosa nestas andanças mitológicas, é possível que também conheçam Medusa e as suas várias cabeças e ainda Atlas que carregou o mundo nas suas costas. Há ainda quem lhe atribua a progenitura de Pégasus, (a sua mania dos cavalos) embora não seja consensual este facto.

Quem está habituado a ler nas entrelinhas mitológicas, já percebeu, entretanto, o essencial da simbologia deste planeta no enredo astrológico.

Neptuno representa o sonho, as fantasias mas também o vício. Nele não há limites e é impossível detê-lo. Tal como as suas águas, traz prazer, inspiração, mas pode afogar em destruição.

Se observarmos a época em que foi descoberto o planeta, encontraremos algumas pistas sobre os seus múltiplos significados. Assim o nascimento da Cruz Vermelha, a criação dos Direitos Humanos, os contributos de Freud com a hipnose de depois com a psicanálise, o conceito de inconsciente colectivo de Carl Jung, o aparecimento da fotografia e do cinema e a sua inevitável criação de mitos e ilusões transmitidos massivamente. São bons exemplos da carga simbólica atribuída a Neptuno.

Como o seu ciclo pelo zodíaco leva 168 anos a completar, isto equivale a dizer que fica em cada signo aproximadamente 12 anos. Assim o signo de morada para cada geração, do Rei dos Oceanos, fala-nos sobre os mitos captados pelo inconsciente colectivo de cada geração.

A sua morada no nosso mapa natal mostra onde procuramos pelo absoluto, onde teremos que lidar com a desilusão que segue, inevitavelmente, a ilusão, e indica o nosso roteiro para o caminho espiritual.

Como vem sendo habitual, fica a sugestão para procurarem um tradutor competente que vos ajude a entender melhor o que Neptuno tem a dizer sobre o vosso plano individual de vida e, de que forma, melhor o podem sintonizar.

Procure perto de si, ou até longe, se quiser aproveitar as novas tecnologias, um(a) astrólogo(a) e logo ficará mais claro o caminho a seguir…

Até já,

Carmen Ferreira


Carmen Ferreira
Astróloga
Tel: 225028162 / 916324459
969607594 / 939224361
nemsodelua@gmail.com
http://nemsodelua.blogspot.com

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Roteiros de Sonho - Argentina e Chile: Transpatagónia e Tierra del Fuego

5 de setembro de 2011 ·

Foto daqui.

Todas as informações foram encontradas no site de viagens «Rotas do Vento».
Fascinante travessia da Patagónia percorrendo os seus mais emblemáticos parques naturais, destacando o Torres del Paine e o Glaciares, onde se pode apreciar uma natureza possante que oferece panoramas de enorme beleza. O nosso percurso irá levar-nos ao extremo sul e a embrenhar-nos no Parque Nacional da Terra do Fogo.

Situado em plena cordilheira dos Andes, o parque das Torres del Paine é conhecido pelas suas formidáveis montanhas rochosas, lagos verde-azulados e uma flora muito verdejante. É uma região montanhosa muito selvagem, onde iremos avistar majestosos condores, enormes pica-paus patagónicos e guanacos. Iremos caminhar ao longo dos seus rios e lagos, acampando nas suas margens e apreciando uma paisagem sempre surpreendente, onde se destacam as elegantes agulhas Torres del Paine e o lago Grey, com os seus inúmeros icebergs vogando ao sabor do vento.

Foto daqui.
No Parque dos Glaciares contemplamos os possantes pináculos rochosos de Fitz Roy e Monte Torre, elevando-se acima das neves eternas. Depois visitamos o glaciar Perito Moreno, uma vasta massa de gelo em movimento, onde observamos a queda de enormes blocos de gelo que mergulham no lago com grande estrondo.

Viajamos para sul através da Patagónia atravessando o estreito de Magalhães até Ushuaia. Passaremos por regiões inóspitas e remotas onde iremos conhecer a rudeza do quotidiano nestas paragens tão agrestes.

Foto daqui.
No parque da Terra do Fogo faremos um passeio pela floresta de faias e vidoeiros e desceremos o rio Lapataia em kayak, observando curiosas aves lacustres. Navegaremos no canal Beagle para observarmos colónias de lobos marinhos e aves marinhas que nidificam em ilhéus.

Você nunca irá esquecer estas paragens longínquas varridas pelo vento, onde o crepúsculo se apresenta com uma luminosidade dramática.


Foto daqui.



PLANO DA VIAGEM


D1. Cidade de origem – Buenos  Aires. Transporte para o hotel.

D2. Buenos Aires - Voo para El Calafate. Estalagem.

D3. Autocarro para El Chaltén (3h) – Caminhada até Laguna Capri (3h). Tenda.

El Chalten (Cerro Torre & Fitz Roy) - Jakub Polomski - Photography - Daqui.
D4. Caminhada até ao campo base do Fitz Roy, depois a Laguna de los Tres, (5-6h). Tenda.

D5. Cerro Torre. Caminhada até ao campo base Bridwell e à Laguna Torre (3-4h). Tenda.

D6. Caminhada até ao campo base Maestri, e opção de caminhada no glaciar, regresso a Chaltén (4-5h, com a opção caminhada no glaciar: 9h). Estalagem.

D7. Manhã livre em El Chaltén – autocarro para El Calafate. Estalagem. 

D8. El Calafate – Visita do Glaciar Perito Moreno. Estalagem.

Torres del Paine (Chile) - Jakub Polomski - Photography - Daqui
D9. Autocarro para o Parque Nacional Torres del Paine. Caminhada de 2h. Tenda em Las Torres.

D10. Torres del Paine - Vale do Rio Ascensio. Caminhada até ao miradouro Torres del Paine, regresso a Las Torres (6h).

D11. Travessia de barco do Lago Pehoe – caminhada até Vale Francês (5-6h). Tenda.

D12. Caminhada até ao Glaciar Grey (3h). Travessia do lago Pehoé, autocarro para Puerto Natales. Estalagem.

D13. Autocarro para Rio Grande (7h). Tenda.

Valle Tierra Mayor - Joe Feller - Daqui.

D14. Autocarro para Valle Tierra Mayor (6h). Lodge de montanha.

D15. Ushuaia – caminhada no Parque Nacional da Terra do Fogo, passeio de barco pelo canal Beagle. Estalagem.

D16. Ushuaia – Buenos Aires. Manhã livre para visitar Ushuaia  e voo para Buenos Aires. Hotel.

Foto daqui.

D17 e D18. Regresso: Buenos Aires – Cidade de origem


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Não sabia que a selecção portuguesa de futebol era assunto de «interesse nacional»

4 de setembro de 2011 · 3 comentários

Foto daqui: seleccaoportuguesa.com
Ricardo Carvalho e Paulo Bento

Ricardo Carvalho abandonou o estágio da selecção portuguesa em Óbidos, a dois dias do jogo com o Chipre, depois de perceber que não  seria titular. As megas vedetas do futebol tambêm têm as suas horas infelizes. O treinador/seleccionador Paulo Bento ao fim de 24 horas [teve muito tempo para pensar], decidiu chamar o jogador de desertor. O jogador, contundentemente, chamou Paulo Bento de mercenário.

Escândalo! Os media não falaram de outra coisa e no calor das conversas e entrevistas televisivas, qual não foi o meu espanto, ouvir pessoas com responsabilidade considerarem a selecção portuguesa de futebol um assunto de «interesse nacional». Vá lá, não terem considerado assunto de Estado, já foi positivo.

E eu que pensava que asssuntos de «interesse nacional» seriam temas como a educação, saúde, comunicações, transportes, direitos dos cidadãos...

O impetuoso Úrano em trânsito de Ricardo Carvalho [o inesperado] a fazer uma oposição à Lua natal [emoções] transformou este assunto em fogo de artifício, ajudado por um Júpiter muito pressionado por Úrano e Plutão. 

Quanto a Paulo Bento [do signo Gémeos] tem um Neptuno (o que dissolve) danado e tenso em oposição à Lua (emoções) natal, e com o Mercúrio natal (comunicaçao) em muito mau estado celeste, não encontrou melhor forma de se expressar do que dizer disparates, imediatamente aproveitados pelos media.

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Roteiros de Sonho - Lago Baikal, Sibéria, Rússia

3 de setembro de 2011 · 1 comentários





Os meus agradecimentos à amiga Maria Georgete Raposo Almeida,
que amavelmente me enviou estas fotografias.
 Sua página Facebook, aqui.

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8 de setembro de 2011

Praias com areias coloridas - maravilhoso


Muito agradecido à amiga Filomena Nunes,
que me enviou as imagens. Seu Facebook, aqui.




















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Qual é a melhor religião?


Imagens gentilmente enviadas pela minha amiga e conterrânea
Maria Georgete Raposo Almeida, que muito agradeço.

Clicar para aumentar as ilustrações.











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Avatar, e outrs filmes de scienc ficton

James Cameron
16 Agosto 1954 - Kapuskasing, Ontario (Canada)


Acima: James Cameron no set, mostrando cenas já filmadas de 'Avatar' aos actores Sigourney Weaver, Joel Moore e Sam Worthington.


Quando vi «Avatar» já tinha lido sobre o contexto de Pandora dentro do filme. Como sabem, o filme concentra-se num conflito em Pandora, uma das luas de Polifemo, um dos três gigantes gasosos fictícios que orbitam a estrela Alpha Centauri, a 4,4 anos-luz da Terra. Em Pandora, os colonizadores humanos e os nativos entram em guerra pelos recursos do planeta e a continuação da existência da espécie nativa.

Pandora é habitado por uma espécie de humanóides chamada Na'vi. Medindo quase 3 metros de altura, com caudas, ossos naturalmente reforçados com fibra de carbono e pelo bioluminescente, os Na'vi vivem em harmonia com a natureza e são considerados primitivos pelos humanos. Eles veneram uma deusa chamada Eywa. Os humanos não são capazes de respirar na atmosfera de Pandora, a qual é rica em dióxido de carbono, metano e amónia.

A minha intenção não é fazer uma análise ao filme. Neste momento estou interessado em tentar perceber o mundo de fantasia existente na cabeça de James Cameron, que começou a escrever o roteiro em 1995, buscando inspiração em toda a ficção científica que lida desde criança.

Quando vi o filme, senti-me profundamente atraído por Pandora e toda a sua envolvência, enquanto planeta, do que pelo enredo propriamente dito. Interessei-me mais pelas bases e o substrato criado por James Cameron do que pela 'story'. Sabia que havia muito mais material do que o argumento de 144 páginas do filme. Por isso, quando o filme nos coloca em Pandora, a certa altura da narrativa, dei por mim a dizer em voz alta 'Pern'. Podem crer que estremeci. E fiquei a ver o resto do filme, como se estivesse envolto numa bolha que me fez recuar no tempo, sempre atento a tudo o que dizia respeito a Pandora: geografia, flora, animais, os nativos Na'vi, a sua linguagem. Tive que ver o filme segunda vez para me aperceber bem do filme, enquanto filme, enquanto narrativa cinematográfica.

Foi quando de facto realizei que, sendo James Cameron 6 anos mais novo do que eu, era muito provável que tivéssemos lido os mesmos livros de 'sci-fi and fantasy'. Eu sou (sempre fui) um fã incondicional. Ele, com os seus vários filmes (lista mais abaixo), também demonstrou ser apreciador deste género literário. Com uma desvantagem para mim: vivo em Portugal e as novidades chegavam atrasadas, nem havia internet, como hoje, para se saber coisas e comprar na Amazon. As novas gerações talvez nem conheçam os nomes que mencionarei neste artigo.









No início dos anos 80, numa ida a Nova Iorque, lembro-me de ao passar por uma das gigantescas livrarias 'Barnes and Nobles' ter ficado surpreendido com uma das montras em que nos mostrava uma montagem artística com vários livros de Anne McCafrey, a já muito famosa autora de ficção científica e a sua magistral série 'Dragonriders of Pern', em obras como 'Dragonflight', 'The White Dragon', 'Dragonsong', 'Dragonsinger' e 'Moreta: Dragonlady of Pern', mas que para mim, era praticamente uma desconhecida. Alguns dos seus livros foram, entretanto, publicados em língua portuguesa. Escusado será dizer que assim que vi a montra, entrei na livraria e comprei-os tendo leitura para vários meses. Na sua ficção, Anne McCafrey criou Pern, um planeta colonizado por antigos habitantes da Terra, que tinham costumes muito próprios, pois a tecnologia havia desaparecido e os colonos enfrentavam grandes perigos, sobretudo vindos de uns cometas que passavam periodicamente muito perto de Pern e largavam uns fios que destruíam a vegetação do planeta.

Para combaterem este temível inimigo, os colonos de Pern haviam aprendido a criar geneticamente dragões. Nas ninhadas que os dragões faziam, quando chegava o momento dos ovos se abrirem e saírem de lá as crias juntavam-se no ninho os filhos das famílias colonizadoras pois cada dragãozinho fazia um imprint numa só criança ou adolescente, que se tornava o seu cavaleiro ou cavaleira para toda a vida e com quem tinha diálogos telepáticos. Os dragões eram treinados para com o seu fogo queimar os tais fios que os cometas deixavam cair. Em resumo, esta é a síntese da série.

Quando vi 'Avatar' e chegámos ao ponto de conhecermos os animais alados nativos de Pandora, em que os Na'vi se deslocavam pelos ares, foi aí que disse em voz alta 'Pern'. Foi quando encontrei a similitude entre estes mundos e fiz uma viagem ao passado.

Foi um trabalho magistral de Cameron ter criado Pandora e o seu universo colorido e belo. Quando vi aqueles animais alados a serem montados pelos Na'vi e mais adiante, Jack Sully a conseguir montar o gigante leonopteryx vermelho de Pandora, lembrei-me com muito prazer da série de Pern e do dragão bronze
Mnementh, montado por F'lar. Igualmente lembrei-me do dragão branco Ruth, cavalgado por Lord Jaxom. Sem esquecer Ramoth, Canth e Golanth.

Foi uma belíssima homenagem que James Cameron ofereceu a Anne McCafrey e aos aficcionados da sua geração, como eu, por exemplo.

++++++++++++


Deixarei para outro post as similitudes que encontrei entre Pandora e a série de livros de Ursula K. Le Guim 'Terramar' e os seus deuses e magos, à semelhança da deusa Eywa, venerados pelos Na'vi de Pandora.





Neste vídeo consegue-se ver bem os animais alados de Pandora,
equivalentes aos dragões de Pern.









“Criando o Mundo de Pandora”


O site Yahoo!Movies lançou um vídeo de 22 minutos, “behind the scenes” sobre a visão de Avatar de James Cameron, intitulado “Criando o Mundo de Pandora”. Assista ao vídeo em baixo. Duração: 22 minutos.








James Cameron, como director / realizador

* Xenogenesis (1978) curta-metragem
* Piranha II: The Spawning (1981)
* O Extreminador Implacável (The Terminator) (1984) - Arnold Schwarzenegger (signo Leão) no papel de The Terminator
* Aliens (1986) - Sigourney Weaver no papel de Ellen Ripley.
* O Abismo (The Abyss) (1989) - Michael Biehn (signo Leão) no papel de Lt. Hiram Coffey
* O Extreminador Implacável 2 (Terminator 2: Judgement Day) (1991) - Arnold Schwarzenegger (signo Leão) no papel de The Terminator
* Verdade da Mentira (True Lies) (1994) - Arnold Schwarzenegger (signo Leão)
* Titanic (1997)
* Avatar (2009) filme em 3-D - Sam Worthington (signo Leão) no papel de Jake Sully
* Battle Angel filme em 3-D, (em pré-produção, eventualmente para se estrear em 2011)


Foi o primeiro cineasta a produzir e dirigir um filme com custo superior a 100 milhões de dólares em «Verdade da Mentira» (True Lies -1994) e mais tarde alcançou o custo de mais de 200 milhões de dólares em «Titanic» (1997) e, agora, ultrapassou a barreira faraónica dos 300 milhões de dólares com «Avatar».

6 de setembro de 2011

«Neptuno, o Senhor dos Mares», por Carmen Ferreira

texto e foto do SAPO Mulher - daqui.



Nada é por acaso, logo, não é de estranhar que sendo o tema desta crónica, a última deste ciclo, o Senhor dos Mares, me tenha perdido e no tempo e tenha navegado à deriva antes de a iniciar.

É fácil perdermo-nos em Neptuno… Por isso, o melhor, para me reposicionar, é mesmo começar pelo início, contando sobre o seu nascimento.

Talvez ainda se lembrem que Saturno, o pai de Neptuno, tomado pelo medo de ser destronado, devorava os seus filhos. E que Reia, que já estava mesmo cansada de perder os seus rebentos, engendrou uma forma, assim como tinha feito com Júpiter e com Plutão, de esconder Neptuno da fúria devoradora de seu pai entregando-o a uns pastores para que fosse criado longe de perigos.

Quando o temor de Saturno se concretizou e os seus próprios filhos, por razões que ele próprio alimentou com o seu medo de perder o poder, o expulsaram do trono Olímpico, coube a Neptuno como recompensa pela participação revoltosa, o reino das águas e assim chegou ao cargo de Senhor dos Oceanos.

Como símbolo do seu poder usa o tridente com o qual abala a terra e os oceanos, criando os terramotos e os maremotos. Com o seu toque faz brotar água e tem o direito de criar as grandes secas e as grandes inundações. É no fundo do Mar Egeu que tem a sua moradia, num belo palácio de ouro, e percorre o seu reinado numa carruagem, seguida por milhares de nereidas, hipocampos, delfins, ninfas e todas as deslumbrantes criaturas marinhas que encheram a imaginação de todo o tipo de artistas.

A criação do cavalo, a partir de um pedra usando o seu tridente, foi o seu contributo para a competição com Atena numa disputa pelo poder sobre a cidade de Atenas.

Numa reunião no Olímpo, os deuses deliberaram que o domínio da cidade seria atribuído a quem fosse capaz de desencantar o presente mais útil á Humanidade.

A sua oferta á humanidade, que lembra um pouco o significado de Sagitário,(cujo símbolo é um centauro, misto de homem e cavalo) não foi, no entanto, capaz de vencer a oliveira criada por Atena. (Está visto que para os Deuses o alimento, a vida e a luz que a oliveira representa valeram bem mais que tudo que o cavalo
significa…)

Este rei aquático era conhecido pelos seus poderes mágicos que usava para se disfarçar fazia-se envolver por uma nebulosa aura, atraindo com ela magneticamente as mulheres dos outros. Aproveitando com isso para as roubar e seduzir.

Dizem as más línguas que, uma vez que recebeu no seu reino os órgãos castrados de Saturno, também participou na progenitura de Vénus, a deusa do amor saída das suas águas, ou seja, deu início ao principio da paternidade partilhada.

E esta não é sua única filha famosa nestas andanças mitológicas, é possível que também conheçam Medusa e as suas várias cabeças e ainda Atlas que carregou o mundo nas suas costas. Há ainda quem lhe atribua a progenitura de Pégasus, (a sua mania dos cavalos) embora não seja consensual este facto.

Quem está habituado a ler nas entrelinhas mitológicas, já percebeu, entretanto, o essencial da simbologia deste planeta no enredo astrológico.

Neptuno representa o sonho, as fantasias mas também o vício. Nele não há limites e é impossível detê-lo. Tal como as suas águas, traz prazer, inspiração, mas pode afogar em destruição.

Se observarmos a época em que foi descoberto o planeta, encontraremos algumas pistas sobre os seus múltiplos significados. Assim o nascimento da Cruz Vermelha, a criação dos Direitos Humanos, os contributos de Freud com a hipnose de depois com a psicanálise, o conceito de inconsciente colectivo de Carl Jung, o aparecimento da fotografia e do cinema e a sua inevitável criação de mitos e ilusões transmitidos massivamente. São bons exemplos da carga simbólica atribuída a Neptuno.

Como o seu ciclo pelo zodíaco leva 168 anos a completar, isto equivale a dizer que fica em cada signo aproximadamente 12 anos. Assim o signo de morada para cada geração, do Rei dos Oceanos, fala-nos sobre os mitos captados pelo inconsciente colectivo de cada geração.

A sua morada no nosso mapa natal mostra onde procuramos pelo absoluto, onde teremos que lidar com a desilusão que segue, inevitavelmente, a ilusão, e indica o nosso roteiro para o caminho espiritual.

Como vem sendo habitual, fica a sugestão para procurarem um tradutor competente que vos ajude a entender melhor o que Neptuno tem a dizer sobre o vosso plano individual de vida e, de que forma, melhor o podem sintonizar.

Procure perto de si, ou até longe, se quiser aproveitar as novas tecnologias, um(a) astrólogo(a) e logo ficará mais claro o caminho a seguir…

Até já,

Carmen Ferreira


Carmen Ferreira
Astróloga
Tel: 225028162 / 916324459
969607594 / 939224361
nemsodelua@gmail.com
http://nemsodelua.blogspot.com

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5 de setembro de 2011

Roteiros de Sonho - Argentina e Chile: Transpatagónia e Tierra del Fuego

Foto daqui.

Todas as informações foram encontradas no site de viagens «Rotas do Vento».
Fascinante travessia da Patagónia percorrendo os seus mais emblemáticos parques naturais, destacando o Torres del Paine e o Glaciares, onde se pode apreciar uma natureza possante que oferece panoramas de enorme beleza. O nosso percurso irá levar-nos ao extremo sul e a embrenhar-nos no Parque Nacional da Terra do Fogo.

Situado em plena cordilheira dos Andes, o parque das Torres del Paine é conhecido pelas suas formidáveis montanhas rochosas, lagos verde-azulados e uma flora muito verdejante. É uma região montanhosa muito selvagem, onde iremos avistar majestosos condores, enormes pica-paus patagónicos e guanacos. Iremos caminhar ao longo dos seus rios e lagos, acampando nas suas margens e apreciando uma paisagem sempre surpreendente, onde se destacam as elegantes agulhas Torres del Paine e o lago Grey, com os seus inúmeros icebergs vogando ao sabor do vento.

Foto daqui.
No Parque dos Glaciares contemplamos os possantes pináculos rochosos de Fitz Roy e Monte Torre, elevando-se acima das neves eternas. Depois visitamos o glaciar Perito Moreno, uma vasta massa de gelo em movimento, onde observamos a queda de enormes blocos de gelo que mergulham no lago com grande estrondo.

Viajamos para sul através da Patagónia atravessando o estreito de Magalhães até Ushuaia. Passaremos por regiões inóspitas e remotas onde iremos conhecer a rudeza do quotidiano nestas paragens tão agrestes.

Foto daqui.
No parque da Terra do Fogo faremos um passeio pela floresta de faias e vidoeiros e desceremos o rio Lapataia em kayak, observando curiosas aves lacustres. Navegaremos no canal Beagle para observarmos colónias de lobos marinhos e aves marinhas que nidificam em ilhéus.

Você nunca irá esquecer estas paragens longínquas varridas pelo vento, onde o crepúsculo se apresenta com uma luminosidade dramática.


Foto daqui.



PLANO DA VIAGEM


D1. Cidade de origem – Buenos  Aires. Transporte para o hotel.

D2. Buenos Aires - Voo para El Calafate. Estalagem.

D3. Autocarro para El Chaltén (3h) – Caminhada até Laguna Capri (3h). Tenda.

El Chalten (Cerro Torre & Fitz Roy) - Jakub Polomski - Photography - Daqui.
D4. Caminhada até ao campo base do Fitz Roy, depois a Laguna de los Tres, (5-6h). Tenda.

D5. Cerro Torre. Caminhada até ao campo base Bridwell e à Laguna Torre (3-4h). Tenda.

D6. Caminhada até ao campo base Maestri, e opção de caminhada no glaciar, regresso a Chaltén (4-5h, com a opção caminhada no glaciar: 9h). Estalagem.

D7. Manhã livre em El Chaltén – autocarro para El Calafate. Estalagem. 

D8. El Calafate – Visita do Glaciar Perito Moreno. Estalagem.

Torres del Paine (Chile) - Jakub Polomski - Photography - Daqui
D9. Autocarro para o Parque Nacional Torres del Paine. Caminhada de 2h. Tenda em Las Torres.

D10. Torres del Paine - Vale do Rio Ascensio. Caminhada até ao miradouro Torres del Paine, regresso a Las Torres (6h).

D11. Travessia de barco do Lago Pehoe – caminhada até Vale Francês (5-6h). Tenda.

D12. Caminhada até ao Glaciar Grey (3h). Travessia do lago Pehoé, autocarro para Puerto Natales. Estalagem.

D13. Autocarro para Rio Grande (7h). Tenda.

Valle Tierra Mayor - Joe Feller - Daqui.

D14. Autocarro para Valle Tierra Mayor (6h). Lodge de montanha.

D15. Ushuaia – caminhada no Parque Nacional da Terra do Fogo, passeio de barco pelo canal Beagle. Estalagem.

D16. Ushuaia – Buenos Aires. Manhã livre para visitar Ushuaia  e voo para Buenos Aires. Hotel.

Foto daqui.

D17 e D18. Regresso: Buenos Aires – Cidade de origem


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4 de setembro de 2011

Não sabia que a selecção portuguesa de futebol era assunto de «interesse nacional»

Foto daqui: seleccaoportuguesa.com
Ricardo Carvalho e Paulo Bento

Ricardo Carvalho abandonou o estágio da selecção portuguesa em Óbidos, a dois dias do jogo com o Chipre, depois de perceber que não  seria titular. As megas vedetas do futebol tambêm têm as suas horas infelizes. O treinador/seleccionador Paulo Bento ao fim de 24 horas [teve muito tempo para pensar], decidiu chamar o jogador de desertor. O jogador, contundentemente, chamou Paulo Bento de mercenário.

Escândalo! Os media não falaram de outra coisa e no calor das conversas e entrevistas televisivas, qual não foi o meu espanto, ouvir pessoas com responsabilidade considerarem a selecção portuguesa de futebol um assunto de «interesse nacional». Vá lá, não terem considerado assunto de Estado, já foi positivo.

E eu que pensava que asssuntos de «interesse nacional» seriam temas como a educação, saúde, comunicações, transportes, direitos dos cidadãos...

O impetuoso Úrano em trânsito de Ricardo Carvalho [o inesperado] a fazer uma oposição à Lua natal [emoções] transformou este assunto em fogo de artifício, ajudado por um Júpiter muito pressionado por Úrano e Plutão. 

Quanto a Paulo Bento [do signo Gémeos] tem um Neptuno (o que dissolve) danado e tenso em oposição à Lua (emoções) natal, e com o Mercúrio natal (comunicaçao) em muito mau estado celeste, não encontrou melhor forma de se expressar do que dizer disparates, imediatamente aproveitados pelos media.

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3 de setembro de 2011

Roteiros de Sonho - Lago Baikal, Sibéria, Rússia





Os meus agradecimentos à amiga Maria Georgete Raposo Almeida,
que amavelmente me enviou estas fotografias.
 Sua página Facebook, aqui.

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