Comemore o seu aniversário com os seus guias reverenciando-se a si mesmo

31 de outubro de 2011 · 4 comentários


O nosso aniversário foi o dia que nós escolhemos para entrarmos no plano terrestre e começarmos as nossas lições desta vida. Antes de reencarnarmos trabalhamos activamente em dimensões superiores, sob a orientação dos nossos guias e anjos, para prepararmos a nossa própria vinda, de forma a limparmos carma e memórias cármicas, assim como vivenciarmos em plenitude, o que do dharma iremos saborear.

Tudo foi concebido especialmente para nós, o nosso meio ambiente, os nossos pais, o nosso corpo e a hora do nascimento. Tudo encaixa num grande plano do universo. Percebe agora a importância da astrologia neste contexto? Tudo isto foi preparado para todas as pessoas à face da terra. Por esse motivo, cada um de nós, independentemente das circunstâncias, é na verdade uma pessoa especial, um ser único e irrepetível.

Se souber a hora exacta do seu nascimento, tanto melhor, mas se não souber, não se preocupe, pois não é grave para o que a seguir pretendo explicar. A hora que escolher para esta cerimónia privada é boa e é assim que deve ser.

Ao planear a comemoração do seu aniversário, tenha em conta que não estou a falar das questões mais mundanas, como bolo de aniversário, presentes, lanche e isso tudo, que abordarei no fim. Esta comemoração tem exclusivamente uma envolvência espiritual: a de nos reverenciarmos a nós mesmos, no dia do nosso aniversário.

Comece por preparar o ambiente que mais aprecia. Não que seja necessário, mas já que estamos a falar de aniversários na terceira dimensão, honremos o plano em que temos vivido e tão necessário à evolução da humanidade, preparando adequadamente esse espaço físico.


Leve em conta as suas cores preferidas e pode acender umas velas, apenas para criar um ambiente mais íntimo. Queime o incenso que lhe agradar. Se em sua casa usa um pequeno altar, melhor. Se não usa, escolha uma mesa. Pode querer colocar algo especial no seu altar ou mesa, talvez um pequeno (ou grande) presente para si mesmo, ou encontrar um poema que lhe seja especial ou usar uma citação preferida que gostariam de ler durante a celebração. Consoante as suas crenças espirituais, pode colocar cristais, imagens de anjos, de guias. O que quiserem. O importante é que se sinta confortável nesta pequena cerimónia espiritual.

A seguir entre em fase de reflexão (meditação) pessoal. Tome em consideração todas as coisas boas que lhe aconteceram nesse ano e formule os objectivos que pretende aplicar no ano que se segue. Escreva esses objectivos numa folha de papel e coloque-a no altar. Se não tiver altar, guarde esse papel com as suas intenções junto a objectos que sejam queridos: fotografias de família, cristais grandes que tenham, plantas verdes.

Quando estiver pronto/a, centre-se e chame as energias positivas fazendo um círculo de protecção. Esta é uma celebração de reverência, não serão necessárias muitas palavras, mas tem que ter a sua mensagem especial pronta, leia-a ou diga-a agora.

Pode querer agradecer aos Seres de Luz e aos Anjos pela vida que tem tido e pela vida que tem a intenção de ter. Pode pedir a sua ajuda, orientação e sabedoria no novo ano que se inicia a partir da data do seu aniversário. Muitas pessoas gostam de descontrair e de meditar durante a cerimónia de aniversário. Finalmente, libertem as energias de protecção e desfaçam o círculo energético onde estiveram envolvidos.

Simples, não é? Como tudo que é de natureza espiritual.



No entanto, deixei para o fim, esta recomendação especial: inicie e encerre a sua celebração pessoal dizendo um destes poderosos mantras divinos:



«Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo»

ou

«Em nome do Pai, do Filho e de Sua Mãe»


Porque devemos fazer isto? Porque somos seres divinos e em nós existe a chama de ligação a Deus. Se quiser, ou tiver preconceitos contra a filosofia religiosa cristã ou católica, use outra palavra, em vez de «Deus». Vai dar ao mesmo porque acima do plano terrestre não existem religiões, nem crenças especiais. Somos Uno com o universo.

Mais tarde, se quiser, festeje o seu aniversário no plano terrestre, com o tal bolo, os amigos, os presentes, a família. Faz parte e é saboroso.



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Nós somos mutantes

25 de outubro de 2011 · 5 comentários

 















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«Kelly Slater, o Surfista Prateado» por João Medeiros

24 de outubro de 2011 · 2 comentários


«Kelly Slater, o Surfista Prateado» 
por João Medeiros


«Recentemente, terminou a Rip Cirl Pro Portugal – prova desportiva decorrida em Portugal, no âmbito do campeonato mundial de Surf - que teve uma adesão massiva de adeptos e que foi considerada unanimemente um sucesso.

O lendário surfista americano Kelly Slater esteve presente conquistando o 2º lugar e cimentando a sua caminhada para o 11º título de campeão do mundo desta modalidade, aos 39 anos.

Mas o que será que a Astrologia tem a dizer em relação ao perfil planetário desta personagem excepcional que lembra o herói mítico da banda desenhada, o Surfista Prateado?

Ainda que não seja conhecido a hora de nascimento deste desportiva, sabe-se que nasceu na Florida a 11 de Fevereiro de 1972, tendo começado a surfar desde criança. Os factores astrológicos mais relevantes para este dia são a presença da conjuntura da fortuna e um número significativo de astros no seu signo de Exílio: Sol, Lua, Vénus e Marte.

A conjuntura da fortuna tem a ver com ângulos tensos entre Júpiter e Vénus – neste caso em quadratura – que é uma assinatura astral de pessoas que são verdadeiramente abençoadas nalgum aspecto da vida, frequentemente tornando-se “milionários”.

Alguns exemplos, mais conhecidos dos portugueses: José Mourinho, Luís Figo, André Villas Boas e Rita Pereira, que também partilham desta configuração especial. Por outras palavras, chama-se  o factor do luxo, da sorte, da abundância que está associado igualmente a uma boa saúde e aparência física.

É interessante recordar que o Surfista Prateado era um ser extra-terrestre com poderes especiais que viajava pela matéria sideral, estando circunscrito à órbita da Terra por força de um exílio e buscando sobretudo a sua Liberdade. Este é um arquétipo de Aquário, o ser humano que transcendeu as fronteiras terrestres e em pleno contacto com o espaço galáctico.

Kelly Slater é nativo deste signo – o Aquário – seres humanos com uma grande capacidade de concentração mental, e que muitas vezes se distinguem por habilidades excepcionais que o distinguem da média dos mortais. Outros exemplos de Aquarianos conhecidos: Mozart, Oprah e Cristiano Ronaldo, para não repetir o próprio José Mourinho.

Para além do Sol exilado, também a Lua de Slater está no seu signo de Exílio – Capricórnio – o que significa a busca de dificuldades cada vez maiores para serem superadas, a capacidade para escalar grandes montanhas (neste caso, grandes ondas) com grande perseverança – mesmo que se tenha que ir completamente sozinho - o  que é típico dos Exílios astrológicos.

Já imaginou o que é passar horas a fio em mares tumultuosos no meio de ondas gigantes totalmente dependente de si próprio para sobreviver? E já pensou o que é tornar a maior adversidade (a grande onda) na maior oportunidade de libertação e prazer na sua vida? Pois é isto que procuram os grandes surfistas.

A acrescentar a estes factores também Vénus está exilada – em Carneiro – e Marte – em Touro. Esta assinatura astrológica é comum em pessoas que são apaixonadas por desafios e bastante teimosas na conquista daquilo que querem.

No entanto, são seres que não deixam de se sentir algo alienadas neste mundo porque são absolutamente diferentes dos seres humanos convencionais deste planeta, procurando situações de adrenalina que os libertem da prisão que sentem nesta dimensão terrena.

No caso de Slater a força de Saturno – regente de Aquário e Capricórnio – reforça um grande sentido de determinação, sucesso e auto-superação em condições inóspitas, sendo a idade um grande aliado na senda por metas cada vez mais altas e nunca dantes transpostas por outros seres.

É caso para dizer, só o Céu é o limite.»

Um abraço!
João Medeiros

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Arcanjo Metratron - o Senhor dos Pesos e Medidas [façam um esforço, pois este título é demasiado profundo, para se entender imediatamente]

22 de outubro de 2011 · 4 comentários

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Apetece-me muito dedicar estas linhas a um pequeno grupo de pessoas, 
que me iluminam e ajudam a transportar a minha carne mortal:
Maria Izabel Viéga, William Garibaldi, Fátima Zevedo, 
Teresinha  Conceição, Susana Duarte, Susana Vitorino,
Marcelo Dalla, Luciene, Inês de Barros Baptisa, mais 3.000 mais e, a finalizar,
a muito querida Astrid Annabelle.
Também para a Maria Paula Ribeiro, cabeça dura comigo, 
para lhe mostrar que não estou zangado e apenas desejo paz. Não tenho a  tua idade, mocinha.


Também conhecido como Metatron, Matretton, Mittron, Metaraon, Merraton. Nos escritos que não pertencem às escrituras, Metraton é um super anjo. O seu nome inclui o Rei dos Anjos, Príncipe da Face Divina, Anjo da Promissão e muitos outros. Ele liga o humano ao divino. É o Senhor dos Pesos e Medidas. O significado do seu nome é em si um mistério. Alguns pensam que o nome vem do latim metator ("guiar ou medir"); outros pensam que é apenas uma invenção judaica.




Quando é invocado, Metraton aparece como um pilar de fogo, ofuscante como o Sol. Em algumas fontes ele é visto como sendo mais poderoso do que Miguel. Muitos mitos rodeiam Metraton, incluindo que ele possa ter sido um mortal (o profeta Enoch) que se transformou em anjo, que agora funciona como um escriba oficial divino, que detém todos os segredos escritos e vigia tudo o que os humanos estão a fazer. Podem vê-lo como o criador e o bibliotecário dos escritos Akashi.

Em 'Key of Solomon', por S. Lidell MacGregor Mathers, o Primeiro Pentáculo do Sol — «O Semblante de Shaddai Todo-poderoso, a cuja presença todas as criaturas obedecem, e os Espíritos Angélicos fazem a reverência de joelho dobrado...» — é a representação de Metraton. Em volta do disco está escrito: «Contemplem a Sua face e forma pelas Quais todas as coisas se formaram, e pelas Quais todas as criaturas obedecem».

Embora seja apoiado por rabis, ocultistas e praticantes da alta magia e da magia cerimonial, Metraton é um espinho no lado dos católicos. Segundo uma das lendas, Metraton é o anunciador da verdade porque dá inspiração e conhecimento àqueles humanos que eram parecidos a ele antes da sua ascensão (Enoch).

Os católicos têm um problema com os humanos transformarem-se em anjos. Se nem querem ouvir falar em reencarnação. Pior do que isso, é alguns associarem Metraton a Satanás, insinuando que  é um demónio sedento de sangue que tem prazer em destruir lentamente as pessoas desobedientes. Não será necessário dizer que os argumentos entre os padres e os rabis passam como bolas num jogo de ténis.

O que me parece mais interessante sobre Metraton é a associação com Shekinah, a versão hebraica da Shakti hindu, que é o lado feminino de Deus no humano, a Deusa, portanto. A criação do mundo é obra de Shekinah (de acordo com Zohar). O propósito da vida é juntar as duas metades, masculina e feminina, para criar um universo equilibrado. Ah, o princípio pagão! Quem diria!?

Shekinah é conhecida como «a glória que emana do divino» e representa a libertação. Muitos vêem-na como «o espírito divino». A associação do Espírito Santo como feminino ajuda a equilibrar a cura. Será o lado feminino da Trindade? No mito judaico, Shekinah está entre o criador e o humano. No Sabbath ela faz descer o seu véu da divindade sobre os crentes colectivos. No fim do dia ela volta ao seu lugar de/com a divindade.

Numa lenda, quando Adão e Eva perderam o Jardim do Éden, Shekinah permaneceu lá. Isto indica que os humanos se viraram para as ideias patriarcais e deixaram para trás as energias da Deusa Mãe. Outro mito indica que ela selou o seu destino com Adão e Eva e que deixou o Jardim de Éden com eles. Nas modernas teorias dos Mestres Ascensos quando se fala em «complemento divino», estamos a falar do outro lado da unidade: masculino e feminino.  

O propósito do universo é reunir Metraton (o Criador) e Shekinah (a Criadora). Em Metraton e Shakinah vemos o conceito ancestral de Deus e Deusa. Pode ser por isto que os católicos em geral olhem com desdém para Metraton e Shekinah, já que o divino feminino foi colocado abaixo do poder patriarcal.

Correm rumores de que muitas das tarefas do Clã dos Sete é trazer as energias de Shekinah de volta para a humanidade, para que tudo possa estar em equilíbrio e harmonia.

Metraton alterna com Miguel, com quem é frequentemente identificado, como o maior de todos os anjos. Diz-se que é o Príncipe da Divina Paz, Chanceler do Céu, anjo da Aliança e o Jeová Menor (YHVH). É o anjo que mais protege a humanidade e rege a primeira esfera da Árvore da Vida.

É o anjo que guiou Israel no seu "Êxodo" através do deserto e diz-se que é o irmão gémeo de Sandalfon, o anjo que rege a Terra e a décima esfera, Malkuth, da Árvore da Vida.

Diz-se que é o autor do versículo 25 e do Salmo 37 e é quem instrui no Paraíso as alminhas dos bebés que morrem prematuramente.

Alguns dos possíveis setenta e oito nomes de Metraton

Eis alguns dos setenta e oito nomes do grande Arcanjo Metraton: Absannis, Adadiyah, Adrigon, Alaliyah, Amisiyah, Asasiah, Atropatos, Auzhaya, Batsran, Bibiyah, Binah, Duydevivyah, Ebed, Emekmiyahu, Estes, Eved, Geviriyah, Gippuyel, Halwaya, Hashesiyah, Hasmiyah, Iesaia, Itmon, Joel, Malmeliyah, Margash, Midrash, Naar, Ozah, Palpeltiyah, Pihon, Safkas, Sagnessagiel, Saktas, Sasnigiel YHVH, Sithriel, Tabkiel, Uvayah, Yahsiyah.




Sobre Enoch


«Enoque – חנוך, Chanoch ou Hanokh – é o nome dado a um dos personagens bíblicos mais peculiares e misteriosos das Escrituras. Nasceu, segundo os escritos judeus, na sétima geração depois de Adão, sendo filho de Jarede, pai de Matusalém e avô de Noé.

É creditado na Bíblia como arquiteto do Zion original , a legendária "cidade de Yahweh". No Alcorão, é chamado de Enoch Idris. Na Bíblia, ele é às vezes chamado Akhnookh. Ele era um homem de verdade e um profeta.

De acordo com o relato de Gênesis, capítulo 5, versos 22-24, Enoque teria sido arrebatado por Deus para que não experimentasse a morte e fosse poupado da ira do dilúvio:

“E andou Enoque com Deus, depois que gerou a Matusalém, trezentos anos, e gerou filhos e filhas. E foram todos os dias de Enoque trezentos e sessenta e cinco anos. E andou Enoque com Deus; e não apareceu mais, porquanto Deus para si o tomou.”
De acordo com o Targum de Yonatan – tradução para o aramaico das Escrituras hebraicas – Enoque tinha se elevado ao céu ainda em vida e teria se transformado no anjo Metatron:

“E não esteve mais (Enoque) entre os habitantes da terra, pois foi tomado e subiu para os céus, pelo comando do Eterno (se fez isso), e chamou seu nome de Metatron, o Grande Escriba.

"Era conhecido pelos egípcios como Thoth , o "Senhor da Magia e do tempo" e pelos gregos como Hermes , "mensageiro dos Deuses".

Existem muitos livros que foram banidos pela igreja católica do corpus bíblico por serem considerados apócrifos (incultos ou não inspirados por Deus). Em sua considerável maioria eram justamente os mais reveladores, trazendo importantes informações sobre uma série de acontecimentos ligados aos contatos das divindades com o homem.

O cristianismo adotou algumas idéias de Enoch, incluindo o Juízo Final, o conceito de demônios, as origens do mal e os anjos caídos, e a vinda de um Messias e, finalmente, um reino messiânico.

Enoch age como um escriba, escrevendo uma petição em nome dos anjos caídos, a ser dada a um poder superior para julgamento final. O Livro do Profeta Enoque (citado em Judas 14) é, sem dúvida, um dos mais reveladores.

O “Livro de Enoque” (nome que significa Inicie, ou Iniciador), é um texto apócrifo escrito por volta de 200 a.C. (Os livros apócrifos judaicos circulavam entre os judeus durante os séculos imediatamente anteriores e posteriores ao início da era cristã. Os mais importantes de todos estes eram os Livros de Enoque). Infelizmente, esses textos ficaram perdidos durante séculos, só sendo redescobertos em épocas recentes, a maior parte em fragmentos.

Alguns fragmentos do Livro de Enoque, já conhecido, mas escrito em aramaico, foram descobertos nas célebres grutas de Qumran, no Mar Morto . Por isso há quem especule a existência de uma versão original mais antiga, escrita em hebraico.
Uma outra versão conhecida como Os Segredos de Enoque ou II Enoque, foi descoberta na Rússia, em um texto eslavo, e traduzida para o inglês no século XIX; Esta foi provavelmente escrita no Egito no princípio da era cristã e fala da viagem de Enoque através das diferentes coortes do Paraíso.

Uma de suas versões foi encontrada na Abissínia. Havia sido escrita no idioma etíope, por isso ficou conhecido como Enoque Etíope ou I Enoque.

Seu livro mostra, entre outras coisas, que 200 “anjos” desceram à Terra e tiveram filhos e filhas, de estatura superior a 3 m, com as mulheres terrestres.Como estamos vendo, não é de hoje que seres poderosos, na Bíblia chamados de Nefilim (em hebraico significa “gigante”), se relacionam intimamente com nossa humanidade.

Esses anjos ensinaram muitas coisas para os terrestres, como astronomia, noções de meteorologia, matemática, astrologia, além de outros assuntos.

“...naquele tempo havia gigantes na terra; e também depois, quando os filhos de Deus possuíram as filhas dos homens, as quais lhes deram filhos; estes foram valentes, varões de renome, na antiguidade”. (Gênesis 6:4 RA).

Flávio Josefo faz uma distinção entre os gigantes e o fruto das relações entre os "Filhos de Deus" e as "filhas dos homens", quando afirma em sua obra:

"... e os grandes da terra, que se haviam casado com as filhas dos descendentes de Caim, produziram uma raça indolente que, pela confiança que depositavam na própria força, se vangloriava de calcar aos pés a justiça e imitava os gigantes de que falam os gregos."

Por ser tão devoto a Deus, muitos crêem que Enoch jamais alcançou a Morte, e foi recompensado por Deus que, aos 365 anos (dias do ano), o levou ao céu, mesmo sem ter falecido . Ao chegar no céu, Enoque foi transformado em anjo, sumo sacerdote do templo celestial, e um dos anjos supremo em toda a hierarquia celestial, para não mencionar o mais alto dos anjos, com 36 asas e olhos 265.000 e Deus passa a chamá-lo de METATRON, que significa "Nome de Deus", não que Metatron seja o nome de Deus, mas sim porque ele falará por Deus. Assim, Enoch conheceu "os segredos da terra e do céu". Após isso, Enoch lançou à terra "pesos e medidas" (ensinamentos e lições) para toda a humanidade.

Metatron tem 78 nomes hebraicos, todos baseados no nome de Deus (El). Alguns desses nomes são: Tatnadi`el, Apap´el, Zebuli´el, Sopri´el

Enoch, entre os fenícios, foi Cadmos, o criador da escrita. Era conhecido pelos egípcios como Thoth , o "Senhor da Magia e do tempo" e pelos gregos como Hermes , "mensageiro dos Deuses" , ele é mesmo lembrado na tradição Celta como o enigmático mago Merlim , que desaparece em uma macieira para a mítica Avalon , buscando o segredo da imortalidade e prometendo voltar.

Como aqueles que atingem a imortalidade, o segredo de como "podemos nos tornar Deuses", Thoth/ Enoch promete retornar no fim dos tempos "com as chaves dos portões das terras sagradas".

Nos Manuscritos do Mar Morto, revelando os livros apócrifos de Enoch removidos da Bíblia pelos líderes religiosos, Enoch descreve uma maravilhosa civilização no passado que usou mal as chaves do mais elevado conhecimento e foi incapaz de se salvar do último cataclismo. Figurativa e literalmente eles perderam "as chaves" e todo o alto conhecimento. E ainda, Enoch, ao longo de muitas tradições, mesmo a legenda Maia de Quetzacoatal, promete um retorno deste conhecimento no "Fim do Tempo", o fim do presente ciclo.

Enoque deixou-nos o Tarot, no qual se encerra toda a Sabedoria Divina. Este ficou escrito em pedra. Também nos deixou as 22 letras do alfabeto hebraico, além de muita sabedoria a ser revelada aos iniciados.

Este grande Mestre vive nos mundos superiores, no Mundo de Aziluth, um mundo de felicidade inconcebível, na Região de Kether.

A palavra grega PHOENIX, derivada da palavra egípcia PA-HANOK, significa "A Casa de Enoch". O conhecimento Enochiano sugere que mudanças cataclísmicas atuam regularmente como um agente evolucionário provocador, para apressar as formas de vida residentes na próxima fase evolutiva. A evolução humana pode continuar mais rapidamente do que se pensava anteriormente.

A tradição cabalística também conserva um grande número de gestas míticas vinculadas com o descenso à Terra das energias celestes, angélicas ou espirituais. Assim, na Cabala se acha com freqüência o nome de Metatron, que se identifica com o arcanjo Miguel, também chamado o “Príncipe das Milícias Celestes”.

A Cabala considera o Metatron como o princípio ativo e espiritual de Kether, a Unidade, que com as tropas divinas sob seu comando (as sefiroth de construção cósmica) empreendem a luta contra as potências do mal e das trevas (que constituem seu próprio reflexo escuro e invertido, as “cascas”, “escórias” ou Qliphoth) dissipando a dúvida e a ignorância no coração do homem, fecundando-o, simultaneamente a essa mesma ação, com a influência espiritual que transmitem.

Em algumas representações da iconografia cristã e Hermética pode se ver este combate mítico nas figuras do arcanjo Miguel e das hostes angélicas, lutando contra os demônios e Satã, o “príncipe deste mundo”, segundo a conhecida expressão evangélica.

Com o mesmo significado, mas a nível humano, encontramos o cavaleiro São Jorge combatendo o Dragão terrestre, símbolo das paixões inferiores e do “caos”.

Precisamente, a lança ou espada (símbolos do eixo) de São Jorge atravessando o corpo do monstro, sugere a “penetração” das idéias celestes, verticais e ordenadoras, em dito “caos”. Esta variante do mito é análoga à luta que o homem acomete na busca do Conhecimento, o que lhe dá a possibilidade de viver um processo mítico idêntico ao dessas mesmas energias cósmicas e telúricas, celestes e infernais, em permanente luta e conciliação.

Considerado desde o ponto de vista da Ciência esotérica – que tende a resolver os opostos e, portanto, exclui, por insuficientes, o simplesmente moral e sentimental, bem como as leituras demasiado literais das coisas, que estão incluídas no ponto de vista simplesmente religioso e exotérico – a “queda dos anjos” representa, ante tudo, um símbolo do descenso das influências espirituais no seio da própria vida e da natureza humana.

Certos anjos caíram acesos pelo amor que professavam às filhas dos homens às quais, diz-se, “encontraram formosas e belas”. De seu casamento, nasceram seres semidivinos (os antepassados míticos), que revelaram aos homens as ciências e as artes teúrgicas, mágicas e naturais, ou seja, todas aquelas disciplinas que, como já sabemos, integram os textos sagrados dos “Hermética” e do “Corpus Hermeticum”.

Autor: Michael Torres, do blogue «Hybrid Ocultim»:
 - http://ocultismhybrid.blogspot.com/2011/06/enoque-chanoch-ou-hanokh-e-o-nome-dado.html



A 1ª parte do texto texto estava no baú dos textos de AR, desde 1996.


A 2ª parte dos textos (Enoch) foram encontrados hoje, 22-Out-2011.

A última vez que o publiquei foi aqui, em Julho 2009.

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21 de outubro de 2011 ·


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O Sol entra em Escorpião a 23 Outubro

20 de outubro de 2011 · 9 comentários

Ilustração daqui.
Por sugestão do Marcelo Dallaaqui


Missão superior:
Aprender a utilizar os momentos dolorosos para crescer e compreender.

Escorpião é o 2º nível do Elemento Água. Nele se processa o confronto do desejo e da morte, do instinto e do espírito. Em Escorpião o desejo de poder atingir a máxima violência, condicionando obsessivamente o comportamento. É um signo fixo, radical.

Nele, os sentimentos são interiorizados, contidos ao limite, secretos. Somente se exteriorizam por pulsões obstinadas e compulsivas. Podem conduzir jogos perversos, fria e inteligentemente controlados, manipuladores dos sentimentos alheios. O Escorpião identifica-se com o seu poder, para ele, a afirmação de poder é a consciência da sua identidade.

Por levar a sobrevivência às suas últimas consequências, à fronteira da morte, o Escorpião desafia tudo, até essa última confrontação. A sua guerra é íntima, psíquica, subjectiva, travada entre o Eu instintivo e a recusa de uma outra dimensão.

O não medo de ir ás últimas consequências desta recusa torna este signo potencialmente tenebroso e simultaneamente, confere-lhe o poder alquímico de se transcender, vencendo a morte. Ao negar a morte, perde-se o medo de morrer. É o milagre do nascimento interior, a via do espírito, o começo de qualquer Processo Iniciático.

Pela Lei da Polaridade Universal, só quando duas forças chegam à fase de oposição podem virar no seu contrário. Só no fundo do túnel se vê a luz. Esta é a sabedoria do Escorpião.

Quando o Ser se pacifica e flui sem resistência, transmutando o desejo em aceitação incondicional, então tudo se integra em harmonia pela dissolução profunda dos conflitos. Implica uma rendição, um sim interior. Imenso e obscuro sim, o sim da salvação pelo qual a carga psíquica inconsciente se liberta e desvanece. Íntima docilidade à essência amorosa da vida, que estranhamente devolve o homem à Ordem Inteligente do Universo e o faz aceitar a vida em si, sem reservas.

Plutão, co-regente de Escorpião, é o deus do infra mundo, a carga subterrânea das origens ainda presente em cada um de nós. Força animal, cega, irracional, traduz-se em luta pela posse e pela sobrevivência. Marte, co-regente de Escorpião, mostra-nos o impulso activo, o desejo, tendencialmente obstinado, intenso, de uma agressividade introvertida, elevada à máxima potência pelo poder abissal de signo.

O signo de Escorpião é esotericamente considerado a Porta Oculta do zodíaco. Abre para o signo de Sagitário que simboliza a fé possível numa outra dimensão.

O Fogo do Sagitário expande o homem dignificado, transcendido, liberto pelas Águas regeneradas do Escorpião. Escorpião é a passagem, a transição para o 3° nível do Zodíaco. Liga dois mundos, duas forças, duas dimensões. Pela aceitação da morte, o homem em Escorpião vai da sobrevivência à consciência incondicional.

A Casa 8 pertence a Escorpião e é a 2ª Casa cármica, em que o Eu se confronta com a prisão obscura do seu próprio passado. Obriga a exorcizar antigos medos. É a carga psíquica e instintiva condicionada pelo desejo. É a vida sentida como obsessão de sobrevivência. O Signo e os Planetas que se situam na Casa VIII agem pressionados por memórias irracionais de mal-estar inconsciente. Afirmam-se frente aos outros através de uma qualquer forma de poder: material, sexual, ou psíquico. A Casa 8 é uma área de regeneração, de transformação interior, por isso é chamada a Casa da Morte.

Daqui.

1º nível de evolução:
Situam-se os legados, as heranças, as dependências de bens alheios que nos impedem a confrontação real com o valor próprio. Condicionam-nos aos outros, reduzem-nos, dificultam a descoberta da nossa identidade.

2º nível de evolução:
Simboliza a força do instinto vivida como afirmação do poder do Eu sobre os outros. Traduz-se em atitudes compulsivas não detectadas pela consciência. É o mundo da dependência psíquica, da possessividade, da não liberdade emocional. A este nível o sentimento que domina o Eu é o desejo obsessivo de Marte e Plutão. Um medo remoto e inconsciente domina a personalidade.

3º nível de evolução:
É a área onde se situa a grande alquimia do Ser. A transformação do Eu em profundidade, a dolorosa confrontação com a sua impotência, com a anulação do desejo. É uma morte psíquica. Dá-se quando a vida nos obriga a largar o que julgávamos ser a nossa força, a nossa obscura segurança, a nossa arma de poder. Esta morte é a porta oculta contida na vibração do Escorpião. Experiência interior de aceitação de perda, de anulação do Eu, vivida como processo de regeneração. Abre uma nova vida, aceite como íntima e transcendente realidade. É a via da salvação, a chave iniciática para a última dimensão do Ser.

Parabéns a todas as pessoas do signo Escorpião.


Texto publicado no site «Escola de Astrologia Nova-Lis», em Abril 2007.


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Nestes tempos de crise é simpático percebermos que os muito ricos também têm considerações ecológicas

19 de outubro de 2011 · 2 comentários


Um iate com enormes dimensões e de última tecnologia «eco», cujos rumores dizem que talvez pertença à filha do Presidente de Angola.


58 metros de comprimento e 38 metros de largura. O iate, uma área de 3.400 m2 com capacidade para 12 passageiros e 20 tripulantes. Trata-se de um iate "verde".


O Wally et Hermès usa energia verde, 20 a 30% de economia de combustível e consumo de eletricidade 40 a 50% a bordo. Portanto, há 900 m2 equipados com painéis solares, produzindo diariamente 500 kW.


Três plataformas, uma piscina de 25 metros , um "spa", "helicopter-pad", sauna, ginásio e sala de massagem, um passeio de 130 metros, uma sala de música, uma sala de jantar, um cinema, "decks sol", suítes, terraços, um "lounge". O luxo está no "rendez-vous". Os pavimentos são ligados por escadas, mas há também um elevador. 


Uma área de 200m² cobre completamente o terceiro pavimento (Este, é o quarto). A vista para o mar é grande e há um terraço privado de 25 metros de comprimento. 


O iate tem a forma de uma ferradura e tem um telhado que é banhado por um mar de luz.


No andar inferior são as premissas comuns, como "lounge", piano bar e sala de jantar ..... 


Sala de Jantar.

Ilustrações gentilmente enviadas pela amiga e conterrânea Dulce Gerreiro.
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A princesa Morgana já reina entre nós

18 de outubro de 2011 · 6 comentários

Foto tirada já em casa.
Há uns tempos atrás, dois seres lindos conheceram-se e, qual flash estonteante,
sentiram que se amavam.
Ela é a minha querida amiga e astróloga Magda Moita.
Ele é o simpático e charmoso Michael Joseph Thomas.

Como nos contos de fadas, casaram-se e no passado dia 8 de Outubro,
nasceu a linda princesinha Morgana.

Foto tirada ainda no hospital. Apesar do cansaço do parto,
adoro o aspecto amoroso que apresentam. São os papás babados da princesinha.

Parabéns à Magda e ao Michael.



Sol, Saturno, Mercúrio e Vénus em Libra/Balança.
Nasceu com o talento de dar amor e serenar todos à sua volta.

É um espírito livre e que reencarna pela última vez, para cumprir
propósitos elevados, ou aquela Lua em Peixes, não fosse indicador da 
existência de um ideal muito elevado.

Aquele Marte em Leão, na Casa 11, diz-me que a Morgana vem para
liderar processos colectivos, de grupos, estando ela em destaque, como
se tivesse um holofote apontado para ela própria.

Chamou-me particularmente a atenção o posicionamento de Quíron.
Em Peixes, retrógrado e na Casa 6. Esta miúda vem curar as dores dos outros.
Onde ela puser as mãos, teremos cura. Assim, de simples.
Em triplo posicionamento.
O resto compete aos pais e à comunidade onde se integrar para
não estragarem este propósito de alma. Sobretudo, trabalharem bem
para que a princesa, mais tarde, não se sinta nem a vítima, nem a salvadora do mundo.
No meio é que está a virtude.

Magda e Michael, preparem-se para, mais tarde,
a vossa casa encher-se continuamente com os muitos amigos que a Morgana
trará a 'reboque'. 

Uma palavrinha para a avó D. Ofélia:
parabéns por mais uma netinha. 

Beijos.

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«Você é o Buda» - satsang com Satyaprem

14 de outubro de 2011 · 3 comentários


Em Julho deste ano fiz um post sobre Satyaprem. Estava longe de imaginar que semanas mais tarde, receberia um email do seu staff, a agradecer a divulgação e a solicitarem-me o meu endereço. No passado dia 10 de Outubro recebi pelos correios este lindíssimo livro. Li-o num dia e agora estou a fazer a segunda leitura, com calma e lentidão, saboreando cada ensinamento desde homem, que muito me tem ajudado.

Clique nas ilustrações para ampliar e poder ler.



Conheça-o e escute-o.

Email para encomendar o livro ou reservar alguma estadia:

Seu site (arrange tempo para ver, ler e ouvir tudo)

Seu blogue

Seu Facebook

Seus vídeos



Lamento não apresentar melhor digitalização das imagens,
Pois fui eu mesmo que as fiz.

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Jogos Pan Americanos - desejo muito sucesso ao Brasil e Argentina [de 14 a 30 Outubro, no México, Guadalajara]

13 de outubro de 2011 ·


Portal Oficial de los XVI Juegos Panamericanos Guadalajara 2011


Os Jogos Pan-Americanos são um evento multiesportivo, que tem como base os Jogos Olímpicos e são organizados pela ODEPA. Funcionam como uma versão das Olimpíadas modernas, nos quais participam os países do continente americano.

Nos Jogos, são disputados esportes incluídos no Programa Olímpico e outros não disputados em Olimpíadas. Acontecem a cada quatro anos e, tradicionalmente, seguem um rodízio entre as três regiões do continente: América do Sul, Central e do Norte. A primeira edição foi realizada em Buenos Aires, capital da Argentina, em 1951.

Após as Olimpíadas de 1932, inspirados pela realização dos Jogos Centro-Americanos e do Caribe, alguns membros latino-Americanos do COI propuseram uma espécie de "competição regional" entre as Américas, com o intuito de desenvolver o esporte na região.

A ideia acabou por concretizar o I Congresso Esportivo Pan-americano, no ano de 1940, no qual ficara definido que os primeiros Jogos Pan-Americanos seriam realizados na capital argentina, dois anos mais tarde. Em virtude do ataque japonês a Pearl Harbour (Havaí), em dezembro de 1941, e da entrada dos Estados Unidos na Segunda Guerra Mundial, que durou de 1939 até 1945, os mesmos não puderam ser disputados.

Encerrados os conflitos, após as Olimpíadas de 1948, um novo congresso confirmou Buenos Aires como a primeira sede dos Jogos, que se realizariam no ano de 1951. Esta edição teve sua abertura em 25 de fevereiro e contou com a participação de 2 513 atletas advindos de 21 países, que disputaram provas em dezoito esportes. A Argentina, anfitriã, conquistou 47% das medalhas de ouro. 

Quatro anos mais tarde foi criada a Organização Desportiva Pan-americana (sigla: ODEPA), sediada na Cidade do México. Formada por 42 países do continente, A ODEPA é responsável pela realização dos Jogos Pan-Americanos.
A delegação brasileira no México já ocupa boa parte de um prédio novinho, localizado na Vila Pan-Americana de Guadalajara. A fachada do prédio pode ser identificada pelas bandeiras enormes que tremulam bem em frente às janelas das acomodações.




A Rede Record transmitirá os Jogos Pan-Americanos de Guadalajara com exclusividade para a televisão aberta, ao lado da Record News. O R7 terá transmissões ao vivo das competições e uma cobertura completa dos eventos.

A emissora também mostrará a Olimpíada de Londres-2012 com exclusividade na TV aberta brasileira, e também pela internet. A Record detém ainda os direitos de transmissão dos Jogos Pan-Americanos de Toronto-2015 e da Olimpíada do Rio de Janeiro-2016.





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«O planeta Vênus», segundo a «Revista Espírita», de Agosto de 1862 (Texto ditado espontâneo: Médium, Sr. Costel.)

12 de outubro de 2011 · 6 comentários


(Texto ditado espontâneo. - Médium, Sr. Costel.)

«O planeta Vênus é o ponto intermediário entre Mercúrio e Júpiter; seus habitantes têm a mesma conformação física que a vossa; o mais ou menos de beleza e de idealidade nas formas é a única diferença delineada entre os seres criados. A sutileza do ar, em Vênus, comparável à das altas montanhas, torna-o impróprio aos vossos pulmões; as doenças ali são ignoradas. Seus habitantes não se nutrem senão de frutas e de laticínios; ignoram o bárbaro costume de se nutrirem de cadáveres de animais, ferocidade que não existe senão nos planetas inferiores; em conseqüência, as grosseiras necessidades do corpo são destruídas, e o amor se enfeita de todas as paixões e de todas as perfeições apenas sonhadas sobre a Terra.

«Como na madrugada onde as formas se revestem indecisas e alagadas nos vapores da manhã, a perfeição da alma, perto de ser completa, tem as ignorâncias e os desejos da infância feliz. A própria natureza reveste a graça da felicidade velada; suas formas flácidas e arredondadas não têm as violências e as asperezas dos panoramas terrestres; o mar, profundo e calmo, ignora a tempestade; as árvores não se curvam jamais sob o esforço da tempestade e o inverno não as despoja de sua verdura; nada é estridente; tudo ri, tudo é doce. Os costumes, cheios de quietude e de ternura, não têm necessidade de nenhuma repressão para ficarem puros e fortes.

A forma política reveste a expressão da família; cada tribo, ou aglomeração de indivíduos, tem seu chefe pela classe de idade. Ali a velhice é o apogeu da dignidade humana, porque ela aproxima do objetivo desejado; isenta de enfermidades e de fealdade, ela é calma irradiante como uma bela tarde de outono.

A indústria terrestre, aplicada à pesquisa inquieta do bem-estar material, é simplificada e quase desaparece nas regiões superiores, onde não tem nenhuma razão de ser; as artes sublimes a substituem e adquirem um desenvolvimento e uma perfeição que os vossos sentidos espessos não podem imaginar.

As vestes são uniformes; grandes túnicas brancas envolvem com suas pregas harmoniosas o corpo, que não desnaturam. Tudo é fácil para esses seres que não desejam senão Deus e que, despojados dos interesses grosseiros, vivem simples e quase luminosos.

GEORGES.»

Abaixo: Apontamentos de José António Rosa

[Passados 30 anos os nossos maiores cientistas não confirmaram esta tese. Mas não excluo a possilidade de nos ter sido relatada uma descrição de Vénus, numa oitava vibracional de dimensão superior que a ciência não desvendou até hoje em nenhuma parte do Universo.]


[A minha visão pessoal é que quando desencarnar, e esta será a última  de várias centenas de vidas, o meu caminho antes de chegar a casa - Camopus 12D -, será fazer prolongados estágios em Vénus e Neptuno ... se conseguir.]


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Cliclo Júpiter - Saturno

7 de outubro de 2011 · 6 comentários

Reprodução do gráfico das conjunções entre Júpiter e Saturno no céu,
feito por Joahannes Kepler, no século XVI. Daqui.
Para que não haja equívocos por parte do leitor, este ciclo entre Júpiter – Saturno é apresentado sob o mapa do céu (também conhecido por trânsitos) e não deve ser transposto ao mapa natal de cada um de nós, de forma automática, sendo necessário analisar com todo o cuidado o que ocorre no mapa de cada pessoa.

Como é um texto dedicado a quem estuda astrologia, não me coibirei de apresentar aspectos mais técnicos, deixando a interpretação para um fase mais adiantada do artigo.



Júpiter tem uma deslocação diária de aproximadamente 13'-15', excepto quando está retrógrado ou em alteração de movimento, o que acontece uma vez por ano, durante cerca de 4 meses. Demora cerca de 12 anos a completar a volta ao zodíaco, aproximadamente 1 ano por signo. A sua energia básica pertence a Sagitário, sendo co-regente de Peixes, tendo como Casas associadas a 9ª e a 12ª. As suas funções fundamentais são: crescimento, expansão, ascensão, abrangência, abundância, integração social, fé, optimismo, confiança.



Saturno, é mais lento e a sua deslocação diária é cerca de 7', excepto quando está retrógrado ou em alteração de movimento, o que acontece uma vez por ano, durante cerca de 5 meses. Demora cerca de 29 e 30 anos para completar uma deslocação ao longo do zodíaco, fazendo com que permaneça uma média de 2 anos e meio em cada signo. É regente do signo Capricórnio e co-regente de Aquário e tem como Casas associadas a 10ª e a 11ª. As suas funções fundamentais são: delimitação, fronteira, diferenciação, selectividade, contracção, contenção, auto-controlo, realismo, amadurecimento, inserção social (como Júpiter, mas com um sentido mais hierárquico e estrutural — baseado no respeito e na adequação às regras e aos valores instituídos), superego, sombra (sentido junguiano), cristalização e materialização, medo e sentimento de culpa, vergonha.
Conjunção em Maio 2000

Apesar de Júpiter ter maior velocidade na sua órbita, este ciclo dura cerca de 20 anos. O ciclo presente, no qual estamos inseridos teve início no ano 2000, em Maio. Os ciclos precedentes ocorreram em 1960, 1980 e o próximo será em 2020.

Este encontro celestial deixa marcas de reestruturação importantes e novas tendências. Antes das descobertas dos planetas exteriores (Úrano, Neptuno e Plutão), os astrólogos contaram com a conjunção Júpiter-Saturno para fazerem previsões sobre o destino das nações e governantes.

Estas conjunções ocorreram em signos de Terra durante quase 200 anos. No entanto, a conjunção Júpiter-Saturno de 1980 foi num signo de ar (Libra/Balança). Em 2000, voltou para um signo de Terra (Touro). A conjunção Júpiter-Saturno voltará para um signo de ar em 2020 (em Aquário) e permanecerá em signos de ar durante a maior parte dos dois séculos seguintes. Mais abaixo apresento um gráfico com todas as conjunções e inúmeras datas para os leitores poderem pensar com maior amplitude.

Isto para vos dizer que se quisermos acompanhar o andamento da nossa civilização, para além deste relativamente curto ciclo de 20 anos, temos que considerar os ciclos de 200 anos em cada um dos 4 elementos, perfazendo um mega-ciclo de 800 anos para a totalidade do zodíaco.



Muitas das mudanças perturbadoras que estão ocorrendo no mundo de hoje não podem ser ligadas apenas à conjunção Júpiter-Saturno, mas sim, à sua transição do elemento Terra para o elemento Ar.

Os vinte anos do ciclo Júpiter-Saturno de conjunção a conjunção, continua sendo um das mais antigas e melhores maneiras de prever a mudança social generalizada. Entretanto, tornou-se popular usar os trânsitos dos planetas exteriores Úrano, Neptuno e especialmente Plutão como lentes para ver a transformação social de forma mais ampla.

O ciclo de 20 anos de Júpiter e Saturno pode parecer pouco limpo e arrumado para a nossa era difusa, mas quando aplicado às nações, o ciclo Júpiter-Saturno pode dar ideias surpreendentes e produzir previsões precisas.

Mas igualmente importante é o que este ciclo representa no ser humano individual: a construção constante da Arquitectura do Ser. Não é em vão que vivemos em média 4 a 5 destes ciclos ao longo da nossa vida.

A primeira metade do ciclo Júpiter-Saturno, que corresponde a um  período de 10 anos, entre a conjunção e a oposição pode-se dizer que assistimos à dissolução de algo que nos é próximo, travando-se uma intensa acção de ascensão. A segunda metade deste ciclo Júpiter-Saturno é o desvendar, o movimento em direcção à entropia, culminando em uma nova conjunção e o início de um novo ciclo.

Vamos olhar com alguma brevidade o exemplo do ciclo de 20 anos que começou em 1980. É fundamental termos presente que a conjunção de 1980 foi num elemento Ar, concretamente em Libra/Balança, o signo dos relacionamentos. 

Júpiter e Saturno em oposição, em Setembro 1989, a quando da queda do muro de Berlim 

Que aconteceu no mundo com este ciclo iniciado num signo de relacionamentos? Deu-se, sobretudo, um suavizar das relações entre as nações e os equilíbrios do poder. Durante os anos 80, este ciclo (e outros factores astrológicos, claro!) «dissolveu» a chamada Guerra Fria, assistindo-se à decadência do comunismo e uma maior abertura nos relacionamentos entre as nações e os povos. A União Soviética colapsou e deu lugar a numerosos países.

Entretanto, nos anos anteriores, as duas grandes superpotências - URSS e EUA -, procuravam alinhamentos e acumularam um intenso poder em todo o género de armas. Quando Júpiter e Saturno, no seu ciclo, fizeram a oposição, em 1989, o que era «velho» e «estagnado» teve que ceder: assistimos à dissolução do antigo império soviético socialista e, naturalmente o realinhamento de várias nações. Em 1980 quem poderia pensar que a Polónia passaria a ser um aliado próximo aos EUA?

Na segunda metade deste ciclo de 1980, mais concretamente nos anos 90, foi a vez de Saturno aplicar as suas regras e leis e reorganizar todo o bloco europeu.


GRÁFICO DAS CONJUNÇÕES DE JÚPITER - SATURNO
AO LONGO DOS 4 ELEMENTOS
Reprodução do gráfico das conjunções entre Júpiter e Saturno no céu,
feito por Joahannes Kepler, no século XVI. Daqui.
O gráfico abaixo aparenta um ciclo uniforme das conjunções.
Na verdade, estes ciclos não são tão uniformes, como o diagrama aparenta ser,
pois devemos ter presente que as suas órbitas são elípticas e isso altera o andamento dos planetas.


NOTA: Este ciclo dura cerca de 800 anos. As conjunções Júpiter-Saturno ocorrem a cada 20 anos e eles ficam no mesmo elemento - Ar, Terra, Água ou Fogo - entre 160 a 200 anos. O ciclo de signos de Terra começou em 1802 em Virgem e completado com a última conjunção em Touro em Maio 2000. A conjunção próxima irá ocorrer em Aquário (Elemento Ar) em Dezembro de 2020. Assim, todo o ciclo através de todos os elementos tem a duração de cerca de 40 conjunções e leva cerca de 800 anos a percorrer todos os Elementos. Em 2040 a conjunção será em Libra/Balança (21). Em 2060, em Gémeos (22). Em 2080, Aquário (23). Em 2100 em Libra/Balança (24). Em 2120 em Gémeos (25). Em 2140 em Aquário (26). E por aí fora... A primeira conjunção no Elemento Água será em 2240, no signo Câncer/Caranguejo. E assim será durante cerca de 200 anos. O novo ciclo de 800 anos, com início no Elemento Fogo, terá início em 2420, no signo Áries/Carneiro.

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Steve Jobs

6 de outubro de 2011 · 6 comentários


Steve Jobs 1955-2011
Faleceu ontem, com 56 anos.
Que o seu espírito inovador tenha uma boa viagem em outras esferas.

O fundador da Apple teve uma importância tremenda na minha vida.


Macintosh Classic

A minha primeira experiência com computadores foi no início dos anos 80
e comecei em termos profissionais com um Macintosh. Imagine-se, já lá vão 30 anos.

Mas só em finais dos anos 80 é que comprei para minha casa um Classic.
Eram caríssimos, então. Andei meses a economizar para poder comprar 
este modelo. Nenhum dos meus amigos de então o usava. 
Mas na editora onde então eu trabalhava, era o computador mais recorrente,
nos serviços editoriais, produção e secretariado.
Ainda está em minha casa, num lugar de destaque,
Nessa altura ainda fazia os mapas astrais à mão.


iMac OS G3

Entretanto, em 2001 dei o salto em frente e adquiri este modelo, que era uma bomba,
e a minha entrada a sério na internet. Fiquei fascinado, encantado, enamorado. Não é vão
que tenho Aquário como Meio do Céu e Júpiter está lá dentro, mas na 9. Por isso,
trato dos assuntos que trato: astrologia e metafísica.
Durante 4 anos geri a minha editora a partir de um computador igual a este.
Só em 2004 é que migrei para a plataforma Windows. Tudo, por causa da astrologia.
O único programa de astrologia que havia na época para os Mac's não era grande coisa. 
Em contrapartida, os programas que havia para o Windows eram muito fiáveis.
Foi tudo feito de uma só assentada: migrei para o Windows e adquiri o Kepler,
pois já não fazia sentido fazer mapas à mão.
Ainda tenho este iMac em casa. É belíssimo.

Paz à alma de Steve Jobs.

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31 de outubro de 2011

Comemore o seu aniversário com os seus guias reverenciando-se a si mesmo


O nosso aniversário foi o dia que nós escolhemos para entrarmos no plano terrestre e começarmos as nossas lições desta vida. Antes de reencarnarmos trabalhamos activamente em dimensões superiores, sob a orientação dos nossos guias e anjos, para prepararmos a nossa própria vinda, de forma a limparmos carma e memórias cármicas, assim como vivenciarmos em plenitude, o que do dharma iremos saborear.

Tudo foi concebido especialmente para nós, o nosso meio ambiente, os nossos pais, o nosso corpo e a hora do nascimento. Tudo encaixa num grande plano do universo. Percebe agora a importância da astrologia neste contexto? Tudo isto foi preparado para todas as pessoas à face da terra. Por esse motivo, cada um de nós, independentemente das circunstâncias, é na verdade uma pessoa especial, um ser único e irrepetível.

Se souber a hora exacta do seu nascimento, tanto melhor, mas se não souber, não se preocupe, pois não é grave para o que a seguir pretendo explicar. A hora que escolher para esta cerimónia privada é boa e é assim que deve ser.

Ao planear a comemoração do seu aniversário, tenha em conta que não estou a falar das questões mais mundanas, como bolo de aniversário, presentes, lanche e isso tudo, que abordarei no fim. Esta comemoração tem exclusivamente uma envolvência espiritual: a de nos reverenciarmos a nós mesmos, no dia do nosso aniversário.

Comece por preparar o ambiente que mais aprecia. Não que seja necessário, mas já que estamos a falar de aniversários na terceira dimensão, honremos o plano em que temos vivido e tão necessário à evolução da humanidade, preparando adequadamente esse espaço físico.


Leve em conta as suas cores preferidas e pode acender umas velas, apenas para criar um ambiente mais íntimo. Queime o incenso que lhe agradar. Se em sua casa usa um pequeno altar, melhor. Se não usa, escolha uma mesa. Pode querer colocar algo especial no seu altar ou mesa, talvez um pequeno (ou grande) presente para si mesmo, ou encontrar um poema que lhe seja especial ou usar uma citação preferida que gostariam de ler durante a celebração. Consoante as suas crenças espirituais, pode colocar cristais, imagens de anjos, de guias. O que quiserem. O importante é que se sinta confortável nesta pequena cerimónia espiritual.

A seguir entre em fase de reflexão (meditação) pessoal. Tome em consideração todas as coisas boas que lhe aconteceram nesse ano e formule os objectivos que pretende aplicar no ano que se segue. Escreva esses objectivos numa folha de papel e coloque-a no altar. Se não tiver altar, guarde esse papel com as suas intenções junto a objectos que sejam queridos: fotografias de família, cristais grandes que tenham, plantas verdes.

Quando estiver pronto/a, centre-se e chame as energias positivas fazendo um círculo de protecção. Esta é uma celebração de reverência, não serão necessárias muitas palavras, mas tem que ter a sua mensagem especial pronta, leia-a ou diga-a agora.

Pode querer agradecer aos Seres de Luz e aos Anjos pela vida que tem tido e pela vida que tem a intenção de ter. Pode pedir a sua ajuda, orientação e sabedoria no novo ano que se inicia a partir da data do seu aniversário. Muitas pessoas gostam de descontrair e de meditar durante a cerimónia de aniversário. Finalmente, libertem as energias de protecção e desfaçam o círculo energético onde estiveram envolvidos.

Simples, não é? Como tudo que é de natureza espiritual.



No entanto, deixei para o fim, esta recomendação especial: inicie e encerre a sua celebração pessoal dizendo um destes poderosos mantras divinos:



«Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo»

ou

«Em nome do Pai, do Filho e de Sua Mãe»


Porque devemos fazer isto? Porque somos seres divinos e em nós existe a chama de ligação a Deus. Se quiser, ou tiver preconceitos contra a filosofia religiosa cristã ou católica, use outra palavra, em vez de «Deus». Vai dar ao mesmo porque acima do plano terrestre não existem religiões, nem crenças especiais. Somos Uno com o universo.

Mais tarde, se quiser, festeje o seu aniversário no plano terrestre, com o tal bolo, os amigos, os presentes, a família. Faz parte e é saboroso.



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24 de outubro de 2011

«Kelly Slater, o Surfista Prateado» por João Medeiros


«Kelly Slater, o Surfista Prateado» 
por João Medeiros


«Recentemente, terminou a Rip Cirl Pro Portugal – prova desportiva decorrida em Portugal, no âmbito do campeonato mundial de Surf - que teve uma adesão massiva de adeptos e que foi considerada unanimemente um sucesso.

O lendário surfista americano Kelly Slater esteve presente conquistando o 2º lugar e cimentando a sua caminhada para o 11º título de campeão do mundo desta modalidade, aos 39 anos.

Mas o que será que a Astrologia tem a dizer em relação ao perfil planetário desta personagem excepcional que lembra o herói mítico da banda desenhada, o Surfista Prateado?

Ainda que não seja conhecido a hora de nascimento deste desportiva, sabe-se que nasceu na Florida a 11 de Fevereiro de 1972, tendo começado a surfar desde criança. Os factores astrológicos mais relevantes para este dia são a presença da conjuntura da fortuna e um número significativo de astros no seu signo de Exílio: Sol, Lua, Vénus e Marte.

A conjuntura da fortuna tem a ver com ângulos tensos entre Júpiter e Vénus – neste caso em quadratura – que é uma assinatura astral de pessoas que são verdadeiramente abençoadas nalgum aspecto da vida, frequentemente tornando-se “milionários”.

Alguns exemplos, mais conhecidos dos portugueses: José Mourinho, Luís Figo, André Villas Boas e Rita Pereira, que também partilham desta configuração especial. Por outras palavras, chama-se  o factor do luxo, da sorte, da abundância que está associado igualmente a uma boa saúde e aparência física.

É interessante recordar que o Surfista Prateado era um ser extra-terrestre com poderes especiais que viajava pela matéria sideral, estando circunscrito à órbita da Terra por força de um exílio e buscando sobretudo a sua Liberdade. Este é um arquétipo de Aquário, o ser humano que transcendeu as fronteiras terrestres e em pleno contacto com o espaço galáctico.

Kelly Slater é nativo deste signo – o Aquário – seres humanos com uma grande capacidade de concentração mental, e que muitas vezes se distinguem por habilidades excepcionais que o distinguem da média dos mortais. Outros exemplos de Aquarianos conhecidos: Mozart, Oprah e Cristiano Ronaldo, para não repetir o próprio José Mourinho.

Para além do Sol exilado, também a Lua de Slater está no seu signo de Exílio – Capricórnio – o que significa a busca de dificuldades cada vez maiores para serem superadas, a capacidade para escalar grandes montanhas (neste caso, grandes ondas) com grande perseverança – mesmo que se tenha que ir completamente sozinho - o  que é típico dos Exílios astrológicos.

Já imaginou o que é passar horas a fio em mares tumultuosos no meio de ondas gigantes totalmente dependente de si próprio para sobreviver? E já pensou o que é tornar a maior adversidade (a grande onda) na maior oportunidade de libertação e prazer na sua vida? Pois é isto que procuram os grandes surfistas.

A acrescentar a estes factores também Vénus está exilada – em Carneiro – e Marte – em Touro. Esta assinatura astrológica é comum em pessoas que são apaixonadas por desafios e bastante teimosas na conquista daquilo que querem.

No entanto, são seres que não deixam de se sentir algo alienadas neste mundo porque são absolutamente diferentes dos seres humanos convencionais deste planeta, procurando situações de adrenalina que os libertem da prisão que sentem nesta dimensão terrena.

No caso de Slater a força de Saturno – regente de Aquário e Capricórnio – reforça um grande sentido de determinação, sucesso e auto-superação em condições inóspitas, sendo a idade um grande aliado na senda por metas cada vez mais altas e nunca dantes transpostas por outros seres.

É caso para dizer, só o Céu é o limite.»

Um abraço!
João Medeiros

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22 de outubro de 2011

Arcanjo Metratron - o Senhor dos Pesos e Medidas [façam um esforço, pois este título é demasiado profundo, para se entender imediatamente]

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Apetece-me muito dedicar estas linhas a um pequeno grupo de pessoas, 
que me iluminam e ajudam a transportar a minha carne mortal:
Maria Izabel Viéga, William Garibaldi, Fátima Zevedo, 
Teresinha  Conceição, Susana Duarte, Susana Vitorino,
Marcelo Dalla, Luciene, Inês de Barros Baptisa, mais 3.000 mais e, a finalizar,
a muito querida Astrid Annabelle.
Também para a Maria Paula Ribeiro, cabeça dura comigo, 
para lhe mostrar que não estou zangado e apenas desejo paz. Não tenho a  tua idade, mocinha.


Também conhecido como Metatron, Matretton, Mittron, Metaraon, Merraton. Nos escritos que não pertencem às escrituras, Metraton é um super anjo. O seu nome inclui o Rei dos Anjos, Príncipe da Face Divina, Anjo da Promissão e muitos outros. Ele liga o humano ao divino. É o Senhor dos Pesos e Medidas. O significado do seu nome é em si um mistério. Alguns pensam que o nome vem do latim metator ("guiar ou medir"); outros pensam que é apenas uma invenção judaica.




Quando é invocado, Metraton aparece como um pilar de fogo, ofuscante como o Sol. Em algumas fontes ele é visto como sendo mais poderoso do que Miguel. Muitos mitos rodeiam Metraton, incluindo que ele possa ter sido um mortal (o profeta Enoch) que se transformou em anjo, que agora funciona como um escriba oficial divino, que detém todos os segredos escritos e vigia tudo o que os humanos estão a fazer. Podem vê-lo como o criador e o bibliotecário dos escritos Akashi.

Em 'Key of Solomon', por S. Lidell MacGregor Mathers, o Primeiro Pentáculo do Sol — «O Semblante de Shaddai Todo-poderoso, a cuja presença todas as criaturas obedecem, e os Espíritos Angélicos fazem a reverência de joelho dobrado...» — é a representação de Metraton. Em volta do disco está escrito: «Contemplem a Sua face e forma pelas Quais todas as coisas se formaram, e pelas Quais todas as criaturas obedecem».

Embora seja apoiado por rabis, ocultistas e praticantes da alta magia e da magia cerimonial, Metraton é um espinho no lado dos católicos. Segundo uma das lendas, Metraton é o anunciador da verdade porque dá inspiração e conhecimento àqueles humanos que eram parecidos a ele antes da sua ascensão (Enoch).

Os católicos têm um problema com os humanos transformarem-se em anjos. Se nem querem ouvir falar em reencarnação. Pior do que isso, é alguns associarem Metraton a Satanás, insinuando que  é um demónio sedento de sangue que tem prazer em destruir lentamente as pessoas desobedientes. Não será necessário dizer que os argumentos entre os padres e os rabis passam como bolas num jogo de ténis.

O que me parece mais interessante sobre Metraton é a associação com Shekinah, a versão hebraica da Shakti hindu, que é o lado feminino de Deus no humano, a Deusa, portanto. A criação do mundo é obra de Shekinah (de acordo com Zohar). O propósito da vida é juntar as duas metades, masculina e feminina, para criar um universo equilibrado. Ah, o princípio pagão! Quem diria!?

Shekinah é conhecida como «a glória que emana do divino» e representa a libertação. Muitos vêem-na como «o espírito divino». A associação do Espírito Santo como feminino ajuda a equilibrar a cura. Será o lado feminino da Trindade? No mito judaico, Shekinah está entre o criador e o humano. No Sabbath ela faz descer o seu véu da divindade sobre os crentes colectivos. No fim do dia ela volta ao seu lugar de/com a divindade.

Numa lenda, quando Adão e Eva perderam o Jardim do Éden, Shekinah permaneceu lá. Isto indica que os humanos se viraram para as ideias patriarcais e deixaram para trás as energias da Deusa Mãe. Outro mito indica que ela selou o seu destino com Adão e Eva e que deixou o Jardim de Éden com eles. Nas modernas teorias dos Mestres Ascensos quando se fala em «complemento divino», estamos a falar do outro lado da unidade: masculino e feminino.  

O propósito do universo é reunir Metraton (o Criador) e Shekinah (a Criadora). Em Metraton e Shakinah vemos o conceito ancestral de Deus e Deusa. Pode ser por isto que os católicos em geral olhem com desdém para Metraton e Shekinah, já que o divino feminino foi colocado abaixo do poder patriarcal.

Correm rumores de que muitas das tarefas do Clã dos Sete é trazer as energias de Shekinah de volta para a humanidade, para que tudo possa estar em equilíbrio e harmonia.

Metraton alterna com Miguel, com quem é frequentemente identificado, como o maior de todos os anjos. Diz-se que é o Príncipe da Divina Paz, Chanceler do Céu, anjo da Aliança e o Jeová Menor (YHVH). É o anjo que mais protege a humanidade e rege a primeira esfera da Árvore da Vida.

É o anjo que guiou Israel no seu "Êxodo" através do deserto e diz-se que é o irmão gémeo de Sandalfon, o anjo que rege a Terra e a décima esfera, Malkuth, da Árvore da Vida.

Diz-se que é o autor do versículo 25 e do Salmo 37 e é quem instrui no Paraíso as alminhas dos bebés que morrem prematuramente.

Alguns dos possíveis setenta e oito nomes de Metraton

Eis alguns dos setenta e oito nomes do grande Arcanjo Metraton: Absannis, Adadiyah, Adrigon, Alaliyah, Amisiyah, Asasiah, Atropatos, Auzhaya, Batsran, Bibiyah, Binah, Duydevivyah, Ebed, Emekmiyahu, Estes, Eved, Geviriyah, Gippuyel, Halwaya, Hashesiyah, Hasmiyah, Iesaia, Itmon, Joel, Malmeliyah, Margash, Midrash, Naar, Ozah, Palpeltiyah, Pihon, Safkas, Sagnessagiel, Saktas, Sasnigiel YHVH, Sithriel, Tabkiel, Uvayah, Yahsiyah.




Sobre Enoch


«Enoque – חנוך, Chanoch ou Hanokh – é o nome dado a um dos personagens bíblicos mais peculiares e misteriosos das Escrituras. Nasceu, segundo os escritos judeus, na sétima geração depois de Adão, sendo filho de Jarede, pai de Matusalém e avô de Noé.

É creditado na Bíblia como arquiteto do Zion original , a legendária "cidade de Yahweh". No Alcorão, é chamado de Enoch Idris. Na Bíblia, ele é às vezes chamado Akhnookh. Ele era um homem de verdade e um profeta.

De acordo com o relato de Gênesis, capítulo 5, versos 22-24, Enoque teria sido arrebatado por Deus para que não experimentasse a morte e fosse poupado da ira do dilúvio:

“E andou Enoque com Deus, depois que gerou a Matusalém, trezentos anos, e gerou filhos e filhas. E foram todos os dias de Enoque trezentos e sessenta e cinco anos. E andou Enoque com Deus; e não apareceu mais, porquanto Deus para si o tomou.”
De acordo com o Targum de Yonatan – tradução para o aramaico das Escrituras hebraicas – Enoque tinha se elevado ao céu ainda em vida e teria se transformado no anjo Metatron:

“E não esteve mais (Enoque) entre os habitantes da terra, pois foi tomado e subiu para os céus, pelo comando do Eterno (se fez isso), e chamou seu nome de Metatron, o Grande Escriba.

"Era conhecido pelos egípcios como Thoth , o "Senhor da Magia e do tempo" e pelos gregos como Hermes , "mensageiro dos Deuses".

Existem muitos livros que foram banidos pela igreja católica do corpus bíblico por serem considerados apócrifos (incultos ou não inspirados por Deus). Em sua considerável maioria eram justamente os mais reveladores, trazendo importantes informações sobre uma série de acontecimentos ligados aos contatos das divindades com o homem.

O cristianismo adotou algumas idéias de Enoch, incluindo o Juízo Final, o conceito de demônios, as origens do mal e os anjos caídos, e a vinda de um Messias e, finalmente, um reino messiânico.

Enoch age como um escriba, escrevendo uma petição em nome dos anjos caídos, a ser dada a um poder superior para julgamento final. O Livro do Profeta Enoque (citado em Judas 14) é, sem dúvida, um dos mais reveladores.

O “Livro de Enoque” (nome que significa Inicie, ou Iniciador), é um texto apócrifo escrito por volta de 200 a.C. (Os livros apócrifos judaicos circulavam entre os judeus durante os séculos imediatamente anteriores e posteriores ao início da era cristã. Os mais importantes de todos estes eram os Livros de Enoque). Infelizmente, esses textos ficaram perdidos durante séculos, só sendo redescobertos em épocas recentes, a maior parte em fragmentos.

Alguns fragmentos do Livro de Enoque, já conhecido, mas escrito em aramaico, foram descobertos nas célebres grutas de Qumran, no Mar Morto . Por isso há quem especule a existência de uma versão original mais antiga, escrita em hebraico.
Uma outra versão conhecida como Os Segredos de Enoque ou II Enoque, foi descoberta na Rússia, em um texto eslavo, e traduzida para o inglês no século XIX; Esta foi provavelmente escrita no Egito no princípio da era cristã e fala da viagem de Enoque através das diferentes coortes do Paraíso.

Uma de suas versões foi encontrada na Abissínia. Havia sido escrita no idioma etíope, por isso ficou conhecido como Enoque Etíope ou I Enoque.

Seu livro mostra, entre outras coisas, que 200 “anjos” desceram à Terra e tiveram filhos e filhas, de estatura superior a 3 m, com as mulheres terrestres.Como estamos vendo, não é de hoje que seres poderosos, na Bíblia chamados de Nefilim (em hebraico significa “gigante”), se relacionam intimamente com nossa humanidade.

Esses anjos ensinaram muitas coisas para os terrestres, como astronomia, noções de meteorologia, matemática, astrologia, além de outros assuntos.

“...naquele tempo havia gigantes na terra; e também depois, quando os filhos de Deus possuíram as filhas dos homens, as quais lhes deram filhos; estes foram valentes, varões de renome, na antiguidade”. (Gênesis 6:4 RA).

Flávio Josefo faz uma distinção entre os gigantes e o fruto das relações entre os "Filhos de Deus" e as "filhas dos homens", quando afirma em sua obra:

"... e os grandes da terra, que se haviam casado com as filhas dos descendentes de Caim, produziram uma raça indolente que, pela confiança que depositavam na própria força, se vangloriava de calcar aos pés a justiça e imitava os gigantes de que falam os gregos."

Por ser tão devoto a Deus, muitos crêem que Enoch jamais alcançou a Morte, e foi recompensado por Deus que, aos 365 anos (dias do ano), o levou ao céu, mesmo sem ter falecido . Ao chegar no céu, Enoque foi transformado em anjo, sumo sacerdote do templo celestial, e um dos anjos supremo em toda a hierarquia celestial, para não mencionar o mais alto dos anjos, com 36 asas e olhos 265.000 e Deus passa a chamá-lo de METATRON, que significa "Nome de Deus", não que Metatron seja o nome de Deus, mas sim porque ele falará por Deus. Assim, Enoch conheceu "os segredos da terra e do céu". Após isso, Enoch lançou à terra "pesos e medidas" (ensinamentos e lições) para toda a humanidade.

Metatron tem 78 nomes hebraicos, todos baseados no nome de Deus (El). Alguns desses nomes são: Tatnadi`el, Apap´el, Zebuli´el, Sopri´el

Enoch, entre os fenícios, foi Cadmos, o criador da escrita. Era conhecido pelos egípcios como Thoth , o "Senhor da Magia e do tempo" e pelos gregos como Hermes , "mensageiro dos Deuses" , ele é mesmo lembrado na tradição Celta como o enigmático mago Merlim , que desaparece em uma macieira para a mítica Avalon , buscando o segredo da imortalidade e prometendo voltar.

Como aqueles que atingem a imortalidade, o segredo de como "podemos nos tornar Deuses", Thoth/ Enoch promete retornar no fim dos tempos "com as chaves dos portões das terras sagradas".

Nos Manuscritos do Mar Morto, revelando os livros apócrifos de Enoch removidos da Bíblia pelos líderes religiosos, Enoch descreve uma maravilhosa civilização no passado que usou mal as chaves do mais elevado conhecimento e foi incapaz de se salvar do último cataclismo. Figurativa e literalmente eles perderam "as chaves" e todo o alto conhecimento. E ainda, Enoch, ao longo de muitas tradições, mesmo a legenda Maia de Quetzacoatal, promete um retorno deste conhecimento no "Fim do Tempo", o fim do presente ciclo.

Enoque deixou-nos o Tarot, no qual se encerra toda a Sabedoria Divina. Este ficou escrito em pedra. Também nos deixou as 22 letras do alfabeto hebraico, além de muita sabedoria a ser revelada aos iniciados.

Este grande Mestre vive nos mundos superiores, no Mundo de Aziluth, um mundo de felicidade inconcebível, na Região de Kether.

A palavra grega PHOENIX, derivada da palavra egípcia PA-HANOK, significa "A Casa de Enoch". O conhecimento Enochiano sugere que mudanças cataclísmicas atuam regularmente como um agente evolucionário provocador, para apressar as formas de vida residentes na próxima fase evolutiva. A evolução humana pode continuar mais rapidamente do que se pensava anteriormente.

A tradição cabalística também conserva um grande número de gestas míticas vinculadas com o descenso à Terra das energias celestes, angélicas ou espirituais. Assim, na Cabala se acha com freqüência o nome de Metatron, que se identifica com o arcanjo Miguel, também chamado o “Príncipe das Milícias Celestes”.

A Cabala considera o Metatron como o princípio ativo e espiritual de Kether, a Unidade, que com as tropas divinas sob seu comando (as sefiroth de construção cósmica) empreendem a luta contra as potências do mal e das trevas (que constituem seu próprio reflexo escuro e invertido, as “cascas”, “escórias” ou Qliphoth) dissipando a dúvida e a ignorância no coração do homem, fecundando-o, simultaneamente a essa mesma ação, com a influência espiritual que transmitem.

Em algumas representações da iconografia cristã e Hermética pode se ver este combate mítico nas figuras do arcanjo Miguel e das hostes angélicas, lutando contra os demônios e Satã, o “príncipe deste mundo”, segundo a conhecida expressão evangélica.

Com o mesmo significado, mas a nível humano, encontramos o cavaleiro São Jorge combatendo o Dragão terrestre, símbolo das paixões inferiores e do “caos”.

Precisamente, a lança ou espada (símbolos do eixo) de São Jorge atravessando o corpo do monstro, sugere a “penetração” das idéias celestes, verticais e ordenadoras, em dito “caos”. Esta variante do mito é análoga à luta que o homem acomete na busca do Conhecimento, o que lhe dá a possibilidade de viver um processo mítico idêntico ao dessas mesmas energias cósmicas e telúricas, celestes e infernais, em permanente luta e conciliação.

Considerado desde o ponto de vista da Ciência esotérica – que tende a resolver os opostos e, portanto, exclui, por insuficientes, o simplesmente moral e sentimental, bem como as leituras demasiado literais das coisas, que estão incluídas no ponto de vista simplesmente religioso e exotérico – a “queda dos anjos” representa, ante tudo, um símbolo do descenso das influências espirituais no seio da própria vida e da natureza humana.

Certos anjos caíram acesos pelo amor que professavam às filhas dos homens às quais, diz-se, “encontraram formosas e belas”. De seu casamento, nasceram seres semidivinos (os antepassados míticos), que revelaram aos homens as ciências e as artes teúrgicas, mágicas e naturais, ou seja, todas aquelas disciplinas que, como já sabemos, integram os textos sagrados dos “Hermética” e do “Corpus Hermeticum”.

Autor: Michael Torres, do blogue «Hybrid Ocultim»:
 - http://ocultismhybrid.blogspot.com/2011/06/enoque-chanoch-ou-hanokh-e-o-nome-dado.html



A 1ª parte do texto texto estava no baú dos textos de AR, desde 1996.


A 2ª parte dos textos (Enoch) foram encontrados hoje, 22-Out-2011.

A última vez que o publiquei foi aqui, em Julho 2009.

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21 de outubro de 2011

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20 de outubro de 2011

O Sol entra em Escorpião a 23 Outubro

Ilustração daqui.
Por sugestão do Marcelo Dallaaqui


Missão superior:
Aprender a utilizar os momentos dolorosos para crescer e compreender.

Escorpião é o 2º nível do Elemento Água. Nele se processa o confronto do desejo e da morte, do instinto e do espírito. Em Escorpião o desejo de poder atingir a máxima violência, condicionando obsessivamente o comportamento. É um signo fixo, radical.

Nele, os sentimentos são interiorizados, contidos ao limite, secretos. Somente se exteriorizam por pulsões obstinadas e compulsivas. Podem conduzir jogos perversos, fria e inteligentemente controlados, manipuladores dos sentimentos alheios. O Escorpião identifica-se com o seu poder, para ele, a afirmação de poder é a consciência da sua identidade.

Por levar a sobrevivência às suas últimas consequências, à fronteira da morte, o Escorpião desafia tudo, até essa última confrontação. A sua guerra é íntima, psíquica, subjectiva, travada entre o Eu instintivo e a recusa de uma outra dimensão.

O não medo de ir ás últimas consequências desta recusa torna este signo potencialmente tenebroso e simultaneamente, confere-lhe o poder alquímico de se transcender, vencendo a morte. Ao negar a morte, perde-se o medo de morrer. É o milagre do nascimento interior, a via do espírito, o começo de qualquer Processo Iniciático.

Pela Lei da Polaridade Universal, só quando duas forças chegam à fase de oposição podem virar no seu contrário. Só no fundo do túnel se vê a luz. Esta é a sabedoria do Escorpião.

Quando o Ser se pacifica e flui sem resistência, transmutando o desejo em aceitação incondicional, então tudo se integra em harmonia pela dissolução profunda dos conflitos. Implica uma rendição, um sim interior. Imenso e obscuro sim, o sim da salvação pelo qual a carga psíquica inconsciente se liberta e desvanece. Íntima docilidade à essência amorosa da vida, que estranhamente devolve o homem à Ordem Inteligente do Universo e o faz aceitar a vida em si, sem reservas.

Plutão, co-regente de Escorpião, é o deus do infra mundo, a carga subterrânea das origens ainda presente em cada um de nós. Força animal, cega, irracional, traduz-se em luta pela posse e pela sobrevivência. Marte, co-regente de Escorpião, mostra-nos o impulso activo, o desejo, tendencialmente obstinado, intenso, de uma agressividade introvertida, elevada à máxima potência pelo poder abissal de signo.

O signo de Escorpião é esotericamente considerado a Porta Oculta do zodíaco. Abre para o signo de Sagitário que simboliza a fé possível numa outra dimensão.

O Fogo do Sagitário expande o homem dignificado, transcendido, liberto pelas Águas regeneradas do Escorpião. Escorpião é a passagem, a transição para o 3° nível do Zodíaco. Liga dois mundos, duas forças, duas dimensões. Pela aceitação da morte, o homem em Escorpião vai da sobrevivência à consciência incondicional.

A Casa 8 pertence a Escorpião e é a 2ª Casa cármica, em que o Eu se confronta com a prisão obscura do seu próprio passado. Obriga a exorcizar antigos medos. É a carga psíquica e instintiva condicionada pelo desejo. É a vida sentida como obsessão de sobrevivência. O Signo e os Planetas que se situam na Casa VIII agem pressionados por memórias irracionais de mal-estar inconsciente. Afirmam-se frente aos outros através de uma qualquer forma de poder: material, sexual, ou psíquico. A Casa 8 é uma área de regeneração, de transformação interior, por isso é chamada a Casa da Morte.

Daqui.

1º nível de evolução:
Situam-se os legados, as heranças, as dependências de bens alheios que nos impedem a confrontação real com o valor próprio. Condicionam-nos aos outros, reduzem-nos, dificultam a descoberta da nossa identidade.

2º nível de evolução:
Simboliza a força do instinto vivida como afirmação do poder do Eu sobre os outros. Traduz-se em atitudes compulsivas não detectadas pela consciência. É o mundo da dependência psíquica, da possessividade, da não liberdade emocional. A este nível o sentimento que domina o Eu é o desejo obsessivo de Marte e Plutão. Um medo remoto e inconsciente domina a personalidade.

3º nível de evolução:
É a área onde se situa a grande alquimia do Ser. A transformação do Eu em profundidade, a dolorosa confrontação com a sua impotência, com a anulação do desejo. É uma morte psíquica. Dá-se quando a vida nos obriga a largar o que julgávamos ser a nossa força, a nossa obscura segurança, a nossa arma de poder. Esta morte é a porta oculta contida na vibração do Escorpião. Experiência interior de aceitação de perda, de anulação do Eu, vivida como processo de regeneração. Abre uma nova vida, aceite como íntima e transcendente realidade. É a via da salvação, a chave iniciática para a última dimensão do Ser.

Parabéns a todas as pessoas do signo Escorpião.


Texto publicado no site «Escola de Astrologia Nova-Lis», em Abril 2007.


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19 de outubro de 2011

Nestes tempos de crise é simpático percebermos que os muito ricos também têm considerações ecológicas


Um iate com enormes dimensões e de última tecnologia «eco», cujos rumores dizem que talvez pertença à filha do Presidente de Angola.


58 metros de comprimento e 38 metros de largura. O iate, uma área de 3.400 m2 com capacidade para 12 passageiros e 20 tripulantes. Trata-se de um iate "verde".


O Wally et Hermès usa energia verde, 20 a 30% de economia de combustível e consumo de eletricidade 40 a 50% a bordo. Portanto, há 900 m2 equipados com painéis solares, produzindo diariamente 500 kW.


Três plataformas, uma piscina de 25 metros , um "spa", "helicopter-pad", sauna, ginásio e sala de massagem, um passeio de 130 metros, uma sala de música, uma sala de jantar, um cinema, "decks sol", suítes, terraços, um "lounge". O luxo está no "rendez-vous". Os pavimentos são ligados por escadas, mas há também um elevador. 


Uma área de 200m² cobre completamente o terceiro pavimento (Este, é o quarto). A vista para o mar é grande e há um terraço privado de 25 metros de comprimento. 


O iate tem a forma de uma ferradura e tem um telhado que é banhado por um mar de luz.


No andar inferior são as premissas comuns, como "lounge", piano bar e sala de jantar ..... 


Sala de Jantar.

Ilustrações gentilmente enviadas pela amiga e conterrânea Dulce Gerreiro.
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18 de outubro de 2011

A princesa Morgana já reina entre nós

Foto tirada já em casa.
Há uns tempos atrás, dois seres lindos conheceram-se e, qual flash estonteante,
sentiram que se amavam.
Ela é a minha querida amiga e astróloga Magda Moita.
Ele é o simpático e charmoso Michael Joseph Thomas.

Como nos contos de fadas, casaram-se e no passado dia 8 de Outubro,
nasceu a linda princesinha Morgana.

Foto tirada ainda no hospital. Apesar do cansaço do parto,
adoro o aspecto amoroso que apresentam. São os papás babados da princesinha.

Parabéns à Magda e ao Michael.



Sol, Saturno, Mercúrio e Vénus em Libra/Balança.
Nasceu com o talento de dar amor e serenar todos à sua volta.

É um espírito livre e que reencarna pela última vez, para cumprir
propósitos elevados, ou aquela Lua em Peixes, não fosse indicador da 
existência de um ideal muito elevado.

Aquele Marte em Leão, na Casa 11, diz-me que a Morgana vem para
liderar processos colectivos, de grupos, estando ela em destaque, como
se tivesse um holofote apontado para ela própria.

Chamou-me particularmente a atenção o posicionamento de Quíron.
Em Peixes, retrógrado e na Casa 6. Esta miúda vem curar as dores dos outros.
Onde ela puser as mãos, teremos cura. Assim, de simples.
Em triplo posicionamento.
O resto compete aos pais e à comunidade onde se integrar para
não estragarem este propósito de alma. Sobretudo, trabalharem bem
para que a princesa, mais tarde, não se sinta nem a vítima, nem a salvadora do mundo.
No meio é que está a virtude.

Magda e Michael, preparem-se para, mais tarde,
a vossa casa encher-se continuamente com os muitos amigos que a Morgana
trará a 'reboque'. 

Uma palavrinha para a avó D. Ofélia:
parabéns por mais uma netinha. 

Beijos.

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14 de outubro de 2011

«Você é o Buda» - satsang com Satyaprem


Em Julho deste ano fiz um post sobre Satyaprem. Estava longe de imaginar que semanas mais tarde, receberia um email do seu staff, a agradecer a divulgação e a solicitarem-me o meu endereço. No passado dia 10 de Outubro recebi pelos correios este lindíssimo livro. Li-o num dia e agora estou a fazer a segunda leitura, com calma e lentidão, saboreando cada ensinamento desde homem, que muito me tem ajudado.

Clique nas ilustrações para ampliar e poder ler.



Conheça-o e escute-o.

Email para encomendar o livro ou reservar alguma estadia:

Seu site (arrange tempo para ver, ler e ouvir tudo)

Seu blogue

Seu Facebook

Seus vídeos



Lamento não apresentar melhor digitalização das imagens,
Pois fui eu mesmo que as fiz.

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13 de outubro de 2011

Jogos Pan Americanos - desejo muito sucesso ao Brasil e Argentina [de 14 a 30 Outubro, no México, Guadalajara]


Portal Oficial de los XVI Juegos Panamericanos Guadalajara 2011


Os Jogos Pan-Americanos são um evento multiesportivo, que tem como base os Jogos Olímpicos e são organizados pela ODEPA. Funcionam como uma versão das Olimpíadas modernas, nos quais participam os países do continente americano.

Nos Jogos, são disputados esportes incluídos no Programa Olímpico e outros não disputados em Olimpíadas. Acontecem a cada quatro anos e, tradicionalmente, seguem um rodízio entre as três regiões do continente: América do Sul, Central e do Norte. A primeira edição foi realizada em Buenos Aires, capital da Argentina, em 1951.

Após as Olimpíadas de 1932, inspirados pela realização dos Jogos Centro-Americanos e do Caribe, alguns membros latino-Americanos do COI propuseram uma espécie de "competição regional" entre as Américas, com o intuito de desenvolver o esporte na região.

A ideia acabou por concretizar o I Congresso Esportivo Pan-americano, no ano de 1940, no qual ficara definido que os primeiros Jogos Pan-Americanos seriam realizados na capital argentina, dois anos mais tarde. Em virtude do ataque japonês a Pearl Harbour (Havaí), em dezembro de 1941, e da entrada dos Estados Unidos na Segunda Guerra Mundial, que durou de 1939 até 1945, os mesmos não puderam ser disputados.

Encerrados os conflitos, após as Olimpíadas de 1948, um novo congresso confirmou Buenos Aires como a primeira sede dos Jogos, que se realizariam no ano de 1951. Esta edição teve sua abertura em 25 de fevereiro e contou com a participação de 2 513 atletas advindos de 21 países, que disputaram provas em dezoito esportes. A Argentina, anfitriã, conquistou 47% das medalhas de ouro. 

Quatro anos mais tarde foi criada a Organização Desportiva Pan-americana (sigla: ODEPA), sediada na Cidade do México. Formada por 42 países do continente, A ODEPA é responsável pela realização dos Jogos Pan-Americanos.
A delegação brasileira no México já ocupa boa parte de um prédio novinho, localizado na Vila Pan-Americana de Guadalajara. A fachada do prédio pode ser identificada pelas bandeiras enormes que tremulam bem em frente às janelas das acomodações.




A Rede Record transmitirá os Jogos Pan-Americanos de Guadalajara com exclusividade para a televisão aberta, ao lado da Record News. O R7 terá transmissões ao vivo das competições e uma cobertura completa dos eventos.

A emissora também mostrará a Olimpíada de Londres-2012 com exclusividade na TV aberta brasileira, e também pela internet. A Record detém ainda os direitos de transmissão dos Jogos Pan-Americanos de Toronto-2015 e da Olimpíada do Rio de Janeiro-2016.





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12 de outubro de 2011

«O planeta Vênus», segundo a «Revista Espírita», de Agosto de 1862 (Texto ditado espontâneo: Médium, Sr. Costel.)


(Texto ditado espontâneo. - Médium, Sr. Costel.)

«O planeta Vênus é o ponto intermediário entre Mercúrio e Júpiter; seus habitantes têm a mesma conformação física que a vossa; o mais ou menos de beleza e de idealidade nas formas é a única diferença delineada entre os seres criados. A sutileza do ar, em Vênus, comparável à das altas montanhas, torna-o impróprio aos vossos pulmões; as doenças ali são ignoradas. Seus habitantes não se nutrem senão de frutas e de laticínios; ignoram o bárbaro costume de se nutrirem de cadáveres de animais, ferocidade que não existe senão nos planetas inferiores; em conseqüência, as grosseiras necessidades do corpo são destruídas, e o amor se enfeita de todas as paixões e de todas as perfeições apenas sonhadas sobre a Terra.

«Como na madrugada onde as formas se revestem indecisas e alagadas nos vapores da manhã, a perfeição da alma, perto de ser completa, tem as ignorâncias e os desejos da infância feliz. A própria natureza reveste a graça da felicidade velada; suas formas flácidas e arredondadas não têm as violências e as asperezas dos panoramas terrestres; o mar, profundo e calmo, ignora a tempestade; as árvores não se curvam jamais sob o esforço da tempestade e o inverno não as despoja de sua verdura; nada é estridente; tudo ri, tudo é doce. Os costumes, cheios de quietude e de ternura, não têm necessidade de nenhuma repressão para ficarem puros e fortes.

A forma política reveste a expressão da família; cada tribo, ou aglomeração de indivíduos, tem seu chefe pela classe de idade. Ali a velhice é o apogeu da dignidade humana, porque ela aproxima do objetivo desejado; isenta de enfermidades e de fealdade, ela é calma irradiante como uma bela tarde de outono.

A indústria terrestre, aplicada à pesquisa inquieta do bem-estar material, é simplificada e quase desaparece nas regiões superiores, onde não tem nenhuma razão de ser; as artes sublimes a substituem e adquirem um desenvolvimento e uma perfeição que os vossos sentidos espessos não podem imaginar.

As vestes são uniformes; grandes túnicas brancas envolvem com suas pregas harmoniosas o corpo, que não desnaturam. Tudo é fácil para esses seres que não desejam senão Deus e que, despojados dos interesses grosseiros, vivem simples e quase luminosos.

GEORGES.»

Abaixo: Apontamentos de José António Rosa

[Passados 30 anos os nossos maiores cientistas não confirmaram esta tese. Mas não excluo a possilidade de nos ter sido relatada uma descrição de Vénus, numa oitava vibracional de dimensão superior que a ciência não desvendou até hoje em nenhuma parte do Universo.]


[A minha visão pessoal é que quando desencarnar, e esta será a última  de várias centenas de vidas, o meu caminho antes de chegar a casa - Camopus 12D -, será fazer prolongados estágios em Vénus e Neptuno ... se conseguir.]


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7 de outubro de 2011

Cliclo Júpiter - Saturno

Reprodução do gráfico das conjunções entre Júpiter e Saturno no céu,
feito por Joahannes Kepler, no século XVI. Daqui.
Para que não haja equívocos por parte do leitor, este ciclo entre Júpiter – Saturno é apresentado sob o mapa do céu (também conhecido por trânsitos) e não deve ser transposto ao mapa natal de cada um de nós, de forma automática, sendo necessário analisar com todo o cuidado o que ocorre no mapa de cada pessoa.

Como é um texto dedicado a quem estuda astrologia, não me coibirei de apresentar aspectos mais técnicos, deixando a interpretação para um fase mais adiantada do artigo.



Júpiter tem uma deslocação diária de aproximadamente 13'-15', excepto quando está retrógrado ou em alteração de movimento, o que acontece uma vez por ano, durante cerca de 4 meses. Demora cerca de 12 anos a completar a volta ao zodíaco, aproximadamente 1 ano por signo. A sua energia básica pertence a Sagitário, sendo co-regente de Peixes, tendo como Casas associadas a 9ª e a 12ª. As suas funções fundamentais são: crescimento, expansão, ascensão, abrangência, abundância, integração social, fé, optimismo, confiança.



Saturno, é mais lento e a sua deslocação diária é cerca de 7', excepto quando está retrógrado ou em alteração de movimento, o que acontece uma vez por ano, durante cerca de 5 meses. Demora cerca de 29 e 30 anos para completar uma deslocação ao longo do zodíaco, fazendo com que permaneça uma média de 2 anos e meio em cada signo. É regente do signo Capricórnio e co-regente de Aquário e tem como Casas associadas a 10ª e a 11ª. As suas funções fundamentais são: delimitação, fronteira, diferenciação, selectividade, contracção, contenção, auto-controlo, realismo, amadurecimento, inserção social (como Júpiter, mas com um sentido mais hierárquico e estrutural — baseado no respeito e na adequação às regras e aos valores instituídos), superego, sombra (sentido junguiano), cristalização e materialização, medo e sentimento de culpa, vergonha.
Conjunção em Maio 2000

Apesar de Júpiter ter maior velocidade na sua órbita, este ciclo dura cerca de 20 anos. O ciclo presente, no qual estamos inseridos teve início no ano 2000, em Maio. Os ciclos precedentes ocorreram em 1960, 1980 e o próximo será em 2020.

Este encontro celestial deixa marcas de reestruturação importantes e novas tendências. Antes das descobertas dos planetas exteriores (Úrano, Neptuno e Plutão), os astrólogos contaram com a conjunção Júpiter-Saturno para fazerem previsões sobre o destino das nações e governantes.

Estas conjunções ocorreram em signos de Terra durante quase 200 anos. No entanto, a conjunção Júpiter-Saturno de 1980 foi num signo de ar (Libra/Balança). Em 2000, voltou para um signo de Terra (Touro). A conjunção Júpiter-Saturno voltará para um signo de ar em 2020 (em Aquário) e permanecerá em signos de ar durante a maior parte dos dois séculos seguintes. Mais abaixo apresento um gráfico com todas as conjunções e inúmeras datas para os leitores poderem pensar com maior amplitude.

Isto para vos dizer que se quisermos acompanhar o andamento da nossa civilização, para além deste relativamente curto ciclo de 20 anos, temos que considerar os ciclos de 200 anos em cada um dos 4 elementos, perfazendo um mega-ciclo de 800 anos para a totalidade do zodíaco.



Muitas das mudanças perturbadoras que estão ocorrendo no mundo de hoje não podem ser ligadas apenas à conjunção Júpiter-Saturno, mas sim, à sua transição do elemento Terra para o elemento Ar.

Os vinte anos do ciclo Júpiter-Saturno de conjunção a conjunção, continua sendo um das mais antigas e melhores maneiras de prever a mudança social generalizada. Entretanto, tornou-se popular usar os trânsitos dos planetas exteriores Úrano, Neptuno e especialmente Plutão como lentes para ver a transformação social de forma mais ampla.

O ciclo de 20 anos de Júpiter e Saturno pode parecer pouco limpo e arrumado para a nossa era difusa, mas quando aplicado às nações, o ciclo Júpiter-Saturno pode dar ideias surpreendentes e produzir previsões precisas.

Mas igualmente importante é o que este ciclo representa no ser humano individual: a construção constante da Arquitectura do Ser. Não é em vão que vivemos em média 4 a 5 destes ciclos ao longo da nossa vida.

A primeira metade do ciclo Júpiter-Saturno, que corresponde a um  período de 10 anos, entre a conjunção e a oposição pode-se dizer que assistimos à dissolução de algo que nos é próximo, travando-se uma intensa acção de ascensão. A segunda metade deste ciclo Júpiter-Saturno é o desvendar, o movimento em direcção à entropia, culminando em uma nova conjunção e o início de um novo ciclo.

Vamos olhar com alguma brevidade o exemplo do ciclo de 20 anos que começou em 1980. É fundamental termos presente que a conjunção de 1980 foi num elemento Ar, concretamente em Libra/Balança, o signo dos relacionamentos. 

Júpiter e Saturno em oposição, em Setembro 1989, a quando da queda do muro de Berlim 

Que aconteceu no mundo com este ciclo iniciado num signo de relacionamentos? Deu-se, sobretudo, um suavizar das relações entre as nações e os equilíbrios do poder. Durante os anos 80, este ciclo (e outros factores astrológicos, claro!) «dissolveu» a chamada Guerra Fria, assistindo-se à decadência do comunismo e uma maior abertura nos relacionamentos entre as nações e os povos. A União Soviética colapsou e deu lugar a numerosos países.

Entretanto, nos anos anteriores, as duas grandes superpotências - URSS e EUA -, procuravam alinhamentos e acumularam um intenso poder em todo o género de armas. Quando Júpiter e Saturno, no seu ciclo, fizeram a oposição, em 1989, o que era «velho» e «estagnado» teve que ceder: assistimos à dissolução do antigo império soviético socialista e, naturalmente o realinhamento de várias nações. Em 1980 quem poderia pensar que a Polónia passaria a ser um aliado próximo aos EUA?

Na segunda metade deste ciclo de 1980, mais concretamente nos anos 90, foi a vez de Saturno aplicar as suas regras e leis e reorganizar todo o bloco europeu.


GRÁFICO DAS CONJUNÇÕES DE JÚPITER - SATURNO
AO LONGO DOS 4 ELEMENTOS
Reprodução do gráfico das conjunções entre Júpiter e Saturno no céu,
feito por Joahannes Kepler, no século XVI. Daqui.
O gráfico abaixo aparenta um ciclo uniforme das conjunções.
Na verdade, estes ciclos não são tão uniformes, como o diagrama aparenta ser,
pois devemos ter presente que as suas órbitas são elípticas e isso altera o andamento dos planetas.


NOTA: Este ciclo dura cerca de 800 anos. As conjunções Júpiter-Saturno ocorrem a cada 20 anos e eles ficam no mesmo elemento - Ar, Terra, Água ou Fogo - entre 160 a 200 anos. O ciclo de signos de Terra começou em 1802 em Virgem e completado com a última conjunção em Touro em Maio 2000. A conjunção próxima irá ocorrer em Aquário (Elemento Ar) em Dezembro de 2020. Assim, todo o ciclo através de todos os elementos tem a duração de cerca de 40 conjunções e leva cerca de 800 anos a percorrer todos os Elementos. Em 2040 a conjunção será em Libra/Balança (21). Em 2060, em Gémeos (22). Em 2080, Aquário (23). Em 2100 em Libra/Balança (24). Em 2120 em Gémeos (25). Em 2140 em Aquário (26). E por aí fora... A primeira conjunção no Elemento Água será em 2240, no signo Câncer/Caranguejo. E assim será durante cerca de 200 anos. O novo ciclo de 800 anos, com início no Elemento Fogo, terá início em 2420, no signo Áries/Carneiro.

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6 de outubro de 2011

Steve Jobs


Steve Jobs 1955-2011
Faleceu ontem, com 56 anos.
Que o seu espírito inovador tenha uma boa viagem em outras esferas.

O fundador da Apple teve uma importância tremenda na minha vida.


Macintosh Classic

A minha primeira experiência com computadores foi no início dos anos 80
e comecei em termos profissionais com um Macintosh. Imagine-se, já lá vão 30 anos.

Mas só em finais dos anos 80 é que comprei para minha casa um Classic.
Eram caríssimos, então. Andei meses a economizar para poder comprar 
este modelo. Nenhum dos meus amigos de então o usava. 
Mas na editora onde então eu trabalhava, era o computador mais recorrente,
nos serviços editoriais, produção e secretariado.
Ainda está em minha casa, num lugar de destaque,
Nessa altura ainda fazia os mapas astrais à mão.


iMac OS G3

Entretanto, em 2001 dei o salto em frente e adquiri este modelo, que era uma bomba,
e a minha entrada a sério na internet. Fiquei fascinado, encantado, enamorado. Não é vão
que tenho Aquário como Meio do Céu e Júpiter está lá dentro, mas na 9. Por isso,
trato dos assuntos que trato: astrologia e metafísica.
Durante 4 anos geri a minha editora a partir de um computador igual a este.
Só em 2004 é que migrei para a plataforma Windows. Tudo, por causa da astrologia.
O único programa de astrologia que havia na época para os Mac's não era grande coisa. 
Em contrapartida, os programas que havia para o Windows eram muito fiáveis.
Foi tudo feito de uma só assentada: migrei para o Windows e adquiri o Kepler,
pois já não fazia sentido fazer mapas à mão.
Ainda tenho este iMac em casa. É belíssimo.

Paz à alma de Steve Jobs.

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